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A Marca do Prazer por Naahdrigues

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Palavras: 4776
Acessos: 292   |  Postado em: 30/04/2026

Notas iniciais:

Olá, pessoal! ??’?

Mais um capítulo postado para vocês!

 Desejo a todos um ótimo final de semana e nos vemos na próxima semana!

Ah, e para quem está ansioso(a) para acompanhar a história completa, estou disponibilizando o eBook por apenas R$ 25,00. Nele, vocês também terão acesso a um final alternativo exclusivo!

Para adquirir, é só entrar em contato comigo pelo WhatsApp: (92) 98432-6583.

Está disponivel também o e-book de Na trilha do amor, caso alguem se interesse também.

Aproveitem a leitura! ??’–
Beijos!

CAPITULO 12 – REENCONTRO PERIGOSO

Depois de visitar cada um dos setores do hospital com o diretor, Camilla foi até a sala de Beatriz, sua amiga e colega médica. Bateu levemente na porta e entrou no consultório.

— Olha só quem resolveu dar as caras… — disse Beatriz, levantando-se para abraçá-la. — Como você está, Milla? Se recuperou bem?

Camilla respirou fundo, o semblante sério.

— Tentando… ainda é difícil depois de tudo. Mas, Bia, aconteceu uma coisa… eu vi a Julianne, você sabia que ela estava trabalhando aqui?

— Como assim? — Beatriz franziu a testa. — Aqui no hospital?

—Sim. Primeiro no velório do meu pai… — Camilla abaixou o tom de voz, lembrando a cena. — E agora aqui. Ela trabalha aqui como enfermeira, ninguém me disse nada. Eu não sei como me comportar perto dela… tento ser profissional, mas não quero só isso com ela. Ainda temos coisas inacabadas, assuntos que ficaram no ar quando… quando eu fugi.

Beatriz cruzou os braços, encarando-a com seriedade. — E é isso que eu quero entender, Milla. O que você fez pra Julianne querer se afastar, contou só por alto.

Camilla apertou o maxilar, os olhos marejados. — Foi um ataque de ciúmes. Peguei pesado demais… apliquei disciplina de forma errada e acabei machucando a Julianne fisicamente.

Beatriz arregalou os olhos. — Mas que porr*, Camilla! Você enlouqueceu? — o tom dela era ríspido, mas preocupado. — Você devia se envergonhar disso. Se ainda existe alguma chance, pede desculpa o quanto antes. E olha… desculpas ainda vão ser pouco pelo que você fez. Se a Julianne voltar pra você um dia, é porque te ama muito. Por que se fosse eu? Nunca mais.

As palavras da amiga atingiram Camilla como um soco. Ela suspirou, cabisbaixa. — Ela… ela me elogiou hoje. Disse que estou em forma.

Beatriz arqueou a sobrancelha e, tentando quebrar o clima pesado, fez piada: — Ah, isso com certeza. Do jeito que você está, qualquer uma se ajoelhava fácil só de ver esses braços… imagina a Julianne, que já sabe o que você faz fora daqui.

Camilla riu de canto, apesar do peso no peito. — Você não presta, Bia…

— Mas eu estou certa, não tô? — Beatriz piscou, arrancando um sorriso tímido da loira.

Mais tarde, Camilla decidiu almoçar no restaurante do hospital. Ao entrar, percebeu Julianne sentada sozinha em uma mesa distante, mexendo na comida distraidamente. A loira pegou sua bandeja, sentou-se em outra mesa, mas seus olhos não desgrudavam da enfermeira.

Julianne também notou a presença de Camilla. Trocaram olhares breves, cheios de tensão. Era como se o ar entre elas ficasse mais denso, carregado de lembranças, de desejo contido e mágoa.

Nenhuma se aproximou. Mas era impossível negar: os olhos de Camilla percorriam cada detalhe do corpo de Julianne, enquanto a enfermeira tentava manter o autocontrole, as mãos suando levemente embaixo da mesa.

Quando terminou seu almoço, Julianne levantou-se e passou pela mesa de Camilla. A médica a mediu de cima a baixo, com aquele olhar firme de conquista, carregado de dominação, como se fosse capaz de despir a enfermeira ali mesmo, sem tocar nela.

O corpo de Julianne reagiu na hora: um arrepio percorreu sua espinha, o estômago revirou e suas pernas ficaram bambas. O coração disparou, e ela quase prendeu a respiração. A sensação era como se o corpo dela se lembrasse automaticamente do lugar que pertencia: submisso diante da presença dominadora de Camilla.

Camilla abriu um meio sorriso.

— Boa tarde, enfermeira.

Julianne engoliu em seco, tentando manter o tom profissional.

— Boa tarde, doutora Camilla.

O olhar trocado entre as duas durou segundos, mas foi intenso o suficiente para reacender uma chama que nenhuma delas conseguia apagar.

Julianne seguiu o caminho, mas sentia a nuca queimar sob o olhar da médica.
Camilla, por sua vez, permaneceu observando, com aquele desejo de retomar o controle, mas também com medo de ferir novamente a mulher que ainda amava.

Era um plantão de 24 horas.
Camilla passou a manhã inteira na área administrativa resolvendo pendências e, à noite, assumiu parte dos atendimentos emergenciais.
Nos corredores, só se falava da volta da médica — e agora CEO do hospital.

As internas também comentavam animadas sobre outra coisa: os olhares trocados entre Camilla e a enfermeira Julianne.

— Você viu a forma como a doutora Camilla olhou pra enfermeira Julianne na hora do almoço? — disse uma das internas, rindo baixo. — Aquilo não foi olhar de colega de trabalho, foi olhar de “eu vou te comer mais tarde”.

— Nossa, e ela é muito gostosa, né? — completou outra, mordendo o lábio. — Aqueles braços, aquele porte… imagina aquilo por cima de você na cama? Credo, até desmaio. Julianne tem sorte se estiver pegando.

— Eu juro que vi a Julianne corar quando ela passou pela mesa. A enfermeira tenta disfarçar, mas está entregue. —

— Tá todo mundo vendo. Se a enfermeira não pegar, eu mesma me voluntário… — a última brincou, arrancando risadas do quarteto.

Nesse momento, Beatriz passou pelo corredor, ouviu tudo e não perdeu tempo: mudou o rumo dos passos e foi direto para a sala da amiga.

Entrou sem bater, já rindo.

— Então é isso, dona Camilla? — falou em tom sarcástico, jogando os cabelos para trás. — A CEO do hospital, mulher poderosa, mas não consegue parar de comer a enfermeira com os olhos?

Camilla ergueu o olhar dos papéis, visivelmente sem graça. — Ah, para com isso, Bia…

Beatriz se jogou na poltrona de frente à mesa dela e continuou provocando: — Eu ouvi as internas falando, tá? Elas estão apostando qual de vocês duas vai assumir primeiro que não é só coleguinha de trabalho.

— Beatriz… — Camilla coçou a nuca, sem jeito.

— Não adianta disfarçar. — Beatriz sorriu maliciosa. — E olha, se eu fosse a Julianne, também não resistiria. Você com esse corpo, esse ar sério… parece que vai foder a alma de quem encosta. Aposto que ela fica molhadinha só de você olhar daquele jeito.

— Bia! — Camilla arregalou os olhos, corando. — Você não tem limites.

— Não tenho mesmo. — Beatriz deu uma risada gostosa. — Mas convenhamos, amiga, você tem cara de quem não trepa há meses. E eu conheço essa cara. Se a Julianne tiver um pingo de juízo, vai se render logo, senão você enlouquece.

Camilla suspirou, tentando manter a postura, mas claramente perturbada pelas palavras da amiga.

Mais tarde, Camilla estava prestando os primeiros socorros a um paciente quando Julianne entrou para auxiliar.
No meio da troca de instrumentos, as mãos das duas se tocaram sem querer. O choque foi imediato — ambas sentiram o corpo arrepiar.

Camilla prendeu a respiração por um segundo, engoliu em seco e murmurou:
— Com licença… continue você.

Saiu da sala quase às pressas, deixando Julianne terminar o procedimento.

No corredor, o celular da médica tocou: era sua mãe.

— Oi, mãe… tô bem, é o primeiro dia de volta.
— E como foi? — perguntou a voz carinhosa do outro lado.
— Até o momento a única coisa diferente e que ninguém me avisou que a Julianne era residente fixa aqui… — Camilla deixou escapar em tom de frustração.
— E por que te avisariam? Vocês são amigas, pensei que já soubesse. — respondeu a mãe, serena. — Ela é uma ótima moça, filha. Não tinha por que impedir a contratação dela.

Camilla suspirou fundo, sentindo o coração acelerar só de ouvir o nome da enfermeira.

— Sem problemas, mamãe. Amanhã nos falamos, qualquer coisa me ligue.

 

Horas depois, a médica se dirigiu à ala de descanso. Ao passar pelo corredor, viu Julianne saindo do banheiro feminino das enfermeiras, os cabelos ainda úmidos, a pele corada pelo banho.

As duas cruzaram olhares.

Camilla sentiu o corpo estremecer. A mente foi imediata em imaginar a cena: Julianne poucos minutos antes, nua debaixo do chuveiro, gotas deslizando pelas curvas, os seios firmes molhados, a bucet* quente sendo tocada pela própria mão.
O desejo veio como um soco no estômago. Camilla estava há meses sem trans*r, e aquilo a estava deixando louca.

Ela mordeu o lábio inferior discretamente, desviando o olhar para não se entregar completamente. Mas por dentro pensava: “Porr*, Julianne… você vai me enlouquecer.”

Julianne, por sua vez, ficou levemente sem graça ao perceber o olhar da médica descendo por seu corpo. A tensão ficou palpável.

Camilla respirou fundo e disse em voz baixa, quase rouca:
— Boa noite, Julianne…

— Boa noite, doutora. — respondeu a enfermeira, tentando soar firme, mas a voz saiu trêmula.

O silêncio que se seguiu foi carregado de desejo. As duas permaneceram imóveis por alguns segundos, presas naquele jogo de olhares, antes de seguirem caminhos opostos.

Camilla entrou na sala de descanso dos médicos e se jogou em uma das camas. Do outro lado, Julianne fazia o mesmo na sala dos enfermeiros.

Ambas ficaram inquietas, os pensamentos girando apenas em torno uma da outra.

Camilla estava em abstinência sexual, o p*nis latej*v* dentro da cueca de compressão, pesado, duro, doendo de tanto desejo reprimido por Julianne. Precisava dela. Precisava sentir a submissa se derretendo de novo em seus braços.

Sem conseguir suportar, levantou-se e foi para o banheiro. Pegou a bolsa com roupas, entrou em uma das cabines, despiu-se e ligou o chuveiro. A água quente escorria pelos músculos tensos, mas não aliviava.
A médica fechou os olhos, a imagem de Julianne nua em sua mente. Segurou o p*nis, completamente ereto e grosso, e começou a se masturbar.

— Hnnn… ahh… aaah.... mmm…— o gemido escapou baixo, abafado, ainda contido.
Os movimentos foram ficando mais intensos.
— Ahhh, caralh*… Julianne… porr*… que tesão… — arfava, a respiração pesada batendo contra o azulejo.
— Hahh… hahh… ahhh…, isso… que putinha… aaaahhhhnn…

O som molhado da punheta ecoava junto da água do chuveiro, fapfapfapfapploc, cada vez mais rápido.

 

Na acomodação das enfermeiras, Julianne não conseguia dormir. Levantou-se e caminhou pelo corredor quando ouviu um gemido vindo dos banheiros dos médicos.
Parou de supetão. Reconheceu o som.
Era Camilla.

O coração da enfermeira disparou. Um arrepio percorreu sua espinha. Ela prendeu a respiração e entrou no banheiro, esgueirando-se até encostar-se na parede ao lado da cabine da médica.

A mulher tinha receio da médica estar com alguém...mas foi pega de surpresa.

Então ouviu.
— Aahhhhnnn, Julianne… porr*… que tesão...bucetinha molhada… ahhhhhnnn…

Julianne fechou os olhos, mordendo o lábio, a calcinha já encharcada. Sua intimidade latej*v*, pedindo por Camilla. A respiração ficou ofegante, pesada, o corpo em brasa só de ouvir o nome dela na boca da dominadora.

Lá dentro, Camilla acelerava a mão com violência, batendo o quadril contra a palma como se estivesse realmente fodendo a enfermeira.
— Aaaahhhhnnnn, puta que pariu, Julianne… vou goz*r, caralh*, vou goz*r você todinhaaa… —

E então veio o ápice.
— AAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHH, ppporrrraaaaa, ahhhhhnnnnnnnn, caralh*oooooo… Julianneeeeee… Aaaahhhhnnn… fffff

O corpo da médica tremeu inteiro, o jato quente jorrou longe, espalhando-se na parede enquanto ela arfava, exausta, quase caindo de joelhos. Encostou a testa contra a parede fria do box, ainda ofegante:
— Meu Deus… isso só é o primeiro dia… eu já tô assim… como vão ser os próximos? Eu preciso ter essa mulher de volta… senão vou enlouquecer…

Se enfiou embaixo do chuveiro, tomando uma ducha gelada para conter o fogo.

Do lado de fora, Julianne saiu de fininho, tentando disfarçar. Mas cruzou com uma interna no corredor, que a olhou estranho por sair dos banheiros dos médicos. Fingiu naturalidade e correu para o banheiro das enfermeiras, ligando o chuveiro gelado para tentar apagar o tesão insuportável que lhe consumia.

No dia seguinte, cada uma seguiu sua rotina. Camilla jantou com a mãe e, mais tarde, bebeu algumas taças de vinho enquanto a mente insistia em repetir a cena de Julianne.

Julianne, em casa, conversava com Luísa, que logo tocou no assunto:

— Então… já cruzou com a doutora Camilla? — perguntou a irmã, com aquele sorriso curioso.

Julianne suspirou.

— Já… duas vezes. No restaurante do hospital e nos corredores. Só isso.

— E aí? — Luísa cutucou.

— Ela tá ainda mais linda, Lu… mais forte, mais… sei lá. Só de olhar pra ela eu fico… — Julianne se jogou no sofá, escondendo o rosto nas mãos. — É complicado

Luísa riu alto. — Eu acredito. Aquela mulher parece um monumento. Aposto que os braços dela devem te deixar molhada só de pensar.

— Luísa! — Julianne jogou uma almofada na irmã, envergonhada, mas o riso escapou.

— Que foi? Tô mentindo? — provocou a caçula. — Me fala, ela continua com aquele corpão de academia?

Julianne respirou fundo, fechando os olhos.

— Melhor do que antes. Está musculosa, firme… parece que ficou ainda mais gostosa com o tempo.

Luísa deu uma gargalhada.

— Ah, pronto. Você está lascada, maninha. Se essa mulher encostar em você de novo, tu vais se entregar de pernas abertas em menos de dois segundos.

Julianne mordeu o lábio, sem conseguir negar. — Luísa...isso é coisa que se fale...

Depois da folga, as mulheres já estavam novamente no hospital. Em suas rotinas.

Julianne chegou bem cedo e iniciou seu plantão, atenta às crianças da ala infantil. Camilla, por sua vez, chegou depois das onze horas, direto da academia. Estava impecável, usando um terninho feminino nude que delineava cada curva do corpo malhado, arrancando suspiros silenciosos a cada passo pelo corredor.

Ela ainda não tinha cruzado com Julianne, mas a mente não parava de imaginá-la: cada gesto, cada olhar, cada curva. O p*nis apertava dentro da calça, latejando com desejo contido.

Julianne estava ocupada, conversando com um enfermeiro da equipe. Ele deixava evidente o quanto estava interessado nela, com olhares e aproximações sutis. Camilla viu e sentiu uma pontada de ciúmes atravessar o peito como faca afiada. O coração acelerou, os músculos se tensionaram. Cada fibra de seu ser gritava para se aproximar, agarrar Julianne e reclamar o que era seu. Mas ela conteve-se. Apenas passou apressada, tentando manter a distância, respirando fundo para não explodir de ciúmes e raiva.

Julianne percebeu, ainda que de forma sutil, a presença de Camilla cruzando o corredor. Sem demonstrar reação, afastou-se com delicadeza do enfermeiro que se aproximava além do necessário, criando uma distância calculada. Seus olhos acompanharam o movimento por um breve instante — ela viu, entendeu… e não gostou. Um arrepio percorreu sua espinha ao imaginar o olhar da médica recaindo sobre ela, atento, quase avaliativo.

Na sala, Camilla socou a parede com raiva contida. Encostou a testa contra ela, respirando fundo, tentando controlar a frustração. A mão latej*v* de dor, mas não doía tanto quanto a impotência de ter Julianne tão perto e não poder reivindicá-la. O medo de se expor, de pedir desculpas e receber um “não”, queimava mais do que qualquer machucado físico. Tentou mergulhar no trabalho, mas a mente não desgrudava da enfermeira.

Beatriz apareceu na porta, sorridente.

— E aí, Milla… tá com cara de quem ch*pou limão. O que aconteceu? E essa mão aí, tá enxada! — provocou, arqueando as sobrancelhas.

Camilla desviou o olhar e respondeu num sussurro:
— Vi um enfermeiro dando em cima da Julianne… vim pra sala e soquei a parede. Não é nada, só uma compressa resolve.

Beatriz deu uma gargalhada.
— Caralh*, Milla… você vai deixar o cara roubar a tua mulher? Levante daí, vamos olhar essa mão. Depois você resolve a parte mais interessante: a Julianne.

Camilla bufou, os olhos faiscando de ciúmes.
— Não é tão simples… eu não sei como chegar nela.

— Ah, claro… a poderosa Camilla, toda malhada, cheia de postura de dominadora, e agora fica tímida? — Beatriz zombou, piscando. — Cena de novela: você, toda dura, e ela passando… até parece que vai devorar a coitada inteira.

Camilla apertou os lábios, o rosto corado.
— Para, Beatriz…

— Eu só falo a verdade. Aquela mulher te deixa maluca, Milla. E você sabe disso. — Beatriz riu baixinho, cutucando a amiga.

A contragosto, Camilla deixou que Beatriz a levasse até a sala de raio-x. O exame mostrou apenas uma luxação. A mão foi enfaixada para proteção.

Enquanto isso, Julianne atendia pacientes na triagem, mas o coração disparava sempre que pensava em Camilla. Cada gesto da médica parecia gravado na pele dela. O corpo ficava quente, a respiração curta, só de imaginar a loira passando por perto — impecável, linda, com aquele ar de poder impossível de ignorar.

Os pensamentos se cruzavam: Camilla, tomada por ciúmes e desejo, ansiava por tocar Julianne, por controlá-la, possuí-la. Julianne, por sua vez, ardia em tensão e submissão só de estar no mesmo ambiente, excitada com a ideia de ser reivindicada pela médica.

De volta ao corredor, Camilla caminhava ao lado de Beatriz, a mão enfaixada. Dobrou a esquina e encontrou Julianne vindo em direção contrária. O coração das duas disparou. Os olhos se cruzaram, e a enfermeira logo notou o curativo.

— Camilla… — chamou, com a voz preocupada.

Beatriz cutucou a amiga de leve e sussurrou com ironia:
— Vai ficar só olhando ou vai fazer alguma coisa?

— Não posso… ainda — Camilla murmurou, tensa, tentando controlar a respiração.

Julianne se aproximou, cumprimentou Beatriz e, com cuidado, perguntou:
— O que aconteceu com a sua mão?

Camilla tentou disfarçar, deu uma desculpa rápida, mas Beatriz não resistiu e contou a verdade inclusive com direito a risadinha provocativa. Antes que a médica protestasse, Beatriz completou:

— Julianne, ajuda a teimosa aqui com uma medicação. Senão ela vai continuar bancando a durona até se ferrar de vez.

Julianne segurou a mão de Camilla com delicadeza. A médica ficou corada, desconcertada, mas deixou-se levar. A enfermeira conduziu a loira até a enfermaria e cuidou dela com paciência. Cada toque de Julianne parecia incendiar a pele de Camilla, que, pela primeira vez em muito tempo, não sabia onde colocar os olhos a dominadora agora estava tímida, entregue, vulnerável, como era antes de mostrar seu outro lado para a enfermeira.

Os dias foram se passando, e aquela situação entre Camilla e Julianne estava enlouquecendo a médica. A loira não conseguia mais manter o controle de seus sentimentos em relação à enfermeira.

Em uma quinta-feira à noite, durante o plantão, Camilla ficou completamente excitada ao ver Julianne se abaixar para pegar algo que havia caído no chão quando ela passava pelo corredor. Aquela posição não passou despercebida pelos olhos de Camilla, que parou por um instante, observando. Sentiu o p*nis latejar dentro da cueca de compressão; o rosto ficou vermelho de imediato. Quando Julianne se levantou e se virou, encontrou o olhar quente e queimante da médica. Ali, soube que ainda era desejada, e ter Julianne ali, sem poder tocá-la, era um martírio.

Camilla se afastou com pressa e se trancou em sua sala. Tirou o jaleco e o jogou na cadeira, desabotoou o colete, dobrou até os cotovelos as mangas da blusa branca que vestia, sentou-se no sofá e desabotoou a calça até os joelhos, retirando a cueca de compressão e a box. Sentiu um alívio instantâneo ao liberar o p*nis já duro, ereto de desejo.

Encostou a cabeça no sofá e começou a se imaginar com Julianne, rebol*ndo sobre seu pau, lembrando cada gemido, cada sussurro do nome dela durante suas relações. Um gemido baixo e rouco escapou de sua boca:

— Ah… Julianne… puta que pariu… Hnnn… ahh… mmm… — murmurou, apertando os olhos enquanto se entregava ao próprio prazer.

slap… slap... fap… fap… - Os movimentos da mão no membro continuavam intensos.

Julianne, por sua vez, durante todo o plantão, não conseguia parar de pensar em Camilla. Cada passo da médica, cada movimento do corpo musculoso, cada olhar provocador deixava seu corpo quente, a respiração rápida e o coração disparado.

Enquanto Camilla goz*va, involuntariamente deixou cair sêmen sobre a calça. Xingou baixinho consigo mesma:

— Hahh… hahh… ahhh…Merda… droga… — e se levantou às pressas, tentando limpar, mas percebeu que não conseguiria. Não teve escolha senão vestir a calça cirúrgica usada para operações, trocando completamente de roupa.

Mais tarde, Julianne cruzou com Camilla nos corredores e a mediu dos pés à cabeça. Percebeu imediatamente a ereç*o evidente da loira, a marca do desejo se destacando sob a calça de cirurgia. Mordeu o lábio inferior, sentindo um arrepio percorrer-lhe o corpo. O ciúme falou mais alto, imaginando que Camilla havia se agarrado a alguma residente minutos antes.

Sem conseguir se conter, puxou a médica pelo pulso e a arrastou para uma sala de estoque. Olhou-a nos olhos e disse, em tom sarcástico:

— Então, doutora… posso saber por que está tão excitada assim? Impossível não notar, hein.

Camilla riu, irônica e provocadora:

— Ah, então você percebeu, foi? — ela respondeu com um sorriso provocador. — Anda me observando demais, hein, enfermeira… quer descobrir se esse meu interesse é por alguma médica ou enfermeira daqui?

Ela deu um passo mais próximo, sustentando o olhar.

— E se fosse… o que você faria?

Fez uma pausa, inclinando levemente a cabeça, com um ar desafiador.

— Até porque… você também não anda sorrindo demais para aquele enfermeiro do hospital? Então acho que não está em posição de me questionar tanto assim.

O comentário despertou ainda mais ciúmes em Julianne, que, irritada, começou a bater no peito de Camilla com os punhos cerrados. A médica segurou firme, prendendo os pulsos da enfermeira sem machucá-la, e a puxou contra seu corpo. Julianne sentiu, sem escapatória, o quanto o p*nis da loira estava duro por ela.

— Eu não tenho nada com ninguém! Ninguém! — gritou Julianne, arfando, ao sentir Camilla pressionar ainda mais seu membro contra sua intimidade, mesmo por cima das roupas.

Camilla roçou os lábios próximos ao ouvido dela e, ofegante, respondeu:

— A causadora disso tudo é você, Julianne… É por você que eu fico assim.

 

Um arrepio percorreu o corpo inteiro da enfermeira, que quase se entregou quando os rostos se aproximaram para um beijo. Mas a porta se abriu abruptamente. Um residente entrou sem avisar, congelando ao ver a cena.

Camilla largou Julianne imediatamente. A enfermeira, sem rumo, saiu apressada pelo corredor, o coração disparado.

A médica ficou parada, respirando fundo, ajeitando as roupas. O residente, sem graça, pediu desculpas pela invasão. Camilla caminhou até a porta e, antes de sair, lançou um olhar frio e respondeu:

— Bater em qualquer porta antes de entrar seria uma boa ideia, rapaz. Cultive seu emprego.

Com um tom levemente grosseiro, ela deixou claro seu desdém pela interrupção.

Camilla tentou correr atrás de Julianne pelo hospital, mas quando alcançou a enfermeira, Julianne percebeu sua aproximação e tratou de atender imediatamente um paciente, tentando se afastar da médica.

Respirando fundo, Camilla foi para a sala e se trancou. Estava extremamente excitada, o desejo por Julianne queimava dentro dela, e ela sabia que precisava resolver aquela tensão com urgência. Incapaz de se acalmar, pegou a bolsa e a chave do carro, decidiu ir para casa.

Enquanto isso, após terminar o atendimento, Julianne ouviu duas internas comentarem que Camilla havia saído apressada do hospital. Preocupada, e sem pensar muito, decidiu ligar para o celular da médica.

Camilla estava dirigindo quando o celular tocou. Surpresa ao ver o apelido de Ju na tela piscando, atendeu e colocou no viva-voz.

— Oi, Ju… — disse Camilla, tentando manter a voz firme, mas sentindo o coração disparar.
— Camilla… onde você está? — perguntou Julianne, preocupada.
— Indo para casa… — respondeu a médica, respirando fundo.
— Por que você foi embora antes do plantão acabar? — Julianne questionou, a voz suave, mas carregada de preocupação.
— Por sua culpa… — disse Camilla, quase sussurrando. — Não aguentava mais ficar no hospital daquela forma por você.

Do outro lado, Julianne suspirou, tentando controlar o turbilhão de sentimentos que aquela resposta causava. Silêncio por alguns segundos. Camilla percebeu que ela não ia dizer nada e acrescentou, firme:

— Amanhã eu vou te buscar aí no hospital. Precisamos conversar de uma vez por todas, Julianne… eu não aguento mais.

— Tá… — respondeu Julianne, sem jeito, tentando soar calma. — Tenta relaxar e dormir, ok?

Camilla riu baixo, com aquele riso rouco que Julianne sempre adorava, e disse:

— O único jeito de relaxar é com você, Ju…

Julianne corou, engolindo em seco:

— Preciso desligar agora…

— Tudo bem — respondeu Camilla, rindo levemente. — Um beijo.

Julianne desligou.

Depois da ligação, Julianne se sentou na cama, o coração acelerado e as mãos tremendo. Cada palavra de Camilla ecoava em sua mente, fazendo o corpo esquentar e uma mistura de desejo e ansiedade se espalhar. Pegou o celular e enviou uma mensagem para Luísa:

"Não precisa me buscar no hospital amanhã… tenho que conversar com Camilla."

Ao apertar “enviar”, sentiu uma estranha mistura de alívio e tensão. Alívio por finalmente estar em contato com Camilla, mas tensão por não saber o que viria a seguir. O desejo que sentia pela médica parecia crescer a cada minuto, e a mente dela não parava de imaginar Camilla próxima, olhando-a de forma intensa, fazendo o corpo de Julianne formigar.

Enquanto isso, Camilla chegava em casa. A mãe já dormia, então ela foi direto para o quarto, tirou a roupa e entrou no chuveiro, deixando a água quente escorrer pelo corpo. Tentava aliviar a tensão acumulada, mas cada lembrança de Julianne só aumentava o desejo, fazendo o corpo dela arder de tesão.

O banho durou horas, mas Camilla não conseguia se aliviar. Cada minuto sem Julianne fazia seu corpo arder de desejo, e o tesão acumulado pulsava dentro dela como uma tensão elétrica impossível de ignorar.

Finalmente, decidiu se tocar. Suas mãos percorreram o corpo musculoso, deslizando pelo peito, pelos braços, descendo até o p*nis já duro, ereto e latejando de excitação. O som da água caindo no piso ecoava junto com os gemidos baixos e roucos que escapavam de sua boca:

— Ahhh… Ju… merd*… c-com você… porr*… tão foda…

Seus dedos apertavam, massageavam, enquanto a outra mão segurava firme o membro, subindo e descendo com força, provocando sons úmidos e borbulhantes à medida que o prazer aumentava:

— Ahhhh… não aguento… quero você… foder gostoso... essa bucet*… puta que pariu…

Camilla arfava, entrecortando os gemidos com suspiros ofegantes e o barulho que o corpo causava a cada movimento da mão no p*nis. O peito subia e descia rápido, o coração batia acelerado, e o desejo por Julianne parecia doer de tão intenso.

Quando o orgasmo chegou, Camilla soltou um grito baixo e rouco, misturado ao som do líquido úmido escorrendo:

— Ahhhh… Ju… porr*aaaa… é você, só você...

Seu corpo tremia, os músculos se contraíam involuntariamente, e ela respirava com dificuldade, os gemidos suaves continuando enquanto a adrenalina ainda percorria cada fibra de seu corpo. Mesmo depois de goz*r, ainda sentia o tesão latejando, o corpo quente, e cada pensamento voltava para Julianne, imaginando o quanto queria tê-la nos braços de novo, submissa e entregue só para ela.

Camilla saiu do banho ainda tentando se controlar e se jogou na cama. O corpo queimava de desejo, e a mente fervia com a lembrança de Julianne. Sentia-se uma verdadeira tarada, completamente dominada pelo próprio tesão. Sem conseguir se conter, começou a se tocar novamente, deslizando as mãos pelo corpo musculoso, segurando firme o membro ereto que pulsava de excitação.

Seus gemidos escapavam baixos e roucos, misturados a suspiros ofegantes e sons úmidos enquanto o prazer aumentava:

— Ahhh… Ju… merd*… porr*aa… quero você… foder gostoso… ahhh… não aguento…

O corpo se arqueava na cama, os quadris se movimentando sozinhos em busca de alívio. Quando o orgasmo veio, um grito rouco e profundo escapou de seus lábios, misturado ao som do sêmen jorrando na cama e escorrendo pela glande e pelo p*nis todo.

— Ahhhh… fode meu juízo… Ju, é você… só você… ahhhh…

No meio da insanidade, Camilla pegou o celular com a mão trêmula e tirou uma foto do p*nis ereto, ainda escorrendo sêmen, enviando para Julianne. Cada segundo esperando a reação da enfermeira fazia o tesão dela pulsar ainda mais.

Enquanto isso, Julianne, na sala de descanso, sentiu o celular vibrar. Ao abrir a mensagem e ver a foto, o coração disparou, batendo como uma escola de samba. A visão do p*nis ereto da médica, a glande rosada e o sêmen escorrendo, a fez gem*r baixo e arfando, incapaz de responder:

— Ahhh… Que delícia… Camilla…

O corpo da enfermeira reagia sozinho: o coração acelerado, a respiração ofegante e a intimidade úmida denunciando o desejo que sentia. Cada detalhe da foto fazia Julianne imaginar Camilla ali, para ela, pronta para enlouquecê-la de novo. Ela se controlava, mas a tensão sexual crescia a cada segundo, deixando-a viciada na presença da médica mesmo à distância.

Fim do capítulo


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