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MARI e ANA por MahLemes

Ver comentários: 4

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Palavras: 1432
Acessos: 1219   |  Postado em: 02/12/2020

Notas iniciais:

Boa leitura, meninas!!!

Capitulo 27 - Um descanso

Capítulo 27 - Um descanso

 

Não imaginei que pudesse doer tanto aquele "término". Não era como se tivéssemos um relacionamento nem nada. Resolvi ir para a parte mais deserta da faculdade para respirar longe de quem pudesse vir falar comigo. Chegando lá vi que havia duas pessoas conversando. Isso não me incomodou, afinal pareciam tão entretidas uma na outra que nem me notaram. Cheguei um pouco mais perto, afinal o único caminho para chegar ao outro banco era passar por elas. Algo me chamou a atenção na mochila de uma das meninas. Reconheci como sendo a mochila da Ana, o que me fez observar melhor e reconheci as duas pessoas como sendo a Ana e a Fernanda. Mais um segundo e elas se beijaram. Me virei na hora e saí de lá sem ser notada.

Se eu estava achando o dia anterior uma montanha russa com 20 loopings o dia de hoje era um bungee-jump que nunca parava. Fiquei enrolando duas e saí sem nenhuma. Eu precisava urgente conversar com alguém. Pensei na Camila, mas ela provavelmente estaria na aula e teria estágio mais tarde. Meu telefone apitou nessa hora. Era uma mensagem da Nanda perguntando se eu já estava livre. Respondi que sim.

--Me encontra na lanchonete?--

--Tá sozinha?--

--Tô sim, preciso falar com você--

--Também preciso--

Chegamos juntas na lanchonete que nesse horário já estava vazia, então escolhemos a mesa mais afastada para podermos conversar.

-É sobre a Ana, Mari. -Nanda disse.

-Eu sei. -Respondi abaixando a cabeça. -Eu vi a Fernanda e ela se beijando.

-Nossa, amiga, que baque, heim? Eu vi que a Fernanda estava bem interessada mesmo, mas não imaginei que seria rápido assim.

-Você não tá entendendo o baque, Nanda. Eu acabei de "terminar" com a Márcia. -Disse fazendo as aspas com os dedos.

-Por causa da Ana?

Parei para pensar um pouco sobre a pergunta da Nanda. Quando estava com a Márcia não tinha pensado na Ana. Eu só pensei em não atrapalhar a carreira dela.

-É, acho que não. -Respondi ainda pensativa. -Não sei o que sinto pela Ana, Nanda. É um misto de cuidado e de carinho. Agora pela Márcia é um tesão incontrolável. Eu pego fogo só de estar no mesmo ambiente que ela.

-Ainda bem que não temos aula com ela, heim? -Nanda disse rindo das minhas palavras.

-Não sei como lidaria com isso. Ainda mais agora que eu não vou mais poder aproveitar tudo aquilo.

-Mas amiga, então você precisa conversar com a Ana e deixar ela livre. Porque acho que ela não vai ficar com a Fernanda se aqueles climas de vocês continuarem.

-Mas ela já tava lá beijando a menina. -Respondi meio brusca.

-Mari! -Ela me chamou a atenção. -Você tava pegando a "professora gostosona" e a Ana não pode beijar a Fernanda?

-Desculpa. Foi meu lado ciumento falando mais alto. -Respondi envergonhada. -Mas o que eu falo pra ela?

-Sei lá. Diz que percebeu que o sentimento mudou. Que não é a mesma coisa de antes. Mas faz isso logo pra ela não ficar se martirizando pelo beijo.

-Pode deixar, Nanda. Vou fazer isso hoje mesmo. Não que eu esteja em condições psicológicas, mas vai ser melhor.

-Por que não almoça com a gente lá em casa? Aí depois você pode aproveitar pra já falar com ela. Ainda tem a lasanha de ontem. -Disse Nanda sabendo como me convencer de fazer algo que eu não queria.

-Tá bom. -Contei para ela tudo o que tinha acontecido desde o dia anterior.

-Nossa, quem diria que no meio de tudo isso iria achar um amigo no Marcos? -Ela disse um pouco surpresa.

-Pois é. Ele foi muito gentil e a parte de não me pressionar para falar foi o melhor.

-Já que você descartou ele como pretendente você bem que poderia me apresentar ele melhor, heim? -Ri da sua cara interesseira.

-Você tá falando sério, Nanda? -Perguntei quando ela não riu comigo.

-Tô sim, amiga. Ele é mó gato.

-Ué, claro que apresento. O dia que for pagar o lanche que tô devendo pra ele eu arrumo uma desculpa pra você ir junto.

-Fechou então.

Conversamos mais um pouco até Nanda receber uma mensagem da Ana dizendo que a aula havia acabado e perguntando se elas estavam na faculdade ainda. Ela respondeu para ela nos encontrar na lanchonete e logo mandou uma mensagem para Júlia também.

-É mesmo, Nanda. Cadê a Jú? -Perguntei me dando conta da sua ausência.

-Ficou na biblioteca estudando, acredita?

-Mas já? Meu Deus, essa menina vai ficar louca ainda.

-Oi, Mari. -Ana me cumprimentou de uma forma estranha quando chegou.

-Oi, Ana. -Respondi com o coração pesado pensando na conversa que teríamos logo mais.

-A Mari vai almoçar com a gente hoje, Ana.

Antes que ela pudesse dizer qualquer coisa ouvimos uma voz atrás de nós dizer:

-Oba! Carona!

Todas nós caímos na gargalhada e fomos em direção ao estacionamento. O almoço passou num clima muito amigável e por um momento me senti transportada para o início do ano, com tudo o que estava acontecendo se apagando da minha mente. No entanto, logo que acabamos de almoçar Nanda me deu um sinal para me lembrar que tinha um motivo de estar lá.

-Ana, a gente pode conversar? -Perguntei com o coração disparado.

-Claro. -Ela disse me olhando assustada. -Vamos pro quarto.

Eu a segui até o quarto e nos sentamos na cama. Eu não conseguia a olhar nos olhos.

-O que você queria falar, Mari? -Ela perguntou depois de um silêncio prolongado.

-Eu tinha dito aquele dia na cachoeira que não estava preparada, lembra? -Perguntei reunindo coragem para lhe olhar. Ela assentiu com a cabeça apenas. -E você foi muito paciente comigo até agora, me esperando para ter essa conversa. Eu sei que te enrolei demais já.

-Eu não tenho direito de te cobrar pressa depois de ter ficado quase seis meses sem dar notícias. -Ela sorriu para mim. Sorri de volta, mas logo fiquei séria novamente.

-Faz sentido. Mas não vou te enrolar, Ana. Eu percebi que meu sentimento mudou. Não é como era antes. E eu não quero ficar te iludindo. -Ela me olhou com lágrimas nos olhos.

-Eu imaginei que fosse algo do tipo que queria falar. -Ela disse me estendendo a mão. -Que pena que eu joguei fora uma oportunidade de te ter pra mim. -Meus olhos também se encheram de lágrimas. Eu não queria que fosse assim, mas não queria ficar com ela pelos motivos errados e precisava deixar ela viver também. Puxei sua mão, trazendo-a para um abraço apertado.

-Você sabe que meu carinho por você é imenso, né? E que pode contar comigo da mesma forma. -Eu disse ainda abraçando-a.

-Eu sei, Mari. E você pode contar comigo também. Não tem como eu não ter carinho com a pessoa que me salvou três vezes em menos de seis meses.

Ainda estávamos abraçadas quando Júlia entrou no quarto quase gritando que nossa aula havia sido cancelada.

-De novo, cara? -Ela disse quando nos viu nos afastar. Eu e a Ana rimos muito da sua cara.

-O que tá acontecendo? -Nanda chegou perguntando.

-Acabei de interromper elas outra vez. -Júlia disse chateada.

-Calma, Jú, dessa vez não interrompeu nada. Estávamos conversando só. -Eu disse enxugando as lágrimas que tinham escorrido.

-É, Jú. -Ana sorriu para ela também enxugando o rosto.

-Então por que estão chorando? -Ela perguntou.

-Para de ser intrometida, Jú. -Nanda brigou com ela. -O que você tava gritando aí?

-É que recebi um email da coordenação do curso avisando que a aula de hoje à tarde foi cancelada, mas que segunda teremos aula normalmente. É aquela disciplina que o professor faltou na segunda de manhã.

-A sim. Nossa, que ótimo, eu tava precisando mesmo de um descanso. -Eu disse aliviada.

-Como assim? As aulas nem começaram, Mari.

-É que aconteceram umas coisas lá em casa, Jú. Tô cansada emocionalmente.

-O que foi? -Ana perguntou preocupada.

-Nada de grave, Ana. Só estresse normal de família. Vocês sabem como são essas coisas.

-Nem me fala. Família quando quer dar dor de cabeça consegue. -Nanda respondeu me ajudando.

-Meninas, muito obrigada pelo almoço. Vou embora aproveitar para descansar então. -Dei um beijo em cada uma e fui embora.

Chegando em casa tomei um banho e senti como se meu corpo estivesse começando a registrar tudo que havia acontecido no dia. O choro do dia anterior não era nada comparado ao que vinha agora. Ainda bem que estava sozinha em casa. Quando as lágrimas pararam desliguei o chuveiro e fui para o meu quarto me deitar um pouco. 

 

Fim do capítulo


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Comentários para 27 - Capitulo 27 - Um descanso:
Lea
Lea

Em: 16/09/2023

Que carga emocional pesada Mariana!!

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kasvattaja Forty-Nine
kasvattaja Forty-Nine

Em: 03/12/2020

Olá! Tudo bem?

 

Meio perdida aqui estou. Às vezes, não entendo muito bem essa historia de ''arcos'' nas tramas que nossas Autoras gostam de lançar-se e a nós também. Afinal, foram 27 capítulos para chegarmos até aqui para uma das protagonistas perceber que só estava fazendo ''caca''. Enfim, esperamos os próximos passos para entendermos melhor toda a trama.

É isso!

 

Post Scriptum:

 

''A pior ofensa que você pode fazer a uma pessoa insegura é gostar dela.''

 

Tati Bernardi

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Marta Andrade dos Santos
Marta Andrade dos Santos

Em: 02/12/2020

Vixe terminou só!

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Rosa Maria
Rosa Maria

Em: 02/12/2020

Mah...

Que capítulo foi esse, o mundo tinha mesmo que cair na cabeça da Mari? Sem "aulas extras" sem carinho com a Ana. Justamente agora que ela está se mostrando tão madura. Já ansiosa pela continuação. 

Beijo

Rosa

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