• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • A Procura de Alguém por: Pietra de Marco
  • Capítulo 4

Info

Membros ativos: 9579
Membros inativos: 1617
Histórias: 1971
Capítulos: 20,927
Palavras: 52,929,536
Autores: 808
Comentários: 108,967
Comentaristas: 2597
Membro recente: Anik

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025
  • Livro 2121 já à venda
    Em 30/07/2025

Categorias

  • Romances (875)
  • Contos (476)
  • Poemas (234)
  • Cronicas (232)
  • Desafios (182)
  • Degustações (27)
  • Natal (9)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • Entrelinhas de um contrato
    Entrelinhas de um contrato
    Por millah
  • RASGANDO O VEU DE MAYA
    RASGANDO O VEU DE MAYA
    Por Zanja45

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • Os
    Os meus caminhos
    Por Alaya
  • Shot me Down
    Shot me Down
    Por Mabes Okada

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (875)
  • Contos (476)
  • Poemas (234)
  • Cronicas (232)
  • Desafios (182)
  • Degustações (27)
  • Natal (9)
  • Resenhas (1)

A Procura de Alguém por: Pietra de Marco por Pietra de Marco

Ver comentários: 0

Ver lista de capítulos

Palavras: 2870
Acessos: 1422   |  Postado em: 00/00/0000

Capítulo 4

Era quase meia-noite quando Sam estacionou a moto perto do quiosque e desceu.

- Olá, pessoal!

- Oi, Sam! Tudo bem? Cumprimentou Andy.

- Tudo.  Estou apenas um pouco cansada. Respondeu ela.

- Então vá para casa. A gente está dando conta. Você não dormiu nada hoje. Disse Andy.

- Tem certeza?

- Claro.

- Se precisarem de mim, liguem que virei correndo.

- Está bem, agora vá para casa.

Sam deu um beijo em Andy e voltou para a moto.

Em instante chegou em casa. Ligou para o pai.

- Alguém se machucou? Perguntou Arthur.

- Não, papai. Por sorte não tinha muita gente na hora. Os assaltantes levaram o dinheiro dos caixas, cigarros e bebidas.

- Ainda bem. O que o delegado Mota disse?

- Algumas testemunhas foram para a delegacia prestar depoimento e fazer o retrato falado deles.

- Amanhã o Alex irá para lá acompanhar as investigações.

- Se precisar de mim me ligue.

- Está bem, filha. Obrigado. Boa noite.

- Boa noite, papai. Dê um beijo na mamãe.

Sam tomou um banho e ligou para Eve.

- Você está bem?

- Estou. Vem passar a noite comigo.

- Logo estarei chegando. Beijos.

- Outros.

Enquanto esperava Eve chegar, Sam comeu um lanche.

Quando voltou para a sala o interfone tocou. Acionou o portão eletrônico e foi abrir a porta.

Eve estacionou o carro e desceu.

- Oi. Cumprimentou ela.

- Oi.

Como Sam estava dois degraus acima, apoiou as mãos nas coxas e ficou da altura de Eve. Beijou-a e a convidou para entrar.

- O que vai beber? Perguntou Sam.

- Um campari soda.

Enquanto Sam foi até a cozinha buscar gelo e soda, Eve reparou as fotos espalhadas sobre um aparador. Quando Sam retornou, ela indagou.

- Como você conseguiu fazer essas montagens fotográficas?

- Não são montagens. Esta não sou eu. É minha irmã Fernanda, Alex meu irmão e eu.

- Vocês são trigêmeos?

- Sou a mais velha depois a Fernanda e o Alex. Somos minutos de diferença. Estes são meus pais, Christiana e Arthur. Meus avôs maternos, vovô Lico e vovó Maria e estes os paternos Ramiro e Rafaela. Foram tios, tias e primos. Explicou Sam.

- Nossa, sua família é grande!

Tomaram um gole das bebidas ainda observando as fotos, depois foram se sentar no sofá.

- O que houve? Perguntou Sam. – Sinto você triste.

- Estou sofrendo por antecipação. Já estou pensando como será quando as férias acabarem. Terei que voltar para a capital e você ainda terá o verão inteiro longe de mim. Respondeu Eve.

- Não precisa ficar assim. Daremos um jeito. Eu subo e fico dois dias com você durante a semana e você faz a mesma coisa. Não ficaremos longe por muito tempo.

Ficaram em silencio e depois Sam perguntou se ela queria comer algo.

- Não, obrigada. Mas aceitaria um café.

- Vou fazer.

Com a saída de Sam, Eve se acomodou no sofá e tirou o tênis.

Instantes depois, Sam trouxe duas canecas fumegantes e se sentou ao lado dela. Beberam e depois acenderam um cigarro.

Sam encostou-se nas almofadas e puxou Eve para seu peito. Ela se encostou de costas entre suas pernas e suspirou de prazer.

- É tão bom ficar assim com você. Disse Sam.

- Aproveite bastante antes de ir descansar. Retrucou Eve.

- Mas você disse que passaria a noite comigo.

- Disse, mas não quer dizer que ficaremos acordadas.

Sam ficou calada. Sua mão livre começou a fazer carinho no braço de Eve. Terminaram de fumar, agora a mão estava na barriga.

- Você está me provocando. Falou Eve baixinho.

- De jeito nenhum. Discordou Sam rindo.

Sam beijou o pescoço de Eve fazendo-a gem*r. A mão subiu e parou sobre o seio pequeno e firme. No mesmo instante o bico ficou evidente sob a blusa fina.

Eve se ajeitou melhor e virou a cabeça para beijar Sam que intensificou o carinho. Agora as duas mãos acariciavam os seios. Suas respirações se aceleraram.

- Quero você, Eve.

Sam se levantou e pegou Eve no colo e subiu as escadas.

No quarto tiraram as roupas e se deitaram.

Naquela noite foi Eve que tomou a iniciativa. Explorou todo o corpo de Sam, descobriu pontos sensíveis levando-a ao delírio. Muitas vezes Eve parava com as caricias, pois Sam tirava lhe as forças. O ápice do prazer chegou poderoso deixando-as tremulas e ofegantes. Eve ficou deitada metade sobre o corpo de Sam e outra metade sobre o colchão. Sam não conseguia se mexer suspirou fundo e fechou os olhos.

Devagar, Eve deitou se ao lado de Sam que parecia adormecida. Por isso levantou-se e vestiu um roupão atoalhado que estava sobre uma cadeira.

- Não pense em ir embora. Disse Sam sem abrir os olhos.

- Só vou buscar uma bebida para nós. Falou ela.

- Tem um vinho bem gelado e um pratinho de salame no fundo da geladeira.

Na sala pegou as canecas e levou-as para a pia. Na geladeira achou o vinho, abriu-o e pegou o salame. Voltou para o quarto.

Sam havia desfeito a cama e estava no banho. Eve colocou as coisas sobre uma mesinha e foi para o banheiro.

- Estou precisando que alguém esfregue as minhas costas. Falou Sam.

- É mesmo? Indagou Eve divertida olhando ao redor do banheiro. Achou o que procurava e abriu a porta do chuveiro e disse rindo.

- Aqui está quem vai esfregar suas costas.

- Ah, não! Exclamou Sam. Odeio essa escova. Não sei por que a Andy a comprou.

- Se você não sabe, eu menos ainda.

As duas riram e Eve retirou o roupão entrando no box.

Depois de comerem e beberem adormeceram abraçadas.

Nike estacionou o carro na garagem e ajudou Andy a descer.

Na sala Andy perguntou.

- Você quer comer alguma coisa?

- Não, meu amor. Prefiro um café.

Andy encheu duas canecas e voltou para a sala. Estendeu uma para Nike e se sentou ao lado dela.

- Quando o quiosque fechar o que pretende fazer? Quis saber Nike acendendo um cigarro e dando-o para Andy.

- Preciso ficar uns vinte dias em Santos ajudando meus pais na reforma da loja. Explicou ela.

- Não vai ter nenhuma folga?

- Durante este vinte dias, não, Mas depois estarei livre para ficar com você na capital.

- Isto será muito bom.

Instantes depois as duas subiram. Ao passarem pela porta do quarto de Sam, ouviram vozes. Andy bateu e entraram.

- Oi crianças!

- Olá. Foi tudo bem esta noite? Quis saber Sam.

- Foi acelerado, mas tudo terminou bem. Respondeu Andy. Você descansou?

- Descansar como? A Eve não me deixou quieta um minuto sequer.

- Eu? Quem era que estava me provocando? Agora a pouco eu estava tentando dormir e você não deixou.

- Agora a culpa é minha?

- Bem, resolvam a questão de vocês que vou dormir. Disse Andy.

- Até parece que vocês vão dormir. Falou Sam.

- Deixe de ser abelhuda, Sam. Repreendeu Eve.

- Isto mesmo. Obrigada, Eve. Agradeceu Nike. – Vamos, meu amor.

- Boa noite. Desejou Sam rindo.

Andy fechou a porta do quarto. Sam abraçou Eve. Instantes depois estavam dormindo.

Depois do banho, Andy e Nike deitaram e dormiram abraçadas.

Na tarde do dia seguinte, Eve e Nike viajaram para a capital para resolverem um problema na loja.

No caminho Eve ligou para Sam avisando da viagem inesperada.

- É grave? Quis saber Sam.

- Ainda não sabemos. Espero resolver rápido para voltarmos na sexta-feira. Ligo a noite. Explicou Eve.

- Está bem. Beijos.

- Para você também.

Chegando à capital, Eve rumou ao bairro dos Jardins. Sua casa era protegida com muros altos e cercada por um lindo e florido jardim.

Desceram e Nike foi pegar seu carro na garagem.

- Te vejo daqui a pouco na loja. Disse Nike.

- Está bem.

Assim que Eve entrou na sala, Sofia, a governanta, veio recebê-la.

- Eve, tudo bem? Não esperava ninguém antes de fevereiro.

- Só vim resolver um problema na loja. Só vou tomar um banho e sair.

- Não vai comer nada? Indagou Sofia.

- Não, obrigada. Mas deixe algo leve para mais tarde.

- Está bem.

Algum tempo depois, Eve estacionou o carro em um shopping.

Assim que desceu da escada rolante, Eve observou a decoração de sua loja e gostou do que viu.

- Oi, pessoal! Cumprimentou ela entrando.

As vendedoras a cumprimentaram sorrindo.

- Olá, Ligia! Cumprimentou ela entrando no escritório.

- Olá, Eve! Respondeu a loira simpática que era gerente da loja.

- O que está acontecendo? Perguntou Eve.

Naquele momento Nike entrou no escritório, sentou-se depois de cumprimentar Ligia.

- Nosso maior problema é que o estoque está no fim e a encomenda não chegou hoje de manhã com previsto.

- Entrou em contato com o fornecedor? Quis saber Nike.

- Logo cedo. Seu assistente disse que ele viajou para Miami na sexta-feira e que não havia nenhum pedido nosso.

- Como não? Fizemos o pedido com dois meses de antecedência. Vou até lá conversar com este cara. Falou Nike se levantando.

- Enquanto isso vou tentar com os outros fornecedores. Disse Eve.

Foram várias horas de procura e conversas. Às 21h00min quando Nike voltou para a loja. Despediram das funcionarias e as duas foram para a casa de Eve.

Assim que entraram, Sofia se aproximou.

- Boa noite, meninas! Deixei uma refeição leve para você. Irão precisar de mais alguma coisa?

- Não, Sofia obrigada. Pode ir descansar. Tenha uma boa noite. Agradeceu Eve.

- Obrigada, para vocês também.

Nike pegou duas taças e uma garrafa de vinho no barzinho e foram para o escritório.

Discutiram várias probabilidades e no fim da garrafa de vinho ainda não havia chegado a nenhuma solução. Eve acendeu outro cigarro e recostou na cadeira suspirando.

- E agora? Nosso estoque talvez agüente só mais duas semanas. Só vejo uma solução: fechamos agora e reabrimos na semana do Natal ou não teremos nada para vender nos dias que faltarem.

- Todas as possibilidades de fornecedores estão esgotadas? Perguntou Nike.

- Você sabe que sim. Respondeu Eve.

- Só não verificamos uma.

- Qual?

- Sonhos Noturnos.

- Nem pensar. Protestou Eve veemente. Não quero negócios com a Carla.

- Isto são negócios, Eve. Eles são nossa única saída. Ela nem vai saber, eu ligo direto para o Meira e faço o negocio com ele.

- Como não? Ela sabe de tudo o que acontece na indústria do pai. Ela tem acesso a todos os contratos de vendas.

- Somente os grandes contratos passa pela aprovação da presidência, os pequenos o Meira tem autonomia para liberar, já que ele é o gerente de vendas.

Eve se levantou da cadeira e começou a andar de um lado para o outro.

Depois de alguns minutos, falou.

- Tudo bem. Faça o contrato, mas não vou me envolver em nada.

- Está bem. Amanhã de manhã eu ligo para ele. Agora vou para casa. Falou Nike beijando-a. Você ficará bem?

- Ficarei Nike. Tenha uma boa noite.

- Você também.

Assim que Nike saiu, Eve preparou um campari com gelo e se deitou no sofá da sala. Tinha um pressentimento que aquele novo contato com a Carla, mesmo que indiretamente, lhe traria problemas. Sua vontade era pegar o carro e voltar para a segurança que os braços de Sam lhe davam. Pensando nela, sorriu ao se lembrar dos momentos mágicos que viveram desde que se conheceram. Pegou o celular e ligou para Sam.

- Oi! Cumprimentou Eve.

- Oi. Você está bem? Perguntou Sam.

- Com saudades. E você? Respondeu Eve.

- Precisando de você. Conseguiu resolver seus negócios?

Eve contou tudo para Sam e finalizou.

- A única solução será fazer um contrato com a indústria do pai da Carla.

- Não estou gostando disso. Retrucou Sam.

- Eu também não, mas é isso ou poderemos só abrir na semana do Natal correndo o risco de não termos nenhuma peça até o final de ano.

- Quem vai fazer o contrato?

- A Nike se prontificou para fazer isso para eu não me envolver.

- Isto é bom! Vocês virão no final de semana?

- Ainda não sei meu bem. Tudo dando certo chegaremos na sexta a tarde.

- Me liga se precisar de algo que irei correndo.

- Sempre vou precisar de você. Disse Eve. Beijos.

- Para você também. Tchau.

- Sam?

- Sim.

- Gosto muito de você, muito mesmo.

- Eu também, Eve. Durma bem.

Eve desligou e acendeu um cigarro indo para o quarto. Tomou um banho e no momento que deitou, adormeceu.

Na manhã seguinte, enquanto tomava café. Nike ligou para o escritório dos Sonhos Noturnos.

- Gerencia de vendas Sonhos Noturnos bom dia. Falou a secretaria.

- Bom dia. Gostaria de falar com o senhor Meira. É Nicole Martins da Utopia.

- Um momento, por favor.

Enquanto esperava, Nike terminou de tomar seu café da xícara e acendeu um cigarro.

- Nike? Como vai, menina?

- Bem, Eduardo. E você?

- Muito bem. A que devo a honra tão cedo?

- Precisamos repor o estoque com certa urgência até amanhã de manhã.

- Muitas peças? Perguntou ele.

- Trezentos a trezentos e cinqüenta conjuntos e cem camisolas de varias cores. Respondeu Nike.

- Sem problemas, mas só poderei fazer a entrega depois de amanhã à tarde. Tudo bem?

- Maravilha.

- Mandarei por um boy o contrato hoje depois do almoço.

- Ótimo. Obrigada, Eduardo.

- Eve está bem?

- Está sim.

- Dê um beijo nela por mim.

- Darei. Um abraço Eduardo e tenha um bom dia.

- Obrigado. Tchau Nike.

Assim que desligou, Nike suspirou aliviada. Levantou-se e foi para o quarto.

Ainda com o telefone na mão, Eduardo apertou uma tecla e falou.

- Juliana, procure o contrato antigo da Utopia nos arquivos e redija um novo só trocando a quantidade de peças para trezentos e cinqüenta conjuntos e cem camisolas de cores variadas. Depois traga para eu assinar e peça para o Marcos levantar até o Shopping e entregar na Utopia, por favor. O endereço está no contrato.

- Está bem, senhor Meira.

Eduardo desligou o telefone e voltou para os papéis que estava lendo, quando a porta se abriu e entrou uma moça alta de cabelos curtos pretos, ainda úmidos do banho, os olhos da cor dos cabelos. Vestia uma calça de linho grafite de corte masculino e uma camisa branca, com as mangas arregaçadas até os cotovelos. Cumprimentou-o sorrindo.

- Bom dia, tio. Tudo bem?

- Bom dia, Carla. Tudo. E você?

- Estou ótima. Muito trabalho?

- Não. Estou liberando a entrega do pedido daquela loja do Rio de Janeiro e vou dar uma verificada pessoalmente no embarque.

- Vou para minha sala. Tenho uma reunião com papai e alguns fornecedores daqui a pouco. Falou ela.

- Irão precisar de mim? Quis saber ele.

- Acho que não.

- Então eu vou para o estoque.

Carla saiu e Eduardo resolveu não falar sobre o contrato com a Utopia, pois sabia que Carla iria importunar Eve novamente e ela já havia sofrido muito. Foi para o estoque e esqueceu o assunto.

Eve encontrou Niki no elevador do shopping e as duas se abraçaram.

- O que aconteceu com você? Está com uma aparência horrível. Comentou Nike.

- Obrigada por levantar o meu astral. Ironizou Eve.

- Desculpa Eve. Fui indelicada. Teve insônia? Desculpou-se Nike.

- Assim que deitei logo dormi, mas tive um pesadelo que não consigo me lembrar e perdi o sono. Explicou Eve.

- A noticia que tenho, fará você se sentir muito melhor.

- Conta logo.

- Nossos estoques estarão reabastecidos amanhã pela manhã. O Eduardo mandará o contrato agora à tarde. Falou Nike com um sorriso.

- Que bom Nike! Disse Eve abraçando-a rindo.

Entraram na loja e cumprimentaram as funcionarias.

- Meninas, deixei um envelope em cima da mesa do escritório para vocês.

- Obrigada, Ligia. Agradeceu Eve.

Entraram no escritório e Nike pegou o envelope e abriu-o. Assinaram e Nike pediu para devolverem para o escritório do Eduardo.

O dia passou normal com muitas vendas. No final da tarde Nike convidou Eve para jantar fora.

Já em casa antes de tomar banho, Eve ligou para Sam dando a noticia que tudo estava resolvido e que na quinta antes do almoço estariam de volta.

- Fico feliz que tudo tenha terminado bem. Falou Sam.

- Vou jantar com Nike e assim que chegar eu te ligo.

- Está bem, Eve. Divirtam-se. Beijos.

- Beijos.

Eve desligou com lagrimas nos olhos. Não sabia o porquê de tanta emoção ao falar com Sam. Será que estava apaixonada por ela? Perguntou-se.

No armário pegou uma pantalona preta de seda e uma blusinha branca com delicados babados na frente e colocou sobre a cama e entrou no banheiro. Tomou um banho, fez a maquiagem e se perfumou. Depois de se vestir, calçou sandálias pretas de salto altíssimos e escovou os cabelos até ficarem brilhantes, pegou a bolsa e desceu.

Na garagem entrou em seu Camaro vermelho e saiu da garagem cantarolando.

No caminho pegou Nike que comentou assim que entrou no carro.

Fim do capítulo


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 4 - Capítulo 4:

Sem comentários

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web