A partir dos acontecimentos que você foi narrando e os diálogos, analisarei por parte, confio que entenderá, posto que, quando tratei de transcrever os parágrafos, apareceu de fundo um quadro azul que me estorva.
O trecho inicial deixa clara a forma quase maternal com que Malika lida com Nazira. Apesar da bronca — “Que vexame, hein, Nazira!” — percebe-se que, mais do que reprovar, Malika tenta enquadrá-la como se fosse uma criança levada, impondo limites e castigos como quem educa uma filha. Isso cria uma dinâmica curiosa: de um lado, Nazira busca aventura, liberdade e até paixões desastradas; do outro, Malika a puxa de volta para o colo da moralidade e do cuidado, como se dissesse: “Você ainda não sabe se virar sozinha”.
Essa relação evidencia um contraste afetivo e simbólico: Nazira parece adulta apenas nos desejos, mas infantil na forma de lidar com as consequências; Malika, já idosa, assume paradoxalmente o papel de mãe zelosa, disciplinadora e espiritualizada. É uma inversão de papéis que provoca tanto humor quanto reflexão: até que ponto tratamos o outro como criança porque ele de fato não amadureceu — ou porque nós mesmos temos dificuldade em enxergá-lo como igual?
Esse começo de capítulo, apesar de parecer leve, termina meio comédia. Mesmo nesse desastre amoroso, um trote bem dado desse pimba e confusões, as relações ainda giram ao redor das necessidades : cuidado e limites, mas o riso sempre vem como refresco para a dureza da vida.
Tenho notado Za, muito séria, mas acredito, que por suas experiências, tendo que cuidar-se sozinha, amadureceu mais rápido e também, muito cuidadosa em como se expressa. Perdeu parte de uma etapa que deveria ser mais gradual. Então, percebemos essa atitude que tem me deixado meio aborrecida, espero que ele se solte mais…
Eu abordei no capítulo anterior sobre a medicação, mas agora farei de forma mais leve, porém sempre cuidadosa.
Nem dizer que essa parte teve um humor tragicômico: Primeiro, dona Adma que acaba entrando numa confusão, tudo por causa da combinação desastrosa de remédios com procedimentos estéticos. Zaida, sempre sensata e racional, explica que as interações com certos medicamentos é algo importante na hora de saber como atuar, o que vai aplicar em um, enquanto Patrícia tenta justificar a colega Wanderleya, que claramente não tinha noção do tamanho da encrenca que armou. Definitivamente, tragédia grega! kkkk
Adma “rebolando nua pela casa” e gritando palavrões é muito cómico, (Jasin, zuando da própria vida ou quase , sempre bom, levar na brincadeira depois da tragédia), mas também deixa uma mensagem: como pequenas imprudências podem escalar para situações graves. Assim, interpretei, dado que sempre deixa entrelinhas uma mensagem. O improviso de dar quetiapina para acalmá-la é visto como solução rápida, mas é um ótimo meio para nos fazer refletir sobre a importância do uso responsável de medicamentos, não é só “dar um remedinho” que tudo se resolve. :)
Temos comédia em excesso, personagens desastrados e diálogos engraçados. Porém, existe um fundo de verdade: os riscos da automedicação, a falta de informação em saúde e o quanto confiar em pessoas sem preparo pode colocar em risco a dignidade e até a vida de alguém vulnerável. A graça da cena faz rir, mas nos convida a pensar sobre responsabilidade e cuidado.( Talvez, essa seja parte minha, acho importante abordar, posto que há pessoas aqui que por sofrerem tanto, possam ter ideias ... .há muita gente anónima que não conhecemos os seus traumas…)
A esperança de Fernanda e a cautela da mãe são dois pontos importantes aqui… Enquanto a filha vibra com a proximidade da liberdade e já planeja novos caminhos, como escrever em um blog e reconstruir a vida, a mãe representa o chamado à prudência, lembrando que cada passo precisa ser dado com responsabilidade, mas já sabemos como se comporta Fernanda, ainda tem muito o que aprender e muito descrente sobre algumas coisas e cegamente crente por otras…um mal juízo, mas a tensão é natural: quem esteve preso deseja correr contra o tempo, recuperar o que perdeu; quem olha de fora sabe que a pressa pode ser inimiga . O gesto de escrever memórias é simbólico, é uma forma de dar sentido ao passado, de não deixar que a experiência se perca ou se repita. Eu mesmo tenho um rsrs.
Mas, vamos pensar aqui…a verdadeira prisão de Fernanda não é a física, mas a psicológica. A liberdade sem consciência, não existe, então para que algo mude, devemos nos reformar…a famosa reforma íntima que muitos não entendem ou preferem não aplicar…melhor viver na dor atual, pois sabemos como lidar, ao contrário, ao criarmos uma nova percepção, a transformação é dolorosa, pois nesse ínterim, temos que desconstruir e construir um novo eu e criar novos padrões, defesas, meios para lidar com situações novas que nos causa incertidumbre e ninguém quer sofrer mais, ainda que ser temperal…como diz no livro “ Reforma íntima Sem martírio “de Wanderley de Oliveira – Pelo espírito de Ermance Defaux, o irmão, Paulo de Tarso : “Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço?” Serve para nós ante a resistência de cambiar e para outros contextos…deixo como uma reflexao…
Na parte de Vivi, vemos, mais uma vez, como nossa trambiqueira está mais vulnerável a cada dia pelos pensamentos negativos e influências externas que ameaçam sua paz. Vemos um sofrimento íntimo e violência sutil, costumo chamar violência invisível, muito comum nas famílias: Vivinácia fragilizada física — prostrada, sem apetite, quase entregue — e essa fragilidade emocional que a torna vulnerável diante das influências de espíritos obsessores. Podemos observar como o sofrimento interior não é apenas um estado passivo: ele altera percepções,sensações, traz ressentimentos e abre espaço para pensamentos venenosos — reais ou induzidos — que corroem vínculos e minam a empatia. Ela deixou o intruso ganhar e nem notou e mesmo Baixa de energía, gostaria que aparecesse essa pessoa da infância para orientá-la, poi há um perigo moral e espiritual que ronda Vivinácia há muito tempo, guiada por mágoas que a impedem de agir corretamente, um risco de estagnação. Pois é isso que vejo nela, Existe uma contradição, não é mesmo? Liberdade vs. Aprisionamento, sendo a prisão tanto externa quanto interna…social e íntima! O dinheiro é o principal e pee, muitos não saibam, a missão mais difícil não é o da pobreza, é o da riqueza….é fácil nos corromper com ele…todos somos corruptíveis, só necessitamos das circunstâncias que nos motiva,bem, segundo o filósofo midiático, Sérgio Cortella. Será?Vai de cada um saber….
O abandono e rejeição, essa falta de apoio torna uma pessoa suscetível a “más companhias”, sejam pessoas que a manipulem, sejam idéias autodestrutivas. Vejo a entrega fácil ao sono profundo após tomar remédios como símbolo de perda de vigilância — física, emocional e moral — e isso funciona como alerta.
O final dessa parte, o espírito de hierarquia inferior no diálogo espiritual, me deixa muito apenada por Vivi. Vivi está doente e tá mais inerte ainda…mais frágil…pela ótica kardecista, como dito no comentário anterior…essa cena é perfeita com o que a doutrina aborda sobre que os espíritos inferiores são atraídos por pensamentos e sentimentos negativos que geram vibrações baixas, permitindo com facilidade estabelecer um vínculo psíquico perfeito,em certos casos, uns mais fortes que outros, pois isso tudo vai debilitando nossa energia, trazendo doença, cansaços, tristeza, potencializando mágoas. Terreno fértil para processos obsessivos. Pois sobre isso que expõe Jasin nessa parte, Vivi sendo sugada e certamente ficando doente em algum momento, isso tudo como consequência de suas ações sem consciência e , claro, ninguém é atraído se não tem os mesmos instintos morais. Ela sabe que não está certo, mas não sabe o que trará isso para ela ou , até os demais…necessita orientação espiritual urgente para fortalecer sua fé e valores. Com ela ajudando pessoas sem cobrar, orando e com pensamentos mais edificantes, diminuiria consideravelmente suas consequências e não sofreria tanto “en el más allá”…pois, ainda que nos redimirmos(pedimos perdão) do que fizemos na mesma encarnação, o mesmo não exenta ninguém das leis divinas, vai ter que reparar….só ameniza, se tiver merecimento. Pois um mal feito, não pode ser recuperado, passados não voltam pras pessoas prejudicadas na via atual…perdoar não é fácil, pode levar uma vida inteira.é uma lei criada por Deus, ele não pode interferir algo que ele mesmo criou e por ser misericordioso e bom, ele nos deu livre arbítrio, foi um presente…, ainda assim, sendo justo e bom, nao muda, mas se tiver esforço, se pode modificar ou não estender o pagamento…sem juros, assim penso. Como sempre é dito pelos espíritos superiores. O perdão não exenta o poder da lei divina, “ninguém tem esse poder, isso é presunção, ela reparará todo o mal praticado. Perdão é o único presente que você entrega, mas quem ganha é voce”…e Vivi vai passar por isso…
Estou com dúvida se você nos mostrará seu arrependimento ainda encarnada ou aprofundará, já desencarnada.Temos, segundo uma comentadora anónima 11 quartas ou 12.Acho bom não acelerar como o TAO, vai estender para janeiro?Há muitas lacunas para preencher ainda…. Na verdade, sinto, certa falta dessa temática, a qual gosto muito! Digo, ler sobre desencarnados se reformando…já impende o povo de fazer o que não convém rs. Mas somos presunçosos, egoístas e orgulhosos e cometemos os mesmo erros, “mas nossa palavra de ordem é recomecar”
(Oxente, mas a expressão usada não é essa…rsrs. Contudo, é típico de Stef….
Assim é “ trampa” contratar uma fazenda de cliques, mas é o que o pessoal tá fazendo…quem tem meios para o mesmo.)
(Oh, minha querida, vá mesmo nao…tá cheia de “ rapariga” por aí!!( falando sobre Stef ver Za na casa da Gidda)
“Eu to velho mais dou caldo”…morri!!
É, vemos porque não devemos misturar medicamentos, baixamos as exigências a qual a repressão está submetida e creu….mesmo porque ainda não entendemos a relação desse trio com esses sentimientos….nada contra idades, mas é meio peculiar…rs. Mas tudo tem uma explicacao…espero que tenha uma boa!! Estou bastante exigente…mas rindo muito, por isso, nem vou analisar, só vou curtir e imaginar dona Adma tarando Za e ela evitando como pode rsrs. Mas do beijo não conseguiu rsrs. Ainda bem que ninguém chegou)
Vemos que Yes min não é de ferro, estava bastante preocupada com as repercussões de manter-se forte na reunião e agora, anda recebendo fogo, por isso ela não esperava, mas deveria ter, dado com quem estava tratando…claro que irão fazer de tudo para desacreditar e ganhar vantagem. Ou está com eles ou te detonam….
Rogério como sempre competente e coerente com seus feedbacks…)
(Esse diálogo entre Yesmin traz um olhar bastante realista sobre o cenário atual da tecnologia e da geopolítica, misturando ficção e fatos possíveis. Nos mostra como a inovação tecnológica se entrelaça com a geopolítica global. A disputa pelo domínio da IA não é só econômica, mas estratégica, envolvendo energia, semicondutores e infraestrutura crítica. A “BoF”e, empresa brasileira liderada por uma mulher(nesse caso uma criação da autora, mas diríamos que não) simboliza a ousadia de países periféricos na corrida tecnológica, enfrentando forças globais consolidadas. Fazendo uma reflexão, o texto lembra que coragem, visão e resiliência são essenciais para inovar em meio a pressões externas , preconceitos de gênero e rupturas de padroes…
Tive que ler algo sobre isso para entender melhor a parte política…sabe que nao meu forte, mas entendi. Li uns estudos sobre council on foreign relations e a UNESCO, mas não colocarei aqui. Mas é tudo estratégia militar, não só económica e comercial. Acho que você comentou algo sobre o mesmo. Acho que como tudo ao nosso redor desde sempre…porém, como dito, a ficção aqui serve como lente para discutir o real: países periféricos que desenvolvem tecnologia de ponta podem enfrentar barreiras invisíveis e pressões externas significativas. Ficou embolado, pois não tenho domínio do asunto…)(Concordo ... .ninguém é confiável,mas…álias, cade Carmém Miranda? Rs
Sempre perdemos, Yesmin, sempre, de uma forma ou de outra, escolha com cuidado….ou elabore algo novo
Com certeza, ela e maama são os pontos fracos…
Me mata o portugués de dona Adma rrs, mas ela é tão fofa e carinhosa, tudo que Stef necessita! Ótima ouvinte e conselheira. Experiência e sabedoria não lhe faltam. Mas porque noto que você tem exagerado nos erros de gênero e proposições de forma mais escancarada depois que notei que a Dona Adma se confundia? Achava melhor mais sútil, mas tudo bem, esse não ficou ruim.
Uma das cenas mais lindas para mim,esse momento de gidda e Stef!!
rindo mt….tarada kkkkk
Não to podendo com esse capítulo!)
Quando um escuta esse tipo de frase: te vejo como irmãzinha e vc tá ligadona…é feio! Mas, Stef, tudo tem uma primeira vez..vc fez mts choraram, n é razão, mas um dia acontece…mas o importante que o primeiro xonamento foi por uma pessoa digna e que te declinou com moral e sensibilidade…vc nao pode ficar irritada…ela é mais fácil de lidar para vc, a dor n é tão latente como a tristeza sem chateacao…vc tá acostumada a pessoas reativas…
Exato ... .se for com Fernanda, melhor! Seria algo lindo…autora, vc mostrando uma Stef linda de morrer, dentro dos padrões sociais contra Fe, longe dos padrões sociais sem falar que ela odeia Stef rsrs. Seria demais! Kkkk)
Isso…esmola, jamais, sobra de ninguém ,nunca. Unilateral, nunca!!
Mas odeio essa frase carioca” vida que segue! Rsrs….só digo!!
Resolvi focar no final, mas,claro, tive que deixar minha marca registrada antes….já sabíamos que passaria algo desse tipo com Luzia e que o obsessor deixaria rolar solto, mas vamos ao foco sobre a autoimagem que Fernanda tem sobre ela e o fato de achar que um chega alto pelo que somos, é, claro que ajuda, mas a atitude tb…acho que a resposta sobre se Yesmin fosse como ela, Yesmin chegaria, tinha meio para isso, ainda que confesso que deve ter fechado mts acordos por meios sexuais, mas não só por isso, agora, quero bordar de uma maneira mais séria. Enquanto foi esfaqueada e está caída no chão, ferida e achando que se via morrer, relembra tudo pelo qual passou, lembrando de forma que nos toca, comovendo com seu sofrimento ,sofrendo bullying. Todos sofremos por alguma discriminacao, mas cada um é diferente e lida com uma forma diferente, alguns superam, outros vivem vítimas , no caso dela da gordofobia. Mas a pressão social de pertencer ao exigente padrão estético e encaixar são experiências esmagadoras que deixam cicatrizes que demoram a curar, de tão profunda. Ela é responsável de como nos auto percebemos e com isso como será nossa autoestima. Nesse caso, é importante uma rede de apoio. Mas a percepcao corporal de um é algo muito difícil de aceitar. Ter uma criação positiva e que se sinta amado e acolhido mesmo quando fora dos padrões que não somos, nos dá forças. Aclarar que realmente pobre, negro, no Brasil, primeiro leva surra e dps perguntam……..digo, já que vivo na Argentina…entao, ficamos aquí com os pobres e extrangeiros…mas pobres e alguns estrangeiros(braileiro é rei aquí rs, baiano mais!), já que os negros aqui sao mínimos…vi muito poucos…conto no dedo….
Sobre como ela e sua saída, como vê Yesmin. Ela tem esperança, com a liberdade, vem um novo começo, Yesmin tá nem aí, que seja conveniente para ela tá ótimo, até Stef pedindo, uniu o útil ao agradável. Só um pode criar a própria esperança e recomecar…podemos nos inspirar, ter certo apoio, mas esperar.
Esqueci, Yesmin teve que se esforçar mais que todos,mulheres sempre tem…e se somos a minoria, sendo mulher ou tendo algo por fora diferente do que esperam…mais, entao Fé, nem tudo é a beleza….sei que vê assim, por tudo que passou… passei por algo diferente, mas até que não morra, não devemos desistir, as vezes tropeçamos, mas sempre levantamos e continuamos a subir a montanha mesmo escorregando…. Encontraremos um espaço para colocar o pé e subir. É arriscado, às vezes não temos corda, nos ralamos, mas, nos seguramos, paramos, e quando a dor é tão grande que ficar se torna insuportável, tentamos mais uma vez….
Refletindo pessoalmente, vejo a realidade de Fernanda muito próximo a da minha esposa, porém, minha esposa trabalhou sua autoestima e se sou sincera, é mais confiante que eu, não é que n fique triste por nao poder emagrecer, ma suponho que se amigou e ninguém faz mais bullyng com ela, Fernanda é mais sensível e ainda não achou sua força! Entendo que o julgamento constante e, por vezes, silencioso são dolorosos, principalmente quando vem em forma de brincadeira como vimos nas lembranças dela…por trás de cada risada, existe depreciação. Existe uma luta constante entre Fernanda entre ser aceita como é e lutar por seu espaço. Ela compensou estudando sendo a melhor, pois é o que fazemos quando nos vemos diminuída por algo, tentando ser a melhor em outra coisa e diminui um pouco o sofrimento…é meio o que faço com o esporte e aqui, me esforço, dou o meu melhor e o meu melhor é para mim, não para o outro!! Mas isso se aprende com os anos….
Porém, devemos ser empáticos com todos, não julgar e se não podemos, ficamos calados, pois não sabemos que efeito causam nossas palabras…nem todo trauma podemos ver…sao silenciosas, mas quando uma pessoa tem sobrepeso, devemos ser cuidadosos. A validação e o apoio fazem toda a diferença, pois o amor e respeito é algo grandioso e todos nós merecemos ser vistos pelo que somos!!
Esse é meu comentário final. E quero comentar que acho muito sem noção uma pessoa LGBTQA+ sendo racista, gordofóbico ou entre eles : transfóbicos ou contra pessoa neurodivergente. Sem falar em relacao os originários ou chamar alguém de “ tabareu” porque não teve estudo ... .qualquer forma de descriminacao não deve ser fomentada..xenofobia, nunca!!
É isso…deixo meu protesto e comentário…espero seja do seu agrado, eu acho que ficou decente, porém, um pouco sério demais, M@linda deixa mais descontraído, suponho que tenho ficado muito séria nos comentarios ou sempre fui…17 páginas do Word kkkkk
Beijos e desculpe a demora…mas duas pessoas me falaram que devo pensar em mim ... .então, resolvi isso, pese que para mim, seja duro…Deus sempre coloca alguém, primeiro Ka, agora, M@ para que consiga manter firme minha escolha. Um não pode se sacrificar sozinho….
Uma música que me acalma, espero que goste…sua maama sente muita dor a ponto de não poder escutar? Dedico a ela…
Postadooooo!!! Dormi muito hoje, Laila rsrs Já li os comentários e fiquei emocionada. Sua amizade também, me faz muito bem. Obrigada!!!!! Você me faz sair da casinha com suas loucuras kkkkkk
Que alegria imensa ler um comentário tão sensível, profundo e cheio de afeto! Além de tudo, super trabalhado no melhor estilo Laileska Psique! É um presente ter amigas leitoras como você, que mergulham nas nuances das personagens, percebem as camadas de humor e dor, e ainda refletem sobre os temas mais delicados com tanta empatia e cuidado. Senti cada palavra sua como um abraço generoso e te agradeço por dedicar tanto tempo, atenção e emoção à história.
Olha, vou aproveitar e dizer: some não! Você pode se cuidar e continuar lendo. Não são coisas excludentes!
Mas, voltando, você captou com muita precisão o coração do conto: o contraste entre liberdade e aprisionamento, o humor que nasce da tragédia cotidiana, e a ternura que sobrevive mesmo entre as quedas. Suas observações sobre personagens como Malika, Nazira, Vivi, Fernanda, Stefany e tantas outras, mostram que o que escrevo chegou aonde eu mais desejava: ao espaço onde a ficção toca a vida real, com suas contradições e esperanças.
Obrigada por partilhar suas reflexões, suas vivências e até suas músicas; foi um gesto lindo e cheio de alma. Digo total verdade quando escrevo que cada comentário seu é lido com carinho e respeito, e que suas percepções ajudam a dar fôlego à história e à autora caipira que vos responde. Continue acompanhando, rindo, questionando, chorando junto porque é nessa troca que o conto realmente vive.
Li o capítulo no metrô e quase perdi a parada. O final me deixou sem fôlego. A sequência da Fernanda desfalecendo mesclada com narrativas do pequeno diário dela foi emocionante.
Gosto da temática inteira que você vem trazendo e admiro sua capacidade de trazer temas tão atuais tudo junto e misturado como é a vida.
Eis que mais uma vez somos apresentadas a face cruel da vida em sociedade. Fernanda é um retrato de muitas! Estive a chorar...
Nazira está a se encantar por Sapatudas ou pela liberdade? E Zaida? Qual Zahia estará a ganhar seu coração? Dona Adma já foi à luta mesmo que sob torpor narcótico.
Yesmin está a sentir o peso de ser brasileira, de ser terceiro mundo. Revolta-nos que seja assim mas é a vida pois.
Parabéns por sempre retratâ-la tão bem com vosso olhar de barda poetisa!
O capital vê a gente como fonte de lucro e a aparência também conta porque até isso é produtizado. Pessoas obesas, idosos, PsDs, são lixo pra essa burguesia podre!
26 comentários · Mais recentes primeiro
Entre para comentar ou responder.
39 — FERNANDA
Olá, Jasin Solitudine, tudo bem?
Vamos empeçar o comentario?
A partir dos acontecimentos que você foi narrando e os diálogos, analisarei por parte, confio que entenderá, posto que, quando tratei de transcrever os parágrafos, apareceu de fundo um quadro azul que me estorva.
O trecho inicial deixa clara a forma quase maternal com que Malika lida com Nazira. Apesar da bronca — “Que vexame, hein, Nazira!” — percebe-se que, mais do que reprovar, Malika tenta enquadrá-la como se fosse uma criança levada, impondo limites e castigos como quem educa uma filha. Isso cria uma dinâmica curiosa: de um lado, Nazira busca aventura, liberdade e até paixões desastradas; do outro, Malika a puxa de volta para o colo da moralidade e do cuidado, como se dissesse: “Você ainda não sabe se virar sozinha”.
Essa relação evidencia um contraste afetivo e simbólico: Nazira parece adulta apenas nos desejos, mas infantil na forma de lidar com as consequências; Malika, já idosa, assume paradoxalmente o papel de mãe zelosa, disciplinadora e espiritualizada. É uma inversão de papéis que provoca tanto humor quanto reflexão: até que ponto tratamos o outro como criança porque ele de fato não amadureceu — ou porque nós mesmos temos dificuldade em enxergá-lo como igual?
Esse começo de capítulo, apesar de parecer leve, termina meio comédia. Mesmo nesse desastre amoroso, um trote bem dado desse pimba e confusões, as relações ainda giram ao redor das necessidades : cuidado e limites, mas o riso sempre vem como refresco para a dureza da vida.
Tenho notado Za, muito séria, mas acredito, que por suas experiências, tendo que cuidar-se sozinha, amadureceu mais rápido e também, muito cuidadosa em como se expressa. Perdeu parte de uma etapa que deveria ser mais gradual. Então, percebemos essa atitude que tem me deixado meio aborrecida, espero que ele se solte mais…
Eu abordei no capítulo anterior sobre a medicação, mas agora farei de forma mais leve, porém sempre cuidadosa.
Nem dizer que essa parte teve um humor tragicômico: Primeiro, dona Adma que acaba entrando numa confusão, tudo por causa da combinação desastrosa de remédios com procedimentos estéticos. Zaida, sempre sensata e racional, explica que as interações com certos medicamentos é algo importante na hora de saber como atuar, o que vai aplicar em um, enquanto Patrícia tenta justificar a colega Wanderleya, que claramente não tinha noção do tamanho da encrenca que armou. Definitivamente, tragédia grega! kkkk
Adma “rebolando nua pela casa” e gritando palavrões é muito cómico, (Jasin, zuando da própria vida ou quase , sempre bom, levar na brincadeira depois da tragédia), mas também deixa uma mensagem: como pequenas imprudências podem escalar para situações graves. Assim, interpretei, dado que sempre deixa entrelinhas uma mensagem. O improviso de dar quetiapina para acalmá-la é visto como solução rápida, mas é um ótimo meio para nos fazer refletir sobre a importância do uso responsável de medicamentos, não é só “dar um remedinho” que tudo se resolve. :)
Temos comédia em excesso, personagens desastrados e diálogos engraçados. Porém, existe um fundo de verdade: os riscos da automedicação, a falta de informação em saúde e o quanto confiar em pessoas sem preparo pode colocar em risco a dignidade e até a vida de alguém vulnerável. A graça da cena faz rir, mas nos convida a pensar sobre responsabilidade e cuidado.( Talvez, essa seja parte minha, acho importante abordar, posto que há pessoas aqui que por sofrerem tanto, possam ter ideias ... .há muita gente anónima que não conhecemos os seus traumas…)
A esperança de Fernanda e a cautela da mãe são dois pontos importantes aqui… Enquanto a filha vibra com a proximidade da liberdade e já planeja novos caminhos, como escrever em um blog e reconstruir a vida, a mãe representa o chamado à prudência, lembrando que cada passo precisa ser dado com responsabilidade, mas já sabemos como se comporta Fernanda, ainda tem muito o que aprender e muito descrente sobre algumas coisas e cegamente crente por otras…um mal juízo, mas a tensão é natural: quem esteve preso deseja correr contra o tempo, recuperar o que perdeu; quem olha de fora sabe que a pressa pode ser inimiga . O gesto de escrever memórias é simbólico, é uma forma de dar sentido ao passado, de não deixar que a experiência se perca ou se repita. Eu mesmo tenho um rsrs.
Mas, vamos pensar aqui…a verdadeira prisão de Fernanda não é a física, mas a psicológica. A liberdade sem consciência, não existe, então para que algo mude, devemos nos reformar…a famosa reforma íntima que muitos não entendem ou preferem não aplicar…melhor viver na dor atual, pois sabemos como lidar, ao contrário, ao criarmos uma nova percepção, a transformação é dolorosa, pois nesse ínterim, temos que desconstruir e construir um novo eu e criar novos padrões, defesas, meios para lidar com situações novas que nos causa incertidumbre e ninguém quer sofrer mais, ainda que ser temperal…como diz no livro “ Reforma íntima Sem martírio “de Wanderley de Oliveira – Pelo espírito de Ermance Defaux, o irmão, Paulo de Tarso : “Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço?” Serve para nós ante a resistência de cambiar e para outros contextos…deixo como uma reflexao…
Na parte de Vivi, vemos, mais uma vez, como nossa trambiqueira está mais vulnerável a cada dia pelos pensamentos negativos e influências externas que ameaçam sua paz. Vemos um sofrimento íntimo e violência sutil, costumo chamar violência invisível, muito comum nas famílias: Vivinácia fragilizada física — prostrada, sem apetite, quase entregue — e essa fragilidade emocional que a torna vulnerável diante das influências de espíritos obsessores. Podemos observar como o sofrimento interior não é apenas um estado passivo: ele altera percepções,sensações, traz ressentimentos e abre espaço para pensamentos venenosos — reais ou induzidos — que corroem vínculos e minam a empatia. Ela deixou o intruso ganhar e nem notou e mesmo Baixa de energía, gostaria que aparecesse essa pessoa da infância para orientá-la, poi há um perigo moral e espiritual que ronda Vivinácia há muito tempo, guiada por mágoas que a impedem de agir corretamente, um risco de estagnação. Pois é isso que vejo nela, Existe uma contradição, não é mesmo? Liberdade vs. Aprisionamento, sendo a prisão tanto externa quanto interna…social e íntima! O dinheiro é o principal e pee, muitos não saibam, a missão mais difícil não é o da pobreza, é o da riqueza….é fácil nos corromper com ele…todos somos corruptíveis, só necessitamos das circunstâncias que nos motiva,bem, segundo o filósofo midiático, Sérgio Cortella. Será?Vai de cada um saber….
O abandono e rejeição, essa falta de apoio torna uma pessoa suscetível a “más companhias”, sejam pessoas que a manipulem, sejam idéias autodestrutivas. Vejo a entrega fácil ao sono profundo após tomar remédios como símbolo de perda de vigilância — física, emocional e moral — e isso funciona como alerta.
O final dessa parte, o espírito de hierarquia inferior no diálogo espiritual, me deixa muito apenada por Vivi. Vivi está doente e tá mais inerte ainda…mais frágil…pela ótica kardecista, como dito no comentário anterior…essa cena é perfeita com o que a doutrina aborda sobre que os espíritos inferiores são atraídos por pensamentos e sentimentos negativos que geram vibrações baixas, permitindo com facilidade estabelecer um vínculo psíquico perfeito,em certos casos, uns mais fortes que outros, pois isso tudo vai debilitando nossa energia, trazendo doença, cansaços, tristeza, potencializando mágoas. Terreno fértil para processos obsessivos. Pois sobre isso que expõe Jasin nessa parte, Vivi sendo sugada e certamente ficando doente em algum momento, isso tudo como consequência de suas ações sem consciência e , claro, ninguém é atraído se não tem os mesmos instintos morais. Ela sabe que não está certo, mas não sabe o que trará isso para ela ou , até os demais…necessita orientação espiritual urgente para fortalecer sua fé e valores. Com ela ajudando pessoas sem cobrar, orando e com pensamentos mais edificantes, diminuiria consideravelmente suas consequências e não sofreria tanto “en el más allá”…pois, ainda que nos redimirmos(pedimos perdão) do que fizemos na mesma encarnação, o mesmo não exenta ninguém das leis divinas, vai ter que reparar….só ameniza, se tiver merecimento. Pois um mal feito, não pode ser recuperado, passados não voltam pras pessoas prejudicadas na via atual…perdoar não é fácil, pode levar uma vida inteira.é uma lei criada por Deus, ele não pode interferir algo que ele mesmo criou e por ser misericordioso e bom, ele nos deu livre arbítrio, foi um presente…, ainda assim, sendo justo e bom, nao muda, mas se tiver esforço, se pode modificar ou não estender o pagamento…sem juros, assim penso. Como sempre é dito pelos espíritos superiores. O perdão não exenta o poder da lei divina, “ninguém tem esse poder, isso é presunção, ela reparará todo o mal praticado. Perdão é o único presente que você entrega, mas quem ganha é voce”…e Vivi vai passar por isso…
Estou com dúvida se você nos mostrará seu arrependimento ainda encarnada ou aprofundará, já desencarnada.Temos, segundo uma comentadora anónima 11 quartas ou 12.Acho bom não acelerar como o TAO, vai estender para janeiro?Há muitas lacunas para preencher ainda…. Na verdade, sinto, certa falta dessa temática, a qual gosto muito! Digo, ler sobre desencarnados se reformando…já impende o povo de fazer o que não convém rs. Mas somos presunçosos, egoístas e orgulhosos e cometemos os mesmo erros, “mas nossa palavra de ordem é recomecar”
(Oxente, mas a expressão usada não é essa…rsrs. Contudo, é típico de Stef….
Assim é “ trampa” contratar uma fazenda de cliques, mas é o que o pessoal tá fazendo…quem tem meios para o mesmo.)
(Oh, minha querida, vá mesmo nao…tá cheia de “ rapariga” por aí!!( falando sobre Stef ver Za na casa da Gidda)
“Eu to velho mais dou caldo”…morri!!
É, vemos porque não devemos misturar medicamentos, baixamos as exigências a qual a repressão está submetida e creu….mesmo porque ainda não entendemos a relação desse trio com esses sentimientos….nada contra idades, mas é meio peculiar…rs. Mas tudo tem uma explicacao…espero que tenha uma boa!! Estou bastante exigente…mas rindo muito, por isso, nem vou analisar, só vou curtir e imaginar dona Adma tarando Za e ela evitando como pode rsrs. Mas do beijo não conseguiu rsrs. Ainda bem que ninguém chegou)
Vemos que Yes min não é de ferro, estava bastante preocupada com as repercussões de manter-se forte na reunião e agora, anda recebendo fogo, por isso ela não esperava, mas deveria ter, dado com quem estava tratando…claro que irão fazer de tudo para desacreditar e ganhar vantagem. Ou está com eles ou te detonam….
Rogério como sempre competente e coerente com seus feedbacks…)
(Esse diálogo entre Yesmin traz um olhar bastante realista sobre o cenário atual da tecnologia e da geopolítica, misturando ficção e fatos possíveis. Nos mostra como a inovação tecnológica se entrelaça com a geopolítica global. A disputa pelo domínio da IA não é só econômica, mas estratégica, envolvendo energia, semicondutores e infraestrutura crítica. A “BoF”e, empresa brasileira liderada por uma mulher(nesse caso uma criação da autora, mas diríamos que não) simboliza a ousadia de países periféricos na corrida tecnológica, enfrentando forças globais consolidadas. Fazendo uma reflexão, o texto lembra que coragem, visão e resiliência são essenciais para inovar em meio a pressões externas , preconceitos de gênero e rupturas de padroes…
Tive que ler algo sobre isso para entender melhor a parte política…sabe que nao meu forte, mas entendi. Li uns estudos sobre council on foreign relations e a UNESCO, mas não colocarei aqui. Mas é tudo estratégia militar, não só económica e comercial. Acho que você comentou algo sobre o mesmo. Acho que como tudo ao nosso redor desde sempre…porém, como dito, a ficção aqui serve como lente para discutir o real: países periféricos que desenvolvem tecnologia de ponta podem enfrentar barreiras invisíveis e pressões externas significativas. Ficou embolado, pois não tenho domínio do asunto…)(Concordo ... .ninguém é confiável,mas…álias, cade Carmém Miranda? Rs
Sempre perdemos, Yesmin, sempre, de uma forma ou de outra, escolha com cuidado….ou elabore algo novo
Com certeza, ela e maama são os pontos fracos…
Me mata o portugués de dona Adma rrs, mas ela é tão fofa e carinhosa, tudo que Stef necessita! Ótima ouvinte e conselheira. Experiência e sabedoria não lhe faltam. Mas porque noto que você tem exagerado nos erros de gênero e proposições de forma mais escancarada depois que notei que a Dona Adma se confundia? Achava melhor mais sútil, mas tudo bem, esse não ficou ruim.
Uma das cenas mais lindas para mim,esse momento de gidda e Stef!!
rindo mt….tarada kkkkk
Não to podendo com esse capítulo!)
Quando um escuta esse tipo de frase: te vejo como irmãzinha e vc tá ligadona…é feio! Mas, Stef, tudo tem uma primeira vez..vc fez mts choraram, n é razão, mas um dia acontece…mas o importante que o primeiro xonamento foi por uma pessoa digna e que te declinou com moral e sensibilidade…vc nao pode ficar irritada…ela é mais fácil de lidar para vc, a dor n é tão latente como a tristeza sem chateacao…vc tá acostumada a pessoas reativas…
Exato ... .se for com Fernanda, melhor! Seria algo lindo…autora, vc mostrando uma Stef linda de morrer, dentro dos padrões sociais contra Fe, longe dos padrões sociais sem falar que ela odeia Stef rsrs. Seria demais! Kkkk)
Isso…esmola, jamais, sobra de ninguém ,nunca. Unilateral, nunca!!
Mas odeio essa frase carioca” vida que segue! Rsrs….só digo!!
Resolvi focar no final, mas,claro, tive que deixar minha marca registrada antes….já sabíamos que passaria algo desse tipo com Luzia e que o obsessor deixaria rolar solto, mas vamos ao foco sobre a autoimagem que Fernanda tem sobre ela e o fato de achar que um chega alto pelo que somos, é, claro que ajuda, mas a atitude tb…acho que a resposta sobre se Yesmin fosse como ela, Yesmin chegaria, tinha meio para isso, ainda que confesso que deve ter fechado mts acordos por meios sexuais, mas não só por isso, agora, quero bordar de uma maneira mais séria. Enquanto foi esfaqueada e está caída no chão, ferida e achando que se via morrer, relembra tudo pelo qual passou, lembrando de forma que nos toca, comovendo com seu sofrimento ,sofrendo bullying. Todos sofremos por alguma discriminacao, mas cada um é diferente e lida com uma forma diferente, alguns superam, outros vivem vítimas , no caso dela da gordofobia. Mas a pressão social de pertencer ao exigente padrão estético e encaixar são experiências esmagadoras que deixam cicatrizes que demoram a curar, de tão profunda. Ela é responsável de como nos auto percebemos e com isso como será nossa autoestima. Nesse caso, é importante uma rede de apoio. Mas a percepcao corporal de um é algo muito difícil de aceitar. Ter uma criação positiva e que se sinta amado e acolhido mesmo quando fora dos padrões que não somos, nos dá forças. Aclarar que realmente pobre, negro, no Brasil, primeiro leva surra e dps perguntam……..digo, já que vivo na Argentina…entao, ficamos aquí com os pobres e extrangeiros…mas pobres e alguns estrangeiros(braileiro é rei aquí rs, baiano mais!), já que os negros aqui sao mínimos…vi muito poucos…conto no dedo….
Sobre como ela e sua saída, como vê Yesmin. Ela tem esperança, com a liberdade, vem um novo começo, Yesmin tá nem aí, que seja conveniente para ela tá ótimo, até Stef pedindo, uniu o útil ao agradável. Só um pode criar a própria esperança e recomecar…podemos nos inspirar, ter certo apoio, mas esperar.
Esqueci, Yesmin teve que se esforçar mais que todos,mulheres sempre tem…e se somos a minoria, sendo mulher ou tendo algo por fora diferente do que esperam…mais, entao Fé, nem tudo é a beleza….sei que vê assim, por tudo que passou… passei por algo diferente, mas até que não morra, não devemos desistir, as vezes tropeçamos, mas sempre levantamos e continuamos a subir a montanha mesmo escorregando…. Encontraremos um espaço para colocar o pé e subir. É arriscado, às vezes não temos corda, nos ralamos, mas, nos seguramos, paramos, e quando a dor é tão grande que ficar se torna insuportável, tentamos mais uma vez….
Refletindo pessoalmente, vejo a realidade de Fernanda muito próximo a da minha esposa, porém, minha esposa trabalhou sua autoestima e se sou sincera, é mais confiante que eu, não é que n fique triste por nao poder emagrecer, ma suponho que se amigou e ninguém faz mais bullyng com ela, Fernanda é mais sensível e ainda não achou sua força! Entendo que o julgamento constante e, por vezes, silencioso são dolorosos, principalmente quando vem em forma de brincadeira como vimos nas lembranças dela…por trás de cada risada, existe depreciação. Existe uma luta constante entre Fernanda entre ser aceita como é e lutar por seu espaço. Ela compensou estudando sendo a melhor, pois é o que fazemos quando nos vemos diminuída por algo, tentando ser a melhor em outra coisa e diminui um pouco o sofrimento…é meio o que faço com o esporte e aqui, me esforço, dou o meu melhor e o meu melhor é para mim, não para o outro!! Mas isso se aprende com os anos….
Porém, devemos ser empáticos com todos, não julgar e se não podemos, ficamos calados, pois não sabemos que efeito causam nossas palabras…nem todo trauma podemos ver…sao silenciosas, mas quando uma pessoa tem sobrepeso, devemos ser cuidadosos. A validação e o apoio fazem toda a diferença, pois o amor e respeito é algo grandioso e todos nós merecemos ser vistos pelo que somos!!
Esse é meu comentário final. E quero comentar que acho muito sem noção uma pessoa LGBTQA+ sendo racista, gordofóbico ou entre eles : transfóbicos ou contra pessoa neurodivergente. Sem falar em relacao os originários ou chamar alguém de “ tabareu” porque não teve estudo ... .qualquer forma de descriminacao não deve ser fomentada..xenofobia, nunca!!
É isso…deixo meu protesto e comentário…espero seja do seu agrado, eu acho que ficou decente, porém, um pouco sério demais, M@linda deixa mais descontraído, suponho que tenho ficado muito séria nos comentarios ou sempre fui…17 páginas do Word kkkkk
Beijos e desculpe a demora…mas duas pessoas me falaram que devo pensar em mim ... .então, resolvi isso, pese que para mim, seja duro…Deus sempre coloca alguém, primeiro Ka, agora, M@ para que consiga manter firme minha escolha. Um não pode se sacrificar sozinho….
Uma música que me acalma, espero que goste…sua maama sente muita dor a ponto de não poder escutar? Dedico a ela…
https://www.youtube.com/watch?v=knO6HPyKnBM&list=RDknO6HPyKnBM&start_radio=1
Para vc: https://youtu.be/7I4_qsY-Uhg?si=Ntr0wCZkChxNXWgx
PS: Tive que corrigir pelo Gmail de forma manual, se tiver algo em español desculpe, ele pode mudar seme ter percebido e minha mente satura.
Obrigada, M@LINDA, para vc!
Fico-vos, obrigada, fico obrigada perante vos, fico vinculada perante vos, fico comprometida…. veja o vídeo e entenderá minha gratidão!!
https://www.youtube.com/watch?v=bBRzA9zlguQ
Dormi muito hoje, Laila rsrs
Já li os comentários e fiquei emocionada.
Sua amizade também, me faz muito bem. Obrigada!!!!!
Você me faz sair da casinha com suas loucuras kkkkkk
Que alegria imensa ler um comentário tão sensível, profundo e cheio de afeto! Além de tudo, super trabalhado no melhor estilo Laileska Psique! É um presente ter amigas leitoras como você, que mergulham nas nuances das personagens, percebem as camadas de humor e dor, e ainda refletem sobre os temas mais delicados com tanta empatia e cuidado. Senti cada palavra sua como um abraço generoso e te agradeço por dedicar tanto tempo, atenção e emoção à história.
Olha, vou aproveitar e dizer: some não! Você pode se cuidar e continuar lendo. Não são coisas excludentes!
Mas, voltando, você captou com muita precisão o coração do conto: o contraste entre liberdade e aprisionamento, o humor que nasce da tragédia cotidiana, e a ternura que sobrevive mesmo entre as quedas. Suas observações sobre personagens como Malika, Nazira, Vivi, Fernanda, Stefany e tantas outras, mostram que o que escrevo chegou aonde eu mais desejava: ao espaço onde a ficção toca a vida real, com suas contradições e esperanças.
Obrigada por partilhar suas reflexões, suas vivências e até suas músicas; foi um gesto lindo e cheio de alma. Digo total verdade quando escrevo que cada comentário seu é lido com carinho e respeito, e que suas percepções ajudam a dar fôlego à história e à autora caipira que vos responde. Continue acompanhando, rindo, questionando, chorando junto porque é nessa troca que o conto realmente vive.
É nessa troca que uma parte de mim vive!
Um beijo enorme, com gratidão e ternura.
Um beijos caipiresco!
Sol
39 — FERNANDA
Caramba....rir com d.Adma tarada.... chorei com a dor da. Fernanda...
Sol sem palavras....
Parabéns
São muitas emoções, não?
Beijos,
Sol
39 — FERNANDA
Lindo e emocionante!
Muito obrigada!
Volte mais vezes, viu, fi? rs
Beijos,
Sol
39 — FERNANDA
Você arrrasaaaa!!!
Beijos,
Sol
39 — FERNANDA
Parabéns! Bem outras pessoas aqui dizem que você é das raras que dá voz a quem não tem. Mulherada escritoras só pinta gente linda
Não estou sozinha nessa tentativa de dar voz a quem não tem. Obrigada pelo carinho e continue aqui!
Beijos,
Sol
39 — FERNANDA
Nossa eu pensei em tanta coisa senti tanta coisa
Beijos,
Sol
39 — FERNANDA
Sem palavras!!
Espero que esteja gostando. Continue aqui! rs
Beijos,
Sol
39 — FERNANDA
Foda cara! Quero ver Stefany agora!
Veremos. Continue aqui!
Beijos,
Sol
39 — FERNANDA
Essa facada chegou até em mim! Mas eu acho esse conto muito bom! Só faltam os hots!!!
Ai, ai, olha ela atrás de hot! kkk
Calma, menina! rs
Beijos,
Sol
39 — FERNANDA
Sensei você tem o dom de nos deixar sem palavras!!!
E agora?? Acho que vem uma fase de choro e ranger de dentes por aí!
Obrigada pelo seu carinho de sempre.
Vejamos o que vem por aí! Continue comigo!
Beijos,
Sol
39 — FERNANDA
Alexape fica triste por causa da Fernanda mas queria Adma taradona em casa!
39 — FERNANDA
Seus capítulos são sempre de tirar o fôlego. Quartas têm sido meus dias da semana preferidos (depois dos sábados!)
Obrigada, querida!!
Beijos,
Sol
39 — FERNANDA
Caipi, que porrada, tchê!
Mas eu gostei. Tô ficando masô hahaha
Manda o próximo que a gente tá roendo as unhas!!
Que masoquista que nada! Essa é uma gaúcha que segue junto até o fim nesse trem caipiresco! rs
Rói, não! Amanhã tem mais!
Beijos,
Sol
39 — FERNANDA
Olá Solzinha,
Li o capítulo no metrô e quase perdi a parada. O final me deixou sem fôlego. A sequência da Fernanda desfalecendo mesclada com narrativas do pequeno diário dela foi emocionante.
Gosto da temática inteira que você vem trazendo e admiro sua capacidade de trazer temas tão atuais tudo junto e misturado como é a vida.
Aplausos!
Mas estou como sempre curiosíssima!
Young Cy
Que bom que o capítulo te acompanhou mas não foi suficiente para te fazer se perder nos trem! rs
Obrigada por tudo que você me escreve, sempre tão gentil!
Até amanhã!
Beijos,
Sol
39 — FERNANDA
Kotinha,
Eis que mais uma vez somos apresentadas a face cruel da vida em sociedade. Fernanda é um retrato de muitas! Estive a chorar...
Nazira está a se encantar por Sapatudas ou pela liberdade? E Zaida? Qual Zahia estará a ganhar seu coração? Dona Adma já foi à luta mesmo que sob torpor narcótico.
Yesmin está a sentir o peso de ser brasileira, de ser terceiro mundo. Revolta-nos que seja assim mas é a vida pois.
Parabéns por sempre retratâ-la tão bem com vosso olhar de barda poetisa!
Com estima
É verdade. Fernanda representa o que passam várias pessoas; especialmente mulheres!
Nazira se encantou pelo que ela julgou ser liberdade, embora ainda não muito consciente de tudo.
Zaida está numa rede de Zahias. Vejamos qual irá fisgá-la! rs
Sim, Yesmin está sentindo esse peso, que deveria nem existir!
Obrigada por seu carinho de sempre!
Beijos,
Sol
39 — FERNANDA
Muito muito impactadas! Por favor Sol, o próximo!!!
Amanhã virá, se Deus quiser!
Beijos,
Sol
39 — FERNANDA
Tem porrada que dói e essa doeu. Torcendo pela Fernanda!
Beijos,
Sol
39 — FERNANDA
O capital vê a gente como fonte de lucro e a aparência também conta porque até isso é produtizado. Pessoas obesas, idosos, PsDs, são lixo pra essa burguesia podre!
Valeu Sol por ser uma voz do proletariado! TMJ
Você tem razão pelo que falou sobre o Capital!
Obrigado por me ver assim!
Sempre juntos!
Beijos,
Sol
39 — FERNANDA
A vida é foda!
Beijos,
Sol
39 — FERNANDA
Olá querida autora Jasin Solitudine,
Você mostra essas gentes simples e sofredoras. Capítulo lindo! Gratidão!
E se Deus quiser, enquanto for viva e lúcida, continuarei mostrando!
Obrigada!
Beijos,
Sol