Quer nos matar do coração com essa última cena? rsrs
Não sei como Chloe consegue se manter tão controlada! Será que ela está esperando a iniciativa de Maya? Será que ela, apesar de ter consciência do efeito que causa na outra, quer que Maya tenha certeza absoluta do que está fazendo? Será que ela consegue sentir a luta interna que a outra está travando contra ela mesmo, seus desejos, suas convicções e está ali apenas observando e esperando o momento certo, tal como se observasse sua presa, sem pressa, apenas estudando as reações?
Há mesmo várias formas de interpretar a forma como a Chloe lida com a Maya, e adoro que estejas atenta a cada detalhe! Mas posso garantir que, aos poucos, tudo vai começar a ficar mais claro.
Obrigada pelo carinho e por continuares a acompanhar com tanta entrega! Vou aproveitar as férias sim e quem sabe esse descanso não traga boas ideias :)
Seria redundante dizer "mais um capítulo excelente"?
"A fé já não era a âncora. Porém também não sabia se era mar. Se me levaria à deriva ou se me devolveria a mim mesma." Essa frase é extremamente profunda e bela, tal como todas as outras em que você escreveu sobre o assunto. É muito poética a forma como Maya está entrando em contato com ela mesma a partir de outra visão de mundo. Se me permite perguntar, você tem alguma crença?
Eu gosto muito de estudar sobre religiões de forma geral, a Bíblia especificamente não é algo que eu sigo, mas reconheço que o "Deus" mostrado no antigo testamento é extremamente punitivo, mau e cruel. Um livro escrito por homens e para os homens daquela época. Eu imagino que talvez o pai de Maya siga uma vertente mais voltada a isso. A fé não se resume apenas ao ponto de vista de uma igreja, imagino que a partir daqui Maya consiga ver que existem diversas formas de falar sobre Deus e formas que não precisem ser tão duras e que envolvam a ideia de que "tudo é errado, tudo é pecado, tudo é proibido". Acho que a fé é algo leve que nos faz bem e nos agrega como pessoa, não deve ser algo para fazer com que nos sintamos mal.
Outro ponto, eu nunca imaginei que a mãe dela tivesse ido embora, na minha cabeça eu estava certa de que ela tinha morrido. Como ela mesma disse, o luto de uma pessoa em vida acaba sendo pior que a morte de fato. A Amanda é uma figura extremamente acolhedora e fantástica, uma figura materna que ela nunca teve em sua vida, fico feliz por Maya poder ter a ela como apoio nesse momento, tal qual uma mãe (teoricamente) deveria ser. Não consigo imaginar o porquê dela ter ido embora, talvez fosse muito jovem? Ou talvez o ex-marido fosse extremamente controlador e abusivo e ela tenha fugido? Talvez nunca saberemos rsrs
Já em relação a Piper não saber que Chloe também fazia parte do voluntariado levanto algumas suposições como, será que a loira manteve em segredo por medo de julgamento de Piper? Será que Chloe é obrigada a ir por algum motivo? Ou talvez ela apenas queira manter uma parte de sua vida em segredo e fim de papo.
Em relação à tua pergunta, cresci introduzida na religião católica, sim. Mas hoje, não sigo nenhuma crença em específico. Não creio propriamente na figura de um Deus como é apresentada nas religiões tradicionais, embora respeite profundamente quem o faz. Acredito, sim, que há algo maior do que nós, algo que nos transcende e que talvez nem tenha nome. Acredito muito na energia que colocamos no mundo, nas escolhas que fazemos, nos pensamentos que cultivamos e em como tudo isso se reflete na nossa vida. Quando nos alinhamos com aquilo que nos faz bem, parece que as coisas começam a fluir de outro modo.
Maya é uma personagem muito reflexiva, extremamente introspectiva. Move-se num mundo feito de perguntas, embora rodeada por certezas frágeis. E, como tão bem disseste, a fé não precisa de ser um peso. Pode ser abrigo, pode ser liberdade. E eu acho que a Maya começa, aos poucos, a entrever isso.
Amanda é uma figura estratégica nesta história. Quanto à mãe da Maya, sim, há razões para aquela partida ;) E talvez, mais à frente, essas sombras comecem a ganhar contornos.
A Chloe, por sua vez, guarda muito dentro de si. Mas, conforme a história avança, algumas dessas camadas vão-se abrindo e o que há por dentro começa finalmente a revelar-se.
Mais um capítulo excelente! Adoro as interações entre Maya e Chloe, sempre deixa um gostinho de quero mais. Como leitora que está completamente imersa nessa história agradeço por estar atualizando com frequencia, pois a ansiedade grita por aqui rsrs
Minha questão é, e Chloe? Como ela está em relação a tudo isso? Será que Maya também lhe causa o mesmo efeito? Na sua outra história Even if we are not friends houveram alguns pedidos para que tivesse um capítulo sobre o ponto de vista da outra personagem, nessa eu não sei se caberia também um do ponto de vista de Chloe, mas seria interessante saber em algum momento como ela também tem lidado com tudo isso.
Acho muito interessante a forma sutil com que Maya começa a se dar conta de seus sentimentos, como ela mesma fala "uma inquietação antiga que eu reconhecia, embora tivesse preferido ignorar."
Realmente é muito bom saber o quão imersa te sentes na história, isso significa muito :)
Curioso levantares a questão sobre a Chloe, porque é precisamente aí que estou agora... tenho refletido sobre ela, tentado escutá-la, entender como elaborar esse lado de forma honesta e coerente com tudo o que ainda virá. Já considerei trazer um capítulo do ponto de vista dela, mas, como o foco da narrativa é outro, provavelmente não irá acontecer. Mas eu já tenho algumas ideias que, espero, consigam responder a essa curiosidade de forma satisfatória. ;)
Essa frase da Maya resume tanto, não é? Aquele tipo de sentimento que não grita mas insiste. Que cresce em silêncio, até que se torna impossível ignorar.
Agradeço imenso o teu feedback contínuo, faz mesmo diferença. O próximo capítulo vem aí logo logo!
Não só Maya sentiu-se surpresa com essa versão de Chloe. Mais um capítulo excelente, autora!
Adorei a parte em que ela diz que "o que realmente nos assombra, às vezes, não é a pergunta, é a resposta, aquela que carregamos em silêncio, aquela que sabemos, mas não dizemos". Adorei também a parte em que Maya percebe que Chloe sabia exatamente o efeito que causava nela.
Eu realmente acredito que certos encontros e certas pessoas nos mudam pra sempre. Às vezes é só um empurraozinho que faltava e aparece a pessoa certa no lugar certo.
Fico tão feliz por saber que sentiste essa viragem junto com a Maya! E também por saber que essas partes te tocaram, há coisas que carregamos em silêncio durante muito tempo, não é? Eu pessoalmente também acredito que às vezes basta mesmo uma pessoa certa no momento especifico para abalar tudo aquilo que julgávamos certo. Obrigada por estares aqui, a acompanhar com tanto carinho, isso dá ainda mais vida à história! Mal posso esperar para partilhar o próximo! :D
Sem dúvida! A jornada da Maya ainda agora começou. Vamos ver como será o seu crescimento ao longo deste processo de descoberta. Estou curiosa para saber a tua opinião sobre o próximo capítulo!
Muito bom, interessante e intenso, parabéns autora! Estou curiosa para saber como está a Chloe atualmente. Religiões foram feitas para nos prender e ficarmos ignorantes em todos os aspectos. Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Simples assim.
Fico tão feliz que estejas a gostar! Ainda há muito mais por vir, e mal posso esperar para mostrar mais sobre a Chloe e começar a introduzir a narrativa no presente.
O título da sua história realmente diz muito sobre o peso do olhar da Chloe, ela é uma pessoa muito intensa. Imagino o quão apavorada Maya deve estar se sentindo com todas essas sensações e vivências novas que ela têm experienciado e olha que a história está apenas começando! Antes de ler o capítulo eu pensei, que maravilha que são mais de 5 mil palavras, porque adoro capítulos longos, mas chegando ao final queria que tivesse mais 5 mil rsrs
A escolha do título foi um processo difícil, mas, de todas as opções, essa foi a que mais chamou a minha atenção. Confesso que a intensidade da Chloe e a construção da personagem são um verdadeiro desafio! Rsrs
Para que a Maya cresça, ela precisa de um pouco de caos na sua vida!
Engraçado tocares no número de palavras, pois eu estava em dúvida quanto a isso! Há quem prefira leituras mais rápidas, então fico aliviada em saber que capítulos longos não são um problema. Prometo que há muito mais por vir!
Estou adorando essa imersão da Maya num ambiente completamente novo, longe do pai, acho que agora ela vai ter espaço para descobrir quem ela é de verdade.
Ahhh, adoro saber disso! Maya começa a perceber que o mundo é muito maior do que aquilo que sempre conheceu. Mas será que ela está realmente pronta para se descobrir? Mal posso esperar para saber o que vais achar do que vem a seguir! Obrigada por estares aqui.
Esse pai vai ser um problema. Na verdade, já está sendo. Eu não sei o que vai acontecer, mas não estou muito firme que ela irá atrás de outra igreja. (Estou torcendo para que não rsrs)
Gostei muito da cena e da conversa no café com a Chloe!
Quanto a ela ir atrás de outra igreja, bem, digamos que a jornada dela está só a começar, e algumas certezas podem não ser tão inabaláveis quanto parecem... E a conversa no café com a Chloe… Ah essa foi intensa, não foi? Acho que é uma das minhas favoritas!
Me identifico demais com a Maya, embora eu não tenha tido uma criação religiosa tão rígida, carreguei durante anos uma culpa como se realmente tivesse algo de errado comigo, que eu nunca seria o suficiente, que nunca seria o tipo de filha que minha família queria que eu fosse e principalmente que Deus me odiava. De forma geral a criação cristã/evangélica é muito tóxica e nociva para pessoas LGBTQIA+. Precisei de muitos anos pra conseguir melhorar/curar minha relação com a espiritualidade, mas hoje é o pilar mais forte que sustenta minha vida.
Eu gostei MUITO da parte em que ela vê a Piper beijando outra garota, muito boa a cena!! Já quero ler o próximo!
Fico imensamente grata por partilhares isso!! Sei como pode ser difícil carregar essa culpa. Por mais que às vezes pareça o contrário, não há nada de errado em sermos quem somos e, ao mesmo tempo, mantermos uma relação com a espiritualidade. O amor e a fé não deveriam ser caminhos de condenação, mas sim de acolhimento.
E que bom que gostaste da cena da Piper! Ela tem o dom de tornar a situação... interessante! O próximo capítulo já vem aí, e mal posso esperar para saber o que vais achar! Obrigada pelo carinho :)
Fico muito feliz em saber que a minha escrita te transportou para outro lugar!! Espero que a minha história renda boas reflexões :) O próximo capítulo está a caminho! Obrigada pelo carinho!
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11 — Capítulo 10
Querida autora,
Quer nos matar do coração com essa última cena? rsrs
Não sei como Chloe consegue se manter tão controlada! Será que ela está esperando a iniciativa de Maya? Será que ela, apesar de ter consciência do efeito que causa na outra, quer que Maya tenha certeza absoluta do que está fazendo? Será que ela consegue sentir a luta interna que a outra está travando contra ela mesmo, seus desejos, suas convicções e está ali apenas observando e esperando o momento certo, tal como se observasse sua presa, sem pressa, apenas estudando as reações?
Estou adorando essa tensão entre elas!
Até o próximo capítulo!
Aproveite as férias!
Bjs!
Há mesmo várias formas de interpretar a forma como a Chloe lida com a Maya, e adoro que estejas atenta a cada detalhe! Mas posso garantir que, aos poucos, tudo vai começar a ficar mais claro.
Obrigada pelo carinho e por continuares a acompanhar com tanta entrega!
Vou aproveitar as férias sim e quem sabe esse descanso não traga boas ideias :)
Bjs e até já!
10 — Capítulo 9
Seria redundante dizer "mais um capítulo excelente"?
"A fé já não era a âncora. Porém também não sabia se era mar. Se me levaria à deriva ou se me devolveria a mim mesma." Essa frase é extremamente profunda e bela, tal como todas as outras em que você escreveu sobre o assunto. É muito poética a forma como Maya está entrando em contato com ela mesma a partir de outra visão de mundo. Se me permite perguntar, você tem alguma crença?
Eu gosto muito de estudar sobre religiões de forma geral, a Bíblia especificamente não é algo que eu sigo, mas reconheço que o "Deus" mostrado no antigo testamento é extremamente punitivo, mau e cruel. Um livro escrito por homens e para os homens daquela época. Eu imagino que talvez o pai de Maya siga uma vertente mais voltada a isso. A fé não se resume apenas ao ponto de vista de uma igreja, imagino que a partir daqui Maya consiga ver que existem diversas formas de falar sobre Deus e formas que não precisem ser tão duras e que envolvam a ideia de que "tudo é errado, tudo é pecado, tudo é proibido". Acho que a fé é algo leve que nos faz bem e nos agrega como pessoa, não deve ser algo para fazer com que nos sintamos mal.
Outro ponto, eu nunca imaginei que a mãe dela tivesse ido embora, na minha cabeça eu estava certa de que ela tinha morrido. Como ela mesma disse, o luto de uma pessoa em vida acaba sendo pior que a morte de fato. A Amanda é uma figura extremamente acolhedora e fantástica, uma figura materna que ela nunca teve em sua vida, fico feliz por Maya poder ter a ela como apoio nesse momento, tal qual uma mãe (teoricamente) deveria ser. Não consigo imaginar o porquê dela ter ido embora, talvez fosse muito jovem? Ou talvez o ex-marido fosse extremamente controlador e abusivo e ela tenha fugido? Talvez nunca saberemos rsrs
Já em relação a Piper não saber que Chloe também fazia parte do voluntariado levanto algumas suposições como, será que a loira manteve em segredo por medo de julgamento de Piper? Será que Chloe é obrigada a ir por algum motivo? Ou talvez ela apenas queira manter uma parte de sua vida em segredo e fim de papo.
Adorando o rumo da história!
Nos vemos no próximo capítulo!
Até breve!
Em relação à tua pergunta, cresci introduzida na religião católica, sim. Mas hoje, não sigo nenhuma crença em específico. Não creio propriamente na figura de um Deus como é apresentada nas religiões tradicionais, embora respeite profundamente quem o faz.
Acredito, sim, que há algo maior do que nós, algo que nos transcende e que talvez nem tenha nome. Acredito muito na energia que colocamos no mundo, nas escolhas que fazemos, nos pensamentos que cultivamos e em como tudo isso se reflete na nossa vida. Quando nos alinhamos com aquilo que nos faz bem, parece que as coisas começam a fluir de outro modo.
Maya é uma personagem muito reflexiva, extremamente introspectiva. Move-se num mundo feito de perguntas, embora rodeada por certezas frágeis. E, como tão bem disseste, a fé não precisa de ser um peso. Pode ser abrigo, pode ser liberdade. E eu acho que a Maya começa, aos poucos, a entrever isso.
Amanda é uma figura estratégica nesta história. Quanto à mãe da Maya, sim, há razões para aquela partida ;) E talvez, mais à frente, essas sombras comecem a ganhar contornos.
A Chloe, por sua vez, guarda muito dentro de si. Mas, conforme a história avança, algumas dessas camadas vão-se abrindo e o que há por dentro começa finalmente a revelar-se.
Obrigada por esta troca tão rica!!
9 — Capítulo 8
Mais um capítulo excelente! Adoro as interações entre Maya e Chloe, sempre deixa um gostinho de quero mais. Como leitora que está completamente imersa nessa história agradeço por estar atualizando com frequencia, pois a ansiedade grita por aqui rsrs
Minha questão é, e Chloe? Como ela está em relação a tudo isso? Será que Maya também lhe causa o mesmo efeito? Na sua outra história Even if we are not friends houveram alguns pedidos para que tivesse um capítulo sobre o ponto de vista da outra personagem, nessa eu não sei se caberia também um do ponto de vista de Chloe, mas seria interessante saber em algum momento como ela também tem lidado com tudo isso.
Acho muito interessante a forma sutil com que Maya começa a se dar conta de seus sentimentos, como ela mesma fala "uma inquietação antiga que eu reconhecia, embora tivesse preferido ignorar."
Mal posso esperar pelo próximo!
Curioso levantares a questão sobre a Chloe, porque é precisamente aí que estou agora... tenho refletido sobre ela, tentado escutá-la, entender como elaborar esse lado de forma honesta e coerente com tudo o que ainda virá.
Já considerei trazer um capítulo do ponto de vista dela, mas, como o foco da narrativa é outro, provavelmente não irá acontecer. Mas eu já tenho algumas ideias que, espero, consigam responder a essa curiosidade de forma satisfatória. ;)
Essa frase da Maya resume tanto, não é? Aquele tipo de sentimento que não grita mas insiste. Que cresce em silêncio, até que se torna impossível ignorar.
Agradeço imenso o teu feedback contínuo, faz mesmo diferença.
O próximo capítulo vem aí logo logo!
8 — Capitulo 7
Não só Maya sentiu-se surpresa com essa versão de Chloe. Mais um capítulo excelente, autora!
Adorei a parte em que ela diz que "o que realmente nos assombra, às vezes, não é a pergunta, é a resposta, aquela que carregamos em silêncio, aquela que sabemos, mas não dizemos". Adorei também a parte em que Maya percebe que Chloe sabia exatamente o efeito que causava nela.
Eu realmente acredito que certos encontros e certas pessoas nos mudam pra sempre. Às vezes é só um empurraozinho que faltava e aparece a pessoa certa no lugar certo.
Já ansiosa para o próximo! :D
E também por saber que essas partes te tocaram, há coisas que carregamos em silêncio durante muito tempo, não é?
Eu pessoalmente também acredito que às vezes basta mesmo uma pessoa certa no momento especifico para abalar tudo aquilo que julgávamos certo.
Obrigada por estares aqui, a acompanhar com tanto carinho, isso dá ainda mais vida à história!
Mal posso esperar para partilhar o próximo! :D
7 — Capitulo 6
Acho que Maya ainda terá um longo caminho pela frente até conseguir descobrir quem ela realmente é.
Estou curiosa para saber a tua opinião sobre o próximo capítulo!
7 — Capitulo 6
Muito bom, interessante e intenso, parabéns autora! Estou curiosa para saber como está a Chloe atualmente. Religiões foram feitas para nos prender e ficarmos ignorantes em todos os aspectos. Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Simples assim.
Ainda há muito mais por vir, e mal posso esperar para mostrar mais sobre a Chloe e começar a introduzir a narrativa no presente.
Obrigada pelo carinho e por estares a acompanhar!
6 — Capítulo 5
O título da sua história realmente diz muito sobre o peso do olhar da Chloe, ela é uma pessoa muito intensa. Imagino o quão apavorada Maya deve estar se sentindo com todas essas sensações e vivências novas que ela têm experienciado e olha que a história está apenas começando! Antes de ler o capítulo eu pensei, que maravilha que são mais de 5 mil palavras, porque adoro capítulos longos, mas chegando ao final queria que tivesse mais 5 mil rsrs
Já aguardando o próximo!
Para que a Maya cresça, ela precisa de um pouco de caos na sua vida!
Engraçado tocares no número de palavras, pois eu estava em dúvida quanto a isso! Há quem prefira leituras mais rápidas, então fico aliviada em saber que capítulos longos não são um problema. Prometo que há muito mais por vir!
Obrigada!!
5 — Capítulo 4
Estou adorando essa imersão da Maya num ambiente completamente novo, longe do pai, acho que agora ela vai ter espaço para descobrir quem ela é de verdade.
Maya começa a perceber que o mundo é muito maior do que aquilo que sempre conheceu. Mas será que ela está realmente pronta para se descobrir?
Mal posso esperar para saber o que vais achar do que vem a seguir! Obrigada por estares aqui.
4 — Capítulo 3
Esse pai vai ser um problema. Na verdade, já está sendo. Eu não sei o que vai acontecer, mas não estou muito firme que ela irá atrás de outra igreja. (Estou torcendo para que não rsrs)
Gostei muito da cena e da conversa no café com a Chloe!
E a conversa no café com a Chloe… Ah essa foi intensa, não foi? Acho que é uma das minhas favoritas!
3 — Capítulo 2
Me identifico demais com a Maya, embora eu não tenha tido uma criação religiosa tão rígida, carreguei durante anos uma culpa como se realmente tivesse algo de errado comigo, que eu nunca seria o suficiente, que nunca seria o tipo de filha que minha família queria que eu fosse e principalmente que Deus me odiava. De forma geral a criação cristã/evangélica é muito tóxica e nociva para pessoas LGBTQIA+. Precisei de muitos anos pra conseguir melhorar/curar minha relação com a espiritualidade, mas hoje é o pilar mais forte que sustenta minha vida.
Eu gostei MUITO da parte em que ela vê a Piper beijando outra garota, muito boa a cena!! Já quero ler o próximo!
Parabéns, autora!
Sei como pode ser difícil carregar essa culpa. Por mais que às vezes pareça o contrário, não há nada de errado em sermos quem somos e, ao mesmo tempo, mantermos uma relação com a espiritualidade. O amor e a fé não deveriam ser caminhos de condenação, mas sim de acolhimento.
E que bom que gostaste da cena da Piper! Ela tem o dom de tornar a situação... interessante!
O próximo capítulo já vem aí, e mal posso esperar para saber o que vais achar! Obrigada pelo carinho :)
2 — Capítulo 1
Me senti transportada para outro lugar com sua escrita, muito bom! Gosto muito de histórias que abordam esse dilema religioso. Já quero ler o próximo!
Espero que a minha história renda boas reflexões :)
O próximo capítulo está a caminho!
Obrigada pelo carinho!