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Decifra-me ou Devoro-te por KFSilver

Ver comentários: 8

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Palavras: 2181
Acessos: 2523   |  Postado em: 00/00/0000

Capítulo 24

Amélia

 

Estava observando da pequena varanda do quarto, a fonte de água cristalina naquele jardim bem feito e florido; aquele lugar transmitia muita paz e tranquilidade. Fechei os meus olhos um instante pressionando a minha nuca, o meu corpo todo doía reclamando do cansaço acumulado. Olhei para o relógio em meu pulso, fazia um pouco mais de meia hora que Elena estava em consulta. Há quarenta e oito horas tudo o que vivi até então já parecia não ter significado algum.

 

- Amélia? - Heloísa chamou - Trouxe o café que pediu. - ofereceu.

- Obrigada. - beberiquei o líquido fumegante.

- Precisa descansar um pouco, não parou um minuto desde que chegou de viagem, soube por Francisca. - comentou preocupada - Pelo menos coma algo que trouxeram para a minha menina. - insistiu.

- Não tenho fome, obrigada. O cafézinho já me basta por hora.

 

Voltei a minha atenção para o jardim, tentando encontrar alguma paz que muitos buscavam naquele lugar. A conversa com o médico foi desgastante, em momento algum Elena admitiu o que fez, na verdade tudo para ela estava muito confuso, principalmente por ter acordado vestida e aconchegada em meu corpo, estranhando apenas o fato de estarmos em outro quarto, de resto tudo parecia ter sido um pesadelo. Eu também gostaria de acreditar que aquilo não tinha passado de uma alucinação causada por bebida excessiva misturada com medicação, mas, as imagens de segurança eram indiscutíveis.

 

- Quanto tempo ela ficará aqui? - perguntou receosa.

- O tempo que for necessário. - limitei-me a dizer.

 

Dr. Stein fazia anotações e conversou com Elena como se eu não estivesse lá, novamente sugeriu fazer um acompanhamento mais próximo. Nos primeiros meses após a perda do nosso filho, ele havia sugerido uma internação por conta da depressão profunda que Elena estava entrando, caso a medicação não começasse a dar resultado, naquela ocasião não foi necessário, agora não era mais opcional.

 

Retornamos em silêncio para casa assim que Elena voltou ao quarto e elas conversaram, a loira evitava olhar em minha direção.

 

Fazia algum tempo que aquela casa deixou de ser um lar acolhedor para mim, agora mais do que nunca sentia-me sufocada. Os pais de Elena foram informados parcialmente da situação, ocultei o que ela havia feito. Heloísa assim que soube pegou o primeiro voo para São Paulo, acompanhando Elena. Não senti a menor vontade de contar o real motivo que levou tudo isso, sentia-me exausta, cansada de ter que estar a frente de tudo, há necessidade de afastar-me ficou explicita quando não  consegui entrar em nosso quarto. As minhas pernas travaram, olhava para aquela porta relembrando aquela noite e das imagens de segurança que assisti. A raiva daquele momento estava entorpecendo os meus sentidos, o suave toque em meu braço me fez olhá-la. Havia preocupação e cuidado naquele tom verde mais escuro, puxou-me para um abraço apertado, o meu corpo estava rígido, com dificuldade retribui o contato.

 

- Pode ter me poupado dos detalhes, mas não sou cega! - sussurrou em meu ouvido - Vocês não trocaram uma palavra sequer, e os seus olhos tão amorosos estão opacos ocultando o que realmente está sentindo, enquanto os de Elena relevam a culpa e vergonha desviando sempre o olhar de você. - Tocou o meu rosto - Seja lá o que ela tenha feito, saiba que ela te ama, e jamais faria algo para te magoar. - defendeu.

- O que ela fez foi além de me magoar... maculou o que sentíamos uma pela outra...

 

Heloísa soltou-me parecia ter entendido o significado. Francisca aproximou-se, avisando:

 

- Já separei o que a senhora pediu. - informou - Matias está aguardando.

- Obrigada, Francisca. Diga a ele que não precisarei dos seus serviços. - ela assentiu - Vou sair com o meu carro. - encarei a minha sogra - Heloísa, sinto muito mas eu realmente preciso espairecer um pouco, não tenho suporte psicológico para permanecer nessa casa.

 

Ela tinha um olhar perdido analisando o que havíamos conversado a pouco, suspirou concordando, pedindo para eu não sumir e assim que pudesse entrasse em contato para não preocupá-la.

 

Dirigia no automático parando do outro  lado da rua. A minha intenção era ir para um hotel e ficar um tempo lá, não me dei conta do caminho que peguei. Olhei para aquela rua vendo as crianças brincando distraídas e alheias da minha presença oculta pelo insulfilm. Suspirei. Saí do carro indo até a porta, toquei a campainha e nada. Usei a minha chave reserva e entrei. A casa estava vazia, esqueci que era sábado, ou seja, dia de feira. Deitei no sofá, a ideia de ter que subir até chegar ao meu antigo quarto era cansativo demais. Estar naquele lugar trazia boas recordações, adormeci rapidamente.

 

"Me vi parada no meio de um pequeno riacho. A água estava até a minha cintura, não senti vontade de me mexer, algo em estar ali trazia-me paz. Deixei o meu corpo boiar enquanto olhava para algumas nuvens. A suave brisa se fez presente assim como a sua presença, não precisei olhá-la para saber que estava lá. Sentia que ela sorria para mim, devagar fiquei em pé ao centro daquele riacho novamente. Aproximou da beirada levantado aos poucos o véu que cobria parcialmente o seu rosto. O meu coração batia forte, fui tomada por uma emoção familiar. Jamais tive a oportunidade de conhecê-la em vida, mas via o seu rosto constantemente em minha juventude. Diana tinha um olhar amoroso e o seu sorriso fazia o meu coração bater mais forte. Abaixou, tocando com a ponta dos dedos a superfície da água. 

 

- Olá, Mia! - sua voz era suave - É bom revê-la, já faz muito tempo! - sorriu saudosa.

 

Não sabia definir o que sentia, era tudo muito confuso. Tinha certeza que nunca tínhamos nos encontrado ao mesmo tempo era como se a conhecesse há muito tempo. O seu olhar atraía o meu em reconhecimento.

 

- Camille... - sussurrei diante da verdade.

- Sim! - ela parecia ler em meu olhar o que eu não conseguia dizer - Não é a primeira vez que nos encontramos e certamente não será a última.

- Eu não entendo.

- Compartilhamos algo que vai muito além de qualquer compreensão! - encarei o seu olhar - Não somos almas gêmeas. - riu suavemente - Mas somos eternas companheiras, já convivemos juntas em muitas outras existências.

- Continuo sem entender. - pressionei a minha nuca - Eu... eu morri? - senti medo da resposta.

- Não. Você me chamou. - sua fala era mansa.

- Como? - falei confusa.

 

Levantou-se, percebi o seu olhar em volta de mim.

 

- Estamos conectadas. - sorriu - Observe a água em que está - olhei - Vê como ela está mais escura em volta de você? - Assenti - Isso é o que você está sentindo agora; a raiva, a incerteza, os seus medos e frustações. Enquanto a água próxima a margem está mais límpida. - olhei ao redor - Ela representa tudo o que há de bom em você, porém está cada vez mais afastando-se dela. - percebi o sentido dúbio.

- O que eu faço?

- As suas escolhas fazem parte do seu processo de evolução, tudo o que está vivendo e irá viver.

- Eu escolhi sofrer? - falei incrédula.

- Não exatamente. - sorriu - Veja bem, antes de vir para o plano atual houve escolhas feitas por você afim de corrigir os seus erros passados.

 

Refleti as suas palavras, olhando-a com curiosidade. Diana assentiu, respondendo-me:

 

- Sim. A minha doença foi a maneira que encontrei para pagar por algo passado, foi necessário ter passado por tudo aquilo para eu poder prosseguir em meu crescimento espiritual.

- Não consigo conceber isso tudo - neguei, pressionando a minha têmpora - É tudo tão...

- Absurdo? - sorriu tranquilamente.

- É! - sentia sufocada com o pensamento que tive.

- É compreensível.

 

Olhei o seu reflexo na água, não refletia a loira em pé e sim uma jovem de traços marcantes e longos cabelos cacheados e escuros, de olhos serenos em uma tonalidade conhecida.

 

- Elena - murmurei - Eu sempre achei que ela fosse Camille... Os olhos...

- Mia, quero que preste atenção no que irei dizer. Nada que está acontecendo é por acaso. Todos nós temos uma missão, cabe a nós cumpri-lá ou não.

- Eu tenho uma dívida com Elena? - sussurrei.

- Isso cabe a você descobrir.

 

Sentia vontade de perguntar tantas coisas, sanar todas as dúvidas.

 

- Esther sente tanto a sua falta... A minha mãe nunca te esqueceu.

- É recíproco. A minha menininha... e a minha luz... - falou emotiva - Infelizmente tivemos tão pouco tempo juntas.

 

Toquei o meu rosto sentindo um calor gostoso, não houve mais tempo, apenas ouvi como em um segredo o que disse:

 

- Até o dia em que nos reencontraremos novamente. - sorriu misteriosa."

 

Despertei aos poucos sentindo o seu delicado toque em meu rosto. Pisquei sentindo dor de cabeça e nos olhos pela claridade do ambiente. Tampei os meus olhos com a mão gem*ndo baixinho. Assim que acostumei com a claridade observei os seus olhinhos curiosos que sorriam para mim.

 

- Oi! - voz infantil.

- Olá! - respondi mal humorada.

 

Mesmo com o meu tom ela não pareceu se afetar, só serviu para aumentar o meu risinho inocente. Aproximou, eu recuei. Esticou suas mãozinhas tocando o meu rosto, eu não sabia como agir deixando que o fizesse. Arqueei a sobrancelha, ela acompanhou o movimento com o dedinho. Desceu sua mãozinha fazendo carinho em meu rosto, para em seguida juntar as mãos empurrando minhas bochechas fazendo com que eu fizesse um bico.

 

A sua risada chamou a nossa atenção, olhamos em sua direção com Júlia segurando o meu rosto. Esther estava encostada no batente da porta sorrindo para nós. Aproximou, agachando-se atrás da menina que havia soltado o meu rosto, sussurrou algo em seu ouvido e sorriram entre si, Júlia concordou, estava indo para a cozinha quando voltou e beijou o meu rosto, retomando o trajeto. Desde que Esther havia adotado a pequena poucas foram ás vezes que não vimos, duas vezes na verdade. Agora percebo o quão estive afastada da casa de minha mãe e dedicava-me a Elena. O calor de sua mão em meu rosto me fez olhá-la, suspirei com o seu carinho.

 

- Oi.

- Oi.

 

Silêncio, permanecemos assim até ela se levantar e esticar a mão para mim, chamando-me:

 

- O almoço está pronto. Deve estar com fome, vamos? - pediu suavemente.

 

***

Esther

 

Estávamos observando Mia que mal havia tocado na comida, parecia se esforçar para engolir. Não adiantava pressiona-lá, Mia era do tipo de pessoa que tem o tempo certo para desabafar, restava esperar isso acontecer. Júlia por sua vez procurava chamar atenção para si, conversando e interagindo com todas. Lúcia cortava o pedaço de torta de maçã para Júlia quando Mia se levantou pedindo licença.

 

- Mãe se importa se eu ficar contigo alguns dias?

- Fique o tempo que precisar, amor! Sabe que essa casa será sempre sua.

- Obrigada. Vou guardar o meu carro e ir tomar um banho.

- Deixa que eu guardo para você, precisa descansar - sugeri.

 

Mia estava tão cansada que apenas concordou, agradeceu e saiu.

 

***

 

Tentei concentrar no que Júlia dizia, mas a minha atenção estava voltada para aquele quarto. Despertei com o toque em meu braço.

 

- Esther? - Lúcia chamava.

- Oi! Desculpe, estava distraída. - percebi o olhar em expectativa de Júlia.

- Entendo. É difícil ficar aqui sabendo que ela não está bem, mas de nada adianta pressionar se sabemos que ela não falará assim. - concordei - Júlia perguntou se ainda iremos ao cinema, caso não se importe vou levá-la.

 

Percebi a deixa, abaixei de frente para a pequena.

 

- Jú, hoje a mamãe não vai poder ir com vocês. - fiz carinho em seu rostinho.

- Mas mamãe...

- A minha cabeça está dodói, entende? - toquei minha têmpora imitando o biquinho que ela fazia.

- Sim. - envolveu o meu pescoço, beijando com carinho onde apontei - Para sarar! - sorriu.

- Obrigada, princesinha! É tudo o que preciso para melhorar - retribui o carinho - Promete se comportar? E contar tudinho do filme depois? - estiquei o mindinho em sinal de cumplicidade.

- Sim! - selou a promessa.

 

Bati suavemente, não houve resposta. Abri devagar e entrei, encostando na porta. Havia pouca claridade no ambiente, mas o suficiente para vê-la olhando para o teto. Engoli seco, aspirando o cheiro de banho recém tomado. Aproximei. Não precisou falar, seus olhos fizeram um pedido silencioso. Deitei de barriga para cima, enquanto Mia envolveu o meu corpo em um abraço apertado. 

 

 

Amor não é só poesia e refrões. Amor é RECONSTRUÇÃO. É ritmo. Pausas. Desafinos. E desafios.

 Fernanda Mello


Continua... 

Fim do capítulo

Notas finais:

Música para entrar no clima: 


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Comentários para 24 - Capítulo 24:
rhina
rhina

Em: 16/06/2018

 

Que história empolgante. ....Rica de conteúdo. ....Rica de vida.....Rica de dados.....Rica de fatos.....Rica de sentimentos 

Rhina

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Runezinha
Runezinha

Em: 15/06/2018

Meu deus nao tem como nao se apaixonar pela Júlia! Esther pela mor ne se controla ... Mia nao desisti força!

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Mille
Mille

Em: 16/03/2016

A casa capítulo mais surpresa vão aparecendo, Diana e Mia já se conheciam do passado. Acho que Elena e Mis precisam conversar depois do acontecimento que infelizmente acabou o relacionamento, agora é construir novos caminhos.

Ester tem a chance de cuidar da Mia, ela está diferente adormeceu muito e a pequena linda.

Bjus e até o próximo


Resposta do autor em 16/03/2016:

Boa noite querida! Rsrsrs É elas precisam conversar e muitooo rsrsrs

falo mais nada, só observo ;x

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Ana_Clara
Ana_Clara

Em: 16/03/2016

Lindo! E como sempre as surpresas dos capítulos postados dão um gostinho de quero mais. Já está no momento de esse sofrimento todo abrandar um pouco. Torcendo muito por elas, muito mesmo. E confesso que gosto muito da Elena e espero que ela encontre a paz para necessária para ser muitíssimo feliz.


Resposta do autor em 16/03/2016:

Obrigada :)

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lia-andrade
lia-andrade

Em: 16/03/2016

Simplesmente maravilhoso.. cada capítulo trás um pouco de mistério sobre as vidas passadas de Mia e Esther.. Camille é na verdade Diana? E eu jurava que era Elena.. que surpresa hein autora rsrs 

Beijos, até breve. 


Resposta do autor em 16/03/2016:

Bom dia! Rsrsrs Obrigada! Até o próximo cap ^^


Resposta do autor em 16/03/2016:

Bom dia! Rsrsrs Obrigada! Até o próximo cap ^^

Responder

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graziela
graziela

Em: 16/03/2016

E agora,  espero que a Esther cuide direitinho da Mia,  pois ela está sofrendo muito. 

Com todas essas informações e com tantos problemas em casa,  quem não estaria sofrendo mesmo não é? 


Resposta do autor em 16/03/2016:

Né rsrs Ótima semana querida ;)

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lis
lis

Em: 16/03/2016

Boa noite autora, tudo bem? Bela canção e belo capitulo, parabéns, espero que essas duas se entendam, pois a Esther nunca desistiu da Mia né, mesmo ela estando casada ela ainda a espera.


Resposta do autor em 16/03/2016:

Como diz aquela música Alma Gêmea: "Mas....o verdadeiro amor espera b34;"

hahaha falo nada, só observo!

Ótima semana querida ^^

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Taypires
Taypires

Em: 16/03/2016

Excelente 👏👏👏👏


Resposta do autor em 15/03/2016:

Obrigada ^^

Responder

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