Segredos por Elliot Hells
Capitulo 44 um encontro inesquecível
Elizabeth(Bess) e Vivienne, não formalizavam um tipo de namoro, mas estavam se conhecendo. Já haviam saídos em alguns encontros, trocado algumas carícias, embora não tenham passado da primeira base ao que refere ficarem só nos beijos. Mas com isso, Bess já havia percebido que Enne era um pouco ciumenta e também sabia do lado libertino da sua irmã Izzy.
Prometeu que durante esse tempo não desejava conhecer outras mulheres e já tinha acordado com a irmã de não fazerem a troca em dias que alguma mulher desejava ver Izzy, se esse momento ocorresse, Izzy deveria assumir e se ela passasse dois dias fora, a outra passaria dois dias, para depois voltar a normalidade das trocas a cada 24h. Todavia, isso nunca chegou a acontecer, ao menos, durante esse um mês.
Durante esse tempo as trocas eram feitas a cada 24 horas. Devido a isso, dia sim e dia não Vivienne dormia na casa da Elizabeth alegando algumas coisas para serem trabalhadas, ninguém sabia da relação delas, com exceção de Izzy.
Ter esse tipo de envolvimento com uma mulher, era diferente para Vivienne, ela queria aprender sobre algumas coisas, outras percebia o quanto era diferente se relacionar com alguém do mesmo sex*. Principalmente a atenção e cuidado que recebia em troca. Precisava se acostumar com a atenção que Elizabeth chamava, mas isso não era um problema em si.
Por outro lado, diferente de Izzy, Bess só se envolvia com as pessoas por causa da sua irmã, o que de fato nunca esteve com outras mulheres por seu próprio interesse. A irmã mais velha, queria de fato se envolver com alguém profundamente e não por vieses carnais. Sendo assim, estar se envolvendo puramente com uma única mulher e ainda mais hetero, era algo novo para ela também.
Vivienne, despertava o maior interesse em Bess, embora discutissem no início, elas fluíam bem juntas, outro ponto é o passado da pobre Enne que era deveras obscuro, mais do que ela poderia imaginar. Ambas, já passaram por situações complicadas, isso despertava uma certa identificação com a mais nova.
Aquele dia era a vez da troca da Bess, a jovem tramou um jantar romântico para elas. Pegou algumas dicas de restaurantes sublimes com Sophie e fez uma encomenda variada de massa italiana e sobremesa sofisticadas de igual modo.
O jantar seria na casa da Heinz, Henrique tinha convidado novamente a sua velha amiga, Malu. Na cabeça das duas mulheres, seria um encontro sonoro com a amiga e que levaria Vivienne a dormir na casa de Elizabeth como já estava acostumada.
Vivienne estava ali, maravilhosa, estonteante. Como uma boa anfitriã, Elizabeth montou os pratos, serviu a ambas e tiveram um jantar agradável e com uma Blues adormecida em um local da sala. Quando terminaram Elizabeth sabia que Vivienne não gostava tando de beber e por isso havia feito para si um licor suave de frutas.
Serviu em pequenas taças para que a outra degustasse e a mais alta informou que se ela sentir de fato um gosto muito alcoolico não tinha que tomar. Ela experimentou e o gosto da fruta cremosa estava em alta. Não dava para o gosto do álcool, o que era bom e tinha uma desvantagem. Bebidas alcoolicas que não davam para sentir o seu gosto etílico faziam as pessoas consumirem muito e consequentemente se embriagam depois.
Por isso, Elizabeth a avisou para não tomar demais e degustasse. O assunto daquela noite eram os treinos da Blues para o projeto da detetive, seria um projeto grandioso, pois havia um valioso treino de procurar e farejar. Após esse assunto, o próximo foi discutir sobre Alexander, os medos que ele já a causou, desde que ficaram juntas, começavam a compartilhar informações sobre a vida de ambas. Até falarem um pouco sobre os problemas enfrentados sobre a família Heinz e o próximo passo depois da grande reunião.
O clima acolhedor e apoiador entre ambas despertava tamanha tensão, os abraços levaram a um beijo, o beijo levou a um momento mais intenso, o que fez Elizabeth abraçar com força Vivienne e levantá-la dali. Por instinto, Vivienne envolveu suas pernas em torno da cintura da outra que a conduziu para o andar de cima, até onde estava a cama. Uma chuva fraca era escutada pelas duas que continuavam com aquele beijo lento. Uma preocupação pairou na jovem Heinz:
- Você já fez isso antes ou só fez com homens? – parou aquele beijo, enquanto colocava Vivienne em cima da cama.
- Eu nunca fiz com mulheres.. – falou Vivienne fitando a outra e um tanto envergonhada.
- Então eu deveria começar com algo próximo que conhece... – disse a outra reflexiva.
Elizabeth saiu de cima da outra e foi para um outro compartimento do quarto voltando após uns dez minutos, deixando Vivienne sem entender muito, até que devido a pouca iluminação só conseguiu perceber algum volume na calça da outra, mas não entendia bem.
- Desculpe a demora – disse a mais velha voltando a posição de antes, beijando o pescoço da mais nova que fizeram seu corpo arrepiar, aos poucos que Elizabeth se encaixava na outra, ela sentia algo roçar entre suas pernas que a fazia ficar mais excitada. Liz beijava por sobre a camisola da outra os seios. Ela levou sua mão até a coxa da outra levantando o tecido e retirando a calcinha lentamente.
Vivienne estava um pouco tremula do que estava fazendo, mas excitada, não podia negar. Suas mãos foram até a barra da regata da outra e a retirou. Liz estava sem nada por baixo, assim só sentia as mãos da mais nova passando por seu corpo. Vivienne tinha a certeza, Elizabeth era definida, o abdômen era rígido, em alguns momentos um tanto trincado, as costas mais largas que a da outra irmã, porém fortes e desenhadas, arranhou, e a outra soltou um suspiro que fez o seu quadril roçar com o de Vivienne e ela sentiu algo pressionar sua entrada.
Elizabeth voltava com os beijos, retirando aquela camisola e depositando beijos pelo corpo da outra que encontrava-se sem roupa. Vivienne abraçou a cintura da outra com suas pernas. Um tanto envergonhada, decidiu inquirir:
- Você... você tem como entrar? – dizia sem saber como que seria.
- Eu tenho sim. – Liz tocou a entrada da outra e percebeu o quanto ela estava molhada, aproveitou para massagear a outra e umedecer sua mão. Quando sua mão ficou muito molhada, ela retornou um beijo mais intenso com a língua vasculhando a boca da outra que não percebia que Liz, estava lubrificando algo que estava dentro da sua calça com a lubrificação que pegara graças a sua entrada.
Elizabeth retirou sua calça de moletom e la estava com um strap-on (console) escuro, Vivienne mal podia ver, mas sentia que algo estava roçando em sua entrada, ela abriu mais as pernas para dar passagem para recebe-la.
Elizabeth entrou vagarosamente, não tinha pressa, apenas ouviu o gemido da outra. Um suspiro tão fogoso que a fez começar a movimentar o quadril para cima e para baixo, sem retirar muito o falo sintético. A outra a agarrou forte, então a mais alta aumentava os movimentos, estocando mais profundo e forte. Sentindo Vivienne gem*r a cada estocada.
Elizabeth não podia acreditar que tinha aquela ruiva ali, embaixo de si. Seus beijos voltaram a ocorrer, voltando a estocar lentamente, e recebendo uma reclamação pelo quadril da outra que queria mais aproximação. Entre aqueles beijos, Liz acabou por sorrir, sentindo que a mais nova queria mais de si e isso era bom.
Ela voltou a rebol*r mais profundo, fazer um vai e vem, segurando na cintura de Vivienne, e estocando mais forte, deixando a outra gem*r muito mais descompassada do que antes. Elizabeth se ajoelhou, assumindo uma outra postura, e puxando as pernas da ruiva para si. Ela estava ajoelhada, quase sentada na cama, enquanto Vivienne, estava deitada e com as pernas por cima das suas coxas, a estocada mostrou-se ser mais profunda nessa posição, começou a gem*r, sem conseguir se controlar. Só conseguia ver um sorriso branco da outra que agora a puxava para uma outra posição sempre que sentia que os gemidos ficavam mais agudos e ritmados, cortando o processo de êxtase e começando um outro.
Bess a sentou em seu colo e agora a penetrava mais lento. Vivienne tinha suas pernas em cada lado do corpo da outra, seus olhos estavam fechados, rebol*va em cima daquele falo. Sentiu as mãos da outra segurar em cada lado das suas nádegas fazendo seu corpo ir contra o falo. Vivienne não conteve e se agarrou na outra, sem conseguir se conter.
- Mais... – pediu gentilmente – mais forte.
Elizabeth não se conteve e a deitou novamente, fazendo movimento mais violentos e com mais força, Vivienne a recebia com gosto. A garota ruiva parecia gostar de estocadas fortes e ritmadas. Quando estava chegando em seu ápice Elizabeth disse:
- Você não vai goz*r com um p*nis sintético, quero mostrar o que eu sei fazer. – a outra não entendeu, mas com um movimento rápido, aquilo já não estava dentro dela e sentiu um roçar ritmado e forte do clit*ris da mais velha. Ela conseguia sentir que aquele clit*ris estava inchado e sentia que estava centímetros maior ao ponto de conseguir entrar na sua entrada, era diferente, era quente, era molhado e a excitava.
O sex* da outra roçando com o seu, era uma sensação diferente do que já havia experimentado, era gostoso, não era algo sintético em sua entrada ou um tanto frio, estava quente, molhado e principalmente, com base no inchaço do clit*ris da outra, ela sentiu e soube que a mais velha estava excitada de verdade por ela.
De repente ela quis mais daquele contato, rebolou para ter mais daquilo, ter o clit*ris da outra dentro de si, e sentia o seu sendo estimulado a medida que o movimento de tesoura da outra forçava muito o estimulo daquela área erógena. Era uma sensação totalmente diferente do que ter relações com um homem, pois a mais velha sabia cada área que lhe dava prazer, sentia que pela primeira vez, alguém estava preocupada em fazê-la sentir todas as formas de prazer e não que ela deveria fazer alguém goz*r e a sua vontade era abandonada, esquecida. Bess queria dar acima de tudo o prazer para a mais nova.
Elizabeth forçava ainda mais rápido do que antes o movimento do quadril, para ter melhor fricção, até que encontrou a posição ideal que despertou em Vivienne gemidos mais agudos do que quando estava a penetrando com o strap-on.
- Bess, aí! Fica assim! – implorou a mais nova, agarrando com força a outra.
A outra obedeceu e começou a dar tudo de si, sendo mais ritmada, e apertando a cintura da outra contra si. Vivienne chegou a goz*r de uma forma longa e prazerosa. Sempre fazia o marido goz*r, nunca era a primeira que goz*va, cansou de fingir orgasmos, e estava tendo o seu primeiro orgasmo de verdade com uma mulher que a fez goz*r primeiro.
Elizabeth ainda não tinha goz*do e continuou sem parar até o seu vir com mais calma, pois estava concentrada em fazer aquela mulher ter prazer e agora era a sua vez. Vivienne teve seu segundo orgasmo junto com a mais alta e pediu para respirar. Suas pernas estavam tremulas e sem força.
- Quero fazer você goz*r mais.
- Mais?? Acha que aguento? Você tem bastante fogo.
- Vamos dizer que eu sou o tipo de pessoa que me guardo para fazer só com a pessoa com quem quero estar. Por isso, não sou a mais ativa. Mas quando encontro, eu gosto de fazer. – seu sorriso era gentil e sincero.
- Deixe-me recobrar o folego e faremos mais quantas vezes você aguentar. – Vivienne a puxou para deitar em seu peito. E estava encantada com o carinho da outra e em como ela conseguiu fazer isso. Dedicou-se inteiramente a dar prazer para ela. Ninguém nunca fez isso.
O sol começava a entrar pela janela daquele quarto, acordando primeiramente Vivienne que olhou para a mulher ao seu lado dormindo. Sorriu de forma boba e tentou se levantar sem fazer barulho. Mas apenas sentiu sua cintura ser puxada para a cama novamente e um sussurro da Elizabeth:
- Fique mais um pouco, está muito cedo – ela aconchegou Vivienne em seus braços e apertou, fazendo a outra se sentir segura. – Só deveremos ir ao estúdio mais tarde.
Fim do capítulo
Comentar este capítulo:
Sem comentários
Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook: