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Duas faces por ROBERSIM

Ver comentários: 7

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Palavras: 2015
Acessos: 5609   |  Postado em: 04/11/2017

Capítulo 1

-perdeu patricinha, perdeu!- Jessica olha assustada pra aquelas pessoas que a empurraram para dentro de seu carro, haviam lhe falado que ali, naquela área de São Paulo era perigoso, mas não quis dar ouvidos, agora estava com medo. Sabia que sequestros relâmpagos estavam se tornando mais corriqueiros do pensava, mas jamais imaginei acontecer comigo.

Tremi quando vejo o assaltante que estava no banco se trás, puxar uma arma em minha direção,  os dois estava com uma meia transparente na cabeça, sabia que a pessoa que se sentou no banco do carona  se tratava de uma mulher  apesar da cabeça coberta, percebia-se que não tinha mais que 20 anos. Meu pai ainda relutou em me dar aquele carro em meu aniversário de 18 anos,  achava perigoso! Mas sabia ser, por já havia sofrido assalto ao sair de sua agência bancária.

Meu nome é Jessica, sou nissei, meu pai senhor  Akira tákamoto é um japonês legítimo,  veio para o Brasil tentar a sorte e começou sua vida com uma pequena loja de eletrônico,  conheceu minha mãe Edna, uma autêntica Brasileira. Morena de cabelos enrolados e olhos azuis herdado de meu bisavô que era alemão. Conheceram-se no dia em que ela foi a sua loja comprar um DVD na época, eletrônico muito na moda! Meu pai se apaixonou por aquela morena belíssima como ele costuma a chamar, até nos dias atuais.

Com o passar dos anos, já casados e com o tino de minha mãe pra negócios,  de uma pequena loja,  transformou-se em uma empresa, com várias lojas de eletroeletrônico.

-bora dirige até mandarmos parar – volto para a atualidade quando o sujeito no banco de trás faz ameaças,  ele parecia estar drogado

-moço leva tudo que tenho te dou tudo, só me deixa sair- minha voz estava trêmula, lágrimas caiam em meu rosto.

-a gatinha fala não é? -a garota que estava a meu lado, passa a mão em minhas pernas, cheirando meu pescoço,  um arrepio me fez paralisar,  senti nojo daquele contato com minha pele. A garota parecia ser bonita, mas seus trajes, calça jeans desfiada e uma camiseta grande a faziam parecer um menino – você é muito gostosinha, com esses olhos azuis puxadinhos, essa pele macia, e esses lábios lindos- ela falava próximo a meu ouvido. Apesar de minha cor morena, não consegui esconder o vermelho em minha face com aquelas carícias, Não que estivesse gostando, pelo contrário,  mas saber que outra mulher me desejava, era algo que não me agradou.

-por favor, levem tudo que quiserem, mas não me machuquem!

-jamais machucaria uma coisinha tão linda como você,  só se fosse na cama , dando umas mordidas nesse seios que devem ser uma delicia! - passeava com a ponta dos dedos em meus seios,  me causando asco. Enquanto me intimidava, o sujeito no banco de trás ria feito um lunático da situação.

-vamos levá-la pro galpão e a fazer experimentar as coisas boas da vida, essa patricinha nunca deve ter trans*do gostoso- aquele sujeito asqueroso agora lambia meu pescoço,  me senti invadida, se já estava com nojo com os toques da garota, dele então me deu ânsia de vômito.

-não Dudu,  falei que íamos só assaltar, não quero  fazer mal a ninguém – respirei aliviada quando escutei aquilo,  o tal Dudu  resmungou, mais acabou se afastou de meu pescoço .

-porr* dama, não podemos nem brincar  nem um pouco, tô cheio de tesão e ela me parece louca pra dar- pelo espelho vejo seu sorriso, com dentes amarelo. Seus olhar era de pura maldade!

-já disse que não,  vamos dona dirige e sem gracinhas, meu amigo sabe muito bem manejar a maquina que está em sua mão.

Apenas afirmei com a cabeça, ela me indicou por onde seguir, as ruas eram estreitas, desertas, comecei a ficar novamente com medo.

-para ali!- me indicou o caminho, mal o carro para, ela virasse novamente em minha direção- agora você vai sair do carro- já ia abrir a porta quando ela me para- espera,  me dá esse cordão – fiquei em pânico,  aquele cordão, minha avó materna havia me dado antes de morrer, era uma joia única,  com um pingente no formato de uma lágrima. Em uma forma de defesa, seguro no pingente.

-não,  ele não,  esta aqui meu celular , minha carteira tem cartão e dinheiro levem tudo.

-eu quero esse cordão! - ela puxa juntamente com minha mão,  arrebentando o colar. Sem que esperasse, abre a porta e me empurra pra fora do carro assumindo a direção,  fiquei ali olhando , vendo o carro desaparecer rua a fora.

Fiquei na mesma posição por minutos, chorando sem saber o que fazer. Não consegui pensar em mais nada.

-moça você está bem?-um senhor que aparentava ter uns 50 anos estava diante de mim, olhava assustado.

-acabei de ser assaltada, levaram tudo, preciso ligar para meu pai- falava entre lágrimas.

-levante-se, vem! – me segura pelas mãos me pondo de pé- qual o número de seu pai – apesar de minha cabeça está uma bagunça, consigo repassar o número.

Vejo-o falar com alguém,  deduzi ser meu pai, explica toda a situação é onde estávamos. Quando desliga vira-se para mim, seu olho era de acalento.

-seu pai já está vindo, vou aguardar com você.

Agradeci aos céus,  por existir pessoas como o senhor Arthur, que me tratou como uma filha até a chegada de meu pai. Naquele momento decidir por minha vida, ia para o Japão morar com minha avó, aquele trauma ia demorar a cicatrizar e eu precisava me reestruturar emocionalmente.

E foi assim durante os 11 anos de minha vida, com o carinho de meus avôs consegui me curar daquele trauma, mas jamais consegui esquecer aquela voz em meu ouvido e todas as vezes que relembrava, meu destino era sempre o banheiro, queria tirar de minha pele aquele cheiro que me causavam asco.

Meu pai exigiu que retornasse para o Brasil a fim de assumir a empresa, ele havia entrado  em  sociedade com um homem de negócios senhor Hidelgardo Wanzeller, segundo meu pai era um homem de respeito dono de uma empresa de importação e exportação de eletroeletrônico, haviam se conhecido anos atrás em um jantar beneficente,  e desde então tornaram-se amigos.

...

-Diana a reunião com o senhor  Akira Tákamoto  será amanhã- Diana observa seu pai, um senhor distinto da alta sociedade. Tínhamos uma empresa de importação e exportação e segundo o senhor Hidelgardo, o ramo de elétrico estava em alta no Brasil, por isso propôs sociedade com o senhor Tákamoto, minha mãe a senhora Carmem Wanzeller, a principio não concordou com tal sociedade, mas conhecendo seu marido, sabia que era questão de tempo para que concordasse.

Desde que começaram as negociações fiz questão de estar a par de tudo, apesar de minha formação em administração de empresas, curso que meu pai fez questão que fizesse. Entendia muito a área de direito, pois em uma fase rebelde de minha vida, pra contraria-los fiz três semestre de Direito e por incrível que parecesse me dediquei ao curso.

Chamo-me Diana ,  filha única do casal Hidelgardo e Carmem Wanzeller.  Desde pequena sempre soube que era adotiva, meus pais nunca me esconderam esse fato. Apesar do carinho que sempre recebi, parecia que alguma coisa me faltava, aos trazes anos descobri que não tinha o mesmo interesse das meninas de minha idade, os meninos não me chamavam atenção para meu desespero.  Achava que aquele sentimento que nutria por meninas era errado, queria ser a filha perfeita, principalmente que minha mãe sempre falou que no orfanato que fui deixada, tinha muitas meninas de minha idade, mas foi a mim que se encantou.

Com quinze anos já havia namorado alguns garotos, mas não conseguia, me sentir completa.  No ensino médio conheci Marcia uma garota linda, transferida de outra cidade. Apaixonei-me a primeira vista, com ela descobri o que meu  corpo buscava, e foi então que não consegui mas esconder esse segredo de minha mãe.

Meu pai sendo um homem de negócios,  se opôs totalmente,  chegou até se culpar por não ter feito a escolha perfeita na hora da adoção.  Foi Quando minha mãe ameaçou com a separação, se ele ousasse novamente a falar tal insanidade. Com tempo ele acabou aceitando e até me pedido Desculpas. Os anos se passaram e a sensação de vazio sempre comigo, achava que deveria  ser por não conhecer minha história, parecia que algo faltava em mim, como se alguma coisa tivesse sido arrancada de mim.

Quando era pequena cansei de acordar com uma sensação ruim, como se alguém me pedindo ajuda, mas nunca tinha tido coragem de falar com meus pais sobre isso, achava que poderia ser pela falta de notícias de minha mãe biológica.

Quando contei a dona Carmem sobre meu desejo de saber o porquê minha mãe ter me abandonado, pensei que ia ser outra guerra entre os dois, mas pra minha surpresa, meu pai se prontificou em fazer tudo a seu alcance pra descobrir minha família legítima.

Contratamos um detetive e esse descobriu no próprio orfanato, que um dia chegou uma mulher que falou não ter condições de criar as filhas, pois é, Filhas! Que estava doente e que não viveria pra vê-las crescer. O detetive descobriu que minha mãe Biológica  foi diagnosticada com Câncer logo após ter dado a luz a duas crianças,  qual não foi minha surpresa ao saber ter uma irmã gêmea! E pelo que soubermos dela, nunca fora adotada e fugiu do orfanato aos 9 anos, juntamente com dois amigos e desde então não se teve mas notícias. Daquele dia em diante meus pais fizeram o impossível pra acha-la, se sentiam culpados por ter nos separado.

Falei que não havia como eles saberem, já que na época, outros casais também lutavam por minha adoção,  as freiras talvez pensando que separadas, poderíamos ter mais chances de sermos adotadas,  só que  não tinha sido aquilo que aconteceu.

-Diana está me escutando?- saio de meus devaneios, meu pai me olhava curioso- aconteceu alguma coisa minha filha?

- não pai, estava somente pensando na reunião de amanha- minto, não queria falar sobre tudo que aconteceu novamente, já bastava eu me culpar por ter tido mais sorte que minha irmã- é que a filha do senhor Tákamoto  estará amanhã na reunião, só espero que não queira bancar a menina mimada que acho que é,  e se meta em tudo que já planejamos até hoje para as lojas.

-você nem a conhece, como pode chama-la de mimada!

-minha intuição me diz que vou ter dor de cabeça com essa garota!

-está com medo de ter que lidar com uma mulher minha filha?- ele arqueia uma sobrancelha, entendi o que estava insinuando- uma mulher que está acostumada a encantar a todas- não aguento e caio na gargalhada com suas insinuações, quem me visse, achava mesmo que era sua filha , era branca com cabelos negros e lisos , a única coisa que nos diferenciava era a cor dos olhos,  o dele era verde e o meu castanhos voltado para o amarelo.

No dia seguinte assim que chego na empresa falo com Suzana minha secretaria, queria saber se a tal Jessica já estava presente.

-ela está com o senhor Tákamoto em sua sala.

Sem ouvir mais nada, sigo em direção a minha sala, os dois estava de costa para a porta conversando, ele explicava alguma coisa que não consegui ouvir.

-Bom dia, desculpe o atraso!

Os dois se viram ao mesmo tempo, meus olhos se perderam na visão daquela moça...linda!

-minha filha essa é Diana, filha do meu sócio.

A garota me olhava como se não acreditando no que via, parecia que a qualquer momento, ia desmaiar.

-muito prazer em conhecê-la, seu pai fala bastante em você.

Ela permanecia muda, seus olhos não abandonavam meu rosto, era como se quisesse me reconhecer de algum lugar. Minha mão continuava estendida para um cumprimento, mas a mulher a minha frente da feita que eu falava, ficava mais pálida.

-minha filha não vai cumprimentar a Diana?-nesse momento olha para seu pai, com olhos arregalados, sem falar mais nada, sai da sala passando feito um furacão ao meu lado.

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Boa tarde!

Meninas mais uma historia , espero agradar como nas anteriores. espero receber a opiniao de voces em torno da historia e personagens.

bjss


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Comentários para 1 - Capítulo 1:
Cleide
Cleide

Em: 02/11/2018

Boa tarde .

Certo esperarei ansiosa  kkkkkkkk

 


Resposta do autor:

Prometo não demorar 

Bjss

Responder

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Cleide
Cleide

Em: 29/09/2018

JÁ  saquei q ela confundiu  diana com a IRMÃ. 

 

Responder

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rhina
rhina

Em: 20/01/2018

 

Começando. .....mas já intrigada.....três mulheres. ....um sentimento. ....

Alguém sobra.....

Alguém sofre. .....

Alguém perde......

Rhina


Resposta do autor:

Bom dia!

Nesse caso é descobrir quem é quem , Diana e Vanessa vieram pra confundir um pouco a cabeça das mulheres Kkk

Bjss

Responder

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Pam Sobral
Pam Sobral

Em: 20/12/2017

Começando... 

Bjs 


Resposta do autor:

boa noite minha linda!

espero que esteja gostando.

bjsss

Responder

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Mafalda_
Mafalda_

Em: 23/11/2017

Vamos lá! Mais uma eletrizante história!

Responder

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Val Maria
Val Maria

Em: 05/11/2017

Boa noite autora.Como todas as suas estorias autora, essa será maravilhosa também,o enredo já mostra que temos uma bela narrativa, as personagens então vai causar muita confusão com essas gêmeas.
Já ansiosa pelo proximo capitulo.
Um otimo final de semana e fica com Deus.

Beijos   

Val Castro.


Resposta do autor:

Boa tarde Val!

obrigada val, sei que me acompanha desde o inicio. Fico feliz em saber que continuo agradando com minhas historias, que essa seja mais uma que agrade.

bjjs

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Julliaa
Julliaa

Em: 04/11/2017

Boa notícia, nova história sua! 

Amei a ilha dos sonhos. Agora vamos acompanhar mais essa que promete ser maravilhosa. 

Anciosa pelo próximo! 


Resposta do autor:

boa tarde JULIA!

Obrigada minha linda , espero agradar como nas anteriores.

bjss

 

 

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