CAPÍTULO 17 – ASSUMIDAS E SEM CONTROLE
Depois que as médicas saíram da cafeteria, os enfermeiros bombardearam Julianne de pergunta.
– Espera… você isso que a doutora Camilla acabou de dizer, é verdade? Noivas?
Julianne corou um pouco sem jeito
– É… a gente tá sim.
– Como assim?! A Camilla? A chefona super séria, deslumbrante… você não tá brincando, né? – Perguntou uma das enfermeiras derrubando quase a colher que comia.
– Gente, isso explica muita coisa… tipo os olhares trocados, aquele clima tenso no plantão… Uau!
– É… a gente mantém tudo profissional no hospital, ou melhor, tenta… é verdade. – Rindo nervosa.
– Nossa, eu nunca imaginaria! Você, tão… calma e focada, com a Camilla, que é de outro nível, séria, exigente… Isso é incrível!
– Então todos esses olhares, essas pequenas provocações, até a torta que ela deixou… não eram só gentileza? Era amor, gente, amor!
– Eu tô chocada! Não só pelo noivado, mas por você conseguir lidar com a Camilla, que parece que controla até o ar que a gente respira.
– Não é fácil, confesso… mas a gente gosta do desafio. É um jogo… vocês sabem como ela é. – Suspirou divertida, lembrando de todas as situações que Camilla a colocava a prova.
– Uau… não sei se admiro mais vocês ou se tenho medo de chegar perto da Camilla agora.
– Eu voto no medo e na admiração ao mesmo tempo!
– Apenas aprendam a lidar com olhares e provocação… depois vocês entendem.
Depois de um tempos, todos se levantaram e seguiram para suas devidas funções.
Mais cedo, durante a tarde, Camilla havia recebido a confirmação da empresa responsável pela reforma do apartamento que tinha comprado: estava tudo liberado, e agora a médica poderia se mudar. A ideia de finalmente ter privacidade a deixava animada e ansiosa ao mesmo tempo.
O plantão seguia a todo vapor. Camilla estava concentrada na sala, atendendo cada paciente que chegava na madrugada, enquanto Julianne se movia agilmente pela emergência, cuidando das situações mais urgentes.
Apesar do ritmo intenso, Camilla não conseguia tirar a enfermeira da cabeça. Ela enviava algumas mensagens discretas, cheias de sutileza e desejo, pedindo que Julianne fosse até sua sala. Mas a mulher, ainda contida e tentando manter a postura profissional, sempre encontrava uma desculpa para escapar, evitando se aproximar.
Cada recusa aumentava a tensão entre elas. Camilla sentia o corpo esquentar só de pensar na submissa evitando seu contato, e a necessidade de ter Julianne perto só crescia. Por outro lado, Julianne também sentia algo intenso naquele jogo silencioso — uma mistura de fascínio, curiosidade e medo de se entregar totalmente.
Aquele plantão, que deveria ser apenas mais uma madrugada de trabalho, se tornava, para as duas, um campo minado de olhares, mensagens e desejos contidos, em que cada encontro rápido no corredor carregava mais significado do que qualquer conversa poderia expressar.
A médica percebeu que Julianne tinha sumido por não responder suas mensagens, então saiu a sua procura e descobriu que ela estava descansando na sala dos enfermeiros. Então seguiu em direção ao local.
Camilla entrou silenciosa na sala de descanso, os passos leves quase imperceptíveis sobre o piso frio. Observou Julianne dormindo no beliche, o corpo relaxado, a respiração calma. Um sorriso de canto de boca se formou nos lábios da médica.
Com cuidado, fechou a porta com a chave, certificando-se de que ninguém iria interromper aquele momento. Aproximou-se devagar do beliche, sentindo o coração bater mais rápido com a visão da enfermeira ali, indefesa e submissa, mas ao mesmo tempo cheia de presença.
— Juh - sussurrou Camilla, a voz rouca e baixa, carregada de desejo e carinho.
Julianne abriu os olhos lentamente, piscando algumas vezes, ainda meio sonolenta.
— Cam… o que você está fazendo aqui? - disse, com a voz trêmula, mas deixando escapar um sorriso.
— Você sumiu, então vim atrás da minha noiva… eu fiquei preocupada. - Respondeu Camilla, aproximando-se mais, o calor de seu corpo preenchendo o espaço entre elas.
Julianne mordeu o lábio, tentando disfarçar o rubor que se espalhava pelo rosto.
— Eu… eu só precisava de um tempo de descanso. - murmurou, desviando o olhar, mas não afastando o corpo.
Camilla estendeu a mão e acariciou suavemente o rosto de Julianne, passando os dedos pelo cabelo que caía sobre os olhos da enfermeira.
— Por que não foi descansar na minha sala? - disse, a voz um fio de sussurro, misturando ternura e provocação.
Julianne suspirou, aproximando-se instintivamente, encostando a testa na de Camilla.
— Você é impossível... não iria descansar se fosse, sabe disso, né? — murmurou, ainda sorrindo.
— Impossível, mas só pra você. - respondeu Camilla, deslizando as mãos pelos braços de Julianne, traçando carícias por cima da roupa.
Julianne, encostada no corpo firme de Camilla, passou os braços pela cintura da médica, puxando-a para mais perto, sentindo o calor do corpo da mulher contra o seu.
— Eu não devia… mas não consigo resistir a você. - disse, a respiração ficando mais rápida, os olhos brilhando de desejo contido.
Camilla inclinou-se e pressionou suavemente os lábios nos de Julianne, em um beijo lento e carregado de intensidade, sem pressa, mas deixando clara a atração entre elas.
- Shhh… só deixa a gente sentir isso, Juh… sem pressa, sem ninguém nos interromper. - Sussurrou, entre beijos, deslizando a mão pelo ombro da enfermeira.
Julianne gem*u baixinho contra os lábios de Camilla, os braços envolvendo a médica com força, mas ainda contido, apenas carícias por cima das roupas.
- Porque me provoca tanto, sabe que se precisar sair de repente, vai me deixar assim, cheia de tesão. - Murmurou, com um sorriso malicioso.
- A espera nos faz sentir ainda mais tesão… cada segundo perto de você me deixa mais quente. - respondeu Camilla, passando a mão pelo cabelo de Julianne, puxando-a levemente para um abraço mais apertado, sentindo o corpo dela reagir.
O amasso continuou intenso, com gemidos baixos e sussurros entrecortados, os corpos colados, as mãos explorando suavemente, mas mantendo tudo por cima das roupas. Um momento só delas, carregado de tensão, desejo e carinho, sem precisar ir além da provocação e do toque.
Após um tempo, o bip do pager da médica começou a apitar insistentemente. Havia uma emergência. Camilla se desculpou rapidamente com Julianne e saiu correndo para atender o chamado, deixando a enfermeira descansando no sofá da sala.
Cerca de trinta minutos depois, Julianne retornou ao plantão, retomando suas funções normalmente. O restante do turno seguiu trabalhando intensamente, com ambos concentrados no trabalho até o término, às sete da manhã.
Julianne passou rapidamente na sala de Camilla para se despedir antes de ir para casa. Luísa já a aguardava em frente ao hospital, impaciente para levá-la embora.
Assim que Julianne saiu, Camilla dirigiu-se ao vestiário, tomando um banho demorado e trocando de roupa. Precisava se recompor para seguir às compras: queria escolher móveis novos para seu apartamento e mobiliá-lo o quanto antes, garantindo privacidade e conforto para si mesma — e, eventualmente, para momentos com Julianne.
Enquanto isso, Julianne foi tomar um café com a irmã em uma cafeteria próxima, aproveitando o breve tempo livre para se distrair.
Três horas depois, Camilla chegou à casa da mãe, exausta. Sem ninguém em casa para receber, foi direto para o quarto, fechou a porta e se jogou na cama, sentindo o corpo pesado após um dia intenso, mas a mente ainda inquieta com pensamentos de Julianne.
Haviam se passado duas semanas desde que Camilla organizara sua mudança para o novo apartamento que havia comprado. Finalmente, depois de tanto esperar, poderia receber Julianne em sua própria casa, no espaço que agora seria o seu refúgio, e talvez, aos poucos, também o delas.
Naquele dia em especial, a médica estava ansiosa. Não era apenas um jantar, mas a primeira vez que dividiria aquele ambiente com Julianne, com a promessa de, depois, seguirem para uma balada e, por fim, a enfermeira dormir em sua casa. A ideia a deixava com o coração acelerado, misturando desejo e expectativa.
Enquanto Camilla ajeitava os últimos detalhes do apartamento, preparando um clima intimista para a noite, Julianne tinha passado a tarde com a irmã, Luísa. As duas foram ao shopping em busca do vestido perfeito. Luísa, animada como sempre, opinava, ria e se divertia com as escolhas da irmã, que experimentava peças uma atrás da outra, sempre pensando em como arrancaria suspiros de Camilla naquela noite.
Julianne, depois de muita indecisão, finalmente encontrou um vestido que parecia feito para ela. O tecido delicado valorizava suas curvas na medida certa, e o caimento trazia um equilíbrio perfeito entre sensualidade e elegância. Ao se olhar no espelho, sorriu discretamente, imaginando a expressão de Camilla quando a visse.
Luísa, por sua vez, não deixou de provocar:
— Vai deixar a Milla de joelhos, Ju. Esse vestido é um tiro certeiro.
Julianne riu, tentando disfarçar o rubor nas bochechas, mas, no fundo, estava ainda mais ansiosa para a noite que se aproximava.
- Por isso escolhi ele.
Julianne pagou o vestido e, junto com a irmã, decidiu almoçar no shopping antes de voltar para casa. Entre risos e conversas leves, elas aproveitaram o momento, mas a mente de Julianne estava constantemente voltada para a noite que a aguardava.
Enquanto isso, Camilla permanecia deitada em sua cama, tentando se manter calma diante da tensão e da ansiedade que a dominavam. O simples pensamento de reencontrar Julianne naquela noite fazia seu coração disparar. O corpo, inquieto, denunciava a mistura de desejo e expectativa.
Ela respirava fundo, olhando para o teto, imaginando como seria o momento em que seus olhos se encontrassem novamente. O nervosismo, embora intenso, vinha acompanhado de uma excitação que a deixava ainda mais vulnerável — uma sensação rara para alguém acostumada a estar no controle.
Por volta das sete horas, Camilla decidiu tomar um banho demorado e se arrumar. Passou uma maquiagem discreta e sofisticada. Ela usava uma blusa preta de cetim acetinado, de mangas longas e caimento solto, que realçava ainda mais o seu charme. O decote profundo em “V” valorizava o colo de forma elegante e sensual, conferindo ao visual um equilíbrio perfeito entre sofisticação e ousadia.
A calça skinny de couro preto marcava suas curvas com imponência, transmitindo poder e confiança. Nos pés, escolheu uma sandália de salto alto com tiras finas, que alongava a silhueta e a deixava ainda mais imponente.
Para completar, Camilla apostou em acessórios discretos e refinados: um colar longo com pingente que caía suavemente sobre o decote e um anel delicado em sua mão. Os cabelos soltos, levemente ondulados, emolduravam seu rosto e realçavam sua beleza natural.
Julianne, por sua vez, já havia tomado banho e estava finalizando a maquiagem. Assim que terminou, vestiu um mini vestido dourado inteiramente bordado com paetês e brilhos, que refletiam a luz de forma magnética, atraindo todos os olhares ao seu redor. O decote profundo em “V” realçava sua silhueta com sensualidade e sofisticação, enquanto o caimento ajustado do tecido delineava cada curva de seu corpo com perfeição.
O modelo do vestido, de alças finas e costas nuas, deixava à mostra sua tatuagem marcante: uma fênix imponente que se erguia pelas costas — símbolo de força, renascimento e poder — detalhes que a tornavam ainda mais fascinante.
Julianne completava o visual com saltos altos delicados, que alongavam suas pernas já destacadas pela fenda sutil na barra do vestido. Seus cabelos soltos, caindo em ondas sedosas pelos ombros, adicionavam um toque de naturalidade e contraste à intensidade do look.
Às oito em ponto, Camilla estacionou o SUV em frente à casa da enfermeira. Enviou uma mensagem avisando que já a aguardava, colocou uma música romântica baixinha para tocar no carro e esperou. Quando Julianne bateu levemente com as unhas no vidro, Camilla destravou as portas para que ela entrasse.
A médica ficou completamente sem palavras ao vê-la. Julianne estava deslumbrante naquele vestido, e a visão fez seu coração acelerar de imediato.
Julianne entrou no carro com a delicadeza de quem sabe o poder que exerce. O som das unhas roçando no couro do banco, o perfume doce e envolvente que tomou conta do ambiente e o brilho dos paetês refletindo a luz interna deixaram Camilla atônita.
Por um instante, a médica apenas a observou. O vestido dourado abraçava o corpo da enfermeira como se tivesse sido feito sob medida para ela. A tatuagem da fênix, parcialmente visível, despertava em Camilla uma mistura de respeito e desejo — a lembrança constante de que aquela mulher diante dela era intensa e livre, mas ao mesmo tempo lhe pertencia.
— Você está… inacreditável — murmurou Camilla, com a voz rouca, quase um gemido contido. Seus olhos percorreram cada detalhe, do brilho do vestido às ondas sedosas do cabelo que desciam pelos ombros de Julianne.
Julianne sorriu de canto, tímida, mas satisfeita com a reação. Mordeu o lábio inferior e inclinou a cabeça levemente para o lado. — E você… como sempre, perfeita — respondeu, deixando escapar um olhar carregado de admiração e desejo.
O ar entre elas parecia pesado, carregado de eletricidade. A música romântica tocava baixinho, mas era o som da respiração acelerada das duas que dominava o espaço.
Camilla passou a mão pelo volante, tentando manter a compostura, mas seus olhos teimavam em voltar para as pernas de Julianne, realçadas pela fenda do vestido. A médica se inclinou levemente, aproximando o rosto da enfermeira, e sussurrou perto de seu ouvido:
— Se eu tivesse te encontrado assim, antes de sairmos… não sei se teria te deixado sair do quarto.
Julianne estremeceu, sentindo um arrepio percorrer-lhe a espinha. Seus lábios se entreabriram em resposta, mas ela apenas respirou fundo, tentando se recompor. — Então é bom que a gente tenha saído… porque agora o mundo inteiro vai me ver ao lado da mulher mais linda dessa cidade.
Camilla sorriu, aquele sorriso carregado de posse e orgulho. Colocou a mão sobre a coxa de Julianne, firme, marcando território, mas sem pressa. Seus dedos deslizaram lentamente pelo tecido reluzente, pressionando de leve, deixando claro quem estava no controle.
— Você é minha, Julianne — disse em tom baixo, porém firme, sem espaço para dúvidas. — Não esqueça disso, não importa quantos olhos estejam sobre você hoje.
Julianne suspirou, fechando os olhos por um instante, e sussurrou: — Eu nunca esqueço, Camilla.
O SUV arrancou devagar, deslizando pelas ruas iluminadas. Dentro dele, a atmosfera era de pura tensão erótica, uma promessa silenciosa do que ainda viria naquela noite.
Camilla dirigia pelas ruas bem iluminadas do Jardins, conduzindo o SUV com a mesma segurança que demonstrava em tudo o que fazia. A cada parada no semáforo ou curva mais lenta, sua mão se desviava do volante para repousar sobre a coxa de Julianne, deslizando de leve pelas curvas marcadas pelo vestido dourado.
Os dedos longos da médica ora acariciavam suavemente a pele exposta pela fenda, ora apertavam com firmeza, fazendo a enfermeira se arrepiar. Em outros momentos, Camilla entrelaçava os dedos aos de Julianne, segurando sua mão com posse e ternura.
— Você está me provocando de propósito, doutora? — sussurrou Julianne, tentando conter um sorriso nervoso, enquanto olhava pela janela para disfarçar o rubor que subia em seu rosto.
Camilla virou-se de leve, um canto da boca se curvando num sorriso carregado de malícia. — Eu nunca provoco, enfermeira… eu apenas tomo o que é meu.
Julianne respirou fundo, fechando os olhos por um instante. A voz grave e firme de Camilla a atingia como uma corrente elétrica, deixando-a entregue mesmo antes de chegarem ao destino.
Durante o trajeto, entre um toque e outro, a conversa fluía com naturalidade. Elas falavam sobre o plantão caótico do dia anterior, sobre pequenos detalhes do cotidiano e até riam de situações corriqueiras. Mas, por trás de cada palavra, havia uma tensão latente, como se as entrelinhas carregassem sempre uma promessa velada de desejo.
Quando o GPS anunciou a proximidade do restaurante, Camilla deixou a mão subir mais alguns centímetros na coxa de Julianne, pressionando o polegar contra a pele macia. A enfermeira mordeu o lábio e arfou baixinho, encarando-a com um olhar cúmplice.
— Camilla… aqui não — disse em um sussurro quase suplicante, mas seus olhos denunciavam o contrário, brilhando de excitação.
A médica inclinou-se apenas o suficiente para que sua boca roçasse o ouvido da loira. — Lembre-se, Julianne… quem decide onde e quando sou eu.
O SUV estacionou em frente ao Aguzzo Cucina Italiana, e o manobrista prontamente se aproximou. Camilla desligou o carro com calma, ainda com os dedos pousados na coxa da enfermeira, e só então a soltou.
— Vamos, minha linda — disse com naturalidade, como se nada tivesse acontecido, abrindo um sorriso charmoso.
Julianne ajeitou o vestido, tentando recuperar o ar e a postura antes de sair. Mas no fundo, já se sentia completamente dominada por cada gesto calculado de Camilla.
O manobrista abriu a porta do carro, e Camilla foi a primeira a sair. Como uma verdadeira cavalheira, contornou o SUV e abriu a porta para Julianne, estendendo-lhe a mão. A enfermeira aceitou o gesto, saindo do veículo com elegância, os brilhos do vestido dourado refletindo a luz suave dos postes e fachadas do Jardins.
Assim que caminharam lado a lado até a entrada do restaurante, os olhares se voltaram. Casais, amigos e até funcionários não puderam deixar de observar a dupla: Camilla, imponente em sua blusa de cetim e calça de couro, irradiava confiança e poder; Julianne, deslumbrante em seu vestido bordado, parecia uma estrela prestes a brilhar ainda mais sob a posse discreta da médica.
Camilla pousou a mão nas costas nuas de Julianne, guiando-a até o recepcionista. O gesto foi firme, sem espaço para dúvidas: aquela mulher ao seu lado lhe pertencia.
— Boa noite, doutora Graham Fontes? — perguntou o maître, reconhecendo de imediato a médica, cliente assídua do restaurante.
— Boa noite. Mesa reservada para duas. — A voz de Camilla soou serena, mas carregada de autoridade.
Foram conduzidas a uma mesa reservada, levemente afastada do fluxo principal. Uma vela acesa ao centro lançava sombras delicadas sobre seus rostos. Julianne se ajeitou na cadeira, ainda sentindo a mão firme de Camilla na sua cintura momentos antes, o toque que a deixava nervosa e excitada ao mesmo tempo.
Assim que o garçom trouxe a carta de vinhos, Camilla pegou-a sem hesitar.
— Você prefere tinto ou branco, meu amor? — perguntou, os olhos fixos nela com intensidade.
— Tinto… — respondeu Julianne, mordendo o lábio com um sorriso tímido.
— Então será um Brunello di Montalcino. Elegante, encorpado… perfeito para essa noite.
O garçom anotou e se afastou. Julianne riu baixinho, inclinando-se sobre a mesa, os olhos brilhando de curiosidade.
— Você adora ter o controle de tudo, não é?
Camilla arqueou uma sobrancelha, o sorriso malicioso surgindo devagar em seus lábios.
— Amo. Gosto de decidir, de conduzir… e principalmente de ter você se rendendo a isso.
Julianne desviou o olhar, sentindo o calor subir ao rosto, e murmurou entre um riso contido:
— Você é muito safada, Camis…
Pouco depois, o vinho foi servido. Camilla fez questão de segurar a taça de Julianne e levá-la até suas mãos, como se o simples ato de servi-la fosse mais uma forma de marcar território.
— Ao nosso encontro. — disse Camilla, erguendo a própria taça.
— A muitos outros encontros. — respondeu Julianne, tocando levemente sua taça à da médica, os olhos brilhando.
Ao receber o cardápio, Julianne começou a folhear, mas Camilla estendeu a mão, tomando-o delicadamente.
— Deixe comigo. Vou escolher algo que combine com o vinho… e com você.
— E se eu não gostar? — Julianne provocou.
Camilla inclinou-se, aproximando o rosto e sussurrando de modo que apenas ela ouvisse:
— Você sempre gosta quando eu coloco algo na sua boca.
Julianne arregalou os olhos e depois riu, cobrindo o rosto com as mãos. — Meu Deus, Camilla… você não presta!
O jantar foi escolhido: Bruschetta de entrada, seguida de um risotto de funghi para Julianne e um filetto al tartufo para Camilla. Tudo acompanhado pelo vinho encorpado que já começava a aquecer os corpos.
Enquanto aguardavam, conversavam entre risos e olhares intensos. Camilla fazia questão de vez ou outra, tocar suavemente a mão de Julianne sobre a mesa, deslizando os dedos como quem lembrava a ela, mesmo em público, a quem pertencia.
— Você está linda hoje, Julianne. — disse Camilla, a voz mais baixa, carregada de sinceridade.
— E você sabe muito bem que está irresistível… — respondeu Julianne, devolvendo o olhar intenso.
A tensão entre elas só crescia, misturando desejo, ternura e provocação, enquanto o jantar elegante se transformava em mais um campo de conquista e rendição.
O garçom trouxe as entradas: bruschettas crocantes cobertas com tomates frescos e manjericão, dispostas em uma pequena tábua rústica. O aroma espalhou-se pela mesa, mas o olhar de Julianne estava mais preso em Camilla do que na comida.
— Experimenta essa. — Camilla pegou delicadamente uma bruschetta, levou-a até a boca de Julianne e a ofereceu, como se fosse um gesto íntimo demais para um restaurante cheio.
Julianne hesitou, mas abriu os lábios devagar, mordendo a bruschetta enquanto os olhos não desgrudavam dos de Camilla.
— Humm… — gem*u baixinho ao mastigar. — Está deliciosa.
— Eu sei. — Camilla arqueou a sobrancelha. — Eu sempre sei o que você vai gostar.
O vinho foi servido mais uma vez. O Brunello aquecia, deixando as duas ainda mais relaxadas. A enfermeira cruzou as pernas debaixo da mesa, mas sentiu logo em seguida a perna de Camilla deslizando por cima da sua, firme, dominadora.
Julianne suspirou. — Camilla… a gente está num restaurante.
— E daí? — murmurou a médica, um sorriso malicioso se desenhando. — Você é minha. Posso tocar em você onde eu quiser.
O garçom retornou com os pratos principais. Para Julianne, o risotto de funghi, cremoso, com aroma envolvente; para Camilla, o filetto al tartufo, servido com perfeição.
Enquanto provavam, o clima entre elas se tornava ainda mais íntimo.
— Esse risotto está incrível. — comentou Julianne.
— Quero provar. — disse Camilla, pegando o garfo da enfermeira sem pedir permissão, levando-o até a própria boca. Depois lambeu devagar a ponta do garfo, olhando-a nos olhos. — Realmente… delicioso.
Julianne desviou o olhar, corando. — Você não presta mesmo.
— E você adora isso. — Camilla retrucou, rindo baixo.
Debaixo da mesa, o pé da médica escorregou pela panturrilha de Julianne, subindo lentamente até a parte interna da coxa. A enfermeira se engasgou levemente com o vinho, tossindo, tentando disfarçar.
— Camilla… — sussurrou entre dentes, forçando um sorriso para não chamar atenção.
— Shhh… — Camilla respondeu baixinho, mantendo o olhar sereno como se nada estivesse acontecendo, enquanto a ponta do seu pé pressionava suavemente o meio das pernas de Julianne.
A enfermeira apertou os lábios, respirando fundo. — Você é louca…
— Louca por você. — Camilla rebateu, a voz baixa, carregada de desejo.
Enquanto o jantar prosseguia, Camilla arriscou mais. Deslizou o pé até a calcinha de Julianne, pressionando de leve sobre o tecido.
Julianne mordeu o lábio inferior e deixou escapar um arfar baixo, que logo disfarçou com um gole de vinho.
— Safada… — sussurrou, quase sem voz, encarando Camilla.
— Só estou te lembrando de quem você é. — Camilla respondeu, o sorriso dominador estampado no rosto.
A cada garfada, o jogo ficava mais intenso: uma refeição sofisticada para os olhos de todos, mas sob a mesa, uma disputa silenciosa entre a dominatrix e sua submissa — um convite perigoso para a rendição que ainda viria depois.
As duas se levantaram da mesa sob o olhar discreto de alguns clientes que ainda jantavam. Camilla caminhava ao lado de Julianne com uma postura altiva, uma mão pousada com firmeza na lombar da enfermeira, como quem deixa claro — mesmo em público — a quem ela pertencia.
A porta do restaurante foi aberta pelo manobrista, e o ar noturno do Jardins trouxe um frescor leve, contrastando com o calor que ardia entre as duas. O salto de Julianne ecoava no piso de pedra até chegarem ao SUV de Camilla, que esperava logo em frente.
Camilla destravou o carro e fez questão de abrir a porta do passageiro para Julianne, olhando-a de cima a baixo mais uma vez antes que ela entrasse. Assim que as portas se fecharam e os vidros isolaram o mundo lá fora, Camilla pressionou o botão de travar as portas e virou lentamente o rosto para a enfermeira.
— Agora você é só minha. — disse em um sussurro carregado de desejo, a mão deslizando pela coxa de Julianne até apertar com força.
Julianne respirou fundo, o coração acelerado. — Camilla… alguém pode ver.
— Ninguém vai ver nada. — Retrucou, sua voz firme, dominadora. — Eu não consigo mais me segurar, Juh.
A médica deu partida no carro, mas não acelerou de imediato. A música suave preenchia o ambiente, e a tensão entre elas era quase palpável. Dirigiu alguns quarteirões em silêncio, uma das mãos firme no volante e a outra sempre encontrando a pele de Julianne, deslizando pelos dedos, subindo pela coxa, roçando no quadril.
Julianne fechava os olhos a cada toque, mordendo o lábio inferior. — Você está me deixando maluca…
De repente, Camilla virou em uma rua mais vazia, quase deserta, e estacionou o carro ao lado de uma praça tranquila. Sem pensar duas vezes, desligou o motor e girou o corpo rapidamente em direção a Julianne.
— Vem aqui. — Ordenou.
Antes que a enfermeira pudesse questionar, Camilla a puxou firme pela cintura, fazendo-a deslizar para o colo dela. Julianne sentou-se de frente para a médica, o corpo pressionado contra o dela, as costas batendo suavemente no volante.
Camilla passou as mãos pela cintura da morena e a puxou ainda mais, colando as bocas num beijo intenso, quente, cheio de urgência. — Você não faz ideia do quanto eu te quero agora… — murmurou entre os beijos, enquanto suas mãos deslizavam pelas coxas de Julianne, subindo perigosamente em direção à sua intimidade.
Julianne arfou, sentindo o coração disparar. — Cam… e se alguém passar?
— Que passem. — Camilla respondeu firme, mordendo de leve o lábio inferior da enfermeira. — Ninguém pode nos ver, o insulfilm esconde.
No interior abafado e íntimo do carro, o corpo de Julianne se encaixava perfeitamente no colo de Camilla, de costas contra o volante. A médica não escondia mais a fome que sentia: suas mãos firmes deslizaram pela lateral das coxas da enfermeira, dedos espalmados apertando com intensidade, arrancando um suspiro entrecortado da morena.
Os lábios delas se encontraram em um beijo de língua carregado, profundo, onde cada toque era uma declaração e cada suspiro, uma rendição. Camilla apertava ainda mais, subindo lentamente até alcançar as nádegas de Julianne, agarrando com firmeza, trazendo-a mais para si, colando seus corpos em um encaixe ainda mais íntimo.
Julianne, entregue ao calor do momento, percorria as mãos por todo o rosto da loira, como se quisesse decorar cada traço dela naquele instante. Seus dedos deslizavam para a nuca de Camilla, puxando levemente os fios loiros, intensificando o beijo. Logo depois, a enfermeira ousou mais: acariciou por cima da blusa os seios da médica, apertando suavemente, arrancando um gemido abafado que se misturou ao entrechoque das línguas.
A respiração das duas se tornava cada vez mais ofegante, como se o espaço dentro do carro fosse pequeno demais para conter tamanha chama. Entre pausas curtas, com os lábios ainda próximos, Camilla sussurrou contra a boca de Julianne:
— Você não faz ideia do quanto eu esperei por isso...
Julianne, mordendo o lábio inferior da médica, respondeu com um olhar ardente e voz rouca:
— Então não para... me faz sentir tudo.
E, sem dar chance de resposta, voltou a beijá-la com ainda mais intensidade, como se aquele momento fosse só delas e nada mais importasse além do desejo que queimava em seus corpos
— Seu pedido é uma ordem para mim, meu amor. — respondeu a médica, carregada de desejo.
O p*nis de Camilla estava completamente ereto, pulsando dentro da cueca de compressão, apertando e incomodando de forma deliciosa devido à excitação intensa.
Julianne ch*pava a língua de Camilla de maneira erótica, profunda e provocante. Suas mãos deslizaram por baixo da blusa de cetim da loira, subindo lentamente até conseguir erguer e retirar a peça. Julianne a fitava com um olhar carregado de desejo, mordendo o lábio inferior.
Camilla enlaçou a cintura da enfermeira com o braço direito, colando ainda mais seu corpo ao dela, enquanto aprofundava o beijo, arrebatador e cheio de urgência.
— Levante-se um pouco, me deixa abaixar a calça. — Sussurrou Camilla entre os beijos.
Julianne se ergueu das pernas da médica sem hesitar. Rapidamente, Camilla baixou a calça e a cueca de compressão, ficando apenas com a cueca box, que possuía a abertura estratégica próximo à sua intimidade.
A enfermeira voltou a sentar no colo da médica, beijando-a com intensidade e sensualidade. A mão direita de Julianne deslizou até a intimidade de Camilla, passando a ponta dos dedos na glande rosada. A médica arfava e gemia baixo, entrecortando o beijo, totalmente entregue às carícias precisas e provocantes.
O p*nis de Camilla escorria com a excitação, pulsando contra a mão de Julianne, enquanto os gemidos de ambas preenchiam o espaço apertado e quente do carro.
Camilla arfava e gemia baixinho, sentindo cada toque da enfermeira deslizando pela sua pele quente. Julianne explorava com delicadeza, mas também com intensidade, a glande ereta da médica, brincando com a ponta dos dedos, provocando suspiros que saíam quase como sussurros entrecortados.
— Ah… Juh… não para… — murmurava Camilla entre os gemidos, sentindo a mão da enfermeira apertar, deslizar e enrolar ao redor do seu p*nis, aumentando ainda mais a pulsação e a pressão que queimava dentro dela.
Julianne mordia suavemente o lábio inferior de Camilla, sussurrando com voz rouca e excitada:
— Você está quente demais, Cam… eu preciso te sentir dentro de mim.
Sem perder tempo, Camilla passou uma das mãos espalmadas pelas coxas da enfermeira, subindo lentamente, pressionando firme e provocando um arrepio que percorreu toda a coluna de Julianne. A outra mão segurava a cintura da mulher, mantendo-a colada ao corpo ereto da médica. Cada empurrão do quadril de Camilla dentro da mão de Julianne fazia a respiração da enfermeira se tornar ainda mais rápida, misturada a gemidos baixos e arfantes:
— Mmm… ah… Cam… eu… quero você… — Julianne sussurrava, enquanto a língua delas continuava a se explorar, cada beijo acompanhando os movimentos ousados e provocantes que incendiavam o carro.
O ambiente fechado, o toque firme, os gemidos abafados e o calor intenso criavam uma tensão elétrica entre as duas, onde cada suspiro, cada aperto e cada toque carregava uma promessa de prazer mais profundo e urgente.
Julianne abriu o feixe do sutiã de Camilla que estava na frente e o deixou cair no banco em que antes estava sentada. Com os dedos ainda trêmulos de desejo, beijou a lateral do pescoço da loira, deixando leves ch*pões que faziam Camilla arrepiar toda.
A médica, com a respiração pesada, levou a mão direita até a intimidade de Julianne e começou a acariciar por cima da calcinha, explorando cada curva com firmeza e desejo.
— Nossa… você está molhadinha pra mim… deliciosa — sussurrou Camilla, a voz rouca e carregada de tesão.
A loira mordeu o lábio de Julianne, sentindo a tensão da enfermeira, que estremeceu e escapuliu dos dentes da médica com um suspiro.
Julianne, sem se conter, massageava os seios de Camilla, alternando leves apertos e carícias delicadas, provocando gemidos baixos e roucos da dominatrix. Camilla, então, afastou a calcinha de Julianne para o lado, garantindo acesso direto à sua bucet*, sentindo o calor e a umidade do desejo da submissa.
— Eu fico com água na boca — sussurrou Camilla entre os beijos, sentindo a bucet* de Julianne reagir a cada toque, cada leve pressão de seus dedos.
A respiração das duas estava ofegante, os gemidos misturando-se aos sussurros e ao toque intenso, enquanto o carro pequeno parecia engolir todo o calor e a urgência daquele momento.
Julianne continuou explorando cada centímetro do corpo de Camilla com as mãos, deslizando com firmeza e provocando arrepios que subiam pela coluna da médica. Seus dedos circulavam o p*nis ereto da loira, apertando, acariciando, guiando com delicadeza e malícia. Cada movimento fazia Camilla se contorcer, sentindo o ápice se aproximar com rapidez.
— Aaah… se você continuar assim… aaah… vou acabar goz*ndo… — Camilla ofegava, mordendo o lábio, o corpo tenso de prazer.
Num gesto ousado, Julianne retirou a mão do p*nis da médica e levou-a para a nuca dela, segurando firme e aproximando sua boca da orelha de Camilla, sussurrando com voz rouca e provocante:
— Me fode gostoso, Camilla… com teu pau.
O arrepio que percorreu Camilla foi instantâneo.
— Ah… pedindo assim, não tem como recusar — respondeu a loira, com os olhos brilhando de desejo, enquanto direcionava o p*nis para a entrada de Julianne.
A glande roçou a extensão da bucet* da enfermeira, provocando gemidos abafados e súplicas por mais. Cada movimento de Camilla era calculado, devagar, explorando a cavidade apertada e quente de Julianne, sentindo cada reação, cada tremor.
— Argh! Caralh*! — gem*u Camilla, o corpo arqueando de tesão, mãos segurando firmemente a cintura da enfermeira enquanto penetrava cada vez mais fundo, mergulhando no prazer intenso que se espalhava entre as duas.
Julianne, por sua vez, entrelaçava os dedos nos braços e costas da loira, gem*ndo em harmonia com cada estocada, sentindo a força de Camilla e o calor que se irradiava entre eles.
Julianne sentia o corpo inteiro em alerta, cada toque de Camilla em sua bucet* ou na sua cintura enviando ondas de calor que faziam a pele dela arrepiar. O toque firme do p*nis da médica na sua entrada apertada a deixava completamente entregue; cada estocada lenta provocava um arrepio profundo, um misto de dor e prazer que a fazia gem*r involuntariamente. Ela se apoiava nas coxas de Camilla, sentindo cada músculo da loira se contrair contra o seu corpo, enquanto a mão firme segurava a nuca da médica, puxando-a ainda mais para si.
— Ahhh… Camilla… mais… mais forte… — Julianne sussurrava entre gemidos, mordendo o lábio inferior, sentindo o calor de seu próprio desejo misturado ao da médica.
Para Camilla, cada movimento da enfermeira aumentava o tesão de forma quase insuportável. O aperto da bucet* de Julianne em seu p*nis, as mãos delicadas explorando seus ombros e costas, o contato das coxas… tudo isso fazia a médica perder o controle, suas respirações saírem curtas e ofegantes. Ela sentia o calor subir pelo corpo, o p*nis latejar cada vez mais, o desejo queimando como fogo em cada estocada que penetrava profundamente na mulher que adorava dominar.
— Ahh… Juh… meu Deus… você me deixa doida… caralh*, tão apertada! — Camilla gemia entre respirações curtas, encaixando a própria mão nas nádegas de Julianne e puxando-a para si, sentindo cada estocada mais intensa que a anterior.
Julianne arqueava o corpo, sentindo a pressão do quadril da médica, cada estocada um misto de dor deliciosa e prazer absoluto. Cada gemido seu provocava Camilla ainda mais, deixando a médica louca pelo corpo submisso à sua mercê. O suor fazia com que o vestido de Julianne colasse ainda mais em seu corpo, os corações batiam acelerados, a respiração saía em arfadas e sussurros molhados de prazer, enquanto o desejo queimava em chamas que só aumentavam com cada toque, cada penetração, cada provocação.
— Aaah… Camilla… eu não aguento… mais… mais fundo… — gemia Julianne, sentindo a bucet* apertar ainda mais o p*nis da médica, enquanto se perdia na intensidade do momento.
Camilla respondia com estocadas mais firmes, apertando ainda mais as coxas e nádegas da enfermeira, o tesão chegando ao ponto máximo, o corpo inteiro pulsando em êxtase, ansiando pelo orgasmo iminente. Cada toque de Julianne em seu corpo, cada gemido, cada suspiro de entrega aumentava a luxúria de Camilla, fazendo com que o gozo fosse quase inevitável.
Camilla sentia cada contração da bucet* de Julianne envolvendo seu p*nis, cada aperto parecia intensificar ainda mais o desejo que queimava dentro dela. Com as estocadas ritmadas e controladas, a médica sentia o prazer subir rapidamente, espalhando-se por todo o corpo.
Quando atingiu o ápice, o orgasmo de Camilla foi intenso e demorado, fazendo-a arquear o corpo sobre Julianne, que ainda se movia descontroladamente em cima dela. Um gemido alto e rouco escapou da garganta de Camilla, quase se perdendo no ar abafado do carro, misturado ao ofegar contínuo da enfermeira.
— AAAHHHH, merd*, JULIANNE! — o grito de prazer escapou de sua garganta, rouco e prolongado, enquanto seu corpo tremia em espasmos intensos, fazendo Julianne se contorcer em cima dela. Cada estocada final levava Camilla a um ápice prolongado, suando, arfando, com o peito subindo e descendo freneticamente, o coração disparado. Ela segurou Julianne firme, colando-a ao máximo, gem*ndo ainda contra a nuca da enfermeira:
— Fica comigo, sente, sente todo o meu gozo dentro de você, safadinha... merd*, você é minha!
O orgasmo de Camilla durou mais do que imaginava possível, cada estalo de seus quadris dentro de Julianne enviando ondas de prazer que queimavam em seus corpos, deixando a médica exausta, mas ainda segurando a submissa com intensidade, como se não quisesse deixar escapar nem um instante daquele momento.
Enquanto Camilla ainda tremia em seu próprio orgasmo, Julianne sentia cada estocada dentro de si como uma explosão de calor e prazer impossível de conter. O corpo da enfermeira se arqueava sobre o de Camilla, o vestido grudando pelo suor, e cada toque firme da médica nos quadris e nádegas dela aumentava ainda mais a intensidade do clímax.
— Aaaah… Camilla… me fod… merd*… — gemia Julianne, a voz trêmula e rouca, cheia de submissão e desejo. Cada “aaah” saía ofegante, alternando entre palavras desesperadas e sons sufocados de prazer.
As mãos da enfermeira apertavam os braços e ombros de Camilla, enquanto o corpo rebol*va descontroladamente em cima dela, tentando encaixar cada vez mais fundo. Os quadris de Julianne quicavam freneticamente, seguindo o ritmo brutal e preciso da dominatrix, que não a deixava respirar nem um segundo.
— Sente, amor… sente como eu estou dentro de você… merd*… sua safada… — Camilla gemia, entrelaçando sua voz aos gemidos da submissa, apertando Julianne contra o peito com força e dominando cada movimento.
Julianne estourou em um orgasmo devastador. O corpo dela tremeu, cada músculo se contraindo, as pernas envolvendo Camilla involuntariamente, os quadris rebol*ndo por conta própria. A respiração vinha curta e acelerada, os gemidos altos e desesperados:
— Aaaahhhh… não… para… me fode… Camilla… ai… meu… — e cada palavra saía sufocada, misturada a estalos de pele contra pele, com o corpo quente pressionando a dominatrix.
O clímax durou longos segundos, cada estocada de Camilla provocando novas ondas de prazer em Julianne. A submissa se entregava totalmente, gem*ndo e arfando, os cabelos grudando no rosto, o corpo arqueado, enquanto sentia Camilla pulsar dentro dela. Cada toque firme, cada aperto nos quadris e nas nádegas, fazia o prazer se intensificar ainda mais.
Quando finalmente os espasmos diminuíram, Julianne permaneceu colada ao corpo de Camilla, respirando com dificuldade, ainda trêmula, e com os lábios entreabertos soltando pequenos gemidos roucos, submissos, enquanto a médica acariciava seus cabelos e segurava firme seus quadris, como se dissesse sem palavras: “você é minha, somente minha”.
Fim do capítulo
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