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Segredos por Elliot Hells

Ver comentários: 5

Ver lista de capítulos

Palavras: 2767
Acessos: 759   |  Postado em: 26/10/2023

Notas iniciais:

Nesse segundo momento, vamos conhecer mais alguns personagens...

O que estão achando até agora?

 

Lembrem-se de deixar a informação sobre fragmentar capítulos.

Capitulo 2 O Espetáculo

 

Mesmo a contra gosto, Vivienne saiu com a irmã para assistir uma peça de teatro, antes foram em algum restaurante e comeram uma boa pizza. Kitty dizia a cada segundo que todos os seres que viviam dentro dela, agradeciam a cada pedaço. Após o jantar, seguiram para o local do teatro e a irmã começava a contar a história dos ingressos. Segundo Catherine, havia ganho ambos ingressos em uma aposta com uma amiga do trabalho. Digamos que uma mão com um "royal flush" foi a causa da vitória.

 A peça seria "A megera domada" versão moderna. Uma das muitas obras de Shakespeare já lidas pela ruiva mais nova. A fila estava enorme para receber os ingressos e já estava sendo esgotado. Era a terceira apresentação e ainda não havia diminuído o público, pelo contrário, só aumentado. Muitos queriam ver a incrível performance da escritora e atriz de peças, Elizabeth Heinz. Alguém, que era totalmente desconhecida por Vivienne e Kitty.

O teatro era majestoso, com espaço para mais de três mil e quinhentas pessoas. Com mais de três camarins de palco, quatro coletivos, dois camarotes técnicos, elevadores de serviço com capacidade de mais de treze pessoas. Dois lounge com área de convivência com copa, Tvs, sofás, mesas e cadeiras. Três vestiários grandes, e duas copas para os camarins. Na área do teatro, havia três elevadores sociais, uma sala de convenção com capacidade para cem pessoas. Um foyer principal, bar, mais de quatro sanitários masculinos, femininos e familiares, também para portadores de necessidade especiais. Não esquecendo da acústica impecável e qualidade sonora excepcional, respeitando a variação dos sons de cada tipo de espetáculo sem comprometer a clareza deles. O palco, possuí vestimenta cênica completa, dez varas de cenário motorizadas e mais de vinte e três varas de cenário contrapesadas.

Os olhos de Vivienne ficaram impressionados com todo aquele lugar, teve a certeza que a amiga de sua irmã deveria está furiosa por perder tais ingressos. Sentaram nas suas poltronas revestidas com o melhor material aveludado. Aos poucos os outros lugares foram sendo preenchidos e o ambiente lotou e conversas paralelas podiam ser ouvidas. Olhou a planilha que havia recebido com as informações de qual atores interpretariam quais personagens: Bianca Minola, seria interpretada pela atriz, Alanis Barbosa; Catarina, irmã de Bianca, pela atriz Renata Giacomelli e assim seguiu até chegar em Petrúcio que seria interpretado pela própria, Elizabeth Heinz.

- Ela fará um papel masculino? - indagou para Catherine franzindo o cenho.

- Quem? - retrucou a mais velha.

- A que todos estão comentando, Elizabeth Heinz. - Enne sussurrou para Kitty deixando mais claro do que estava falando.

- Ah, sim... ocorreu uma substituição. O rapaz ficou doente, algo assim. Foi o que algumas pessoas desse lado falaram - sussurrou a irmã.- Ela está substituindo.

Logo as luzes apagaram informando que a peça começaria. O silêncio tomou conta, Vivienne estava tão compenetrada aguardando todos os personagens entrarem, inclusive a tão falada Elizabeth Heinz. Quem seria ela? Começava a se perguntar. Quando finalmente Petrúcio entra em cena, Vivienne analisava mais a pessoa que o interpretava. Olhos tão azuis como duas pedras de quarzto azul, que deixariam o próprio céu com inveja. As pessoas estavam certas, em admirá-la, atuava com toda alma e paixão, simplesmente, encarnava o personagem. Quando todos os atos foram terminados, os atores voltaram e Petrúcio retirou a peruca e a barba postiça, revelando um abundante e liso cabelo tão claro, que era tido como branco, um tanto prateado.

- Gostaria de agradecer em nome de toda a companhia de teatro do Estúdio Pierre, a vocês, por comparecerem a mais um espetáculo. Vocês que tornam o sonho de cada um de nós possível! – todos eles juntos, em harmonia, fizeram uma reverência que demorou cerca de um minuto.

Todos aplaudiram de pé e Vivienne levantou-se também fitando a mulher de madeixas claras e pele branca como a própria neve. Ela parecia uma boneca de inverno. Podia jurar que os olhos de quarzto a fitaram. Mas como isso poderia ser verdade? Havia tantas pessoas e não estava tão próxima do palco. Apesar de estar em um dos melhores lugares.

- INCRÍVEL! - gritou Catherine, deixando Vivienne envergonhada. - Lindas, QUERO TODAS!

- O que está fazendo? - repreendeu a mais nova com uma cotovelada.

- Estou falando a verdade. Foi uma peça e tanto e todas elas são incríveis e lindas, gostaria de colocá-las em uma redoma de vidro e guardá-las. Principalmente, essa Elizabeth Heinz. Ela tem aquele olhar. – falava ainda aplaudindo.

- Que olhar? - Vivienne questionou de forma ingênua, sem entender.

- Ora, Enne, - começava a sua irmã a expor o óbvio - o olhar de quem faz sex* gostoso com muitas mulheres. – Kitty sorriu animadamente para a irmã.

- Como você pode dizer tais coisas Kitty? Vem, - puxou a irmã pela blusa, quando finalmente as cortinas abaixaram. - Vamos! Eu quero voltar para casa agora.

Catherine se ofereceu para deixar a irmã em casa, mais ela se recusou, alegou que queria andar um pouco sozinha e não estava mais à fim de ver a luz do motor do carro da irmã piscar tanto, ameaçando de parar no meio do nada. Despediu-se da irmã na frente do teatro e começou a andar um pouco, quando nos fundos do teatro observou um casal se beijando. Começou a rolar os olhos, quando percebeu que eram duas mulheres e uma delas era a própria Elizabeth Heinz, possivelmente com uma atriz do espetáculo de hoje. Já havia escutado boatos que eram normais tais comportamentos entre pessoas da organização de teatro. Vivienne decidiu ir embora antes que fosse vista pelas duas garotas. Começou a caminhar, mas aborreceu-se e preferiu chamar um táxi.

- Para onde moça? - indagou o senhor de idade com um bigode espalhafatoso.

- Para esse endereço - entregou-lhe o papel.

 

                                                       --

 

Vivienne fala...

 

Quando eu tinha meus oito para nove anos, lembro que algumas de minhas amigas falavam muito sobre filmes de terror. Assistir aqueles filmes assustadores escondidos dos pais eram as melhores histórias para se contar aos colegas. Algumas ficavam admiradas, achando aquela garota bem ousada, uma heroína. Eu não tinha nenhuma aventura como essa, não fazia muitas coisas "ousadas". Muito pelo contrário, nunca tinha assistido um único filme de terror na minha vida. Porém, eu também queria compartilhar alguma coisa com elas, estava na "moda" assisti-los.

Naquele mesmo dia quando cheguei em casa falei com Catherine, minha irmã, dois anos mais velha do que eu. Contei tudo o que as garotas da minha sala falavam e como era moderno assistir esses filmes. Eu achei que ela riria na minha cara e diria algo como: "Você é tão boba Enne, deixando se levar por garotas da sua sala? Que desperdício". Mas não foi isso que ela fez. Simplesmente olhou para os lados como se quisesse conferir que não havia ninguém nos ouvindo e falou:

- Vamos ver um filme de terror hoje à noite, escondido da mamãe e do papai!

Eu fiquei tão animada que não consegui parar de pular e segurar suas mãos, dizendo repetidas vezes: Vamos assistir um filme de terror! E ela dizia para eu falar mais baixo ou seríamos descobertas antes mesmo de assistir. Quando mamãe e papai dormiram, Catherine, me chamou para irmos para a sala.

- Você vai querer mesmo assistir Enne ou irá amarelar? - indagou-me.

- Claro que vou assistir! - eu falei tão confiante que quase não me reconheci. Estava decidida a fazer isso.

Saímos de nosso quarto em silêncio e passamos pela porta do quarto de nossos pais que estava fechada, como sempre, senti um grande alívio. Seguimos nas pontas dos pés em direção a sala. Estávamos tão nervosas de sermos descobertas que um simples suspiro mais alto era motivo de fazer um: Shh... Ela pegou a primeira fita VHS que estava na categoria de filmes de terror e colocou. Meu pai tinha uma mania de deixar tudo em sua devida ordem e essa era proibida para as crianças da casa. Depois que colocamos, não consigo recordar sobre o que era realmente o filme. Mas falava de um boneco malvado. Eu fechei os olhos em muitas partes, até que Catherine preferiu desligar. Foi nesse momento que tomei raiva do meu cabelo ruivo alaranjado, pois era da mesma cor daquele boneco. Ela me contou algumas cenas, que eu havia fechado os olhos, para que eu pudesse compartilhar com as minhas amigas.

Percebo só agora, como fiz muitas coisas na minha vida para tentar agradar os outros, antes de mim. Porém, se eu soubesse que viveria como em um filme de terror, teria assistido cada cena daquele filme sem tapar os olhos com as mãos, que ingênua eu fui!

O que eu sempre gostei foram das obras de Shakespeare, adoro sua narrativa, o enredo e os conflitos. Sempre fui de ler um livro e refletir sobre ele à fio, de fazer um paralelo com a literatura e a vida real. Mas dessa vez eu não refletia sobre a peça que acabei de assistir com Kitty e sim a cena que me deparei no final da peça, naquela rua atrás do teatro Dael. A tal, Elizabeth Heinz beijando tão avidamente a outra mulher. Isso só me recordou as palavras da minha irmã: Ela tem aquele olhar... de quem faz sex* gostoso. Eu não tenho nenhum problema à respeito do gosto sexual da minha irmã. A muito tempo ela me disse que não importava se gostasse de um homem ou de uma mulher, desde que fosse amor, não haveria problema. Sempre fomos muito abertas sobre isso. Principalmente Kitty que nunca havia correntes que a impedissem de fazer o que queria ou de fazer o que não queria. Ela sempre foi espirituosa. Sempre foi livre de verdade. O taxista havia chegado no condomínio e eu não tinha percebido o quanto havia sido rápido. River me deu boa noite e deixou o homem me levar até o bloco. Entreguei o dinheiro e desejei-lhe boa noite. Percebi como as flores da lua estavam vivas agora, enquanto a maioria das flores dos outros blocos dormiam ao luar, as flores do bloco Noir, exibia seu esplendor com nobreza. Estava lindo de se admirar. Observei durante um tempo e caminhei para dentro, desejando uma boa noite para outro rapaz da recepção, pois o garoto moreno da tarde, havia ido embora e fora substituído. Esse me deu as boas-vindas, falando que seu nome era: Matheus Fernandes. Era forte, com um jeito atrapalhado engraçado. Os cabelos acastanhados estavam penteados para trás. Agradeci e me dirigi para o elevador. Quando estava indo para o elevador duas mulheres entraram e eu não pude pedir para esperarem. Elas iam para o trigésimo andar.

- Trigésimo andar? - achei estranho, esse era o andar do vizinho e de Henrique. - Talvez seja a pessoa que mora lá. - Dei de ombros.

Chamei o elevador de serviço e apertei o botão do meu andar. Quando as portas se abriram, as duas estavam paradas na porta do vizinho do Henrique, a mulher mais alta tentava abrir a porta, enquanto a outra beijava sua nuca e a abraçava. Eu tentei ser invisível, mas foi impossível, a mulher mais alta virou o rosto na minha direção e eu a olhei também. Sim, só podia ser ela, não esqueceria tão fácil aquele olhar. Elizabeth Heinz, era vizinha de Henrique, será que ele sabia disso?

O olhar não era de sex* gostoso, era um olhar indescritível. Ao menos o qual me lançou.

- Boa noite - ela disse, em um tom rouco. - Nós já nos vimos antes?

- Acho que não seria possível pela quantidade de pessoas - a outra garota estava me olhando dos pés a cabeça como se eu não fosse digna de estar diante delas. Mas a Elizabeth inclinou o rosto como se tentasse decifrar a mensagem por trás das minhas palavras. Suas sobrancelhas finas se uniram formando uma leve ruga entre elas. - A peça - concluí.

Mostrei o panfleto que havia ido assistir e que acabava de vir de lá. Ela abriu um largo sorriso, com dentes brancos e perfeitos.

- Gostou da peça, então? - questionou interessada.

- Eliza, será que podemos entrar logo? - dizia a ruiva tingida atrás dela, impaciente. Podia reconhecer facilmente quem tingia ou não os cabelos. Afinal, tinha uma irmã que possuía um curso de cosméticos e ser ruiva não é muito fácil.

- Vai na frente Rê. - a outra rolou os olhos e adentrou no  apartamento da mais alta.

E ela disse me fitando: E então?

- E então, o quê? - disse distraída.

- O que achou da peça? - seus olhos não desviavam dos meus nem por um segundo sequer. Ela sempre me encarava, isso me deixava desconfortável. Mas tentei sustentar o mesmo olhar.

- O que posso dizer? Adoro os clássicos do Shakespeare. Toda a acústica e equipamentos do teatro foram de grande ajuda. Foi como voltar no tempo e poder ver com os olhos do próprio Shakespeare seus personagens ganharem vida, assim como o descreveu, mas com seu toque pessoal moderno.

Ela deu um sorriso de lado e agradeceu por eu ter ido assistir e pelo comentário.

- A propósito, eu sou Elizabeth Heinz, encantada em conhecê-la... - disse ao esticar sua mão.

- Vivienne Lamartine. - eu estiquei e retribui o aperto de mão. Seus olhos me fitaram por um momento e então a outra garota voltou com uma blusa regata até a altura das coxas.

- Eliza... será que podemos voltar de onde paramos?

- Claro... - ela fez menção de entrar e depois olhou para mim. - Boa noite Vivienne.

- Boa noite.

Entrei em casa e comecei a retirar as peças da minha roupa. Fazendo uma trilha com elas até o banheiro do meu quarto. Eu queria chorar, queria sumir, principalmente, eu queria nunca ter existido. Enchi a banheira e coloquei bastante espuma. Sempre adorei muitas espumas. A forma que mais amo tomar banho é em uma banheira. É possível ter o banho mais relaxante. Nunca gostei de chuveiros, o jato forte, sempre cortava meus pensamentos e impediam-me de relaxar. Entrei na banheira e repousei minha cabeça no apoio que havia. Fechei meus olhos, e a brisa que entrava pela janela me trouxe recordações. De quando eu tinha catorze anos. Foi a primeira vez que uma garota se declarou para mim. Seu nome era, Amanda, um pouco mais nova do que eu. Lembro que eu estava conversando com minhas amigas no pátio, quando ela chegou.

- Vivienne, oi... - ela disse timidamente. Foi uma surpresa para mim. - Posso falar com você? A sós?

- Hm.. Vivi, parece que alguém está à fim de você - disse uma das minhas amigas. Eu olhei para a garota de novo e lá estava ela, mais constrangida ainda. Senti pena por ela. Deveria ser bem difícil admitir que gosta de alguém assim. - Anda Vih, dá logo o fora nessa pirralha e vamos comprar algumas coisas.

Eu me virei para ela, novamente e ela me entregou um envelope. Quando abri, havia realmente uma declaração e pedia para namorar comigo. Meus amigos me encaravam como esperando alguma atitude, enquanto a garota estava constrangida.

- Saí fora! - entreguei a carta para ela e fui embora para as minhas amigas, que riram mais ainda da garota. Ela saiu correndo. Eu me senti como um lixo.

Quando aquele dia terminou e eu pude voltar para casa fui conversar com Catherine, era meu único porto seguro. Contei tudo o que havia ocorrido, a declaração, o que minhas amigas fizeram e principalmente o que eu disse e como agi. Eu fiquei muito triste, foi então que senti a mão da minha irmã afagando meu cabelo. Ela sempre fazia isso quando eu me sentia triste ou quando há alguma coisa me incomodando. Por incrível que pareça, isso sempre me ajudava.

- Peça desculpas para a garota e estará tudo resolvido. Seja sincera com ela. Não fique assim Enne, tudo dará certo!

Eu sorri, achando que minha irmã estava certa. Quando voltei no outro dia para escola, procurei a garota, após a despedida dos alunos e uma de suas amigas, falou que ela havia decidido mudar de colégio. Eu nunca pude me desculpar devidamente com ela.

Abri meus olhos e olhei para a janela do banheiro que me encontrava. Pedi silenciosamente desculpas para a Amanda, aonde quer que ela esteja.

 

 

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

1. "A megera domada" grande obra do famoso dramaturgo Shakespeare.

 

O que acharam da primeira comunicação das duas?


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Comentários para 5 - Capitulo 2 O Espetáculo:
Zanja45
Zanja45

Em: 23/01/2025

Essa irmã de Vivienne é sensacional, ela ganhou os ingressos para assistir a peça numa aposta? O universo deu empurrãozinho para as duas se conhecerem ou teve  interferência proposital da irmã dela?


Elliot Hells

Elliot Hells Em: 27/01/2025 Autora da história
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk TOTALMENTE!
A Kitty tem a malandragem das ruas! Ela sabe apostar muito bem e se ela entrar numa batalha é porque quer ganhar. Ai é competitiva. Aí o universo deu uma ajuda! Kitty só serviu como mensageira, talvez.


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Zanja45
Zanja45

Em: 23/01/2025

A obra dele que mais assisti foi " Romeu e Julieta", mesmo assim não foi uma peça de teatro, mas o filme.  Fiquei muito curiosa para ver algo relacionado a essa obra, deve ser muito engraçada.


Elliot Hells

Elliot Hells Em: 27/01/2025 Autora da história
Romeu e Julieta, é lindo e um classico. Essa parte eu trago uma ideia shakespeariana moderna, que muitos autores gostam de adaptar.


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Zanja45
Zanja45

Em: 22/01/2025

Quem não ficou nada satisfeita com o velado interesse de Elizabeth por Vivienne foi a acompanhante dela. - Rolou uma interação bem bacana entre as duas, pois chamou bem atenção da atriz.


Elliot Hells

Elliot Hells Em: 27/01/2025 Autora da história
Com toda certeza, a Rê é complicada! Leia que você vai entender o que te falo.. negocio vai ferver muito ainda.


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Zanja45
Zanja45

Em: 22/01/2025

Por que Elizabeth Heiz teve a impressão de já ter visto Vivienne, antes do encontro no edifício? Significa que o primeiro encontro também mexeu com ela de alguma maneira?


Elliot Hells

Elliot Hells Em: 27/01/2025 Autora da história
Pergunta que vale milhões, mas respondendo, Lizz tem essa impressão, porque as cadeiras que elas estavam sentadas eram boas, Kitty ganhou uma boa aposta e como podemos ver, Lizz tem um quê por ruivas e certamente deve ter observado as duas irmãs ruivas na plateia que sinceramente, chamam atenção. Não é toda hora que encontramos ruivas originais... despertam atenção. E Kitty e Vivienne, são ruivas naturais.


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Zanja45
Zanja45

Em: 22/01/2025

Oi, Elliot!

Desde do início foi bem impactante, pois Vivienne já sentiu o poder dos olhos de Heiz.


Elliot Hells

Elliot Hells Em: 27/01/2025 Autora da história
Ah... e como esses olhos são impactantes!!! Eu espero que esteja gostando demais!! Estou curiosa para quando ler o capítulo final...


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