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34 por Luciane Ribeiro

Ver comentários: 1

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Palavras: 2130
Acessos: 87   |  Postado em: 06/04/2026

Archer 1

Me deitei e peguei o computador para revisar o plano de estudos que faria com Dandara. Laura, se aproveitando da minha ausência, convenceu a diretoria a adiantar sua avaliação trimestral.

Eve desligou seu computador, foi ao banheiro escovar os dentes e, em seguida, veio para a cama. Deitou-se sobre mim, com a cabeça em minha coxa. Eu sabia que ela queria um chamego, mas fingi estar concentrada no computador.

Demorou um pouco, mas sua impaciência logo a fez demonstrar suas intenções.

— Amor… vamos dormir.

— Ainda não estou com sono. Vou trabalhar mais um pouquinho.

Contrariada, ela deu um boa-noite frio, se afastou e virou para o outro lado.

Coloquei o computador no chão, ao lado da cama, me deitei e a abracei.

— Você é tão mimada…

— Sou mesmo… se casou sabendo disso. Mas ainda dá tempo de fugir. O casamento só será oficial em algumas semanas.

— Agora é até que a morte nos separe, meu amor.

— Ainda bem que sabe…

Ela se virou e ficou de frente para mim. Colocou a mão no meu rosto, acariciando devagar. Beijou minha testa e, em seguida, minha boca.

Retribuí o beijo com outro… e mais outro.

Logo, suas mãos percorreram minhas costas, deslizando suavemente… meus pelos se arrepiaram e minha pele ficou quente. Fiquei por cima dela, beijando seu pescoço, seu ombro. Ela tirou minha camisola, me deixando nua. Tirei o blusão, a única peça de roupa que usava.

Suspirei ao sentir seu corpo junto ao meu, me perdendo enquanto percorria sua pele com beijos, ouvindo sua respiração ficar ofegante à medida que meus toques se tornavam mais ousados.

Talvez fosse por sermos recém-casadas… ou talvez eu só estivesse usando isso como desculpa para o desejo crescente e quase incontrolável que eu sentia. Era quase um vício senti-la se entregando, se abrindo, até que seu corpo alcançasse o êxtase.

Depois de nos saciarmos, ficamos abraçadas, conversando e trocando carícias. Quando ela adormeceu, voltei a trabalhar no computador.

Pela manhã, a deixei dormindo e levei Dandara para sua avaliação. Assim que chegamos ao instituto, fui informada de que não poderia participar.

Achei um pouco estranho, mas, antes de argumentar, meu chefe me convocou para uma reunião sobre meu projeto, que estava sob o comando de Laura. Aparentemente, ele não estava progredindo como deveria.

Fui para meu antigo laboratório e me distraí com a equipe, analisando os dados.

Por volta das duas, fui informada de que minha esposa estava procurando por mim.

— Pode mandar entrar — pedi, fechando os relatórios sobre a mesa.

A porta se abriu segundos depois.

Eve entrou.

Assim que cruzou a porta, seus olhos percorreram o laboratório até se fixarem em mim.

— Onde está a Dandara?

— Está em avaliação. Não permitiram que eu acompanhasse.

— A Laura faz parte do comitê?

— Sim!

— Droga! Eu disse para você deixar a Dandara longe daquela mulher!

— Foi um pedido da diretoria, não pude impedir! Onde você vai?

Eve não respondeu. Apenas se virou e saiu pelos corredores em direção à sala onde o teste estava sendo conduzido.

Fui atrás dela, confusa com a intensidade da sua reação.

Quando chegamos, ela sequer bateu na porta. Foi entrando.

Fiquei surpresa ao ver que elas não estavam ali.

— Onde está o comitê de avaliação?

— A avaliação terminou cedo e eles já retornaram às suas atividades.

— E a aluna que estava sendo avaliada?

— A doutora Laura disse que ela merecia um prêmio por ter se saído tão bem nos testes. Acho que a levou para tomar sorvete ou algo do tipo.

Eve saiu imediatamente em direção ao estacionamento.

— O que está acontecendo, Eve!? Onde você está indo?

— Entre no carro que vou explicar tudo.

Entrei no carro, e Eve saiu dirigindo como se fosse um piloto de fuga.

— Para onde estamos indo?

— Vamos para o laboratório onde Karina e eu conduzimos os testes do estudo sobre diabetes.

— Por quê?

— Vai entender quando chegarmos.

Ela não disse mais nada.

O lugar era um prédio na zona sul da cidade, bem cuidado e equipado como todos os laboratórios da Travinski. Eve caminhava rápido, quase correndo.

Entramos em um corredor e paramos em frente a uma porta. Eu ia bater quando ela se abriu.

Entrei em pânico ao ver Dandara desacordada na cama, com eletrodos conectados em sua cabeça.

— O que está fazendo com ela?

— Não deviam estar aqui! Por favor, se retirem!

Eve foi até Laura, que a encarou com um sorrisinho irônico e desafiador.

— Eu disse para você ficar longe da Dandara!

— Você podia dar as cartas no Isabel Montelo, Eve. Mas aqui sou eu quem manda. Tenho a diretoria nas mãos! Dessa vez você não vai me impedir.

Vi o ódio nos olhos de Eve. Ela, sem pensar duas vezes, socou o rosto de Laura, derrubando-a no chão. Depois a agarrou pela blusa.

— Se chegar perto dela de novo, eu te mato.

Ali eu vi: não era apenas Eve. Era também Amanda — instável, raivosa.

Ela pegou Dandara no colo. Seus olhos, antes cheios de fúria, agora estavam tristes e úmidos. Ela a apertou nos braços, e as lágrimas desceram junto com suas palavras.

— Desculpe, Dada. Ela não vai mais encostar em você. Vamos, Hel.

Eu estava chocada demais para pensar. Apenas a segui.

Entramos no carro, e ela ficou no banco de trás, com Dandara ainda desacordada nos braços. As lágrimas ainda desciam pelo seu rosto. Por isso, evitei confrontá-la sobre o que estava escondendo.

Voltamos para a Casa Verde. Ela levou Dandara para o laboratório e pediu que eu ligasse para Aretta.

— Sei que devo muitas explicações, Hel, mas por favor… espere só mais um pouco.

Aretta veio. Entrou sorridente, porém cautelosa, até ver que era mesmo Eve quem estava ali.

— Quero saber tudo sobre a lua de mel… mas antes, onde está minha paciente?

— Vou te levar até ela, sogra.

Aretta a examinou e nos deixou mais tranquilas ao dizer que Dandara estava bem — apenas dormindo.

Ao ouvir isso, Eve se virou e começou a caminhar de volta para o laboratório em que vinha trabalhando. Aretta a impediu.

— Você não pode mais guardar segredo sobre o que aconteceu, Evelyn. Dandara está bem agora, mas até quando? Tudo pode mudar de uma hora para outra.

— Você me deve uma explicação, Atena! Vi que estava preocupada, então não te confrontei no caminho para cá… mas eu te vi agredir e ameaçar uma pessoa. Exijo saber por quê — e o que Laura fez com a Dandara.

— Conte a ela… ou eu contarei.

Eve hesitou por um instante.

— Está bem…

Aretta disse que ficaria na Casa Verde cuidando de Dandara e nos mandou para casa para conversar.

Ao chegarmos, Eve foi direto para a cozinha, pegou uma cerveja, abriu e pediu que eu me sentasse.

O jeito como ela olhava para mim me fez sentir que a verdade que carregava… poderia mudar completamente o que eu sentia por ela.

E, pelo peso no seu olhar, eu soube…

Aquilo não tinha começado hoje.

— Eu cometi um erro terrível, Helena…

Essa frase deu início a um relato sombrio.

Laura havia usado Dandara como cobaia em um experimento chamado Archer 1 — uma tentativa de desenvolver e aprimorar o cérebro humano.

Senti um aperto no peito.

Eu me culpava por ter usado o 34 em Eve… mas foi para salvar a vida dela, e eu tive o consentimento de sua família.

Já Laura… ela não tinha sido apenas antiética.

Tinha sido desumana.

Dandara era uma criança. Apesar do diabetes, era saudável. Laura colocou a vida dela em risco ao usá-la como cobaia.

Ela devia estar presa.

— E você escondeu isso todos esses anos, Eve!?

— Eu queria encontrar uma solução… antes de dizer às mães dela que sua filha pode morrer antes mesmo de chegar à idade adulta.

— Elas já passaram por tanta coisa… eu não queria colocar esse peso nos ombros delas sem ter nenhuma esperança.

Levantei o olhar imediatamente.

— Foi diferente.

— Foi um risco — ela insistiu. — E funcionou.

— Funcionou? Mas não sem consequências. Amanda é a prova disso.

— Ainda é melhor do que a morte. Eu não posso deixar que ela morra. Eu devo à Larissa uma chance de a filha sobreviver. Por favor, Helena…

— Não! Tem que ter outro jeito! Eu vou encontrar outro jeito!

Ela se aproximou, tentando segurar minha mão, mas eu me afastei.

Não conseguia ficar perto dela.

Sentia uma mistura de raiva e decepção.

Como ela pôde esconder algo tão sério?

Quantas pessoas Laura poderia ter prejudicado enquanto ela guardava aquele segredo sujo?

Eu não suportava olhar para ela.

Então saí de casa.

Eu precisava respirar… e encontrar uma forma de extravasar toda aquela raiva.

Dirigi sem rumo por horas… até receber uma mensagem de Luana, me chamando para ir a um barzinho.

— Oi, Hel. Saudades.

— Oi, Lu.

Ela me olhou por alguns segundos.

— Que cara é essa? Brigou com a sua querida “esposa”?

— Só precisava de um tempo sozinha.

— O que houve? Começou a perceber que ela não é a mulher incrível que você achava?

— Para! Não quero falar da Eve.

— Certo, certo… De qualquer forma, vim pra afogar as mágoas e esquecer minha ex.

— Ex?

— Sim. Minha namorada me traiu. Nós terminamos.

— Sinto muito, Lu.

— Eu me sinto péssima. Vamos beber e dançar pra esquecer os problemas.

Comecei nas cervejas, mas, sempre que me lembrava de Eve, a raiva vinha. Para esquecer, pedi um drink mais forte.

— Tem certeza que vai beber isso? É muito forte.

— Por isso mesmo pedi. Quero sair do mundo por algumas horas.

— Gostei. Vamos sair daqui e nos divertir de verdade.

Do bar fomos para uma boate. Dancei… e, por algumas horas, fingi ser outra pessoa.

Por volta das duas, fomos para a casa dela.

A essa altura, eu acreditava que tinha esquecido tudo.

Mas Eve voltou à minha mente com força quando Luana se aproximou.

— Você está diferente… gosto muito dessa sua nova versão.

— Obrigada.

— Naquela época eu não tive coragem… mas agora eu sou mais ousada.

Ela se inclinou e me beijou.

Minha mente ficou em branco por alguns instantes.

Mas, quando voltei a mim, a reação foi imediata. Me levantei, já pegando minhas coisas.

— Eu não devia ter vindo aqui.

— Me desculpe… Eu já devia ter aceitado que nunca serei a sua escolha.

— Você nunca me deu a opção de te escolher. Para mim, sempre fomos amigas. Nunca me fez acreditar em outra coisa.

— Eu tentei… mas fui covarde…

Respirei fundo.

— Vamos esquecer o que aconteceu. Se você quer ser minha amiga, seremos. Mas não posso ser mais do que isso.

Fiz uma pausa.

— Eu amo a Eve… e ela sempre será minha escolha. Mesmo quando me faz duvidar disso.

— Você não a conhece — Laura disse.

— Eu sei o que Laura lhe disse. E sei que ela mentiu. Eve pode ter cometido um erro, mas não chega perto do crime que ela cometeu. Logo, vou provar que ela merece ir pra cadeia.

— Não sei quais mentiras Evelyn te contou, mas conheço a Laura. Ela é íntegra, gentil.

— Abra os olhos. Não sou eu a enganada… é você. Melhor eu ir pra casa.

Peguei um Uber e fui embora.

Durante o caminho, minha mente não parava. Eu conseguiria perdoar Eve por ter mentido e escondido a verdade? Como superar a raiva que ainda queimava dentro de mim?

Tris veio correndo assim que passei pelo portão.

— Oi, amigo… também senti saudades.

Assim que entrei, senti o perfume de Amanda.

Aquilo foi o suficiente para a raiva voltar com força.

Desde que entrou na minha vida, Eve sempre me jogava no caos.

Fui direto para o banho. A água fria deveria ajudar a esfriar minha cabeça… mas não funcionou.

O cheiro do shampoo dela trouxe lembranças — intensas, vivas.

Fechei os olhos, tentando afastar aquilo… mas era inútil.

Foi então que ouvi um barulho no quarto.

Saí do banheiro, vestindo o roupão.

Ela estava deitada na cama.

O olhar era desafiador. Irritado.

Não era Eve.

— Onde você estava?

— Saí com a Luana.

— Isso é hora de uma mulher casada voltar pra casa?

— Não lhe devo satisfação!

— Deve à Eve!

— Ela não está aqui… não é mesmo?

Amanda se levantou e veio até mim.

Os olhos eram pura fúria.

Dei um passo atrás — mas ela não recuou.

Agarrou minha cintura e me puxou para perto.

O beijo veio intenso, urgente.

— Você pertence a nós, Helena.

Fim do capítulo


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Comentários para 37 - Archer 1 :
jake
jake

Em: 06/04/2026

Eita....!!!!

E agora Helena???

Eve pode ser tranquila,mas Amanda não...rsrsr

Obrigada Autora por mais esse cap .


Luciane Ribeiro

Luciane Ribeiro Em: 08/04/2026 Autora da história
Obrigada a vc ,por ler e comentar.


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