• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • Investigando o meu Problema
  • Capitulo 13

Info

Membros ativos: 9598
Membros inativos: 1621
Histórias: 1979
Capítulos: 21,028
Palavras: 53,264,991
Autores: 812
Comentários: 109,191
Comentaristas: 2603
Membro recente: Zuki

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • Desafio das Imagens 2026
    Em 23/04/2026
  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025

Categorias

  • Romances (879)
  • Contos (477)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (230)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (6)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • A Próxima Edição - O Diabo Veste Prada
    A Próxima Edição - O Diabo Veste Prada
    Por Arame Farpado
  • Otherside - Como a vida deveria ser
    Otherside - Como a vida deveria ser
    Por Elin Varen

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • Ação e Reação
    Ação e Reação
    Por Alex B
  • SOB O ENCANTO DE MAYA
    SOB O ENCANTO DE MAYA
    Por Solitudine

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (879)
  • Contos (477)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (230)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (6)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Investigando o meu Problema por Gabi Reis

Ver comentários: 0

Ver lista de capítulos

Palavras: 2698
Acessos: 346   |  Postado em: 05/05/2026

Capitulo 13

 

No meio da semana, ainda de manhã, Amanda mal tinha entrado em sua sala quando Carla apareceu com uma pasta nas mãos.

— Bom dia, senhora.

Amanda assentiu, sem tirar os olhos do notebook.

— Pode deixar aí.

Carla colocou os documentos sobre a mesa, mas não saiu. Amanda percebeu alguns segundos depois. Ergueu os olhos.

— Tem mais alguma coisa?

Carla hesitou. Como se estivesse medindo até onde deveria ir.

— Na verdade... talvez não seja nada.

Amanda fechou o notebook devagar.

— Carla.

A secretária respirou fundo.

— Algumas semanas antes de... tudo acontecer...

Pausa.

— O Senhor Bastos comentou comigo que tinha alguma coisa errada nos contratos.

Amanda permaneceu imóvel.

— Que tipo de coisa?

Carla sustentou o olhar.

— Valores.

Pausa.

— Ele disse que alguns contratos estavam entrando com reajustes acima do que ele tinha autorizado.

Silêncio.

— E disse mais uma coisa.

Amanda sentiu o corpo enrijecer.

— O quê?

Carla baixou um pouco a voz.

— Que, se aquilo estivesse acontecendo mesmo...

Pausa.

— Tinha um traidor dentro da empresa.

Silêncio. Amanda não respondeu. Carla deu um passo para trás.

— Talvez eu esteja ligando coisas que não fazem sentido.

Amanda sustentou o olhar por mais um segundo, mas não respondeu. Apenas assentiu, quase no automático, enquanto Carla deixava a sala e fechava a porta atrás de si.

O silêncio que ficou depois pareceu diferente. Pesado e incômodo.

Amanda voltou os olhos para a tela do notebook, mas já não enxergava os números. As palavras de Carla insistiam em voltar, se repetindo em algum lugar entre lógica e intuição.

"Um traidor dentro da empresa."

Ela soltou o ar devagar, fechou o notebook e decidiu que, pelo menos por aquela noite... não levaria aquilo para casa.

Ou, pelo menos...

tentaria.

Pegou o celular e avisou ao motorista para aguardá-la na entrada da empresa. Não queria voltar para a Casa de Vidro. Naquela noite, queria ir até o apartamento de Fernanda e ficar com ela.

Durante o trajeto, enquanto a cidade passava pela janela em luzes rápidas e difusas, Amanda tentou organizar os pensamentos. Tentou voltar aos contratos, aos números, às palavras de Carla...

Mas, como vinha acontecendo com frequência demais, seus pensamentos acabaram encontrando o mesmo destino:

Fernanda.

Pensou em como aqueles últimos dias haviam sido marcados, não por grandes declarações, muito menos por promessas ou definições, mas havia presença constante e silenciosa.
Quase inevitável. E, curiosamente… suficiente.

Eram pequenos gestos. Um toque que demorava um segundo a mais. Olhares que se encontravam sem motivo aparente… e permaneciam. Mensagens simples, mas carregadas de intenção escondida entre as palavras. Nada muito explícito, mas impossível de ignorar. O tipo de conexão que não cresce no que é dito…
mas no que se permite sentir.

Amanda percebeu primeiro. Não como uma surpresa, estava mais para uma constatação. A ausência de Fernanda já não era confortável. Aquele espaço vazio… parecia maior do que deveria e a presença dela, por outro lado… preenchia mais do que o esperado.

Era estranho, ela nunca tinha sentido algo parecido, porque não vinha com urgência, nem com descontrole. Vinha com uma calma perigosa, daquelas que fazem sentido rápido demais.

Fernanda sentia também, mas lidava de outro jeito. Observava. Media. Tentava nomear… sem conseguir. Porque aquilo escapava de qualquer lógica simples, não era só atração ou proximidade, era algo que se instalava aos poucos…
e, quando percebido, já estava ali.

Presente entre elas e crescendo.

A vontade de estar juntas, de permanecer e não precisar ir embora. De pertencer… ainda que sem nome.

— Isso é uma péssima ideia — disse Fernanda, encostada na bancada da cozinha esperando o micro-ondas esquentar o jantar delas.

Amanda arqueou a sobrancelha.

— Qual parte exatamente?

— Todas.

Amanda segurou o olhar dela por um segundo a mais, como se estivesse avaliando não a resposta.

— Então por que você ainda está do meu lado?

Fernanda não desviou.

— Porque eu não quero estar em outro lugar.

— Isso vai complicar tudo. — Disse Amanda com apreensão.

— Na verdade, já complicou.

— E você está calma assim?

— Não, eu só sei fingir bem.

Silêncio.

Dessa vez, Amanda não fugiu dele. Não analisou demais. Não recuou.

Só decidiu.

— Então fica! — disse, simples, mas com um peso novo na voz.

Fernanda soltou o ar devagar, um leve sorriso escapando.

— Ficar… como?

Amanda se aproximou, diminuindo o espaço entre elas com naturalidade, mas sem perder a intenção.

— Sem rótulo complicado. Sem anúncio. Sem imprensa. Sem caos.

Pausa.

— Só… fica comigo.

Fernanda inclinou a cabeça, ainda analisando — hábito difícil de abandonar.

— Um relacionamento clandestino?

Amanda sorriu.

— Um relacionamento inteligente.

Fernanda deixou escapar uma risada baixa.

— Eu definitivamente estou me envolvendo com a pessoa errada.

— Ainda dá tempo de sair.

— Não — respondeu ela, mais rápido dessa vez. — Não dá mais.

Silêncio.

Fernanda passou a mão na nuca, como quem organiza um pensamento que já estava decidido.

— Então… a gente tá mesmo fazendo isso? — perguntou, com um leve tom de incredulidade misturado com humor. — Tipo… namorar?

Amanda assentiu, um sorriso pequeno, mas verdadeiro.

— Sim… a gente tá.

Fernanda ainda a observou por alguns segundos, como se quisesse confirmar que aquilo era real.

— Tipo… oficialmente não oficial?

Amanda riu, agora mais leve.

— Exatamente. Exclusivo, confidencial e com alto risco de apego.

— Nossa, adorei o contrato — respondeu Fernanda, entrando no jogo — tem cláusula de beijo?

Amanda fingiu pensar.

— Tem. É obrigatório.

— Perigoso isso.

— Muito.

Fernanda deu um passo à frente, diminuindo de vez a distância entre elas. O olhar firme de sempre estava ali, mas agora havia algo diferente. Menos defesa. Mais verdade.

— Então eu aceito. — disse baixo, quase como se a própria voz tivesse ganhado outro peso.

Amanda mal teve tempo de responder. Fernanda segurou delicadamente seu rosto e a beijou.

Dessa vez, sem hesitação, sem ironias, sem fugas.

O beijo começou lento, como se ambas quisessem sentir cada segundo, mas bastaram alguns instantes para a saudade, a tensão acumulada e tudo o que vinha crescendo entre elas tomar conta. As mãos encontraram caminhos já conhecidos. Os corpos se aproximaram com naturalidade, como se, de alguma forma, já soubessem exatamente onde pertenciam.

O jantar... ficou esquecido.

Entre sorrisos baixos, respirações descompassadas e olhares que diziam mais do que qualquer palavra, elas seguiram para o quarto.

E, naquela noite...

não houve investigação. Não houve passado. Não houve medo. Só duas mulheres, finalmente permitindo sentir tudo aquilo que, por tempo demais, tentaram controlar.

A partir daquela noite, Amanda começou a perceber mudanças em si, que já não conseguia ignorar. Não eram transformações bruscas ou grandes decisões... eram detalhes. Sorrisos que surgiam sem motivo aparente, a respiração mais leve ao longo do dia, a expectativa silenciosa cada vez que o celular vibrava.

Ela parecia diferente. Mais leve. Mais presente.

E, aos poucos, até a Casa de Vidro começou a refletir isso. De forma sutil no início, quase imperceptível para quem não conhecia o lugar, Amanda passou a fazer pequenas mudanças. Coisas simples, mas carregadas de significado.

Uma almofada nova no sofá — não pelo valor, mas pela cor. Mais quente. Flores que antes eram escolhidas pela estética… agora pareciam escolhidas pelo cheiro. A luz, que sempre foi fria e precisa, passou a ser suavizada ao entardecer, criando sombras mais acolhedoras do que imponentes.

Nada que quebrasse a identidade da casa, mas o suficiente para alterar a sensação.

Como se aquele espaço, antes pensado para impressionar… agora estivesse, aos poucos, sendo habitado de verdade. Às vezes Amanda parava no meio da sala, olhando ao redor por alguns segundos a mais, como se estivesse reconhecendo um lugar que sempre foi seu, mas que só agora começava a fazer sentido.

Foi numa dessas pausas que Arminda percebeu. Não foi a decoração e nem os objetos novos, foi o seu jeito.

A forma como Amanda se movia pela casa, mais leve. Como alguém que já não precisava sustentar silêncio o tempo todo.

Arminda encostou na porta da cozinha, observando em silêncio por alguns segundos antes de falar.

— A casa tá diferente…

Amanda virou o rosto, surpresa leve, como se tivesse sido puxada de um pensamento distante.

— Diferente como?

Arminda deu de ombros, mas o olhar dizia mais do que a resposta.

— Mais viva.

Pausa.

E então, com um pequeno sorriso de quem já tinha entendido tudo, mesmo sem ouvir nada:

— E a senhora também.

— Arminda, aonde você quer chegar me dizendo isso? — Amanda perguntou com receio.

— A dona Amanda, eu percebi que a senhora está diferente.

— Diferente como?

Arminda a observou com calma, quase maternal.

— Mais leve. Sorrisos soltos. Sem falar nesta expectativa toda vez que o celular vibra…

Silêncio.

Amanda desviou o olhar, ajeitando algo que não precisava ser ajeitado.

— Eu… estou tentando ficar bem.

Arminda se aproximou um pouco mais.

— Não é só isso.

Pausa.

— Tem alguém.

Amanda travou por um segundo, um sorriso nervoso escapando.

— É tão óbvio assim?

— Para quem te conhece… sempre foi.

Pausa.

— Eu não sei como dizer isso, é complicado.

Arminda inclinou levemente a cabeça, paciente.

— Então não diz complicado.

Amanda respirou fundo.

— Eu estou… com alguém.

Pausa.

— E é… uma mulher.

O silêncio que veio não foi pesado.

Foi breve.

E então Arminda sorriu.

— Demorou. A Fernanda finalmente conseguiu. — Disse erguendo as mãos para os céus em formato de agradecimento.

Amanda piscou, surpresa.

— Você… não está surpresa?

— Eu estou feliz, dona Amanda. Ela parece ser uma boa pessoa e está fazendo bem pra senhora.

Amanda soltou um riso leve, quase desacreditado.

— Só isso?

— Só isso.

Pausa.

— Ela te faz sorrir daquele jeito bobo e você só pensa nela?

Amanda não conseguiu conter o sorriso.

— Todos os dias.

Arminda assentiu, satisfeita.

— Então já vale a pena.

Amanda ficou em silêncio por alguns segundos, na daqueles de quem não sabe o que dizer, era o de quem estava sentindo demais.

Algo no peito afrouxou.

Uma tensão antiga, quase estrutural, como se tivesse sido construída ao longo dos anos… cedeu de uma vez só. Sem aviso. Sem resistência. Ela não precisava se explicar, não precisava se defender e muito menos transformar aquilo em algo aceitável para ninguém.

E, pela primeira vez em muito tempo… isso bastava. O sorriso que veio não foi contido como de costume, veio inteiro. Leve e quase despreocupado. Diferente de todos os outros que ela já tinha ensaiado naquela casa.

Os ombros relaxaram sem que ela percebesse. A respiração veio mais profunda, mais solta. Como se o ar, antes filtrado… agora finalmente coubesse inteiro dentro dela e ela se sentiu de forma estranha, estava feliz sem precisar fazer cálculos, de forma genuína, sem medo de consequências ou de ter que controlar o próximo passo. Amanda passou a mão pelos próprios braços, num gesto automático, como se tentasse ancorar aquela sensação no corpo.

— Eu achei que ia ser mais difícil… — murmurou, mais para si do que para Arminda.

Arminda observou em silêncio, com aquele olhar de quem já tinha entendido muito antes.

— Às vezes a gente que complica o que já tá certo.

Amanda assentiu, ainda com um sorriso leve preso no rosto.

E, naquele momento, não era sobre a casa, sobre o passado ou pelo que ainda viria, era só sobre ela e o sentimento que estava sentindo por Fernanda.

Mais tarde, já sozinha no escritório da Casa de Vidro, Amanda abriu novamente alguns relatórios financeiros da empresa.

Mas, dessa vez, não procurava inconsistências. Procurava padrões. Os números estavam limpos demais. Acessos recentes. Autorizações corrigidas. Aprovações alteradas. Tudo tecnicamente correto...

Perfeito demais para ser real.

Amanda apoiou os cotovelos na mesa. Carla estava certa sobre uma coisa:

Eduardo jamais deixaria superfaturamentos passarem despercebidos.

Se ele desconfiou, então provavelmente tentou investigar e, se alguém dentro da empresa tinha acesso suficiente para alterar contratos, logs e autorizações...

então os dados digitais já podiam estar comprometidos.

Amanda fechou os olhos por um segundo, organizando as peças, foi então que lembrou do servidor secundário.

Um ambiente físico. Offline. Instalado na antiga sede da empresa. Usado para armazenar backups frios, trilhas de auditoria, históricos de contratos e registros que não podiam ser alterados remotamente.

Ela lembrava que Eduardo havia insistido naquilo anos atrás.

Na época, Amanda achou exagero.

Agora...

parecia a única chance de encontrar algo intacto.

Ela pegou o celular. O nome de Fernanda apareceu na tela. Fez a ligação e explicou o seu plano, combinaram de se encontrar em outro dia para ir até a sede antiga da empresa e realizar a busca.

 

Na investigação, Fernanda estava estagnada. Nada avançava. As pistas se fragmentavam. As conexões não se sustentavam tempo suficiente para virar prova. Sempre havia algo fora do lugar — mas nunca o suficiente para apontar com precisão.

E isso… não era erro.

Era controle.

Alguém estava ajustando tudo rápido demais.

Ela repassava os pontos com Paulinho.

— Estamos em um ponto morto — disse Fernanda, analisando o quadro.

— Sim — respondeu ele — não tem uma direção clara ainda.

Fernanda apoiou os braços na mesa, o olhar fixo.

— Engraçado… você parece sempre saber menos do que deveria, Paulinho.

Ele deu de ombros, com um sorriso torto.

— E você parece sempre procurar mais do que devia, doutora.

— Investigadora, por enquanto!

— Tanto faz.

Silêncio.

Fernanda folheou alguns papéis sem realmente precisar deles.

— Você estava muito próximo do Eduardo.

— Ou próximo o suficiente pra saber quando não se meter — retrucou ele, cruzando os braços.

Fernanda inclinou levemente a cabeça.

— Curioso você falar isso.

— Por quê?

— Porque alguém está tentando apagar rastros… rápido demais.

Pausa.

— E isso geralmente acontece quando a pessoa acha que ainda dá tempo de consertar algo.

Paulinho sustentou o olhar.

Menos confortável agora.

— Ou quando a polícia começa a inventar história pra ver se cola.

Fernanda deu um meio sorriso.

— Eu não preciso inventar.

Ela fechou a pasta com calma.

— A gente vai soltar uma informação amanhã.

Ele franziu a testa.

— Que tipo de informação?

Fernanda se levantou devagar.

— Que encontramos um backup completo dos dados do Eduardo.

Pausa.

— Com nomes, datas, trans*ções. Tudo.

Paulinho soltou um sopro de riso curto.

— Nossa… e eu achando que você estava só quebrando protocolo.

Ele inclinou levemente a cabeça, olhando para ela com ironia.

— Mas agora eu entendi… é método novo?

— Qual?

— Interrogatório por proximidade emocional — disse, com um sorriso enviesado. — Você desmonta o suspeito no trabalho… e termina o serviço em casa?

Silêncio.

Fernanda travou o olhar nele.

— Cuidado, Paulinho.

— Estou só dizendo — continuou levantando as mãos em falsa rendição — nunca vi investigação com tanta… dedicação extracurricular.

Pausa.

— Ou você tá muito envolvida… — ele inclinou a cabeça, provocativo — ou essa mulher é realmente muito interessante.

— Olha, cansei desta conversa, vou na sala do delegado pra explicar este plano. — Falou Fernanda já saindo antes que Paulinho jogasse outra piada e ela não tivesse como escapar.

—Boa sorte. — Diz Paulinho.

Fernanda deu um passo à frente, voz baixa.

— Eu não preciso de sorte.

Pausa.

— Só preciso ver quem vai entrar em pânico primeiro.

Ela se afastou.

E deixou para trás algo mais eficiente do que qualquer prova naquele momento:

Dúvida.

E medo.

 

No outro dia, no estacionamento da empresa, Carla entrou no carro e trancou as portas. Era horário de almoço. O sorriso profissional desapareceu no instante em que pegou o celular. Digitou apenas uma mensagem:

Ela começou a investigar os contratos.

Visualizado.

A resposta veio segundos depois:

Ela acreditou?

Carla olhou para o prédio por alguns segundos antes de responder:

Sim. Ela mordeu a isca. Me avisou hoje que estaria indo até a sede antiga da empresa.

Do outro lado, silêncio.

Então uma nova mensagem surgiu:

Ótimo.

Pausa.

Acompanhe de perto. Quando ela se mover... a gente age.

Carla apagou a conversa.

Ligou o carro.

E saiu como se tivesse sido só mais um dia normal.

 

Fim do capítulo


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 13 - Capitulo 13:

Sem comentários

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web