• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • Decifra-me ou Devoro-te
  • Capítulo 18

Info

Membros ativos: 9579
Membros inativos: 1617
Histórias: 1971
Capítulos: 20,927
Palavras: 52,929,536
Autores: 808
Comentários: 108,967
Comentaristas: 2597
Membro recente: Anik

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025
  • Livro 2121 já à venda
    Em 30/07/2025

Categorias

  • Romances (875)
  • Contos (476)
  • Poemas (234)
  • Cronicas (232)
  • Desafios (182)
  • Degustações (27)
  • Natal (9)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • Entrelinhas de um contrato
    Entrelinhas de um contrato
    Por millah
  • RASGANDO O VEU DE MAYA
    RASGANDO O VEU DE MAYA
    Por Zanja45

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • Feliz Natal
    Feliz Natal
    Por caribu
  • Lupas
    Lupas & Lentes
    Por llorylua

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (875)
  • Contos (476)
  • Poemas (234)
  • Cronicas (232)
  • Desafios (182)
  • Degustações (27)
  • Natal (9)
  • Resenhas (1)

Decifra-me ou Devoro-te por KFSilver

Ver comentários: 6

Ver lista de capítulos

Palavras: 2581
Acessos: 2786   |  Postado em: 00/00/0000

Capítulo 18

Amélia

 

- Você é o meu tudo!

 

Suspirei. Não estava acreditando que havia permitido aquilo. "Preciso sair daqui!" ela continuou:

 

- Você foi o meu primeiro beijo. A minha primeira vez. - "Eu deveria ter sido a única!" - O meu primeiro e único amor... - interrompi.

- Mas jamais fui a sua primeira opção! - Aquilo estava entalado há anos.

- Mia... - tentou tocar-me.

- Não! - exasperei.

- Eu quero tentar! Eu quero fazer certo dessa vez. Eu preciso de você! - implorou.

- Eu, eu, eu. - "Não mudou nada!" - Sempre foram as suas vontades. Por mais de dez anos, sempre! - a raiva estava dominando os meus instintos.

- Você dizia que entendia. - sussurrou.

- Na época sim, eu era muito idiota. - sorri com sarcasmo, me odiando por ter sido tão estúpida.

- Não fala assim. - pediu.

- Falo, e digo mais. Não sou mais aquela boba apaixonada que faz tudo por você. Se veio atrás dela, perdeu o seu tempo! Agora saia da frente, ou eu mesma a tiro. - estava prestes a explodir.

- Quem é você? - recuou.

- Alguém que você jamais vai querer cruzar o caminho! - sai.

 

Respirei fundo, desci as escadas. Vesti as minhas roupas que já haviam secado, estava me sentindo exposta. Daniele tentou aproximar, pedi para parar. "Preciso de ar!" O objeto estava repousando na poltrona, peguei e fui até o jardim.

 

Sentei próxima a piscina, de costas para a  entrada. Precisava desabafar. Deixei os meus dedos passearam pelas cordas, mergulhei em antigas lembranças. A sua voz se fez presente, foi quando percebi que já não estava mais sozinha.

 

- Elena.

- Essa moça bonita disse que é amiga sua Mi. - David comunicou, sorrindo para ela.

 

Acenou discretamente para minha mãe, aproximou-se sorrindo. Deixe-me envolver naquele abraço apertado, retribuindo.

 

- Desculpe a demora. - sussurrou em meu ouvido.

- Que bom que veio! - fechei meus olhos.

- Não poderia deixar de atender um pedido seu. - fez carinho em meu rosto.

- Me tira daqui? - pedi.

- Claro, baby. - sorriu.

 

Envolveu a minha cintura, e fomos em direção a entrada. Entreguei o meu violão para o menino, avisando a Daniele:

 

- Dani, eu preciso dar um tempo. Se importa de ficar com o meu carro? - evitei olhar para o lado.

- Não. - olhou para Elena, abraçando-me - Se precisou chamá-la é por que realmente precisa de espaço. - falou em meu ouvido.

- Obrigada. A gente se vê amanhã? Te levo no aeroporto.

- Não esquenta, só procure ficar bem. 

 

Despedi rapidamente de mamãe, e dos demais. Evitei contato com Esther. Elena levou-me para a sua casa.

 

***

Esther

 

- Quem é essa mulher?? - tentei manter a calma, o ciúmes falava alto.

 

Do mesmo jeito que entrou, saiu levando Amélia consigo.

 

- Há três anos, naquele bar, você as apresentou. - Daniele falou secamente.

 

Naquele dia...

 

Virou o copo, colocando no balcão. Enquanto eu fui pagar a conta, Mia desapareceu no meio da multidão. Procurei por ela, nada. "Ela não pode ter saído!" Nunca havia estado naquele bar, era bem exótico. Percebi que a maioria deveria ser pessoas com poses. Tentei o celular dela, e nada. "Droga Mi! Cadê você?" Alcancei o terceiro piso, era privado. Havia seguranças.

 

- Tem passe? - perguntou-me impedindo a minha passagem.

- Estou procurando uma amiga.

- Esse piso é só pra quem tem vip! - falou secamente.

- Por favor, só quero saber se ela está aqui? - olhei por sobre o seu ombro, avistando-a. "Mia?" - É ela ali! -  apontei, tentando passar.

- Não pode passar! - barrou novamente.

- Ela não está ciente de seus atos! - perdi a paciência - Escuta aqui! Sou advogada, e caso não queira um processo atrás do outro, principalmente se algo acontecer à ela, é melhor levar-me até lá! - ameacei.

 

Encarei desafiando, pegou o rádio e comunicou com alguém. Instantes depois uma mulher aproximou, e liberou a minha passagem. Fomos até uma cabine privada. Mia estava deitada adormecida em uma cama. A morena que guiou-me até lá, pediu licença e saiu. Aproximei de Mia. Quando ouvi a sua voz.

 

- Você é uma amiga fiel. - estava de costas, olhou-me rapidamente.

- Quem é você? - não estava gostando nada daquilo.

- Sou a pessoa que está cuidando da morena adormecida. - sorriu, mostrando um pano úmido. - Posso?

- Deixa que eu faço! - entregou-me o pano, passei suavemente no rosto adormecido. - O que quer com ela? - observei a loira.

- Além de sex*? - sorria - Não me olhe assim. Não sou nenhuma aproveitadora!

- Jura? Não é o que está parecendo. - ironizei.

- Se eu fosse, com certeza não estaríamos agora tendo essa conversa. - foi até a janela com insulfilm, olhando o pessoal lá embaixo.

 

Mia resmungou, ficando agitada. Fiz carinho em seus cabelos. "Preciso levá-la para casa!" Olhei para a estranha, que parecia distraída.

 

- Vou poder sair com ela numa boa, ou terei que apelar para a polícia? - precisava saber com quem estava lidando.

 

Riu, olhando-me divertida.

 

- Não estão em cárcere privado, se é o que pensa. - ouvimos uma batida na porta - Entre!

 

A mesma morena que levou-me até lá, trouxe uma garrafinha de coca-cola gelada, e um lanche. A estranha agradeceu, abrindo a bebida em minha frente, servindo no copo.

 

- Dê à ela! Assim vai recuperar-se rapidamente.

- Mais alguma coisa dra. Elena? - perguntou antes de sair.

- Por hora é só, Ana. Obrigada!

 

Consegui fazer Mia sentar-se, e aos poucos fui dando a bebida. Elena estendeu o lanche, olhei desconfiada. Sua resposta foi dar uma mordida no mesmo e oferecer novamente.

 

- Por que está ajudando?

- Já disse! - deu de ombros.

- Uma noite de sex* não deveria trazer tanto transtorno, ou zelo.

- Não tenho resposta para a sua pergunta. - olhou para Mia - Minha noite de folga. Estava observando o pessoal, quando a sua amiga entrou chamando a minha atenção. - sentou na poltrona, cruzando as pernas - O olhar dela me atraiu! - falou sincera.

 

Mia ja tinha terminado o lanche, e bebericava o refrigerante alheia de tudo. Seu olhar estava vago. Acariciei o seu rosto.

 

- Está de carro? - olhava para Amélia.

- Não. Vim de táxi.

 

Pegou o celular, falando rapidamente com a pessoa.

 

- Meu motorista está nos esperando. - aproximou - Ela consegue andar?

- Não precisa. Olha, eu agradeço o que fez por ela, mas podemos ir embor... - interrompeu.

- Será que eu não posso ter um voto de confiança? Só quero levá-la para casa, e deixá-la em segurança. Até por que olha a hora? Vai demorar para chegar outro táxi, e ela precisa descansar.

 

Respirei fundo, estava certa. Olhei penalizada para Mia, sabia que tinha ido encontrar Esther, e iria fazer uma surpresa. Havíamos conversado durante a semana, e ela estava cansada daquela vida clandestina, iria pedir Esther em casamento. Pensando nisso ouvi o meu celular tocar. "Pensando no diabo, que ele mostra o rabo!" Atendi irritada.

 

- Alô!

- Dani?! Graças a Deus! Você a encontrou? Ela está bem? - disparou a falar.

- Sim, sim e não! - suspirei.

- Me deixa falar com ela, por favor! - pediu.

- Esther não é o melhor momento. - percebi que Mia reagiu ao ouvir o nome, ficou agitada.

 

Elena percebendo, aproximou tocando-lhe a face com carinho.

 

- Não sei o que você fez dessa vez, mas estou vendo o resultado disso! - respondi seca, afastando.

- Ela não me deixou explicar! - voz embargada - Preciso dela, me deixa falar com ela?

- Você pode prestar atenção um minuto no que eu estou dizendo? - falei baixo - Amélia não tem condições alguma de falar com você! Só de ouvir o seu nome, já ficou agitada.

 

Ouvi o choro sofrido do outro lado na linha. Queria poder fazer algo, mas por estar insistindo tanto naquela relação, Mia estava indo para o poço. Nunca tinha visto ela ficar tão desnorteada, e bebendo tanto. Temi que esse caminho não houvesse volta.

 

- Irei cuidar dela, apenas mantenha-se afastada. - desliguei.

 

Elena alinhava Mia em seus braços, engolia um soluço abafado. "Minha amiga!" Meu coração estava apertado por vê-la assim. "Jamais irei apaixonar-me assim" Ouvimos uma batida na porta.

 

- Podemos ir?

 

Falou baixinho no ouvido de Mia, ela apenas concordou. Deixou ser levada. Entramos em um corolla preto. Passei o endereço. Fiquei surpresa com a interação delas. Elena mantinha Mia em seus braços de forma protetora, cantarolando em seu ouvido.

 

- Ela iria me pedir em casamento? - era tudo o que eu ouvi daquela narração.

 

Olhei para Manu, que desviou o olhar. Lúcia estava em silêncio.

 

- Vocês sabiam? - falei em um fio de voz.

- Ajudei a escolher as alianças. - Lúcia comentou.

- Por que não me disse nada?

- Você havia feito a sua escolha.

 

Tive que apoiar na parede, sentindo o peso da minha infeliz decisão. Daniele prosseguiu:

 

- Sempre incentivei Amélia nesse relacionamento estranho que vocês tinham, pois ela te amava demais. Eu pensava que fosse recíproco. - pausa - Como eu estava errada. Se ela sofreu durante todos esses anos, parte dessa culpa é minha! - lamentou.

- O que foi que eu fiz?! - sentia o chão sumir.

- Deixou a sua vida ser guiada pela opinião alheia, pelo medo, e pelo egoísmo, invés de lutar e entregar-se para alguém que só te amou.

- Eu mudei... - respondi angustiada.

- Será mesmo? Sinceramente eu não acredito, e com certeza ela também não.

- Daniele, por favor...- Manu pediu.

- Ora Manuela, por favor digo eu! Até quando vão passar a mão na cabeça dela? - falou irritada.

- Você está certa. - concordei.

- Como disse? - olhou-me confusa.

- Absolutamente certa! - encarei o seu olhar - Achei que eu podia ir levando a vida que tinhamos por medo de encarar a verdade, por medo que fôssemos agredidas novamente, por medo de perdê-la em alguma violência de pessoas doentes que acham que a nossa felicidade corrompe o mundo! - respirei fundo - Mas, a minha covardia que afastou ela de mim. 

- É um pouco tarde para lamentar.

 

Fiquei ereta, encarando-a. "Não vou desistir!"

 

- Não irei mais. Vou trazer de volta o que é meu!

- Boa sorte... - sorriu com ironia - Pois vai precisar! - ficando séria.

- Daniele podemos conversar? - Lúcia chamou.

- Claro. - saiu, deixando-me pensando.

 

***

Amélia

 

Havíamos tomado banho juntas, e agora estávamos deitadas em sua cama. Elena fazia cafuné em meus cabelos, eu permanecia em seu colo.

 

- Ela é muito bonita. - comentou.

- É sim - falei sem interesse.

- Se eu soubesse que vocês se encontrariam, não teria liberado os dois dias que pediu com a sua amiga.

- Está com ciúmes? - provoquei.

- Não deveria estar?

- Esther é passado.

- Que permanece presente! - retrucou.

 

Levantei a cabeça, encontrando com aquele tom mel esverdeado, totalmente aborrecido. Fiz carinho em sua face, trazendo para um beijo demorado.

 

- É com você que eu quero estar! - falei entre seus lábios.

 

Estreitou os olhos em desafio, arqueando a sobrancelha.

 

- Então demonstre! - mordiscou o meu lábio.

 

Suspirei diante do desejo em seu olhar. Sorri beijando a sua boca, virando o meu corpo. Puxei devagar o lençol que a cobria, expondo a sua nudez. Esfreguei o meu rosto no seu, em uma carícia. Elena fechou os olhos, entregando-se. Retirei o roupão, ficando entre as suas pernas. As suas mãos envolveram o meu corpo, pedindo por mais contato. Distribui beijos molhados por seu pescoço, ela levantava dando mais acesso. Iniciei um rebol*do lento, sentindo o contato dos nossos sex*s. Elena suspirava diante de minhas carícias arranhando as minhas costas. Fiz caminho até os seus seios, envolvendo ora um ora outro com a minha boca. Suas unhas marcavam a minha pele, abriu mais as suas pernas, sorri com a sua antecipação. Deixei uma trilha molhada por toda extensão até chegar ao seu sex*. Aspirei o seu perfume de fêmea. Brinquei com seu clit*ris predendo-o entre os meus lábios, passando a pontinha da língua ao mesmo tempo que a penetrava devagar. Era delicioso vê-la se contorcer de tesão com a leve pressão que eu fazia. Abocanhei, ch*pando-o do jeito que ela gostava. Seu gemido preencheu o quarto. Envolvi a sua cintura, puxando para dar mais contato. Minha mão subiu até o seu seio massageando-o, enquanto aumentei o ritmo da penetração. Suas unhas arranhavam meu pescoço, e ombros. Elena adorava me marcar. Deixei minha língua explorando toda a sua abertura, lambendo devagar, antes de voltar a ch*pá-la. Enrolou os meus cabelos em sua mão, rebol*ndo em minha boca. O gozo veio forte, fazendo seu corpo tombar na cama. Ainda respirando ofegante, mantinha a mão em meus cabelos puxando para si, encontrei com a sua boca. O seu beijo era possessivo, selvagem.

 

- Ai! - gemi pela dor.

- Doeu, é? - sorriu safada, mordendo meu lábio - Assim está gostoso? - diminuiu a pressão.

- Sim... - adorava o jeito que ela conduzia.

 

Elena virou nossos corpos, ficando por cima. A loira possuía um brilho perigoso no olhar. Mordeu meu ombro, deixando uma leve marquinha dos seus dentes. Beijou meu lóbulo, sussurrando em meu ouvido:

 

- Quem ela pensa que é? - tocou-me - Depois de tantos anos - iniciou uma massagem em meu clit*ris - Acha que tem direito de vir reivindicar o que é meu? - Arfeei quando penetrou-me fundo - Ela não faz ideia de com quem está lidando! - disse entre dentes.

- Elenaaa... - sua boca abocanhou meu sex* com gula.

 

Viramos o dia naquele quarto, fazendo... amor?

 

Desde do dia em que nos reencontramos, Elena havia deixado a sua marca em mim. 

 

"Noite fria!" Esfreguei as minhas mãos procurando aquecê-las, enquanto esperava a condução. Coloquei os meus fones, distraída não percebi uma moça chamando-me. 

 

- Com licença - tocou meu ombro.

- Oi! - assustei.

- Desculpe-me, não quis assustá-la. - sorriu simpática.

- Tudo bem! - observei melhor as suas feições - Posso ajudá-la?

- Na verdade eu nunca peguei a condução daqui, tive um probleminha com o meu carro... Enfim, sabe qual eu posso pegar para ir ao centro? 

- Estou aguardando ele! - olhei o relógio - Daqui a pouco deve passar.

- Obrigada.

- Disponha. - Sorrimos, ela ficou ao meu lado.

 

Olhei de soslaio para aquela estranha, não consegui deixar de sorrir.

 

- Desculpe mas, eu te conheço? - o seu cheiro, a sua voz, e seu perfume estavam deixando-me inebriada.

- Talvez de seus sonhos... - sorriu - Elena Mertens - estendeu sua mão.

- Amélia Montenegro. - aceitei o gesto.

 

Um arrepio percorreu os nossos corpos, os nossos olhos sorriram.

 

 

“Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar que tudo era pra sempre, sem saber que o pra sempre, sempre acaba. (Por Enquanto)” 

Renato Russo


Continua...

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Meninas disponibilizei duas fotos de como eu vejo Mia e Esther, pra quem tiver curiosidade o link:

https://www.facebook.com/profile.php?

id=100010550296871&sk=photos&collection_token=100010550296871%3A2305272732%3A69&set=

a.159577684403907.1073741832.100010550296871&type=3


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 18 - Capítulo 18:
rhina
rhina

Em: 15/06/2018

 

Eh......assim as coisas se complicam......

Eita amor vagabundo.......você Mia .....também não facilita. ....escolha em definitivo a mulher que quer. .....e deixe claro para o mundo.....para o universo. .....

Rhina

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Runezinha
Runezinha

Em: 14/06/2018

Dani SemiDeusa , Esther evoluiu Demonia, Elena Deusa!!! Ai meu coração so uma Deusa ganhar de uma SemiDeusa!!! A assim pela mor ne Esther larga o osso!!!

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Mika
Mika

Em: 22/12/2015

Vai contudo Esthezinha, to do teu lado amiga...

recupera essa morena e da uma rasteira nessa Elena, se precisar de ajuda tamo ai!

 

To começando a ficar com dó de Esther,

espero que o amor prevaleça no coração de Mia e elas fiquem juntas logo,

pois sofro de verdade junto com o personagem!!

 

bjos


Resposta do autor em 22/12/2015:

Falo nada, só observo rs

Responder

[Faça o login para poder comentar]

lia-andrade
lia-andrade

Em: 21/12/2015

Capítulo perfeito, cada vez mais me encanto com a história. 

A cada capítulo vejo que a coisa está ficando mais complicada para Esther, precisará de muitas coragem para seguir e requisita a sua morena. Já estou até com pena dela. Elena me pareceu uma pessoa maravilhosa,porém, mostrou a que veio e não vai deixar Mia tão fácil. E sem dúvida será mais um problema para Estherzinha. 

Beijão, ótima noite. Aguardando ansiosa o próximo. 


Resposta do autor em 21/12/2015:

Rsrsrs isso vai render 

Até o próximo capítulo ;)

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Ana_Clara
Ana_Clara

Em: 21/12/2015

Caraca, este capítulo me deixou confusa! De início fiquei realmente chateada com a Esther, de ler tudo o que a Mia já sofreu por ela. Fiquei depois com dó de ver o sofrimento atual e de como ela ainda vai sofrer para conquistar a nossa morena. E gente, essa Elena é linda, um grande empecilho no caminho da Estherzinha. E fiquei tbem muito feliz em saber o quão fiel é a Dani. Estava com medo de me surpreender para o lado negativo com ela, mas ela realmente ama a Mia. Eita que o bicho vai pegar, a Esther Está ferrada! 

 


Resposta do autor em 21/12/2015:

Elena é maravilhosa rsrs adoro esse nome! Dani ♥

Responder

[Faça o login para poder comentar]

graziela
graziela

Em: 21/12/2015

É,  agora senhorita estrelinha vai ter que correr muito atrás da sua gatinha manhosa.  Embora que não acredito que a Mia tenha esquecido a Esther. 


Resposta do autor em 21/12/2015:

Rsrsrs veremos ;)

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web