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Entre nos - Sussurros de magia por anifahell e Yennxplict

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Palavras: 2078
Acessos: 58   |  Postado em: 26/02/2026

Contencao e Entrega

Após a conversa que teve com Lia no quarto de hotel, Ísis buscou uma solução menos danosa para tentar acalmar Ariel e conter os picos de energia que ela tinha. Pedir para que Zina, ex de Ariel e bruxa empata das Demunnus, ajudasse nessa situação não era uma opção, Ariel não queria contato algum com ela, mesmo que isso significasse ser dopada com remédios ou posta para dormir com magia. Então, precisou buscar outra alternativa.

 

Bruxas empatas, que conseguem identificar, induzir e manipular emoções, não eram comuns, é um tipo de magia delicada que não se aprende, a bruxa precisa nascer com esse dom. Havia uma no coven de Ísis, mas ela estava incomunicável há meses em um período sabático. No entanto, assim que conseguiu, Ísis usou sua influência como líder do coven e a trouxe de volta para ajudar Ariel.

 

A empata do Coven Astraea se chamava Maera. Era jovem, mas seu olhar parecia ter vivido muitas vidas. Usava roupas simples, tons terrosos, e um colar de âmbar que parecia pulsar com o estado emocional na casa. Sua presença era silenciosa.

 

Quando Ísis a apresentou, bastou um toque de sua mão no ombro de Ariel para que o fogo emocional que antes parecia à beira de uma erupção simplesmente se acalmasse.

 

Ariel parou por um tempo, observando Maera. Ela estava surpresa com a mudança imediata da sensação de caos dentro de si, apenas com um toque da bruxa. Agora parecia controlada. Ao mesmo tempo que suas emoções pareciam não fazer parte dela. Estavam ali, mas ela não conseguia alcançar.

 

Sorriu brevemente e murmurou um “obrigada” quase mecânico, sem conseguir verbalizar mais do que isso, naquele momento.

 

— Ela vai ficar bem. — garantiu Maera, com sua voz baixa e serena. — Mas vai se sentir mais… afastada de si por um tempo. Emoções demais podem causar colapsos mágicos em jovens com muito poder. Estamos só reduzindo a carga para preservar o todo.

 

Lia assentiu com a cabeça, mas seus olhos seguiram Ariel com preocupação. A amiga parecia vazia.

 

— No entanto, não dura o tempo todo. — Informou Maera. — É preciso fazer manutenção da contenção. Não sei quanto tempo vai durar com ela. É diferente em cada pessoa, mas deve servir de forma funcional por pelo menos alguns dias. Quando sentir que está tudo voltando, me avise ou avise a Ísis.

 

Ariel assentiu.

 

— Deixarei seu contato com ela e o dela com você, para caso precisem. — Ísis falou e direcionou o olhar para Maera. — Eu nem tenho como agradecer por ter vindo nos ajudar.

 

— Não precisa agradecer, sabe que pode contar comigo. Além disso, às vezes você esquece que é você quem manda.

 

— Você sabe que eu não gosto de mandar. Olha, acho que posso te agradecer te levando pra tomar um café, o que acha? Assim, colocamos o assunto em dia.

 

— Eu adoraria! — Maera respondeu na calma habitual dela e direcionou o olhar para Ariel. — Você também pode contar comigo, tá bem? Amiga da Ísis é minha amiga também.

 

— Obrigada. — Ariel agradeceu, sem jeito. Maera apenas sorriu e tocou mais uma vez no ombro dela antes de ir em direção à porta.

 

Após se despedir, Ísis foi embora, levando Maera junto com ela. Não se estenderam por muito tempo naquele momento, mas Ísis saiu prometendo voltar para ver Ariel assim que possível.

 

Quando fecharam a porta, Lia e Elisa também começaram a se despedir.

 

— E aí, como você está se sentindo? Se quiser, pode passar a noite com a gente lá em casa, te fazemos companhia. — Lia questionou e sugeriu, vendo Ariel sentar no sofá.

 

— Estou mais calma do que antes. Não parece que vou destruir tudo. Então… — Ariel confessou, séria. — Eu não quero prender vocês aqui. Vou dormir um pouco, me sinto cansada.

 

— Tudo bem… Qualquer coisa, estarei disponível para você, de verdade. É só me ligar ou mandar uma mensagem.

 

Lia se aproximou e deixou um beijo na bochecha da amiga.

 

— Ok, você também. — Ariel respondeu de forma um pouco fria e acenou para Elisa.

 

Lia pegou Elisa pela mão e saíram do apartamento. Durante o trajeto, o trânsito estava tranquilo e não demoraram muito até chegarem em casa.

 

— Isso me incomoda. — Lia comentou quando entraram na sala. — Essa sensação de que ela está em transe, apagada.

 

— Eu sei, mas é temporário, não é? É a melhor opção no momento. Só até encontrarmos outro jeito. — constatou Elisa, e então a olhou com mais atenção. — E você, está bem?

 

Lia mordeu o canto do lábio. Estava exausta. Física, emocional e magicamente esgotada, mas isso já não era bem uma novidade.

 

A casa continuava sendo um refúgio, mas parecia menor, como se as paredes estivessem fechando aos poucos. Talvez fosse fruto da sua ansiedade silenciosa.

 

Conseguia perceber também algo diferente, de forma positiva. Sentia que, mesmo distante, sua magia começava a retornar. Ela sentia nos pequenos detalhes: o calor pulsando na ponta dos dedos, a macieira no centro da sala respondendo com folhas mais vivas, o calor intenso, quase faiscante, quando seu corpo se encontrava com o de Elisa.

 

Mas ainda era pouco.

 

— Não totalmente. — respondeu, honesta, depois de algum tempo devaneando. — Mas estou... tentando.

 

Elisa caminhou até ela e parou a poucos centímetros de distância.

 

— Eu sei. Você está sendo corajosa. — A mão da mulher se ergueu até o rosto de Lia, os dedos afastando com delicadeza uma mecha do cabelo. — Você vai ficar melhor.

 

Os olhos de Lia se fecharam por um instante sob o toque.

 

Quando abriu os olhos, Lia ergueu a mão e segurou a cintura da nefilim, puxando-a com suavidade para mais perto.

 

— Eu sinto sua falta. — Murmurou. — Mesmo quando você está aqui.

 

— Então eu devo estar fazendo tudo errado. — Elisa respondeu, com um tom terno, mas firme. — Porque eu nunca estive tão perto de você quanto agora.

 

Quando Elisa terminou a frase, as bocas estavam tão próximas que se encontraram. De maneira lenta, exploratória, como quem pede permissão.

 

— Elisa… — Lia interrompeu o beijo, num sussurro.

 

Mas não se afastou muito, só o suficiente para respirar direito e organizar o pensamento.

 

Elisa inclinou a cabeça, olhando para ela com calma, como se já soubesse que aquilo não era exatamente um protesto.

 

— Hm? — respondeu, tranquila, o polegar ainda acariciando a lateral da cintura de Lia.

 

Lia hesitou um instante, então soltou o ar devagar.

 

— Você deve achar que perdi completamente o controle nos últimos dias, não é? Em relação a sex*. — Lia questionou, com as bochechas rosadas e os lábios vermelhos. — Sempre que tenho uma mínima oportunidade, eu quero você.

 

Um canto da boca de Elisa se ergueu.

 

— Eu só achei que você estava especialmente… dedicada. Espero que eu esteja sendo dedicada no mesmo nível.

 

Lia sorriu de lado, achando graça da insegurança repentina.

 

— Com certeza você está… — respondeu com um tom malicioso. A bruxa fez uma pausa, passando os dedos pelo braço da outra, num vai e vem ritmado. — Eu nunca comentei com você, mas…

 

Elisa ficou em silêncio, esperando.

 

— Minha magia — disse Lia — Mesmo não funcionando, ela responde quando estamos juntas.

 

Elisa apenas piscou devagar, avaliando.

 

— Responde de que forma?

 

— Como se estivesse sendo… alimentada. Recarregada. — Lia deu de ombros, quase constrangida. — E na verdade está. Troca de energia… luxúria é algo muito utilizado por bruxas para se recompor e aumentar as forças e é mais intensa quando a conexão é real. Meu corpo reage a isso, mesmo quando não percebo, e quando vejo, estou sendo levada diretamente para você, de forma mais obsessiva que o normal.

 

Elisa soltou um sopro curto de riso pelo nariz, se divertindo com a explicação.

 

— Então… basicamente… trans*r com a sua noiva é um procedimento mágico terapêutico.

 

— Elisa! — Lia a repreendeu.

 

— O quê? Estou tentando usar terminologia técnica.

 

Lia tentou manter a expressão séria, mas falhou.

 

— Eu não queria que parecesse que virei uma ninfomaníaca desesperada porque perdi meus poderes. Por isso, estou comentando. — Pontuou.

 

Elisa ergueu uma sobrancelha.

 

— Ah. Então você não virou?

 

— Elisa…

 

— Lia…

 

Elas se encararam por um segundo e então as duas riram baixo.

 

O riso de Elisa foi o primeiro a se dissolver, ela aproximou o rosto devagar, encostando a testa na de Lia outra vez.

 

— O que você sente em relação à sua magia?

 

— É como estática na pele. Sinto ela formigar e se expandir. Como se alguém abrisse espaço dentro de mim. — Lia respondeu, pensativa.

 

Elisa ficou quieta por alguns segundos.

 

— E isso acelera o retorno da magia ou é só uma sensação?

 

— Eu acho que sim. Tem sido o único momento em que sinto a magia realmente se mover.

 

Elisa assentiu lentamente.

 

— Certo... Então você pode me usar. — A nefilin falou com naturalidade, enquanto passava a mão pela pele exposta do braço da bruxa.

 

Lia piscou.

 

— Posso, é?

 

Elisa assentiu, sorrindo maliciosa.

 

— Com certeza, pode.

 

Lia estreitou os olhos.

 

Elisa inclinou o rosto um pouco mais perto, voz baixa, quase divertida.

 

— Inclusive, estou com energia demais. Acho que podemos aumentar a frequência…

 

Lia soltou uma risada incrédula, empurrando de leve o ombro dela.

 

— Você é impossível.

 

— Disso você já sabia quando quis ficar comigo. — Elisa retrucou. Se aproximou um pouco e deixou um beijo no pescoço da bruxa. — Não precisava se preocupar com isso, mesmo que agora você fosse ninfomaníaca, eu ainda iria te querer da mesma forma. Eu quero fazer parte disso.

 

Depositou outro beijo, seguido de uma leve mordida no ombro esquerdo. O ar entre elas ficou denso.

 

— Você não está ajudando minha reputação de pessoa controlada. — Lia murmurou.

 

— Eu não quero que se controle.

 

As mãos de Elisa seguraram a cintura de Lia com firmeza, descendo pelas curvas que ela conhecia bem, mas que pareciam novas a cada toque. Lia arfou quando os dedos da outra mulher roçaram por baixo de sua blusa, encontrando a pele quente, viva, reativa, enquanto sua boca explorava a dela novamente. Ela sentiu a magia vibrar fraca junto com o tesão que percorria seu corpo e, por um momento, teve certeza de que ela estava retornando.

 

Após guiar a nefilin até o sofá, Lia se sentou no colo de Elisa num movimento rápido, as pernas uma de cada lado.

 

Os beijos continuavam, mais úmidos, mais intensos, com pequenas mordidas que arrancavam suspiros e arrepios.

 

As mãos de Elisa acariciavam cada pedaço do corpo de Lia com cuidado e fome misturados, deslizando pela barriga que já exibia as curvas singelas do início da gestação.

 

— Você está linda. Parece radiante… — Elisa sussurrou, os olhos fixos nos de Lia. — Eu quero sentir você.

 

Elisa inclinou o corpo e fez Lia deitar no sofá, com os quadris ainda encaixados.

 

Suas mãos afastaram a blusa com delicadeza, o suficiente para que os seios ficassem despidos, e depois retirou o short e a calcinha, de uma só vez.

 

Elisa deixou seus lábios descerem pelo pescoço, pelo colo, até chegarem ao ventre, onde se demorou, brincando com a língua, aproveitando as reações que causava na noiva.

 

Lia ofegava baixinho, sentindo-se viva por dentro e por fora, os sentidos mais aguçados, como se sua essência estivesse despertando a cada onda de prazer.

 

Elisa desceu com os beijos até entre as coxas de Lia, abrindo caminho com calma e quando sua língua encontrou a intimidade úmida e quente, Lia gem*u sem contenção, sentindo uma corrente elétrica e quase mágica fluir entre suas pernas.

 

O corpo dela vibrou, se contorceu e, quando ela veio, intensa, molhada e completamente entregue, soube que ali começava, de fato, o retorno de quem era.

Fim do capítulo


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