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Decifra-me ou Devoro-te por KFSilver

Ver comentários: 6

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Palavras: 2102
Acessos: 3633   |  Postado em: 00/00/0000

Capítulo 2

Esther

Na entrada da escola, avistei as meninas, Daniele e Manuela. Éramos uma panelinha até que equilibrada. Estávamos todas na faixa etária dos catorze anos. Mia, possuía os seus 1,73 de altura; pele morena de cabelos longos e negros, assim como seus olhos. Como ela e Dani, sempre estavam disputando nos times, ambas tinham porte atlético. Mia, por muitas vezes era gentil e sincera, mas, também tinha um gênio difícil. Daniele tinha 1,69 de altura; cabelos loiros como trigo e atentos olhos azuis. Era uma pessoa tranquila, divertida e amiga. Adorava disputar torneios com a Mia, nunca vi duas pessoas tão competitivas. Manuela, era uma figura. Com os seus 1,63 de altura e petulância, sempre disputando qual de nós duas, sairíamos do rodapé primeiro. Afinal, ainda estávamos em fase de crescimento. Ficava frustrada, tentando sempre controlar os seus volumosos cachos avermelhados. Implicando, querendo trocar a sua genética com Dani ou Mia, já que ambas, tinham os cabelos lisos e comportados. Com os seus grandes olhos verdes e seu sorriso maroto, ela sempre tinha um jeitinho de animar a turma, ou seja, geralmente nos colocava em alguma encrenca. Não ligava muito para o seu peso, comia o que tinha vontade, ressaltando, que tudo aquilo acentuaria as suas maravilhosas curvas em um futuro próximo. Eu, por outro lado, com os meus humildes 1,64 de altura; possuía cabelos castanho claro, ondulados e compridos. Os meus olhos, tinham um tom castanho claro, beirando o tom mel. Sou um pouco tímida, alegre e um tanto sonhadora como viviam falando. Apaixonada por literatura, música e arte. Acredito ter puxado a minha mãe, apaixonada declarada por todo o tipo de arte. Minha mãe e Lúcia, eram amigas inseparáveis desde do maternal. Mas, passaram alguns anos separadas. Na verdade, nunca entendi bem isso. Contudo, por coincidência ou não, o destino reuniu ambas novamente, só para depois levar a minha mãe permanentemente. Tia Lúcia, sempre me tratou como filha, às vezes, causando um pouco de ciúmes em Mia, que ficava bicuda. Lúcia, pegava ela no colo e usava vozinha infantil, o que aborrecia ao mesmo tempo, fazia rir horrores.

– Bom dia, meninas! – Dizia uma outra Mia, totalmente alegre e sorridente.

Olhei de soslaio, abraçando Manu e Dani. “Guria doida!” Pensei aborrecida, por saber que aquele comportamento era claramente comigo.

– Nossa, que bom humor! Nem parece que teremos prova de história nesse primeiro período. – Resmungou Manuela, nada feliz, pois não era sua matéria favorita e tão pouco, a que se saia bem.

– Alguém precisa dedicar-se mais aos estudos, em vez de ficar paquerando! – Recrutou Daniele, que vivia pegando no pé da amiga, ela era inteligente, porém, preguiçosa.

– Começa não, loirão! Sabe como é, a gente vai levando enquanto dá… – Dizia divertida, olhando alguns garotos próximos de onde estávamos.

– Vamos entrando, que o sinal já vai tocar. – Avisei.

Mia e Daniele, estavam entretidas, debochando do “belo” desempenho de Manu, enquanto ela não dava a mínima, tinha outros interesses. Fui logo atrás, observando o jeito que Mia tratava ambas, enquanto puxava na memória se havia feito algo para ter esse tratamento “diferencial”. Distraída, trombei com Gustavo que estava entrando na sala. Quase cai, como sou quase um peso pena, segundo Manu, o garoto por reflexo, me puxou junto ao seu corpo, evitando assim o meu encontro com o chão.

– Desculpa! – Falamos ao mesmo tempo.

Senti as minhas faces arderem, enquanto o garoto sorria bobo, por ainda me deter em seus braços. Manuela, muito da ligeira, veio em meu socorro, tirando sarro da minha mudez momentânea.

– Vamos, guria! Antes que você precise trocar o seu registro de etnia. – Enlaçou a minha cintura, guiando-me até a minha carteira.

Somente quando sentei, consegui soltar o ar preso em meus pulmões. Deveria estar quase roxa, tamanha vergonha que passei e as piadinhas que tive que aturar de Manuela, sobre o meu resgate, dos fortes braços do meu belo príncipe. Senti a minha nuca queimar, assim que olhei para o lado, vi o tal Gustavo sorrindo para mim, assustei, quando deparei com olhar nada amigável de Mia. Percebi certa ironia neles. A professora de história entrou, pedindo para todos virarem para frente, pois iria começar o teste. Aquele olhar me incomodou, “Preciso tirar a limpo essa história”, pensei decidida. Ouvi o Pai Nosso, baixinho que Manu fez e sorri, passando confiança.

***

– Senhor! Não aguentava mais tantas perguntas, e esse tanto de justificativas. – Disse Manuela, que estava escorada na parede, bebendo o seu refrigerante como se não houvesse amanhã.

– Achei muito tranquila. – Disse simplesmente. 

– Realmente foi muito simples, nada demais. – Dani, falava enquanto comprava o seu lanche.

– Só falta a sabichona se pronunciar… – Olhou para os lados – Ué, cadê a morena? – Ficando na ponta dos pés, procurando por Mia.

– Deve estar trocando de roupa, o time dela vai jogar a primeira rodada do interclasses. – Daniele avisou.

– E você não vai jogar? – Manu, disse espantada, sabendo da competição delas.

– Fui escalada para amanhã, são sete dias de jogos. Assim terei tempo de estudar as adversárias. – Piscou vitoriosa.

Terminei o meu suco, resolvi ir atrás daquela morena turrona e esclarecer as coisas. Quando estava alcançando o vestiário feminino, fui abordada por Gustavo.

– Ei! Tudo bem com você? – Simpático.

– Err… tou… Estou sim. Obrigada por perguntar. – Tentei esquivar e entrar.

– Assim, você estaria afim de sair comigo, nessa sexta? – Deteve-me, segurando o meu braço.

– Bom… – Olhei um instante a mão que me segurava, fazendo ele me soltar ao se dar conta.

– Não precisa responder agora, só pense com carinho. Vai passar um filme muito bacana, e adoraria assistir em sua companhia. – Sorriu, voltando para o grupo de amigos.

Adentrei voando o vestiário. Nunca tinha sido abordada desse jeito, geralmente estava junto com as meninas, o que tirava um pouco a coragem da molecada. Gustavo, tinha um rosto bonito, mesmo com algumas marcas de espinhas por conta da idade. Sempre foi muito legal com todo mundo, era o líder da turma. Cogitei por um segundo como seria esse… Encontro?? Desesperei-me, nunca tinha tido um encontro. Saia com as meninas, o que era totalmente normal, mas, um garoto. “Calma! Por que está nervosa? Afinal nem sequer respondeu ele.” Divaguei, lavando o meu rosto, acabei perdendo o foco. Ouvi um som vindo dos armários, imaginei ser Mia. Respirei fundo, tentando manter a minha mente no lugar. Estranhei, quando ouvi um certo estrondo e vozes num tom baixo. Aproximei devagar, sabia que era errado espionar, mas, a curiosidade falou mais alto. Fiquei atrás de uma fileira dos armários, ouvi a voz de Mia e… Não conseguia identificar a outra. Pelos reflexos dos espelhos, percebi que era Bruna, zagueira da turma da tarde 1°B.

– Qualé, morena? Você sabe que o nosso time é bem mais preparado. Aceita a oferta da treinadora, assim poderemos passar mais tempo juntas! – Falou sorrindo.

Amélia, estava nem um pouco à vontade. Estava terminando de amarrar o seu tênis, ficou ereta. Claramente não gostava daquela menina, achava muito vulgar, o jeito que sempre nos olhava.

– Tem certeza que não precisa trocar o seu aparelho? – Mia gesticulou.

– Qual aparelho? Musculação? – Sem entender.

– Não. O de surdez! – Arqueando a sobrancelha. – Se bem que você poderia usar um pouco dessa massa muscular e limpar de vez em quando esses ouvidos. – Mia estreitou os olhos, aborrecida.

A outra ficou vermelha, mas pareceu gostar do desafio. Aproximou o seu corpo no de Mia, e sorriu sedutoramente.

– Garanto que eu posso pensar em uma maneira mais produtiva para usar toda a minha musculatura. – Segurando firme a cintura de Mia, avançou em sua boca.

Não sei se foi pelo meu susto ou reflexo de Mia, que virou o rosto a tempo, mas o som de pessoas aproximando, chamou atenção. Mia, sem nenhuma delicadeza, empurrou a outra, pegou as suas coisas e saiu.

– Adoro um desafio! – Falou com determinação, saindo em seguida.

Eu, ainda estava perplexa com atitude daquela garota. Senti raiva do jeito atrevido dela. Ainda bem que Mia não permitiu. Já tinha ouvido falar de garotas como ela pela escola, mas, nunca presenciei um ataque daqueles. Fiquei um pouco assustada. “E se Mia não foi a única que ela tentou agarrar? E se tentar com alguma outra garota? E se ela tentar comigo??” Fiquei preocupada ao mesmo tempo, me recriminei por começar a pensar como a minha vó Beatriz. Era explícito o nojo que sentia por pessoas, segundo ela, que não tinham Deus no coração. Sai e encontrei com as meninas perto da quadra, Mia estava se aquecendo, o jogo logo iria começar.

– Desencontrou com a Mia? – Manuela perguntou.
– Hein? – Ainda estava desnorteada com o ocorrido.

– O que foi guria? Havia dito que iria procurá-la. Quando encontramos, ela não sabia de você. 

– Err… bom, o Gustavo veio falar comigo. – Falei distraída, analisando a tal Bruna do outro lado da quadra. “Garota asquerosa!”.

– Ah, é? E aí?! Conta tudo! – Manuela, estava empolgadíssima com a novidade, queria saber de tudo; desde do que ele falou, como falou e como agiu.

– Não foi nada demais… – Narrei o ocorrido, observando o jeito daquela garota, como devorava Mia com o olhar.

Não estava gostando nada daquilo. Manuela, tagarelava e eu só ia concordando, sem prestar a mínima atenção. No final do primeiro tempo, vi Daniele levar uma garrafa para Mia e trocar algumas ideias, com certeza estratégias. Aquelas duas quando se juntavam eram imbatíveis. Mia, olhou para onde estávamos e sorriu, piscando, sabia que, o que elas haviam planejado, estavam com o jogo ganho! Daniele retornou, sentando ao nosso lado, não escondia o sorriso triunfante. Como já esperado, o jogo terminou com uma vitória esmagadora. Dani tinha um bom olho, analisava e estudava todos os pontos fracos. Mia fazia o mesmo, mas, gostava mesmo é de agir, detonou o ponto fraco doutro time. O treinador aprendeu a não interferir quando as suas capitãs se uniam, para algo maior. Sabia da rivalidade de ambas, o que gerou muitos troféus, e olhos cobiçando qualquer uma delas. Por isso, dava a liberdade para elas colocarem as suas estratégias em campo.

– É, e mais uma vez, Tico e Teco, fizeram outra vítima! – Manu, disse enquanto comia um saquinho de pipocas.

Mia, aproximou-se e bateu as mãos nas da loira toda sorridente, roubando pipoca de uma Manuela, toda serelepe.

– Gostaram do show? – Bebericando a garrafa de água.

– Achei espetacular, pena que sexta-feira, vocês perdem! – Disse Bruna, enquanto passava, sem deixar de mandar um beijinho sarcástico para Mia.

– Garota insuportável! – Dani, falou.

Pensei a mesma coisa. Com a certeza que ela iria aprontar.

– Relaxa! Sexta-feira, os nossos times… – Apontando para Dani – Serão somente um, ai veremos quem vai perder. – Falou sentando na parte debaixo, ficando entre as minhas pernas.

Fiquei feliz com aproximação, ao mesmo tempo preocupada, pensando se era por causa dessa tal Bruna que Mia estava agindo estranho.

– Isso é certo! Então, vamos comemorar no clube? – Dani, já planejava a virada de semana, comemorando.

– Cla… – Manu me interrompeu.

– Da não! Esther e eu, vamos ter um encontro duplo com Felipe e o Gustavo! – Fofocou feliz.

Prendi a respiração. “Quando foi que eu concordei com isso??” Já ia recriminar Manuela, quando senti Mia ficar tensa e se afastar.

– Jura? Não sabia que vocês já estavam assim tão… próximos. – Estava de costas, mas, sabia que a sua cara não deveria ser das melhores.

– Mas, eu ainda nem falei com ele… – Falei confusa.

– Claro que concordou! A gente já planejou tudo! – Manu, defendeu-se – Eu, já até avisei aos meninos, eles vão nos pegar em minha casa. – Adiantou.

– Manuela! Eu, nem pedi autorização para o meu pai!

– Nem precisa. Sabe que Fernando vai estar viajando, e como você estará com Manuela, mamãe com certeza libera! – Levantou – Tranquilo. Dani e eu, iremos nos divertir por vocês. Não é mesmo gata? – Sentou no colo da loira, e sorriu irônica.

– Óbvio! Estou esperando uma revanche faz tempo. – Entraram numa discussão amigável. Vez ou outra, senti aquele olhar de ônix.

Sem alternativa, acabei cedendo aos apelos de Manuela, que iria me pagar caro depois. “O meu primeiro encontro, o que fazer?” Os meus pensamentos, digladiavam com as sensações novas que eu estava prestes a descobrir.

“A flor que desabrocha na adversidade é a mais rara e bela de todas.”

Mulan

Continua…

Fim do capítulo

Notas finais:

 Houve uma pequena alteração no cap, sobre a data de aniversário de Esther. O que não atrapalha em nada o andamento das coisas, desde já peço desculpas. ;)

 

 


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Comentários para 2 - Capítulo 2:
Runezinha
Runezinha

Em: 13/06/2018

Mas Mia com ciumes e isso!? Rsrsrs. Ai meu coração, por que eu acho que a Autora fez de proposito e se diverte vendo a gente sofrer... 

Responder

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rhina
rhina

Em: 12/06/2018

 

Olá 

Boa tarde. 

Tô gostando muito Autora. ....e contando com sua promessa de atualizar. 

Rhina

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lia-andrade
lia-andrade

Em: 09/12/2015

Amando a história.. 

Parabéns!!


Resposta do autor em 09/12/2015:

Obrigada! :)

Responder

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Mag Mary
Mag Mary

Em: 02/11/2015

Vixe então temos uma garota com um certo preconceito aí né rsrs essa história vai render.

Bjus


Resposta do autor em 09/12/2015:

né rs

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Ana_Clara
Ana_Clara

Em: 01/11/2015

Ahhhhhhhh, a Mia ama a Esther, porém será difícil a conquista, afinal a menina parece ser meio preconceituosa. rsrs

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Maryya
Maryya

Em: 30/10/2015

Continua por favor <3. Estou muito curiosa, espero que o próximo capítulo venha rápido.


Resposta do autor:

Vou continuar sim! Obrigada por acompanhar. ;)

Responder

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