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Quando as águas se acalmam por Paloma Matias e

Ver comentários: 2

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Palavras: 2541
Acessos: 639   |  Postado em: 14/01/2026

Capitulo 38 - Aceita?

Samanta

 

 

O plano começou dias antes, mas só agora, enquanto observo Clara terminar de arrumar a bolsa, sinto o peso real do que estou prestes a fazer. Meu coração bate diferente, acelerado e calmo ao mesmo tempo, como se soubesse exatamente onde quer chegar.

— Tem certeza de que você não esqueceu nada? — Ela pergunta, olhando para mim por cima do ombro.

— Absoluta — Respondo rápido demais, o que faz Clara arquear uma sobrancelha.

Ela ri, aquela risada leve que sempre me desmonta, e fecha o zíper da mala. Nico corre pela sala, empolgado com a ideia de passar o fim de semana com a madrinha Liz, sem entender muito bem por que as mães estão estranhamente animadas, mas prefere brincar com Zeca do que questionar.

— Então... — Clara se aproxima de mim. — Um fim de semana só nós duas na casa de campo da sua família. Isso é você tentando fugir da rotina ou eu devo me preocupar?

Seguro o riso e envolvo sua cintura, ela me conhece tão bem que sabe que estou nervosa, porém não me pressiona.

— Talvez um pouco dos dois — Tento brincar — E tenho mais uma surpresa, que está ali fora nos esperando.

Ela se virá para pegar as coisas, mas Liz chega no exato momento, conforme combinado. Nico se joga nos braços dela e vai logo contando uma história confusa sobre carrinhos e dinossauros, com super-heróis.

 Após ele terminar, eu aproveito o momento para puxar minha irmã de lado, enquanto meu filho vai se despedir da outra mãe.

— Obrigada por isso — digo em voz baixa. — Você vai ajudar muito ficando com o Nicolino.

Liz me olha com aquele sorriso cúmplice que só irmãs compartilham.

— Vai dar tudo certo, Sam. — Ela aperta minha mão. — Clara te ama. Dá para ver de longe, vocês foram feitas uma para a outra.

Engulo em seco. Apenas assinto, não confio na minha voz agora. 

— Vamos, amor? — Ouço a voz de Clara.

— Vamos — digo, voltando para a sala. — Filho! Comporte-se com sua madrinha e a obedeça. Nada de ficar fazendo bagunça com o Zeca.

— Pode deixar, eu já sou um mocinho e vou me comportar — Revira os olhos, como se não soubéssemos que ela vai aprontar todas.

— Ok — Finjo que acredito — Agora, vamos lá para a rua que quero que todos vejam o que chegou.

Seguimos em direção à porta, quando saímos de casa, todos se deparam com minha BMW estacionada, lindamente posicionada.

— Você comprou um carro? — Clara, me olha, espantada.

— Sim, achei que tinha comentado com você. Encomendei quando cheguei ao Brasil e chegou apenas agora — Falo empolgada — Não é linda? 

— Você vai deixar eu dirigir, mamãe? — Nico dá pequenos pulinhos ao meu lado.

— Então! — Digo sem jeito — Esse carro é só para passeio e a gente precisa cuidar muito dele, mas quando você crescer e puder dirigir, terá o seu próprio carro.

— Como esse?

— Ainda mais bonito.

— Ebaaa!

Depois das despedidas, dos beijos em Nico e das promessas de ligação por vídeo, entramos no carro. Clara liga o rádio e, como na primeira vez que fomos para a casa de campo, não conseguimos chegar a um acordo sobre o estilo musical, mas deixo que ela escolha enquanto eu dirijo tentando parecer normal. Mas cada quilômetro percorrido me deixa mais consciente do anel escondido no bolso interno da minha jaqueta.

A estrada até a casa de campo é familiar. Árvores altas, curvas suaves, o cheiro de terra e verde que começa a entrar pelas janelas abertas. Esse lugar guarda versões antigas de mim e de nós.

— Faz tempo que a gente não vem aqui — Clara comenta, apoiando o braço na janela.

— Tempo demais — concordo.

Ela não sabe, mas eu estive aqui dias antes. Sozinha. Organizando tudo. Combinei com dona Fátima, nossa caseira, para preparar o local quando estivermos chegando. Aproveitei para ensaiar palavras em voz alta como uma adolescente apaixonada.

Quando estaciono em frente à casa, o sol já começa a se pôr, tingindo o céu de tons quentes. Desço primeiro, dou a volta no carro e abro a porta para ela.

— Que cavalheirismo é esse? — Ela brinca.

— Confia em mim — digo apenas, oferecendo minha mão.

— Você parece nervosa, aconteceu alguma coisa?

— Impressão sua — Tento convencê-la.

A casa parece igual por fora, o ranger das escadas de madeira ao pisarmos nela, os pássaros cantando, o vento batendo em nosso rosto.

Clara percebe algo diferente assim que a porta se abre. A luz suave das velas espalhadas pelo chão e pelos móveis ilumina o ambiente com um brilho quente. Balões em forma de coração flutuam pelo teto, flores naturais enfeitam a mesa posta para duas pessoas, e o cheiro de comida recém-preparada se mistura com o perfume das velas.

Clara leva a mão à boca no mesmo instante e se vira em minha direção. Seus olhos estão marejados.

— Sam... — a voz dela sai embargada.

Fico parada, ainda próxima da porta, observando-a absorver cada detalhe. Os olhos dela percorrem a sala, brilham como nunca. Ela dá alguns passos para dentro, como se tivesse medo de quebrar o encanto.

— O que é isso? — pergunta, quase num sussurro.

— Vem cá — digo, tomando coragem de me aproximar, estendendo a mão.

Ela se aproxima devagar. Seguro suas mãos entre as minhas e a levo para o meio da sala, no local programado em meus sonhos. 

— Lembra da primeira vez que viemos aqui? — Começo. — Eu estava nervosa demais para admitir que queria te beijar, que já tinha começado a reparar em você desde o carro.

Ela solta uma risada emocionada.

— Foi aqui que te vi tocar violão ao lado daquela fogueira — diz. — Mal conseguia olhar nos meus olhos e eu já estava hipnotizada.

— Foi aqui que tudo começou — continuo. — Onde eu toquei para você sem ao menos saber que cada palavra daquela música era para você. Foi aqui que eu me deparei com o maior medo da minha vida, me apaixonar novamente.

— Foi por isso que você fugiu.

— Sim — concordo — Como contei a você naquele dia no vestiário, eu fiquei com medo do que comecei a sentir por você. Tive medo quando te salvei no lago, não foi só pelo meu trauma, mas sim porque tive medo de te perder antes de ter a oportunidade de te conhecer melhor.

Clara já chora abertamente agora, e isso aperta meu peito de um jeito quase doloroso.

Levo-a até o sofá, mas ficamos em pé, ao lado de onde o violão está apoiado, me esperando. Respiro fundo. Cada palavra precisa ser dita como ensaiei.

— Clara, a gente construiu tanta coisa juntas. Uma vida. Uma família. Um amor que me transforma todos os dias. Você me viu nos meus melhores momentos e nos meus piores. Me escolheu mesmo quando era difícil.

Seguro o rosto dela com cuidado e tento controlar minhas emoções para não estragar tudo.

— Eu não quero imaginar meu futuro sem você. Não quero acordar sem ouvir sua risada, nem enfrentar o mundo sem saber que você está do meu lado.

— Eu estarei sempre ao seu lado — Diz.

— Eu sei — Sou sincera.

Antes que ela continue falando, pego. Meu violão e passo a alça pelo meu pescoço para firmá-lo em meu corpo.

— Você vai tocar? — pergunta.

— Prometi a mim mesma que faria isso do jeito certo dessa vez.

Respiro fundo e começo os primeiros acordes de 'Iris', do Goo Goo Dolls. Minha voz sai suave, carregada de sentimento. Cada verso parece ter sido escrito para ela, para nós.

 

“Eu desistiria do para sempre para tocar em você.”

And I'd give up forever to touch you 

 

“Porque eu sei que você me sente de alguma forma” 

'Cause I know that you feel me somehow 

 

“Você é o mais próximo do céu que eu estarei” 

You're the closest to Heaven that I'll ever be 

 

“E eu não quero ir para casa agora”

And I don't wanna go home right now

 

“E tudo que posso sentir é esse momento” 

And all I can taste is this moment

 

Clara chora ainda mais forte agora. Me seguro para não chorar com ela, eu preciso dizer tudo que quero.

 

“E eu não quero que o mundo me veja” 

And I don't want the world to see me 

“Porque eu não acho que eles entenderiam”

'Cause I don't think that they'd understand 

 

“Quando tudo é feito para ser quebrado” 

When everything's made to be broken 

 

“Eu só quero que você saiba quem eu sou”

I just want you to know who I am

 

Canto com toda a minha alma, e sei que Clara entende exatamente o que quero dizer. Ao finalizar os acordes, percebo que seu rosto está lavado por lágrimas, e que o meu também está. 

— Você me viu quando ninguém mais me enxergou, você sabe exatamente quem eu sou e mesmo assim escolheu ficar, me escolheu e eu escolho você todos os dias.

Dou um passo para trás, ajoelho devagar. O coração parece querer sair pela boca quando tiro o anel do bolso.

— Clara, você aceita se casar comigo?

Ela cobre o rosto com as mãos por um segundo, como se precisasse de tempo para acreditar. Quando abaixa as mãos, os olhos estão cheios de lágrimas novamente e amor.

— Sim — ela diz, quase sem som. — Claro que sim. Mil vezes sim.

Nem acredito no que ouço, levo alguns segundos para assimilar que ela aceitou meu pedido. Coloco o anel no dedo dela com as mãos trêmulas, deixo um beijo demorado em sua mão, uma promessa silenciosa que será para sempre.

 Quando me levanto, ela me abraça com força, como se quisesse se fundir a mim. Rimos e choramos juntas, tropeçando uma na outra no meio da sala iluminada por velas.

Deixo o violão de lado e a puxo para perto, a conduzo até a mesa para jantarmos.

— Como você arrumou tudo isso e eu não percebi nada? — Pergunta tentando recuperar o fôlego pós-choro.

— Na quarta-feira, quando saí mais cedo do clube e disse que resolveria as últimas coisas referentes à casa — Começo a contar — Eu menti. Vim para cá e organizei tudo.

— Me enganou direitinho — Sorri.

Os pratos já estão a postos, apenas esperando para serem saboreados. Escolhi um macarrão com camarão ao molho de 4 queijos, pois sei que Clara adora. Porém, antes de comer, ela ergue os olhos em minha direção.

— Você não precisava ficar tão nervosa. — Sua mão encontra a minha sobre a mesa. — Era óbvio que eu diria sim. Eu te amo, Samanta, amo tudo que vivemos, você me fez realizar meu maior sonho, que era ter alguém como você ao meu lado. Eu te digo sim hoje, amanhã e todos os dias da minha vida.

— Não se esqueça de que meu coração é de uma jovem senhora e pode não aguentar essas declarações.

Clara solta uma gargalhada que contagia o espaço, e mais uma vez tenho a certeza de que eu amo essa mulher com todo meu ser.  

 Jantamos à luz de velas, conversando sobre o passado, o presente, os planos. Rimos, lembramos de momentos bobos, falamos de Nico, da casa, da vida que queremos continuar construindo.

Mais tarde, deitamo-nos no sofá, abraçadas, olhando o fogo baixo da lareira.

— Amor — Chamo baixinho para ter certeza de que ela não está dormindo.

— Oi — Levanta a cabeça e apoia sobre a mão que coloca em meu peito.

— Eu tenho mais um assunto para falar com você. — Volto a ficar nervosa. — Mas se for uma ideia muito maluca, você não precisa aceitar, embora seja muito importante que aceite. Na verdade, eu quero que você aceite, porque...

— Vida — Ela me interrompe — Você não está falando coisa com coisa.

— Desculpa, acho que estou nervosa de novo.

Ela se ergue para se sentar e poder me encarar melhor, e eu faço o mesmo.

Respiro fundo e engulo seco antes de falar.

— Eu quero adotar o Nicolas. — Não olho em seus olhos.

— O QUÊ? — Ela grita e eu me assusto.

— Você achou a ideia tão ruim assim? — Questiono, apreensiva.

— Não, não é isso — Fala mais calma — Só não sei se ouvi direito.

— Você ouviu sim, eu quero adotar nosso filho e que você e ele tenham meu sobrenome assim que a gente se casar.

— Amor — Ela pula em meu colo, me abraçando e me beijando — Isso será maravilhoso, ele vai amar te ter como mãe legalmente, mas isso é possível?

— Conversei com a Anna a respeito disso, apesar de não ser a área em que ela trabalha, me passou o contato de outra advogada especializada em direito da família, e a adoção pode ser feita caso o pai biológico concorde ou se for destituído do poder familiar por decisão judicial, e, sendo bem sincera, acho que ele não vai se importar nenhum pouco, talvez até agradeça por eu assumir a criança.

— Você realmente quer fazer isso? — Me olha, com os olhos cheios de esperança.

— Sim, eu quero que sejamos uma família diante da justiça também. Quero que ele tenha os mesmos direitos que nossos filhos terão.

— Que filhos? — Ela arregala os olhos.

— Os que vamos ter, amor — Digo animada — Mais um menino e duas meninas.

— E quem vai parir tudo isso de criança? 

— Você — Digo com a maior cara de pau — Eu já sou muito velha para gestar uma criança.

— Então se contente com mais uma criança, porque eu não quero passar por mais três gestações não.

— Mas, amor — tento insistir — Quero que nossos filhos tenham irmãos, que eles tenham com quem contar.

— Falou a irmã fantasma, que até meses atrás nem respondia à irmã.

— Você não pode usar minhas ações contra mim — Cruzo os braços fingindo estar brava.

— Então não venha com esse papinho para cima de mim.

— Mas pelo menos dois nós vamos ter, né?

— Sim, o Nico e mais um.

— Você é muito chata — Reviro os olhos.

— Sou a chata que você ama — Segura em meu rosto e beija meus lábios — eu vou amar ter mais filhos com você.

— Assim que voltarmos para casa, vou conversar com o Nico sobre a adoção e ver o que ele acha, posso?

— Deve — Deixa mais um selinho em meus lábios — E se ele concordar, como eu sei que vai, damos entrada nos papéis.

— Perfeito.

— Obrigada por me escolher — Clara sussurra.

— Obrigada por ficar — respondo.

Aqui, nessa casa que viu nosso começo, eu faço a promessa mais importante da minha vida. E pela primeira vez, tenho certeza de que estou exatamente com quem deveria estar.

Fim do capítulo

Notas finais:

Oi gente!!!!


Agora voltei para a rotina de vez, e já estou voltando a postar.


O que acharam desse pedido de casamento? acharam certo a Sam voltar onde tudo começou ou ela deveria ter pensado em outra opção?


Será que Clarinha vai querer ter mais três filhos com a Sam? kkkkkkkk eu acho meio difícil.


Não esqueçam de comentar. Infelizmente, a historia já está em seus últimos capítulos, mas mesmo assim a opinião de vocês é muito importante. Não fiquem tristes, coisas novas virão, vocês não ficarão abandonados não hahaha




Espero que a leitura tenha te feito uma boa companhia. Até breve.


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Comentários para 37 - Capitulo 38 - Aceita?:
HelOliveira
HelOliveira

Em: 15/01/2026

Que volta marcante com pedido de casamento e tudo mais..Nico vai amar ser adotado....acha que mais 3 vai ser difícil Clarinha aceitar a não ser que venha trigêmeos....

Falar em chegando ao final já um aperto no peito....mas venha coisas novas..

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Alice Maria
Alice Maria

Em: 14/01/2026

Você voltou com tudoooo!!!! Lindíssimo pedido de casamento. Acompanho essa história desde o começo e sou apaixonada pela Sam e Clarinha!!! 


Paloma Matias

Paloma Matias Em: 15/01/2026 Autora da história
Obrigada por estar aqui desde o início ;)


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