Capítulo 9

Capítulo 9

de Amor sempre vence? Segunda temporada, por Esantos

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EMILE

 

Tudo seguiu tranquilo e a semana passando rápido na quinta a noite a Elise puxa um assunto que me deixou um pouco tensa.

--Vocês já tiveram uma conversa sobre sexo com as crianças?- Eu a olhei com uma cara não muito boa onde já se viu eles ainda eram três crianças.

--Ainda não filha você já acha que eles estão pensando em sexo?

--Não sei mãe, mas as coisas mudaram muito, nos tempos de hoje as meninas zoam as outras garotas de treze ou quatorze anos ainda virgem e acho que principalmente para os meninos, pois sempre a sociedade machista os levam a começarem suas vidas sexual mais cedo.

--Mas eles só tem quatorze anos- Os defendi afinal eles eram meus bebes

--É amor a Elise tem razão, vamos conversar com eles amanhã.

--Mas Elise eles te falaram que tem intenções de... é ...de.. . – A palavra transar não saia

--Transar amor? – Fiz uma careta e balancei a cabeça afirmativamente

--Eu vou subir para o quarto estou escolhendo alguns utensílios do restaurante. Amo vocês – Deu um beijo em nossas testa e saiu

--Amor vamos para o quarto?- Carol falou levantando, mas eu ainda estava pensando nos meus bebes

--Mas linda será que eles já fizeram algo?

--Eu não sei se fizeram pode ter certeza que foi o Gui ele não pode ver um peito e uma bunda, não sei a quem ele puxou. – Ela falou rindo 

--  A isso é verdade aquele ali é tarado em uma bunda. – Ela deu um tapa em meu braço- -Ai o que eu disse?

--Não falou nada mas tenho certeza que pensou nas bundas das piranhas que você pegava.

--Nenhuma é tão linda quanto a sua – tentei reverter, disse a puxando fazendo-a sentar-se no meu colo

--A é então vamos para o quarto que te dou ela todinha. – Ela falou no pé do meu ouvido quase que gemendo, fiquei arrepiada no mesmo instante.

--A então você vai me dar essa bundinha gostosa é?- ela balançou a cabeça sapeca e fiquei muito excitada com isso.

--Só vai saber se subir agora para o quarto. – Falou saindo rebolando aquela bunda que sempre me deixou louca de tesão, levantei correndo e a abraçando subimos com os nossos corpos grudados, porem nos detivemos na frente do quarto da Estelinha que estava com a luz acesa, nos sempre antes de ir dormir íamos dar um beijo neles.

--Boa noites meus amores- disse Carol indo em direção aos três espremidos na cama, da estelinha

--Boa noite mães – os três responderam sem tirar os olhos da TV

--O que de tão bom vocês estão assistindo? – Fiquei curiosa

--Filme. – Toninho respondeu

-- Olhem lá os filmes que vocês estão assistindo depois ficam ai sem conseguir dormir, não é Gui?-  Ele sempre que ia na cabeça dos irmãos e assistia filme de terror acabava sem conseguir dormir direito

-- Tá tranquilo mãe esse filme é tranquilo. – Falou dando uma de fortão

--Tudo bem durmam bem e depois do filme cuidem de dormir amanha tem escola.- Eles nem nos responderam nós beijamos a cabeças deles e saímos

--Vem amor corre – Carol falou me puxando para o quarto

--Calma minha delicia temos a noite toda. – falei entrando no quarto

--A não temos não daqui a pouco o Gui chega com aquela cara de machão dele pedindo para dormir conosco. – Ela disse já me abraçando eu rir da pressa dela e me dei ao trabalho de beijar aquela boca gostosa.

--Então vamos aproveitar o restinho do tempo que nos temos- fui a guiando para cama, ela afastou-se de mim ficou de pé e começou a despir-se lentamente fiquei inebriada com tamanha beleza ela tirou toda roupa deixando apenas a calcinha de renda preta a impedir que ela continuasse –

--Calma que essa ai quem vai tirar sou eu- Falei a puxando para mais próximo de mim passei a boca ainda por cima da calcinha e sentir toda sua umidade, subir em encontro a sua boca e a joguei encima do colchão ela soltou um sorriso safado e eu me joguei encima daquele corpo sedento para ser consumido.

--Hoje eu quero que você me foda gostoso. – nossa quando ela me pedia isso eu sabia que ela estava afim de uma coisa com mais pegada e isso me deixava com mais vontade ainda.

--A é? Eu vou te foder  gostoso minha delicia – Disse tomando sua boca em um beijo apressado cheio de desejo, desci a boca para seus seios dando devida atenção a eles, depois de uns minutos desci a boca ate o seu sexo, tirei aquela ultima peça que estava em nosso caminho e me deliciei naquele poço de desejo que me enlouquecia de tesão, passei a língua firme no seu clitóris já durinho,ela soltou um gemido baixo aquilo foi um bálsamo para meus ouvidos, eu continuei a chupando ela colocou as mãos na minha cabeça forçando o contato eu percebei que ela estava preste a gozar  sem avisa-la levantei a cabeça e fiquei de pé em frente a ela, quando ela abriu os olhos em desespero para entender o que houve eu dei um sorrisinho sacana e abrindo as pernas dela e colocando dos dedos dentro do seu sexo molhado, dei uma estocada ela arqueou o corpo, na segunda ela gemeu, quando me certifiquei que tinha conseguido o que queria com certa força a virei de costa e com uma voz de ordem disse – Fica de quadro para mim agora – Ela me atendeu passei novamente meus dedos em seu sexo para molha-lo mais  e segurei seu quadril com a outra mão e delicadamente coloquei um dedo naquela bundinha que implorava para ser comida, ela começou a rebolar no meu dedo eu já estava tão enlouquecida de tesão que nem a roupa tirei.

--Vai delicia quero mais! – Ela pediu me excitando ainda mais coloquei outro dedo devagar e ela gemeu alto já estava me segurando para não gozar com aquele contato incrível, intensifiquei as estocadas  sem que ela esperasse sabia que ela em breve iria gozar então não conseguir segurar mais meu desejo.

--Vai Carol rebola para mim gostosa Ai! Isso assim vai- Ela rebolava cada vez mais

--Assim amor Ah... vai Emy eu vou gozar Aiii...- Quando ela explodiu em um orgasmo longo e eu a acompanhei. Ela se esparramou na cama e eu a acompanhei deitando ao seu lado

--Caramba amor você cada vez me surpreende sabia?- Ela falou ofegante

--Você que cada dia fica mais gostosa, agora vem aqui que ainda estou vestida, quero te surpreender mais. – Falei a beijando novamente, ela colocou a mãe dentro do meu short estimulando meu sexo em uma masturbação deliciosa inverteu a posição e tirou minha blusa assim que ela ia tirar meu sutiã escutamos as batidas na porta, ele ate que tinha demorado pensei.

--Vai abrir amor vou no banheiro tomar um banho e colocar uma roupa- ela disse  recolhendo as roupas espalhadas pelo quarto, eu coloquei a blusa passei as mãos nos cabelos desgrenhados e fui abrir

--Mainha posso dormir aqui com vocês? O Toninho tá roncando. – Agora imagine vocês um moleque com 1,75 de altura, cheios de músculos com  um travesseiro na mão pedindo para dormir com as mães ? Pois é esse era meu filho mesmo.

--Entra filho, eu disse para não assistir aquele filme. – Disse deitando ao seu lado

--Mas eu pensei que não iria aparecer tantos monstros daquela maneira, a senhora precisava ver eles eram horrendos. – Ele fez cara de medo e quase rir, eu o abracei e fiquei esperando a Carol sair do banheiro estava com o cheiro do seu sexo em minhas narinas e com o sexo latejando de vontade de tê-la mais um pouco, porem quando olhava para o Gui ali já cochilando me fazia esquecer tudo, parecia que o extinto materno era maior que qualquer coisa que existisse. Após uns minutos ela saiu do banheiro e deitou na outra ponta da cama logo ele a abraçou, assim que ele cochilou eu levantei e fui tomar um banho, estava com a calcinha encharcada, rir ao lembrar o porque e tomei um banho frio para acalmar os ânimos, sair do banheiro e fiquei rindo analisando a cena deles abraçados dormindo, tanto o Gui quanto  o Toninho eram grandes e qualquer pessoa que os vissem diziam que eles tinha um dezessete sem duvida nenhuma, umas mãos e pés  enormes, cabelos escuros iguais os meus, deitei na outra ponta da cama entrando debaixo das coberta, se a cama não fosse enorme não me caberia ali, mas como fiz por encomenda para meu tamanho  dava perfeitamente, cochilei um tempo depois e só acordei com o despertador no outro dia. Levantei e fui fazer minha higiene matinal nem tinha percebido que a Carol não estava mais na cama e sim no banheiro tocando de roupa.

--Bom dia amor – Ela disse beijando meu ombro e olhando para o espelho para encontrar os meus olhos.

--Bom dia minha linda. – Falei me virando para abraça-la

--Quero a segunda parte da noite de ontem. – Falou com o seu sorriso safado que eu tanto gosto

--Quantas repetições você quiser, sabe que estou sempre a sua disposição. – falei voltando a escovar os dentes

--Amor vai trabalhar o dia todo hoje? Temos que comprar o presente da Duda, quero que você vá comigo conhece mais os gostos dela que eu.

--Tudo bem pode ser a no final da tarde? Pois vou no Rosa’s.

--Tudo bem creio que as 16:00hs está bom?

--Ótimo minha vida.- Fui interrompida por o Gui entrando correndo no banheiro para fazer xixi.

--Guilherme nem para bater na porta.

--Ai mainha “tava” apertado. – Falou acabando de aliviar-se

 --Gui meu filho já disse que faz mal segurar o xixi, você tem essa mania desde criança. – ele já acabou e já ia voltando para cama.

--Se você tocar nos meus lençóis sem antes lavar essas mãos juro que faço coco debaixo do seu travesseiro . –Mania horrenda desses homens, nem para lavar as mãos.

--Credo eu só fiz xixi- disse lavando a mão

--E na próxima vez levanta a tampa. – Disse dando um pescotapa

--Credo por que mulheres são tão chatas?

--Por que homens são tão porcos? Prefiro a chatice a nojeira – Falei saindo do banheiro e vendo a Carol abaixada pegando alguma coisa no chão, inclinei minha cabeça para ver a sua bunda definida naquela saia justa que ela usava

 -- Vai babar é mainha? – Gui disse rindo deitando na cama

--Não posso fazer nada se sua você tem uma mãe tão gata assim. – Falei pulando encima dele na cama

--Na moral meus amigos morem de inveja de mim, tenho duas mães muito gatas mesmo.- falou orgulhoso

--Mas diga a seus amiguinhos que se eu ver eles olhando para minha loirinha sabe o que eles vão ganhar? –ele fez um não com a cabeça e eu fui para cima dele afim de imobiliza-lo, ele mas ele além de ser mais forte já tinha uma técnica bem desenvolvida pelos treinos pesados que fazia, ficamos ali “brincando de luta” um bom tempo

--Bora parar vocês dois para não se machucarem. – Disse Carol batendo em nós com o um dos travesseiros que estava espalhados por todo quarto

--Nossa mãe você está uma gata hoje, acho que os cara lá no hospital ficam babando.- Fuzilei ele com o olhar – É mas.. é que eu tô atrasado vou tomar banho- Saiu correndo do quarto.

--Tadinho amor que cara feia. – ela falou rindo

--Ele te razão precisa ir assim tão arrumada?  - Falei ainda com a cara fechada

--Tenho um reunião com alguns representantes do SUS, sobre a ala de traumas que vamos destinar a eles, e não posso ir de roupa cirúrgica  né amor?

--Mais eu não vejo problema nenhum nisso ela é bonita e principalmente folgada. – Falei tirando minhas roupas para tomar banho

--Deixa de besteira, que não tem nada demais na minha roupa- ela beijou meu ombro, eu fui tomar banho e ela desceu para tomar café, após o banho decidir que iria me vingar, coloquei minha calça jeans mais apertada e uma blusa de alcinha, na hora do treino trocaria de roupa, coloquei uma rasteirinha e desci. – Bom dia meus amores.  Falei beijando a cabeça de Estelinha e Toninho

--Nossa o que deu em vocês hoje? As duas estão lindas. – disse Estelinha pegando na minha mão fazendo eu dar uma voltinha 

--Realmente, minhas mães são umas gatas, se eu gostasse de mulher com toda certeza eu só iria ficar com meninas gatas assim – Disse Toninho e eu comecei a rir, mas não do que ele disse e sim da cara de Carol, ela estava me olhando com cara feia, nada fiz só sentei com uma cara debochada e comecei a comer.

--Mãe quem é aquela morena gata que estava no treino ontem, conversando com a senhora? Perguntou Guilherme.

--Qual filho?

--Uma baixa com a franjinha. – Forcei um pouco a memoria e lembrei.

--A sei é a nova preparadora física contratamos ela ontem, estava apresentando o time a ela.

--Droga pensei que ela era mais nova, ela é solteira?

--Não sei filho, sei a idade ela tem vinte e dois anos- acabou de sair da faculdade.

-- Ela é muito gata! – ele exclamou e a Carol me olhou com uma cara de quem me perguntava “como assim?”

--É mesmo? então vou dá uma passada na quadra depois da natação hoje. – Disse a Estelinha com seu jeito sapeca de ser

--Olhem lá vocês não vão me criar problema.

--Comam rápido, pois uma bundinha gostosa não vai fazer vocês passarem nas provas, já estão atrasados. – Carol falou brava, assim que acabamos as crianças foram Pegar os seus materiais e eu fui me despedir da emburrada da Carol.

--Você não presta mesmo, não é Emile, agora me responda como conseguiu colocar uma calça tão apertada? A vácuo?- Falou levantando da mesa

--E essa saia? Também? Foi você que provocou. – Não vimos a Elise parada na entrada da cozinha

--Credo vocês ainda implicam com a roupa uma da outra? Vocês não cresceram não?

--Filha veja só essa calça dela? Ela não se enxerga, acha que só por que tem esse corpo perfeito pode usar qualquer roupa, ela é uma mulher casada. – Falou Carol brava

--E você? Com essa saia ? só para se mostrar para um bando de engravatado esnobe.

--Vocês parecem um casal de adolescente. – Ela falou rindo

--Já vou para não atrasar os meninos, ate mais tarde. – mesmo com aquela pequena discursão sobre a roupa dei um selinho nela e fui para o carro, peguei os meninos e saímos.

-- Obrigada Gui por pergunta da menina na frente da sua mãe. – Falei olhando pelo retrovisor

--Caraca mãe esqueci foi mal. – disse voltando a colocar o fone de ouvido, balancei a cabeça e continuei dirigindo deixei-os na escola e fui para o clube e comecei o treino com as garotas estávamos treinando pesado para a super liga que iria começar dentro de alguns dias, treinamos no final da manhã os meus adorados filhos chegaram e nos acompanharam no almoço, eles pareciam parte do time chamavam ate algumas jogadoras de tia, após o almoço a Estelinha e o Gui ficaram babando pela a preparadora física, as duas horas fui com eles para o  Rosa’s eles adoravam os avos postiços deles, e os idosos ficavam muito felizes, pois quando eles iam lá era uma festa só, ao chegar encontramos a Camila que estava atendendo uma da senhoras.

--Tia Mila – Os três disseram pulando  no pescoço dela

--Calma ai senão vão derrubar a nanica – eu disse e ela mostrou a língua

--Tia faz tempo que não vai lá em casa, não gosta mas de nós? – Perguntou o Gui ele sempre adorou a Camila

--Ô meu amor é que estou sem tempo, mas semana que vem marcamos de ir para o cinema nós quatro o que acham?

--Tudo bem, beijo tia- Eles saíram em direção ao salão de jogos, o Gui ensinavam aos idosos a jogar vídeo game, o Toninho ficava jogando xadrez e a Estelinha ia fazer penteados nos cabelos das senhoras, nem sempre ficavam  bons mas elas adoravam.

--Emy a Elise voltou para ficar mesmo?- Ela perguntou envergonhada

--Segundo ela sim, Camila você realmente a ama? – Perguntei na lata

--Amo, com a mesma intensidade de treze anos atrás. -  Ela falou me olhando nos olhos

--Então lute pelo amor de vocês, se esse sentimento for mutuo vocês ficaram juntas.

--Mas não sei se ela ainda me ama.- ela falou triste.

--Só saberá se perguntar a ela não é isso? Agora deixa eu fazer os exercícios  que eles estão esperando

--Tudo bem eu vou procura-la, obrigada Emy – eu balancei a cabeça e sair as 15:30 deixei os meninos em casa e fui para o hospital buscar a Carol no hospital ao chegar cumprimentei algumas pessoas e fui direto para a sua sala.

--Ola Rute a Carol está no consultório ou na diretoria? – perguntei a sua secretaria

--Está na diretoria os representantes da secretaria de saúde saíram agora pouco. – ela disse e voltei para o elevador pois o ultimo andar era totalmente reservado para parte administrativa do hospital, agradeci a informação e subi, bati duas vezes na porta e entrei ela estava abaixada novamente com a bunda empinada, gostosa como sempre, entrei e fiquei olhando

--Rute você viu  aquela pasta- ela falava movimentando os quadris

--Ela eu não se,i mas eu estou tendo uma das mas belas visão do mundo aos meus olhos.- Ela levantou com um sorriso de canto de boca.

-- Não adianta vim me agradar que ainda estou com raiva de você. – Ela disse indo para sua cadeira, eu entrei passei a chave na porta e caminhei ate ela que estava sentando na cadeira atrás da mesa

--Então quer dizer que você está com raiva de mim? – Perguntei a puxando para colar  nossos corpos

--Estou sim – ela disse encostando sua boca na minha

-- Então você não vai me deixar fazer isso – Disse passando a mão na coxa dela subindo sua saia

--Na... não – Falou fechando os olhos

--E isso ? – falei afastando a calcinha dela e passando os dedos em seu sexo.

--Ahh..- Ela gemeu

--Já que você está com raiva de mim, vou ter que te esperar ali sentada na cadeira- Disse tentando afastar minha mão

--Amor se você tirar essa mão dai eu juro que vou quebrar todos seus dedos. – Ela disse segurando minha mão

--Mas você não está com raiva de mim.- falei com um sorriso safado

--Emy cala essa boca e me come. – Ela disse beijando meus lábios, não tinha mais o que fazer a não ser me entregar ao nosso desejo, voltei a mão na posição inicial, e nem o trabalho de tirar sua calcinha eu tive, apenas a coloquei de lado e comecei a massagear o clitóris dela, ela se movimentava acompanhando o ritmo, quando sentir seu sexo inundado de desejo a penetrei com dois dedos, ela soltou um gemido abafado em meu ombro

--Está gostoso minha delicia? – perguntei em seu ouvido

--Muito amor eu quero mais. – Ela pediu e eu obedeci coloquei mais um dedo, seu corpo se elevou mais um pouco e o telefone começou a tocar, fiz menção de tirar a mão ela me olhou nos olhos como se dissesse “se tirar eu te mato”, eu continuei com as estocadas fortes  logo ela gozou deliciosamente em minhas mãos.

-- Se você tirasse a mão na hora que o telefone tocou eu ia te matar. – Ela disse ofegante com um sorriso

--Eu pensei que você iria atender. – Disse retirando os dedos devagar de dentro dela,  os lambi sentindo o gosto delicioso dela.-–Você é muito gostosa loirinha. – Ela não esperou eu tirar os dedos da minha boca e avançou na minha boca, ela abriu o flahs da minha calça e assim que ia colocar a colocar a mão o telefone toca novamente. –É melhor você atender linda pode ser alguma coisa importante- ela apertou o botão atendendo o telefone no viva voz.

 --Alô!

--Ai credo não que me atender diga logo, nem se eu estivesse transando eu deixaria de te ligar. – Escutei a voz de Bernardo no outro lado

--E que disse que ela não estava – falei e levei uma tapa no braço da Carol

--Ah só podia ser, ave por isso a secretaria disse que estava ocupada agora que já gozou vem aqui embaixo que quero um parecer seu. – Ele disse rindo

--Nossa Be como você é chulo, vai demorar ? Pois vou comprar o presente da Duda.

--Sei vocês vão é trepar o resto da noite, mas vem é rápido, e eu estou tão triste que não vamos para a festa da mini caminhão, mas depois nós encontramos.

--É mesmo vocês vão para o Recife tinha esquecido, vão lê o testamento do pai do Cá, tudo bem, já chego ai. – Ela desligou e me deu um beijo

--Prometo te recompensar em dobro, me espera que já volto. –Ela saiu eu sentei no sofá e esperei ela por um tempo, vinte minutos depois ela voltou e saímos direto para o shopping lá compramos o presente para a Duda a Carol entrou em umas três lojas antes de saímos de volta para casa, chegamos já na hora do jantar, as crianças subiram para seus quartos e eu convidei a minha esposa para namora um pouco

--Linda vamos lá para o jardim toma um vinho o que acha? – falei levantando as sobrancelhas, ela riu

--Vamos sim amor, a noite está linda. – saímos e ficamos lá deitada por um tempo  enchemos as taças e ficamos ali trocando carinhos e afagos, a Elise chegou disse que ia sair conversamos um pouco logo depois voltamos as nossas atenção a nós ela estava deitada em meu peito e eu afagando seus cabelos.

--É tão lindo ver vocês assim sabia? Quando crescer vou ser assim como vocês. – Disse Toninho sentando em uma cadeira ao lado da rede.

--Se você tiver a sorte de achar um amor assim como o nosso será a pessoa mais feliz dessa vida meu amor- Carol disse com carinho para ele que apenas riu olhando para baixo.

--Filho e o menino que você estava afim? A quantos anda?

--Não sei mainha aquele monstro do pai dele marca encima sabe, dai ele fica com medo.

--Mas ele gosta de você?

--Acho que sim ao menos ele diz que gosta, nos ficamos umas vezes e foi tão bom.

--Entendo, mas vai com calma tá meu anjo não quero ver você machucado por causa de ninguém – disse Carol

--Tudo bem mãe agora me respondam uma coisa, quando vocês descobriram-se apaixonadas? – ele perguntou falando rápido, quando já íamos responder a Estelinha chegou falando

--Ei manezão deixa as mães namorarem um pouco não está vendo que você esta de vela? – Ela disse também sentando ao nosso lado

--Nada disso filho vocês não estão atrapalhando. – Tomei o restante do vinho tornei a encher a taça.

--Bem filho eu descobrir que estava apaixonada pela Emy na manha seguinte ao nosso encontro pois não conseguir pensar em outra coisa a não ser nos seus olhos negros, fiquei completamente sem rumo, não dormir nem um segundo aquela noite. – Disse solvendo o resto do vinho em sua taça

--E você mainha como foi?- Ele perguntou

--Da mesma forma que ela só que foi na mesma hora que esbarrei com ela na porta do banheiro da escola, ela estava muito linda os cabelos loiros um pouco preso e com a cachos nas pontas, uma sainha pinçada e os olhos verdes mais lindos que eu vi, olhei para ela com aquela carinha de brava e tive vontade de a beijar ali mesmo.

--Nossa que lindo. – Ele falou admirado

--Eu sei lá acho que teria medo de viver assim como vocês duas. – Disse a Estelinha

--Assim como ? – Carol perguntou

--Sei lá com essa dependência, parece que uma vive em função da outra esse troço de amor é muito complicado.

--Filha nos não dependemos uma da outra e sim nos completamos, e o amor não faz você viver em função da outra e sim querer agradar a outra pessoa para vê-la feliz, com isso você estará feliz isso é um pouco do que é o amor; - Carol falou e assim continuou  ate tarde da noite logo o Gui se juntou a nós e ficamos ali conversamos sobre tudo, ainda tomamos mas duas garrafas de vinho e quando vimos já era bastante tarde.

--Bem a conversa está boa, mas vamos subir linda? Estou morrendo de sono.

--Vamos sim esse vinho já me deixou um pouco tonta, e vocês meus amores já para a cama que está tarde.

--Meninos vocês bem que poderiam me levar no colo não é? Estou morrendo de preguiça. – Disse Estelinha fazendo manha para os garotos.

--EU mesmo não, vai que eu quebre minha unha – Disse Toninho levantando e espreguiçando-se.

--Ai maninha “tô quebradão” do treino de hoje sinto muito vai ficar para outro dia – Disse o Gui

--Tudo bem eu vou fazer esse sacrifício – Ela disse levantando, todos saímos caminhando, quase na entrada de casa ela subiu nas minhas costas

--Mas olha pra isso! Você não tem mais idade de brincar de cavalinho não filha.

--Ai mainha deixa de ser ruim – Eu comecei a rir segurei as pernas dela e a levei ate o quarto.

--Agora durmam bem meus bebes – disse Carol beijando cada um

--Escutaram meus bebes. – Eu falei apertando as bochechas deles, depois dei um beijo neles e saímos para nosso quarto.

--Eles estão se tornando pessoas ótimas não é amor? –Carol perguntou enquanto eu ia ao banheiro

--Estão sim, também vivendo no meio de tanto amor não teria como ser diferente, agora vem tomar um banho comigo? vou ligar a hidro.

--Que proposta mais tentadora amor. – Ela disse já tirando a roupa e indo em minha direção. Fizemos amor na banheira depois fomos dormir.

 

Fim do capítulo

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Conversa

Comentários

1
Foto de Lea

Lea

25/10/2021 às 07:05

As cenas hots em Carol e Emy são as melhores!!!!

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