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Contrato de Risco Romântico por Lady Texiana

Ver comentários: 2

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Palavras: 3197
Acessos: 476   |  Postado em: 08/06/2026

Capitulo 19 - O Alinhamento de Hertfordshire e Outros Esportes de Elite

 

Se o trânsito de Londres durante a semana parecia uma simulação de combate, a estrada em direção a Hertfordshire no sábado de manhã era o oposto exato. O sedã executivo cortava o asfalto cercado por colinas verdes que pareciam pintadas à mão, sob um céu azul que contrastava com a névoa que as duas haviam deixado para trás.

Phoebe controlava o volante com apenas uma das mãos, os dedos batucando de leve no couro. Ela já não usava o coque corporativo; o cabelo castanho caía solto pelos ombros, e o sobretudo de lã batida fora substituído por um suéter de tricô confortável. Mas a gola continuava alta o suficiente para proteger o território que Isla havia conquistado nas madrugadas anteriores dos olhares indiscretos.

Ao seu lado, Isla Cooper parecia um peixe fora d'água bem-vestido. Para o almoço e o jantar na mansão dos Fields, ela havia trocado as roupas mais casuais por uma calça de alfaiataria cinza escura e uma camisa de botões preta que destacava seus ombros e a imensidão de seus olhos. Ela olhava pela janela com a testa franzida, observando as propriedades gigantescas que começavam a surgir à beira da estrada.

- Então, Fields... - Isla começou, a voz ainda com aquele tom rouco que fazia os cabelos na nuca de Phoebe arrepiar. - Nós saímos antes do meio-dia para "preparar o terreno". Isso significa que eu preciso aprender qual garfo usar para não causar um colapso de etiqueta da tradicional família britânica, ou o buraco é mais embaixo?

Phoebe soltou uma risada curta, mudando a marcha do carro ao contornar uma curva sinuosa.

- O garfo é o menor dos seus problemas, Cooper. A etiqueta a gente finge que esqueceu. O verdadeiro desafio estratégico aqui se chama Comitê de Recepção Nada Amistoso da Família Fields.

- Detalhe o alvo - Isla pediu, cruzando os braços e virando-se um pouco mais no banco do carona, assumindo a postura de quem estava recebendo um relatório de inteligência antes de invadir um território inimigo.

- Muito bem - Phoebe suspirou, ajeitando os óculos escuros. - Fora Althea, que você já conhece o veneno, hoje o pacote inclui o resto do clã Fields. Para começar, temos meu tio Freddie. Ele é o cunhado da minha mãe, irmão mais novo do papai e consegue ser mais ranzinza e julgador que ela. Freddie passa o tempo todo medindo o sucesso das pessoas pelo tamanho do iate ou pela quantidade de ações na bolsa. Se você não falar a língua dos dividendos, ele te ignora ou faz um comentário sarcástico sobre a sua inadequação financeira para estar no círculo íntimo de amizades da família.

- Um clássico - Isla comentou, com um sorriso de canto. - Já lidei com generais de gabinete que funcionavam exatamente assim. Quem mais?

- Os primos - Phoebe revirou os olhos por trás das lentes escuras. - Arthur e Julian. Eles são o suprassumo do pedantismo de Aberdeen. Arthur trabalha com fundos de investimento e tem o nariz tão empinado que eu fico surpresa de ele não tropeçar nos próprios pés. Julian é um esnobe que se acha um grande intelectual porque financia peças de teatro independentes que ninguém assiste. Os dois competem por tudo: quem tem o melhor carro, quem viajou para o lugar mais exótico, quem recebeu o melhor bônus de fim de ano. É uma dinâmica exaustiva de aparências.

- Parece um ninho de cobras de alta classe - Isla observou, esticando as pernas no espaço confinado do carro. - Ninguém se salva nessa árvore genealógica?

- Minha prima Penélope - a expressão de Phoebe suavizou imediatamente. - Ela é irmã do Arthur e do Julian, mas é o oposto absoluto deles. Gente boníssima. Penélope é artista plástica, mora em um estúdio bagunçado em Bristol, detesta as formalidades da família e só vem a esses jantares para comer de graça e irritar o tio Freddie que acha que ela é uma dessas artistas excêntricas. Ela vai ser a nossa única aliada naquele hospício.

Isla balançou a cabeça, soltando uma risada.

- Entendido. Focar na Penélope, ignorar os gêmeos do pedantismo e dar corda para o tio Freddie se enforcar sozinho. É um bom plano de ação.

- Só não se esqueça de que nós somos um casal, Cooper - Phoebe lembrou, dando uma rápida olhada de relance para a segurança. - Um casal muito recente e... intenso. Althea vai estar caçando qualquer sinal de que isso é uma armação para me jogar na cara o menor deslize.

Isla estendeu a mão esquerda, a palma calejada e firme encontrando a coxa de Phoebe por cima do tecido da calça, dando um aperto leve que fez a executiva perder o fôlego por um segundo.

- Fields, depois dessa semana e sobretudo das nossas noites, não vou nem precisar fingir que eu quero te puxar para um canto escuro daquela mansão e te beijar. Aliás, isso vai ser a parte mais fácil do meu dia. Relaxa.

Phoebe sentiu o rosto esquentar, mas não afastou a mão de Isla. Pelo contrário, apenas acelerou o sedã quando os portões de ferro maciço da propriedade dos Fields surgiram no fim da avenida de carvalhos gigantescos.

***

A mansão de Hertfordshire era uma construção vitoriana imensa, com tijolos vermelhos escuros, janelas que iam do chão ao teto e uma escadaria de pedra que levava a uma porta dupla de carvalho. Como sempre, o jardim parecia ter sido aparado com uma tesoura de unha de tão perfeito.

Quando o carro estacionou, a porta principal se abriu e Althea Fields surgiu no topo da escada. Ela vestia um vestido de linho azul-claro impecável, os cabelos presos em um coque perfeito que fazia o de Phoebe na sexta-feira parecer um ninho de passarinhos. Seus olhos castanhos, afiados como navalhas, desceram imediatamente para o sedã.

Phoebe e Isla desceram do carro. Antes mesmo de subirem o primeiro degrau, Isla deu um passo à frente e segurou a mão de Phoebe, entrelaçando os dedos com uma naturalidade que pegou a própria executiva de surpresa. O calor da mão de Isla deu a Phoebe uma onda de coragem que ela raramente sentia naquele lugar.

- Phoebe, querida. Você está... adiantada - Althea disse, a voz modulada naquela neutralidade cortês que ela usava como escudo.

Ela desceu os degraus devagar, os olhos caindo imediatamente para as mãos unidas das duas. Em seguida, subiram para o rosto de Phoebe. Althea semicerrou os olhos por um milésimo de segundo. Havia algo diferente na filha. A rigidez protocolar que Phoebe sempre trazia nos ombros quando pisava naquela casa tinha sumido; a postura continuava elegante, mas os movimentos eram mais soltos, mais leves. E havia um brilho nos olhos castanhos de Phoebe que Althea não via há muito tempo.

- Resolvemos vir antes para aproveitar o dia, mãe - Phoebe respondeu, aproximando-se para um beijo rápido no rosto de Althea. - Londres estava sufocante. E aqui está a Isla, como solicitado.

Althea virou o olhar para a segurança. Isla sustentou o escrutínio sem piscar, estendendo a mão livre com firmeza.

- É um prazer revê-la, senhora Fields. Obrigado pelo convite.

- O prazer é meu, senhorita Cooper - Althea respondeu, apertando a mão de Isla com uma pressão calculada. - Fico feliz que tenha conseguido uma folga das suas... obrigações táticas na agência para nos dar a honra. Entrem, o almoço será servido no terraço. O resto da família deve chegar no início da tarde e os amigos convidados a noite.

Enquanto caminhavam pelo imenso saguão de mármore, Althea ia à frente, mas mantinha o ouvido atento ao som dos passos atrás de si. Ela notou o barulho suave dos sapatos de Isla ditando o ritmo, e como Phoebe não parecia mais a defensora do império familiar, mas sim uma mulher que, de vez em quando, olhava para o lado e trocava um sorriso cúmplice com a namorada.

Aquela leveza incomodava Althea porque era algo ela não conseguia controlar mais. Havia uma rachadura na armadura da filha, e a causa parecia ser a mulher de ombros bem definidos e postura firme que andava ao seu lado com a maior calma do mundo.

***

Às três da tarde, o cenário no jardim dos fundos da mansão parecia uma pintura de época, se não fosse pelo nível de falsidade flutuando no ar. O tio Freddie já estava instalado em uma cadeira de vime, segurando um copo de uísque e reclamando sobre as novas e segundo ele, abusivas taxas de importação com qualquer um que passasse perto.

Os primos haviam chegado em seus carros esporte barulhentos. Arthur vestia calças brancas e um suéter de cashmere jogado pelos ombros, parecendo um comercial de iate clube. Julian usava óculos de aro redondo e mantinha uma expressão de tédio profundo, como se a existência humana fosse um fardo pesado demais para que ele a suportasse.

Penélope, a prima artista, foi a única que quebrou o protocolo. Assim que viu Phoebe e Isla sentadas perto do quiosque, correu na direção delas com um vestido estampado de tinta e um sorriso enorme.

- Meu Deus, Phoebe! Você finalmente arrumou alguém que parece que sabe trocar uma lâmpada e dar um soco se for preciso! - Penélope exclamou, abraçando a prima e estendendo a mão para Isla com entusiasmo. - Sou a Penélope. Por favor, me diga que você não vai falar de fundos imobiliários hoje.

- Nem se me pagarem, Penélope - Isla riu, gostando instantaneamente da garota. - Eu sou mais do tipo que resolve problemas com ferramentas de verdade.

- Perfeito! Já somos melhores amigas - Penélope declarou, sentando-se com as duas.

Não demorou para que Arthur e Julian se aproximassem, segurando os tacos de madeira de um jogo de críquete que os funcionários da casa haviam montado no gramado perfeito.

- Phoebe, querida - Arthur chamou, a voz arrastada e cheia de uma empáfia que fez Isla coçar a orelha. - Estávamos pensando em organizar uma partida rápida antes do chá. Julian e eu contra você e... a sua convidada. Se ela souber como segurar um taco que não seja de beisebol, é claro.

Julian deu uma risadinha pedante, ajeitando os óculos.

- O críquete exige uma certa... fineza, Arthur. Não sei se é o tipo de esporte que se aprende nos quartéis.

Phoebe fez menção de levantar, com os olhos faiscando prontos para triturar o primo em três frases bem estruturadas, mas Isla colocou a mão no seu ombro, mantendo a executiva sentada. O sorriso de Isla para os primos era puramente predatório.

- Fineza? - Isla repetiu, levantando-se devagar, parecendo duas vezes maior que os dois primos juntos. - Engraçado. No exército a gente chamava isso de cálculo e tática de trajetória. Mas tudo bem, eu topo. Só espero que vocês aguentem o ritmo do subúrbio.

Phoebe olhou para Isla, os lábios se curvando em um sorriso malicioso que ela tentou esconder bebendo um gole de água.

- Estou com a Cooper - Phoebe declarou, levantando-se também e pegando um dos tacos. - Vamos ver se Aberdeen ainda ensina a bater em alguma coisa além de egos inflados.

O jogo começou sob o olhar atento de Althea, que observava tudo da varanda, segurando sua xícara de chá. Tio Freddie também virou a cadeira para assistir, pronto para criticar qualquer movimento.

Arthur começou jogando com aquela pose afetada, dando tacadas curtas e precisas, cantando vitória a cada arco que a bola atravessava. Julian fazia comentários técnicos insuportáveis sobre a rotação da bola no sentido horário, tentando impressionar a todos.

Mas a dinâmica mudou quando a vez de Isla chegou. Ela não segurava o taco como os nobres de Hertfordshire; ela se posicionou com as pernas afastadas, o peso do corpo distribuído perfeitamente, os músculos dos braços e das costas - os mesmos que Phoebe havia arranhado na noite anterior - desenhando-se sob a camisa preta.

Com um movimento rápido e uma força impressionante, Isla bateu na bola de madeira. O estalo foi tão alto que o tio Freddie quase derrubou o uísque. A bola voou baixo, em uma linha reta perfeita, atravessando três arcos de uma vez só e parando exatamente no limite do terreno.

- Nada mal para quem não tem fineza, né? - Isla piscou para Julian, que estava de boca aberta.

Phoebe deu um tapinha nas costas de Isla, soltando uma risada clara e descontraída que ecoou pelo jardim. Era uma risada que Althea não ouvia a filha dar desde a infância - sem o tom controlado das festas de gala, sem a polidez da elite. Era o som de alguém que estava se divertindo de verdade.

O momento crucial do jogo veio dez minutos depois. Arthur, visivelmente incomodado por estar perdendo para a suburbana, resolveu que precisava dar uma tacada espetacular para recuperar a liderança. Ele se posicionou na grama, fazendo uma pose dramática, erguendo o taco acima da cabeça.

- Observe a mecânica do movimento, Julian - Arthur anunciou, cheio de si. - É tudo uma questão de tração no calcanhar.

Ele girou o corpo com força excessiva. O problema foi que a grama perto do terceiro arco estava ligeiramente úmida por causa do sistema de irrigação matinal. Quando o sapato de camurça cara de Arthur tentou encontrar aderência, ele deslizou para a frente de forma súbita.

O taco voou para um lado, as pernas de Arthur foram para o ar em um ângulo ridículo, e o herdeiro do tio Freddie caiu de bunda, com toda a força, na grama molhada. O som do impacto foi seguido por um silêncio chocado de Julian.

Phoebe tentou segurar, de verdade. Ela colocou a mão na boca, os ombros tremendo, mas ao olhar para o lado e ver Isla imitando a queda de Arthur com um movimento discreto dos dedos, a CEO da Fields Cosmetics desabou. Phoebe soltou uma gargalhada escandalosa, daquelas de dobrar o corpo, apontando para o primo que tentava se levantar com a calça branca totalmente manchada de terra verde e marrom.

Isla acompanhou a risada com sua gargalhada rouca e ruidosa, batendo na perna, enquanto Penélope batia palmas de tanto rir no quiosque.

- Arthur! - Julian correu para ajudar o irmão. - Você quebrou alguma coisa?

- Só o orgulho! - Penélope gritou de longe, limpando uma lágrima do olho. - E a calça de alfaiataria toda borrada!

Arthur levantou-se com o rosto vermelho de raiva e vergonha, tentando espanar a lama da bunda com as mãos, o que só piorou a situação, espalhando a sujeira. Ele olhou feio para Phoebe e Isla, que continuavam rindo abraçadas no meio do campo.

Lá na varanda, Althea Fields observava tudo. Seus olhos saíram de Arthur e focaram inteiramente em Phoebe. A filha estava com o rosto corado pelo sol, os cabelos bagunçados pelo vento do jardim, e mantinha um dos braços apoiado casualmente na cintura de Isla Cooper enquanto se acabava de rir.

Aquela cena dizia muito mais para Althea do que as cenas forçadas de cumplicidade que havia presenciado no final de semana anterior e que não haviam sido suficientes para convencê-la. Agora, Phoebe não parecia estar fingindo um namoro para salvar as aparências. A cumplicidade, as risadas, a forma como os corpos das duas se buscavam no espaço... tudo aquilo era real demais, não parecia forjado.

E o fato de que a filha havia encontrado essa felicidade longe das regras e dos decretos que Althea sempre tentou impor era algo que a matriarca teria que engolir antes que o jantar fosse servido, embora um quê de satisfação corresse por suas veias. Ela realmente começava a gostar muito de Isla e dessa nova personalidade de Phoebe... até porque ela também tinha algo a revelar para a família no jantar.

***

Depois do fiasco do críquete, o grupo se dispersou para se trocar para o chá da tarde. Arthur sumiu para os quartos de hóspedes para tentar salvar sua dignidade e sua calça, enquanto Julian o acompanhava com uma cara de enterro.

Phoebe e Isla caminhavam de volta para a casa principal pelos corredores de pedra do jardim de inverno. A adrenalina da risada ainda corria pelas veias de Phoebe, deixando-a com um sorriso bobo que ela não conseguia tirar do rosto.

- Cooper, eu pago o seu salário com o maior prazer do mundo, mas aquela tacada valeu cada centavo do orçamento anual da segurança - Phoebe disse, parando perto de uma imensa parede de vidro que dava para as roseiras.

- O mérito foi todo do calçado dele, Fields - Isla respondeu, encostando-se na parede e cruzando os braços, olhando para a executiva com aquele jeito que fazia a temperatura do lugar subir cinco graus. - Camurça na grama molhada é pedir para assinar um acordo para varrer o chão com a bunda. Mas ver você rir daquele jeito... confesso que foi a melhor parte do meu fim de semana até agora.

Phoebe deu um passo à frente, entrando no espaço de Isla. A distância entre as duas sumiu, e por um segundo, Phoebe esqueceu que estava na mansão da mãe, cercada por dezenas de parentes esnobes.

- Eu não me lembrava da última vez que tinha rido assim nesta casa - Phoebe confessou baixo, os olhos castanhos fixos nos verdes de Isla. - Geralmente, eu venho aqui para ser uma estátua. Para ser o que a Althea planejou. Com você... eu sou só a Phoebe que usa calça de moletom larga e calça pantufas do Garfield.

Isla sorriu, a expressão tornando-se incrivelmente suave. Ela estendeu a mão e tocou o rosto de Phoebe, o polegar acariciando a bochecha corada da chefe.

- E essa Phoebe é a minha versão favorita, chefe.

Antes que o momento se estendesse, o som de passos rítmicos ecoou pelo corredor de mármore atrás delas. Phoebe se afastou de Isla com um movimento rápido, recuperando a postura em um segundo, embora o rosto entregasse o calor do momento.

Althea Fields surgiu na curva do corredor. Ela olhou para as duas, firme, uma postura ainda mais ereta.

- O chá está pronto na biblioteca, meninas - Althea anunciou, a voz mansa, mas os olhos cravados no colarinho alto do suéter de Phoebe. - E sugiro que se apressem. Seu tio Freddie quer discutir os relatórios financeiros do primeiro trimestre com você, Phoebe. E ele parece ter muitas perguntas para a senhorita Cooper sobre a... eficiência da nova gestão de segurança.

- Estaremos lá em quinze minutos, mãe - Phoebe respondeu, a voz voltando ao tom firme de sempre, mas sem perder o brilho que havia conquistado nas últimas horas. Althea fez um aceno de cabeça e deu as costas, os saltos batendo com precisão no chão de mármore.

Isla olhou para Phoebe, dando uma piscadela maliciosa.

- Fase dois da operação, Fields. Vamos ver se o tio Freddie aguenta o tranco do subúrbio ou se vai cair de bunda no tapete da biblioteca também.

Phoebe soltou uma risada curta e aberta, segurando a mão de Isla antes de caminharem juntas em direção ao coração do território inimigo. A tarde e a noite prometiam ser longas, mas com Isla ao seu lado, Phoebe sabia que nenhum decreto vitoriano seria capaz de fazê-la recuar, não agora.

 

Fim do capítulo


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Comentários para 19 - Capitulo 19 - O Alinhamento de Hertfordshire e Outros Esportes de Elite:
Socorro
Socorro

Em: 09/06/2026

Kkkkkkkk.. foi pouco essa queda de bunda kkkkk

Dona Althea cheia de segredos heim .. 

curiosa que essa revelação kkkk

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HelOliveira
HelOliveira

Em: 08/06/2026

Até eu gargalhei gostoso junto com Phoebe.... capítulo muito bom


Lady Texiana

Lady Texiana Em: 09/06/2026 Autora da história
Obrigada pelo comentário!
Me diverti também ao escrever o capítulo.
;)


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