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Doces mentiras por Bia Ramos

Ver comentários: 1

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Palavras: 1517
Acessos: 1672   |  Postado em: 24/04/2023

CAP. 29 – Inaugurando o Lion

Bia

Acordei assustada, tremendo e suando frio, passei a mão no rosto e tentei acalmar meu corpo. Lá fora o frio castigava, olhei pela janela, a chuva caía sem dar tréguas. Levantei e tomei banho, quando saí do banheiro olhei no relógio, sete da manhã. Sábado, hoje seria a inauguração do Lion, saí do quarto e fui em busca de café. A mesa estava colocada, me aproximei sussurrando:

– Buenos días, Meg.

– Menina Bia, como passou a noite?

Me serviu uma xícara de café fumegante, agradeci dizendo:

– Ainda estou febril, cariño, mas estou bem.

Sorriu gentil passando a mão em meu rosto perguntando:

– O que vai comer?

– Estou sem fome, vou tomar um café apenas e depois que voltar como alguma coisa.

– Pretende sair? Achei que estaria de folga hoje?

 – Vou treinar um pouco, preciso exercitar meu corpo que anda muito cansado ultimamente.

– Ângela tem razão, a menina Bia trabalha demais – sorri balançando a cabeça dizendo apenas:

– Você duas ficam fofocando sobre mim?

– Estamos cuidando de você menina, e não fofocando.

Sorri levantando, fui em direção a senhora dando um beijo estralado em seu rosto dizendo:

– Não precisa e diga isso a Ângela quando ela ligar daqui a pouco, sei cuidar de mim.

Ela me olhou desconfiada, sorri e saí dizendo que voltava logo, segui para a academia onde passei quase duas horas treinando e ocupando minha mente. Até consegui na primeira hora, mas algo martelava minha cabeça. “Mamãe quebo”, essas foram as palavras que Diana usou na última vez em que conversei com a menina.

Socava o saco de pancada com toda minha força, sem conseguir me desprender daquilo, será que aquela mulher havia quebrado de propósito a boneca que eu havia dado para a criança? Como saber? Aquilo não saía da minha cabeça, e a raiva tomava conta de mim, seria muita maldade para uma só pessoa. A começar quando ela disse todas aquelas coisas no restaurante, rindo, parecia se divertir a cada segundo. O que Samantha havia visto nela?

– Deus...

Inspirei fundo parando de bater sentindo minhas mãos doerem, tirei as luvas e segui para o vestiário, arranquei minha roupa deixando a água cair morna em meu corpo, precisava exorcizar aquele sentimento de dentro de mim.

Voltei para casa, meu avô ligou para dizer como estava a festa. Senti inveja dele naquele momento, queria estar lá e poder se divertir como todos deveriam estar, ouvindo a gritaria e algazarra das crianças enquanto ele falava comigo, me joguei no sofá depois que encerrou a ligação, estava com frio e meu corpo não ajudava muito com aquela febre.

Avisei Meg que não estava muito bem e fui para meu quarto, não demorou muito ela apareceu com uma bandeja, chá quente e alguns comprimidos para eu tomar. No dia anterior tinha ido ao médico, segundo ele era uma virose que estava pegando todos com aquela maratona de chuva e frio.

Adormeci assim que tomei o remédio, acordei com fome, não tinha me alimentado direito naquele dia, precisava comer alguma coisa. Tomei banho e segui para a cozinha onde senti um aroma maravilhoso de sopa. Fiquei um tempo por ali conversando com Meg, mas o sono voltou e me arrastei para o quarto, precisava dormi e tirar aquele mal-estar do corpo.

Antes de dormir, chequei meu e-mail e abri um arquivo que Ellen havia me mandado, algumas fotos e documentos. Abri as fotos primeiro e fiquei passeando por elas, realmente a inauguração foi um sucesso, quanta alegria naquelas crianças, reconheci Isa entre elas e a pequena Maravilha junto a ela. Me prendi naquela foto olhando saudosa para ela, meu peito se apertou de saudade, deixei um sorriso bobo de formar em meu rosto.

Procurei em todas as fotos, mas não a encontrei, talvez Ellen tivesse me poupado daquilo, iria agradecer depois, mas porque me senti tão mal por não encontrá-la entre todas as pessoas naquelas fotos? Dona Maria e seu José, meu avô e Ângela, vários rostos conhecidos, inspirei fundo deixando o note de lado e me ajeitei no travesseiro jogando os braços atrás da cabeça, tentei limpar minha mente para dormir, mas apenas um rosto vagava por lá, me virei na cama abraçando uma almofada, sussurrando:

– Vou te esquecer... Preciso te esquecer... – dormi.

Sam

Sugestão de música) https://www.youtube.com/watch?v=P5keXjecU9E

A inauguração do Lion foi um sucesso, todos estavam se divertindo. As crianças corriam de um lado para o outro, a empresa de diversão que contratamos foi uma surpresa, vários brinquedos espalhados do lado de fora do casarão, carrinhos de pipocas, algodão-doce, churros entre várias guloseimas para entreter as crianças. Monitores em todos os brinquedos, o que nos deu a liberdade de aproveitar a festa.

Começou cedo naquele sábado, muitos curiosos espalhados pelo Lion, fazendo perguntas, conhecendo o lugar. Dr. Paulo apareceu com Ângela por volta das dez, na sua companhia alguns empresários que fizeram uma generosa doação depois de explicarmos para eles o intuito do lugar. Infelizmente eles tiveram que ir embora mais cedo, mas prometeram aparecer na segunda pela manhã para uma visita.

Naquele mesmo dia fizemos inscrições de crianças e adolescentes das comunidades ao lado, Lion iria funcionar de segunda a domingo, com cursos e programas para atender a todos. Com a distribuição dos horários disponibilizados pelos profissionais que ficariam encarregados dos cursos, nossa agenda lotou. Finalmente o meu sonho estava sendo realizado, e a pessoa mais importante, que deu vasão para que tudo tivesse dando certo, infelizmente não estava presente.

Em determinado momento, depois das três da tarde, me retirei indo para a cobertura, onde com a nova restauração, seria a lanchonete dos funcionários, estava fechada naquele dia, segui para o beiral do prédio e dei uma boa olhada em volta, deveria estar feliz e dando pulos de alegrias, no entanto, a tristeza tomou conta de meu peito. Deixei isso transparecer atrás das lágrimas que corriam pelo meu rosto.

Fiquei por ali um bom tempo, até ouvir movimentação as minhas costas e perceber que não estava sozinha, Claudia se aproximava sorrindo, me abraçou assim que chegou perto perguntado:

– Você está bem?

– Não...

Sorri triste deixando ser abraçada, em silêncio ficamos por alguns minutos até ela dizer novamente:

– Seu irmão estava procurando por você lá embaixo, Diana está deixando ele doidinho – sorri dizendo:

– Bom que ele vai treinando, pensa que ter um filho é fácil?

– Do que está falando? – ela me olhou e sorri dizendo:

– Já contou a ele que vai ser pai?

– Como você soube?

– Ouvi você conversando com Vanessa pela manhã, só estava esperando vir me contar.

– Desculpa Sam – abracei ela feliz dando os parabéns, na sequência disse – achei que com tudo o que está acontecendo você não iria ficar muito bem com isso.

– Está brincando? – Dei um empurrão de leve nela, dizendo sorrindo. – Foi a melhor coisa que aconteceu em nossas vidas nos últimos meses.

– Foi sim, mas ainda não contei ao seu irmão – ela se debruçou sobre a mureta dizendo divertida – ele está piradinho lá em baixo com tanta criança em seus pés, mas de hoje não passa.

– Que bom Cau, ele precisa se distrair com alguma coisa, está me deixando sem espaço com tanta proteção – sorri e ela me acompanhou.

– Ele só está preocupado com você Sam, que, aliás, precisa de algo para se distrair também.

Olhei de relance para ela que se virou tocando meu braço, sorri inspirando fundo confessando:

– Eu não consigo esquecê-la, está simplesmente impregnada a mim de uma forma, que temo não ser forte por muito tempo.

– Precisa lutar Sam, tenho estudado você esses dias, emagreceu muito, anda deprimida e sem ânimo para as coisas que antes deixava você feliz, Diana precisa de você, seja forte por ela.

– É ela o meu motivo de estar aqui lutando, minha amiga, seguir em frente é o que me resta, todas as minhas decisões são feitas por e para ela.

– Falando nisso, Luiz disse que você vai procurar Edmund, verdade?

– Preciso enfrentar meu avô, sei que no começo ele vai ser cruel e jogar na minha cara tudo o que engoliu nesses anos todos, mas não vai negar me ajudar.

– Tem certeza disso Sam? – Me olhou segurando minhas mãos concluindo. – Sabe que estaremos sempre com você, sejam quais forem suas escolhas, nós a apoiaremos, mas precisa ser ele?

– No momento não me resta muitas escolhas Cau, só ele pode dar a proteção que eu e minha filha precisamos.

– Nesse caso, vamos com você, não vai bater de frente com ele sozinha.

– Agradeço minha amiga, mas isso é uma coisa que preciso fazer sozinha.

Senti seus braços em volta de meus ombros e absorvi aquele contato, conversamos por mais alguns minutos e voltamos para a festa. O dia se encerrou com toda a equipe brindando aquela vitória, finalmente poderíamos dizer que realizamos nosso sonho e o Projeto pelo qual demos a vida em cinco anos, hoje estava concretizado e dando um grande passo.

Fim do capítulo


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Comentários para 30 - CAP. 29 – Inaugurando o Lion:
Lea
Lea

Em: 25/04/2023

Tudo poderia ser uma festa, né? 

Mas sempre tem o lado pobre que,vem para estragar tudo. 

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