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A Revolução por Alex Mills

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Palavras: 6269
Acessos: 611   |  Postado em: 11/03/2022

Um momento sem problemas

Eu tive muito o que pensar naquela noite, sequer me incomodei que Aurora tenha me feito companhia na minha cama e tenha dormido ali. Eu dormi em algum momento também, era tarde, mas lembro de Aurora se aconchegando nos meus braços e roubando meu travesseiro para ela.

Fui acordada por Amy pela manhã, ela acariciava meu rosto enquanto tirava os cabelos do caminho, chamando pelo meu nome até que eu abrisse os olhos. Eu devia estar sonhando para Amy estar no meu quarto daquela forma.

— Amy... — Digo lentamente enquanto esfregava os olhos. — O que... O que está fazendo aqui?

— Eu toquei a campainha algumas vezes, Manuela deve ter se irritado porque me mandou subir dizendo que eu a acordei e que não iria se arriscar tentando fazer o mesmo contigo. Então me mandou aqui. — Ela sorriu, ainda movendo os dedos pelo meu rosto. — Mas eu devia agradecer por poder te ver tão leve e inocente dormindo.

— E todos não são inocentes dormindo? — Retruco, ela somente riu. — Você sabe que é completamente inapropriado você estar aqui me acordando, não sabe?

— Também é inapropriado perder a hora do nosso encontro, escritora, mas eu resolvi ser paciente e vim te buscar aqui.

— É tão inapropriado marcar um encontro tão cedo no sábado, vet. — Reclamo. — Mas você parece gostar de virar minha vida no avesso.

— É só você dizer e eu vou embora. — Ela suspirou, afastando a mão. — Eu não te incomodo mais.

— Era o que eu devia fazer. — Mas eu segurei sua mão, impedindo que ela se afastasse. — Eu não consigo. Eu devia estar com raiva de você por me esconder as coisas, mas eu não consigo e isso me deixa frustrada.

— Você me pediu para não mentir para você, eu não menti. Sim, têm coisas que não estou dizendo a você, mas tente entender. Você mesma disse que só me diria sobre Isa se estivesse certa sobre a nossa relação.

— Eu sei disso e sei que estou sendo hipócrita. — Respiro fundo e busco manter a calma. — Eu só preciso saber de duas coisas.

— Tudo bem, diga.

— Você já sabia sobre Isa quando nos conhecemos?

— Eu consegui as imagens das câmeras de segurança da sua editora, eu te vi disfarçada. Então naquele dia na Helena você estava com o mesmo disfarce.

— Então você soube desde antes de enviar aquele bilhete.

— Sim. Eu ia te falar sobre meu grupo naquela noite que te enviei aquele bilhete. Mas quando Samuel apareceu lá e me falou sobre você, eu decidi esperar.

— Você tramou o encontro para se aproximar de Isa. Por isso escolheu aquele filme.

— Sim. Mas não saiu como o planejado. E eu não quero te enganar e dizer que desisti dos meus planos, mas eu acrescentei detalhes no meu plano original, e eu decidi me aproximar de você primeiro. De você Ana. Então sim, eu sabia sobre Isa. Mas escolhi saber mais sobre você, não por causa do meu grupo, mas por minha causa. — Ela segurou meu rosto e acariciou minhas bochechas. — Eu quero você, Ana, e se depois quiser usar Isa ao meu lado, eu vou continuar te protegendo.

— Seu grupo vai aceitar um não?

— Se for o que escolher, sim, manteremos nossa distância. — Ela respirou fundo, olhando em meus olhos. — Eu sei que aconteceu algo ontem, você tem o direito de não me contar. Mas independente disso tudo, dos grupos, dos movimentos, eu planejei um encontro para nós duas. Sim, é muito cedo e sei que está cansada, mas eu quero que venha comigo mesmo assim e me dê uma chance de te mostrar que quero ser somente sua Amy hoje e você minha Ana.

— E depois?

— Depois eu te direi tudo o que quiser saber. Serei um livro aberto.

— Está bem, Amy Fontenelle. Eu vou sair contigo. Você disse que seria um dia para esquecermos os problemas, então vou te cobrar por isso.

— Claro, não vou te decepcionar.

— Agora saia daqui e me deixe ficar pronta, eu nem acredito que tivemos essa conversa enquanto só estou de calcinha.

— Você o que? — Ela começou a rir, observando-me melhor. Aquela idiota, ela não veria nada porque eu estava coberta até o pescoço.

— Saia! Ou mandarei Aurora morder seus pés.

— Ah claro, aquele perfeito cão de guarda. — Ela riu, afastando-se da cama. — Eu vou te esperar lá embaixo. Não demore.

Eu joguei um travesseiro na sua direção, ela continuava achando graça, mas foi embora e fechou a porta. Aquela idiota... e eu iria sair com ela.

Eu me preparei propriamente, porque não queria sair com ela um completo desastre. Após tomar banho e passar o básico da maquiagem, coloquei um short mais escuro e um pouco mais largo, uma regata branca e uma camisa estampada de botão que deixei aberta. Joguei meu celular e minha carteira numa bolsa bege de tecido e calcei tênis branco. Organizei meus cabelos, coloquei acessórios e passei perfume.

Aurora entrou no quarto quando eu estava colocando meus anéis, carregando uma rosa pelo cabo na boca. Sorrio, abaixando-me e acariciando sua cabeça, beijando seu focinho antes de pegar a rosa.

— Você trouxe para mim, garota? — Pergunto, ela lambe minha mão. — Mas que garota mais romântica você é, tentando me conquistar de manhã, hm?

Ela latiu feliz enquanto abanava o rabo, deitando no chão com as patas para cima, deixando que eu acariciasse sua barriga. Amy apareceu na porta do quarto, um sorriso brincando alegre nos seus lábios.

— Ela aprende rápido. — Comentou enquanto eu me levantava, aspirando o perfume da rosa enquanto ela entregava um biscoito de recompensa para Aurora. — Você gostou?

— Sim, tem o seu perfume. — Aproximo-me dela, inclinando o rosto para cheirar seu pescoço, ouvindo seu riso tímido.

Amy tinha um cheiro doce, mas não enjoativo, era como um chocolate que tinha saído da embalagem com notas de morango junto. Ela estava adorável hoje. Seus cabelos castanhos tinham algumas tranças junto de suas mechas, e estavam livres sobre os ombros. Vestia uma camisa com estampa de flores e fundo escuro, com um short branco e sandália.

— Agora que está vestida, podemos ir, escritora?

— Muito engraçado, vet. — Vou até a cama e deixo a rosa sobre o meu travesseiro, pegando minha bolsa. — Podemos ir, vet.

— Ótimo. — Sorriu. — Venha, vou te apresentar Lênin.

— Não vai nem me falar para onde está me levando?

— Que graça teria?

Lênin era um cachorro tão animado quanto Aurora, era todo preto com uma faixa branca no olho esquerdo e em três patas. Não tinha pelos compridos como Aurora, também era misturado, e era tão adorável quanto.

Amy nos levou em seu carro enquanto deixava uma música tocar no ambiente, cantarolando baixo, concentrada na pista. Ela não foi longe, paramos perto do limite da cidade, onde tinha o famoso Parque de Canéia. Ela estacionou e descemos, a brisa fresca das árvores nos atingindo em meio ao calor. O parque era grande, talvez eu tenha ido algumas vezes, mas nunca consegui explorar todas as partes. Amy amarrou as coleiras de Lênin e Aurora juntas, e eu ponderei cética se era boa ideia.

— Eu já vim com Lênin várias vezes aqui, ele sabe se cuidar.

— Tem certeza? Odiaria que cruzassem com outros cachorros que não são tão amigáveis ou que causassem um acidente.

— Não vai acontecer nada. Lênin é inteligente e responsável.

— Ele é um cachorro, vet.

— Não qualquer cachorro. Eu o treinei muito bem.

— Espero que sim, porque eu vou te culpar se ele levar Aurora para o mal caminho.

Ela beijou minha bochecha e abriu o bagageiro, pegando uma cesta grande de dentro e sorrindo para mim antes de fechar o carro. Começamos a andar, eu segurei sua mão, vendo nossos cachorros correrem mais a frente, animados, mas Amy assoviava alto quando Lênin ia longe demais e ele voltava.

— Vamos fazer um piquenique? — Perguntei, gesticulando sua cesta.

— Muito clichê?

— Talvez, eu gostei da ideia. Gosto de estar ao ar livre, podia estar mais vazio, mas ao menos é distante dos soldados.

— Sim, eu considerei isso também. Os que patrulham o parque não incomodam ninguém. Sem interrogatório, sem encaradas.

— Sim, é ótimo. Enquanto aqui não virar uma multidão eu não vou reclamar.

— Por que não gosta de multidões, escritora?

— Porque isso envolve contatos desnecessários.

— E você odeia ser tocada.

— Por estranhos, sim. — Ergo as sobrancelhas quando ela me olha. — É desagradável!

— Oh, sinto muito. — Ela sorriu.

— E você adora multidões. — Provoco.

— Oh, eu amo. Se isso significar uma luta pelos direitos, eu sou toda a favor de multidões.

— Você nunca me veria no meio, eu garanto.

— Claro que não, você estaria bem do meu lado como está agora.

Pressiono os lábios no seu ombro, apreciando o clima agradável. Caminhamos por algum tempo, tinha várias famílias se divertindo na grama, por isso demoramos a achar um lugar mais afastado. Estendemos uma toalha no chão e nos sentamos. Amy colocou comida e água para o seu cachorro e eu fiz o mesmo por minha cachorra. Ajudei-a a espalhar tudo o que tinha preparado pela toalha, impressionada com a quantidade.

— Você fez tudo isso sozinha, vet? Achei que veterinários mantivessem as mãos nos animais e não na cozinha.

— E por que você não está com as mãos nos livros, escritora?

— Porque eu estou de férias, é claro. Posso usar minhas mãos para outras coisas.

— Sorte a minha, então.

Eu a empurrei pelo ombro, fazendo-a cair na grama, mas ela somente riu, sentando-se. Jogou um saco com guardanapos, mas somente o segurei, erguendo as sobrancelhas para ela em provocação. Ela me deu um sanduiche, eu agradeci, porque estava com fome.

— Eu tenho uma pergunta. — Ela falou, comendo o próprio sanduiche.

— Você sempre tem, mas diga, qual é agora?

— Há quanto tempo esteve com alguém pela última vez e o que aconteceu?

— Por que a curiosidade?

— Eu não sei. Samuel deu a entender que você nem sempre foi desconfiada assim, e eu julguei que não fosse só por causa do anonimato de Isa.

— Vejamos... Eu conheci alguém na faculdade.

— Ah, então tinha alguém.

— Sempre tem. — Brinco, pegando o suco numa garrafinha biodegradável e bebendo.

— E o que ela te fez?

— Resumidamente, em uma das nossas noites, ela usou meu computador e copiou um livro. Apagou todo o registro que eu tinha, todas as minhas anotações.

— Sua namorada roubou um manuscrito seu?

— Sim. Fui uma idiota, admito. Eu estava apaixonada, achei que todas as perguntas dela sobre o que eu escrevia era para me agradar ou algo assim. — Balanço os ombros, conformada. — Mas não. Ela publicou meu livro e teve seus minutos de fama. E deve ter continuado o trabalho com outras, porque ela sempre está na lista dos mais vendidos.

— E não havia nenhuma forma de denunciá-la?

— E com que cara eu faria isso? Ela era minha namorada, Amy, ela me roubou enquanto eu dormia, eles nunca iriam acreditar em mim sem provas. Não se preocupe, é passado e eu aprendi minha lição.

— Sobre namoradas ladronas?

— Também. Eu tenho senhas fortes agora e não dou a ninguém.

— Desde então não se envolveu com mais ninguém?

— Me envolvi, mas nada realmente que me desse ao trabalho de deixar ir além.

Termino meu sanduiche e começo outro, bebendo mais do suco. Amy também continuou comendo, vez ou outra tocando meu rosto e acariciando, seus olhos me admirando como eu sabia que os meus faziam com ela.

— Qual o nome da sua ex, afinal?

— Oh, que curiosidade. — Sorrio com provocação.

— Eu quero saber se já li algum livro que vou me arrepender. — Defendeu-se.

— Verônica. — Ela abriu a boca, surpresa, então sorriu.

— Nunca li! Mas estão sempre falando bem. Ainda que ela sempre esteja abaixo de Isa.

— Isso é verdade. Que bom que inventei Isa depois da faculdade. —Faço uma pausa, terminando o sanduiche e apoiando as mãos atrás, no gramado. — E você? Alguma ex recente?

— Bem... sim, de certa forma. Já faz um ano.

— Oh. — Faço um muxoxo, sorrindo para ela, que balançou a cabeça.

— Ficamos quase dois anos juntas. — Ela se aproximou, sentando ao lado de minhas pernas e se apoiando com os braços para trás também, o sol batendo em seu rosto.

— Isso é bastante tempo. — Observo, então começo a comer uma mini torrada recheada, adorando o gosto. — Vocês chegaram a morar juntas?

— Não. Mas foi quase. Primeiro eu contei sobre o grupo que pertencia.

— Depois de dois anos? — Estreito os olhos, movendo a cabeça de maneira negativa quando ela me olha, então como um bolinho de chocolate. — Você esperou todo esse tempo por quê?

— Fazia pouco tempo que tinha entrado no grupo quando a conheci, eu não podia sair falando sobre isso. E ela era tão alheia aos movimentos.

— Então ela surtou.

— Ela surtou. — Concordou, virando o rosto para mim. — Você ao menos tem alguma noção dos grupos e dos movimentos.

— Pouca, confesso. Eu não sabia que tinha tantos grupos organizados por aí.

— São poucos, vários pequenos se juntaram durante os anos. As estratégias foram mudando e cada grupo se consolidou com base nisso.

— Mas sua namorada não deve ter ficado interessada, eu suponho.

— Não. Ela disse que eu estava ajudando terroristas a acabarem com a paz e a ordem. Os Sem Bandeiras sujam a imagem dos grupos organizados, não me admiraria se fossem produção dos pós-bandeiras.

— Pós-bandeiras? Então ainda tem grupos que apoiam as coisas como são.

— Sim. Eles são mais recentes, mas tem apoio direto dos soldados e dos Generais. Então são mais bem preparados que alguns grupos do nosso lado.

— Está bem, eu entendi. Mas e sua ex?

— Ah, não aconteceu muito depois disso. Nos afastamos, sempre que tentava falar com ela para esclarecer as coisas ela me afastava. Eu acabei desistindo de tentar.

— Deve ter sido difícil para você. — Aqueles bolinhos eram tão bons, eu sabia que devia soar mais séria, mas tudo ali estava tão apetitoso que seria um desperdício ignorar, e Amy deve ter achado graça, porque voltou a comer também.

— Sim, foi difícil. Mas eu aprendi minha lição sobre não esconder as coisas por tanto tempo, só machuca mais depois.

— Que bom que aprendeu isso. Sinto muito por sua ex.

— Por ela? Assim vou achar que está feliz pelo término.

— Claro que estou. Em que outra situação eu iria aproveitar seus dotes de culinária?

— Oh, escritora. — Ela acabou rindo, olhando-me, mas incapaz de negar meu raciocínio. — Que bom que gostou. Meu esforço foi recompensado.

— Foi? É tão fácil te agradar assim?

— Digamos que... — Ela se aproximou de mim e me olhou de perto, limpando meus lábios. — Você não terá muito trabalho em me ter contente do seu lado.

— Será? Do que você gosta? — Seguro sua mão e beijo os nós dos seus dedos. — Você sabe muito sobre mim em comparação ao que sei de ti.

— Basta me perguntar e eu te direi o que quer saber.

— Está bem. O que você faz quando não está sendo veterinária ou membro de um desses grupos?

— Além de flertar contigo? — Ela sorriu. — Eu gosto de cozinhar, como pode ver, e eu gosto de entregar algumas porções pequenas à alguns vizinhos que tenho amizade. Eu definitivamente não gosto de me exercitar, mas minha rotina me faz praticar bastante.

— E o que faz no final de semana além de acordar as pessoas pela manhã para um encontro?

— Mas é o meu passatempo preferido! Principalmente mulheres seminuas.

— Pervertida. — Acuso-a.

— Culpada. — Ela acariciou minha mão. — Eu gosto de ficar em casa para falar a verdade. Se saio eu gosto de visitar parques, ler um livro enquanto Lênin está se aventurando.

— Você gosta de jogos?

— Sim, e não pensa que não vi seu videogame na sala, porque eu quase cancelei o parque para ficarmos jogando.

— Você acabou de acertar as palavras mágicas, vet. — Sorrio, subindo a mão em seu rosto e acariciando lentamente. — Eu também gosto de cozinhar. Não tanto de ler e definitivamente não gosto dos meus vizinhos. Mas eu gosto de parques, e não me incomodaria de ir ao cinema contigo outra vez, ou jantar fora de vez em quando.

— Algum tipo de filme de preferência?

— Não, eu posso assistir qualquer coisa.

— É bom saber. Às vezes eu gosto de fazer um programa assim no meio da semana para fugir do estresse ou da rotina. Iria adorar se sua agenda estivesse disponível para coisas assim.

— Sim, eu iria adorar. — Movi minhas pernas e coloquei uma sobre o colo de Amy, que moveu lentamente a mão sobre minha coxa. — Você sabe que vai chover, não é? — Pergunto ao inclinar a cabeça para cima quando percebo que o sol tinha sumido nesse meio tempo, substituído por nuvens escuras, e como que para constatar meu raciocínio, um trovão ecoou perto.

— Sim, parece que vai. Você quer ir embora antes ou depois? — Ela perguntou mais baixo, mais próxima, depositando um beijo no meu pescoço, fazendo um arrepio gostoso se espalhar pelo meu corpo.

— Antes ou depois do que? Da chuva? — Olho-a de perto, deslizando os dedos até sua nuca. — Está com medo de se molhar, vet?

— Depende. O que vamos estar fazendo quando a chuva começar?

As pessoas começaram a passar por nós, provavelmente para fugir da chuva. Eu não me importei. Pressionei os dedos na nuca de Amy e então seus lábios pressionaram nos meus. Movemos os lábios lentamente, conhecendo a região e aproveitando a sensação, então nossas línguas se encontraram em pleno êxtase. Pressionei mais os dedos na sua nuca, querendo senti-la mais perto, ela se aproximou o máximo que conseguia, sua mão acariciando minha perna enquanto eu soltava sua mão e envolvia a minha em seus cabelos, massageando seu couro enquanto aproveitava seu gosto e seus movimentos.

Aquilo era tão bom. Uma sensação quente e reconfortante esquentava meu interior e me atraía mais para os braços de Amy. Eu me senti segura e desejada em seus braços, e por isso não a deixei se afastar e a mantive ali, dentro daquele beijo, porque eu não queria que acabasse.

— Ana... a chuva. — Ela falou perto dos meus lábios, selando-os, mas continuando ali.

Eu não a respondi, ao invés disso voltei a beijá-la e ela me puxou mais para si até me ter sentada no seu colo, as pernas dobradas em sua cintura. A chuva nos atingiu em seguida, trovões estalaram longe, ficamos encharcadas em questão de segundos, mas confesso que era divertido sentir o gosto de chuva nos seus lábios. Eu não queria parar e julguei que ela também não, porque não tentou interromper nosso beijo em momento algum, usando as mãos para acariciar minhas pernas e subir pela minha cintura e então minhas costas.

Mas tivemos que parar quando ouvimos os latidos estridentes alertando sobre a presença de Lênin e Aurora, cada vez mais irritantes até pararem ao nosso lado. Quando os olhei, fiquei chocada por ver ambos imundos de lama, então encarei Amy.

— Oh, porque Lênin é muito inteligente e responsável! — Falo em tom acusativo, ela me ergueu as sobrancelhas. — Seu cachorro levou minha Aurora para o mal caminho!

— Eu tinha a boca ocupada para chamar por ele, então a culpa é toda sua.

— Ora, sua-

— Você não devia tentar parecer brava quando está no meu colo desse jeito, Ana, te deixa mais sexy que ameaçadora. — Ela apertou minha cintura enquanto olhava meu corpo, e pareceu se divertir com minhas roupas encharcadas, porque agora minha camisa branca era transparente.

— Sua pervertida.

— Culpada. Mas eu vou me comportar. — Ela sorriu e fechou alguns botões da minha camisa estampada. — Pronto. Me ajuda a guardar as coisas?

Eu ajudei, mas tudo tinha sido desperdiçado e eu estava triste que não comeria mais nada daquilo. Voltamos para o estacionamento, ela guardou a cesta e colocou um plástico nos bancos de trás antes de fazer os cachorros entrarem, prendendo-os em segurança lá. Então me impediu de entrar no carro e pressionou nossos corpos na lataria, seus beijos descendo meu pescoço e sua mão agarrando minha coxa para a colocar na sua cintura, segurando-a com possessividade que eu confessava cair bem nela naquele momento.

— Estamos em público, vet. — Tento repreendê-la, mas eu estava fazendo um péssimo trabalho, porque eu segurei sua camisa e a mantive perto, enquanto outra mão deslizava pelo seu abdômen e segurava seu seio, acariciando por baixo da sua camisa.

— Oh, você não parece estar realmente se importando quando tem as mãos cheias a me provocar assim.

— Você é facilmente provocável, vet.

— Só eu? — Ela mordiscou a pele em meu pescoço e fez o mesmo caminho que eu para ter meu seio em sua mão.

— Vamos ser presas. — Constato, ouvindo seu riso.

— Não, seria terrível ficar presa contigo num quarto. — Dessa vez eu ri também. — Quer conhecer a minha casa?

— Você fez uma pergunta muito coerente agora.

Sorrio enquanto ela se afastava, abrindo a porta para que eu entrasse, e então assumindo o volante. Liguei uma música da sua playlist, então tateei minha bolsa, xingando-me em seguida por ter escolhido uma de pano. Peguei meu celular, mas ele estava morto, não ligava.

— Estou incomunicável agora. — Lamento, pensando em todos os rascunhos de histórias e textos que tinha perdido.

— Significa que estou te sequestrando? — Amy parecia interessada.

— Sim, é o que parece.

— Farei bom uso dessa informação.

— Aposto que sim. — Ela me olha com um sorriso de lado, eu deslizo a mão pela sua perna, não percebendo qualquer incomodo nela, então deixo ali, acariciando sua pele. — Seu cachorro. — Olho para trás, vendo ambos sujos, mas contentes e cansados. — É bom que ele seja descomprometido e tenha boas intenções com minha Aurora.

— Você conhece Aurora não tem nem um mês, quem devia estar desconfiada sou eu.

— Eu já a conheço o suficiente, nós conversamos todos os dias. E seu cachorro é saidinho demais. Deve ter feito vários filhotes por aí.

— Oh, meu Lênin jamais faria isso.

— Ele é um cachorro! Claro que faria.

— Eu não estou ouvindo Aurora reclamar.

— Porque ela não sabe nada de cachorros safados. Eu estou aqui justamente para a impedir de cair na lábia de qualquer um.

— Pois fique sabendo que meu Lênin é o melhor partido que sua cachorra poderia arranjar.

— Porque ele é tão responsável.

— Você ainda vai ver. — Ela me ergueu a sobrancelha. — Eu o ensinei muito bem, você vai desejar ter um filhote dele.

— Nunca! Aurora é jovem demais para esse tipo de coisa.

— Você está sendo muito controladora, eles são animais, deixe-os seguir os instintos deles. — Ela tocou meu rosto e acariciou. — Eu assumirei todas as responsabilidades.

Era tão injusto. Ela fazia soar tão simples que eu fiquei sem argumentos, então somente desviei o olhar, movendo os dedos distraidamente pela sua perna. Felizmente não fomos paradas para uma revista no caminho, somente tivemos que apresentar os documentos quando entramos na área residencial. Havia guaritas em todos os bairros, onde eles controlavam quem saía e quem entrava constantemente.

Havia grande movimento pelas ruas mesmo com a tempestade, pois grande parte da população trabalhava no final de semana. Depois da saída do parque havia alguns minutos de floresta, um zoológico e então a área residencial.

Quando chegamos, ela entrou na garagem e desligou o carro, nós duas saímos e deixamos os cachorros descerem depois da porta ser fechada, eles simplesmente começaram a correr um atrás do outro.

— Você mora a cinco quadras de mim. — Observo enquanto ela pega uma mangueira e liga.

— Sim. Surpresa! — Ela riu. — Me ajuda com os cachorros?

— Claro.

E eu ajudei. Ela pegou os produtos e nós tentamos dar banho em ambos, que insistiam em brincar. Mas acabou sendo divertido, secamos os dois antes de Amy deixar que entrassem na casa. Tão logo ela se virou na minha direção, eu apertei o gatilho da mangueira e esguichei água nela, que riu surpresa, avançando na minha direção para tentar tirar a mangueira da minha mão. Mas só resultou em nós duas ainda mais encharcadas. Ainda ríamos juntas quando ela voltou a me pressionar na lataria no carro, dessa vez prendi minhas pernas na sua cintura e a olhei de perto, afastando seus cabelos molhados do rosto.

— Parece que não há mais quarteirões para nos afastar, escritora. — Ela comentou, contente.

— Não, eles realmente acabaram. — Eu sentia um sorriso brincar nos meus lábios, incapaz de o fechar.

— E você está bem com isso? — Ela inclinou a cabeça de um jeito adorável.

— Você saberia se eu não estivesse. — Selo os lábios nos seus, tirando minha camisa de botão pela cabeça e então a regata, deixando que ela visse meus seios. — Então... podemos terminar o que começamos mais cedo?

— Eu faria isso aqui mesmo, mas eu tenho uma cama tão mais confortável e quente lá dentro.

— E o que está esperando, vet? Não me diga que é a sua primeira vez.

— Eu vou te mostrar uma coisa, escritora, e você vai desejar ter a boca bem ocupada.

Rio, mas não questiono, retirando as pernas de sua cintura e sendo conduzida para dentro da sua casa. Eu não tive tempo para reparar no interior de sua casa nem em acertar todos os degraus até o seu quarto, porque os lábios e as mãos de Amy estavam em meu corpo por todo o caminho, e eu queria ter total atenção nisso.

Quando chegamos no seu quarto, já não tínhamos qualquer peça de roupa, então ela se deitou na cama e eu estava em cima dela no mesmo instante, continuando a acariciar e tocar sua pele com desejo. Suas unhas deslizaram nas minhas costas enquanto me deliciava com o bico do seu seio na minha boca, minhas mãos trabalhando em separar suas pernas enquanto continuava descendo pelo seu abdômen. Movi a língua pela sua barriga e seu umbigo, olhando em seus olhos quando finalmente cheguei no meio de suas pernas.

Deslizei a língua uma vez por toda a extensão, recebendo sua umidade na minha língua. Ela mordeu o lábio inferior, sorrindo com malícia para mim. Penetrei a língua na entrada da sua vagin* e fiz um vai e vem lento, arrancando suspiros cheios de prazer da sua boca. Ch*pei seus lábios menores e movi a língua neles, assoprando a entrada da sua vagin* antes de voltar a penetrá-la, estocando uma, duas, três vezes antes de repetir o movimento anterior e então a penetrar, dessa vez ouvindo um gemido mais rouco, seu peito subindo e descendo.

Sorrio com a visão. Ela pegou as mãos que seguravam e apertavam suas coxas, e as levou para os seus seios. Não precisou dizer nada para que eu começasse a acariciá-los e massageá-los, movendo os bicos duros nas pontas dos dedos. Ch*pei seus lábios menores, percebendo sua umidade aumentar, então deslizo a língua algumas vezes na entrada da sua vagin* e subo um pouco, fazendo círculos ao redor do seu clit*ris e então contornando dentro dos seus lábios maiores. Eu os ch*pei também, um por vez, fazendo sucção neles dentro da minha boca, então repeti o gesto nos lábios menores, ch*pando-os, e Amy gem*u mais alto.

Suas mãos não hesitaram em se prenderem na minha cabeça e fazer uma leve pressão, querendo mais. Eu penetrei a língua e estoquei, e soube que era o que ela queria, porque ela pressionou mais as mãos na minha cabeça, acompanhando o movimento de estocar, e eu busquei aprofundar o máximo minha língua. Aumentei a velocidade com que vazia isso, ch*pando seus lábios internos e externos com maior fome, vendo seu clit*ris ficar mais inchado a cada investida.

Então avancei nele e o ch*pei, Amy gem*u alto, eu pressionei as mãos em seus seios enquanto massageava, ch*pando seu clit*ris e o lambendo, sem deixar de ch*par seus lábios internos e penetrar sua vagin*. Ela deslizou as mãos pelos meus braços, pressionando nossas mãos em seus seios enquanto seus gemidos se tornavam mais frequentes e descontrolados. Seu quadril moveu e minha boca seguiu seu ritmo, ela era tão sexy fazendo aquilo, estava me deixando maluca.

Quando suas mãos voltaram à minha cabeça, eu sabia que ela já estava perto. Eu penetrei dois dedos na vagin* e ela arfou em desejo, movendo o quadril com maior excitação. Meus dedos deslizaram com tanta facilidade diante da sua umidade, seu interior estava quente e ainda mais úmido. Ela buscou pelos meus olhos, eu ch*pei e lambi seu clit*ris com desejo, estocando com velocidade dentro dela, sentindo sua umidade escorrer pelos dedos e me deixar cada vez mais excitada com a sensação de entrega dela. Ela pressionou a cabeça no travesseiro e seu peito inclinou para cima, eu aumentei a velocidade, seus gemidos altos agora ecoando meu nome.

Então ela gozou, e eu sabia que tinha feito um bom trabalho, porque sua vagin* estava toda aberta e molhada diante do meu rosto. Eu tirei os dedos de dentro dela e os ch*pei, sentindo o gosto do seu gozo. Ela me olhou fazendo isso, sorriu, pressionando uma mão nos meus cabelos e me deixando lamber todo o gozo e umidade da sua vagin* inchada.

Eu subi lentamente pelo seu corpo, beijando sua pele, zelando para que a sensação de satisfação durasse nela. Ela gem*u quando ch*pei o bico do seu seio ainda duro, então o abocanhei todo porque não era grande. Ela gem*u de novo, pressionando a mão em minha nuca e envolvendo as pernas na minha cintura. Faço sucção com o seu peito na minha boca e repito com o bico do seu outro peito.

Rocei minha vagin* na sua, querendo que ela sentisse minha umidade também. Ela mordeu o lábio inferior, tão sexy, eu avancei contra a sua boca e mordi seu lábio, ela moveu a língua para fora da boca e lambeu meus lábios, os olhos semiabertos em puro desejo. Movi minha língua na dela ali mesmo, para fora de sua boca, primeiro com fome, e então para a provocar, penetrando sua boca e estocando, então afastando e ch*pando seu lábio.

Ela sorriu e moveu as mãos para as minhas nádegas, parecendo gostar do roçar. Então movi minhas pernas e ajeitei meu corpo até ter nossas vagin*s juntas, rebol*ndo lentamente e ouvindo o som que elas produziam por causa da umidade. Amy gem*u, olhando nossas vagin*s em pleno desejo e volúpia pelo que estava vendo, e isso me excitava também. Ela moveu os dedos até a região e deixou dois entre nossas vagin*s, nós duas rebol*mos neles e ela me olhou com tesão.

Então ela deslizou as unhas no meu abdômen, cobiçando meu corpo. Me fez deitar e montou em cima de mim, rebol*ndo de maneira tão sexy. Eu estava ficando maluca com o som que nossas vagin*s estavam produzindo, e Amy pareceu ter percebido, porque rebolou devagar, fazendo círculos com o quadril e prolongando o sutil estalar. Subi as mãos pela sua cintura e apertei suas nádegas, então continuei subindo seu abdômen e agarrei seus seios, tão sexys a se moverem junto. Ela pressionou minhas mãos ali, movendo a língua pelos lábios. Movi os olhos pelo seu corpo nu enquanto ela se movimentava, hipnotizada com o quanto ela era linda e gostosa, perguntando-me se eu seria capaz de tirar as mãos do seu corpo em algum momento.

Ela se inclinou enquanto movia o quadril, fazendo-me abrir a boca, pedindo por mais dela, e ela me deu, movendo a língua de forma provocante na minha enquanto mantinha os olhos semiabertos, eu fiz o mesmo, porque aquilo estava me deixando mais excitada. Eu peguei suas mãos e a fiz pressionar no meu pescoço, deixando que ela fizesse alguma pressão. Ela olhou nos meus olhos para talvez ter certeza do que eu pedia, e continuou, rebol*ndo mais rápido contra mim enquanto tinha os dedos pressionados no meu pescoço.

Meus olhos deslizavam pelo seu corpo até o ponto em que estávamos coladas, a sensação de ter seus dedos no meu pescoço me deixando mais excitada. Ela sorriu para mim. Eu segurei sua cintura e pedi por mais, ela me atendeu prontamente, aumentando a velocidade e inclinando a cabeça para cima, rebol*ndo comigo, nossas vagin*s dançando juntas em meio a umidade e ao inchaço, não tão diferente de quando estávamos nos beijando na chuva.

Amy me olhou quando eu comecei a gem*r mais e a dizer seu nome, parecendo se excitar mais com aquilo, porque pressionou mais os dedos no meu pescoço. Sua respiração estava acelerada e seus seios sacudiam de maneira sensual. Seus olhos não saíram dos meus, ela queria cada gemido meu e queria ouvir seu nome na minha boca, e eu dei isso a ela sem questionar, porque estava insana com a sensação das nossas vagin*s juntas.

Ela me fez goz*r ali mesmo, e pressionou mais a vagin* na minha por mais algum tempo até goz*r de novo, diminuindo o ritmo e afrouxando o aperto no meu pescoço. Suas mãos deslizaram para os meus ombros, ela sorriu para mim e deitou ao meu lado, mas não achei que ela tinha terminado porque segurou meu seio em mão e acariciou, beijando-me, ainda que mais devagar, tinha certeza de que compartilhávamos do mesmo desejo de não parar.

Continuamos nos beijando e nos acariciando por mais algum tempo, ela tinha desejo e continuava me querendo, e eu me sentia da mesma forma. Sorrio em meio ao beijo e deito em cima dela, pressionando a perna contra o seu sex*. Ela também sorriu e inclinou a perna para pressionar na minha vagin*. Estoquei a língua na sua boca, movemos o quadril com a mesma ideia, roçando na perna uma da outra. Eu olhei seu corpo e quis voltar a ch*pá-la. Eu me perguntei se isso era óbvio, porque ela abriu mais as pernas em convite. Como eu iria recusar em sentir seu gozo na minha boca outra vez?

Ela ainda estava molhada, e continuava sexy e gostosa. Por que eu resisti a ela por tanto tempo? Ou ter resistido por todo esse tempo me fez querê-la ainda mais? Eu comecei meu trabalho com paciência, mas ela não tinha nenhuma, porque não levou muito tempo para estar pressionando as mãos na minha cabeça num pedido para não a provocar por muito tempo.

Eu obedeci, ch*pando sua vagin* antes de penetrar a língua e estocar, cheia de desejo, e então dar atenção ao seu clit*ris que estava todo sensível. Eu a estava ch*pando com fome após alguns minutos e sabia que ela iria goz*r na minha boca de novo, porque rebol*va como a primeira vez e gemia sem controle meu nome. Mas ela me fez parar e puxou meus cabelos até eu subir seu corpo e a encarar em busca de explicação, mas como tínhamos feito um pacto de não falar nada, ela não me respondeu e me empurrou para deitar. Logo, era ela a estar no meio de minhas pernas com uma expressão diabólica e cheia de tesão. Ela começou a me ch*par.

Eu já estava excitada porque tinha acabado de ch*pá-la; ela pareceu gostar disso, porque também quis sentir meu gosto e minha umidade. Ela sabia o que estava fazendo, sabia me provocar, e não devia ser difícil porque eu estava entregue aos seus toques. Ela me lambeu com desejo, deixando-me maluca, ch*pando toda a minha vagin* por algum tempo e lambendo meu clit*ris, alternando entre a ponta da língua ou com toda ela. Então me penetrou, e eu soube que sua língua era maior que a minha, porque a senti tão gostosa dentro de mim, estocando com velocidade e desejo, fazendo-me gem*r.

Ela não parou e voltou a ch*par meu clit*ris, penetrando três dedos dentro de mim e estocando com velocidade. Ela queria me enlouquecer e eu não conseguia me conter. Mas ela não me fez goz*r, ela voltou a me beijar e acariciar meu corpo enquanto eu apertava suas nádegas.

Então me fez deitar de lado e pressionou o corpo nas minhas costas. Sorrio sobre o ombro enquanto ela devorava meu pescoço. Abri as pernas, ela abriu também, então seus dedos brincaram no meu clit*ris e eu movi meus dedos no clit*ris dela também, recebendo seus beijos e carícias pelo meu corpo enquanto eu retribuía ao seu beijo cheio de provocação. Nos movemos na mesma velocidade, ambas estávamos úmidas e inchadas, mas confesso que foi maravilhoso ouvir seus gemidos no meu ouvido e seu corpo pressionado no meu quando goz*mos quase juntas uma última vez.

Ela me abraçou a cintura e beijou minha bochecha, puxando-me para si. Sorrio quando a olho, também a abraçando, selando seus lábios e mantendo nossos corpos juntos.

Fim do capítulo

Notas finais:

Como prometido, a cena quente entre essas duas belezuras ;)

Nunca fiz uma cena tão extensa de sexo ahahaha espero que tenho aproveitado (e se aquecido ;) )

Até a próxima!

Revolucione-se!


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Comentários para 5 - Um momento sem problemas:
May Poetisa
May Poetisa

Em: 19/08/2022

Uau que capítulo delicioso, muito sensual e gostoso. Quantos detalhes. Gostei muito.    


Resposta do autor:

Nossa, cheio de detalhes mesmo. Nunca escrevi uma cena tão prolongada e detalhada assim hahaha

Que bom que gostou!

Beijos!

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Lea
Lea

Em: 11/03/2022

Eita que esse capítulo foi mais que perfeito. Desde a hora em que a Amy acordou a  Ana. Esse hot foi maravilhoso, aqueceu mais que o coração! Hahaha 

Alex está de PARABÉNS!!!!

TENHA UMA ÓTIMA TARDE


Resposta do autor:

Capítulo fofinho não é dona Léa?  :D 

Ahahahah que bom que aqueceu!

Desejo tudo em dobro que essas duas tiveram ahahaha

ÓTIMA tarde quentinha para você também!

Beijos!

Responder

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kasvattaja Forty-Nine
kasvattaja Forty-Nine

Em: 11/03/2022

Olá! Tudo bem?

 

Para as nossas meninas, perfeito!

Dizem que o sexo — cientificamente comprovado, e nós sabemos como, ui... — é positivo para a nossa saúde mental e principalmente física. Assim, aproveitemos esse momento quente — e porque não dizer fofo — por que logo, logo as coisas tendem a esquentar, e o fogo não virá do sexo nem paixão.

É isso!

 

Post Scriptum:

 

''O prazer é a prova da natureza, o seu sinal da aprovação. Quando somos felizes, somos sempre bons, mas quando somos bons nem sempre somos felizes. ''

 

Oscar Fingal O'Flahertie Wills Wilde,

 

Escritor.


Resposta do autor:

Olá Kas!

 

Noooossa achei que as suas falas fossem citações! E são de certa forma.

Mas da própria Kas! Ahahahah adorei

 

O fogo vai vir mesmo! De várias formas e em vários sentidos :D 

 

Beijos!

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