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Antes Que o Sol Se Ponha por Ka_fornari

Ver comentários: 3

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Palavras: 2582
Acessos: 1565   |  Postado em: 09/11/2018

Os meus dotes mais obscuros!

 

E o silêncio foi dissipado!

- Sem sombra de dúvidas é a melhor pipoca que existe! Só o cheiro já vale o dia. – Gritou Theodora da sala, para que a amiga escutasse.

Theo e Cecília estavam acomodas no enorme sofá, de frente para a televisão, que já estava com o filme pronto para ser acionado. Rebeca encontrava-se no chão, não por se sentir excluída, mas por estar tão à vontade, como a muito não se sentia. Sem mencionar que o enorme tapete de Theodora era uma peça única.

Isadora, que estava sozinha na cozinha, estourava as pipocas com sua “mandinga”, entre um passo e outro do seu ritual “pipoques”. Segundo ela, só assim para as pipocas dançarem na panela. E foi em meio a esses passos que chegou carregada na sala.

- Finalmente alguém que aprecia os meus dotes mais obscuros! – Sorriu Isa, com duas bacias enormes de pipocas nas mãos.

Mesmo estando carrega fez uma breve reverência para o comentário de sua amiga. Cada vez tinha mais certeza que aquelas duas nasceram para estar juntinhas, naquele enorme sofá, que parecia as engolir. Mas no chão estava o mais notório dos seres, e poderia dizer “o mais belo também?”. “Que bobagem Isadora! Vocês se odiavam tudo bem que já tiveram seus momentos de intimidade, mas agora estão construindo uma amizade!”, pensava Isa, enquanto continuava a observar Beca, que ajeitava as gordas almofadas no chão.

- Eu desconheço alguém pra amar pipoca desse jeito! – Cecília entrou na brincadeira.

Sua namorada parecia uma criança. O braço esquerdo circundava o diâmetro do recipiente, enquanto a mão direita traçava o trajeto de levar as pipocas até seu local de destino. Theo sorria divertida, até que outro comentário se manifestou bem no momento que suas pipocas já estavam acabando.

- Você quer dizer qualquer comida, né Ceci! Foi um desfalque na dispensa lá de casa... – Gargalhou Beca, ao lembrar da preocupação de Matilda, que lhe perguntou se deveria providenciar mais panelas.

- Eita, que as três tão que tão! Isso é um complô?  - Defendeu-se Theo, fazendo birra.

As três eram só sorrisos!

O clima estava mais que agradável nada parecido com o que foi a chegada delas. O receio que havia se instaurado, logo que Rebeca e Isadora chegaram à casa de Theo, já não existia. Isa foi em direção à cozinha, como se fosse seu caminho natural para preparar as pipocas, o silêncio inicial pareceu sumir, simplesmente após o comentário de Theo. Rebeca se perguntava se a naturalidade de Theodora sempre a acompanhava, diferente de si, que sentia por dentro um mar de inquietações.

- Que mulher dramática você foi arrumar, Cecília... – Falou Beca debochada. – Deixa eu te ajudar com isso. – Levantou do chão e pegou uma das bacias da mão de Isa, nem percebeu como os olhares se voltaram para si. Era como se sempre havia feito aquilo, parecia estar intrínseco em sua essência.

- Finalmente uma verdadeira cavalheira entre nós! – Exclamou Isadora, encantado pelo gesto.

A única que pareceu notar a cara de boba que Isadora ficou com a atitude de Beca, foi Cecília. Achou engraçado como sua ex-esposa parecia surpreendida pelo gesto de sua irmã. Questionava sobre quem seriam aquelas duas mulheres... Parecia duas almas renascidas. Encarou Theodora por pouquíssimos segundos, ela realmente amava aquela mulher, que lhe retribuía o olhar.

- Passa logo essas pipocas pra cá, dona Isadora! – Theo deu um salto do sofá e abraçou aquela bacia como se sua vida dependesse daquilo. Sentou-se novamente e começou a comer, fingindo que não havia notado os pensamentos de Cecília, em relação a Beca e Isa, afinal não era hora de encontros emocionais, e sim, de estreitar os laços, e nada melhor que as “brincadeiras” para isso!

- É nessa hora que você corre Cecília... Antes que ela revele seu lado canibal! – Falou Isa com a boca cheia de pipoca.

Rebeca apenas balançou a cabeça lentamente desacreditando que Isadora falou de Theo e estava fazendo a mesma coisa... “Mas é muita cara de pau, mesmo!”, pensou divertida.

- Olha quem fala! – Theo mostrou a língua para a amiga. – Só não levanto porque irei perder tempo de comer... – Piscou divertida para Isa, que lhe devolveu o gesto.

- Senhor dê-me paciência com essas duas! – Exclamou Rebeca. – Qual a idade mesmo? – Perguntou olhando para sua irmã, que se aconchegava ao lado de Theo.

- Estou achando que não passaram do primário! – Brincou Ceci com a irmã.

- Que maldade amor... – Theo vez biquinho, tentando ganhar um pouquinho mais de atenção daquela bela mulher. O que deu muito certo, pois ganhou um beijo estalado na bochecha, cheio de carinho.

Isadora e Rebeca não deixaram por menos. As duas mulheres que presenciavam a cena do chão, resolveram atuar também. Em uma sincronia de dar inveja!

- Hum, que fofuras, né Mozi! – Brincou Beca. Recebendo um olhar assassino da irmã.

- Oh Mozão, quer pipoquinha na boquinha? – Isa esperou Beca abrir a boca e jogou a pipoca, onde foi captururada no ar. – “Minha vida” sempre me surpreendendo!

As duas riam sem parar, mas Theo não perdoou à amiga e jogou uma almofada em sua cabeça, que acertou o alvo e caiu no colo de Beca.

- Maldade Theo! Só porque está ai em cima e nós no chão, nesse tapetão felpudo, mais macio que minha cama... – Refletiu Isa, enquanto massageava a nuca.

- Sofá é o que não falta. Vocês tão ai porque querem. – Disse fingindo indiferença ao estado frágil que sua amiga demonstrava, sabia que de frágil ela não tinha nada.

- É que assim as ruivas ficam bem distribuídas... – Piscou para a amiga, que riu divertida da malicia proferida. Elas só não esperavam é que ambas as ruivas não gostaram muito daquilo.

- Ai! – Theo e Isa falaram em um único som. Cada uma das irmãs acertou o seu alvo na base da almofadada.

Era como se voltassem para o passado, onde as guerras de travesseiro se faziam presentes...

- Acho que ainda estamos em forma! – Exclamou Ceci, fingindo limpar o suor da testa.

- Sem dúvida! – Beca estendeu a mão para comemorar com Ceci em um soco no ar. Era um cumprimento conhecido por ambas, sempre que algo dava certo... E fazia anos que aquilo não ocorria.

Aos poucos as quatro mulheres foram se acalmando e focando no filme. Às vezes Theo e Isa faziam comentários sem noção, o que era repreendido no mesmo tom pelas duas ruivas. Finalmente estavam tendo um momento de calmaria.

Conforme as horas passavam, o sono surgia e o frio aumentava.

Theo levantou com cuidado para não acordar nenhuma das duas mulheres e foi até o quarto, para pegar duas cobertas. Assim que retornou alcançou uma delas para Beca, pois Isa já estava no décimo sono, sendo acompanhada por Ceci.

- Como elas dormiram com tanta facilidade... No primeiro filme ainda. – Rebeca falava enquanto arrumava a coberta envolta de Isa.

- Isadora nunca conseguiu assistir um filme inteiro, ainda mais nesse horário. E pelo que estou vendo a Cecilia também não. – Sorriu carinhosamente ao se deparar com a bela mulher que se aconchegava em seus braços.

- Eu não estou com um pingo de sono. – Completou Rebeca, ao terminar de ajeitar Isa. Estava estranhando todo esse cuidado que surgia com a morena. Sempre achou Isadora uma mulher fascinante, isso não negaria, mas nunca foi de se importar muito com qualquer outra pessoa que não fosse suas duas irmãzinhas. Claro que nunca foi um poço de bondade, e às vezes – quase sempre – tinha formas estranhas de demonstras, mas não se importava muito com isso. Desde que elas fossem felizes... E agora só havia restado uma única irmã para de se preocupar!

- Que bom cunhada! Ainda temos mais dois para assistir. – Riu divertida ao notar o choque que Rebeca pareceu tomar.

- Cunhada? – Perguntou receosa, inclinando a cabeça na direção de Theodora.

- É o que você é minha, não é? – Respondeu com carinho, ao notar o impacto que aquelas palavras tiveram na ruiva mais velha.

- Você é diferente Theodora, um ser curioso... Um pouco estranha, mas é um estranho legal. – Beca voltou seus olhos para o filme, não queria mais prolongar o contato com aqueles olhos azuis, que pareciam lhe desvendar a alma. No fundo Rebeca sabia, os olhos de Theodora, realmente, desvendava as almas.

- O que posso dizer, essas mulheres em minha vida me deixam assim! Acho que você não está mais sozinha, Rebeca. E seja lá o que for... Agora somos quatro! – Theo falou com determinação.

Theodora não pode ver, mas uma única lágrima escorreu do olho direito de Rebeca, indo de encontro a um lindo sorriso, que não se formava em seu rosto há dois anos.

Aquela determinação, Rebeca conhecia muito bem! Era muito bom sentir isso novamente, as últimas palavras de Theo, pareceram cravadas em sua alma... “E seja lá o que for... Agora somos quatro!”.

- Mas é muito dramática essa mulher! – Foi à única coisa que conseguiu responder.

Theodora apenas sorriu do comentário. Sabia que não estava errada quando disse que Rebeca lembrava uma Theo de anos atrás. E assim como ela, Rebeca estava encontrando pessoas que lhe mostrariam outra forma de sentir o mundo! Afinal, nos redescobrimos em cada pôr-do-sol.

 

§

 

O dia amanhecia acanhado. Os finos raios de sol iam se apropriando da paisagem, conforme o sol subia aos poucos, no seu próprio tempo! A inscrição na pedra cravada no chão ganhava tons quentes, parecia acompanhar todo o desfecho dos amanhecer. Uma sombra solitária passou a fazer parte daquele contexto, dando um novo enquadramento para a cena. A silhueta fina era preenchida pela luz do sol, mas mesmo assim, aquele corpo não conseguia se sentir aquecido. Olhou novamente para as letras na pedra, “Temos todo o tempo do mundo! – Lauren.”. Era a única coisa que estava gravada naquele pequeno bloco.

“Nenhuma frase lhe definiria melhor...”, pensou aquele ser sozinho, enquanto saia com flores murchas na mão.

Alguns minutos depois, um novo buquê era deixado na lápide, por um rapaz de boné vermelho e uma jaqueta jeans. Estava sendo assim, nos últimos dois anos e continuaria a ser!

 

§

 

Leve como a brisa da manhã. Leve como o flutuar de uma pena. Leve como somente o verdadeiro amor lhe faz sentir. Aquele amor que te aconchega com palavras, que te protege com um olhar, lhe fazendo sorrir só num andar... Foi assim que ela sentiu ao despertar. No sofá seu grande amor... No chão a descoberta de uma amiga... Mas por onde estaria a mulher que estava em sua vida antes mesmo dela nascer?

E foi assim que abandonou o calor que emanava naquele sofá, saindo á procura daquele ser de inúmeras facetas. Procurou pelos lugares mais óbvios, então, resolveu mudar seu pensar.

Ao chegar no mezanino que dava acesso ao ateliê, encontrou quem procurava! A mulher parecia absorvida pela tela. Cecília sorriu, a visão que tinha de sua irmã, olhando para a tela que Theo havia pintado no dia em que se conheceram, lhe causava sensações, que por anos pensou nunca mais sentir por Rebeca.

- Beca? – Questionou Cecília, sem obter resposta alguma.

A ruiva mais nova desceu as escadas, sem tirar os olhos de sua irmã. Ela parecia tão diferente. “Desde quando ela gostava de arte?” questionou-se curiosa. O olhar de admiração de Beca para a tela era visível, beirando o palpável. Em um impulso, Ceci, tocou o ombro esquerdo de sua irmã. Rebeca ainda com os olhos na tela, que estava sendo sustentada por um cavalete, suspirou, como se fosse um alivio que saia de sua alma, aquele mar de questionamentos, aquele turbilhão de emoções... Estava tão leve.

- Como pode... Como ela consegue Cecília? Olha pra isso! – Seus olhos ainda se mantinham fixos. – Por que ela tem que ser tão diferente dos outros? Por que ela simplesmente não me ignorou? Por que ela tenta cada vez mais resgatar algo, que já não existe?

- Ela tem a determinação do fogo...

Ao ouvir aquilo, Rebeca fechou os olhos, lembrando-se de sua irmãzinha.

- Ela não nunca irá abandonar ninguém que ela gosta, Beca! É só olhar para ela. Theodora nunca abandonará ninguém, pois ela já foi abandonada... Ela fala que você lembra muito uma Theo do passado, eu tenho até medo – brincou Ceci, ganhando um sorriso da irmã. Mas Rebeca, a Theodora é assim... Ela conhece as pessoas no olhar. Ela toca nossa alma com sua essência “Theo de ser”. – Sorriu com carinho ao pensar na mulher maravilhosa que lhe amava com todo o seu ser.

Nesse momento Rebeca virou o rosto, encarando sua irmã. “Como você se tornou uma linda mulher, minha irmã” pensou. “Gostaria de lhe contar a verdade, mas ainda não é a hora”. Tudo que Beca fez foi trazer Cecília para seus braços e acalentar sua alma na dela.

- Eu não suportaria perder você também, Ceci! A Lauren se foi por minha culpa...

Algumas poucas lágrimas tocaram o ombro de Cecília, que ficou sem reação pelo gesto inesperado de Beca. A convivência com Theo a fez perceber pequenos cuidados para se tomar com o outro. Lembrou-se das palavras proferidas por seu amor, em uma das longas conversas, porém nada entediantes: “Deixe que a pessoa sinta, ao seu tempo, pois ela mesma irá lhe mostra do que precisa”.

- Beca, ela fez a escolha dela, minha irmã. Você a amava mais que qualquer outro ser nesse mundo, então você mais do que ninguém, deveria respeitar a última escolha que a Lauren fez!

Foi como se um sopro, de uma leve brisa, tivesse devastado todo um reino! Como se em uma fração de segundos, a enorme muralha se dissipava no ar em pequenos fragmentos, levados pelo vento.  Em um rolar de lágrima, ouve uma passagem de tempo, no coração solitário.

- Tem um lugar que preciso ir... – Falou secando as poucas lágrimas.

- Eu sei.

- Vem comigo? – Perguntou insegura.

- E aonde mais eu iria, Beca? – Piscou carinhosa.

Ao subirem as escadas e entrarem na sala, ambas pararam para olhar as duas belas mulheres que dormiam um sono tão sereno. Beca achou graça na cara de boba apaixonada de Cecília e brincou com a irmã:

- Se um dia eu ficar com essa cara... Me interna imediatamente! – Sussurrou no ouvido da irmã.

- Bom... É só escolher!

Cecília alcançou o celular para Rebeca, que sem entender pegou. Ao olhar para a tela, encontrou a mesma cara boba, só que, com traços marcados pelo tempo. Na foto Beca olhava para Isa. Cecília havia entrado depois da irmã e não perderia aquela oportunidade por nada.

Beca mexeu no celular de Cecília, a mesma não entendeu, chegou a achar que Beca tinha apagado a foto. Mas para sua surpresa o celular de sua irmã vibrou e Rebeca prontamente mexeu nele. Curiosa, Ceci se aproximou.

- Assim vou poder lembrar de buscar um lugar, eu mesma! – Sorriu de lado.

Os olhos de Cecília refletiam a nova tela de bloqueio de Rebeca.

- É um belo lembrete... – Cochichou no ouvido de sua irmã mais velha.

Sem nada dizer, a ruiva deu as costas para as mulheres e saiu em direção ao novo destino, sendo acompanhada por sua irmã.

 

 

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Olá

To de volta...

heheheheh

Espero que esteja gostoso de ler. <3 

Então, pra onde Beca e Ceci vão?

Beijao e até o próximo.

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Comentários para 18 - Os meus dotes mais obscuros!:
Livs
Livs

Em: 11/11/2018

Ahazooo, viada!! Gostei demais, viu. E fico muito feliz que você tenha recebido bem meu comentário. Muitas autoras não gostam que a gente "fale da forma de escrever a história", e até entendo, é algo muito pessoal, subjeitivo. Você escreve muito bem!!!  

 

Seu português impecável como sempre! Ansiosa para o próximo capítulo. 


Resposta do autor:

Oii Livs

Um ahazoo de viadaaa mesmoo!! kkkk ameii...ahhahaha

Eu penso que se não soubermos receber críticas, não evoluiremos nunca...

Obrigada por acompanhar!!

Bjaoo Livs

Até 0/.

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Mille
Mille

Em: 09/11/2018

Oi Ka 

Esse quarteto está nos surpreendendo, mais acho que está União se da pela presença da Theo que faz todos se sentirem mais seguro.

E acho que as irmãs vai visitar o túmulo da Lauren.

E quem sera o moço que estava no cemitério??

Bjus e até o próximo capítulo 


Resposta do autor:

Oii Mille...

é tão gostoso quando tem alguém que nos dê aquela sensação de segurança, neh. Isso é algo que amo na Theo <3.

Obrigada pelo carinho e paciência comigo sempre!!

Beijaoo Mille, até breve...

0/

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preguicella
preguicella

Em: 09/11/2018

Vão ver dona Rose?!

Cara, que bom que vc voltou viu! Gosto muito dessa história e queria saber o que vai acontecer com essas quatro. Lembro que vc tb ficou um tempo distante na outra história mas voltou. Então nunca perdi a fé que vc voltaria! ;)

Como adoro teorias, acredito que a tia implique tanto com Rebecca por ela ser a tal amante do pai e se duvidar a culpa da morte de Lauren e do pai é dela.

Enfim, é isso! Volta logo tá! hahaha

Bjão
Resposta do autor:

Alouu preguicella!!!

<3

Sim eu realmente fico longos dias sem postar, mas prometo que sempre finalizarei...

Pode continuar com as torias que eu adoroo!!!

hahahahah

Bjãoo e se cuida!

0/

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