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Minha Professora Particular por Sorriso e

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Palavras: 1499
Acessos: 1398   |  Postado em: 19/02/2019

Preciso da sua ajuda.

 

-Aquela filha da mãe! 

 

Ouvir a Lara xingando pela primeira vez me fez rir, ela não se conformou com a atitude da amiga. 

 

-E foi isso que aconteceu, parece que agora estou solteira! 

 

Gesticulei com as mãos e a jovem me lançou um olhar curioso. 

 

-E você diz isso assim, qual é nem umas lágrimas umas músicas de fossa ou filmes. 

 

-Serio Lara ? Não acha que estou muito velha para essas coisas. 

 

-Você só tem 37 anos né, mas sei lá pelo menos alguma coisa. 

 

Me levantei e ela também, caminhamos até a porta principal, Lara fez questão de abrir para que eu voltasse mais vezes.  

 

-Para sua curiosidade houve sim umas lágrimas, quando ficar mais velha entenderá que tudo passa.  

 

Ela olhou para a hora do celular e depois para mim. 

 

-48 horas se passaram e não anos, por favor não se martirize.  

 

Toquei em seu ombro e sorri. 

 

-Daria uma ótima psicóloga sabia.  

 

-Enquanto isso não acontece, a suas consultas serão de graça!  

 

Nos despedimos, no caminho para casa não quis dá os créditos para a adolescente, mas no fundo ela estava coberta de razão, uma pessoa como a Cecilia é muito difícil de se apagar assim. Incluindo o fato que foi a minha primeira relação lésbica,me agarrei na esperança de achar que nem todo o primeiro relacionamento lésbico seja para sempre.  

 

Ao abrir a porta a Clara ainda estava me esperando, havia demorado um pouco e a deixei esperando.  

 

-Quando for assim Clara vá dormir na cama! 

 

A abracei por trás estava quase caindo de sono na bancada. 

 

-A senhora ainda vai jantar ? 

 

-Humm... Devo! Afinal tenho que ter forças para o que vou enfrentar. 

 

Lavei as mãos no banheiro social enquanto Clara esquentava a Janta. 

 

-Dei uma passadinha na casa da Ester, mas a mesma não quis falar comigo. 

 

Entrei na cozinha e os pratos estavam sendo colocados, puxei uma cadeira e me sentei. Para cada canto que olhava praquela casa havia um pedacinho dela, havia mais da Cecilia do que do Marcio.   

 

-A dona Ester deve ter seus motivos. 

 

-Sim Clara ela tem, tem... vários motivos.  

 

O prato era strogonoff de frango, suspirei ao ver a Clara pôr o restante das coisas na mesa. 

 

-Algum problema ? 

 

-E que esse prato, você serviu no primeiro dia que a Cecilia esteve aqui. 

 

-Hã! Eu me esqueci, a senhora quer que eu prepare outra coisa ? 

 

-Deixa de bobagem, vem senta não é por causa de uma lembrança que vou ficar sem comer. 

 

Clara se sentou e jantamos em paz. 

 

-As coisas mudaram mesmo por aqui, não se fala em outra coisa sobre a sua volta! 

 

-Em relação a mudança a Ester está se tratando com uma psicóloga no centro, a Lara me disse que depois da sua demissão as coisas apenas desceram de ladeira a baixo, e que vendo a mãe naquele estado não mediu esforços para ajudá-la.  

 

-Que bom para a dona Ester, agora ela vai se livrar de uma vez da sombra do passado.  

 

 

Clara lavava a louça e a ajudava a secar, o meu jardim estava muito florido e bem cuidado.  

 

-Acha que deveria ter ficado em Londres, mesmo depois de tudo ? 

 

-Acho que a senhora aguentou demais. 

 

Nós olhamos por um momento, e ela sorriu. 

 

-Obrigada Clara por tudo. 

 

-A senhora merece ser feliz, não é porque a Cecilia e jovem que pode fazer o que bem entende, uma hora a vida vai cobrar, a lei do retorno vem para cada um de nós, mais cedo ou mais tarde.  

 

 

-Eu deveria te namorar sabia, fala tantas coisas bonitas! 

 

 

Caímos na risada aproveitei para secar o restante dos pratos, o pouco que sabia da Clara era o suficiente, viúva e com uma filha adolescente para sustentar, quando me casei com Marcio éramos ocupados com as academias e ainda abriríamos mais uma filial, numa tarde de folga Marcio entrou em meu quarto e me disse que tínhamos uma empregada agora, discreta inteligente e bonita, mas nunca que Marcio teve segundas intensões com a Clara, aos poucos minha confiança nela aumentava a cada palavras duras e agressões.  

 

 

Estava presa em meus pensamentos mesmo sem querer, os primeiros dias são os piores e o que os especialistas afirmam. No dia seguinte acordei bem cedinho sai de casa antes da Clara acordar e fui para a academia, ao chegar os funcionários se espantaram com minha presença, minha secretaria estava distraída e ao me ver voltou para o seu posto.  

 

 

Ao entrar em minha sala providenciei logo a demissão da minha sócia que não deu conta do trabalho, não a culpava larguei tudo para ir atrás da pessoa que pensava que me amava, mas incluía na demissão uma carta de recomendação para outras empresas, e uma boa grana que tirei das minhas economias.  

 

 

Minha secretaria entrou com o meu cafezinho e depois se retirou, passei a manhã inteira supervisionando os matérias que entravam e saiam da academia, e o rombo que o Marcio havia causado nas filiais. Liguei para o banco e meu amigo Augusto disse que minha conta está ótima apesar de estar sendo pouco movimentada, precisava pagar os empregados e fechar por enquanto as duas filiais. Dei duas aulas de zumba pois, a professora se recusou a vim trabalhar, naquele dia tive que sorrir sem vontade, mas minhas alunas não mereciam isso, no final da aula estava me retirando quando a porta se abriu era Ester parei e seus olhos me encararam, estava com uma toalha secando o ombro quando dei uns passos para ela entrar.  

 

 

-Você por aqui ? 

 

 

-Não pense que estou aqui porque quero, escuta bem Amanda depois de tudo que passamos não quero te ver perto da minha filha. 

 

 

-Ester apensar de tudo, eu e Lara nos tornamos amigas e... bom isso não deve partir de você. 

 

 

-Eu sou a mãe dela, bem ou mal. Ou será que me considera uma desequilibrada. 

 

 

-Eu não te considero uma desequilibrada e muito menos penso isso, eu só fui para poder me desculpar e conversarmos.  

 

 

Ester cruzou os braços e fingia está me dando a devida atenção. 

 

 

-Eu não sou ela Amanda, para aceitar suas desculpas e seu papinho furado, está avisada fica longe da Lara!  

 

 

Ester estava se retirando quando segurei em seu braço. 

 

 

-Temos que conversar. 

 

 

Ela puxou o braço bruscamente e me empurrou, cai em cima de umas esteiras. 

 

 

-Está avisada. 

 

 

 

Saber que a Amanda estava de volta bem ou mal mexia comigo, depois de ser maltratada por ela por causa daquela garota, era muita cara de pau  vim me procurar, Lara sempre muito bobinha deve ter contado sobre a minha transição, mas agora seria diferente. A confrontei e dei um intimado que se negou a atender, veio com papo que precisávamos conversar, não havia mais papo algum entre a gente tudo foi falado e expressado da melhor e pior maneira. Não era mais sobre a Erika era sobre nós sobre os caquinhos que sobrou depois de tudo, os meus estava tratando de recolher enquanto a Amanda vinha para quebra-los novamente.  

 

 

 

Escutei seus passos e sua voz vindo atrás de mim, segurou em meu braço novamente, e puxei tamanha era a minha raiva. 

 

 

-Escuta você tem todos os motivos para me odiar, mas e a que mais confio no momento. 

 

 

Ergui uma sobrancelha e cruzei os braços. 

 

 

Ela estava ofegante devido a corrida até o estacionamento, estávamos uma de frente para a outra.  

 

 

-Eu preciso que volte a ser a minha sócia novamente.  

 

 

Ester começou a rir da minha cara bem ali no estacionamento, chegou a pôr a mão no capo do carro, após cessar os risos seus olhos frios miraram os meus.  

 

 

-Eu te disse Amanda que esse dia iria chegar. 

 

 

Amanda me olhava sem graça, ela estava se humilhando como previ.  

 

 

-Não pense que vou perguntar duas vezes, tenho meus princípios! 

 

 

-Acredito que a essa altura nem isso você tem mais, acho melhor procurar outra pessoa que esteja interessada em salvar a sua academia.  

 

 

Ela se afastou e eu entrei no carro, o vidro estava aberto e suas mãos  apoiaram-se neles. 

 

 

 

-Melhor tirar os dedos daí Amanda, se não nem eles vão ter mais! 

 

 

 

 -E quem disse para você que é para salvar  a academia ? 

 

 

 

Nos olhamos  brevemente e decidi ir embora dali, arranquei com o carro e dei uma última olhada em sua facie pelo retrovisor, enquanto a dúvida pairava em minha cabeça. 

 

 

 

 

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Uma noite de diversão vai cair bem para a Amanda :) 


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