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Duas faces por ROBERSIM

Ver comentários: 6

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Palavras: 2055
Acessos: 4569   |  Postado em: 09/11/2017

Capítulo 2

Os dois se viram ao mesmo tempo, meus olhos se perderam na visão daquela moça...linda!

-minha filha essa é Diana, filha do meu sócio.

A garota me olhava como se não acreditando no que via, parecia que a qualquer momento, ia desmaiar.

-muito prazer em conhece – lá, seu pai fala bastante em você.

Ela permanecia muda, seus olhos não abandonavam meu rosto, era como se quisesse me reconhecer de algum lugar. Minha mão continuava estendida para um cumprimento, mas a mulher a minha frente da feita que eu falava, ficava mais pálida.

-minha filha não vai cumprimentar a Diana?-nesse momento olha para seu pai, com olhos arregalados, sem falar mais nada sai da sala passando feito um furacão ao meu lado.

-me desculpe minha filha, não sei o que aconteceu! Vou atrás dela, ela não deve está se sentindo bem.

-deve ser o fuso horário- dou um sorriso sem graça- Mas vá ver o que aconteceu depois nos falamos.

Quando o homem deixa a minha sala, foi que fui analisar o que se passou há minutos atrás “ ela me olhou como se tivesse visto um fantasma” lembrava da fisionomia a tal Jessica , “ mas nunca a vi” pensava. Com toda a certeza se tivesse visto antes , jamais a esqueceria, ela era de uma beleza estonteante.

- que contraste lindo, que olhos são aqueles! Poderia me perder neles!-meu sorriso era de puro deleito,  aquela morena era uma perdição – mas parece que não foi muito com sua cara Diana!

Minha risada ecoa pelo ambiente.

-e pensar que iremos trabalhar juntas....

...

-Minha filha o que houve?- me viro e vejo meu pai quase correndo atrás de mim. Como falar pra ele, que aquela mulher, sua voz, lembrava muito da sequestradora que a aterrorizava há anos. Como falar que era ela, como?

- pai quem é essa mulher?

-ela é filha de Hidelgardo, meu sócio – me senti totalmente confusa, como filha de alguém tão distinto , no passado participará de meu sequestro- ela é única herdeira dele, se formou em administração de empresas para assumir os negócios do pai!

Não era possível,  eu não estava enganada, tinha a mais absoluta certeza. Por anos, apesar de estar com o rosto parcialmente coberto, aquela mulher me assombrou. Não era possível eu estar enganada.

-tem certeza que ela é filha dele?

-claro que tenho minha filha! Nos vários eventos e jantares que sua mãe e eu participamos na casa do casal Wanzeller,  eles sempre faziam questão de mostrar com muito orgulho , a foto de Diana, e ela mesma participava, sempre ao lado de uma beldade famosa- não entendi, e também não estava muito interessada, meu pai olhava com curiosidade – porque a dúvida minha filha?

- não sei, não gostei dela!- apesar de a tal Diana ser linda, aquela semelhança me inquietava- você disse ao lado de beldade famosa?- novamente a imagem da tal Sequestradora povoava minha mente.

-ela é lesbica, e nunca fez questão de esconder- outra consciência, no dia do sequestro a tal Dama só me faltou comer com os olhos, Dama... Apelido meio incomum pra uma trombadinha- minha filha isso te incomoda.

-lógico que não pai, não me importa a vida dessa mulher, a única coisa que temos em comum são os negócios.

-mas você tem que conhece – lá para poderem tratar sobre as lojas, ela planeja fazer algumas mudanças e quer conversar conosco sobre isso.

-pai,  passei  anos afastada ,preciso ficar a par de tudo que está acontecendo.

-vamos voltar pra sala de Diana, sua intensão ao marcar a reunião era justamente essa, mostrar os projetos que tem em mente.

Por enquanto iria ficar em silêncio,  queria saber mais dessa mulher,  não posso estar tão enganada assim.

-tudo bem pai, vá indo que só vou ao toalete, encontro com vocês na sala de reunião.

Sigo para o banheiro,  precisava de um tempo antes de me encontrar outra vez com Diana, se meu pai tinha a mais absoluta certeza, que aquela mulher era filha de seu sócio,  talvez estivesse enganada, talvez tenha tido a impressão errada e a tal Diana não fosse tão parecida com sua sequestradora.

Quando estava saindo do banheiro quase atropelo a secretaria de Diana. Suzana era uma mulher na casa de seus trinta e poucos anos, cabelos loiros e olhos verdes, muita bonita e bem discreta .

-oi , a Diana pediu pra lhe informar que está lhe aguardando na sala de reunião, juntamente com seu pai- seus olhos brilharam ao mencionar o nome da chefa, devia ser mais uma, na lista vasta daquela mulher.

-Obrigada,  Suzana não é? -ela balança a cabeça confirmando.

-irei leva – lá até a sala.

Segue a minha frente rebol*ndo mais que o normal, tinha uma leve impressão que não ia poder contar com a secretaria de Diana, ela deveria fazer somente o que sua chefa ordenava.

-trabalha muito tempo aqui?- tento saber um pouco mais da relação das duas.

-trabalho desde que Diana assumirá a presidência... A  dois anos.

Meu pai havia me falado que desde que fizera negocio com senhor Hidelgardo , Sua filha tomara a frente do negócio.

-É por aqui a sala de reunião!- entramos em um corredor com várias salas, estava muito mudado o administrativo das lojas. Ela abre uma porta, Dentro já estavam meu pai e Diana que me olha dos pés à cabeça me causando  calafrio por todo corpo, um esquentamento em minha intimidade, diferente da reação que tive quando sofri o sequestro, e aquela mulher me acariciou o rosto.

A mulher a minha frente realmente era linda, mas não ia me deixar levar, Se ela achava que ia deixar tudo em suas mãos, estava muito enganada. Vim do Japão com intuito de administrar aquela empresa, meu pai já não estava com a mesma disposição de antes.

-me desculpe em ter saído daquele jeito de sua sala!

-não tem problema, seu pai me falou que chegou do Japão, que morou por tanto tempo lá, que deve estar estranhando nosso clima.

Ela sorri mostrando seus dentes brancos e perfeitos, ela tinha duas covinhas no rosto que se aprofundava quando sorria, mas o que me causavam espanto foi seu olhar penetrante, muito parecido com a da minha algoz.

-estou bem agora, podemos começar!

Me junto a eles, que estavam conversando dobre o novo sistema que Diana queria implantar nas lojas, referente às comissões dos funcionários, coisa que não me agradou nem um pouco.

-não concordo com isso!-os dois me olham ao mesmo tempo, meu pai com espanto e Diana com curiosidade.

-posso saber por quê?- ela arqueia a sobrancelhas ficando mais cínica do que parecia.

-porque muitos dos nossos funcionários se esforçam nas vendas,  visando a comissão que ira receber no final do mês,  não é certo dar uma única premiação aquele que vender mais, e os outros como vão se sentir.

-mas esse que é minha intensão, assim todos iram se esforçar pra ganhar o  que temos a oferecer- ela falava como se fosse dona da verdade, com aquele nariz em pé,  parecia que na estava acostumada a não perder nunca.

-não acho justo, todos nossos funcionários se esforçam em vender o máximo possível,  não é legal acionamos uma disputa entre eles, e quem não ganhar , lógico que irá ficar insatisfeito....

-mas no outro mês irá se esforçar mais pra vender!

Aquela mulher parecia nunca ter passado por nenhuma dificuldade em sua vida, e com certeza não passou! Eu também não,  mas desde pequena quando ia com meu pai para as lojas , sempre procurei me entrosar com seus funcionários e muitas vezes ouvi suas conversas e as dificuldades que muitos passavam, e sempre contavam,  além do salário o bônus recebido com as vendas.

-não vou permitir que você, mude nosso método de bonificação – ela revira os olhos, com certeza não estava acostumada a ser contrariada- nossos funcionários precisam desse dinheiro.

-estou há dois anos a frente das lojas, realmente tem muitos que se esforçam em vender,  mas tem funcionários que não vendem quase nada.

- então porque não oferece uma premiação a quem vender mais, fora a comissão- vejo meu pai sorri, com certeza aprovou minha ideia.

-porque nos somos uma empresa de caridade, nossos funcionários precisam dar valor a seus empregos- fiquei possessa com aquilo.

-é quem disse que não dão,  muitos dependem desses empregos pra sustentar suas famílias,  pra muitos essa é a única renda que tem – estava exaltada,  quem aquela mulher pensava que era.

Sinto que ela estava também a ponto de se exaltar, o vejo respirar fundo antes de continuar.

-tudo bem, vamos pensar em outra maneira pra incentivar nossos funcionários.

Não tocamos mais no assunto, sabia que era uma decisão temporária. Meu pai pediu para que Diana me mostrasse os balanços dos últimos dois anos. Fiquei impressionada com o aumento nas vendas desde que assumirá a direção das lojas, realmente a mulher tinha tino para os negócios.

...

-Como aquela Patricinha ousa a me desafiar- Diana estava possessa, desde que acabou a reunião e retornou à sua sala- quem ela pensa que é?  Só porque é filha do Akira acha que pode me desafiar desse jeito!

Tinha que admitir que a garota era linda e charmosa, e aquela boca senhor! Vontade de cala – lá com a minha.

-Pare com isso Diana, ela é só mais riquinha metida a besta, que no fundo não sabe nem quanto custa o quilo do feijão- começo a rir da minha teoria- mas ela deve ser muito gostosa, pena que seu pai disse que tem namorado.

Meus pensamentos não largavam um minuto sequer, aquele corpo que devia ser uma loucura, por baixo de toda aquela roupa.

Precisava extravasar aquela vontade de tomar a riquinha nos braços e fazê-la engolir cada palavra de desaforo que me disse.

-Suzana venha a minha sala, por favor.

Suzana e eu tínhamos não um relacionamento, mas ficamos quando a vontade batia. Sabia que ela se relacionava com outras mulheres, assim como eu que tinha uma vida amorosa não muito estruturada. Por 32 anos nunca consegui durar com alguém por mais de 4 meses, parecia que quando a coisa começava a ficar séria me sufocava de uma tal maneira, que não conseguia seguir em frente, meus pais falavam que ainda não havia encontrado a pessoa certa. Meu pai sempre dizia que põe Onde passava eu chamava atenção, com meus 1, 80 de altura e porte altivo, as mulheres algumas e desejavam e outras me invejavam.

-Está precisando de alguma coisa Diana?- me assustei com a voz de Suzana, que se encontrava a minha frente e me olhava com curiosidade.

-estou sim, vem aqui- ela sorri, sabia bem o que eu queria!

Ela senta no meu colo. Usava uma saia colada que levanta até metade das coxas, minhas mãos passeiam por seu corpo. Ela era uma mulher bonita e atraente, sabia enlouquecer uma mulher, conhecia e sabia bem como lhe dar prazer.

Sentada em meu colo de frente pra mim, ela abre os três primeiros botões de sua blusa social, deixando a mostra um sutiã branco bordado, aquela visão era maravilhosa! Com a ponta dos dedos faço um caminho desde seu pescoço até os seios tirando um deles pra fora da peça, minha lingua brinca em sua auréola fazendo com que ela gema a principio baixinho, mas da feita que sente a pressão de minha boca, seus gemidos aumentam gradualmente.

Sem mais preliminares introduz o meus dedos por entre sua saia, alcançando seu sex* que está encharcado, fico alguns minutos manipulando seu clit*ris até senti-la mole em meus braços, com sua respiração alterada.

Era sempre assim, era como conseguia relaxar de meu estresse. Depois que Suzana se foi , meus pensamentos voltam para a filha do sócio de meu pai

Quando sai do escritório,  vou direto para o local que vinha sempre, era minha parada obrigatória a anos, como sempre fazia estaciono meu carro e subo pelo elevador da garagem , esperava encontra – lá ali. Mal abro a porta escuto barulho  gemidos na verdade. Acendo a luz a olho, era como se estivesse vendo meu reflexo no espelho.

-Não tinha outra hora pra chegar?- a garota nua a minha frente olhava de uma pra outra como se visse um fantasma.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Boa tarde meninas!

mais um capitulo postado, apartir de semana que vem tentarei postar dois capitulo na semana.

bjss


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Comentários para 2 - Capítulo 2:
Cleide
Cleide

Em: 29/09/2018

Ela JÁ  encontrou  a IRMà ? 

 

Responder

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rhina
rhina

Em: 20/01/2018

 

Boa noite. 

Oras....Oras 

Rhina

Responder

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Val Maria
Val Maria

Em: 25/11/2017

Boa noite querida autora.

Amando a estória, adoro ler quando já tem varios cap.

Mas a estória já esta demais,maravilhosa.

 

 

val Castro.

Responder

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Fernandaaa
Fernandaaa

Em: 09/11/2017

Que bom que vai postar duas vezes por semana, a historia promete muito, e so um dia é muito sofrimento... Vamos que vamos, autora! Mais um historia juntas cm vc


Resposta do autor:

boa noite linda!

vou jazer o impossivel pra postar 2 vezes por semana.

bjsss

Responder

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Ana Luisa
Ana Luisa

Em: 09/11/2017

Você não é nada clichê

Amoooo suas historias

Já pode continuar!!!

Beijos


Resposta do autor:

boa noite linda!

obrigada meu anjo, ja estou continuando.

bjss

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pinklightss
pinklightss

Em: 09/11/2017

Sem dúvidas você é uma das melores autoras daqui... Ainda mais depois da última história! Mas essa aqui....não sei, não gosto de triangulo amoroso nas história. Acho clichê!!! Mas boa sorte! Sou sua fã, beijos!!


Resposta do autor:

Boa noite linda!

Também não gosto de triângulo amoroso, e com certeza não vai ser agora que começarei a escrever. Mas na frente irá entender meu ponto de vista, essas gêmeas vão confundir a cabeça de muita gente.

Bjss

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