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Srta Matsuzaki por EmiAlfena

Ver comentários: 6

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Palavras: 2683
Acessos: 470   |  Postado em: 10/01/2026

Capítulo 22 - O Desafio Aceito

No fim da tarde, o coração de Ana estava em paz. A conversa com a mãe e a reflexão em sua casa na árvore haviam solidificado sua decisão. Ela não estava apenas voltando para Serra Verde, mas voltando para a vida que ela merecia, e que não desistiria tão fácil. Despediu-se dos seus pais e pegou o ônibus de volta. Enquanto o veículo percorria a estrada, Ana pegou o celular para avisar sua namorada.

"Ainda não me acostumei, ainda parece que estou em um conto de fadas", ela pensou, um sorriso bobo no rosto ao digitar a mensagem.

Ana Ribeiro - Hi Sweetie, já estou no ônibus devo chegar daqui a pouco na cidade.

Hinata Matsuzaki - Provavelmente vamos chegar quase ao mesmo tempo em casa. Você aceita dormir comigo novamente?

Ana Ribeiro - Mas que pergunta… claro que eu aceito. Vou passar em casa pra pegar algumas roupas pra mim antes de ir pra sua casa.

Hinata Matsuzaki - Porque?

Ana Ribeiro - Porque o que?

Hinata Matsuzaki - Porque precisa buscar roupas? Gosto de você sem elas.

Ana Ribeiro - Hinata, comporte-se. Logo estarei em casa.

Hinata Matsuzaki - Vou ficar te esperando.

A resposta de Hinata fez Ana rir baixinho, sentindo o calor subir às bochechas. A saudade, já grande, cresceu ainda mais.

—xxx—

Hinata havia chegado a alguns minutos quando ouviu a campainha da sua casa tocar. Era Ana, com sua mochila nas costas e uma sacola com algumas frutas na mão.

— Oi, amor. — Hinata a recepcionou com um selinho nos lábios e um abraço apertado.

— Hi Honey, I missed you today (Oi amor, senti sua falta hoje.) — Ana disse, antes de aprofundar o beijo, que agora era urgente e cheio de saudade.

Ambas sentiam a falta de ter a sensação de pele com pele, e mesmo que só houvesse passado uma tarde desde que haviam se separado fisicamente, parecia uma eternidade desde o último beijo. Ana soltou a mochila no chão, e as mãos de ambas se moveram instintivamente para as roupas uma da outra.

— We'd better go inside, don't you think? (Melhor entrarmos em casa, não acha?) — Hinata murmurou entre um beijo e outro.

Elas entraram na residência e continuaram a se beijar, a paixão às consumindo por completo. Ana queria ‘matar a saudade’ de sua namorada. Havia sentido falta do toque dela, do calor, da presença. O desejo aumentava na inversa proporção em que as peças de roupa diminuíam. Ali mesmo no sofá da sala de estar, a paixão delas foi mais uma vez consumada, e ambas se deitaram abraçadas, suadas e ofegantes com seus corpos entrelaçados.

— Como foi viagem? Como seus pais estão? — Hinata perguntou, a voz ainda um sussurro.

— Foi tudo bem, eles estão bem. Minha mãe gostou de saber que estamos namorando.

— I'm glad they approved of our relationship. (Fico feliz por aprovarem nosso relacionamento.) — Hinata sorriu, mas uma sombra de preocupação passou por seu olhar. "Imagino que o Senhor Kodama não aprovaria", ela pensou.

— Eu pensei bastante sobre voltar ou não para a empresa. — Ana disse, seu tom de voz se tornando mais sério.

— E o que a senhorita Ana Ribeiro decidiu?

Ana ergueu um pouco seu corpo para olhar nos olhos de Hinata. Sua expressão era de determinação. — Eu decidi voltar a trabalhar na empresa. Não quero abandonar meu sonho por causa de um cara. Eu sei que sou apenas uma estagiária e que tenho muito o que batalhar, mas preciso encarar os ‘Jorges’ que aparecerem no meu caminho.

— Estou orgulhosa de você, Ana. — Hinata disse, e em seguida deu um beijo na testa da jovem, um gesto de carinho e aprovação.

—xxx—

Na manhã seguinte, as duas mulheres se prepararam para ir trabalhar. Hinata, impecável em seu terninho, e Ana, vestindo uma roupa mais casual, mas igualmente determinada. Ao entrar no carro, diferente de todas as vezes em que Hinata a deixava na estrada, desta vez ela seguiu direto para a empresa.

— Amor, esqueceu que preciso descer?

— Iie. (não) — Hinata respondeu, os olhos na estrada. — Let's go together and you can have lunch with me from today onwards. (Vamos juntas e você almoça comigo a partir de hoje.)

— Mas, amor, não precisa disso. Eu sei me virar.

— Can't I enjoy my girlfriend's company during meal times? (Eu não posso desfrutar da companhia da minha namorada nos horários de refeições?)

— Você pode sim. — Ana disse, sentindo as bochechas corarem.

— Kore de kaiketsu desu. (Então estamos resolvidas.)

Assim que estacionaram, caminharam lado a lado até a entrada da empresa. Ana sentiu um frio na barriga. Era uma sensação estranha voltar para o lugar de onde havia saído com tanto pânico. "Parece que foi há tanto tempo", ela pensou.

No setor de RH, Ana sentou-se, aguardando. Laura a cumprimentou com um sorriso educado. Tímida, Ana disse com uma voz baixa:

— A Dayana deve estar me esperando.

— Ah, sim, Ana. Ela ainda não chegou, mas vou avisar que você está aqui.

Mais alguns minutos de espera, até que Dayana chegasse.

— Bom dia, Aninha, que bom te ver de novo. Vem comigo, vamos conversar melhor na minha sala.

“Minha sala?”

— Que bacana Dayana, agora você tem uma sala.

— É, pois é menina, logo depois que você começou aqui o Luís foi demitido e eu assumi como Gerente. Mas vamos lá? Temos muito o que conversar.

Ana se levantou e seguiu Dayana até sua pequena sala. Era um espaço muito menor que o de Hinata, mas ainda assim era uma sala de gerência.

— Então, Aninha, você pensou melhor? A sua decisão de sair assim tão de repente deixou todos nós assustados. O que aconteceu?

— Ah, eu… — Ana respirou fundo. Não era hora de gaguejar. — Então, Dayana, eu tive alguns problemas com meu supervisor, o Jorge. Eu só direi que ele me tratou de uma forma não muito profissional. Mas eu também deveria ter vindo aqui conversar com você antes de me demitir, eu sei disso agora.

— Entendo, Aninha, mas infelizmente já estamos com outro estagiário contratado. Você mesma sabe o quanto uma vaga nessa empresa pode ser concorrida. Não vamos poder “recontratar” você para aquela vaga específica porque já processamos sua cartinha de demissão.

Dayana usava palavras no diminutivo, talvez imaginando que isso faria as notícias soarem de uma forma menos pesada. Ana sentiu seus olhos arderem, mas se manteve firme. Precisava encarar as consequências. Respirou fundo novamente.

— Tudo bem, Dayana, eu entendo. Eu agradeço pelo seu tempo e, se não se importa, eu já vou indo.

— Vai indo onde, Aninha?

— Já que você não pode me recontratar, pretendo procurar outro emprego, né? Caso contrário, não vou conseguir pagar o aluguel e então terei que voltar a morar com meus pais, não que isso seja um problema também, mas… — Ana divagou um pouco, o nervosismo a traindo.

— Aninha, eu disse que não podemos recontratar você para a sua vaga anterior. Não disse que não temos uma vaga para você. A vaga que temos será para trabalhar com outras atividades, se não tiver problema para você.

— Não… Não tem problema nenhum, eu aceito qualquer vaga que tiver.

— Ah, que ótimo, Aninha. Então, acredito que por aqui estamos resolvidas. Vou pedir para a Laura imprimir o novo contrato, enquanto isso pode ficar à vontade. Aliás, a Diretora pediu que você passasse na sala dela antes de ir para o setor em que vai trabalhar, está bem?

Ana agradeceu e saiu da sala de Dayana, o coração acelerado pelos altos e baixos de suas emoções. Laura, a jovem que a atendeu das outras vezes, fez a impressão do contrato, e Ana começou a lê-lo.

— Laura, está certo isso? — O coração de Ana errou várias batidas. A saliva de sua boca desapareceu como se ela estivesse em um deserto.

NOME: ANA RIBEIRO – CARGO: GERENTE GERAL – SETOR: CONTROLADORIA, ANÁLISE E PROCESSAMENTO

Laura passou o olho no contrato e, em seguida, observou a tela do computador com atenção. Por fim, disse:

— Sim, Ana, essa era a vaga que tínhamos em aberto no momento.

— Mas é uma vaga de Gerente...

— Sim, o pré-requisito para a vaga é ter sido aprovado em algum dos processos seletivos do Grupo Kodama no último ano, e o seu processo aconteceu a apenas oito meses; o outro requisito é apresentar um diploma de graduação ou declaração de conclusão, esse você mesma nos entregou antes do recesso e temos uma cópia aqui no seu arquivo; e por último você precisa que sua indicação fosse aprovada pela assessoria na sede em Tóquio. Não era essa a vaga que te passaram? Quer que eu verifique com a Dayana?

— Não Laura, está tudo bem. Podemos prosseguir sem problemas.

"Essa minha namorada não tem jeito mesmo", Ana pensou, um sorriso se abrindo enquanto ela assinava o novo contrato.

—xxx—

Assim que terminou a parte burocrática, Ana subiu até a sala da Diretora Geral, também conhecida como Hinata Matsuzaki, que também era conhecida como sua namorada. Aguardou na mesa de Lúcia, até que a secretária autorizasse a sua entrada. Assim que passou pela porta, viu que Hinata estava com um olhar convencido no rosto.

— Senhorita Matsuzaki, pediu que eu viesse até sua sala? — Ana disse em um tom profissional enquanto Lúcia ainda estava na sala.

— Sim, quero dar boas-vindas à nova Gerente do C.A.P — Hinata disse pausadamente para que Lúcia tivesse tempo de ouvir enquanto fechava a porta da sala.

Ana caminhou para mais perto da mesa de Hinata agora que elas estavam sozinhas.

— Mas Hinata, você disse que eu voltaria como estagiária. — Ana disse em um tom de voz mais baixo.

— No, Ana, I said that if you decided to come back, you would have a position here. (Não, Ana, eu disse que, se você decidisse voltar, você teria um cargo aqui.)

Ana se aproximou ainda mais, agora passando a mesa de Hinata e ficando frente a frente com a mulher.

— Amor. — Ana disse baixinho. — Isso não vai dar problema?

— Hey sweetheart, you're extremely competent. I've already called a meeting with the department for after lunch, and I'll introduce you there. The agenda will simply be a review of company rules with your employees. After all, you'll be a manager now, and you need to establish how you'll manage them. (Hei querida, você é extremamente competente. Eu já convoquei uma reunião com o setor para depois do almoço e nela vou apresentar você. A pauta será apenas uma revisão com os seus funcionários sobre as regras da empresa. Afinal, você será uma Gerente agora, precisa estabelecer sua forma de gerenciá-los.)

— Você acha que eu consigo?

— Não acho… — O pânico invadiu o olhar de Ana ao ouvir sua amada iniciando a frase — Eu tenho certeza… you can do it. (você consegue.)

—xxx—

Durante toda a manhã, as duas optaram por continuar na sala de Hinata e comerem algo por lá mesmo. A garganta de Ana estava quase fechada, e a pressão de seu novo cargo martelava em sua mente.

— Ai shite, kokyū shite. Subete wa umaku iku. Soshite watashi wa anata to issho ni iru. (Amor, respira. Tudo vai dar certo, e eu estarei com você.) — Hinata tentou tranquilizar sua amada namorada, segurando sua mão.

Partiram para a sala de reuniões, onde todos os funcionários do C.A.P já estavam aguardando. O rumor de que um novo gerente havia sido contratado foi mais do que suficiente para que chegassem pontualmente para a reunião.

Hinata entrou na sala com Ana logo depois dela. A Diretora se sentou na cabeceira da mesa, e Ana, trêmula, ao seu lado direito.

— Boa tarde a todos. — Hinata começou. A sala ficou em silêncio. — Primeiro, obrigada por vim na reunião e vou pedir pra vocês continua assim. Hoje preparei uma lista e vamos ver todas as regras do trabalho, horários, intervalos e atividades.

— Oh, Diretora. — Jorge interrompeu. — Que história é essa de que contrataram um novo gerente? Quem é o cara?

Ana apertou o maxilar assim que ouviu a voz de Jorge. Ela havia mantido a cabeça baixa desde que entrou na sala. Apesar de imaginar que ele estaria presente, não imaginava que a voz dele a faria sentir tanta náusea.

— Senhor Jorge, perguntas depois. Espera sem interromper. Eu tava dizendo esse tipo de coisas faz as reunião ser menos objetivas e demorada. Atrasa serviço assim. — Ana viu que no olhar de Jorge não havia nada além de raiva. — Então, antes das normas, quero falar da nova Gerente do setor de vocês. Acho que vocês lembram da Ana Ribeiro.

Silêncio. A sala ficou em choque.

— A diretora já tá zoando com a gente? A estagiária voltou? — Jorge começou.

— Não, Senhor Jorge. Ana trabalha como nova Gerente.

Talvez Jorge tenha esquecido quem estava ali presente, ou talvez toda a raiva que sentia de Hinata desde que assinou sua advertência estivesse vindo à tona. Ou talvez fosse apenas a revolta de um homem com o orgulho ferido. Seria difícil determinar se apenas um desses fatores ou o conjunto deles fizeram com que ele perdesse a cabeça.

— Ah, tá de sacanagem com a minha cara? A Estagiária virou Gerente? Só pode ser piada. Essa menina não é ninguém.

— Senhor Jorge, o comportamento do senhor é inapro... — Hinata tentou retomar o controle, mas foi interrompida.

— Ah, vai a merd*, japa! Essa menina nem saiu das fraldas ainda. Como você acha que ela vai comandar um setor desse tamanho? Isso que dá colocarem mulheres no comando, elas são todas loucas da cabeça.

— Senhor Jorge! O senhor receberá… — Hinata foi interrompida novamente

— Vai me dar outra advertência, é? Ah, olha como eu tenho medo disso, prefiro ficar desempregado do que ter uma estagiária mandando em mim. Eu não sabia que a 'grande diretora' gostava de mulher. Pelo menos pra isso a estagiária foi mais esperta que a gente. Tá dando pra chefe, né?

— CALA A BOCA, JORGE! — Os olhos de Ana estavam marejados de lágrimas, mas não era hora de ter medo. Ela não podia recuar ali. Jorge precisava entender seu lugar e ofender Hinata era demais para Ana suportar calada. Ela continuou, a voz cheia de uma raça que ela mesma desconhecia.

— Vocês riram por meses de uma pessoa que está tentando organizar essa bagunça que vocês fizeram. Vocês não têm vergonha? Nem um pingo de respeito pelo trabalho de ninguém? A 'japa' que vocês tanto criticam é a única que está tentando arrumar o caos que vocês criaram com a irresponsabilidade e a preguiça de vocês! Ela estava aqui trabalhando enquanto vocês faziam piada e assistiam futebol no horário de trabalho! E você, Jorge, seu irresponsável! Se você prefere ficar desempregado fique a vontade pra escrever sua carta de demissão no RH. Não é à toa que essa empresa está do jeito que está! Pessoas como você, que só pensam em se aproveitar e em fazer piadas idiotas, são a razão de tudo isso! Eu assisti o comportamento de vocês por meses e sei exatamente quem trabalha de verdade, e espero que se sintam gratos por ainda terem um emprego. Sim, eu serei a nova Gerente e tenho certeza que todos vão realmente trabalhar direito a partir de hoje! 

Ana terminou sua fala ofegante, o peito subindo e descendo com a emoção. Hinata não a interrompeu em momento nenhum, deixando que a fúria e a determinação de Ana ficassem claras para todos. Aqueles que estavam ali presentes pareciam segurar a respiração frente à tamanha tensão que havia se formado no ambiente. A única que ousou quebrar o silêncio foi Hinata.

 

— Os dois vai assinar uma advertência depois da reunião. Por causa do jeito de falar no trabalho e desrespeito com os colegas e... Agora, senta os dois e vamos continua com a reunião.


Fim do capítulo

Notas finais:

Bom dia! Boa Tarde! Boa noite!


Eu não sei vcs mas essa reunião me deixou arrepiada kkkkk


Ana dando a volta por cima e colocando o nosso "querido" Jorge no lugarzinho dele.


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Comentários para 23 - Capítulo 22 - O Desafio Aceito:
HelOliveira
HelOliveira

Em: 12/01/2026

Ana que orgulho vc nessa reunião colocando o Jorge e todos os preguiçosos no lugar...

Amei demais esse capítulo 


EmiAlfena

EmiAlfena Em: 12/01/2026 Autora da história
S2


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Zanja45
Zanja45

Em: 11/01/2026

Muito bom ver a postura de Ana como G.G.   Os preguiçoso agora vai ter que trabalhar. :A gerente já começou mostrando a força dela.


EmiAlfena

EmiAlfena Em: 11/01/2026 Autora da história
Simmm. Vão ter que andar na linha agora


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Dessinha
Dessinha

Em: 10/01/2026

Cacilda!! Que Jorge de merda é esse?! Ele ainda está na empresa depois disso? Só pode ser devido a investigação... mas ok, vamos adiante. Só tá melhorando. O CAP que aguarde, iruu! 


EmiAlfena

EmiAlfena Em: 10/01/2026 Autora da história
Kkkk estão adorando né


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Sem cadastro
Sem cadastro

Em: 10/01/2026

Gente pera aí.... hinata tá nem aí mais para o q a corja de vagabundos vai pensar e vai ver a aninha dominar a empresa . O q me leva a pensar q o chefao lá irar ver os dados elevar a empresa e darar o cargo de hinata no futuro ? Pq pelo o q entendi hinata não é permanente no Brasil certo?

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Jsilva
Jsilva

Em: 10/01/2026

Gente pera aí.... hinata tá nem aí mais para o q a corja de vagabundos vai pensar e vai ver a aninha dominar a empresa . O q me leva a pensar q o chefao lá irar ver os dados elevar a empresa e darar o cargo de hinata no futuro ? Pq pelo o q entendi hinata não é permanente no Brasil certo?


EmiAlfena

EmiAlfena Em: 10/01/2026 Autora da história
Certo, a princípio ela precisa descobrir o desvio resolver os problemas e voltar pra Tóquio.


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Jsilva
Jsilva

Em: 10/01/2026

Kkkk caraa kkkk eu amo minha intuição!! Esse CAPS foi melhor q orgasmos das meninas viu kkkk tô muito feliz de ver aninha colocando a coleira já no cachorrinho  do Jorge!! Hinata toda orgulhosa quase teve um orgasmo também né kkk me senti vingada agora e nem começou mandar a bixinha .anciosa pra ver o circo pegar fogo agora .


EmiAlfena

EmiAlfena Em: 10/01/2026 Autora da história
Kkkkkk


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