Agora que chegou-se nessa fase da bela estória, após essa acentuada tortura literária da autora, ( só os autores cativantes possuemo direito de abusar da imaginação dos fãsrsss, faz isso com carinho tá ?Acho que vc não é cruela, pega levinho com a ansiedade das meninas kkkk ) O tão aguardado reencontro explosivo entre: uma amadurecida pelo dolorosotempo e a distância mais que geográfica, Mari e a Clarinha, que reaprende a duras penas a caminhar quase sozinha; está sendo maisdesejado do medalha de ouro em Olimpíada, coube a senhorita Passionata nos lançar nesse quebra-cabeças enigmático de peças minúsculas para descobrir o que acontecerá entre essas meninas lindas.Kkkkkk Tem ideia do qto chás calmantes, yoga , passes mediúnicos, mantras, correntes de oraçõesestão sendo feitos para descobrir essa final de campeonato? rssss brincadeira viu ? Depois dessa longa estrada, percorridacom tantas alegrias e sofrimento , as expectativas não sessam .
Eis que ressurge a senhorita Passionata , cheia de criatividade e suspense ,pois nos fez ir ao aeroporto ver a partida Mari e o desespero da Clarinha ; visualizar o encontro com a Chiara ( italiana , gata , interessante , agradável e que está assumidamente caidinha pela loirinha, cujo coração ainda pertence a charmosa Brasileira); nos metralhou com perguntas subliminaresdificílimas como : o que é o perdão, o que é o amor? Como retomar algo inacabado? Kkkk Não faço a menor ideia de como responder a indagações desse porte e se teorizar demais, as coisas ficam ainda mais complexas ; e vai sair tudo exatamente contrário do planejado kkkk . Na área afetiva, são tantas entrelinhas e coisas envolvidas que é melhor deixar acontecer naturalmente no seu tempo, tão intenso e ímpar quanto um curso de um rio, ao sabor do tempo.
Contemplo e analiso a maneira indireta da Senhorita Passionata demonstrar que depois de um insucesso inicial em um relacionamento, baseado em tantos altos e baixos corriqueiros no cotidiano de qualquer pessoa, herda-se um legado de aprendizado profundo; após reconhecida a debilidade emocional da Clarinha e resiliência da Mari, é o momento de cartas na mesa, pedido de desculpas , pois a chegada de um PERDÃO mesmo, requerum prazo indefinido para avaliar os estragos, ver o que pode ser reciclado e correr atrás loucamente de um SIM para vida ( pq todos nós somos portadores de um NÃO para tudo nesse planeta ), a fim de dar continuidade aos fatos; embora trate-se de “ficção”( acho que tudo tem uma base nas experiências dos autores rs), se Clarinha fosse uma pessoa próxima , a incentivaria agir como Rocky Balboa em I, II, III, IV ,V...C, kkkkkk a correr atrás, na frente , dos lados , por cima ou por baixo da Mari, marcaria “ duro “ como uma zagueira feroz ( detalhe, na vida pratica, adoro esportes mas já cheguei a conclusão que não sirvo nem para chutar uma bola rsss ), entretanto no quesito, retomada de objetivos dessa natureza ,valeessa dedicação. Coisas mal resolvidas, palavras não ditas, não são produtivas; logo é o momento de criar estratégias para mostrar o que pode serpositivo daqui para frente; “ cada um de nós compõe a sua história , carrega o dom de ser capaz e ser feliz ” , já dizia Almir Satter,logosegue a lutarss.
Depoisde atravessar o oceano , Mari tentando se esquecer o que continua vivo , recebe um ataque sutil rss da Chiara ( acho fofinho esse jeitinho meigo, paciente , recatado de demonstrar para loirinha essa aura de pré-paixão e que vai ganhando densidade); sei não viu dona Passionata... a bela ragazza que se cuidasse e fosse procurar outra loirinha perdida por ai rsss ,porque Clarinha Tomb Raider , está de volta kkkkkk.
Só deixaria o caminho absolutamente livre , se essa decisão partisse de Mariana, em não querer nem me ouvir (embora recorreria até o céu para um reapreciação do mesmo fators ) ; óbvio que as magoas não se apagam facilmente , mas existe um sentimento forte, cuja intensidade merece uma nova oportunidade ( adoro as duas personagens, as defendo até onde possa rsss , não consigo “gostar” da ideia dedissociá-las), embora tenha plena consciência de que jamais poderia a viver nada que não quisesse, sentimentos simplesmente acontecem, podem até ser semeados, cultivados , mas os frutos só serão colhidos se houver abertura e reciprocidade para tal .
Mergulhandonos ensinamentos da vida , se fosse Clarinha , me vestiria de humildade, tomaria injeções de coragem em doses elevadas e me abriria completamente e deixando claro o quanto amadureci ( abandono da fase Macabeia ), agiria como Clarice Lispector, uma mulher destemida, fantástica que viveu durante muito tempo de aparências e decidiu romper com as regras da sua época, visando ser apenas ela mesmo, original , aberta ao mundo concreto , onde amar é inexplicável . Gosto de uma passagem dela que acho que é mais ou menos assim ( desculpe , só qnão lembro do trecho todo e vou deixar o São Google descansar rss) :
[...] Sou como me vê . Não me mostre o que esperam de mim porque vou seguir meu coração, não me façam ser o quem não sou. Não me convidem a ser igual porque sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade . Não sei viver de mentira . Não sei voar de pés no chão . Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para sempre [...]
Não me perdoaria se não demonstrasse o quanto Mar foi e é importante , o tamanho da revolução que provocou nos meus conceitos .. evidenciando a metamorfose que introjetou em mim; as lentes quetrouxeram novos ângulos para viver; ainda que não ficássemos juntas, esclareceria esses nada acontece ao acaso , porque enxergo que é preciso passar as provações da vida, se não o que seria de nós, sem ter o que meditar, nosso sentido na vida ; os encontros e desencontros da nossa existência ?Nenhuma borboleta , sai para o mundo sem ter passado por um casulo que promove o surgimento de suas belas formas e cores. As paixões avassaladoras que se transformam em solidificação do amor, ou que simplesmente acabam , se modificam e/ou igualam-se, enfim é um o processo dinâmico imprescindível para construção do SER HUMANO.
As histórias nos encantam de tal forma , que acabamos por vivenciar cada emoção das personagens; rss esse crescimento não é só das personagens e /ou das autoras, asseguro que muitas fãs estão meditando sobre a delicadeza do contexto dessa narrativa, destacando-se pelo fato de trazer essa Clarinha repaginada, cheia de ânimo para encarar a vida com as intempéries do tempo. É um gesto belo da sua parte, dona Gi, partilhar esse romance com as meninas que muitas vezes estão confinando sentimentos semelhantes epor vários motivos não tem onde se abrir e /ou passaram por experiências parecidas e que precisam de um empurrãozinho para seguir em frente.
Reitero que emocionei infinitamente com essastodas essas etapas, desde o tesouro adorável que foi a carta de Mari... todas as cartas de amor são ridículas e não seriam ridículas se não fossem cartas de amor rs [...]; desculpe , mas não resisti kkkkkk ficou essa lauda com um “ar” de Fernando Pessoa com um toque contemporâneo, demonstrando o quanto o fabuloso amor ultrapassa gerações e se repete com o seu jeitinho ímpar , muito tocante !Fazendo uma retrospectiva na sua historia, fico sem palavras para esse encontro da Clarinha com os pais e a irmã foi tocante demais , quando reli, chorei (sou bobona emotiva mesmo rs), diante de ver um pai demonstrando toda sensibilidade de enxergar o quanto a felicidade de uma filha é maior do que as barreiras do preconceito não tem preço; lindo e fofo infinitamente senhorita Passionata.
E ainda tem esse suspense de bônus extra rsss , é interessante porque induz uma reflexão, dentro de um tempo bem cultivado, quase que amadurecido como um vinho em barris de carvalho, evidenciando como podem ser conturbadas as relações humanas, ponto para essa autora célebre. Torço para que esse casalzinho fofo, fiquem juntas ( sou fã incondicional das duas rsss )e que o tão esperado felizes para sempre aconteça .
Bjs Elétricos
Flora Elgarten
Ps1: Desculpe pela demora em vir aqui, nessa nova casa,só dá tempo de comentar em blocos rs, a vida vai voltando para os eixos e a correria voltando a ativa ; faço birra porque não tenho nem um elfozinho para me socorrer kkkkkk , brincadeira viu dona Passionata?
Ps2: Que venha Veneza em grande estilo. Gi, por favor não frustre as românticos contumazescomo eu rsss( brincadeira, moça , abuse da sua licença poética ) ;não acho justo tantos olhares e sorrisos se perderem definitivamente ;
Ps3: Perdoe minhas loucas divagações, mas adoro vir aqui e deixar as minhas divagações insanas fluírem rsss absolutamente sem regra e cheias de erros ortogramaticaisrssss , vão pedir minha cabeça pelos atropelos do português clássico kkkkse for rever os meus fluxos de pensamento , percebo o quanto espanco a nossa língua pátria rsss .
PS4 : Eu que te pergunto... quando teremos a publicação desse livro rs ?
Ps5: Dra Anastacia , muito bom revê-la por aqui , prova de que a senhorita Ariana intensa, consegue colocar esse tipo de literatura nas suas prioridades rssss , por favor , tem noticias de Sweet Word? Saudades de in love with my boss , sinto falta da nossa triangulação por aqui ...
Resposta do autor:
Ei, minha filósofa querida,
Acabo de me dar conta que não é possível postar uma resposta tão grande, rsrs... perceba que minha réplica foi cortada, lá no comentários anterior. Por tanto, responderei em forma de comentário, como eu fazia lá no ABCles, ok?
Mini-Tratado ( rs ) sobre os Cap 41 e 42 // 43 e 44
Capítulos 41e 42 :
Ao ler esses saborosos capítulos ... comecei a tecer minha divagações sobre esses altos e baixos da vida e me veio automaticamente um trechinho de uma música de Gilberto Gil (http://letras.mus.br/gilberto-gil/16134/), que associei com o esse momento da Clarinha :
Se eu quiser falar com Deus Tenho que ficar a sós Tenho que apagar a luz Tenho que calar a voz Tenho que encontrar a paz Tenho que folgar os nós[...]
Fiquei feliz, com a saída da Clarinha desse estado letárgico, momento crucial de reavaliação da vida, que entre poucos acertos e diversos erros, vai promovendo uma mudança nessa personagem desorientada emocionalmente; para nossa alegria, essa morena começou despertar para vida concreta, porque viver nessa instabilidade angustiante de incertezas foi terrível. Talvez não entendam o porquê intercalo essa letra... mas havemos de convir que: se refazer é muito mais complicado do que partir do marco zero de qualquer coisa, embora a característica camaleônica das pessoas ajustem-se as necessidades, nem sempre trocar de pele é tranquilo. Quantas vezes precisamos nos perder? para nem sempre nos reencontrarmos ? Não existe o que é certo ou errado... O tempo sempre nos obriga aos seus enigmas, porque é uma entidade poderosíssima, sem rumo definido, mas que traça rotas nas vidas das pessoas.
A Clarinha não escolheu magoar Mari, seu grande amor, seu primo Alex , o Fred , muito menos os demais membros de sua famíliaou pior ainda, se ferir com a lâmina tão afiada e pontiaguda comoé a consciência desajustada. Criou um labirinto, gerador de um efeito em cascata de insucessos que terminou por atingir a todos, pagou um preço muito alto, temporariamente colocou em cheque:A SUA FELICIDADE.
Era preciso um momento só seu, desnuda, livre de pressões e amarras para colocar as ideias mais ou menos em ordem, porque chamam-nos de racionais... E quem em matéria de afeto consegue ser absolutamente cartesiano? Entenda-se que não se tratava só da perda do amor-próprio, mas de deixar escapar por entre os dedos todos aqueles que lhe faziam bem. É apropriado correr o risco de perder quem se ama? em nome do quê? Ou de quem?
Dos desejos, dos receios[...]
Tenho que ter mãos vazias Ter a alma e o corpo nus Se eu quiser falar com Deus Tenho que aceitar a dor Tenho que comer o pão Que o diabo amassou [...]
Tenho que me ver tristonho Tenho que me achar medonho E apesar de um mal tamanho Alegrar meu coração[...]
Imaginoque muitas fãs desejaram matar Clarinha, de inúmeras formas, pois como não enxergar o amor de Mari, escancarado bem ali na sua frente? E quantas vezes isso se sucede ao longo de nossaexistência? Temos que lembrar de um detalhe importante: Clarinha é humana (http://letras.mus.br/milton-nascimento/47402/) , viveu amargamente seu momento “ EU CAÇADOR DE MIM” ... e no íntimo de cada um, a maneira de desorganização de sentimentos acontece de uma forma distinta, logo, o óbvio nem sempre é coerente, mesmo que o tal “GPS sentimental” existisse rs e fosse atualizado via o satélite mais preciso do mundo, tem coisas que talvez , só o mais rudimentar relógio do Solpudesse auxiliar, é o torturante passar das horas que tende a favorecer esse lento processo de reencontro com si mesma.
Acordar dessa hibernação, a fez perceber o quanto o egoísmo, ciúme (http://letras.mus.br/etta-james/19579/) , orgulho e a falta de dialogo podem ser destrutivos;sem contar que tentar prever o que se passa na cabeça dos outros nem sempre é benéfico. Foi claro perceber o quanto esses elementos iriam interferir em toda sua vida ( sem esquecer que todos os leitores, estão de fora da situação) ? Mexeu em toda sua estrutura; alguém quer passar pela mesma coisa? Tantas lágrimas e sofrimento para uma coisa que poderia ser simples (o amor, paixão, atração, seja lá que denominação queiram dar), se não crescêssemos ouvindo que gostar de alguém fora do padrão “aceito pela Sociedade “ é errado, condenável, pecaminoso rsss e nisso incluam qualquer tipo de relação com uma pessoa tidano mínimo como “ estranha”. Um detalhe mais que fundamental é o direito de Clara, se reerguer e tentar consertar os seus erros; todos merecem uma segunda chance, com ela não deve ser diferente, Saint Exupèry , em O pequeno príncipe disse algo que traduz esse período da advogada e nosajuda a não fazermos julgamentos equivocados :
“É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou. Entregar todos os teus sonhos porque um deles não se realizou, perder a fé em todas as orações porque em uma não foi atendido, desistir de todos os esforços porque um deles fracassou. É loucura condenar todas as amizades porque uma te traiu, descrer de todo amor porque um deles foi infiel. É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo. Espero que na tua caminhada não cometa essas loucuras. Lembrando que sempre há uma outra chance, uma outra amizade, um outro amor, uma nova força. Para todo fim um recomeço.”
O processo de reconstrução doindivíduo, requer mais que fatos novos ou mesmo reflexivos, exige uma mudança de ângulo e atitudes que proporcionam um outro fôlego, o uso de armaduras imaginárias de titânio ou fibra de carbonopara suportar a cobrança dos que o cercam, sem nunca abrir mão de tentar ser feliz . Não se pode perder de vista, que modificar o pensamento solidificado durante anos não acontece em um simples piscar de olhos, é fundamental ter um arsenal de analgésicos, antissépticospotentes, além deuma equipe de saúde multidisciplinar para tentar iniciar a cicatrização de feridas dilaceradas; destacando-se que deve-se evitar que essas passem de agudas para crônicas. E por mais que doa esse tratamento, tudo vale a pena se a alma não é pequena, já dizia Fernando Pessoa, se ela conseguiu chegar até aqui... que siga em frente e lute para ter o seu amor de volta, integro e sublime, como todo ser humano merece, nada pela metade.
Padre Fábio de Mello , costuma dizer que devemos ter coragem de dizer NÃO ao que nos aprisiona; ea morena negar os seus sentimentos por Mariana para si mesma, foi a pior forma de tortura extremada, para sufocar algo que explodiria mais cedo ou mais tarde, transbordando como uma tempestade torrencial de emoções . Um momento apaziguador de Clarinha (pessoa integra, como defeitos e qualidades como todo ser humano, mas que temia a magoar seus pais, como uma boa filha amorosa se sentiria, ao revelar sua opção sexual para os seus genitores conservadores), reuniu a dignidade e contou a verdade para os pais, ahhh que sensação de alivio hein??? Quem já passou sabe o quanto pode ser desastroso, um ato desses , no entanto é indispensável para quem pretende tocar a vida sem carregar o peso do mundo nas costas,poucos devem ser os calváriosmaiores do que um segredo dessa natureza.
Jesus Cristo, não julgou nem condenou ninguém, porque a família o teria que fazê-lo? É interessante ressaltar que quando a autora, mencionou a passagem da Bíblia ( Parte da Carta de São Paulo aos Coríntios , capitulo13) , falava em [...] um amor paciente, bondoso, que regozija-se com a verdade ;tudo desculpa, tudo crê. Tudo espera e tudo suporta [...] é assim que devem ser os pais (sabemos que na vida real, as coisas ganham outros contornos, pois existem pais de todo tipo).
Amar os seus filhos do jeito que são, sem tentar mudá-los; interferiram ao longo da vida, auxiliaram na formação do caráter enuma hora dessas, onde o acolhimento é extremamente importante lhes virariam as costas? Onde fica o aspecto cristão? Passado o choque inicial como esse da mãe da Clarinha e o “certo conformismo do pai, se os filhos são amados, os pais terminam por reconhecer que a felicidade não tem modelo, pode ganhar formas variadas.
Hoje, com a maneira de encarar os acontecimentos que possuo, se fosse minha filhinha (o) , ao invés de um genro, ganharia uma norarsss, é uma tentativa bem simplista de ver os fatos; no entanto quanto maior for o alarde, piores serão as consequências; a repercussão nunca é das melhores . Claro que os pais não querem passar por isso, é complexo saber que seu ente querido fica suscetível a ser apedrejado em praça pública, ainda que muita coisa tenha evoluído, porque a Sociedade pode ser muito cruel, desrespeitosa da opções alheias, no entanto é momento de dar as mãos, o colinho, os afagos que forem precisos e lutar juntos para fazer a mudança de pensamento (das regras estáticas) que necessitam de transformações.
Se os pais só são capazes de amar os que tiram as notas mais altas, os que só conhecem o topo do pódio, os esteticamente cumpridores de uma padrão (questionável), os que são hetero; diria que essas pessoas, precisam rever seus conceitos em sentido amplo do que significa AMOR. O que fazer com as pessoas que possuem alguma síndrome? Os que gostam do rosa e não do azul? Os que gostam do rosa e do azul ? Os que são magrinhos demais? Ruivos?Baixinhos? Sedentários? Negros? Altinhos? Gordinhos? Desportistas? Pagodeiros ?Brancos? Católicos? Metaleiros? Protestantes? Mulçumanos, Veganos? Espiritas? E assim por diante, são indivíduos, dotados de sentimentos, com características imperfeitas que nos encantam. Não se fabricam seres humanos em série e graças a Deus que funcionam assim, essas singularidades promovem a mágica da vida e só crescemos interagindo com os demais, trocando experiências, nos doando, permitindo uma abertura para viver intensamente.
Destaque mais que merecido para redescoberta do indiscutível e protetor amor fraterno entre Manu e Clarinha... a cumplicidade , o perdão entre irmãs, o apoio e acima de tudo : a tão desejada tolerância, ainda que tenha custado tanto, mas o tempo mais uma vez interviu e demonstrou que nem tudo na vida pode ser moldado para formas queatenda aos nosso padrões. Esse encontro entre as irmãs foi de uma delicadeza e reafirmação de um sentimento entre ambas que transcende “o convencional “, Manu percebeu que o destino e a felicidade da irmã só pertenciam a ela, cabendo a Fisioterapeuta, simplesmenterespeitar ; lindo,emocionantee necessário esse ato de vínculos reatados após esse vendaval transformações.
Tenho que me aventurar Tenho que subir aos céus Sem cordas pra segurar Tenho que dizer adeus Dar as costas, caminhar Decidido, pela estrada[...]
A partir dessa fase da narrativa, só nos resta ler e analisar o abismo preste a acabar entre a loirinha quase ”italiana” e a essa moreninha fofa que está se reconstruindo tijolinho por tijolinho, alicerces colocados equilibradamente um a um; porque sabemos o quanto requer esforço levantar uma muralhacom abertura apenas para o que é bom; não se atinge a torre de um castelo sem percorrer todos os degraus até o cume; aguardo a licença poética da autora nos presentear com mais capítulos interessantes.
As demais fãs , já lhe cobrem com tantos elogios , que o máximo que posso afirmar é que são verídicos rs ; chegar até essa fase da estória com tanto carisma , não seria possível se a Senhorita Passionata, não nos envolvesse tanto após o triste fim do Abcles, parabéns por arrastar uma legião de admiradoras do seu trabalho para esse novo espaço.
Bjs
Flora Elgartën
Ps1 : Desculpe pelos tamanhos dos comentários em etapas , não foram propositais rss , falta de tempo associado a fim do site resultou nesses textos divagatorios ! rsss
Resposta do autor:
Olá minha querida filósofa,
Hoje a filosofia veio em peso, hein, rsrs... foram muitas as suas divagações, espero conseguir apreender tudo. Então vamos lá...
Acho que compreendi o sentido em colocar a música do Gilberto Gil para falar desses capítulos. Pois, se eu não estiver enganada, rs, você quis mostrar que para nos encontrarmos é necessário ficar só, falar consigo mesma, desfrouxar os nós, para que tudo fique mais claro. Esse fato vai ao encontro do momento vivido pela nossa advogada, que viveu muito tempo perdida em seus próprios medos e convenções sociais.
É importante fazer essa introspecção para se conhecer melhor, contudo, também é importante estar atenta aos fatos da vida, pois esses têm o poder incrível de nos impulsionar para fora da nossa zona de conforto, do nosso casul
Nosssssa aguenta coração, mas um capitulo maravilhoso a Gi não decepciona. Essa chiara ta mesmo afim da mari, so que esse coração ja tem dona e vem buscar o que é seu por direito. Anciosissima por mais o proximo sera imperdivel.
Um abraço Gi.
Resposta do autor:
Ei Luane,
Aguenta esse coração, pois ainda tem muita história, rsrs.
Ah, obrigada, minha querida. Amanhã postarei o novo capítulo.
Um capítulo para aumentar nossas expectativas e deixar a imaginação fluir. É muito interessante observar os pontos de vistas mais divergentes quando o assunto envolve tantos sentimentos complexos como os que permeiam essa relação entre a Clara e a Mariana. Realmente encanta-me essa forma de interação.
E o que esperar desse reencontro? Será que estamos falando da dimensão do verdadeiro amor e até onde ele pode ir? (Até onde ele pode ir? Rs); O que ele é capaz de suportar? Onde termina o VOCÊ e começa o EU? É possível construir um NÓS? E o perdão? Está ele intrinsecamente relacionado ao amor?
Perguntas difíceis, eu sei... Mas quem já não as fez?! Será que existem repostas corretas ou erradas? Claro que não... A verdade de cada pessoa é única! E nunca existirá um questionário milimetricamente elaborado que nos dê a resposta.
Então, Gi, deixe que a inspiração que lhe fez criar personagens tão intensos, guie sua pena... Acredito que muitas vezes o personagem pode ser apenas uma extensão do seu criador; contudo, algumas vezes, eles ganham vida própria e fazem o que bem entendem, rsrs. O que esperar então?! Rsrs
Aguardando, como sempre!
Beijos,
Anastácia.
Resposta do autor:
Ei, minha querida Anastácia,
Já disse que amo seus comentários, não é mesmo? Sempre traz tanta reflexão. Esse não foi diferente. Sâo tantas perguntas, das quais não temos uma resposta pronta. Até mesmo depois de muito pensar fica difícil responder essas perguntas tão filosóficas. O certo é isso que você falou, não existem respostas erradas, pois cada pessoa possui sua verdade. (Adorei isso, para variar, rs), e todos nós já fizemos essas perguntas complexas ao longo da vida. Acho que isso é o principal, questionar-se, nunca deixar que as perguntas sejam esquecidas ou guardadas, é fundamental fazê-las.
Qual é a dimensão do amor? Acho que cada pessoa tem uma resposta para isso e a resposta também pode mudar ao longo da vida, das situações que vão se descortinando para cada indivíduo. Sem dúvidas que para a Clara, essa dimensão tornou-se grandiosa, dado todo o processo de negação de um amor que já existia em seu interior. Contudo, tem a outra parte, que também possui uma dimensão afetiva, que talvez esteja agora em outro plano. Ou não, talvez, no mais profundo do seu ser, nunca tenha deixado esse amor de lado. Enfim, minha estimada leitora, somente Clara e Mariana poderão solucionar essas questões, rs.
Ah, eu também fico aqui pensando no quão interessante são todos esses pontos de vistas diferentes sobre a história. Acho que tudo o que envolve sentimento causa isso nas pessoas. Essa subjetividade me encanta, cada pessoa possui sua bagagem e uma personalidade própria, que faz com que surja uma gama de opiniões. Adoro isso
Sim, acho que ao longo da história os personagem vão ganhando vida própria, surpreendem o leitora e até mesmo a autora, rsrs... Como pode? rs
Que maldade parar ai Giiiii, não acredito! Será que é a Clara?? Ai meu coração, por favor, diz que é, essa duas tem que ficar juntas logo, mta saudade.
Mais um capítulo perfeito, vc é demais Gi, uma escritora de talento único, sempre nos envolve, nos deixa curiosa e querendo mais. Parabéns, até o próximo capítulo. Beijo
Resposta do autor:
Foi maldade? Não percebi, rsrs
Brincadeira... mas é bom um toque de suspense. Logo você saberá, aguente só mais um pouquinho, amanhã tem mais.
Giiii, a Chiara tá muito empenhada em conquistar a Mari, o que será que vc vai aprontar?? Nossa, tô mto curiosa, como vc para o capítulo nessa parte? kkkkkkkk. Adoro esse suspense, minha imaginação vai trabalhar hoje. Parabéns, autora querida, vc sempre detona, história perfeita. Amo de paixão.
Beijus Gi
Resposta do autor:
Ei Jhu,
Sim, a Chiara tá empenhada mesmo... então, o que acontecerá? rsrs... Logo vc saberá.
Que bom que gosta desse suspense, isso aí, coloca a mente para trabalhar, pode imaginar livremente, sem limites. ;)
Amei o capítulo. Esse momento foi tão esperado, to adorando ver essa nova Clara, melhor ainda ver a reação da Manu, que bom que ela mudou a postura e tá apoiando a Clara. Agora, vamos correndo ler o próximo capítulo, pois estou com muita saudade de ver a Clarinha e a Mari juntas.
Clarina sempre!
Bjuuu
Resposta do autor:
Ei Ana,
Essa fase é gostosa né, quando tudo começa a fazer sentido para você e se sente liberta para buscar a felicidade. Agora é torcer para que a Clara consiga reconquistar a confiança da Mari, que está muito abalada.
Derepente tudo fica mais bonito, com minha história favorita sendo postada novamente. Aiiiii, como to feliz. Partiu ler os capítulos que ainda não li. Obrigada Gi vc é MARAVILHOSA
BJOOOOOOOOOO
Resposta do autor:
Ei Jhulia,
Bom reencontrá-la aqui. Obrigada pelo carinho, viu
801 comentários · Mais recentes primeiro
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44 — Capítulo 44
Tb fiz minha contribuição para deixar essa história com todas as estrelas que ela merece! Beijos Gi, te adoro
Resposta do autor:
Obrigada, meu bem... vcs são muito fofas..
Beijos
44 — Capítulo 44
Gii, não comentei em todos os capítulos mas fiz questão de deixar as 10 estrelas, vc merece, essa história é Top Mil. Bjos
Resposta do autor:
Oh, que fofa..
Muito obrigada, meu bem, que gentileza!
Um beijo agradecido!
44 — Capítulo 44
Capítulos 43 e 44
Senhorita Gi Passionata ,
Agora que chegou-se nessa fase da bela estória, após essa acentuada tortura literária da autora, ( só os autores cativantes possuem o direito de abusar da imaginação dos fãs rsss, faz isso com carinho tá ?Acho que vc não é cruela, pega levinho com a ansiedade das meninas kkkk ) O tão aguardado reencontro explosivo entre: uma amadurecida pelo doloroso tempo e a distância mais que geográfica, Mari e a Clarinha, que reaprende a duras penas a caminhar quase sozinha; está sendo mais desejado do medalha de ouro em Olimpíada, coube a senhorita Passionata nos lançar nesse quebra-cabeças enigmático de peças minúsculas para descobrir o que acontecerá entre essas meninas lindas. Kkkkkk Tem ideia do qto chás calmantes, yoga , passes mediúnicos, mantras, correntes de orações estão sendo feitos para descobrir essa final de campeonato? rssss brincadeira viu ? Depois dessa longa estrada, percorrida com tantas alegrias e sofrimento , as expectativas não sessam .
Eis que ressurge a senhorita Passionata , cheia de criatividade e suspense ,pois nos fez ir ao aeroporto ver a partida Mari e o desespero da Clarinha ; visualizar o encontro com a Chiara ( italiana , gata , interessante , agradável e que está assumidamente caidinha pela loirinha, cujo coração ainda pertence a charmosa Brasileira); nos metralhou com perguntas subliminares dificílimas como : o que é o perdão, o que é o amor? Como retomar algo inacabado? Kkkk Não faço a menor ideia de como responder a indagações desse porte e se teorizar demais, as coisas ficam ainda mais complexas ; e vai sair tudo exatamente contrário do planejado kkkk . Na área afetiva, são tantas entrelinhas e coisas envolvidas que é melhor deixar acontecer naturalmente no seu tempo, tão intenso e ímpar quanto um curso de um rio, ao sabor do tempo.
Contemplo e analiso a maneira indireta da Senhorita Passionata demonstrar que depois de um insucesso inicial em um relacionamento, baseado em tantos altos e baixos corriqueiros no cotidiano de qualquer pessoa, herda-se um legado de aprendizado profundo; após reconhecida a debilidade emocional da Clarinha e resiliência da Mari, é o momento de cartas na mesa, pedido de desculpas , pois a chegada de um PERDÃO mesmo, requer um prazo indefinido para avaliar os estragos, ver o que pode ser reciclado e correr atrás loucamente de um SIM para vida ( pq todos nós somos portadores de um NÃO para tudo nesse planeta ), a fim de dar continuidade aos fatos; embora trate-se de “ficção”( acho que tudo tem uma base nas experiências dos autores rs), se Clarinha fosse uma pessoa próxima , a incentivaria agir como Rocky Balboa em I, II, III, IV ,V...C, kkkkkk a correr atrás, na frente , dos lados , por cima ou por baixo da Mari, marcaria “ duro “ como uma zagueira feroz ( detalhe, na vida pratica, adoro esportes mas já cheguei a conclusão que não sirvo nem para chutar uma bola rsss ), entretanto no quesito, retomada de objetivos dessa natureza ,vale essa dedicação. Coisas mal resolvidas, palavras não ditas, não são produtivas; logo é o momento de criar estratégias para mostrar o que pode ser positivo daqui para frente; “ cada um de nós compõe a sua história , carrega o dom de ser capaz e ser feliz ” , já dizia Almir Satter,logo segue a luta rss.
Depois de atravessar o oceano , Mari tentando se esquecer o que continua vivo , recebe um ataque sutil rss da Chiara ( acho fofinho esse jeitinho meigo, paciente , recatado de demonstrar para loirinha essa aura de pré-paixão e que vai ganhando densidade); sei não viu dona Passionata... a bela ragazza que se cuidasse e fosse procurar outra loirinha perdida por ai rsss ,porque Clarinha Tomb Raider , está de volta kkkkkk.
Só deixaria o caminho absolutamente livre , se essa decisão partisse de Mariana, em não querer nem me ouvir (embora recorreria até o céu para um reapreciação do mesmo fato rs ) ; óbvio que as magoas não se apagam facilmente , mas existe um sentimento forte, cuja intensidade merece uma nova oportunidade ( adoro as duas personagens, as defendo até onde possa rsss , não consigo “gostar” da ideia de dissociá-las), embora tenha plena consciência de que jamais poderia a viver nada que não quisesse, sentimentos simplesmente acontecem, podem até ser semeados, cultivados , mas os frutos só serão colhidos se houver abertura e reciprocidade para tal .
Mergulhando nos ensinamentos da vida , se fosse Clarinha , me vestiria de humildade, tomaria injeções de coragem em doses elevadas e me abriria completamente e deixando claro o quanto amadureci ( abandono da fase Macabeia ), agiria como Clarice Lispector, uma mulher destemida, fantástica que viveu durante muito tempo de aparências e decidiu romper com as regras da sua época, visando ser apenas ela mesmo, original , aberta ao mundo concreto , onde amar é inexplicável . Gosto de uma passagem dela que acho que é mais ou menos assim ( desculpe , só q não lembro do trecho todo e vou deixar o São Google descansar rss) :
[...] Sou como me vê . Não me mostre o que esperam de mim porque vou seguir meu coração, não me façam ser o quem não sou.
Não me convidem a ser igual porque sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade . Não sei viver de mentira . Não sei voar de pés no chão . Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para sempre [...]
Não me perdoaria se não demonstrasse o quanto Mar foi e é importante , o tamanho da revolução que provocou nos meus conceitos .. evidenciando a metamorfose que introjetou em mim; as lentes que trouxeram novos ângulos para viver; ainda que não ficássemos juntas, esclareceria esses nada acontece ao acaso , porque enxergo que é preciso passar as provações da vida, se não o que seria de nós, sem ter o que meditar, nosso sentido na vida ; os encontros e desencontros da nossa existência ?Nenhuma borboleta , sai para o mundo sem ter passado por um casulo que promove o surgimento de suas belas formas e cores. As paixões avassaladoras que se transformam em solidificação do amor, ou que simplesmente acabam , se modificam e/ou igualam-se, enfim é um o processo dinâmico imprescindível para construção do SER HUMANO.
As histórias nos encantam de tal forma , que acabamos por vivenciar cada emoção das personagens; rss esse crescimento não é só das personagens e /ou das autoras, asseguro que muitas fãs estão meditando sobre a delicadeza do contexto dessa narrativa, destacando-se pelo fato de trazer essa Clarinha repaginada, cheia de ânimo para encarar a vida com as intempéries do tempo. É um gesto belo da sua parte, dona Gi, partilhar esse romance com as meninas que muitas vezes estão confinando sentimentos semelhantes e por vários motivos não tem onde se abrir e /ou passaram por experiências parecidas e que precisam de um empurrãozinho para seguir em frente.
Reitero que emocionei infinitamente com essas todas essas etapas, desde o tesouro adorável que foi a carta de Mari... todas as cartas de amor são ridículas e não seriam ridículas se não fossem cartas de amor rs [...]; desculpe , mas não resisti kkkkkk ficou essa lauda com um “ar” de Fernando Pessoa com um toque contemporâneo, demonstrando o quanto o fabuloso amor ultrapassa gerações e se repete com o seu jeitinho ímpar , muito tocante ! Fazendo uma retrospectiva na sua historia, fico sem palavras para esse encontro da Clarinha com os pais e a irmã foi tocante demais , quando reli, chorei (sou bobona emotiva mesmo rs), diante de ver um pai demonstrando toda sensibilidade de enxergar o quanto a felicidade de uma filha é maior do que as barreiras do preconceito não tem preço; lindo e fofo infinitamente senhorita Passionata.
E ainda tem esse suspense de bônus extra rsss , é interessante porque induz uma reflexão, dentro de um tempo bem cultivado, quase que amadurecido como um vinho em barris de carvalho, evidenciando como podem ser conturbadas as relações humanas, ponto para essa autora célebre. Torço para que esse casalzinho fofo, fiquem juntas ( sou fã incondicional das duas rsss ) e que o tão esperado felizes para sempre aconteça .
Bjs Elétricos
Flora Elgarten
Ps1: Desculpe pela demora em vir aqui, nessa nova casa, só dá tempo de comentar em blocos rs, a vida vai voltando para os eixos e a correria voltando a ativa ; faço birra porque não tenho nem um elfozinho para me socorrer kkkkkk , brincadeira viu dona Passionata?
Ps2: Que venha Veneza em grande estilo. Gi, por favor não frustre as românticos contumazes como eu rsss ( brincadeira, moça , abuse da sua licença poética ) ;não acho justo tantos olhares e sorrisos se perderem definitivamente ;
Ps3: Perdoe minhas loucas divagações, mas adoro vir aqui e deixar as minhas divagações insanas fluírem rsss absolutamente sem regra e cheias de erros ortogramaticais rssss , vão pedir minha cabeça pelos atropelos do português clássico kkkk se for rever os meus fluxos de pensamento , percebo o quanto espanco a nossa língua pátria rsss .
PS4 : Eu que te pergunto... quando teremos a publicação desse livro rs ?
Ps5: Dra Anastacia , muito bom revê-la por aqui , prova de que a senhorita Ariana intensa, consegue colocar esse tipo de literatura nas suas prioridades rssss , por favor , tem noticias de Sweet Word? Saudades de in love with my boss , sinto falta da nossa triangulação por aqui ...
Resposta do autor:
Ei, minha filósofa querida,
Acabo de me dar conta que não é possível postar uma resposta tão grande, rsrs... perceba que minha réplica foi cortada, lá no comentários anterior. Por tanto, responderei em forma de comentário, como eu fazia lá no ABCles, ok?
Obrigada. Beijinhos.
44 — Capítulo 44
Gi , Passionata
Mini-Tratado ( rs ) sobre os Cap 41 e 42 // 43 e 44
Capítulos 41e 42 :
Ao ler esses saborosos capítulos ... comecei a tecer minha divagações sobre esses altos e baixos da vida e me veio automaticamente um trechinho de uma música de Gilberto Gil (http://letras.mus.br/gilberto-gil/16134/), que associei com o esse momento da Clarinha :
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que ficar a sós
Tenho que apagar a luz
Tenho que calar a voz
Tenho que encontrar a paz
Tenho que folgar os nós[...]
Fiquei feliz, com a saída da Clarinha desse estado letárgico, momento crucial de reavaliação da vida, que entre poucos acertos e diversos erros, vai promovendo uma mudança nessa personagem desorientada emocionalmente; para nossa alegria, essa morena começou despertar para vida concreta, porque viver nessa instabilidade angustiante de incertezas foi terrível. Talvez não entendam o porquê intercalo essa letra... mas havemos de convir que: se refazer é muito mais complicado do que partir do marco zero de qualquer coisa, embora a característica camaleônica das pessoas ajustem-se as necessidades, nem sempre trocar de pele é tranquilo. Quantas vezes precisamos nos perder? para nem sempre nos reencontrarmos ? Não existe o que é certo ou errado... O tempo sempre nos obriga aos seus enigmas, porque é uma entidade poderosíssima, sem rumo definido, mas que traça rotas nas vidas das pessoas.
A Clarinha não escolheu magoar Mari, seu grande amor, seu primo Alex , o Fred , muito menos os demais membros de sua família ou pior ainda, se ferir com a lâmina tão afiada e pontiaguda como é a consciência desajustada. Criou um labirinto, gerador de um efeito em cascata de insucessos que terminou por atingir a todos, pagou um preço muito alto, temporariamente colocou em cheque: A SUA FELICIDADE.
Era preciso um momento só seu, desnuda, livre de pressões e amarras para colocar as ideias mais ou menos em ordem, porque chamam-nos de racionais... E quem em matéria de afeto consegue ser absolutamente cartesiano? Entenda-se que não se tratava só da perda do amor-próprio, mas de deixar escapar por entre os dedos todos aqueles que lhe faziam bem. É apropriado correr o risco de perder quem se ama? em nome do quê? Ou de quem?
Dos desejos, dos receios[...]
Tenho que ter mãos vazias
Ter a alma e o corpo nus
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que aceitar a dor
Tenho que comer o pão
Que o diabo amassou [...]
Tenho que me ver tristonho
Tenho que me achar medonho
E apesar de um mal tamanho
Alegrar meu coração[...]
Imagino que muitas fãs desejaram matar Clarinha, de inúmeras formas, pois como não enxergar o amor de Mari, escancarado bem ali na sua frente? E quantas vezes isso se sucede ao longo de nossa existência? Temos que lembrar de um detalhe importante: Clarinha é humana (http://letras.mus.br/milton-nascimento/47402/) , viveu amargamente seu momento “ EU CAÇADOR DE MIM” ... e no íntimo de cada um, a maneira de desorganização de sentimentos acontece de uma forma distinta, logo, o óbvio nem sempre é coerente, mesmo que o tal “GPS sentimental” existisse rs e fosse atualizado via o satélite mais preciso do mundo, tem coisas que talvez , só o mais rudimentar relógio do Sol pudesse auxiliar, é o torturante passar das horas que tende a favorecer esse lento processo de reencontro com si mesma.
Acordar dessa hibernação, a fez perceber o quanto o egoísmo, ciúme (http://letras.mus.br/etta-james/19579/) , orgulho e a falta de dialogo podem ser destrutivos; sem contar que tentar prever o que se passa na cabeça dos outros nem sempre é benéfico. Foi claro perceber o quanto esses elementos iriam interferir em toda sua vida ( sem esquecer que todos os leitores, estão de fora da situação) ? Mexeu em toda sua estrutura; alguém quer passar pela mesma coisa? Tantas lágrimas e sofrimento para uma coisa que poderia ser simples (o amor, paixão, atração, seja lá que denominação queiram dar), se não crescêssemos ouvindo que gostar de alguém fora do padrão “aceito pela Sociedade “ é errado, condenável, pecaminoso rsss e nisso incluam qualquer tipo de relação com uma pessoa tida no mínimo como “ estranha”. Um detalhe mais que fundamental é o direito de Clara, se reerguer e tentar consertar os seus erros; todos merecem uma segunda chance, com ela não deve ser diferente, Saint Exupèry , em O pequeno príncipe disse algo que traduz esse período da advogada e nos ajuda a não fazermos julgamentos equivocados :
“É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou. Entregar todos os teus sonhos porque um deles não se realizou, perder a fé em todas as orações porque em uma não foi atendido, desistir de todos os esforços porque um deles fracassou. É loucura condenar todas as amizades porque uma te traiu, descrer de todo amor porque um deles foi infiel. É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo. Espero que na tua caminhada não cometa essas loucuras. Lembrando que sempre há uma outra chance, uma outra amizade, um outro amor, uma nova força. Para todo fim um recomeço.”
O processo de reconstrução do indivíduo, requer mais que fatos novos ou mesmo reflexivos, exige uma mudança de ângulo e atitudes que proporcionam um outro fôlego, o uso de armaduras imaginárias de titânio ou fibra de carbono para suportar a cobrança dos que o cercam, sem nunca abrir mão de tentar ser feliz . Não se pode perder de vista, que modificar o pensamento solidificado durante anos não acontece em um simples piscar de olhos, é fundamental ter um arsenal de analgésicos, antissépticos potentes, além de uma equipe de saúde multidisciplinar para tentar iniciar a cicatrização de feridas dilaceradas; destacando-se que deve-se evitar que essas passem de agudas para crônicas. E por mais que doa esse tratamento, tudo vale a pena se a alma não é pequena, já dizia Fernando Pessoa, se ela conseguiu chegar até aqui... que siga em frente e lute para ter o seu amor de volta, integro e sublime, como todo ser humano merece, nada pela metade.
Padre Fábio de Mello , costuma dizer que devemos ter coragem de dizer NÃO ao que nos aprisiona; e a morena negar os seus sentimentos por Mariana para si mesma, foi a pior forma de tortura extremada, para sufocar algo que explodiria mais cedo ou mais tarde, transbordando como uma tempestade torrencial de emoções . Um momento apaziguador de Clarinha (pessoa integra, como defeitos e qualidades como todo ser humano, mas que temia a magoar seus pais, como uma boa filha amorosa se sentiria, ao revelar sua opção sexual para os seus genitores conservadores), reuniu a dignidade e contou a verdade para os pais, ahhh que sensação de alivio hein??? Quem já passou sabe o quanto pode ser desastroso, um ato desses , no entanto é indispensável para quem pretende tocar a vida sem carregar o peso do mundo nas costas, poucos devem ser os calvários maiores do que um segredo dessa natureza.
Jesus Cristo, não julgou nem condenou ninguém, porque a família o teria que fazê-lo? É interessante ressaltar que quando a autora, mencionou a passagem da Bíblia ( Parte da Carta de São Paulo aos Coríntios , capitulo13) , falava em [...] um amor paciente, bondoso, que regozija-se com a verdade ;tudo desculpa, tudo crê. Tudo espera e tudo suporta [...] é assim que devem ser os pais (sabemos que na vida real, as coisas ganham outros contornos, pois existem pais de todo tipo).
Amar os seus filhos do jeito que são, sem tentar mudá-los; interferiram ao longo da vida, auxiliaram na formação do caráter e numa hora dessas, onde o acolhimento é extremamente importante lhes virariam as costas? Onde fica o aspecto cristão? Passado o choque inicial como esse da mãe da Clarinha e o “certo conformismo do pai, se os filhos são amados, os pais terminam por reconhecer que a felicidade não tem modelo, pode ganhar formas variadas.
Hoje, com a maneira de encarar os acontecimentos que possuo, se fosse minha filhinha (o) , ao invés de um genro, ganharia uma nora rsss, é uma tentativa bem simplista de ver os fatos; no entanto quanto maior for o alarde, piores serão as consequências; a repercussão nunca é das melhores . Claro que os pais não querem passar por isso, é complexo saber que seu ente querido fica suscetível a ser apedrejado em praça pública, ainda que muita coisa tenha evoluído, porque a Sociedade pode ser muito cruel, desrespeitosa da opções alheias, no entanto é momento de dar as mãos, o colinho, os afagos que forem precisos e lutar juntos para fazer a mudança de pensamento (das regras estáticas) que necessitam de transformações.
Se os pais só são capazes de amar os que tiram as notas mais altas, os que só conhecem o topo do pódio, os esteticamente cumpridores de uma padrão (questionável), os que são hetero; diria que essas pessoas, precisam rever seus conceitos em sentido amplo do que significa AMOR. O que fazer com as pessoas que possuem alguma síndrome? Os que gostam do rosa e não do azul? Os que gostam do rosa e do azul ? Os que são magrinhos demais? Ruivos?Baixinhos? Sedentários? Negros? Altinhos? Gordinhos? Desportistas? Pagodeiros ?Brancos? Católicos? Metaleiros? Protestantes? Mulçumanos, Veganos? Espiritas? E assim por diante, são indivíduos, dotados de sentimentos, com características imperfeitas que nos encantam. Não se fabricam seres humanos em série e graças a Deus que funcionam assim, essas singularidades promovem a mágica da vida e só crescemos interagindo com os demais, trocando experiências, nos doando, permitindo uma abertura para viver intensamente.
Destaque mais que merecido para redescoberta do indiscutível e protetor amor fraterno entre Manu e Clarinha... a cumplicidade , o perdão entre irmãs, o apoio e acima de tudo : a tão desejada tolerância, ainda que tenha custado tanto, mas o tempo mais uma vez interviu e demonstrou que nem tudo na vida pode ser moldado para formas que atenda aos nosso padrões. Esse encontro entre as irmãs foi de uma delicadeza e reafirmação de um sentimento entre ambas que transcende “o convencional “, Manu percebeu que o destino e a felicidade da irmã só pertenciam a ela, cabendo a Fisioterapeuta, simplesmente respeitar ; lindo, emocionante e necessário esse ato de vínculos reatados após esse vendaval transformações.
Tenho que me aventurar
Tenho que subir aos céus
Sem cordas pra segurar
Tenho que dizer adeus
Dar as costas, caminhar
Decidido, pela estrada[...]
A partir dessa fase da narrativa, só nos resta ler e analisar o abismo preste a acabar entre a loirinha quase ”italiana” e a essa moreninha fofa que está se reconstruindo tijolinho por tijolinho, alicerces colocados equilibradamente um a um; porque sabemos o quanto requer esforço levantar uma muralha com abertura apenas para o que é bom; não se atinge a torre de um castelo sem percorrer todos os degraus até o cume; aguardo a licença poética da autora nos presentear com mais capítulos interessantes.
As demais fãs , já lhe cobrem com tantos elogios , que o máximo que posso afirmar é que são verídicos rs ; chegar até essa fase da estória com tanto carisma , não seria possível se a Senhorita Passionata, não nos envolvesse tanto após o triste fim do Abcles, parabéns por arrastar uma legião de admiradoras do seu trabalho para esse novo espaço.
Bjs
Flora Elgartën
Ps1 : Desculpe pelos tamanhos dos comentários em etapas , não foram propositais rss , falta de tempo associado a fim do site resultou nesses textos divagatorios ! rsss
Resposta do autor:
Olá minha querida filósofa,
Hoje a filosofia veio em peso, hein, rsrs... foram muitas as suas divagações, espero conseguir apreender tudo. Então vamos lá...
Acho que compreendi o sentido em colocar a música do Gilberto Gil para falar desses capítulos. Pois, se eu não estiver enganada, rs, você quis mostrar que para nos encontrarmos é necessário ficar só, falar consigo mesma, desfrouxar os nós, para que tudo fique mais claro. Esse fato vai ao encontro do momento vivido pela nossa advogada, que viveu muito tempo perdida em seus próprios medos e convenções sociais.
É importante fazer essa introspecção para se conhecer melhor, contudo, também é importante estar atenta aos fatos da vida, pois esses têm o poder incrível de nos impulsionar para fora da nossa zona de conforto, do nosso casul
21 — Capítulo 21
Amanha volto p comentar mais afinal ja li varias vezes os capitulos. Vc merece Gi
Bjkas
Resposta do autor:
\o/
Oba, volte sim, ficarei feliz, rs
Beijos
18 — Capítulo 18
1000 estrelas pra vc, autora linda
Resposta do autor:
*-*
Obrigada! ;)
17 — Capítulo 17
Sou do time que quer colocar essa história no topo. Merece isso, no abc era assim.
Resposta do autor:
Ah, que graça... obrigada viu! Vcs são demais!
Beijos
44 — Capítulo 44
Amei o capítulo Gi, mas precisa parar justo ai? rsrs.
Perfeito como sempre seu conto tem um tempo certo para cada coisa e eu adoro isso. Por isso aguento esse suspense todo, hehehe
Obaaa amanhã tem mais e estarei aqui ansiosa! Bjkas
Resposta do autor:
Rsrs, precisava para dar mais emoção, não foi maldade, juro, rsrs
Obrigada, meu bem!
Beijos
1 — Capítulo 1
Resposta do autor:
Ei Patty,
Vamos ver se a Mari perdoará... amanhã vcs descobrirão. Acalme esse coração, rs
Beijos
44 — Capítulo 44
Nosssssa aguenta coração, mas um capitulo maravilhoso a Gi não decepciona. Essa chiara ta mesmo afim da mari, so que esse coração ja tem dona e vem buscar o que é seu por direito. Anciosissima por mais o proximo sera imperdivel.
Um abraço Gi.
Resposta do autor:
Ei Luane,
Aguenta esse coração, pois ainda tem muita história, rsrs.
Ah, obrigada, minha querida. Amanhã postarei o novo capítulo.
Um beijo!
44 — Capítulo 44
Estou super ansiosa para o próximo capítulo.
Será que a Mari vai perdoar a Clara? rs
Por favor não demore a postar o próximo, beijos!
Resposta do autor:
Ei Bruna,
Amanhã terá capítulo novo, viu.
Será que a Mari perdoará? Não sei, como disse, tenho perda de memória recente, rsrs... Mas logo você saberá.
Beijinhos, até mais
8 — Capítulo 8
Morro de rir com os pensamentos da Clara.
O primeiro beijo e a primeira noite de amor foram lindas!
Mais uma vez, parabéns, querida!
Essa tua história me encanta demais!
Beijo grande
Resposta do autor:
Clarinha e suas confusões internas, rsrs
Ah, eu que agradeço por estar prestigiando minha história. Fico muito feliz com seus comentários.
Obrigada, mais uma vez.
Beijos
7 — Capítulo 7
Aproveitando esse friozinho pra continuar relendo essa delícia.
Mari sempre me encantando!
Beijooo
Resposta do autor:
Ah, esse friozinho tá uma delícia, né...
Que bom, sempre fico feliz por isso. Obrigada!
Beijos
44 — Capítulo 44
Ei Gi,
Um capítulo para aumentar nossas expectativas e deixar a imaginação fluir. É muito interessante observar os pontos de vistas mais divergentes quando o assunto envolve tantos sentimentos complexos como os que permeiam essa relação entre a Clara e a Mariana. Realmente encanta-me essa forma de interação.
E o que esperar desse reencontro? Será que estamos falando da dimensão do verdadeiro amor e até onde ele pode ir? (Até onde ele pode ir? Rs); O que ele é capaz de suportar? Onde termina o VOCÊ e começa o EU? É possível construir um NÓS? E o perdão? Está ele intrinsecamente relacionado ao amor?
Perguntas difíceis, eu sei... Mas quem já não as fez?! Será que existem repostas corretas ou erradas? Claro que não... A verdade de cada pessoa é única! E nunca existirá um questionário milimetricamente elaborado que nos dê a resposta.
Então, Gi, deixe que a inspiração que lhe fez criar personagens tão intensos, guie sua pena... Acredito que muitas vezes o personagem pode ser apenas uma extensão do seu criador; contudo, algumas vezes, eles ganham vida própria e fazem o que bem entendem, rsrs. O que esperar então?! Rsrs
Aguardando, como sempre!
Beijos,
Anastácia.
Resposta do autor:
Ei, minha querida Anastácia,
Já disse que amo seus comentários, não é mesmo? Sempre traz tanta reflexão. Esse não foi diferente. Sâo tantas perguntas, das quais não temos uma resposta pronta. Até mesmo depois de muito pensar fica difícil responder essas perguntas tão filosóficas. O certo é isso que você falou, não existem respostas erradas, pois cada pessoa possui sua verdade. (Adorei isso, para variar, rs), e todos nós já fizemos essas perguntas complexas ao longo da vida. Acho que isso é o principal, questionar-se, nunca deixar que as perguntas sejam esquecidas ou guardadas, é fundamental fazê-las.
Qual é a dimensão do amor? Acho que cada pessoa tem uma resposta para isso e a resposta também pode mudar ao longo da vida, das situações que vão se descortinando para cada indivíduo. Sem dúvidas que para a Clara, essa dimensão tornou-se grandiosa, dado todo o processo de negação de um amor que já existia em seu interior. Contudo, tem a outra parte, que também possui uma dimensão afetiva, que talvez esteja agora em outro plano. Ou não, talvez, no mais profundo do seu ser, nunca tenha deixado esse amor de lado. Enfim, minha estimada leitora, somente Clara e Mariana poderão solucionar essas questões, rs.
Ah, eu também fico aqui pensando no quão interessante são todos esses pontos de vistas diferentes sobre a história. Acho que tudo o que envolve sentimento causa isso nas pessoas. Essa subjetividade me encanta, cada pessoa possui sua bagagem e uma personalidade própria, que faz com que surja uma gama de opiniões. Adoro isso
Sim, acho que ao longo da história os personagem vão ganhando vida própria, surpreendem o leitora e até mesmo a autora, rsrs... Como pode? rs
Beijos, obrigada!
Giovanna.
44 — Capítulo 44
Gi,
História ca vez mais empolgante e bem tramada. Perfeito! Sempre com o gosto de quero mais ...
Resposta do autor:
Olá Mila,
Ah, muito obrigada, fico feliz em saber! Amanhã tem mais, tá?
Um beijo, minha querida!
44 — Capítulo 44
Que maldade parar ai Giiiii, não acredito! Será que é a Clara?? Ai meu coração, por favor, diz que é, essa duas tem que ficar juntas logo, mta saudade.
Mais um capítulo perfeito, vc é demais Gi, uma escritora de talento único, sempre nos envolve, nos deixa curiosa e querendo mais. Parabéns, até o próximo capítulo. Beijo
Resposta do autor:
Foi maldade? Não percebi, rsrs
Brincadeira... mas é bom um toque de suspense. Logo você saberá, aguente só mais um pouquinho, amanhã tem mais.
Muito obrigada pelos elogios, de coração.
Beijos
44 — Capítulo 44
Giiii, a Chiara tá muito empenhada em conquistar a Mari, o que será que vc vai aprontar?? Nossa, tô mto curiosa, como vc para o capítulo nessa parte? kkkkkkkk. Adoro esse suspense, minha imaginação vai trabalhar hoje. Parabéns, autora querida, vc sempre detona, história perfeita. Amo de paixão.
Beijus Gi
Resposta do autor:
Ei Jhu,
Sim, a Chiara tá empenhada mesmo... então, o que acontecerá? rsrs... Logo vc saberá.
Que bom que gosta desse suspense, isso aí, coloca a mente para trabalhar, pode imaginar livremente, sem limites. ;)
Muito obrigada, minha querida.
Um beijo
43 — Capítulo 43
Amei o capítulo. Esse momento foi tão esperado, to adorando ver essa nova Clara, melhor ainda ver a reação da Manu, que bom que ela mudou a postura e tá apoiando a Clara. Agora, vamos correndo ler o próximo capítulo, pois estou com muita saudade de ver a Clarinha e a Mari juntas.
Clarina sempre!
Bjuuu
Resposta do autor:
Ei Ana,
Essa fase é gostosa né, quando tudo começa a fazer sentido para você e se sente liberta para buscar a felicidade. Agora é torcer para que a Clara consiga reconquistar a confiança da Mari, que está muito abalada.
Beijos, obrigada!
43 — Capítulo 43
Ai, que tudo ver a irmã a Clara fazendo as pazes com ela. Perfeito demais. Bora ler o próximo, to ansiosa. Já pode ir postando o 45 kkkkkkkk
Resposta do autor:
Finalmente a Manu cedeu... é muito bom ter a aceitação de quem a gente ama! Momento único para a Clara.
Beijinhos.
Amanhã tem mais.
1 — Capítulo 1
Derepente tudo fica mais bonito, com minha história favorita sendo postada novamente. Aiiiii, como to feliz. Partiu ler os capítulos que ainda não li. Obrigada Gi vc é MARAVILHOSA
BJOOOOOOOOOO
Resposta do autor:
Ei Jhulia,
Bom reencontrá-la aqui. Obrigada pelo carinho, viu
Um beijo