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Depois eu te conto... por Nadine Helgenberger

Ver comentários: 3

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Palavras: 2105
Acessos: 288   |  Postado em: 10/05/2026

Capitulo 38

 

O aeroporto tinha ficado para trás há quase quarenta minutos e, ainda assim, Fedra continuava com a sensação física de despedida agarrada ao corpo. Sentada junto à janela do comboio que seguia em direção a Brussels-Luxembourg railway station, observava Bruxelas desfocada no vidro molhado, enquanto tentava convencer-se de que estava apenas cansada. Soltou o ar com força, ao se dar conta de que não era cansaço e sim ausência.

Aquela ausência muito específica que aparece depois de dias intensos e tranquilos ao mesmo tempo. Dias em que alguém passa a ocupar espaço na tua rotina sem esforço, e Sabrina tinha essa habilidade como ninguém.

Apoiou a cabeça no vidro frio e fechou os olhos por um instante. Conseguia sentir o peso dela abraçando-a no aeroporto minutos antes. A forma como lhe beijara a testa demoradamente, quase como se também estivesse a adiar a partida. Sorriu apertando o casaco contra o corpo.

"Três dias passam demasiado depressa contigo." Sabrina repetira a mesma frase algumas vezes agarrada ao seu braço enquanto caminhavam pelo aeroporto.

Ela tinha rido na altura porque não confiava muito em si mesma para responder. Agora arrependia-se um pouco. Queria ter dito tanta coisa...

O comboio avançava pelos bairros de Bruxelas e ela reparava que tudo parecia ligeiramente deslocado. As mesmas ruas, os mesmos edifícios europeus de vidro e aço, os mesmos cenários, mas qualquer coisa tinha mudado.

Quando saiu na estação e começou a caminhar até ao apartamento, o frio bateu-lhe no rosto com violência suficiente para a puxar de volta à realidade. Apertou melhor o casaco e atravessou as ruas de Etterbeek devagar, passando pelos cafés onde tinham estado, pelas esquinas onde ela lhe segurava a mão automaticamente ao atravessar a estrada.

Bruxelas agora tinha memórias com ela...

Subiu as escadas antigas do prédio já sem a energia disciplinada que normalmente mantinha depois do trabalho. Tirou as chaves da bolsa, abriu a porta e ficou imóvel no corredor durante alguns segundos.

Silêncio.

Mas não um silêncio vazio, e sim carregado de ecos recentes.

A manta terracota esquecida no sofá, dois copos ainda sobre a mesa da sala, o romance açucarado dela pousado aberto ao contrário no braço do sofá. Sorriu ao pegar o livro em mãos e lembrar-se do dia em que descobrira que sua namorada adorava romances clichês e com finais felizes.

            -E agora, ela vai ler o quê durante o voo? Ah, essa cabecinha que vive esquecendo coisas pelo caminho. -Sorriu ao pousar a bolsa no sofá.

Olhou ao redor para constatar que a casa parecia ainda habitada por ela. Conseguia ouvir as risadas das duas na cozinha, as conversas demoradas antes de dormir. O som dela a abrir armários sem saber onde estavam as coisas. Por alguns dias aquelas paredes tinham deixado de ser apenas funcionais. Tinham sido testemunhas de momentos felizes.

Caminhou devagar pela sala, tocando distraidamente nos objetos fora do lugar, como se reorganizá-los demasiado depressa pudesse apagar alguma coisa importante.

À porta do quarto, a sensação de vazio foi ainda pior. Lá dentro, soltou um suspiro involuntário ao encontrar os lençóis ainda desalinhados, a almofada dela no chão, a luz suave do fim da tarde entrando pelas janelas altas.

Foi até à cómoda e encontrou a pulseira esquecida ao lado dos livros. Sorriu imediatamente.

-Claro que esqueceste isto e daqui a pouco telefonas aflita querendo saber se o deixaste aqui...ai essa cabecinha que é perfeita para umas coisas e para outras...

Depois no banheiro, a escova de dentes dela ainda encostada ao copo de cerâmica azul, algo absurdamente pequeno, quase lhe desarmou o coração inteiro. Encostou-se à bancada e começou a rir sozinha.

-Meu Deus, Fedra... Fedra, Fedra, estás mesmo apaixonada. - Riu alto.

Passou os próximos minutos arrumando a casa sem pressa nenhuma. Dobrou mantas, lavou chávenas, abriu ligeiramente as janelas para entrar o ar frio de Bruxelas. Mas deixava certas coisas intactas mais alguns minutos do que o necessário, como quem prolonga presença.

Quando finalmente trocou os lençóis, aproximou-se dos travesseiros e, antes de conseguir impedir-se, respirou fundo procurando o cheiro dela ainda preso ao tecido, e voltou a rir de si mesma.

-Patético! Se alguém me contasse eu não acreditaria... - murmurou, divertida.

Mas não estava realmente incomodada, passara da idade de achar desconfortável sentir demais.

Ao início da noite, com a casa novamente organizada, mas ainda estranhamente viva, sentou-se finalmente à mesa da sala para trabalhar. Portátil aberto, documentos do trabalho espalhados, notas pendentes, a rotina à espera dela exatamente onde tinha ficado.

Tentou concentrar-se, mas não conseguiu. O apartamento parecia grande demais outra vez, frio e impessoal.

Então o telefone tocou. Olhou distraidamente para o ecrã e abriu um sorriso imediato, luminoso, impossível de conter. Aquele tipo de sorriso que só aparece quando o coração reconhece alguém antes mesmo de a cabeça conseguir reagir.

 

***

As semanas seguintes seguiram ancoradas nos pequenos rituais que mantinham o romance vivo, mesmo com a distância física. Ainda aconteciam pequenos desencontros, principalmente de humor, mas que facilmente eram resolvidos com maturidade.

 

***

O telefone vibrou sobre a mesa e Sabrina demorou algum tempo a entender o que acontecia. Sua atenção estava toda concentrada no relatório que tinha aberto no computador e que precisava de feedback ainda antes do fecho do dia. Era Fedra, que entendeu de imediato que ela estava cansada, ou muito preocupada.

"Má altura?" - Perguntou num tom tranquilo. Nos primeiros tempos de Bruxelas, com certeza teria criado um filme inteiro na cabeça.

"Sabes que nunca é, meu bem...mas estou com um relatório aberto e precisando dar alguns pareceres técnicos até o fecho do dia e ainda não consegui me orgulhar do meu trabalho." - Suspirou.

Fedra riu, sua mulher era maníaca por perfeição e quanto a isso não podia fazer nada.

"Só queria contar do meu dia...nada que não possa esperar. Falamos mais tarde?"

"Claro! Eu te ligo quando estiver em casa e poderemos falar à vontade. Ah, meu bem, ao que tudo indica, vem aí mais uma viagem ao Japão."

"Outra? Já é a segunda só nesse mês..."

"Pois é...é desgastante, mas por outro lado, abre um leque de possibilidades e aí sim, posso me orgulhar."

"Só não te esqueças de me avisar com antecedência se decidires mudar de vez para Tóquio..."

"E ficar sem a minha ranzinza preferida?"

Gargalhadas altas dos dois lados.

"Olha o exagero, mulher. Quem ouve sem o contexto, vai acreditar que sou uma namorada intransigente e mandona...Deus me livre."

Gargalhadas.

"Um pouquinho mandona sim, mas eu tenho a habilidade da subtileza...e um talento incrível para vencer os teus argumentos...na cama..."

"Bandida! Que saudade de ti, Sabrina...eu sei que sou repetitiva e já estou a me alongar nessa conversa que não deveria durar nem 1 minuto..."

"Eu te amo tanto sua chata, mandona, gostosa, irresistível...o que eu tinha de importante para fazer mesmo?"

Gargalhadas.

***

 

Fedra analisava o texto do convite que pipocava na tela do seu computador e sua cabeça dava cambalhotas, tentando orquestrar uma saída que fosse perfeita. Mas ela não existia. Aceitá-lo significaria abrir mão de visitar Glasgow, mais uma vez. Decliná-lo significaria perder uma grande oportunidade que poderia, inclusive, encurtar sua presença fixa em Bruxelas. Aprendera a gostar da cidade, mas não descartava a possibilidade de desenvolver seu trabalho de forma híbrida.

Sem conseguir chegar a uma conclusão sozinha, resolveu partilhar o dilema com Sabrina. Com o telefone na mão, uma sensação diferente percorreu-lhe o corpo, e não era a primeira vez. Finalmente vivia uma relação na sua magnitude.

"Meu bem, eu não estaria tão preocupada se não houvesse a possibilidade de viajares ao Japão..."

"Já não é possibilidade...viajo no meio da próxima semana. Acabei de receber todos os detalhes."

Silêncio.

"Amor, eu viajo a meio da próxima semana, o teu evento será durante o fim de semana, certo?"

"Hum-hum...sexta e sábado...e não tenho como viajar no domingo, porque ambas trabalhamos na segunda."

"Eu posso dar uma escapada de um dia, vou na quarta à noite e regresso sexta no primeiro voo."

"Consegues fazer isso? - A voz de Fedra soava a uma melodia celestial.

"Consigo e vou fazer, ou ficaremos mais de 15 dias sem nos ver...assim quem não aguenta sou eu."

Risos felizes.

"Prometo compensar-te, meu bem..."

"Ah, quanto a isso não tenhas dúvidas...vou abusar."

"Criatura, estou no escritório...subiu-me um fogo pelo corpo todo..." - Soltou o ar de forma despudorada.

"Sala individual e maravilhosa...poderia até..."

"Não poderias não senhora...sossega...ligo-te de casa e aí sim, poderás tudo..."

Gargalhadas.

 

***

 

A semana de trabalho em Tóquio transformou-se em longos 11 dias, uma vez que foram incluídas reuniões em Osaka e Hokkaido. Duas semanas intensas demais. Reuniões intermináveis, jantares corporativos, fuso horário absurdo, trens rápidos, luzes infinitas e muita disciplina. Mais uma vez, o Japão tinha-lhe provocado um fascínio inequívoco, acompanhado de um cansaço profundo.

A viagem de regresso, além de exaustiva, ainda teve um ingrediente a mais para compor o caos. Na escala em Amsterdam, que demorou muito mais do que o razoável, notou que estava sem o seu telefone. Tinha certeza que o trouxera de Tóquio, porque durante a viagem utilizou-o várias vezes. Procurou na mochila, tentou o serviço de terra da companhia aérea, na esperança que o tivesse esquecido no avião e nada.

Passou grande parte do dia praticamente desligada do mundo. No início, irritou-se, depois sentiu-se estranhamente vulnerável. Não conseguia falar com Fedra e há muito tempo que o contato diário era imprescindível para seguir firme.

No aeroporto em Glasgow, antes de ir embora para casa, pediu o telemóvel emprestado a uma estranha e entrou rapidamente numa rede social e rezou para que Fedra visse a mensagem.

"Perdi o meu telefone. Estou viva. Acabei de chegar em Glasgow. Morrendo de saudades."

Implorou aos céus para que Fedra visse a mensagem e mais ainda, para que houvesse alguma mudança de planos e ela já estivesse em Bruxelas. Sabia que era impossível, mas não custava sonhar...

Minutos depois, resposta de Fedra:

"Quase pedi ajuda internacional. Que bom saber de ti, meu amor. Ainda em Zurique, mas estarei em Glasgow dentro de 4 dias. Dessa vez nada me impedirá"

Sabrina riu sozinha relendo a mensagem. Aquela mulher tão racional tornando-se ligeiramente dramática por causa de um telefone perdido sempre seria adorável.

***

Quando finalmente entrou no seu apartamento, sentiu o corpo inteiro a reclamar. Largou a mala no corredor e de olhos fechados, ficou alguns minutos em silêncio, encostada à parede. A sensação de cansaço misturada à saudade atingiu-a em cheio. Queria poder voar até Zurique, ouvir Fedra falar rápido demais sobre qualquer coisa, dormir encostada nela sem precisar de mais nada. Mas não podia. Tinha reuniões importantes nos dias seguintes, relatórios por concluir...vida adulta acontecendo. Sem muito o que fazer e precisando relaxar, decidiu por um banho quente.

Mais tarde, já de roupa confortável e com o sono afetado pelo fuso horário, sentou-se no sofá para trabalhar enquanto o corpo não sucumbia. Procurando o tablet num dos bolsos da mochila, encontrou o telefone. Pareceu-lhe bizarro demais, já que jurara que o tinha procurado naquele compartimento. O bendito estava desligado, sem bateria, claro. Sorriu de alívio e ligou-o na tomada para carregar.

Em poucos minutos, vencida por uma ansiedade que lhe parecia fora de hora, ligou o telefone ainda com apenas 20% de bateria. Já era tarde para falar com Fedra, mas seus dedos digitaram a senha do aparelho sem que conseguisse pensar com clareza.

O aviso sonoro de mensagens quase a enlouqueceu. Chamadas perdidas de Fedra, algumas do escritório em Glasgow, mas o que realmente chamou a sua atenção, foram as incontáveis tentativas de Martina. Seu coração gelou e o sorriso desapareceu dos seus lábios. Olhou as horas no ecrã e passava da meia noite, mas sem pensar, retornou a chamada à mulher de seu pai. Demorou o que lhe pareceu uma eternidade, até que Martina atendeu. Logo soube, o tom de voz arrastado, baixo e sem estrutura, gritava alguma coisa.

"Sabrina..."

Sabrina endireitou-se devagar.

"O que aconteceu?"

Silêncio. Só a respiração pesada era ouvida. Sabrina apertou os dedos no telefone sem perceber.

"Martina?"

Do outro lado, a mulher tentava recompor-se.

"Eu não queria dar esta notícia assim..."

O corpo de Sabrina esfriou completamente.

"O pai..."

A frase quebra.

Martina respirou fundo.

"Teu pai faleceu."

Silêncio absoluto.

Sabrina não reagiu imediatamente, como se a frase tivesse parado antes de chegar completamente nela. Ficou imóvel, olhando para a parede, sem ao menos piscar.

"Quando?" - A voz saiu baixa, quase inaudível.

"Ontem à noite."

Sabrina fechou os olhos. O apartamento pareceu-lhe pequenos demais, distante do mundo real e frio, muito frio.

Martina continuou a falar. Explicou alguma coisa que Sabrina não concatenou...hospital, complicação...rápido demais. Palavras soltas...fragmentos. Nada encaixava totalmente.

 

Fim do capítulo


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Comentários para 38 - Capitulo 38:
mtereza
mtereza

Em: 20/05/2026

Nossa que baque 

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brunafinzicontini
brunafinzicontini

Em: 14/05/2026

Querida Nadine,

Há uns três capítulos, não tenho conseguido entrar para tecer comentários sobre a sua história por pressão de tempo, pela correria da rotina diária, por causa de viagens..., mas devo dizer que estou sempre acompanhando - e com  o maior encantamento! Sua maneira de descrever fatos, lugares, sentimentos, tudo me deixa fascinada.O começo deste capítulo, por exemplo, em que acomapanhamos Fedra após separar-se de Sabrina,está simplesmente um primor. Enfim, os três últimos capítulos estão uma delícia! Parabéns!

Pena que este tenha terminado com notícia tão impactante! Esperemos a reaçao de Sabrina, que, com certeza, deverá contar com todo o apoio de Fedra.

E você? Finalmente fez sua mudança ou não? Quer que eu vá ajudar? (rsrsrsrsrsrs...)

Grande abraço, cheio de carinho.

Bruna

Responder

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NovaAqui
NovaAqui

Em: 10/05/2026

Eita!

Não deu tempo da reaproximação de pai e filha.

Momento de tristeza! 

 


Nadine Helgenberger

Nadine Helgenberger Em: 24/05/2026 Autora da história
Meu bem, escrevi um capitulo inteiro e na hora de postar meu computador simplesmente morreu kkkkk (rindo de nervoso) não abre de jeito nenhum...deve ter queimado. Tomara que haja solução...é cada uma. Agora que a história está no fim que acontece de tudo e mais um pouco. Mas, eu nao brigo com Deus...quando for para ser, será. Só peço um pouco mais de paciência. Abraço


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