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Srta Matsuzaki por EmiAlfena

Ver comentários: 5

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Palavras: 1768
Acessos: 452   |  Postado em: 17/01/2026

Capítulo 24 - Uma Nova Peça no Quebra-Cabeça

Os dias passavam como um borrão, preenchidos pela rotina compartilhada e o calor de um amor recém-descoberto. Ana, em sua nova vida, desejava que o planeta desacelerasse um pouco para que ela pudesse curtir ainda mais seus momentos com Hinata. A rotina delas era praticamente perfeita: se viam todos os dias na empresa, almoçavam juntas, voltavam juntas para casa. Nos fins de semana, a paisagem urbana era trocada pela simplicidade e o afeto do sítio de Dona Maria e Seu Sebastião. A hospitalidade deles e a forma como “adotaram” Hinata como uma filha a faziam sentir como se ela, enfim, tivesse uma família completa.

Assim como todo casal, algumas vezes as duas não concordavam sobre algo. Mas a forma como resolviam suas desavenças era tão peculiar quanto a paixão que sentiam. Elas organizavam um debate. Cada uma deveria formular argumentos que fundamentassem sua forma de pensar, e não era raro que fizessem pesquisas em fontes científicas para solidificar suas teses. A última discussão, por exemplo, foi sobre qual a forma correta de lavar o banheiro, e Hinata defendeu a eficiência dos produtos de limpeza japoneses com gráficos e estudos de composição química. Mas tudo isso apenas confirmava o quanto elas se amavam e acabavam entrando em um acordo sobre tudo.

Uma manhã, Hinata estava decidida a tirar Ana mais cedo da cama para que pudessem correr juntas. Com certeza, essa foi uma decisão bastante ousada, pois Ana era terrível para acordar. Seu sono era extremamente pesado e ela levava vários minutos até realmente se tornar um ser humano consciente.

— Amor, vamos levantar? — Hinata sussurrou, acariciando o cabelo de Ana.

— Hmmmm… — Ana resmungou, aninhando-se mais no travesseiro.

— Você disse que ia correr comigo hoje.

— Hmmm, não quero.

— Vamos, vai? — Hinata insistiu, com um sorriso.

— Ah, não, amor, deixa eu dormir mais um pouquinho. Só hoje, amanhã eu vou com você, prometo. — Ana tentou barganhar.

— Você disse isso todo os dia. Vamos, acorda. — Hinata disse enquanto puxava o cobertor de Ana, deixando-a exposta ao ar fresco da manhã.

— Como você é uma mulher cruel! — Ana exclamou, sentindo o arrepio do frio.

— Eu sei. Mas levanta e vamos correr.

Ana levantou com todo o mal humor que poderia, e fez biquinho por um bom tempo. Seu humor não melhorou muito enquanto corriam, mas a verdade era que Ana terminou o percurso quase se arrastando, enquanto Hinata nem mesmo começou a suar.

— Hinata, eu… te amo, mas… no momento… eu odeio… você… ser tão… animada assim… de manhã. — Ana disse, ofegante, enquanto Hinata se divertia com todo aquele mal humor.

—xxx—

A presença de Ana transformou o ambiente na empresa. Hinata, antes uma figura quase mítica e tirana para os funcionários, estava bem mais aberta, seu semblante severo substituído por sorrisos mais frequentes. Ana, com sua simpatia e jeito comunicativo, era a ponte perfeita. Nos horários de almoço, alguns funcionários ousavam se aproximar, tentando arranhar o inglês para conversar com a Diretora e Ana agia como alguém que desmistificou a presença da japonesa e por muitas vezes ajudava alguns deles a se comunicarem melhor.

No trabalho, Ana se desdobrava. Além de manter todos os seus funcionários ativos e com demandas a fazer, o que incluía um Jorge totalmente desgostoso com a vida e o trabalho. Seu único motivo para continuar ali era seu salário “gordo” no fim do mês.  

Ana estava focada em finalizar a investigação. Às vezes, ela parecia até mais interessada em descobrir os culpados do que a própria Hinata. Em suas investigações, ela percebeu que ficar procurando só no sistema não a faria avançar. Ela precisava de mais informações, então decidiu conversar com Dayane, a Gerente do RH, sobre um tal de Edilson.

— Então, Aninha, pelo que você me pediu para verificar, esse Edilson Mendonça trabalhou aqui na empresa sim. Ele era um dos Supervisores do C.A.P. Mas ele saiu da empresa há uns nove anos.

— Já tem nove anos que ele saiu, então? Estranho. — Ana franziu a testa.

— Parece que recebemos uma denúncia anônima sobre ele estar fazendo fraude e manipulando as informações no sistema, e por causa disso ele foi demitido. Porque é estranho?

"Ela fez perguntas?" A voz de Hinata soou na mente de Ana. A jovem se apressou em disfarçar.

— Não é estranho não, Dayane, é que eu achei que o conhecia. Pensei que era quem eu imaginei, mas parece que não. É só isso. — Ana disse, despistando a curiosidade de Dayane com um sorriso.

—xxx—

"Então, esse Edilson era supervisor há uns nove anos. Será que tem alguém aqui que ainda se lembraria dele?", Ana pensou. Um nome lhe ocorreu: "A Lúcia. Se tem alguém aqui que conheceu todo mundo que passou, foi ela".

Chegando à recepção da Diretoria, Ana sorriu para Lúcia, que imaginou que a garota estava ali como sempre para ver a Senhorita Matsuzaki.

— Oi, Lúcia, tudo bem com a senhora?

— Olá, querida, tudo bem sim. Pode entrar, se quiser.

— Agora não, vim perguntar uma coisa pra senhora.

— Ah, sim, em que eu posso te ajudar?

— A senhora lembra de um funcionário que trabalhava lá no meu setor? O nome dele era Edilson Mendonça.

— Ah, sim, o Edilson. Lembro dele sim, querida. Ele ficou pouquinho tempo trabalhando aqui. Ele era daqueles homens cavalheiros, sabe? Sempre muito educado, e o perfume dele, olha, daria arrepios em uma mocinha assim feito você. Ah, homem cheiroso, e não era desses perfumes baratos de hoje em dia, aquele tinha cheiro de homem mesmo.

Ana ficou impressionada com o relato de Lúcia. A senhora profissional e discreta estava se abrindo de forma inesperada.

— Entendi, Dona Lúcia, uma pena eu não ter conhecido ele. — Ana disse, sorrindo. — Mas no trabalho a senhora acha que ele era certinho, então?

— Ah, sim, com certeza. Ele era do tipo honesto, sabe. Sempre ajudando seus funcionários e ensinando os estagiários, tipo o senhor Jorge.

— Ele tratava os estagiários igual ao senhor Jorge? — Ana disse, um arrepio percorreu seu corpo lembrando de como foi maltratada.

— Não, menina, o Jorge era estagiário do Edilson na época. Esse menino, o Jorge, parecia a sombra do Edilson. Para todo o lado que o supervisor ia, o estagiário ia atrás. Por isso não foi surpresa que contrataram o Jorge no lugar do Edilson quando ele saiu da empresa. Mas foi uma pena porque o Edilson era realmente muito cheiroso. — Dona Lúcia divagou novamente sobre o perfume do homem. — Mas na época, a Lucrécia também tinha sido promovida. Ela era supervisora também. Eu lembro do Diretor ter marcado uma reunião com os três supervisores para decidir quem iria assumir a tarefa desse novo cargo. E a Lucrécia sempre foi daquele jeito falador dela, aí conseguiu ser promovida. Me pergunto se foi por isso que o Edinho saiu. Mas depois disso, o Jorge virou sombra da Lucrécia. Eles vieram muitas vezes aqui falar com o Diretor, e até mesmo depois que mudaram várias vezes o diretor, eles sempre vinham conversar com portas fechadas e tudo terminava com vários apertos de mão. Pareciam até aqueles empresários que fechavam contratos milionários.

— Entendi, Dona Lúcia, mas que pena, então, que o Edilson saiu, né? Fiquei triste por não sentir um perfume tão bom como o que a senhora me contou. — Ana disse, novamente desconversando. — Mas obrigada, viu. Eu vou indo porque tenho bastante serviço lá embaixo.

— Imagina, menina, sobe aqui mais vezes para conversarmos mais.

— Pode deixar, Dona Lúcia.

Ana desceu apressada para sua sala, sua cabeça cheia de informações e idéias.

Ainda na recepção da Diretoria, Hinata saiu de sua sala.

— Lúcia, parece que ouvi a voz da Ana.

— Ah, sim, senhorita, ela acabou de descer.

— Achei que ela ia fala comigo. — Hinata disse em um tom de tristeza.

— Estou certa de que daqui a pouco ela volta para te ver. — Dona Lúcia era antiga de casa e sabia tudo o que acontecia dentro da sala da Diretoria, mas ela também sabia ser discreta.

—xxx—

Ana ficou no horário do almoço totalmente distraída e ausente. Seu prato de comida quase intocado.

— Ana? — Hinata chamou, depois de fazer uma pergunta.

— Ah, hey, desculpe, é que eu descobri algumas coisas, mas não posso te contar aqui, só mais tarde. Mas estou tentando juntar as peças.

— Imaginei. — Hinata sabia que Ana devia ter feito mais uma descoberta e que ficaria focada nisso por um tempo. Porém, não pôde deixar de se sentir um pouco triste por Ana não ter ouvido sobre o aniversário de um mês de namoro delas.

—xxx—

Na parte da tarde, Ana se sentiu compelida a ir até a sala de TI para conversar com Pietro.

— Então, Pietro, queria que você verificasse para mim alguns dados do sistema. Talvez esteja com algum erro.

— Erro? No sistema? Porque nunca é culpa dos funcionários? O sistema funciona corretamente. Se aconteceu algum erro, deve ter sido vocês, os seres humanos. —  Ele disse como se ele próprio não fosse um.

— Mas, Pietro, se o sistema funciona corretamente, então me diz por que tem um funcionário que foi demitido há nove anos ainda fazendo lançamentos no sistema?

— É o que? Impossível. Ele já teria sido inativado quando saiu. Isso não faz sentido.

Pietro usava três telas de computador. Ele começou a acessar vários programas e códigos apareceram em sua tela.

— Nove anos, você disse?

— Isso mesmo.

Ele digitou mais alguns códigos. Vários outros códigos e listas, com tabelas e muitas informações estranhas, apareceram.

— Humm. Isso não faz sentido. O usuário desse Edilson realmente ainda está ativo. Eu vou desativar o acesso dele.

— NÃO! Ah…

— Porque não? Ele não é mais funcionário aqui.

— Antes de você desativar, você consegue tirar um relatório de quantas coisas esse usuário mexeu, tipo um histórico?

— Consigo, mas são quase dez anos de acessos. Posso baixar em um pendrive pra você, mas como é bastante coisa, vai demorar um pouco para terminar o download dos dados.

— E será que conseguiria mais uma coisinha? A gente tem como saber de qual computador vieram os acessos?

— Dá sim, eu só preciso incluir na tabela de histórico o IP da máquina. Mas por que precisa disso?

— Eu realmente não posso te contar agora, mas consegue guardar segredo dessa nossa conversa?

— Tudo bem. Mas assim que puder me contar, vou querer saber. Combinado?

— Combinado.


Fim do capítulo

Notas finais:

Bom dia! Boa tarde! Boa noite!


Mais um capítulo da nossa investigadora preferida.


Não percam o capítulo de amanhã hein, estejam avisadas kk


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Comentários para 25 - Capítulo 24 - Uma Nova Peça no Quebra-Cabeça:
Zanja45
Zanja45

Em: 18/01/2026

Depois de tantas promessas não cumpridas, Ana teve que acompanhar Hinata na marra. Kkkk!

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Zanja45
Zanja45

Em: 18/01/2026

Será que é Jorge que faz o acesso do Edilson?

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Jsilva
Jsilva

Em: 18/01/2026

Eita q a mineirinha  tá indo profundo no mistério heim  . Edilson..  Lucrécia e dona Lúcia.. são antigos na empresa ? Seu nao heim.. negócio só tá aparecendo nomes aí. Aninha vê se não pisa na bola com a japa.

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Jsilva
Jsilva

Em: 18/01/2026

Eita q a mineirinha  tá indo profundo no mistério heim  . Edilson..  Lucrécia e dona Lúcia.. são antigos na empresa ? Seu nao heim.. negócio só tá aparecendo nomes aí. Aninha vê se não pisa na bola com a japa.


EmiAlfena

EmiAlfena Em: 18/01/2026 Autora da história
Sim. Eles eram funcionários desde a inauguração.



Jsilva

Jsilva Em: 18/01/2026
Serar q é uma quadrilha? . Achei tão suspeito dona lucia elogiar o Edilson tantas veses kkk sinal q ela teve uma parceria a mais ou uma paixão secreta com ele .e se for isso...muito suspeito ela também hein ? revelações q eu aguardo.


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HelOliveira
HelOliveira

Em: 18/01/2026

Será que já sabemos de qual qual máquina são feito esses acessos....?

Ana deu mole quanto a data do início do namoro....não creiooo


EmiAlfena

EmiAlfena Em: 18/01/2026 Autora da história
Acho que sabemos né?


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