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Otherside - Como a vida deveria ser por Elin Varen

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Palavras: 2356
Acessos: 56   |  Postado em: 05/04/2026

Capitulo 25 - Indo na Frente

Capítulo 25 - Indo na Frente

A porta bateu com mais força do que o necessário.

— Eu tenho compromisso — Moisés disse, já pegando a chave.

Ninguém respondeu.

Ele passou pela sala sem olhar diretamente para ninguém, mas também sem desviar completamente. Como se quisesse que vissem… sem encarar.

Miriam estava encostada perto da janela.

Não falou nada.

Não precisava.

Moisés parou por um segundo, a mão ainda na maçaneta.

Aquilo durou pouco.
Mas foi o suficiente.

Ele saiu.

A casa ficou em silêncio.

Um silêncio diferente.

Não era o de antes.

Era… espaço.

***

Miriam não bateu.

Só entrou.

Como quem já conhecia a casa o suficiente para não fazer barulho.

Débora estava na cozinha.

Como sempre.

As duas se olharam.

Nenhuma sorriu.

Nenhuma perguntou nada.

Débora enxugou as mãos no pano de prato.

— Espera.

Sumiu pelo corredor.

Voltou com um envelope.

Simples.

Amassado nas bordas.

Entregou.

Miriam abriu.

Documentos.

Cartão de vacinação.

Uma cópia da certidão.

E um papel dobrado.

Ela abriu.

Uma lista.

Letra pequena.

Organizada.

— Ela não come abobrinha.

Pausa.

— Mas se ralar e misturar no arroz, ela come.

Miriam levantou os olhos.

Débora continuou.

— Cenoura também não, mas se bater no caldo da carne… Ela come.

Débora parou.

Respirou.

— Não gosta de leite puro, mas com café, aceita.

Pausa.

— Dorme melhor se deixar a janela um pouco aberta.

A voz começou a falhar.

Mas ela não parou.

— E…

Ela engoliu.

— Se tiver febre, ela costuma...

Miriam dobrou o papel devagar.

Com cuidado.

Como se aquilo fosse frágil.

— Eu vou cuidar dela.

Débora assentiu.

— Eu sei, só…

Ela parou.

— Não deixa a Rebeca sentir que foi descartada.

A frase saiu baixa.

Quase um pedido.

Miriam respondeu no mesmo tom:

— Não vou.

Silêncio.

Débora recuou um passo.

Como quem já tinha ido longe demais.

— Vai logo. Antes que ele volte.

Miriam assentiu.

Guardou o envelope.

Quando virou para sair, Débora chamou:

— Miriam.

Ela virou.

— Ela gosta de ficar horas no teclado. Se você puder…

Miriam entendeu.

— Eu vou dar espaço.

Débora assentiu.

***

Miriam entrou no quarto de Rebeca sem bater.

Não por falta de educação.

Mas porque sabia que, se desse tempo, Rebeca poderia… se fechar.

A porta estava entreaberta.

Rebeca estava de costas, inclinada sobre a cama.

Uma mochila jogada, aberta.

Roupas dobradas sem muito cuidado.

Mas não era isso que prendia a atenção.

O teclado.

Ela desmontava com atenção, encaixando as partes com cuidado demais pra quem estava indo embora.

Miriam encostou de leve no batente.

Observou por um instante.

Quase sorriu.

— Você vai levar ele.

Não era pergunta.

Rebeca olhou por cima do ombro.

— Vou.

Simples.

Miriam assentiu.

— Ainda bem.

Rebeca voltou pro que estava fazendo.

Como se aquilo fosse mais fácil do que olhar pra qualquer outra coisa.

— Deixa eu ver — Miriam disse, depois de um tempo.

Rebeca parou.

— O quê?

— Seus braços.

A resposta veio calma.

Sem peso.

Sem urgência.

Rebeca hesitou por um segundo.

Pouco.

Mas estendeu.

Miriam se aproximou.

Segurou o braço com cuidado.

Virou de leve.

Observou.

Não comentou.

— As pernas também.

Rebeca assentiu.

Sem discutir.

Miriam analisou.

Com atenção.

Sem pressa.

Por fim, levantou o olhar pro rosto dela.

— Posso?

Rebeca ficou parada.

Depois assentiu.

Miriam afastou uma mecha de cabelo.

Observou.

Com a mesma calma.

Terminou.

Soltou.

— A gente cuida melhor disso quando chegar lá — disse.

Como quem fala de algo simples.

Cotidiano.

Rebeca assentiu.

— Termina de arrumar — Miriam completou. — Eu espero lá embaixo.

Deu um passo pra trás.

Mas antes de sair:

— E vê se não esquece nada importante.

O olhar dela passou, de leve, pelo teclado.

Dessa vez, ela sorriu.

E saiu.

***

— Ela está aí? — a voz da Rute veio das escadas.

Rebeca virou o rosto.

— Está. — Miriam respondeu, simples.

Rute entrou devagar, como se ainda estivesse decidindo se podia.

Rute assentiu.

— Eu vim dar um oi… — disse, olhando em volta. — E me despedir.

A palavra ficou estranha no ar.

Rebeca não se mexeu de imediato.

Rute se aproximou.

— Você vai mesmo?

Rebeca assentiu.

— Vou.

Sem explicação. Sem justificativa.

Rute observou o rosto da irmã por alguns segundos, como se estivesse tentando encontrar alguma coisa ali.

— Tá… — disse, baixo.

Silêncio.

— Você vai ficar bem lá — ela completou, mais como afirmação do que como pergunta.

Rebeca não respondeu.

Mas também não discordou.

— Rute…

Ela levantou o olhar.

Rebeca já estava com um papel dobrado na mão.

— Você pode entregar isso pra Janis?

Rute pegou.

— Posso.

Olhou o papel por um instante, mas não abriu.

— Quer que eu diga alguma coisa?

Rebeca hesitou por um segundo.

— Não.

Pausa.

— Só entrega.

Rute assentiu.

Guardou o papel com cuidado.

— Está certo.

A rua estava mais movimentada do que o normal.

Ou talvez fosse só impressão.

Rute caminhava com o papel na mão, sem colocar na bolsa. Como se aquilo tornasse tudo mais… real.

Janis estava sentada na calçada, o skate deitado ao lado.

— Ei — Rute chamou.

Janis levantou o olhar.

— Oi.

Rute estendeu o papel.

— A Rebeca pediu pra te entregar isso.

Janis pegou, sem pressa.

Abriu.

Os olhos correram pelas linhas — mais devagar dessa vez.

"Eu tô indo."

"Não do jeito que a gente planejou… mas do jeito que dá."

"Vou ficar um tempo na capital, na casa da Miriam."

"Eu acho que não ia conseguir ir se te visse."

"Então… eu tô indo na frente."

"Quando você estiver pronta pra partir… a gente se encontra por lá."

"Sem pressa."

"Só… não esquece de mim."

"Eu vou estar te esperando."

"— seu Esquilinho fofo"

Janis não levantou o olhar imediatamente.

Ficou parada.

Como se cada linha precisasse encontrar um lugar dentro dela antes de fazer sentido.

O polegar passou de leve pela última frase.

Uma vez.

Depois outra.

“Esquilinho fofo.”

O canto da boca quase se moveu.

Quase.

— Ela tá indo porque precisa — Rute disse, com cuidado. — E… acho que você precisa deixar ela ir.

Janis continuou olhando pro papel.

— Não pede pra ela ficar — Rute completou. — Isso só ia piorar tudo.

Silêncio.

O vento atravessou a rua, leve.

Janis dobrou o papel.

Com cuidado demais pra ser distração.

Guardou no bolso.

Levantou.

Não disse nada.

Pegou o skate.

Colocou no chão.

Subiu.

Rute ainda tentou:

— Janis…

Mas ela já tinha começado.

As rodas encontraram o asfalto com um som seco.

E seguiram.

Rápido.

Direto.

Sem hesitação.

Não era fuga.

Janis não sabia exatamente quanto tempo levaria.

Nem tudo que precisaria deixar pra trás.

Mas agora havia um lugar.

Um ponto no mapa.

Um depois.

Ela se inclinou um pouco mais sobre o skate.

Ganhando velocidade.

Esperar não fazia sentido pra ela.

Mas, pela primeira vez…

ir também não era impulso.

Era escolha.

***

Rebeca estava com a bolsa na mão quando parou na porta da cozinha.

Não porque tinha esquecido alguma coisa.

Mas porque… ainda não tinha ido.

Débora estava encostada na pia, secando um copo que já estava seco.

As duas ficaram em silêncio por um segundo.

— Já vai? — Débora perguntou.

Rebeca assentiu.

— Vou.

Simples.

Sem explicação.

Débora colocou o copo no lugar.

Ajeitou ele mais uma vez, mesmo não precisando.

— Você pegou tudo?

— Peguei.

Pausa.

— Não precisa levar muita coisa — Débora disse. — Lá você vai ter espaço.

Rebeca não respondeu.

As duas sabiam que não era sobre espaço.


Débora se aproximou.

Não muito.

O suficiente.

Olhou pro braço da Rebeca por um instante.

Depois pro rosto.

— Tá doendo?

Rebeca deu de ombros.

— Não muito.

Débora assentiu.

Não corrigiu.


Silêncio de novo.

Diferente.

Mais curto.

Mais definitivo.


— Você não fez nada de errado — Débora disse.

Sem introdução.

Sem explicação.

Rebeca levantou o olhar.

Dessa vez… ficou.

— Eu sei — respondeu.

Mas não era verdade inteira.

Débora percebeu.

Mas não insistiu.

Ela estendeu a mão.

Ajeitou a alça da bolsa no ombro da Rebeca.

Um gesto simples.

Cuidadoso.

— Vai — disse.

Baixo.

Rebeca não se mexeu de imediato.

— E você?

A pergunta saiu sem pensar.

Débora quase sorriu.

Quase.

— Eu fico.

Simples assim.

Rebeca assentiu.

Como se tivesse entendido alguma coisa maior ali.

Débora respirou fundo.

— E não é porque você tá saindo daqui… — começou

Parou.

Olhou direto pra ela.

— …que você precisa se diminuir pra caber em outro lugar.

Silêncio.

Aquilo ficou.

Rebeca assentiu.

Devagar.

Débora deu um passo pra trás.

— Vai antes que você desista.

Rebeca soltou um ar leve pelo nariz.

Quase um riso.

E então foi.

Quando já estava na porta, Débora chamou:

— Rebeca.

Ela virou.

— Eu tenho orgulho de você.

Dessa vez… sem desviar.

Rebeca não respondeu.

Mas também não precisava.

Saiu.

 

***

O carro já estava ligado quando Rebeca entrou.

O som do motor parecia alto demais.

Ou talvez fosse só o silêncio dentro dela.

Ela fechou a porta devagar.

Miriam disse alguma coisa na frente.
Augusto respondeu.

Rebeca não ouviu.

Virou a cabeça.

A casa da Janis ainda estava lá.

Pequena.
Parada.
Como se não soubesse que alguma coisa importante tinha acabado de acontecer.

Rebeca ficou olhando.

Sem piscar.

Como se pudesse levar a imagem com ela se olhasse o suficiente.

O carro começou a andar.

Devagar no começo.

Depois um pouco mais rápido.

A casa foi diminuindo.

Virou esquina.

Sumiu.


Rebeca virou o rosto pra frente.

Respirou fundo.

Segurou.

Soltou.


E então—

O som.


As rodinhas no asfalto.

Secas.

Rápidas.

Inconfundíveis.


Rebeca virou a cabeça na mesma hora.

O corpo inteiro reagindo antes de qualquer pensamento.

— Para — ela disse.

Mas já estava se inclinando no banco.

— Para!

Miriam não perguntou.

— Augusto.

O carro encostou.

Rebeca abriu a porta antes mesmo dele parar completamente.

Saltou.

O coração batendo alto demais.

— Ei!

Janis vinha pela rua, o skate ainda em movimento.

Freou com o pé.

Parou.

Por um segundo, nenhuma das duas falou.

Só se olharam.

Como se precisassem ter certeza.

E então...

Rebeca atravessou a distância.

Janis também.

O impacto do abraço veio antes de qualquer palavra.

Forte.

Apressado.

Como se o tempo tivesse diminuído.

— Você tá esquecendo uma coisa — Janis disse, perto demais.

Rebeca se afastou só o suficiente pra olhar.

— O quê?

Janis puxou algo do bolso.

O anel.

Segurou a mão dela.

Com cuidado.

Colocou de volta no dedo.

— Agora sim.

Rebeca soltou uma risada curta.

Quase tremida.

— Eu achei que você não ia...

— Eu não ia deixar você ir sem isso.

Simples.

Direto.

Janis encostou a testa na dela por um segundo.

— Daqui a pouco eu apareço por lá.

Pausa.

Um sorriso leve.

— Meu esquilinho fofo.

Rebeca fechou os olhos.

Só por um instante.

E então beijou.

Sem pressa.

Mas também sem medo.

Quando se afastaram, o mundo parecia… mais claro.

Não mais fácil.

Mas mais certo.

Janis segurou a mão dela por um segundo a mais.

Depois soltou.

— Vai.

Não era ordem.

Era permissão.

Rebeca assentiu.

Virou.

Entrou no carro.

Dessa vez sem hesitar.

— Espera.

Janis se inclinou para dentro do carro.

Virou pra frente.

— Tem uma caneta?

Miriam pegou sem perguntar.

Entregou.

Janis olhou para Rebeca e segurou o braço dela.

— Me dá aqui.

Rebeca obedeceu, quase automática.

A ponta da caneta tocou a pele.

Fria.

Janis começou a escrever.

Rápido.

Sem parar.

Número após número.

— Não deixa apagar — disse, concentrada.

Rebeca ficou imóvel.

O olhar preso no movimento da mão dela.

Janis terminou.

Assoprou de leve.

Como se aquilo ajudasse a fixar.

— Pronto.

Rebeca olhou.

Os números ainda frescos.

Levemente tortos.

— Me liga assim que puder.

Rebeca assentiu.

Devagar.

Janis soltou o braço dela.

Deu um passo pra trás.

— Agora vai.

Janis fechou a porta.

Deu dois tapinhas leves.

O carro começou a andar de novo.

Rebeca olhou pelo vidro traseiro.

Janis ainda estava lá.

Parada.

O skate ao lado.

O vento mexendo levemente no cabelo.

E, dessa vez, Rebeca não parecia estar indo embora.

Ela estava indo na frente.

***

O carro já estava na estrada há algum tempo quando o corpo da Rebeca finalmente cedeu.

Ela não percebeu quando fechou os olhos.

Só… parou.

Como se alguém tivesse desligado alguma coisa dentro dela.

A noite mal dormida cobrou.

Tudo cobrou.

O som do motor virou fundo.
Constante.
Seguro.

E, pela primeira vez em muito tempo…

ela não tentou se manter acordada.

Quando abriu os olhos, o mundo parecia… mais distante.

Desfocado por um segundo.

Demorou pra lembrar onde estava.

E então...

A música.

— You are the Dancing Queen… 🎶

Miriam cantava.

Sem vergonha nenhuma.

Com a mão no volante, batendo levemente o ritmo.

— Young and sweet… only seventeen… 🎶

Augusto entrou logo depois.

Mas completamente fora do tempo.

— Danciiing queeeen… 🎶

Num tom que não existia na música.

Miriam riu no meio da frase.

— Você tá em outra música!

— Tô dando uma melhorada — ele respondeu, convicto.

Rebeca ficou em silêncio.

Observando.

Era estranho.

Não a música.

Mas o fato de ninguém ali parecer… contido.

Miriam continuou cantando.

Augusto continuou errando.

E os dois pareciam completamente confortáveis com isso.

Rebeca encostou a cabeça no banco.

Os olhos acompanhando o movimento da rua pela janela.

Não havia tensão.

Não havia cuidado excessivo com cada gesto.

Não havia silêncio pesado.

Só… espaço.

— A gente já tá chegando — Miriam disse, olhando pelo retrovisor.

Rebeca assentiu de leve.

O carro entrou em um condomínio.

Portaria.

Árvores bem cuidadas.

Casas grandes.

Mas não foi isso que chamou atenção.

Foi o silêncio.

Um silêncio diferente.

Não vazio.

Não pesado.

Calmo.

O carro diminuiu a velocidade.

Virou uma esquina.

E parou.

— Chegamos — Augusto disse.

Rebeca não se mexeu de imediato.

Olhou pela janela.

A casa era grande.

Bonita.

Bem cuidada.

Mas não foi isso que fez ela parar.

Foi a sensação.

Como se aquele lugar…

não exigisse nada dela.

Ela respirou fundo.

E, pela primeira vez…

o ar entrou sem esforço.

 

 

Fim do capítulo


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