Conversa entre leituras

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Entre olhares e sorrisos: encontrei você

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801 comentários · Mais recentes primeiro

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DR3

30 — Capítulo 30

lendo essa história e sinceramente, vontade de encher a clara de socos. papo de otária! medrosa, fraca.. "ain, não quero perder meus pais". eu só tenho a minha mãe e sinceramente, estaria nem aí se ela não me aceitasse. antes da falicidade dos outros, sejam eles quem for, vem a minha. afinal, o erro tá neles. e sim, ela é ciente de que gosto de mulher. enfim, detesto gente fraca!

Joy013

60 — Capítulo 60

Nossa... simplesmente incrível. Nem tenho palavras para descrever como esssa histórias me tocou. Merece ser um filme ????. 

rhina

1 — Capítulo 1

 

Oi 

Boa noite.

Nem se ainda acessa o site no entanto vou lhe dizer que agora a pouco

bateu uma saudade da sua história.....

Não sei se vou conseguir lê novamente......mas 

Beijos 

 

 

 

 

 

 

Juanita

60 — Capítulo 60

Querida autora, sua escrita é maravilhosa e o enredo da história foi emocionante!!! Parabéns!!!

Val Maria

60 — Capítulo 60

Olá minha queridíssima autora.

Está história  é perfeita,não tem outra palavra para descrever esse romance.

Você não tem outra história? Não precisa ser tão boa, só um pouquinho parecida.

Anastacia

21 — Capítulo 21

Ei Gi!!

O Fred é realmente o tipo de amigo (gay ou não, rsrs) que todo mundo quer ter na vida. Se for gay é melhor porque além de tudo é divertido. Mas se for leal, companheiro e te der um colo para chorar de vez em quando, já é bom demais. A Mari está precisando de colo. As vezes as coisas ficam tão embaralhadas na vida, que só alguém que nos conhece bem consegue nos ajudar a enxergar melhor e seguir em frente.

Mas no fundo tanto a Mari, quanto a Clara sabem que não acabou... seja pela forma como se deu o término, seja pelo sentimento forte que as une... Enfim, esse encontro terá muitas emoção!

 

Beijos, Gi!  Até o próximo capítulo.

 

P.S. Espero que seu aniversário tenha sido especial. Você merece o melhor dessa vida!

 



Resposta do autor:

Ei, Anastacia!

Esse capítulo realmente gira em torno do papel que as amizades exercem em nossas vidas. Amigos fiéis nos ajudam a voltar ao nosso eixo, nos mostram o melhor caminho a seguir quando tudo parece desnorteado. A Mari é muito sortuda por ter colo e um conselheiro como o Fred. Nossos amigos muitas vezes enxergam saídas que nós mesmos não visualizamos, por isso é tão importante ouvi-los. Contudo, também é imprescindível ouvir a voz do coração, da intuição... especialmente quando se trata de sentimentos.

A Mari tem a convicção em seu coração de que não é o fim da história, mas sente medo justamente pelo fato da Clara ter rompido com ela mesmo tendo sentimentos. Isso parece loucura, né? Que bom que o Fred achou uma maneira de reaproxima-las... mas, principalmente, que bom que a Clara percebeu o que estava perdendo (pelo menos por enquanto, né, já que muitos outros dramas envolverão a Clara ao longo dos próximos capítulos, como você já sabe, rsrs). No fim, penso que nunca é tarde para correr atrás do seu grande amor.

Até o próximo capítulo!

 

P.S. Obrigada, mais uma vez! Desejo o mesmo pra vc!

Anastacia

20 — Capítulo 20

Ei Gi, tudo jóia! Essa coragem da Mariana sempre me surprende! "Pai, eu sou lésbica" não é uma das frases mais fáceis de se dizer na vida... sobretudo direcionada a alguém de uma outra geração. Mas a Mari sempre demonstrou que não se acovardaria por nada. E a conclusão dela para o pai " se um dia o senhor entender que isso não interfere em nada na pesso que sou, no meu caráter e em tudo aquilo que eu aprendi com o senhor, pode me procurar, pois a porta da minha casa sempre estará aberta", foi sempre sombra de dúvidas sensacional. Com o tempo aprendemos que o que é verdadeiro permanece. Ela certamente optou por acreditar no sentimento que a unia ao pai e não quis viver envolta numa mentira. Viver escondido é sempre muito ruim. Requer que renunciemos a muita coisas importantes. 

"Sair do armário" é um processo que mexe com a cabeça da gente, ainda mais quando passamos um longo tempo de nossas vidas vivendo de forma diferente. Mas, também, é um processo de autoconhecimento muito grande. Algumas pessoas saem de sopetão. Acreditam que tem que ser um ato rápido, como retirar um esparadrapo, rsrs. Outras requerem maior tempo, porque o grande problema delas talvez não seja os outros, mas elas próprias. 

No final das contas o ato da Mari nos mostras que não é tão difícil assim... basta não se acorvardar... E no final, quem nos ama verdadeiramente, estará ao nosso lado. 

 

Beijos, Gi, se cuida! 

 

P.S.1. espero que um dia publique o desfecho da saga "Universo Particular". 

P.S.2. Seu niver está chegando, espero que seja um dia especial! Você merece o melhor dessea vida...



Resposta do autor:

Ei, Anastacia, tudo bem? 

Vejo que sua empreitada em comentar todos os capítulos continua... Rs... =)

Nossa, quem dera se todas as descobertas afetivas fossem encaradas assim como a Mari encarou, né? Ela de fato foi valente por não fugir de quem ela realmente era e, mais corajosa ainda por falar para o pai com a sabedoria de quem compreende que o amor atravessa a pior das tempestades.

Como você bem disse, o que é verdadeiro permanece, nada é capaz de destruir. A Mari tomou a decisão com a certeza em seu coração de que uma hora as coisas se ajeitariam.

Eu também penso assim... Tô meio que influenciada por Game Of Thrones, então, como disse um dos personagens: "todo caminho que trilhei me trouxe até aqui, estou onde deveria estar", rs...

Acho  que a Mari já tinha essa convicção, de que iria sofrer no início, mas jamais perderia o amor de seu pai.

Os processos de descobertas não são fáceis. Para algumas pessoas é libertador logo de cara, para outras é lento, sofrido, cheio de fugas e subterfúgios. Mas, penso que é uma trilha necessária, leve o tempo que precisar. No final, é isso mesmo que vc disse, o monstro não é tão grande assim.. quem nos ama verdadeiramente permanece ao nosso lado, perdoa as confusões, respeita o processo de autoconhecimento, entende que cada processo é único e inerente àquela pessoa. A questão toda é saber viver tudo isso sabiamente.

Quando nos damos conta de que o problema maior, em muitos casos, é nós mesmos, tudo fica mais leve, tudo começa a se encaixar e a vontade de viver isso livremente vem ao coração.

Obrigada, por comentar! Até o próximo! Beijos!

 

PS1: Creio que esse conto seja muito particular para postar aqui... mas, vou pensar sobre isso, ok?

PS2: Muito obrigada por se lembrar do meu aniversário! É um carinho muito importante para mim e fez diferença em meu dia!

Anastacia

20 — Capítulo 20

Ei Gi, 

 

Quanto tempo, né? Mas lembre que para uma ariana, uma promessa feita, jamais é quebrada, rsrs. Irei comentar todos os capítulos dessa história linda que você escreveu, não importa o tempo que leve. 

Esse capítulo é daqueles que os escritores colocam para nos deixar com raivinha, aff... mas tudo bem, temos que confessar que apesar de ser exasperante, é necessário para dar mais emoção no que estar por vir.

Mas isso certamente não ameniza nossa vontade de pegar a Clara pelos ombros e dar uma chacoalhada! O cerne desse capítulo não está no fato de a Clara ter ainda tantos medos quanto a que sente pela Mari, mas sim em adotar uma postura de proteção que na verdade só machuca. 

E aí nos perguntamos: falar a verdade não é sempre a melhor saída?  Sem dúvidas que sim... a verdade, nesse caso, pouparia muitas lágrimas e sofrimentos... ainda bem que já li a história e já sei sobre os capítulos seguintes, rsrs... ok, mas nada de spoiler. 

Leitoras, leiam... garanto que vale a pena! :)

 

Até o próximo capitulo, Gi. Espero que esteja tudo bem com você. Sentimos falta de suas histórias por aqui... parou de escrever? E os contos que havia publicado aqui no lettera? Estão publicados em outro lugar?

 

 

 

 

 

 

 



Resposta do autor:

Olá, Anastacia!

 

Realmente tem muito tempo! Agradeço por seu empenho em retonar aqui para cumprir sua promessa ariana!

 

Realmente é uma parte da história desagradável. Concordo com você quando diz que a Clara merecia umas chacoalhadas... esse ato talvez teria poupado muito sofrimento. A verdade sempre deve ser dita e, creio que nesse caso, a atitude de proteção da Clara é muito mais um ato de covardia. Afinal, tem pessoas que não necessitam de proteção, mas sim de um ato de coragem, ainda mais quando se envolve tanto sentimento. Infelizmente, Clara ainda não teve essa percepção.

A Mari não precisava de proteção.. ela precisava da Clara. 

Sobre os contos, bom, por motivos pessoais acabei retirando do site... não estão postados em nenhum local público, somente em minhas lembranças e arquivos pessoais. Venho escrevendo algumas coisas sim, dentro da correria do dia-a-dia, inclusive tem um conto final dessa saga "Universo Particular", que foi escrito muito mais para mim. Talvez um dia eu retorne com uma história pronta. Quem sabe?

Obrigada pela atenção, espero que esteja bem tb!

 

Um beijo!

Kelly Parizi

1 — Capítulo 1

Olá Gi

 

Boa Tarde tudo bom?

Olha eu acabei de ler a historia já completa, e simplesmente amei, cada detalhes, esse misto qure vc trouxe de romance, humor, drama e realidade foi sensacional, parabéns pela bela história. 

Gostaria de saber onde encontro mais de suas obras pois não encontrei aqui.

Obrigada 

 

Kelly 



Resposta do autor:

Olá Kelly, tudo bem?

 

Muito obrigada pelo carinho e dedicação à minha história. Fico imensamente feliz que tenha gostado! Por enquanto, não tenho outras histórias postadas... quem sabe em breve?

 

Deixo um beijo agradecido! Tudo de bom pra vc!

Lana queen

1 — Capítulo 1

Oi minha querida fada ???? 

Vim aqui para desejar feliz aniversario...e dizer que estamos com saudades...

Entre olhares e sorrisos marcou minha vida e me deu uma familia mesmo que virtual...um.amor eterno e uma filha que adotamos e amamos de coraçao...

Muitas felicidades e muitos e muitos anos de vida pra vc sua linda...de noticias 

 

Bjs 



Resposta do autor:

Quase um ano depois e vim te agradecer, rs

 

Fico feliz com seu relato e espero que a felicidade sempre esteja em sua vida! Um forte abraço!

 

Gi!

Glaucia

1 — Capítulo 1

Oi Gi,tudo bem?


Quanto tempo em .kkk


Passando para saber se já tem uma outra história para nós leitoras fervorosa por mais histórias que nos apaixone do começo,meio e fim.kkkk saudades de comentar aqui de termos outro dia de conversas ao vivo.kkk Um lindo ano pra ti e venha logo nos dar a felicidade de suas escritas.


Um beijão fica com Deus !!!!



Resposta do autor:

Ei Glaucia!! Quanto tempo!

 

Me perdoe por responder somente agora!

 

Como sempre, quero agradecer pelo carinho, também sinto saudades da interação que tínhamos aqui. Por enquanto não tenho histórias para postar... vida corrida, mas quem sabe em breve?

 

Grande beijo!

luaone

60 — Capítulo 60

Amei!!! Parabéns lela trama e excelente escrita... 



Resposta do autor:

Muito obrigada pelo carinho e atenção! Grande beijo!

keique

29 — Capítulo 29

Boa noite Gi, tudo bem? Não sei se vai ler esse comentário, mas vou falar mesmo assim! Estou adorando o romance, mas tem algo me incomodando a bessa....vc sempre coloca nas falas o termo "opção sexual". Acho que vc deve saber que não é uma opção, uma escolha, porque colocar dessa forma? Estou curiosa! 



Resposta do autor:

Olá, querida Keique!

 

Obrigada por acompanhar a história, que bom que está gostando!

 

Então, deixa eu te esclarecer a dúvida sobre o termo utilizado no texto... bem, o que ocorre é que quando escrevi essa história estava vivendo meu processo de descoberta (que não foi muito fácil). Assim, acabei escrevendo essa história como valvúla de escape. Por tanto, na época, para mim, esse termo "opção sexual" era correto, rsrs... Na verdade estava mais perdida que cego em tiroteio, hahaha... 

 

Hoje, já com mais maturidade e experiência nesse meio, concordo plenamente com você... não se trata de uma opção. Sendo assim, já agradeço por fazer essa ressalva para mim e te digo que pretendo corrigir futuramente, quando for revisar a história. Até pq, ela é bemmmm amadora e tem muitos outros erros.

 

Obrigada, minha cara Keique! Peço que releve qualquer outro erro que observar e esteja à vontade para me falar por aqui!

 

Um grande beijo!

 

Gi

Mille

60 — Capítulo 60

Oi Gi tudo bem? 

“A aventura da vida renova a cada 365 dias e só desejo que os próximos sejam os melhores de sempre.“

Que você tenha inspiração e continue nos proporcionando a alegria de histórias maravilhosas personagens cativantes.  

 

Feliz Ano Novo!



Resposta do autor:

Atrasado, rsrs... mas, desejo tudo em dobro à você!

 

Beijos!

Mille

60 — Capítulo 60

Oi Gio tudo bem??? Espero que sim, quando teremos outra história emocionante com entre olhares e sorrisos??? Saudades. ;)

Hoje é o dia do escritor desejo muita inspiração, alegria e sucesso a ti. Tem uma frase muito linda que vi hoje pena que o site não aceita anexar figura.

"As melhores viagens da minha vida eu fiz sem sair do lugar". 

Já viajei muito por lugares, conhecimentos de culturas e sentimentos, a torcida por os personagens queridos, ou vilões para ver sua queda.

Obrigada por sempre nos presentear com belissimas histórias.

Bjus



Resposta do autor:

Lindeza!! Obrigada!

Anastacia

19 — Capítulo 19

Ei Gi! (quanto tempo, hein?)

 

Embora a vida esteja corrida demais, não abandonei o projeto de comentar todos os capítulos. Você merece ter todos os comentários perdidos no Abcles (não me cansarei de disser isto, rs). De qualquer forma, vale destacar que não obstante sua história ter se iniciado aqui já transcorrida mais da metade, sua obra está entre as histórias mais comentadas e você entre as autoras mais lidas e favoritadas! E olhe que já não escreve faz tempo! Imagina emplacando uma nova história? 

Sua história é muito emblemática na minha vida e, retomando a leitura hoje, fiquei pensando se você não teria escrito o roteiro da minha vida, rsrs. Mas chega de conversa e vamos ao capítulo!

Embora a temática principal desse capítulo gire em torno da chantagem que as meninas estão sofrendo, para mim o ponto alto são os embates psicológicos enfrentados pelas personagens. Desde o início a Mariana optou por deixar o sentimento falar mais alto, entregar-se sem restrição e sempre se mostrou disposta a encarar o mundo pelo sentimento que descobriu em contraposição aos medos da Clara.

Recordo-me que quando li a história pela primeira vez irritei-me com a Clara por inúmeras vezes. Hoje, com um segundo olhar e tendo vivenciado algo parecido em minha vida, percebo o quanto é difícil se desprender das amarras familiares e sociais para enfrentar o mundo por um sentimento tão novo e surpreendente. Nesse contexto, a Clara evita falar de sentimentos pois eles só corroborariam sua falta de coragem de lutar pelo que sente.  Diante disso, a Mari sofre duplamente pelos seus desafios e pelos da Clara. A Mari tem tentado respeitar o tempo da Clara... mas até quando? Cenas dos próximos capítulos!

Um grande beijo, Gi! Estamos com saudades

Anastácia



Resposta do autor:

Ei, minha querida Anastácia!

 

Que alegria poder te encontrar aqui, senti sua falta! E como sempre você retorna com vários elogios na bagagem que engrandecem minha inspiração e gratidão. Muito obrigada, por cada palavra, por esse reconhecimento carinhoso e gentil que sempre teve para com a minha história.

 

Parece-me então, que essa história também é sua, né? Falarei disso logo a seguir... mas antes apenas queria lhe revelar que curiosamente essa história se transformou como numa profecia em minha vida... Alguns trechos são tão reais para mim que parece ter sido escrita recentemente, rs.

 

O que posso lhe dizer, minha prezada leitora, é que se realmente eu tivesse escrito o roteiro da sua vida, pouparia-te pelo menos umas 50 páginas de drama, rs. O mesmo desejaria para esse protótipo de profecia sobre minha vida.

 

Pelo que pude entender, você tem se identificado com a Clara, com os medos dela, com a pressão social, pressão pessoal e claro, a pressão sentimental. São questões reais, tão complexas de serem absorvidas, mesmo para quem vive um sentimento intenso e verdadeiro.

 

Queria hoje, poder vir aqui lhe dizer que é algo fácil de se resolver, mas infelizmente não é. Contudo, creio no poder dos sentimentos que foram construídos de maneira sólida, que podem encorajar, quebrar barreiras internas, preconceitos e até dificuldades de se "auto-aceitar". Se for esse o caso, tenho convicção que as coisas entrarão no eixo em sua vida. (Saiba que é um desejo profundo meu para você!)

 

Sobre o capítulo, a história... vamos lá...

 

A Clara, sempre escondeu o que sentia, justamente por saber que assumindo tais sentimentos, junto viriam decisões que ela não estava preparada para tomar, como vc bem comentou. Ela fugiu, se desesperou, sentiu-se sozinha e cada vez mais foi se aprofundando na tristeza, na solidão, na apatia. (Spoiler né... mas como vc já leu, creio que não haja problema). Ela esteve perto de abdicar (acabou por abdicar durante um tempo) um grande amor, por temer a reação das pessoas ao vê-la com uma mulher, por ser tão presa à convenções sociais. Até se dar conta que estava sofrendo de qualquer forma, com ou sem a Mari... e que no final das contas, o amor que ela sentia era maior que isso e poderia lhe dar forças para enfrentar o mundo e ter de volta o carinho, o olhar, o sorriso, a cumplicidade, a amizade e o sentimento de completude que tinha ao lado da loirinha. Percebeu que sua vida era algo sério demais para deixar que alguém externo a manipulasse, ou mesmo que seu próprio medo a impedisse de ser feliz.

 

Afinal, o que buscamos na vida, senão a plenitude?

 

Por outro lado, tem a Mari... que apesar de compreender esses dramas, sofre por viver a insegurança de um amor correspondido, mas que teme e que só consegue se entregar inteiramente em um universo particular. A Mari, em uma escala geral, tem medo do amor dela não ser suficiente... mas em uma escala mais pontual, ela também teme perder o sentimento de estar plena pela primeira vez na vida, de ter alguém que a preenche sem faltar nada, que alegra seu coração com apenas um "oi", um sorriso, uma expectativa do reencontro. Na verdade, a Clara ganhou a Mari nas pequenas coisas... essas, são as tais coisas extraordinárias, que somente um amor verdadeiro permite viver. Coisas que muitos casais menosprezam facilmente, para a Mari era mais que suficiente, pois acalentava seu coração... ela se sentia em casa,  havia encontrado seu lugar no mundo. O ato de estar ao lado da Clara já era suficiente... nisso, independia o que a sociedade iria pensar ou aprovar.

 

Você pergunta no final: "A Mari tem tentado respeitar o tempo da Clara... mas até quando?"

O que posso te dizer é o seguinte: A Mari quer ser feliz... enquanto ela acreditar que pode alcançar isso ao lado da Clara, certamente ela irá esperar. A Mari ama a Clara de uma maneira que nem mesmo ela consegue expressar... é o tipo de amor que muitas pessoas não entendem, mas é o amor que espera, que sofre junto, que quer ver a felicidade ser compartilhada... é o amor que dorme e acorda com ela, que muitas vezes tira o sono, mas que sem dúvida é o único capaz de transportá-la para o seu universo particular, seu lugar feliz e pleno.

É isso minha querida. Me perdoe por ter sido tão extensa... mas acho que esse comentário foi bom para mim, para poder refletir minha vida e relebrar um pouco mais dessa história que criei há tantos anos e que se parece algo recente.

 

Espero ter ajudado de alguma forma.

 

Um beijo, GIGANTE!

Gi!