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  • Você é uma ogra, Theodora!

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Antes Que o Sol Se Ponha por Ka_fornari

Ver comentários: 3

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Palavras: 2847
Acessos: 1228   |  Postado em: 14/05/2019

Você é uma ogra, Theodora!

 

Ao despertar naquela tranquila manhã, Theodora sentiu que lhe faltava algo, ou melhor, alguém. Não gostava de despertar e não sentir aquele aroma gostoso que emanava de sua linda e encantadora Doutora. Ficou alguns segundos deitada olhando para o teto, por uma fração de segundos fechou seus olhos e sorriu... Como a vida lhe surpreendia a cada nova curva! Sorriu.

Espreguiçou-se calmamente e o sentar no sofá, notou que não era somente uma ruiva que estava faltando, mas duas!

- Onde elas foram? – Questionou-se curiosa, olhando atentamente para Isadora, que curiosamente, estava abraçada na almofada em que Beca havia deitado. – É Isa... Cada curva uma nova paisagem...

Olhou ao redor, pegou seu celular, e em um breve movimento eternizou aquela cena. Sorrindo maliciosamente agarrou uma enorme almofada e mirou! Um barulho abafado foi só o que se ouviu, e depois da calmaria... Um vendaval se instalou naquela sala. Um vendaval chamado, Isadora!

- THEODORA VELÁSQUEZ! COMO OUSAS!

O cabelo de Isa – se é que podemos chamar de cabelo – estava todo eriçado. E seu olhar assassino, para a amiga, era de dar medo... Enquanto Theo tentava ao máximo não rir. Afinal, não estava a fim de ter seu corpo desovado em uma estrada qualquer!

Porém em nada adiantou ter suas gargalhadas contidas, era tarde demais para isso. Isadora em um movimento digno de uma ninja das sombras arremessou duas almofadas, uma atrás da outra, como se fossem shurikens. E, em seguida lançou-se no ar, em câmera lenta? Talvez! Pelo menos foi à sensação que Theo teve.

Segundos depois estavam ambas no chão... Caídas lado a lado, tentando normalizar a respiração que estava demasiadamente acelerada, devido ao ataque de risos. No entanto, o sorriso permanecia entre elas. Tão bom... Natural... Renovado!

- Você é uma ogra, Theodora! Uma profanadora de donzelas adormecidas. – Brincou, fingindo estar emburrada com a amiga.

- Eu? Sou uma cavalheira, meu amor! Quem manda você estar tendo sonhos pervertidos em minha sala santificada... – Isa olhou rapidamente para a amiga - Eu somente intervi, em nome da moral e dos bons costumes! – Theo riu, se divertindo, com a cara que a amiga fez.

- Mas do que você está falando, Theo? – Perguntou cautelosa, pois se lembrava de estar sonhando com Rebeca, mas não sabia dizer o que exatamente.

Theodora levantou o celular no ar e o balançou, Isa estava atenta, seguindo detalhadamente cada movimento da loira. Até que a luz do visor se acendeu. “Não, não, não, não!”. O pensamento de Isa foi sinfônico, posso assim dizer, ao ver que estava agarrada, ao que antes era o “travesseiro” de Rebeca. Somente nesse momento a morena se deu conta de que as ruivas não estavam na sala.

- Mas o que... – Pronunciou sem saber se era uma pergunta, um questionamento, um sussurro do além.

- Me diga você, Isa, o que acha que é? – Olhou-a com ternura ao terminar sua pergunta.

- Hum... – Isa fechou os olhos e sorriu, ela sabia o que era, mas será que queria saber? – Espera eu contar para a Cecília que você anda tendo fotos sensuais de outras mulheres em seu celular! Conhecendo ela... Vai perde os seus dedinhos de artista!

A gargalhada de Isa foi sonora, após sua frase de efeito, não iria retornar ao assunto “motivo de estar agarrada aquela almofada” e sabia que sua amiga compreenderia e respeitaria isso!

- Ah sim! É isso que ganho por acordar você com toda dedicação e carinho... Na próxima vou utilizar algo menos sutil.

- Claro, e o que seria “menos sutil” que uma almofadada desse porte?

- Sempre se pode inovar, Isa... Sempre!

- Te odeio Dona Theodora! – Isa sorriu para a amiga.

- A retórica é reciproca, querida! Agora levanta e bora pra um café delicioso, porque estou com fome! – Levantou-se e estendeu a mão para Isa, que em prontidão levantou.

- E quando você não está? – Perguntou debochada.

- Nossa... Tenho que rever meus conceitos de amizade!

Assim que entraram na cozinha, Isadora não conteve mais sua curiosidade e perguntou o que já estava martelando em sua mente.

- E por falar em rever conceitos... Onde aquelas duas ruivas foram?

Theodora apenas olhou para a amiga, um olhar que desvendava almas, mas nada falou referente a isso, pois sabia que a amiga havia percebido o significado dele.

- Creio ser o mistério de nossa manhã. Ou elas estão dobrando alguma curva... Ou... Já encontraram a nova paisagem!

Isa ficou tentando decifrar a referência que, Theo, havia usado, mas se tratando de Theodora, nada era o que parecia! Então, conformou-se em arrumar a mesa, antes que a fome insaciável de Theo ganhasse vida.

 

§

 

O sol já possuía um calor aconchegante, quando aquelas duas mulheres estavam de frente para o destino, do qual haviam partido da casa de Theo. O silêncio que se fazia presente em nada era constrangedor, muito pelo contrario, era uma sensação de paz que estava ali, contemplando aquele momento.

Rebeca não pode deixar de notar o belo buquê de rosas vermelhas que adornava aquela lápide. Respirou fundo e abaixou-se, ficando agachada. Pousou sua mão levemente sobre as delicadas rosas, contornando com carinho suas pétalas, como se fosse à face encantadora de sua irmãzinha.

Cecília olhava para tudo com estrema atenção. Pensando que sua irmã logo a questionaria, tratou de antecipar-se.

 - Todas as manhãs um rapaz vem aqui e coloca um novo buquê... – Os olhos de Rebeca continuavam refletindo aquelas rosas. – Ele é apenas um entregador, - mas isso Rebeca já sabia - não sabe quem o contratou, apenas que a pessoa deposita um valor todo o ano, segundo ele, essa pessoa deixou dito que era para fazer isso durante todos os nasceres do sol.

- Hum... Entendo. – Ceci viu o sorriso delicado que se formou nos lábios de sua irmã mais velha e a ternura que não a abandonou, desde que chegaram ali.

- Seja quem for... Ama nossa irmã, imensuravelmente! Fico feliz que ela tenha encontrado um amor assim, independente de quem for...

Nesse instante Rebeca levantou-se e olhou para Cecília. Seus olhos estavam conectados, pela primeira vez em muitos anos. Sorriu para ela e a abraçou, tão calorosamente... Com tanto afeto... Posso dizer amor? Sim, eu posso!

E que amor...

Rebeca sentia que devia a verdade para Cecília... Mas qual a verdade que habita esses corações? Qual é a verdadeira face da realidade? Rebeca não sabia dizer... Mas estava disposta a descobrir, e isso, era sua nova curva, em uma nova estrada.

 

§

 

Aquele lugar tinha cheiro de abandono, tão vazio e húmido... Uma escadaria dava acesso a ele. A única decoração, do que mais parecia um calabouço, eram as inúmeras rosas desbotadas, sem vida e aroma, que estavam espalhadas por aquele ambiente. E mais um buquê chegava para se juntar a elas... O corpo parecia dançar por entre elas, não sei ao certo se tentava desviar das pétalas que estavam no chão, ou se era seu jeito natural de brindar aquele momento. Toda a vez que chegava com um dos buquês sua alma entrava em torpor. Naquela manhã que se consolidava, seu apetite enlouquecedor parecia renascer...

- Outro... Todas as manhãs, um novo buquê...

A voz carregada de angustia era silenciada por seu próprio eco... Somente ela ali, e o que um dia, já foram, belas rosas.

- Todos me enganaram! Todos eles e só estão aumentando... Malditas rosas, que brotam. – Arremessou o buquê contra a parede, com tamanha força, que parecia surreal a sua existência. – Parem de existir! Porque vocês continuam a nascer? – Foi à última coisa que aquele ser questionou, em meio à escuridão, ao se agachar e pegar os botões que resistiram ao impacto.

Não satisfeita com o estrago, amassou por entre seus dedos, aqueles que resistiram. “Isso, é isso! Um a um... Caindo! Pulsando em minhas mão.”

Um olhar transtornado dominou sua face.

 

§

 

Assim que adentraram naquela casa, as irmãs ouviram as gargalhadas que vinham da cozinha. Curiosas, ambas se direcionam para aquele cômodo, mas não entraram, ficaram apenas apreciando a vista da porta. Cada uma apoiada em um marco da porta.

As duas amigas estavam de costas, não podendo ver que as ruivas estavam de volta e rindo de ambas. Isadora contava uma música qualquer e era acompanhada por Theo, que batia a colher na pia, completamente fora de ritmo.

Cecília colocou a palma da mão nos lábios para evitar qualquer emissão de sons, já Beca era mais centrada, ou aparentava ser. A sequência da cena foi um tanto sincronizada... Theo que antes usava a colher como baqueta, agora, havia encontrado uma nova função para ela... Abraçou Isa e ambas estavam a plenos pulmões cantando. O show teria conquistado toda uma legião de fãs, se não fosse pelo fato delas terem se virado e dado de cara com Ceci e Beca, desfazendo assim, a turnê pela cozinha.

- Não ri amor! – Brincou Theo, jogando uma toalha na namorada, que gargalhou assim que elas se viraram.

- Não estou rindo amor... Estou gargalhando, é diferente! – Respondeu em meio ao abraço de Theo.

O cumprimento de bom dia de Beca e Isa foi o mais cordial possível... Com uma troca de olhares envergonhados, e o mais engraçado? Ambas pelas fotografias que lhes tiraram.

- Sendo assim... Bom dia! – Deu um leve selinho em Cecília. – E então, estão servidas?

Theodora apontou para a mesa, que estava arrumada para um belo café. Isadora fez uma breve introdução, de como conseguiu deixar a comida intacta, para que desse tempo das ruivas chegarem, o que ocasionou novas risadas... Theo só olhava! Pois, sua boca estava ocupada, comendo. Rebeca observa como Ceci e Isa estavam martirizando a coitada da Theo, achando por bem intervir.

- No seu lugar, Theodora, eu já teria agido! – Beca esperou por uma posição de Theo, porém...

- Liga não Beca, enquanto elas ficaram falando, eu comi todo o chocolate... – A voz travessa atraiu a atenção das duas mulheres para Theo, que estava com os lábios contornados de chocolate. Rebeca não se conteve e sorriu... “Sempre sendo leve”.

- Eu não acredito Theodora Velásquez! Você acabou com o chocolate todo! – Cecília parecia que estava repreendendo uma criança de cinco anos.

- Que bela amiga eu fui arrumar... Sua ingrata! – Isa não perdeu a oportunidade e fingiu indignação.

- Hora... Que culpa tenho eu de usar a boca para algo mais prazeroso que falar...

Dessa vez o olhar de Theo preencheu todo o campo de visão de Cecília, onde aquele azul claro ganhava tons mais escuros, atraindo os olhos da ruiva como um íman.

Rebeca vendo onde daria todo aquele flerte, resolveu tomar seu rumo.

- Eu é que não vou ficar pra ver o desfecho disso! – Levantou-se imediatamente.

- Faço suas palavras minhas. – Isa olhou para Beca, indecisa. – Quer uma carona?

Por alguns instantes fez-se silêncio. Elas estavam esperando a resposta de Rebeca, o que pareceu uma eternidade para Isa.

- E ter a oportunidade de sair daqui o mais rápido possível? Claro que sim! Até mais maninha, Theo mantenha as mãos onde eu posso ver! – Theodora prontamente levantou ambas as mãos, que estavam contornando a silhueta de Ceci, e sorriu em seguida para Beca. – Assim que eu gosto cunhada, bem mandada!

Rebeca riu feliz, sendo acompanhada pelas demais.

Logo depois de se despedir de sua irmã e Isadora, Cecília voltou-se para Theo... Seu olhar era voraz!

- Então quer dizer, que a senhorita, comeu todo o chocolate? – Theodora sorriu fraco, “se esse for meu final... Valeu cada pedacinho do chocolate!”, mas não deu tempo de tentar se explicar! Pois, Cecília deu um salto, encaixando-se delicadamente na cintura de Theodora, com as pernas cruzas em suas costas.

- Bom... Acho que ainda dá pra sentir o gosto! – Apertou com ambas as mãos a bunda de Cecília, fazendo com que ela subisse levemente, o suficiente para os seios se roçarem...

- Sendo assim, terei que provar cada pedacinho seu amor!

Já estava quente o suficiente para gerar uma combustão... mas, Cecília teve que morder  o seu próprio lábio inferior, daquele jeito lento, que deixava qualquer ser, completamente louco!

Theo não deixou que o diálogo continuasse! Não mesmo! A troca de olhares era suficiente para elas!

Assim, que Theodora soltou Cecília na cama, a ruiva olhou para sua mulher e ergueu a sobrancelha!

“Vai ficar ai parada?”

Theo riu de canto, sabia desvendar aquele olhar e devolveu na mesma moeda!

“Vou fazer você rebol* gostoso na minha boca!”

Como resposta, Cecília desabotoou sua própria calça, e desceu com todo o cuidado...

- Então vem logo, Amor!

Cecília ordenou! E como resposta... Sentiu Theo, percorrendo cada parte do seu ser...

 

§

 

Dentro do carro, Isa, tentava sintonizar em uma estação com música agradável. Rebeca já estava ficando angustiada com aquilo. E achou melhor, ela mesma fazer.

- Deixa que eu encontro... Você dirige ai!

- Nossa... Já tá mandando, bom saber... – Isa pensou em voz alta, não esperando que a Rebeca tivesse ouvido.

- Eu ouvi isso, Isadora! – Encarou-a esperando que se explicasse.

- Eu quis dizer que... Não pensei que escutaria... Bem, você é mandona, Rebeca! – Falou com uma convicção, que até aquele momento, não possuía!

- Eu não sou mandona. Apenas quero evitar um acidente, porque parece que você não consegue fazer duas coisas ao mesmo tempo, Isadora! – Rebeca iniciou a frase calmamente, mas por algum motivo, não conseguiu finalizar com a mesma tonalidade. Alguma coisa naquela morena, sempre lhe deixava agitada!

- E, pelo visto, é grossa de brinde, né!

Ambas estavam vermelhas, pela discussão que se iniciava. Nem viram que, logo à frente, um pequenino gatinho estava no meio da rua.

A troca de olhares enfurecidos, estava se transformando em outro sentimento, talvez, muito talvez... Em algo maior e avassalador. Rebeca quebrou aquele contato e ao olhar para frente avistou o gatinho.

- Isadora! – Falou no susto.

Isa teve reflexo imediato! Desviando do pequenino ser. E, agradecendo mentalmente, por não ter mais ninguém naquela rua. A morena só voltou a ter reação, quando viu que Rebeca estava com o gato no colo!

- Que cara é essa? – Beca questionou, acariciando o animal.

- Eu não vi você saindo...

- Mas é muito distraída, não é atoa que quase matou o felino! Né Felino?

Rebeca brincava com o gatinho, como se estivessem em um complô contra Isadora. Aos olhos de Isa, aquela cena era a coisa mais meiga que já havia visto na vida... Era uma outra Rebeca... E estava amando cada vez mais essa Rebeca, que se mostrava aos poucos, em singelos momentos.

- Claro! Você discute comigo no volante e a culpa, ainda por cima, é minha? Mas claro que é minha! – Esbravejou. – E tem mais, que diabos de nome é Felino? Pode esquecer! Vamos chama-lo de Cérbero! – Falou naturalmente, pegando o pequeno das mãos de Beca com cuidado.

- Cérbero? – Perguntou desacreditada. – O cão de três cabeças que guarda a entrada do mundo dos mortos, na mitologia grega?!

- Esse mesmo! Só que nesta nova versão contemporânea, o Cérbero está disfarçado, guardando outra coisa...

Isadora sorriu lindamente, devolvendo Cérbero para Rebeca e voltando com o carro para a rua.

- E o que seria? – Perguntou curiosa, pois esse lado encantador de Isadora, não conhecia, ainda...

- Algo que está tão profundo quanto o submundo de Hades...

Não precisou falar mais nada... Beca sabia que a morena se referia a ela, achou melhor fugir daquele assunto.

- Cérbero então? E depois eu que sou mandona... – Sussurrou Rebeca, no ouvido do pequenino. Arrancando um sorriso lindo da face de Isadora.

O resto do caminho foi percorrido com assuntos leves, e claro, com quem ficaria a guarda de Cérbero!

- Fico muito feliz que a sua mãe tenha voltado, daquele estado. – Rebeca ouviu as palavras de Isa com atenção.

- Creio que foi a arteterapia com a Theo, que fez esse diferencial todo...

- Pois é, sua mãe deveria continuar com as sessões é muito importante.

Rebeca iria explicar que sua mãe estava fazendo as sessões com a Theodora, quando sentiram um olhar voltado para elas, sendo interrompidas por Penélope, que as encarava parada na porta. Isadora não gostou nem um pouco daquele olhar, mas preferiu não falar nada.

Pegou Cérbero nas mãos e se despediu dele, sobre os olhos atentos da ruiva ao seu lado.

- Então filho, hoje você fica com essa mãe ai, que tem o emocional de uma pedra... Outro dia te levo lá em casa, tá meu amorzinho... – Falou tudo se divertindo com as caretas que Rebeca fazia.

- Filho?

- É!

- Nosso?

- É!

- Mas ai, quando falam que sapatão é assim...

- Com certeza, já tá no DNA Sapatônico! – Piscou encantadora para Beca.

Isa alcançou o gato para Beca, em meio a uma troca de sorrisos.

 

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Olá pessoinhas!!

Quem será que deu aquela surtada... 

Boa leitura meninas.

Até um dia, desse mês, do próximo, ou vai sabe neh.

0/.


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Comentários para 19 - Você é uma ogra, Theodora!:
Mille
Mille

Em: 25/07/2020

Oi Ka
Tudo bem com você e sua família?? Saudades moça!!!
"As letras que viram palavras, que viram frases, que viram histórias, que tocam nossos corações." Muita inspirações para continuar sempre nos presenteando com suas histórias. Feliz dia do escritor

Bjus
Resposta do autor:

Oiii Mille

Que saudaee!!

Eu to em isolamento, mas tá tudo certo, obrigada por se preocupar e por sempre lembrar de mim!! Vc sempre me motiva e está comigo desde o meu inicio aqui <3 

Espero que estejas bem!!

Se cuida!! E mais uma vez, obrigada pelo carinho de sempre...

Beijãoo

Responder

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Vanderly
Vanderly

Em: 04/03/2020

Olá, tudo bem?

Cheguei até aqui! Muito interessante essa história, pena que a excelentíssima autora a esqueceu.

E aí moça, porque não termina?

Vamos lá, próximos capítulos!

Por favor volta!

Beijos!

Vanderly


Resposta do autor:

Oii,

A excelentíssima autora aqui, está relendo a obra e voltará a escreve-lá.

Obrigada pela puxada de orelha... Também sou leitora do Lettera e sei como é descepcionante quando as obras n são finalizadas!

Se cuida!

Beijos, Vanderly

e até mais.

Responder

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Mille
Mille

Em: 14/05/2019

Ola Ka estava pensando em ti hoje.

Penélope é quem surtou. 

Bjus e até o próximo capítulo 


Resposta do autor:

Oii Mille,

como esse unierso é engraçado neh, vc pensou em mim, e eu postei... Nunca saberemos as energias que nos impulsionam.

será q foi a Penélope? Ou tem alguém brincando com nós...

heheheh

Bjaoo Mille, até.

0/ 

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