• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • 34
  • Domínio

Info

Membros ativos: 9600
Membros inativos: 1621
Histórias: 1980
Capítulos: 21,051
Palavras: 53,332,403
Autores: 812
Comentários: 109,191
Comentaristas: 2603
Membro recente: RIZE REZENDE

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • Desafio das Imagens 2026
    Em 23/04/2026
  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025

Categorias

  • Romances (880)
  • Contos (476)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (230)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (7)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • Contrato de Risco Romântico
    Contrato de Risco Romântico
    Por Lady Texiana
  • Otherside - Como a vida deveria ser
    Otherside - Como a vida deveria ser
    Por Elin Varen

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • Acaso Surpreendente
    Acaso Surpreendente
    Por flawer
  • No sombrio dos seus olhos
    No sombrio dos seus olhos
    Por millah

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (880)
  • Contos (476)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (230)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (7)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

34 por Luciane Ribeiro

Ver comentários: 1

Ver lista de capítulos

Palavras: 2433
Acessos: 138   |  Postado em: 30/04/2026

Domínio

 Essa era uma verdade que eu não admitia mas que foi sendo confirmada no toque de sua boca na minha pele,quando sem resistência fui jogada na cama. Suas mãos subiram pelo meu abdômen, abriu meu roupão, enquanto eu sentia meu corpo estremecer quando senti o toque de sua língua em meu abdômen, colo, pescoço. Por um curto instante quando ela olhou pra mim,pensei em nega la como das outras vezes , mas estava cansada demais de ser a Helena que perdoa, que entende ,que aceita tudo.Segurei sua nuca e a beijei e deslizei minhas mãos pelas suas costas, ela suspirou, senti sua pele se arrepiar. Sua boca deixou a minha e foi para meus seios ,se demorou neles aumentando minha excitação a um nível que fez seus dedos deslizarem sem restrições pra dentro de mim quando uma de suas mãos finalmente encontrou o caminho para o centro pulsante entre minhas pernas.

- Está sentindo? - ela sussurrou, a voz baixa, quase um sopro contra minha pele.

Eu não respondi. Não consegui.

Meu corpo já tinha respondido por mim.

 Ali meu controle simplesmente acabou de vez, sem perceber comecei a mover meus quadris de encontro a eles querendo mais contado ,mais fundo,mais rapido.Não demorou para que eu explodisse em êxtase.

Antes que meu corpo parasse de tremer e minha respiração voltasse ao normal, Amanda me dominou novamente, se saciou em mim ,com toda a fome que eu também sentia dela.

E assim foi...

Uma vez...

E outra...

Até que nossos corpos caíssem exaustos ,entrelaçadas e em silencio como se qualquer palavra por mais simples que fosse ,nos fizesse despertar pra realidade.

Aquilo não era apenas sex*.

Era domínio.

Era fusão.

Era algo mais profundo... mais perigoso.

Eu sentia Amanda.

Da mesma forma que sentia Eve.

E foi isso que me quebrou.

Abri os olhos vendo os primeiros raios de sol surgirem pela janela. Minha cabeça pesava, mas não doía. O cheiro de Amanda estava nos travesseiros, nos lençóis... e em mim.

Como explicaria isso pra Eve?

Quando Amanda olhava pra mim e eu sentia minhas pernas fraquejarem - não por medo, mas porque ela me desconcertava, fazendo meus pensamentos ficarem confusos, como se eu estivesse bêbada sem ter tomado uma única gota de álcool.

Ela provocava inúmeras sensações que se misturavam como um drink colorido de festa. Era carinho, mas também era desejo. Eu queria fugir... mas, a cada dose dela, eu queria mais.

Ela entrou no quarto, saída do banho. Meu roupão, que cobria seu corpo, estava aberto, exibindo tudo que despertava meus desejos mais profundos - fosse ela Eve ou Amanda.

- Acho que temos que conversar.

- Ontem não devia ter acontecido. Eu perdi o controle.

- Vai continuar negando que está apaixonada por mim?

- O que você quer, Amanda?

- Quero que entenda que não sou um defeito... uma peça sobressalente que deve ser retirada. Eu existo. Eu sou. Sou o que ela deveria ter sido desde sempre.

- Mas não é ela.

- Tem certeza disso?

Ela veio pra cama e pra cima de mim, sem aviso, sem que eu estivesse pronta pra encarar novamente seu intenso poder sobre mim.

-Seu corpo não vê nenhuma diferença entre nós...

Suas mãos começaram a deslizar pela minha pele, que se arrepiou. Tentei me levantar, mas ela segurou meus braços acima da cabeça. Roçou levemente os lábios nos meus, me provocando...

Quando desceu para o meu pescoço, meu corpo gritou mais alto que minha consciência. Meu gemido soou como permissão, concordância.

Seus lábios desceram lentamente, explorando cada reação minha, como se quisesse gravar em mim cada resposta, cada suspiro.

A essa altura, eu já não resistia - apenas sentia. Minhas mãos exploravam sua pele quente, desejando que aquela sensação nunca acabasse.

Mas ela parecia querer me torturar... me levando ao limite, prolongando cada instante como se tivesse todo o tempo do mundo.

Quando finalmente sua boca encontrou a parte de mim que mais ansiava por ela, perdi completamente o controle. Me permiti gem*r, sem conseguir mais me conter. Seus movimentos acompanhavam minha respiração, cada vez mais ofegante, como se ela soubesse exatamente o que fazer.

Meu corpo reagia a cada toque, a cada segundo prolongado de intensidade, até que fui tomada por uma onda avassaladora que me fez tremer por inteiro. Segurei seus cabelos com força, tentando me manter naquele instante, enquanto ela beijava minha boca com uma ternura que contrastava com tudo o que havia despertado em mim.

Depois, repousou a cabeça em meu ombro deslizou a língua devagar até o pescoço. Disse baixinho, quase sussurrando em meu ouvido:

- Eu te amo.

Aquelas palavras inesperadas me paralisaram por alguns instantes. Uma parte de mim queria que fossem vazias... mas a imensidão azul de seus olhos quando olhei pra ela mostrava que eram verdade.

_Relaxe. Não espero que diga o mesmo. Só precisava dizer.

Ela se acomodou sobre mim novamente e fechou seus olhos ,logo adormeceu. Fechei os olhos, tentando acalmar a tempestade da minha mente. Em algum momento, vencida pelo cansaço, acabei adormecendo também.

Quando despertei, estava sozinha. Levantei-me e tomei outro banho, numa tentativa inútil de fazer desaparecer tanto o perfume quanto tudo o que havia acontecido na noite passada. Mas Amanda fazia questão de continuar presente. Vi as marcas deixadas na minha pele, do mesmo jeito que seu sorriso e seu temperamento imperativo permaneciam gravados nos meus pensamentos.

Depois de sair do banho, me vesti e deixei o quarto, pronta para encarar as consequências dos meus atos.

O cheiro de café tomava conta do ambiente. Desci as escadas devagar, tentando evitar o inevitável encontro.

Quando cheguei à cozinha, encontrei uma bandeja sobre a bancada. Nela estavam minha xícara de café, um pão com requeijão cortado ao meio e ovos mexidos à parte - exatamente do jeito que eu gostava.

Tudo estava ali... menos elas.

Nem Eve. Nem Amanda.

Eu estava sozinha, como não ficava havia meses.

E aquilo me incomodou mais do que eu gostaria de admitir.

Tive o impulso de ligar, mas cheguei à conclusão de que um pouco de espaço seria bom para nós três. Naquele momento, tudo estava complicado e confuso demais. Era melhor focar no que realmente importava: salvar Dandara.

Depois do café, subi ao quarto, peguei o computador e meus arquivos, coloquei Tris no carro e segui para Casa Verde.

Aretta me recebeu assim que cheguei. Estava preocupada. Afinal, Eve e eu não tínhamos dado notícia  e eu apareci ali sozinha.

- Vocês brigaram?

- Como vocês puderam esconder algo tão sério?

Ela respirou fundo antes de continuar, tentando conter a revolta misturada ao medo.

- Nem sempre a verdade é o melhor caminho. Tem noção do que a verdade causaria aquela família? Isso teria destruído suas mães e Dandara não teria vivido alegre e travessa até hoje.

_Foi um risco enorme. As coisas poderiam ter sido muito diferentes. Pelo que vi o Archer 1 poderia ter causado ,paralisa ,degeneração dos músculos ,falência dos órgãos .Na verdade tudo isso ainda pode acontecer.

  _Eu sei...Eve me garantiu que ia encontrar um jeito de reverter os estragos. Acreditei nela como acreditei em você anos depois ,quando minha esperança de ter minha filha de volta era quase zero.Venho cuidando de Dandara desde então, vitaminas, estimulantes, fiz  tudo o que estava ao meu alcance. Não esperava que fosse quase perder minha filha durante esse tempo. Eu tenho fé que você conseguirá dar uma chance a Dandara do mesmo jeito que deu

As palavras dela me atingiram em cheio. Por trás da raiva havia algo ainda mais difícil de encarar: desespero.

- Qual o estado de saúde dela nesse momento?

- A febre passou. Notei que ela estava um pouco desidratada então dei soro. Quando acordou estava faminta ,comeu e tomou banho e dormiu de novo. Notei marcas de agulhas nos dois braços. Peguei uma mostra de sangue e mandei para o laboratório do hospital e pedi que fizessem um toxicológico. Pretendia mante la em observação ,mas a mãe veio buscá-la porque, aparentemente, Dandara precisa prestar um depoimento.

- Sobre o quê?

- As mães estão processando uma das professoras da antiga escola por racismo.

Fiquei imóvel por um instante, absorvendo o peso daquela resposta.

- Racismo?

Aretta assentiu, indignada.

- Pelo que entendi, não foi a primeira vez que aconteceu .Dandara e as irmãs estudam em escolas particulares na cidadezinha onde moram ,suas notas altas e sua inteligência excepcional incomodava os preconceituosos. Danara sofria mas não contava as mães para não preocupa las,O zelador viu e filmou a professora dizendo coisas grotescas pra nossa menina. Ele mostrou o vídeo para a assistente de Aline .Entraram com um processo pesado contra a professora e a escola.

Senti um aperto no peito. Dandara já carregava problemas demais para ainda precisar lidar com aquilo.

- Ela comentou alguma coisa?

- Muito pouco. Você sabe como ela é  guarda tudo até não conseguir mais.

Desviei o olhar, tentando organizar os pensamentos. A doença, o medo, a fragilidade dela e agora isso. Parecia injusto que alguém tão jovem precisasse suportar tanto de uma vez.

_Não se preocupe. Vai ser  uma audiência rápida. A madrinha da Dandara é advogada, e colocou todo seu escritório nisso. E claro ,uma das mães é promotora, Inclusive já estou preocupada com o que vai acontecer quando souberem do que Laura fez.

_Laura merece ir pra cadeia.

_Cadeia seria o menor dos problemas dela.

_O que quer dizer ?

_Larissa e Aline são membros de  uma certa  organização .

_Elas são da máfia????

_Não é bem isso. Lembra que lhe contei que  meus irmãos psicopatas morreram misteriosamente?

_Foram elas?

_Não posso dizer que sim ,nem que não. Estou lhe contando para que entenda que havia muita coisa em jogo ,além da preocupação com a família dela.

- Quer dizer que agora eu também ficarei em apuros?

__Não! Por que você não sabia. E não representa uma ameaça a menina...Relaxe estava apenas brincando.

_Nossa sogra!!!!!Me assustou de verdade !!!!

_Desculpe !Me esqueço que ainda não está acostumada com meus momentos de atriz.Eu queria desviar um pouco do assunto ,mas não sou boa nisso...

_Com certeza ,Eve herdou seu senso de humor estranho...

 _E onde minha amada filha, fonte infinita de problemas, está ?

- Não sei. Ela me deixou com Amanda ontem á noite. Não encontrei nenhuma das duas antes de vir.

- Amanda? Com que frequência ela tem aparecido?

- Atualmente parece que vejo mais ela do que a Eve. Sinceramente... está cada vez mais difícil separar uma da outra.

Aretta me observou em silêncio antes de responder.

- Sei que está magoada, mas Eve te ama !Amanda precisa desaparecer! Não se deixe seduzir por ela!

Baixei o olhar.

- Eu sei... mas talvez não seja possível.

_Precisa ser! Amanda não pode existir nesse mundo.

_Pra ser sincera,eu não tenho certeza do que ela é. Também não sei se um dia ela irá embora.

_Ela é uma personalidade criada pelo TDI!!!!

_Talvez fosse antes mas agora... ....ela e Eve ....

_O que ??!!!

_Agora eu entendo....

_Entende o que Helena? O que está acontecendo com minha filha?

-Preciso fazer mais alguns testes antes de dizer qualquer coisa sobre isso. Porem assim como meu casamento ,esses tristes vão ter que esperar Dandara é prioridade. Não sabemos o que Laura fez antes de chegarmos ,pode ter piorado tudo.

As palavras saíram menores do que o peso que carregavam. Me sentia frustrada comigo mesma por não entender o que sentia. Confusa por desejar respostas e, ao mesmo tempo, temer encontrá-las. E também tinha que lidar com a culpa por ter trans*do com Amanda.A essa altura a raiva tinha passado e a saudade de Eve se fez presente,ao mesmo tempo que o medo de perde la.Sem que eu notasse ad lagrimas começaram a descer

Aretta se aproximou e apoiou a mão no meu braço.

- Você passou tempo demais tentando ser forte para todo mundo. Uma hora isso cobra o preço.

Soltei uma respiração cansada.

- Não sei o que estou fazendo. Nem o que devo fazer...

- Escolha um problema de cada vez...

Olhei ao redor da Casa Verde, buscando qualquer coisa que me desse sentido. Mas tudo parecia tão embaralhado quanto dentro de mim.

- É melhor eu ir para o laboratório.

- Não vai ligar pra Eve antes? Vocês não podem ficar assim, precisam conversar. Fazer as pazes. Casal que se ama não deve evitar as discussões. É preciso dialogo para dar certo.

- Tem que dizer isso para sua filha.Foi.ela.quem desapareceu hoje cedo,quando devíamos conversar

Aretta me encarou por um instante e depois assentiu.

- Entendo... Tenho certeza de que conseguem resolver tudo... juntas.

A palavra ficou pairando entre nós.

Juntas.

Eu queria acreditar nisso. Queria acreditar que ainda existia um caminho de volta, uma forma de remendar o que parecia se romper por todos os lados. Mas, naquele momento, sequer sabia quem me esperava do outro lado dessa história. Eve... Amanda... ou alguém que eu já não reconhecia completamente.

Peguei meus arquivos com mais firmeza, como se o peso deles pudesse me manter centrada.

- Primeiro, eu preciso salvar a Dandara.

Aretta sorriu de leve, triste e orgulhosa ao mesmo tempo.

- Então vai. Faz o que você sempre faz quando tudo desaba.

- O quê?

- Continua em pé.

Respirei fundo e segui em direção ao laboratório. Se eu pensasse demais em Eve, eu quebraria. Se pensasse em Amanda, me perderia. Então escolhi pensar apenas em números, exames, fórmulas... e qualquer chance mínima de manter Dandara viva.

A sugestão de Eve em usar o 34 começou a soar cada vez mais convidativa.

Peguei uma das amostras de sangue que ela havia retirado de Dandara no dia em que a trouxemos do laboratório de Laura. Coloquei o material no microscópio e adicionei uma pequena quantidade do 34, ainda em seu estágio inicial.

Observei atentamente.

O Archer 1 reagiu de imediato, misturando-se ao composto e tentando se sobrepor a ele, como fazia com tudo que entrava em seu caminho. Mas, dessa vez, não conseguiu. Lentamente, o 34 começou a se entrelaçar às células infectadas.

Por alguns segundos, pareceu uma disputa silenciosa.

Então as células contaminadas cederam. Não suportaram a reação e morreram diante dos meus olhos.

Meu coração acelerou.

Aquilo significava que o 34 era capaz de eliminar o Archer 1.

Mas a empolgação durou pouco.

As células saudáveis ao redor também começaram a colapsar. A estrutura se rompia junto com a infecção, como se o composto não soubesse diferenciar inimigo de hospedeiro.

Recuei na cadeira, sentindo o peso da descoberta se instalar no peito.

O 34 funcionava.

E exatamente por isso... também era perigoso demais.

 

Fim do capítulo


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 38 - Domínio :
Mmila
Mmila

Em: 02/05/2026

Vixi complicou tudo .....

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web