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A volta do amor que nunca se foi por priskelly

Ver comentários: 1

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Palavras: 2985
Acessos: 388   |  Postado em: 11/05/2026

Capitulo 12

Por Hanna

NO FIM DE SEMANA

 

Uma vez li em algum lugar que tudo o que enfrentamos no agora, serve para nos empurrar pra mais perto da vida que sonhamos viver. Nem que seja dando um passo por dia. E era mais ou menos isso que sentia em relação aos meus dias, desde que Marcela retornou ao Brasil. Eu que sempre sonhei com a possibilidade de tê-la de volta, sentia que nunca estive tão perto de tornar isso real quanto tenho a chance agora. Contudo, as coisas não eram tão simples. Vivíamos em uma montanha russa de emoções desorganizada. Hora sentia que estávamos evoluindo, e logo em seguida vinha o retrocesso. Às vezes batia o desânimo, o desencorajamento de arriscar, o medo de seguir sonhando. Mas em seguida vem a lembrança do tempo perdido, e a certeza que o impossível às vezes é só receio de tentar. 

– Eu ainda não estou certa do que estamos fazendo. Essa é a primeira vez que passo dias longe da Gabriela. Por que deixei você me convencer disso? – Resmunguei para minha irmã.

– Não seja insegura, Hanna. Gabi vai ficar com mamãe e papai. Ela adora os avôs, e eles cuidam muito bem dela. Além disso, vai ser bom para você.  Você também merece tirar um momento para si mesma. Confia! 

– Eu concordo! Desde que… Bem, você sabe. Desde que tudo aconteceu, você vive em torno da maternidade. Não que seja errado, mas também não é nenhum pecado viver um pouco fora dessa bolha. – Renata afirmou com convicção.

Eu tinha que admitir que elas não estavam erradas quando diziam aquilo. Desde o nascimento de Gabriela, minha função e prioridade era cuidar da minha filha. Não existia tempo, tão pouco interesse em outra vida que não fosse a da maternidade inesperada. Contudo, eu não reclamava por viver em função de Gabriela. Pelo contrário, eu realmente gostava de desempenhar meu papel de mãe. Tudo bem que nada daquilo foi planejado, mas nem por um momento no presente eu imaginava minha vida sem Gabriela. 

No entanto, eu tinha sido convencida por Micaela, que naquele fim de semana o melhor seria deixar a pequena sob os cuidados dos meus pais. Não que minha irmã achasse que a sobrinha atrapalhava a em algo. Mas ela é Renata tinham levado a sério aquela ideia insana de passar o fim de semana somente entre amigas. Nem mesmo Robson tinha sido convidado a se juntar conosco. 

Eu entendi o que aquelas loucas estavam tentando fazer. E embora ficasse agradecida pelo o apoio, tinha receio que as coisas não acontecesse, como elas esperavam. Alguma coisa em meu coração dizia que algo aconteceria e fugiria totalmente dos planos traçados por Micaela e Renata. 

– Eu sei o que vocês estão tentando fazer. Fico agradecida com o apoio, mas não sei se isso vai dar certo.

– Bem, nunca negamos o que estamos fazendo, não é? Vamos lá, irmã. Não seja tão descrente. Vai ser bom para vocês ter um momento a sós longe da empresa. – Em meio a um sorriso, Micaela me encorajou acreditar.

– Micaela tem razão. Acho que as coisas tem tudo para funcionarem entre vocês. Só estão precisando de um empurrãozinho. – Renata parecia convicta.

– Sei! E precisava ser justamente lá? Gente, Marcela não tem as melhores recordações daquele lugar. – Argumentei com insegurança.

– Eu também pensei igual você quando essas malucas me convenceram entrar nessa. – Daniela passou o braço em torno do meu pescoço. – Eu realmente pensei que dessa vez ela chutaria nossos traseiros. Mas depois eu pensei melhor sobre o assunto. 

– E você faz isso? Quero dizer, você pensa? – Sorri! Eu adorava implicar com a baixinha. 

– Adoro o seu senso de humor. – Daniela mostrou o dedo do meio para mim. – Como eu ia dizendo, eu cheguei a conclusão que não pode ficar do que já está. Vocês já vivem entre tapas e beijos. O que pode acontecer para piorar a situação? 

– Pelo amor de Deus, Daniela. Ninguém nunca te disse que essa é uma pergunta proibida? – Fiz careta e meu peito apertou. – Tenho a superstição de que sempre que essa pergunta é feita, é como estar invocando uma entidade e então algo ruim acontece.

– Que bobagem! O máximo que pode acontecer é ela não aparecer. – Daniela olhou o relógio de pulso. – Vocês tem certeza que ela vem? Ela está atrasada!

– Ela vem! Eu me certifiquei de garantir isso. Contei com a ajudinha da mãe dela para conseguir convencê-la. Voltei apelar para o presente de casamento, garantindo que essa seria a última vez que poderia estávamos as cinco juntas enquanto ainda sou solteira.

Minha irmã segurou em minha mão e olhou fixo em meus olhos transmitindo segurança. Micaela era sem dúvidas a melhor irmã que eu poderia ter.

– Fica tranquila! Tudo vai dar certo. Eu sei que você tem receio que o lugar transmita o pior. Mas acredite, às vezes revisitar a história é necessário para entendermos onde nos perdemos de nós mesma. 

– E se ela não sequer vier? E se o desejo de tentar for apenas meu? – Engoli seco o sabor amargo da insegurança.

– No fim, se nada der certo, apenas deixe ir. Porque o universo também precisa perdoar aqueles que não deram certo. 

 

Por Marcela

“É necessário saber a diferença entre esperar o tempo certo e perder tempo. Erre, aprenda, mas faça! Não espere o fim do seu tempo para descobrir que perdeu tempo demais.”

Foi pensando no conselho que mamãe havia me dado noite passada, que resolvi enfrentar meus medos, traumas… meus sentimentos! 

Aos poucos, eu começava perceber que por mais que Hanna e eu, ainda vivêssemos aquilo que Daniela classificava como “Entre tapas e beijos”, as coisas já não eram como a princípio. A verdade é que eu já estava de guarda baixa a muitos dias. Algo havia mudado! Tudo tinha mudado!

– Eu acho que dessa vez você errou, Renata. Ela não vem! – Ouvi Daniela cravar com certo pesar em seu tom.

– É impossível! Eu estava tão segura. Marcela nunca foi exatamente o tipo de pessoa orgulhosa. 

Renata estava decepcionada, talvez não comigo, mas com si mesma por acreditar que não tinha alcançado o objetivo. 

– O problema é que Marcela mudou. Ela não é totalmente a mesma que conhecemos um dia. – Micaela concluiu, mas não existia acusação em seu tom. Era apenas uma aceitação.

Até aquele momento nenhuma delas se deram conta da minha chegada. Já que elas estavam convictas da minha ausência, eu poderia dar meia volta, não é? Ainda tinha tempo para isso. Mas meus pés pareciam cravados não no chão, mas na certeza de algo desconhecido, algo com o qual eu não podia lutar. Era como se parte de mim também desejasse descobrir onde aquilo me levaria. Era como se existisse um magnetismo de atração que sempre me levava até Hanna. 

Desde o início que aquela proposta foi lançada por Micaela, eu sabia exatamente o que elas estavam tentando fazer. A pergunta que me fiz foi: É eu, queria fazer algo a respeito? Passei o resto da semana pensando nisso e ponderando a decisão final. Eu não estava totalmente com o coração limpo aberto para aquela discussão, mas já era mais maleável. Como poderia não ser? Eu tinha cedido. Eu tinha cedido não apenas a Hanna, mas aos meus sentimentos que me forcei acreditar que tinham morrido quando na verdade estavam apenas adormecidos como um vulcão, e que após anos voltaram entrar em erupção. Eu podia até não gostar de ter quebrado todas as promessas que fiz a mim mesma durante esses anos. Podia odiar saber que Hanna ainda tinha algum tipo de domínio sob mim, e desejar lutar contra isso mesmo sabendo que era uma batalha perdida. Poderia tentar fugir, e assim fiz por muito tempo, mas do que adiantou todos os anos de fulga? Mas a verdade é que eu sempre fui o tipo de pessoa sincera comigo mesma. Eu sabia que não dava para negar que no fundo eu queria sim ultrapassar todos os limites, todas as barreiras criadas por mim mesma. Eu queria tentar, embora não soubesse se estava mesmo pronta.

– Vamos embora! O tempo está fechando. Vamos chegar tarde se demorarmos mais. – Hanna determinou para as outras com convicção, mas também um tanto decepcionada. 

– Tem um lugar vago nessa viagem. 

Todas olharam para trás em uma sincronia absurda. As expressões ao me fitarem variavam entre surpresa e satisfação. Mas foi no olhar dela que me perdi. Permanecemos em silêncio enquanto a troca de olhar falava por si só… Estávamos seguindo para qual direção? O inesperado parecia embriagante para nós duas. 

 

…

 

Durante o percurso enquanto Micaela dirigia com atenção, Renata e Daniela se encarregaram de comprimir bem o papel que certamente foi dado a elas. Nem por um minuto as duas permitiram que o clima ficasse estranho. Daniela especialmente. Ela sempre foi boa em ser cheia de graça. 

Contudo, acho que as coisas mudaram um pouco quando o carro se aproximou da entrada daquela casa. Meu coração batia acelerado demais para ser ignorado o que estava acontecendo ali. Eu só tinha experimentado essa sensação quando meus olhos pousaram nos de Hanna naquela sala de reunião. Eu me sentia sufocada, me sentia incapaz de reagir, falar, e até mesmo ouvir nada ao meu redor. 

Quando o carro estacionou, meus olhos me traíram quase que de imediato. E lá estava eu, observando a área externa onde ficava a piscina da casa. Durante todos esses anos, nada tinha mudado ali, e talvez isso tenha contribuído para se tornar mais fácil ser levada para o flashback daquele dia. Era como se eu estivesse assistindo diante dos meus olhos a cena que por anos me atormentou. Era como se as palavras estivessem sendo sussurradas no ente em meus ouvidos. 

Uma coisa era certa! Me dei conta que a cicatriz que antes tinha sido fechada, voltou a ser aberta. Talvez não com a mesma intensidade, porque definitivamente não era a mesma dor. 

– Eu sei! Sei o que você tá sentindo. – Só me dei conta que estava parada ali, quando Hanna se colocou ao meu lado. – Não sei se isso muda algo, mas também é minha primeira vez aqui desde aquele dia.

Aquela foi mesmo uma informação surpreendente. Ela sustentou meu o meu olhar, e assim como eu, também parecia atinginda demais. Definitivamente ela não estava mentindo!

– Por quê? – Questionei tentando entender.

– O tempo não cura tudo, mas ele é necessário. Ele te dá o espaço para decidir o que fazer com a dor. É por isso que estou aqui hoje. Porque sei que quero superar a minha dor, e fazer a coisa certa dessa vez. Acho que nisso concordamos, caso contrário você também não estaria. 

Hanna voltou a encarar a visão vaga em nossa frente que antes era ocupada pelas lembranças amargas. Em seguida ela olhou para o céu! O dia estava nublado, como se o céu anunciasse que algo estava para acontecer ali com nossa chegada.

– Eu não gosto de dias nublados. Na verdade, eu não gosto de chuva. – Aquilo parecia um desabafo. 

– Você costumava gostar de chuva. Quantas vezes você não se embrenhou na chuva sem se importar com nada nem ninguém? 

Quando seu olhar voltou a sustentar o meu, meu coração apertou sem qualquer explicação aparente. Era como se existisse em seus olhos, uma imensidão de tristeza. 

– Acho que descobri que dias chuvosos não são bons para mim. No dia que me perdi na mata, estava chovendo. Naquele dia, depois que você saiu dessa casa, inexplicavelmente o dia que antes estava ensolarado, ficou nublado e uma chuva imensa caiu. E… – Ela fez uma pausa dramática. Pensou, ponderou, e por fim silenciou. – Vamos entrar!

Em silêncio, seguimos lado a lado para a entrada da casa. Sem convicção alguma de como seria os dois próximos dias. 

 

 

Dia 1

 

Por Hanna

Desde que chegamos naquela casa, as coisas estavam surpreendentemente fluindo bem. Bom, pelo menos nenhum caos tinha ocorrido ainda, e considerando as probabilidades, isso era realmente algo a ser festejado. 

Nós cinco estávamos realmente aproveitando cada minuto desfrutando da companhia umas das outras. Eram fios de conversas paralelas, risos, ideias para o casamento de Renata, fofocas sobre o casamento de Micaela… Era de fato um momento entre amigas. Não existia nenhuma pressão com a qual Marcela e eu precisássemos lidar, pelo contrário, diferente do que podia ser imaginado, nossas amigas e minha irmã, não forçavam nenhuma cena ou coisa do tipo. Daniela que era a mais piadista, parecia decidida que ali seria diferente. Ela sequer mencionava nada que remetesse minha história com Marcela. Foi então que entendi… Elas não queriam forçar nada acontecer. Elas só queriam nos ajudar no processo de nos reencontramos conosco mesmo. Talvez porque o peso da história que nos envolvia, não ajudava em nada a relaxar quando estávamos juntas, e ali junto a elas, as coisas podiam ser diferentes. Não era sobre o lugar, mas sobre com quem se passar um tempo. 

– Por que está tão pensativa? Aconteceu algo que não estou sabendo?

Minha irmã perguntou enquanto me ajudava na cozinha. Renata havia nos convencido assistir um filme naquela noite. 

– Nada!

– Hum! Entendi. – Micaela permaneceu com atenção na tábua de frios que preparava. – Então… Fiquei feliz que você conseguiu vir. Isso mostra que você realmente amadureceu bastante depois de todo esse tempo.

– Hoje eu entendo que é apenas um lugar onde coisas ruins aconteceram. Mas isso não define nada, não é mesmo?

Micaela sorriu de canto.

– Você e Marcela estão progredindo bastante. Já são vinte e quatro horas sem brigarem. Olha que evolução. – Existia sarcasmo e divertimento em seu tom. 

– Há, há… Que engraçada. Acho que a convivência com Daniela tem te influenciado. – Impliquei a empurrando de leve.

– Agora é sério! Vocês não teve nenhum avanço? Quero dizer, não conversaram mais sobre vocês?

– Não tem muito o que conversar, Mica. 

– Como não? Hanna, muitas coisas ainda estão por serem ditas. Não dá pra viver trocando beijos pelos os cantos, e em seguida se estapeando pelas coisas mais bobas.

Suspirei! 

– Nós não vivemos nos beijando pelos cantos. – Fiz careta e ela ergue a sobrancelha em desafio. – Renata te contou sobre o dia na sala dela, não foi? – Revirei os olhos. – Vocês duas estão se tornando umas velhas fofoqueiras.

– Acho que toda a empresa já sabe que tem algo rolando. Quer dizer, Marcela parece detesta sua estagiária sem nenhum motivo plausível. Ela sempre foi ciumenta. Na verdade, vocês duas são. 

– Eu não sou ciumenta. – Rebati me defendendo. 

– Jura? Então acho que você não se importaria se eu contasse que Daniela estava querendo chamar a ruiva para vir aqui amanhã. 

A olhei rapidamente, mas antes mesmo que eu pudesse ameaçar todas as gerações possíveis de Daniela, Micaela riu com divertimento. 

– Que ridícula, Micaela. Eu realmente vou te proibir de andar com Daniela. Ela é uma péssima influência. – Revirei os olhos entediada. – Venha! Vamos logo com isso. Elas vão já começar nos gritar.

Fui a primeira em deixar a cozinha, sendo seguida por minha irmã que gargalhava feito uma idiota. Eu mereço! 

Ao chegar na sala, Micaela e eu, colocamos as coisas no centro. As outras três já pareciam bem acomodadas esperando apenas que retornássemos para dar o play no filme escolhido. 

Ao analisar em volta buscando um lugar para sentar, Micaela foi mais rápida quando ocupou o lugar ao lado de Renata. Daniela que estava no chão, seguiu o passo de Micaela, ocupando assim o terceiro lugar do sofá. 

Ergui a sobrancelha para as três patetas, que faziam aquela cara de anjo da asa quebrada. 

– Ops! Acho que sobrou para você o lugar ao lado de Marcela no outro sofá. – Dani disse e sorriu largo. 

Engoli seco! Por que elas precisavam ser assim tão óbvias? 

Nada respondi! Também não olhei para Marcela. Às vezes era desconfortável lidar com a nítida expressão de aversão que ela não conseguia esconder. 

Quando ia me sentar no chão, senti uma mão segurar meu pulso. Olhei para a dona daquele gesto e lá estava ela mal conseguindo esconder o quanto estava tímida. O rosto de Marcela estava tão vermelho que se eu não soubesse que era vergonha, certamente ficaria preocupada com a possibilidade de uma reação alérgica. 

– Senta aqui! – Ela disse quase em um sussurro. 

– Tem certeza? 

Ela não respondeu, apenas acenou em afirmação. 

– Ah, que fofo! – Daniela expressou, e vi o exato momento que Renata a beliscou e em seguida ralhou em um murmuro. 

– Fica quieta! Se colocar pressão, desanda tudo.

– Vocês são tão idiotas! Não é como se não estivéssemos ouvindo, sabia? – Marcela revirou os olhos. – Vamos logo começar assistir. 

Quem tinha tido a ideia brilhante de escolher um filme de terror? Eu simplesmente odiava filmes de terror e todas ali sabiam disso. A cada cena que passava, meu corpo estremecia em puro pavor. 

Quando percebi, tive minha mão estava unida a de Marcela. Não foi eu que buscou o contato, mas também não recuei quando ele veio até a mim. 

Nos olhamos e a princípio nada dissemos uma para a outra. Eu até sentia que meu coração acelerado tinha muito guardado para ser dito. Mas então lembrei de um conselho que mamãe me deu quando deixei Gabriela em sua casa antes de seguir aquela viagem. “A voz do amor é o gesto. Se é algo que vale a pena, seja paciente.”

Eu não sabia exatamente o que esperar do nosso próximo dia naquela casa, mas estava certa que o que tivesse de acontecer, fosse tudo ou nada, é porque era ser.

Fim do capítulo

Notas finais:

Uma ótima semana para todas ?


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Comentários para 12 - Capitulo 12:
Mille
Mille

Em: 11/05/2026

Oi pri


Adoraria reler a história,  mais a letra veio tal pequeninha kkk nao consigo aumentar a fonte. 


Mais gostei do seu retorno 


priskelly

priskelly Em: 12/05/2026 Autora da história
Oieee...

Como vc tá? Espero que bem!

Eu bão tinha percebido essa questão da fonte. Antes eu escrevia pelo o notebook, e atualmente estou escrevendo pelo ipad. Acredito que tenha alguma diferença na configuração ao copiar do arquivo e colar aqui. Mas hoje tentei aumentar a fonte. Espero que esteja melhor para vc conseguir ler e seguir acompanhando essa jornada.

Bjus!


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