Segredos por Elliot Hells
Oi pessoal, como vão todos?
Gostaria de saber o que vocês estão achando até agora.
Gosto de ver nossa interação e principalmente o que vocês esperam sobre.
Fico aguardando vocês, abraços e agradeço para quem continua acompanhando "Segredos"
Capitulo 50 Noite de caça as pistas
Sophie havia chegado do trabalho, devido a viagem de Valquíria para fazer a missão de repatriação seus horários estavam normalizados e seus amigos não queriam deixa-la muito tempo sozinha. Assim, jantar juntos na casa de Elizabeth, tornou-se comum e quase rotineiro.
Em sua casa tinhas as pastas que Valquíria havia solicitado para o Sebastian do departamento do setor de arquivos junto com a Raphaellë. Sabia que quando a detetive voltasse da missão, elas iriam estudar esses arquivos juntas. Então, trabalhava em casa de forma minuciosa, pois seria uma grande reviravolta. Porém, os trabalhos ficariam para depois, pois precisava se ajeitar.
Ela tomou seu banho, se arrumou e partiu para a casa da amiga. Sentia falta daqueles dias de todos juntos e com a Valquíria. Aos poucos a detetive ia se socializando, dando pequenos passos. E agora ela estava longe, a quilômetros de distância dela agora. Demorou mais ou menos meia hora para ela chegar na residência de Elizabeth. Tomou o elevador, chegou ao andar e bateu na porta.
Vivienne abriu e já estava com um sorriso enorme para recebe-la. Blues vinha logo atrás e era ouvido um:
- Blues, precisa aguentar essa ansiedade, vamos fica – era Elizabeth tentando manter segura aquela crise de ansiedade que faria bem para a border collie no futuro.
Sophie abraçou Vivienne e se cumprimentaram. Deu boa noite para o pessoal e Blues ficava balançando o rabo no fica.
- Aw, Blues, eu sei, a albina está fazendo o treino de ansiedade, não é? – falava com voz melosa para a cadelinha. – vamos eu tenho uma bolinha. Agora, senta, isso! Deita. – a Border Collie fazia exatamente como o pedido. – muito bem! – Sophie a abraçava apertado e ela estava toda feliz. – Então, pessoal, desculpa a demora.
- Oi Lora! – Elizabeth apareceu – e deu para ela uma taça de vinho branco do seu preferido. – sente-se com os outros, enquanto separo a comida tailandesa.
No sofá estavam Henrique, Kitty e Vivienne, todos conversando e querendo saber como a Sophie está.
- Tem alguns dias que não tenho notícias da Valquíria. – Sophie sentava ao lado de Vivienne. – estou um tanto preocupada.
- Tenho certeza que a Valquíria estará bem, Sophie. – dizia Vivienne para confortar a outra. – acredito que essas missões são confidenciais e devem demorar para ter certas respostas. – tentou justificar a falta de informação da outra. – Bom, você deve saber mais do que eu sobre isso.
- Você está certa, - suspirou a legista. – é só um tanto diferente quando você está do outro lado. Normalmente vemos outras famílias e as missões, sabemos todos os protocolos e imaginamos o quanto aquela família deve está preocupada. Porém, não podemos fazer muita coisa. Contudo, pela primeira vez, me sinto como uma dessas famílias e com uma angustia sem tamanho. E diferente delas, eu ainda tenho ainda mais informações. – Sophie tomava outro gole de vinho.
- Acredito que você precisa desopilar um pouco, que tal fazermos um jogo? – sugeriu Kitty.
- Melhor não ser “verdade ou safadeza” – adentrava Izzy com a comida. – Sophie e eu já temos experiência com esse tipo de jogo. – colocou cada porção no centrinho da mesa e começaram a se servir. – Que tipo de jogo seria interessante?
- Faz tempo que não jogo algo assim, por que não fazemos a versão original de verdade ou desafio? E descobrimos mais coisas sobre nós mesmos? – falou Henrique.
- Eu não vejo, porque não. – Vivienne pegava a sua porção e começava a usar os hashis.
- Será que começar um jogo animaria o humor da Sophie? – Elizabeth pegava a sua porção e sentava ao lado da mesa de centro no chão. – e talvez possamos deixar a noite da Sophie mais animada.
- O que quer dizer com mais animada? Ninguém aqui trans*rá com a Sophie, Lizz – disse Henrique. – A não ser que ela queira isso – ele riu.
Riram da brincadeira dele e Sophie negou que não queria isso.
- É simples pessoal. – dizia Elizabeth – Sophie sente falta da detetive, elas resolvem casos investigativos – a atriz tomava um gole de vinho quando disse. – e por sorte ela é amiga de uma atriz e roteirista que criou um jogo de caça as pistas apenas para desfoca-la e divertí-la. Sophie ri em agredecimento.
- Eu agradeço demais albina e a todos vocês que estão tentando fazer meu tempo passar, mas será que seria uma boa ideia mesmo? – indagava a legista.
- Vamos lá Sophie, acredito que a Valquíria não iria querer te ver tão desanimada. – Kitty a estimulou. – seria interessante fazermos isso.
- Tudo bem, tudo bem, eu topo. O que faremos essa noite? – eles terminavam pouco a pouco de jantar.
- Bom, vocês irão escolher suas duplas, e aqui nesse apartamento começarãao a resolver o primeiro enigma que conduzirá vocês para a próxima pista até descobrirem onde eu escondi um prémio apropriado para cada um de vocês. – Elizabeth dizia. – E eu também fiz isso, porque a Kitty achou que seria interessante eu bolar algo assim, se aproveitando da minha escrita de roteiro.
- Qual é, Lizz, você é diretora e atriz, além das outras mil funções que você tem – começava a Kitty. – faça um grupo de amigos feliz e empreste um pouco desse seu talento para um jogo que queremos fazer para a Sophie ficar bem.
- Viu só, ela estava se aproveitando do meu talento. – recolheu os pratos e colocou na lava louça. Apagou as luzes e deixou apenas a de baixa luminosidade. – E realizando o pedido da Kitty, dentro de cada envelope escondido abaixo do sofá que vocês se sentam agora, há uma pista que vocês devem desvendar. Sugiro que separem os grupos e vão para cada comodo distante e resolvam, pois a busca começa agora!
Os grupos se dividiram e fizeram o próprio sorteio, nele Vivienne acabou com a Sophie e Henrique com a Kitty. O primeiro grupo foram para o andar de cima, no quarto de Elizabeth para resolverem o primeiro enigma, enquanto o segundo permaneceram na sala.
- Lamento você ter me tirado, acho que talvez quisesse ficar com a sua irmã. – dizia Sophie, enquanto abria o envelope lacrado..
- Não, a Kitty leva jogos muito a sério e deve está torturando o Henrique agora mesmo. – elas fizeram silêncio e dava para ouvir os gritos de Kitty dizendo “você está numa competição de quem é o mais lento?” – viu só?
Elas riram. A primeira pista era um grande quebra-cabeça. Sophie e Vivienne começaram pelas bordas.
- Você parece bem boa em jogos. – Sophie elogiava a ruiva.
- Ah, não é nada. Quando éramos criança a Kitty sempre inventava e tramava alguma coisa do tipo. Havia sempre muita competição. – dizia Vivienne, enquanto completava as peças. – E você?
- Como pode imaginar, eu era filha de uma neuropsiquiátra com um antropólogo que passava a maior parte do tempo com a mumificação de uma criança de uma antiga cidade acabada. Minha mãe fez alguns testes comigos, no qual envolviam jogos, então eu sou bem familiarizada com isso. – explicava Sophie. – Bom, pela analise desse quebra-cabeça a próxima pista deve está...
- No teatro – diziam ambas em uníssono. – Vamos para lá.
Quando desceram, não se encontravam mais lá. Apenas Elizabeth tomando uma xicará de um moccha. Dizendo que esperavam elas irem.
- Precisamos nos apressar, Kitty já deve ter descido com o Henrique. – dizia Vivienne.
Elas chegaram na recepção do antigo teatro que Vivienne conheceu Elizabeth. E lá estava o rapaz com mais dois envelopes nas mãos. Vivienne parecia animada, pois indicava que Kitty ainda não havia chegado. Porém, logo atrás corriam sua irmã e Henrique.
- É sério que um homem tão grande como você não consegue correr mais rápido? – reclamava Kitty.
- Escuta, eu não costumo fazer muito cárdio na academia! Eu gosto mais de levantar peso. – explicava Henrique.
- Deu para ver, pois chegamos atrasado por causa desse peso todo. – revirava os olhos a ruiva mais velha.
- Sua irmã leva jogos bem a sério. – Sophie sorria.
- E como ela leva, quando conhecemos Elizabeth ela ganhou os ingressos em uma partida de pocker, com uma mão de um “royal flush”. – relembrava o motivo de ter conhecido as irmãs Heinz.
- Uau, já sei a quem chamar para fazer duplas nesses jogos. – Sophie dizia, quando pegava a próxima pista e lia
Elas abriram o envelope e lá estava escrito algo interessante:
“Lugar que não existe nem mesmo o ar.
Mas é preciso um trajeto a ser percorrido.
Por uma grande embarcação dotada de conveses.
Seja rápido, pois a unidade de medida de tempo, com suas rotações de velocidade estão passando.
Mas não se esqueçam, talvez galinhas e seus filhotes sejam necessários na viagem.”
- Que escrito diferente, o que será que quer dizer? – elas ficaram paradas por cerca de dois minutos. Enquanto Sophie pensava.
- Eu não sei ao certo, eu sou mais a legista do que a pessoa que decifra as pistas. – articulava Sophie. – Por outro lado, já ajudei a Valquíria e o que ela faria? –Sophie colocou a mão no queixo e começou a pensar. – Talvez esse amontoado de orações sejam pistas separadas.
- Você quer dizer como charadas? Charadas por trás de um texto? – Vivienne olhava a carta melhor. – “Lugar que não existe nem mesmo o ar” isso não seria o vácuo?
- Exato. – Sophie lia a próxima a próxima frase. – “Mas é preciso um trajeto a ser percorrido” – rapidamente fazer isso com a Vivienne relembrou o caso em que ela e Valquíria estavam na morgue lendo em latim textos da bíblia no corpo da vítima. Ela se emocionou internamente.
- Será que é um trajeto para o vácuo? – indagava Vivienne.
- Para termos algum trajeto é preciso de um itinerário antes.. – e isso deu um estalo em sua mente. – Talvez o que procuramos seja exatamente isso, itinerário.
- A próxima frase fala de embarcação com convés, me parece um navio. – Vivienne dizia para a outra.
- Também concordo com a sua analise. Vamos mante-la. – Sophie continuou a ler. – “Seja rápido, pois a unidade de medida de tempo, com suas rotações de velocidade estão passando.”
- O que acha que é? – Vivienne franziu o cenho, essa parecia difícil. – será que perderemos muito tempo nessa? A Kitty parou de gritar com o Henrique a alguns minutos atrás.
- Minutos atrás... – Sophie pensava – exatamente isso! É a hora!
- Você resolveu? Você é incrível mesmo! – Vivienne dizia animada. – Agora falta apenas – releu a outra parte - “mas não se esqueçam, talvez galinhas e seus filhotes sejam necessários na viagem.” – ela riu. – Às vezes esqueço que a Elizabeth é excelente em muitas coisas e bastante criativa. – uma pausa foi feita. – mas não faço a menor ideia do que ela quis dizer com essa parte.
Sophie sorriu com o desespero da amiga. – Não se preocupe, Vih, as galinhas são animais que põem ovos e para viajar, normalmente não podemos esquecer alimentos. Talvez seja isso que a charada quer expor.
- Mas se for isso temos as palavras: vácuo, itinerário, navio, hora e ovo. – elas anotavam cada palavra uma embaixo da outra nessa sequencia. – O que isso quer dizer? Se paradamente não há nada.
- Não, não, não, espera – Sophie apontou novamente para o papel. – olha a primeira letra de cada um de cima para baixo.
Vácuo
Itinerário
Navio
Hora
Ovo
Vivienne falou depois – Vinho? – franziu o cenho.
Novamente sua mente levou Sophie a ter outro flash e isso a conduziu para o primeiro local que Elizabeth a levou como surpresa para uma das suas primeiras degustações de vinhos. O local chamado “vinho”.
- Não é só vinho, é um local de degustação que a albina me levou uma vez. Eu estava triste com o resultado de orientação da minha pesquisa na época. – contava Sophie, quando pegava seu casaco para saírem do teatro direto para o estacionamento para seguirem para o local indicado. – ela me levou para a minha primeira degustação e esqueci todos os meus problemas naquela tarde.
Estavam entrando no carro, quando Vivienne disse:
- Ela é bem doce quando quer, não é? Sabe apoiar um amigo.
- Ela sabe sim. O lado maníaco sexual dela é apenas uma proteção para não se machucar sentimentalmente. – Sophie explicava e continuava a dirigir.
Enquanto Vivienne lembrava de tudo que ocorreu naquela noite quando foi buscar a Izzy em uma boate e a história que a Bess contou sobre a irmã ter amado tanto alguém. Esse mesmo alguém que agora descobriu ser a nova CEO do estúdio do Pierre e o quanto ela ficou péssima com isso. Vivienne sabia que Izzy podia ser descarada sexualmente falando, mas acolhia, era gentil e já tinha amado. E nesse exato momento, tinha tramado uma noite de investigações para a amiga legista dela ficar um pouco animada e se distrair.
Chegaram no estabelecimento e rapidamente o sommelier sorriu recebendo as mulheres. Ele ofereceu uma taça de Chardonnay e ao lado tinha um envelope.
- Saudações senhoritas e parabéns por chegarem até aqui. – dizia o homem clássico e todo cortês – como próxima pista, envolve esse belíssimo Pinot noir envelhecido.
- Dentro do envelope apenas estava escrito – “Esse vinho é de explodir” – e ao lado estava uma taça cheia pronta para ser degustada.
Sophie teve que tomar toda aquela taça de vinho e bem no final, quase no fundo da taça estava uma réplica esterilizada de um protótipo de bala.
- Hum.. parece que alguém deseja que nós nos desafiemos – analisou e começou a refletir.
- Uma bala? Nos desafiar? – Vivienne estava um pouco sem entender.
- Acho que já pode perceber que a albina tem um lado aventureiro. Uma vez ela me levou para um campeonado de paintball – Sophie acabou sorrindo. – Exatamente depois de sair desse local, fomos para uma competição e ganhamos. Foi o dia mais fora do padrão que já tive e feliz.
- Sophie, é exatamente isso! – dizia Vivienne – Elizabeth quer que você reviva alguns dos momentos que vocês tiveram para se distrair. Todos os momentos que vocês tiveram em algum momento triste da sua vida. Vamos para esse local.
As meninas saíram correndo e foram para a loja de equipamentos de paintball que Sophie conhecia, lá encontraram o carro estacionado de Henrique e a corrida com Kitty. Todos pararam na recepção e lá estava Elizabeth com a última pista em mãos.
- Vejo que todos conseguiram resolver cada um de seus enigmas personalizados. – dizia Izzy.
- Você tentou reviver alguns momentos com a Sophie para deixa-la feliz? – indagou Vivienne.
- Está mais ou menos certa sim. Todos vocês foram para o teatro, onde eu tive lembranças com cada um de vocês. A segunda pista foi especifica para um momento de vocês que estiveram tristes e de alguma forma ficamos juntos. E a terceira e última pista se conectava com o momento aqui e agora, das memórias que tive com a Sophie. Logo, todos vocês foram vencederes. – Elizabeth conduzia todos para outra parte do estabelecimento. – Aqui vocês possuem as armas de ar comprimido, a decisão final será tomada da equipe vencedora que sobreviver sem nenhum tiro ou conquistar aquela bandeira azul la atrás. Que comecem o jogo.
Funcionários começaram a ajudar todos a se vestirem e a colocarem a roupa tradicional de paintball e daram seus equipamentos de ar comprimido. Em pouco tempo cada dupla entrou por uma abertura daquela longa sala de jogos que possuíam obstáculos, esconderijos, pontes e outros tipos de desafios. Eles escutaram a voz de Elizabeth que dizia:
“Apenas para alertá-los que vocês possuem trinta minutos para finalizar ou todos levarão tortadas”
- Poxa ela se inspirou mesmo no último momento – dizia Sophie com sua equipe.
Enquanto do outro lado da sala Kitty gritava com Henrique para que os músculos dele não falhassem agora e ele garantisse alguma vitória.
Sophie agradecia por ter mantido aquelas corridas com a Valquíria e terem tido aquelas aulas de defesa pessoal. Agora seu corpo estava muito mais energético e flexível do que antes. Articularam um plano para emboscarem Henrique e Kitty, de fato quase funcionou e quando Kitty iria tomar o primeiro tiro pela a irmã, ela usou o corpo do Henrique como escudo que levou a primeira leva.
- Não acredito que me fez de escudo humano. – Dizia ele.
- Entra no personagem, cadáveres não falam. – Kitty rolava para o outro lado e acertava Vivienne. – Foi mal maninha, mas a ruivinha aqui quer ganhar esse jogo!
- Eu te disse que ela era competitiva – dizia Vivienne estando fora do jogo, restando Sophie e Kitty.
Elizabeth assistia tudo da sala principal quando Vivienne e Henrique chegaram para fazer companhia e ver com ela.
- Vocês saíram tão rápido – segurou o riso.
- Em minha defesa, eu fui usado ali! Aquele tiro não era para mim. – explicava Henrique. – ainda não acredito que a Kitty me usou de escudo para evitar sair do jogo.
- Pode acreditar, ela já me usou também quando jogavamos com outras pessoas na infância e adolescencia. – explicava Vivienne sem estar muito surpresa com o que aconteceu.
Todos viam o desempenho de ambas, pareciam estar bolando grandes estratégias para capturar uma a outra. Kitty tinha algumas bolas de tinta que deixou rolar para Sophie delatar a sua localização, ao invés disso a outra a surpreendeu com uma granada de ar de tinta, que não conseguiu pegar a outra. Aquela sala começava a aumentar o nível de pessoas assistindo, pois era extremamente empolgante. Aos poucos estavam perto da bandeira.
Tiros e armadilhas eram evitados e superados até que sem ninguém prever o quanto elas eram obstinadas alcançaram a bandeira e uma estava de frente para a outra, resultando em um tiro duplo. Quando as câmeras anunciaram a vencedora, todos ficaram surpresos com o empate, ambos os tiros foram disparados e acertados ao mesmo tempo. Não sendo possível escolher um vencedor.
O pessoal foi até a cabine de treino encontrar com as competidoras e elas estavam sorrindo e exaustas com o exercício noturno exótico que desempenharam. Kitty parabenizou Sophie, enfim parecia ter encontrado alguém que valia a pena desafiar. E Sophie agradeceu a todos ali presente, por terem separado um tempo na agenda de cada um para tentarem fazê-la feliz e desfocar um pouco da Valquíria.
Naquela noite todos dormiram um pouco cansados e com novas experiências e informações uns sobre os outros. Por não ter tido um ganhador específico Elizabeth disse que guardaria os presentes de todos para um momento mais apropriado.
Muito tarde da madrugada em seu apartamento, Sophie recebe uma ligação solicitando que estivesse no hospital central de Nova Amsterdam. Ela perguntou por qual razão, mas não informaram muito, a jovem legista só iria se dar conta do que dizia respeito mais tarde quando chegasse lá.
Fim do capítulo
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