• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • Arranjo
  • 10 - Decepção Que Define

Info

Membros ativos: 9594
Membros inativos: 1620
Histórias: 1971
Capítulos: 20,964
Palavras: 53,084,126
Autores: 811
Comentários: 109,191
Comentaristas: 2603
Membro recente: Sarah333

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • Desafio das Imagens 2026
    Em 23/04/2026
  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025

Categorias

  • Romances (877)
  • Contos (476)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (230)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (2)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • À PROCURA DE RESPOSTAS
    À PROCURA DE RESPOSTAS
    Por Solitudine
  • Mundos invertidos
    Mundos invertidos
    Por Natalia S Silva

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • CONVIDE-0 (CONVIDE ZERO)
    CONVIDE-0 (CONVIDE ZERO)
    Por Solitudine
  • Por Enquanto
    Por Enquanto
    Por thaigomes

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (877)
  • Contos (476)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (230)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (2)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Arranjo por Nay Rosario

Ver comentários: 1

Ver lista de capítulos

Palavras: 852
Acessos: 943   |  Postado em: 10/07/2019

Notas iniciais:

Olha só quem voltou?! Boa leitura! 


Kell Smith - Era Uma Vez
 

10 - Decepção Que Define

A noite de Dominick foi regada a dores que acentuavam-se ao menor sinal de locomoção, sensação incômoda de estar atrapalhando e tristeza pela sua situação. Pouco antes das 7 horas da manhã, Helena deu duas batidas suaves na porta anunciando sua entrada. Dom estava saindo do banheiro usando um roupão e pensando no que vestir.

-Bom dia. Aqui estão os analgésicos e anti-inflamatórios. - Além dos remedios, havia um copo com água, suco Natural da fruta e bolo.
-Obrigada! - Os tomou e degustou daquele singelo café. 

Após seu desjejum, optou por vestir uma bata e seguiu em direção às vozes animadas. Ao descer as escadas ouviu duas vozes conhecidas e uma com sotaque carregado que julgou desconhecer. Andou devagar devido as dores e foi notada por uma senhora de aparentemente quarenta anos, com avental e touca. Cortava alguns pedaços de carne enquanto explicava algo as donas da casa.

-E fim. Desse jeito que se abre bife.
-Katrina vai tentar. 

Helena ria da expressão desolada da moça. Sabia que a outra era um verdadeiro desastre na cozinha e das vezes que tentou, o jantar acabou queimando. A mulher fez o tempero e deixou que a carne pegasse o sabor. Lavou as mãos e limpou a bancada da pia enquanto comentava.

-Dona Helena, a senhora não avisou que estava com visitas.
-Não é uma visita qualquer. Você deve se lembrar dela. Dominick é aquela amiga de Katrina que sofreu um acidente e estamos ajudando-a a se reestabelecer. 
-Ah! Sim.
-Bom dia. 

Dom fez-se notada. Após os cumprimentos conversaram amenidades, houveram apresentações e Dominick, meio sem jeito, pediu a permissão da dona da residência para usar o escritório da casa. 

-Sinta-se em casa. Bom... Estou saindo. - Quando se dirigia a porta, Helena virou-se em direção a Katrina. - Vai ou fica?
- Irei em breve. 

Helena seguiu seu caminho. Dominick já havia instalado-se no escritório e digitava a senha de login de seu notebook. A pasta de músicas estava diversificada, mas preferiu um dos inúmeros aplicativos de músicas que possuía. Os primeiros acordes do violão e a voz em baixo tom da Kell Smith cantando um conto de fadas da infância a fez relaxar e iniciar sua leitura.                     


"Era uma vez o dia em que todo dia era bom..."


Katrina apenas a olhava, encostada na soleira da porta, pensativa sobre os últimos acontecimentos incluindo a estadia de sua amiga naquela casa. Sentia-se incerta acerca da decisão de sua... Ex? Atual? Enfim... Não queria ter que conviver com ela.

-Acho que fez mal.

Dom estava tão centrada no contrato a sua frente que foi necessário que Katrina repetisse em um nivel mais elevado para que se fizesse notar.

-Acho que fez mal em aceitar o convite de Helena.
-Como?! - Pega de surpresa, a jovem parou admirando a outra. - Por que você acha isso? - retirou os óculos que usava para ler a tela do notebook.
-Ora! Você diz que me ama e vem ficar de hóspedes na casa da mulher que eu amo. É autoflgelar-se não acha?! - Sentou-se no braço do sofá que ali dispunha. 
-Ah! Sua mulher... Aquela que mal olhava pra você... Motivo pelo qual você ia parar no meu sítio de madrugada... - respirou fundo. - Katrina, embora pareça, o mundo não gira a sua volta. 

Recolocou os óculos e observou a outra sair. Se fosse analisar de maneira racional, a mulher tinha razão. Mas recordando que não estava em condições de realmente escolher o melhor a se fazer era aceitar a guarida que lhe ofertavam. Mesmo a contragosto. 


"... É só não permitir que a maldade do mundo te pareça normal... "


Quando concentrado em algo, o ser humano tende a esquecer da presença de Cronos. As horas voam, a fome não se apresenta e qualquer barulho externo é ignorado. Ao encerrar seu expediente, atentou para o avançar das horas e as dores alertando para a negligência dos remédios. Na porta da geladeira, encontrou um recado da funcionária avisando-a sobre a comida no microondas, esquentou-a e após ingerir um purê de batata, arroz branco e frango grelhado, tomou os analgésicos. 

Andou pela casa escura e seguiu para o quarto que lhe foi reservado. Tomou banho com certa dificuldade e deitou-se. O efeito sedativo começava a se fazer presente. Há certa altura da noite assustou-se com o barulho de vidro quebrado. Pensou ser algum invasor e levantou no intuito de trancar a porta quando ouviu uma voz conhecida. Pelas frases sussurradas e alguns sons de objetos sendo derrubados entendeu o que acontecia. Voltou para o leito na tentativa de ressonar, mas os intensos gemidos para não dizer gritos impossibilitavam o silêncio necessário. Abraçou-se e lágrimas silenciosas verteram de seus olhos. 


"É que a gente quer crescer e quando cresce quer voltar do início. Porque um joelho ralado dói bem menos que um coração partido."


Amanheceu. Quando Helena adentrou o quarto de hóspedes encontrou a cama arrumada. Saiu em direção a cozinha pensando encontrar a moradora temporária por lá, mas apenas sua funcionária se encontrava.

-Cadê? - Referia-se a amiga de sua esposa.
-Já foi. Quando cheguei estava na varanda com uma mala e um carro parou para ela entrar. Tem um bilhete pra tu ali na mesinha.

Fim do capítulo

Notas finais:

 

Segue o baile!


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 10 - 10 - Decepção Que Define:
Rosangela451
Rosangela451

Em: 13/07/2019

Dom fez bem em ir embora .. 

O que olhos não vêem o coração não sente.

Adorando .... .....


Resposta do autor:

 

"Eu me apaixonei pela pessoa errada. Ninguém sabe o quanto que eu estou sofrendo...????

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web