Olá, pessoal!
Tem capítulo novo no ar para vocês! Espero que estejam gostando da história tanto quanto eu amei escrevê-la.
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Ótima leitura a todos!
Beijos!
CAPITULO 13 – RECAÍDA
No outro dia, logo cedo, Camilla estava parada no carro em frente ao hospital. Enviou uma mensagem para Julianne informando que estava aguardando por ela.
Ao ver a mensagem, o coração de Julianne disparou. Tomou um banho rápido no vestiário, trocou a roupa de hospital e bateu o ponto. Caminhou em direção à saída, e Camilla, ao avistá-la, ligou o carro se aproximando da porta para que ela entrasse.
Destravou a porta e sorriu, cumprimentando Julianne com um beijo rápido no rosto. Camilla vestia uma jaqueta moletom cinza, blusa de alça branca, calça moletom cinza e tênis branco. Julianne estava de vestido florido longo e rasteirinhas.
Camilla ajeitou-se no banco, os olhos fixos em Julianne, sentindo o coração acelerar. A voz saiu suave, quase um sussurro carregado de nervosismo e desejo contido:
— Oi, Ju… tudo bem? Você está linda.
Julianne desviou o olhar por um instante, corando levemente, com um frio percorrendo-lhe a barriga. Tentou soar natural, mas havia uma timidez doce em suas palavras:
— Sim… e você? Obrigada… você também não fica atrás.
Camilla engoliu em seco, lutando contra a ansiedade que queimava no peito.
— Estou bem… é… você quer conversar onde? Sua casa, uma cafeteria… ou aqui no carro?
Julianne passou os dedos pelos próprios cabelos, inquieta. O peito subia e descia mais rápido, como se cada respiração fosse uma luta.
— Não… nenhum desses lugares teria privacidade… quer dizer, aqui no carro sim, mas não é o local ideal… ou melhor, confortável.
Camilla sentiu um aperto no estômago ao lembrar do ambiente sufocante da casa da mãe. Suspira, a frustração misturada com um desejo insistente:
— Bom… eu ainda estou na casa da minha mãe, então também não teríamos privacidade… iríamos ser interrompidas… principalmente no quarto. Tem alguma ideia?
Julianne ergueu os olhos com firmeza, deixando escapar a palavra carregada de decisão e provocação.
— Motel.
O coração de Camilla disparou. A palavra a atingiu como uma onda quente.
— Motel? Não…
Julianne se inclinou um pouco mais para frente, a voz baixa, mas cheia de insistência.
— Por que não?
Camilla hesitou. O peso da lembrança caiu sobre seus ombros como uma sombra. O medo se misturava ao desejo, como se ambos disputassem espaço dentro dela.
— Porque… tenho medo de perder o controle novamente e te machucar.
Julianne estremeceu com as palavras. Uma pontada de dor lhe atravessou o peito, mas não deixou a ternura desaparecer do olhar.
— Não, eu não permitiria isso novamente…
— Me desculpe… eu agi mal... sou...
Camilla sentiu um nó na garganta, o arrependimento se tornando um fardo insuportável.
— Não, não é o momento de falar disso…
Julianne fechou os olhos por um instante, respirou fundo e então disse, firme, mas com a voz embargada de emoção:
— Só dirige, Camilla. Para o motel.
O silêncio se fez por alguns segundos. O coração de Camilla martelava como se fosse rasgar-lhe o peito. Ela respirou fundo, tentando se acalmar, e então respondeu com um fio de voz:
— É… tudo bem.
Enquanto ligava o carro, as duas sentiram o peso de cada palavra dita. Era medo, desejo, arrependimento e coragem entrelaçados em um espaço pequeno, abafado, onde até o silêncio parecia gritar.
Camilla dirigia, seguindo para um motel limpo e aconchegante em São Paulo. Ao chegar, abaixou o vidro e pediu o melhor quarto disponível.
— Eu nunca trouxe ninguém aqui… deixando bem claro pra você — disse nervosa.
— Eu que era ex-acompanhante, Camilla, não você. Não precisa ficar nervosa. E respondendo seus pensamentos… ninguém nunca me trouxe aqui além de você.
Camilla sorriu sem jeito, mãos nos bolsos da calça moletom. As mulheres deixaram os pertences no carro e entraram no quarto. Camilla tirou o casaco, deixando os braços musculosos à mostra, vestindo apenas a blusa de alça e a calça moletom cinza. Julianne mediu a médica dos pés à cabeça, admirando cada detalhe do corpo definido e o charme evidente.
— Camilla… por que você foi embora sem se despedir de mim? Sem tentar explicar o que aconteceu naquele dia que você me disciplinou violentamente? — perguntou Julianne, a voz firme, mas com o coração apertado.
Camilla ficou tensa, caminhou pelo quarto, respirando fundo, e respondeu:
— Eu… eu não tive coragem… não tinha cara de olhar pra você. Pedir desculpas pela explosão de ciúmes que tive.
— Eu não estava te traindo, Camilla… não precisava daquela reação.
— Eu… me desculpe… fiquei cega de ciúmes… não pensei na hora.
— Você podia ter conversado comigo depois de se acalmar… não ter feito aquilo. Você me marcou…
— Me perdoa… eu não queria causar aquilo.
— Você tem noção que eu estar aqui sozinha com você é algo que eu consegui vencer? Uma parte de mim sentiu tanto medo de você por causa da agressão…
— Eu sei… fui uma babaca. E sei também que você nunca vai me perdoar por aquilo, muito menos se relacionar comigo de novo.
— Eu te perdoo, Camilla. De todo meu coração… não guardo mágoa.
— Você me ama, Ju?
— Você me ama, Camilla?
— Amo… amo com todas as minhas forças. Daria minha vida por ti, Julianne. Volta comigo, por favor… não há um dia que eu não pense em você, que não sinta falta da sua companhia, do seu corpo no meu…
— Eu amo você, Camilla… mas voltar, não… não agora.
— Então quando? Eu faço tudo que você quiser para te ter de volta. — A médica se ajoelhou aos pés da enfermeira.
— Não sei… só o tempo dirá. Mas tudo que você sente é recíproco. Principalmente a parte sexual... se levanta por favor.
Camilla levantou-se lentamente, o olhar fixo em Julianne, como se cada centímetro do corpo da outra a puxasse para um abismo de desejo do qual não poderia escapar. A respiração lhe escapava pesada, quase em súplicas, e a voz saiu baixa, rouca de contenção:
— Não faz isso comigo… eu não vou me controlar.
Julianne sentiu um arrepio subir-lhe pela espinha. O coração batia forte, acelerado como se fosse explodir no peito, mas um sorriso provocador surgiu em seus lábios enquanto se aproximava mais. O calor da presença de Camilla a fazia estremecer.
— Não precisa, doutora… — respondeu, a voz doce, mas carregada de atrevimento.
O nome soou como uma faísca. Camilla fechou os olhos por um segundo, como se lutasse contra si mesma, o corpo rígido, tenso, tentando se manter firme diante da tentação.
— Julianne… — chamou, e era quase um lamento.
Julianne inclinou a cabeça, o olhar penetrante. Os lábios formaram a palavra em um tom baixo, quase um sussurro que arrepiou Camilla inteira:
— Senhora…
O ar entre as duas parecia vibrar. O corpo de Camilla ardeu com o chamado, um calor súbito tomando-lhe a pele.
— Julianne… — repetiu, desta vez com a voz falhando, entre desejo e medo.
— Camilla… — devolveu, o nome saindo de sua boca carregado de intimidade, como se fosse uma confissão.
Camilla levou a mão ao rosto dela, sentindo a maciez da pele sob os dedos, o coração martelando como um alerta.
— Por favor… melhor a gente ir embora… não quero que seja apenas um dia de sex*… — confessou, a sinceridade misturada à angústia de perder o controle.
Julianne sentiu o peito apertar, mas não recuou. Os olhos brilhavam de desejo e firmeza, a respiração quente roçando no rosto de Camilla. A provocação saiu firme, quebrando a barreira que ainda restava:
— Cala a boca e me come, Camilla. Eu sei que você quer… por que dificultar?
O silêncio que seguiu foi pesado, cheio de eletricidade. O corpo de Camilla tremeu, como se a última defesa tivesse sido arrancada. Julianne, por sua vez, sentiu o coração disparar ainda mais, uma mistura de adrenalina e entrega, como se estivesse prestes a se lançar sem volta nos braços da mulher que tanto desejava.
Sem pensar, Camilla pegou Julianne nos braços; a enfermeira circulou as pernas na cintura da médica, e elas iniciaram um beijo cheio de saudade. Camilla deitou Julianne sobre a mesa do quarto. Desceu a calça moletom e a cueca box, liberando o p*nis ereto. Rasgou a calcinha branca de Julianne e penetrou-a sem cerimônia.
— Aaaah… você vai me dar outra calcinha. — Julianne ofegava, sentindo o calor que se espalhava por seu corpo, cada toque de Camilla fazendo-a tremer.
— Porr*… molhadinha… eu dou quantas você quiser, compro uma loja inteira de lingerie só pra você. — Camilla gem*u, seu p*nis pulsando dentro dela, reconhecendo o calor e a umidade que sentia falta, cada estocada a fazendo perder o fôlego e arrepiar a espinha.
Camilla começou a chorar baixinho, misturando emoção e prazer, enquanto possuía Julianne com força, segurando firme seus quadris, sentindo cada reação da enfermeira.
— Camilla… aaaah… aaaah... que foi? Quer parar? — Julianne perguntou, ainda insegura, mas com o corpo inteiro vibrando sob o toque da médica.
— Nãoooo… eu… eu… ah… Deus… preciso disso… aaaah — Camilla respondeu, a voz rouca, entre gemidos e soluços de prazer, enquanto o corpo inteiro tremia a cada estocada.
— Ahhh… caralh*… quero mais… Ju… — escapava de seus lábios entre respirações pesadas, o ritmo rápido e intenso, sentindo cada contração da enfermeira apertando seu p*nis.
Julianne arfava, o vestido agora mal impedindo o contato direto, segurando firme os braços de Camilla enquanto cada toque a fazia estremecer. Gemidos curtos e entrecortados saíam involuntariamente, seu corpo entregue, ansioso por mais.
— Ahhh… Caaam… mais… mais… — Julianne suspirava, sentindo-se completamente possuída, cada estocada aumentando a sensação de ser desejada, dominada e protegida ao mesmo tempo.
O quarto ecoava gemidos roucos, respirações ofegantes e sussurros intensos. Cada toque, cada movimento de Camilla intensificava o prazer de ambas, mostrando a dinâmica perfeita de dominatrix e submissa, uma entrega silenciosa, mas intensa, que preenchia o espaço entre elas com calor e desejo palpáveis.
Camilla gemia fundo a cada estocada firme que enfiav* na bucet* de Julianne. O corpo da médica já escorria suor, mesmo com o ar na temperatura ideal. Os músculos definidos brilhavam, contraindo-se a cada investida.
Julianne arfava e gritava baixo sempre que a médica socava dentro dela.
— Aaaah… p-porr*, Cam...milla… aaaah!
De repente, Camilla saiu de dentro, arrancando um gemido de protesto da enfermeira:
— Nããão… volta aqui, que merd*!
Sem dizer nada, Camilla pegou Julianne nos braços e a levou até a cama. Com firmeza, tirou o vestido florido dela, deixando o corpo da enfermeira exposto. A dominadora se ajoelhou entre suas pernas, grudando a boca num dos seios enquanto massageava o clit*ris com movimentos circulares, fortes, ritmados.
Julianne gem*u alto, apertando a cabeça de Camilla contra o peito:
— Aaaaah… p-puta que pariu… sua boca, Cah… ai caralh*!
O corpo da enfermeira tremia com cada ch*pada nos mamilos duros e cada esfregada no clit*ris encharcado. Sua bucet* já escorria de tanto tesão.
As unhas dela arranhavam os braços musculosos da médica, deixando marcas vermelhas.
Quando percebeu que Julianne já estava à beira de goz*r, Camilla parou. Levantou-se, tirou a blusa e jogou no chão. O corpo definido, peito marcado pelo suor, ficou nu diante da enfermeira.
Julianne mordeu os lábios, olhando de cima a baixo, praticamente babando pela visão da dominadora. Seus olhos brilhavam de desejo, as pernas tremiam.
— P-pra mim?… toda pra mim? — gem*u, quase suplicando.
Camilla não respondeu. Apenas deu a ordem seca, voz firme, tom de comando:
— Vira. Fica de quatro pra mim e empina essa bunda gostosa, agora.
Julianne obedeceu sem pensar. Ficou de joelhos na beira da cama, o peito colado ao colchão, os braços dobrados apoiando a cabeça. Abriu bem as pernas, oferecendo-se.
Camilla se posicionou atrás dela, esfregando a glande grossa na entrada da bucet* já molhada. Ia deslizando devagar, pincelando a cabeça do pau na bocet* latejante da submissa.
Julianne gemia só de sentir o atrito:
— Aaaah… p-porr*… enfia logo, Cam… para de me torturar!
Camilla riu baixo, sádica, e deu um tapa forte na bunda dela:
— Cala a boca, cadelinha… eu decido quando vou te foder!
Ela então empurrou devagar, enterrando tudo de uma vez. A bucet* quente de Julianne engoliu o pau, apertando com força.
— Aaaaaah, caraaaalhoooo! — gritou Julianne, arqueando as costas.
Camilla segurava firme as nádegas dela, socando fundo e puxando-a contra seu quadril para forçar a penetração ainda mais intensa. O quarto ecoava os sons molhados e pesados: pláf, pláf, pláf, cada estocada firme e forte.
— Isso, Cam… fode a tua putinha… fode a tua cadela… aaaaah! — implorava Julianne, gem*ndo sem pudor.
— Isso mesmo… — rosnava Camilla, com a voz grave, cada vez mais ofegante. — Você é minha cadela, minha submissa… só goz* quando eu deixar!
A enfermeira choramingava de tesão, os gemidos entrecortados:
— Aaaaah… sim, senhora… me usa… me fode gostoso… mais forte, porr*!
Camilla socava cada vez mais rápido, o pau latejando dentro dela, molhando-se no excesso de gozo da enfermeira.
O atrito fazia barulhos obscenos, estalos altos que se misturavam com os gemidos desesperados das duas.
— Aaaaah, Camilla… não para… não para… fode a minha bucet*… aaaah, caralh*oo! — Julianne gritava, se debatendo contra os lençóis.
— Porr*, Ju… que bucet* apertada… eu vou goz*r nessa bocet*. — rugiu Camilla, socando sem dó.
O momento era bruto, selvagem, dominadora e submissa completamente entregues. O desejo entre elas queimava como fogo, transformando o quarto em um campo de prazer violento e intenso.
Camilla saiu de dentro da bucet* de Julianne ainda tremendo, o pau latejando, contraindo pelos espasmos do gozo. O líquido branco escorria quente, molhando a pele da enfermeira. A médica encarou a intimidade dela, a bocet* piscando, contraindo sem parar, cuspindo o sêmen que escorria em fios grossos pelas coxas.
Sem dar tempo para descanso, Camilla puxou a enfermeira, virou-a de costas e voltou a penetrar devagar, enterrando novamente até o fundo. O pau deslizou fácil pelo excesso de gozo, fazendo sons molhados e obscenos.
— Pooorraaa… — Camilla arfava, a voz grave, rouca de tesão. — Eu não sei o que acontece comigo quando tô perto de você… eu… eu… aaaaah… caralh*… não consigo parar… essa bucet* me prende, Ju… aaaah, puta que pariu!
Julianne gemia descontrolada, os olhos revirando, a boca aberta:
— Issooo, senhora… me fode… soca mais forte… não se controla não… minha bucet* é sua!
O corpo das duas colava-se em suor, os movimentos cada vez mais intensos. Camilla segurava a cintura dela com força, socando fundo e alternando o ritmo só para prolongar o prazer. Na mente da médica, quanto mais segurasse o orgasmo, mais tempo teria Julianne em seus braços.
Quando sentiu o corpo estremecer prestes a goz*r, Camilla saiu de dentro dela com um gemido alto, a boca aberta em formato de “O”, os olhos cerrados. Sentou-se na cama, costas eretas, pernas afastadas, o p*u duro como pedra, a glande vermelha e escorrendo. Olhou para a enfermeira quase em súplica:
— Por favor… vem… se senta no meu pau, Ju… de costas pra mim… preciso de você, porr*…
Julianne, arrepiada pela visão da médica ofegante, corpo definido brilhando de suor, não resistiu. Caminhou até ela e, lentamente, encaixou-se, gem*ndo quando o pau grosso a penetrou outra vez.
— Aaaahhh… — soltou, mordendo o lábio. — Que delíciaaa…
Sentou-se com as pernas dobradas, as nádegas encostadas na barriga chapada da médica, apoiando as mãos sobre as coxas fortes de Camilla. As costas arqueadas, a cabeça virada de lado para poder encarar a loira.
Camilla mordia o pescoço dela enquanto a mão esquerda apertava os seios e a direita esfregava o clit*ris em movimentos circulares leves.
— Rebola pra mim, cadela… isso, quica no meu pau… aaaah… olha pra mim enquanto eu te como…
Julianne obedeceu, gem*ndo cada vez mais alto:
— Puta que pariu, Cam… eu vou goz*r… aaaahhh… fodeeeee… não para!
O som dos corpos se chocando ecoava pelo quarto: pláf, pláf, pláf. O pau de Camilla enchia cada espaço da bucet* de Julianne, que espremia, apertando com força, sugando-a.
Camilla rosnou no ouvido dela, perdendo o controle:
— Aaaaah, caralh*ooo… vou goz*r dentro dessa bocet*, porr*!
E explodiu, jorrando jatos quentes e pesados, preenchendo a enfermeira. O gozo parecia não ter fim, inundando a bocet* de Julianne que se contraía em resposta.
— Aaaaaahhh… eu tô goz*aando, Camillaaa! — gritou a submissa, tremendo inteira, o corpo arqueado, sentindo-se preenchida até o limite.
O quarto ficou tomado pelos gemidos, respirações ofegantes, os sons molhados do gozo extravasando e escorrendo.
Quando finalmente conseguiu respirar, Julianne deitou-se no peito da médica, ainda com o pau dentro, a bucet* latejando.
— Você precisa descansar, Cam… já me deu tudo de você… — sussurrou, cansada, mas com um sorriso de prazer.
Camilla segurou o rosto dela e respondeu firme, a voz rouca, ainda excitada:
— Descansar porr* nenhuma… você ainda não terminou comigo. Eu vou te foder a noite inteira, Julianne. Você é minha, entendeu?
Julianne mordeu o lábio, arrepiada, e gem*u baixinho, se entregando novamente ao prazer.
Os jatos quentes de gozo atingiram a bucet* de Julianne com força, fazendo a enfermeira explodir em prazer junto com Camilla.
— Eu sei que você quer mais, Ju… teu olhar entrega… você gosta de como meu corpo tá pra você? — sussurrou Camilla, ofegante.
— Pra mim? — Julianne respondeu, a respiração rápida.
— Sim… eu me dediquei pra você.
— Pensei que era pela sua saúde… e por você mesma.
— Não… pra você, todo esse tempo longe… quando estava com tesão, eu malhava só pra tentar tirar a tensão de não te ter goz*ndo no meu pau… — Camilla arfava. — Levanta… se deita com a cabeça no travesseiro e abre as pernas.
Julianne obedeceu, deixando que Camilla se posicionasse entre suas pernas, penetrando devagar, com cuidado. Os braços da médica se apoiavam na cama, erguidos ao lado dela. Julianne entrelaçou a perna esquerda sobre a direita de Camilla, prendendo-a, e a loira se movia lentamente, buscando mais contato, mais intimidade.
Elas curtiram aquele momento de olhos fechados, Julianne com a cabeça inclinada para trás, a boca aberta, soltando gemidos baixos:
— Aaaaahh… que delícia, Cam…
Camilla, de olhos fechados, alternava beijos de língua urgentes e carinhos nos seios da enfermeira, demonstrando quanto a amava. As mãos e unhas de Julianne arranhavam levemente as costas de Camilla, enquanto a médica intensificava a penetração, prendendo a mão esquerda da submissa acima da cabeça.
— Argh… caralh*, Ju… não quero que isso acabe… — gemia Camilla, a voz rouca e trêmula de tesão.
Julianne puxou a mão, guiou suas mãos para as nádegas de Camilla, apertando e ditando o ritmo da penetração enquanto se beijavam com urgência. Camilla intensificou as estocadas, enterrando o rosto no pescoço de Julianne, ch*pando de leve, enquanto apertava os seios e o quadril da enfermeira.
— Aaaaah… mais… me fode, Cam… — gemia Julianne, arfando.
Camilla levantou levemente a perna de Julianne, encaixando o pé na lateral de suas nádegas, aumentando o contato. Julianne gem*u alto:
— Argh… caralh*, Cam… não para… me fodaaaa…
Os primeiros jatos de gozo saíram sem que Camilla percebesse, pressionando seu pau na bucet* da enfermeira. Julianne enterrou o rosto no pescoço da médica, tentando esconder as lágrimas de prazer enquanto goz*va.
Camilla ficou parada sobre Julianne, respirando pesado, ainda penetrando, sentindo as contrações das duas intimidades, completamente perdida no prazer. Elas haviam perdido a noção do tempo: mais de oito horas trancadas no quarto de motel.
Quando Camilla saiu de cima, ainda ereta, Julianne levou a boca pelo pau dela, lambendo, beijando e sugando lentamente, enquanto massageava os testículos. Camilla gemia alto:
— Aaaahhh… puta merd*… que boquinha… isso... sim… é isso… ch*paaa… caralh*ooo!
A bucet* de Julianne se contraía sem parar, escorrendo de tesão. Camilla não resistiu por muito tempo e jorrou na boca da submissa, que engoliu, circulando os lábios na glande, ch*pando com gosto e massageando o corpo da médica.
Julianne se posicionou em cima de Camilla, encaixando novamente o pau em sua bucet* e começou a rebol*r. A loira gemia, apertando suas nádegas e quadris. Julianne começou a quicar, gem*ndo alto:
— Camillaaaa… me fodaaaa com força… Argh…
Camilla conduzia as investidas, dando trancos firmes para cima, enquanto Julianne descia, enchendo sua bucet* do jeito mais intenso. A médica chegou a ch*par um dos seios da enfermeira enquanto segurava as coxas, puxando firme para aumentar o contato.
— Argh… caralh*… porr*… tô goz*ndo… aaaahhh! — gemia Camilla.
Julianne não parava de se mover, mesmo com Camilla goz*ndo dentro dela. Num impulso, levou a mão ao pescoço da médica, enforcando-a levemente, e ambas atingiram o orgasmo avassalador ao mesmo tempo. Julianne inclinou-se para trás, enquanto Camilla segurava firme, jorrando novamente dentro da bucet* da enfermeira que tremia e se contraía em cada estocada.
— Aaaaah… doutoraaa… — gemia Julianne.
Camilla apertava as coxas da submissa, rindo e chorando ao mesmo tempo em meio ao orgasmo, sentindo cada contração da bucet*. Julianne, percebendo o choro, envolveu o rosto de Camilla em seus seios, voltando a cavalgar com intensidade enquanto a médica gemia alto, perdida no prazer.
Elas permaneceram assim até que os tremores e espasmos cessaram. Julianne sussurrou, rouca:
— Precisamos ir embora…
— Não… por favor… fica aqui comigo… — respondeu Camilla.
— Camilla… a gente tá aqui faz horas… — falou a enfermeira, olhando para ela.
— Esse era meu medo… que a gente parasse e você quisesse ir embora… — confessou Camilla.
— Mas a gente tem que ir, né… — disse Julianne.
— Eu não queria, Ju… — sussurrou, beijando-a intensamente.
As mulheres foram para o banho. Camilla pegou Julianne no colo, encostou-a na parede do box e a penetrou enquanto ela gemia alto. Elas goz*ram juntas mais uma vez no banho, corpos colados, gemidos misturados com o som da água caindo.
Exatamente à meia-noite, as mulheres saíram do motel. Camilla pagou o quarto sem reclamar do valor, que havia sido alto, e seguiu direto para a casa de Julianne.
Quando parou o carro em frente à casa de Julianne, Camilla se virou de repente, o olhar intenso e a respiração pesada denunciando o desejo que fervilhava em seu corpo. Não havia mais pudor, nem timidez.
— Juh… me deixa te amar mais uma vez? — sua voz saiu rouca, carregada de urgência, os olhos faiscando de desejo. Cada palavra parecia vibrar no ar, quase palpável.
Julianne engoliu em seco, sentindo um calor percorrer seu corpo, o coração acelerado. — Como assim, Camilla? — murmurou, surpresa, os lábios curvados em um sorriso hesitante.
— Eu quero te foder aqui e agora. — Camilla respondeu, e a intensidade no olhar fez a nuca de Julianne arrepiar, sentindo a excitação subir com a audácia da médica.
— Camilla… a gente precisa dormir… tenho plantão cedo… — a voz de Julianne tremia levemente, enquanto a mente lutava entre o senso de responsabilidade e o desejo que queimava por dentro.
— Vai ser rápido… prometo que vou goz*r logo. — Camilla disse, aproximando-se, o corpo emanando calor e tensão. A promessa fez Julianne sentir o baixo ventre pulsar, o ar ao redor carregado de antecipação.
— E você não se preocupa se eu não goz*r ou demorar? — a enfermeira perguntou, o coração batendo mais rápido com cada movimento da médica tão perto dela.
— A gente demora o tempo que você quiser, Julianne… por favor… me deixa te comer? — Camilla implorou, a mão tocando levemente o joelho da enfermeira, provocando um arrepio imediato.
Julianne, já entregue ao momento, ergueu o quadril contra o banco do carro, deslizando a calcinha branca para baixo. O toque da própria pele em contato com a roupa íntima despertava sensações que a deixavam trêmula. Camilla acompanhava cada movimento com olhos famintos, inclinando o banco do motorista para trás, criando espaço, sentindo o calor do corpo de Julianne se aproximar. Com um gesto rápido, a médica abaixou a calça de moletom e a cueca, e passou a se tocar, aumentando ainda mais a ereç*o que pulsava contra sua própria mão, cada batida refletindo a urgência do desejo que a consumia.
Julianne se posicionou em cima da médica, acomodando o p*nis em sua entrada já molhada, até que estivesse completamente dentro dela.
— Tira a blusa, Camilla — ordenou Julianne, firme.
Camilla se inclinou à frente, movimentando o quadril e fazendo o pau deslizar dentro da submissa. Tirou a blusa, ficando apenas com os tampões nos seios. A barriga chapada e os braços musculosos chamavam atenção.
Julianne começou a rebol*r e quicar sobre o pau de Camilla, apertando-o diversas vezes a cada movimento, ditando o ritmo. Em determinado momento, espalmou as mãos nos seios de Camilla, segurando firme enquanto gemia sem parar. A enfermeira arqueou, os quadris se mexendo involuntariamente, enquanto seu corpo tremia. O calor interno se tornou insuportável, e de repente um jato quente escapou dela, molhando a pele e o corpo de Camilla. Ela gem*u alto, surpresa e entregue, enquanto o squirt feminino a fazia estremecer, os músculos do assoalho pélvico contraindo-se involuntariamente.
— Argh… meu Deus… Camilla… — gem*u Julianne, ofegante, sentindo o corpo se esvaziar de prazer.
Camilla explodiu em um orgasmo longo, sentindo o jato quente dentro da enfermeira.
— Nooo… aahhh… — gem*u Camilla, as palavras mortas na garganta, misturando prazer e dor quando as unhas de Julianne fincaram-se em seus seios.
E juntas, entre gemidos e respirações ofegantes, elas atingiram o ápice, um clímax intenso, marcado pelo squirt de Julianne e a ejaculação de Camilla, o carro ecoando com os sons do prazer compartilhado, os vidros embaçados mesmo com ar ligado o calor e a excitação pairavam no ar.
Depois de alguns minutos, quando os espasmos de Julianne cessaram, ela se afastou, voltando para o assento do passageiro, pedindo desculpas pelo squirt.
— Não tem problema — ofegou Camilla, ainda de olhos fechados.
Julianne vestiu a calcinha e ajeitou o vestido, enquanto Camilla subia a calça e a cueca, ignorando os resquícios do gozo em suas partes íntimas, vestiu a blusa e olhou para Julianne.
— Eu preciso ir, Cam. — Julianne disse, com o coração ainda acelerado, sentindo um aperto no peito por ter que se separar da médica.
— Eu sei… queria que não fosse. — Camilla respondeu, com a voz rouca e o olhar intenso, como se cada palavra fosse carregada de desejo e saudade. Ela sentiu uma pontada de frustração por não poder prolongar aquele momento.
Julianne sorriu timidamente, mordendo o lábio inferior, o corpo ainda quente da lembrança do que haviam compartilhado.
— Promete não me ignorar no hospital, Juh? — perguntou Camilla, tentando soar firme, mas traindo um leve tremor de ansiedade.
— Não irei, doutora… a gente se fala. — Julianne respondeu, sentindo uma mistura de segurança e excitação ao se comprometer com a médica, desejando que aquele momento não acabasse.
Elas se inclinaram uma para a outra, e os lábios se encontraram em um beijo intenso e prolongado. O calor entre elas parecia se espalhar pelo corpo, um arrepio correndo pela espinha de Julianne, enquanto Camilla sentia a própria respiração acelerar e o coração pulsar forte.
Antes de se afastarem, Julianne sussurrou, com a respiração ainda ofegante e os dedos traçando levemente o braço de Camilla:
— Tome um belo banho quando chegar… você tá cheirando a sex*.
Camilla riu, sentindo a mistura de diversão e tesão que o comentário provocava:
— Talvez eu durma assim. — respondeu, com um brilho malicioso nos olhos e um sorriso que prometia que aquela noite ainda não havia terminado dentro de suas lembranças.
Julianne riu e chamou Camilla de safada. A médica abriu a porta do carro e seguiu para a casa da enfermeira.
Camilla esperou Julianne entrar, deu partida e foi direto para a casa da mãe. Ao chegar, jogou as roupas sujas no cesto e, ao tirar a cueca, percebeu os resquícios de gozo. Arfou lembrando do orgasmo no carro, riu sozinha, tomou um banho e se jogou na cama, exausta.
Julianne já dormia há muito tempo, o rosto vermelho, ainda ofegante pelo que haviam feito. Camilla tinha os seios vermelhos, arranhados pelas unhas da submissa, e o pau e os testículos ainda cobertos de gozo. O carro cheirava a sex* intenso e recente.
Fim do capítulo
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