Capítulo 17
Esther
- Mas eu vou lá falar umas poucas e boas para aquelas duas! - segurei a sua mão.
- Não Manuela, deixa! - suspirei.
- Como assim deixa? Esther, nem cachorro de rua ela trata assim! - falou indignada.
- Eu sei, é que... droga! Eu só quero me acertar com ela de uma vez por todas.
- Como assim? - olhou-me surpresa - Quer dizer que você se assumiu? - sussurrou, olhando para os lados.
- Sim! - achei graça, respondi no mesmo tom.
- Minha nossinhora do brejo, até que fim!
- Manu! - sorri.
- Sério gata! Nunca me meti no relacionamento de vocês, mas senhor... Eu não sou cega!
- Eu é que sempre fui a única cega nessa história. - lamentei.
- O importante que agora você sabe o que quer, né?
Assenti. Ela sorriu, abraçando-me.
- Pois eu desejo de coração que finalmente vocês fiquem juntas.
- Mas e Daniele?
- Ahh, é só fogo essas duas! Dani gosta de outra pessoa, mas como elas deram um tempo, a loira veio pra cá... e bom, as duas juntas - ficou sem jeito - Você já sabe.
- Imagino. - respirei fundo.
Nesse momento Lúcia aproximou, trazendo o bebê no colo que sorria para nós.
- Oi gatinho! - Manuela fazia caretas para ele - Mas esse japonesinho está lindo demais! Acho que vou esperar alguns anos e me casar com ele! - Sorriu divertida.
- Olha que eu sou uma avó exigente! - entrou na brincadeira.
- Ihhh, preocupa não... a gente foge - sussurrou, piscando para Pablo.
Ele ria das palhaçadas de Manu.
- Ele cresceu! - acariciei a sua face - Onde estão os gêmeos? - Peguei o pequeno no colo.
- Brincando na piscina. - fomos em direção ao jardim, quando ouvimos Eduardo.
- Tentando convencer a titia deles a brincar junto! - Disse Edu, abraçando-me - Minha irmãzinha preferida! Como você está?
- Edu, que saudades! - retribui o abraço.
- A única certeza que tenho, é que se eles chamarem ela de tia, brincadeira na água será o último desejo deles. - Manuela ria.
- Mia tem verdadeiro horror em ser chamada de tia! - Lúcia confidenciou. - Eduardo sabendo disso, fica atiçando os meninos a chamarem ela de tia.
- É, uai! Também quero ser tio, para poder estragar os filhos dela!
- Não sei se Mia leva jeito com crianças. - Manu observou.
- Uma vez pedi para ela olhar Pablo, e cadê ela? Deu um perdido mais ou menos em mim. Mas fácil ela cuidar de um cachorro, do que de um filho. - comentou Lúcia.
- Um filho? - sorri para o pequeno, olhando para onde Mia estava.
***
Amélia
Escorei na árvore perto da piscina. Tive que prometer aos gêmeos que depois brincaria com eles, assim pude terminar a minha conversa com a loira.
- Então Guilia pediu para voltar?
- Vamos tentar. - sorrimos - Não posso negar que ela faz falta.
- Fico feliz por vocês. - toquei a sua mão com carinho - Sabe que sempre desejei a sua felicidade.
- E eu a sua! Mas como eu disse, vamos tentar.
Notei Esther nos olhando, ignorei.
- Então a nossa última noite foi ontem? - sorri sedutoramente para a loira.
- Por que? - sorria, estreitando os olhos.
- Um último beijo? - envolvi a sua cintura, trazendo seu corpo perto.
- Você não presta... - sussurrou entre os meus lábios.
- Não mesmo! - sorri, envolvendo a sua boca.
***
Esther
"Calma!" Respirei fundo, desviando o olhar. "Ela está fazendo de propósito!" Meus olhos traiam a minha vontade. Manuela percebendo o clima, resolveu intervir.
- Ei molecada! - sorriu maldosa.
Marcos e David aproximaram-se. Sussurrou algo para eles, que sorriram e correram em direção a piscina. Um pulo duplo. Água voando na direção delas. Não consegui segurar o riso, quando elas se soltaram. Manuela piscou discretamente para mim.
- Obrigada! - sussurrei.
Fiquei com pena dos meninos, levaram uma chamada mais ou menos de Mia. Daniele apesar de ter ficado molhada ria. Manuela apenas fez cara de paisagem. Meu corpo reagiu diante do olhar dela. Suspirei a cada movimento. Tirou lentamente sua regata, e o seu short, ficando apenas de biquíni preto. Meus olhos vagaram saudosos por aquele corpo moreno. A tribal em seu quadril chamou a minha atenção. Percebi um ligeiro sorriso irônico, antes dela mergulhar.
***
Amélia
Arrepiei com o choque da água em meu corpo. Soltamos juntas. Os meninos sorriam para nós.
- Mas o que pensam que estão fazendo? - rosnei.
- Tia Manuela que pediu...- David respondeu com receio.
- É! Apostou que não conseguiríamos fazer uma onda gigante pulando na piscina - Marcos completou, murmurando.
- Ah, é? - olhei na direção delas.
- Tadinho deles morena, só estão brincando. - Dani sorria.
- É ti... - parou de falar diante de meu olhar severo.
- Desculpa - responderam juntos.
Manuela fez de conta que não era com ela, enquanto Esther não escondia o sorriso divertido. "Eu também sei brincar!" Olhei diretamente para Esther, que correspondia. Deixei as minhas mãos passearem lentamente por meu corpo, enquanto tirava a minha regata. Fiz o mesmo com o short. Percebi que havia suspirado, não escondi o prazer de ter causado isso nela. "Veremos até onde você vai!" Ouvi os assobios dos meninos. Mergulhei indo até onde elas estavam. Sai da água, e caminhei parando em sua frente. Sem desviar o olhar, estiquei o meu braço alcançando a latinha de cerveja na mesa atrás dela. Bebi um longo gole. Seus olhos acompanharam cada movimento meu, iria me divertir com aquilo. Pisquei e sai.
***
Esther
A fisgada em meu ventre manifestou, diante da visão dela saindo da piscina. Mia possuía um andar quase felino. Não me intimidei perante o seu olhar. Por um momento achei que fosse me tocar, mas pegou uma lata de cerveja na mesa. Bebia com tanto gosto, que senti a minha garganta secar. Olhou divertida, piscando antes de entrar na casa.
- Esther, você está bem? - Perguntou Clara.
Olhei a jovem mulher de Eduardo, que possuía traços delicados.
- Estou sim. - pigarrei - É o calor! - tentei disfarçar.
- E que calor, ein amiga! - Manuela zombou - De um verão todo! - sorria maldosa.
- Acho melhor você sentar, está muito vermelha. - disse preocupada, pegando Pablo no colo.
- Já vai passar. Obrigada!
Os meninos aproximaram, cutucando Manuela.
- Fizemos o que foi pedido! - Falou Marcos.
- É! - David apenas concordava com o irmão.
- Cadê a nossa recompensa? - Marcos prosseguiu, cruzando os braços.
- É! - sorri com David imitando a postura do irmão.
- Shhh! - indicou para falarem baixo - Assim vocês me complicam galerinha! Depois do almoço vamos dar um perdido na mulherada, e ir tomar o nosso merecido sorvete na pracinha.
- Ebaa! - uníssono.
- Shhhh! - gesticulou disfarçando para Lúcia e Clara - Empolgação da idade. - sorria divertida.
"Manuela eterna criança!" Ria do plano deles, mas minha atenção estava voltada ao interior da casa.
***
Amélia
Peguei uma toalha, e enrolei no corpo. Mantive minha mente ocupada ajudando a preparar o restante do almoço. Sentia o olhar dela constantemente. Almoçamos na mesa preparada no jardim. Mamãe sorria feliz, há muito tempo não tínhamos uma reunião em família. Só por ela, sentei de frente para Esther, com Eduardo ao seu lado e Daniele ao meu. Olhei para a outra ponta, engoli seco. Só faltava uma pessoa ali. Dani tocou a minha mão por baixo da mesa, sorri para ela. Levantei a cabeça e encontrei com aquele olhar tom de mel.
- Por que não trouxe Igor, Manuela? - Eduardo perguntou.
- Pra quê? Já passei uma noite inteira com ele. - bebeu a cerveja - Agora eu quero espaço. Cada um no seu canto, que a vida continua muito mais divertida. - ria.
- E eu pensando que teria alguém para ter uma conversa masculina decente - lamentou.
- Não seja por isso! - ficou séria - Diga-me: Quais são as suas dúvidas? Alguma posição mais ousada? Algo para apimentar o romance. Pode falar que comigo não existe tabu!
- Que isso menina! - ria - Eu já manjava dos esquemas na época que você usava fralda.
- Ou seja, você é tipo Homem-de-neandertal. - debochou.
Rimos, enquanto eles entravam num debate amigável. Procurei não prestar atenção no seu olhar insistente. Minha mãe notou, sabendo que eu iria estourar a qualquer momento, puxou conversa com ela e Clara. Estávamos comendo frutas de sobremesa quando David apareceu trazendo o meu violão.
- Mi, hoje você ensina aquela nota que o papai não consegue?
- Eduardo, você não teve a capacidade de ensinar os seus filhos a tocar? - quis fugir.
- É você que tem ouvido para essas coisas. - retrucou - Você sempre foi a pupila de papai.
- Deixa eu ouvir! - Dani interveio - Afinal, eu sou a melhor pupila de Mia. - piscou descontraída.
- Você foi a única, né! - Manuela resmungou.
- Que culpa eu tenho se você tem dedos tortos para tocar? - ironizei sorrindo.
***
Esther
Tentei concentrar na conversa, mas tê-la tão próxima e ao mesmo tempo tão distante, estava sendo difícil. "Preciso falar contigo, amor!" Tocou a nuca, suspirando. Sabia que ela me sentia, e isso incomodava. Não sou uma pessoa muito religiosa, mas sempre li de tudo um pouco. Em uma conversa com uma amiga minha, comentei sobre essa "conexão" que eu sempre tive com Mia. Bastava uma troca de olhares, ou até mesmo estando longe que ela me ligava e questionava se eu estava bem ou o que havia acontecido. Até mesmo fazia alguma vontade minha, que eu ainda estava cogitando. Segundo ela, poderíamos ser almas companheiras, ou gêmeas. Pois a nossa relação sempre foi muita confusa, e tudo poderia fazer parte da nossa evolução. Se tudo aquilo era verdade ou não, somente queria tê-la de volta.
- Misericórdia Edu! - ria - Está parecendo um gato no cio!
- Ah, falou a princesinha do papai! Vai lá e mostra como o velho te ensinou então!
Ao ouvir como tio Rique chamava por ela, olhar de Mia ficou triste. Daniele pediu o violão e tomou para si a tarefa.
- Desde que ele descobriu, e eles tiveram aquela discussão feia, Mia nunca mais quis tocar o violão que Henrique deu à ela. - Lúcia comentou baixinho, somente para mim.
Mia pediu licença, e entrou na casa. Não importei mais com a pedido de Lúcia em não confrontá-la. Precisa ter o meu amor de volta. Segui ela até o nosso antigo quarto.
***
Amélia
Entrei no quarto passando a mão em meus cabelos, pressionando a minha nuca. A porta abriu e fechou em seguida. Não precisava virar ou sentir o seu perfume para saber que era ela. A sua presença estava marcada em minha carne. Aproximou devagar envolvendo a minha cintura, abraçando a minhas costas. Contato da sua boca em minha pele. Fechei os meus olhos, pegando as suas mãos. Levei suas palmas até o meu rosto sentindo o contato, beijando-as. Seu hálito quente, seus lábios roçaram suavemente.
- Mia... - sussurrou.
- Não diz nada... - virei buscando a sua boca.
Nossos corpos chocaram contra a parede, suas mãos envolviam o meu pescoço em busca de mais contato. A sua boca, o seu beijo eram sempre eles que eu procurava entre tantas. Minhas mãos acariciavam suas pernas em um caminho conhecido. Aquele arrepio gostoso com suas unhas arranhando meus ombros suavamente. Gem*u em minha boca, ao sentir a minha pegada em sua bunda. Peguei pelas ancas levantando do chão, ela abraçou a minha cintura com as pernas. Caímos em sua antiga cama, deixei o meu corpo pesar sobre o seu. Eu tinha pressa por mais contatos. Invadi a sua calça, gemi ao senti-lá molhada. Desci a minha boca até o seu pescoço devorando cada pedacinho dele. Suas mãos bagunçavam o meu cabelo, ela tentava controlar o seu gemido. Penetrei devagar o seu gemido foi alto. Sorri, acelerando os movimentos. Puxou meus cabelos, em busca da minha boca. Seu beijo era faminto, suas unhas cravaram em meus ombros quando o gozo veio forte. Aspirei o seu perfume, deixando a minha boca roçar em seu pescoço. Suspirou quando retirei os meus dedos. Rebolei devagar em sua perna, estava excitada demais. Abraçou com carinho, trazendo o meu rosto para o seu. Em sua carícia despertei.
- Amor...
***
Esther
Seu olhar parecia confuso. Fechou os olhos, senti o seu corpo ficar tenso. Tentei abraçá-la, mas recuou. Respirou fundo e levantou com cuidado. Peguei a sua mão, mas fui repelida.
- Mia...
- Não! - levantou nervosa.
- Me ouve...
- Já disse que não! - foi até a porta, corri até ela.
- Você é o meu tudo! - bloquiei a passagem.
Suspirou passando as mãos nos cabelos, sinal claro de aborrecimento. Havia confusão em seu olhar, aproveitei para dizer tudo o que eu queria.
- Você foi o meu primeiro beijo - aproximei devagar - A minha primeira vez - pressionou as mandíbulas - O meu primeiro e único amor... - interrompeu.
- Mas jamais fui a sua primeira opção! - seu olhar possuía uma ira desconhecida.
- Mia...
- Não!
- Eu quero tentar! Eu quero fazer certo dessa vez. Eu preciso de você! - implorei.
- Eu, eu, eu. - negou com a cabeça - Sempre foram as suas vontades. Por mais de dez anos, sempre! - sua voz estava abafada pela raiva.
- Você dizia que entendia. - engoli seco.
- Na época sim, eu era muito idiota. - sorriu com sarcasmo.
- Não fala assim. - sentia a dor em suas palavras.
- Falo, e digo mais. Não sou mais aquela boba apaixonada que faz tudo por você. - seu olhar era gélido - Se veio atrás dela, perdeu o seu tempo! Agora saia da frente, ou eu mesma a tiro.
- Quem é você? - não reconheci mais a minha morena.
Aproximou felina, sorriu discretamente.
- Alguém que você jamais vai querer cruzar o caminho! - saiu.
Encostei na porta do closet, meu coração estava acelerado. Há poucos minutos fiz amor com ela, e do nada parecia outra pessoa. "Não vou desistir!" A sua entrega deixou claro que você ainda está ai. Fui atrás dela. Encontrei o pessoal conversando, e percebi que ela foi até o jardim. Senti os olhares de Daniele e Manuela. Quando sai para encontrá-la, senti a mão de Lúcia segurando-me.
- Preciso falar com ela. - pedi.
- Agora não! - olhou para Mia - Ela está perdida em sua própria dor.
Ouvimos as primeiras notas, foi quando percebi que ela havia pego o violão. Por alguns instantes tocou como se reconhecesse o objeto, até que ouvi a sua voz suave cantando junto.
Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado
Juntando o antes, o agora e o depois
Mantive os meus olhos fechados, ouvindo o seu recado.
Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho
Lúcia observava. As meninas aproximaram. Queria ir até ela.
Não sou nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho os meus desejos e planos secretos
Só abro pra você, mais ninguém
Lembrei de todos os planos que haviamos feito juntas. Sentia em meu rosto o calor das minhas lágrimas.
Por que você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
E se ela de repente me ganha?
A sua voz estava embargando, expondo toda a emoção que sentia.
Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Só queria ir até ela e provar que eu havia mudado.
Ou você me engana
Ou não está madura
"Meu amor!"
Onde está você agora?
(Sozinho - Caetano Veloso)
- Bem atrás de você! - ouvimos uma voz feminina.
De braços cruzados e óculos escuros, a loira aproximou-se sorrindo. Ouvi Manu sussurrar: "Essa não" Olhei confusa.
- Quem é ela? - perguntei à Manuela.
- Elena. - ouvi a voz de Mia, chamando-a.
“Essa conversa de que a pessoa só da valor quando perde não é verdadeira. Cada um sabe exatamente o que tem ao seu lado. O problema é ninguém acredita que um dia vai perder.”
Clarice Lispector
Continua...
Fim do capítulo
Surpresa da madrugada ;)
Boa leitura! E Bons sonhos girls ;*
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lia-andrade
Em: 19/12/2015
Esther vai precisar de muito para ter Mia de volta. São lindas juntas. Cada vez mais amando a história.
Já quero o próximo. Beijão..
Resposta do autor em 19/12/2015:
E como vai rsrs
Em breve posto ;)
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Carolina Bivard
Em: 18/12/2015
Valeu a postagem, KFSilver!
Lendo e acompanhando a postagem. Gosto muito! Mia e Esther me lembram duas heroínas de que gosto em uma série que acompanhava, ávida! Sei que as características físicas não são as mesmas, mas me lembra e não por quê. rs Não me pergunte. Gosto muito! rs
Beijos grandes
Resposta do autor em 18/12/2015:
Podem me chamar de Karina ou Kah rs
É mesmo? Qual série? (momento curiosidade)
Fico imensamente feliz por estar gostando da minha história rs
Continue acompanhando pois acontecera muitas coisas rs ;)
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Anne
Em: 18/12/2015
Agora que entendi bem o DECIFRA-ME OU DEVORA-TE kkkkkkkk
Bem, o melhor foi "Quem é ela?" "Elena."
Cara sou a mistura de Manu com a morena fatal (n pr ser fatal ok) e sim pelo gênio ms enfim.... Otima história bem inebriante, ansiosa pelo proximo capítulo!
Resposta do autor em 18/12/2015:
Obrigada rsrs
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Mika
Em: 18/12/2015
Retiro tudo que falei no capítulo anterior sobre Dani... Sorry! haha
Eu amo essas duas juntas, é uma cumplicidade linda delas...
Esthezinha vai sofrer pacas pra reconquistar Mia, mas sei que Mia vai seder ela ama Esther!!!
Que romance lindo... To amando!!!
Beijo
Resposta do autor em 18/12/2015:
Hahahaha fiquei só observando! :D
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LavinneBella
Em: 18/12/2015
Ansiosa pelo próximo.
parabéns autora.
Resposta do autor em 18/12/2015:
Obrigada :)
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Ana_Clara
Em: 18/12/2015
Eita, agora que o caldo vai engrossar! kkkkkk Achando que era a Dani que estava 'interferindo', agora vemos que mais alguém vai deixar a história mais movimentada. Elena!!! Adorei essa interação entre a Mia e a Esther na cama, elas são lindas juntas, mas prevejo muita diculdade para a Estherzinha voltar a conquistar a amada. Torcendo pelas duas!
Resposta do autor em 18/12/2015:
Fique sim rsrs nunca é fácil né? :)
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paulaOliveira
Em: 18/12/2015
Elana...
Autora, vc só me surpreende.
Resposta do autor em 18/12/2015:
Isso é muito bom rs
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