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A Marca do Prazer por Naahdrigues

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Palavras: 5035
Acessos: 154   |  Postado em: 24/04/2026

Notas iniciais:

Olá, pessoal! 

Mais um capítulo fresquinho foi postado para vocês!

Na próxima terça-feira estarei de volta com um novo capítulo, então já deixem marcado para não perder. Desejo a todos um ótimo final de semana e nos vemos na próxima semana!

Ah, e para quem está ansioso(a) para acompanhar a história completa, estou disponibilizando o eBook por apenas R$ 25,00. Nele, vocês também terão acesso a um final alternativo exclusivo!

Para adquirir, é só entrar em contato comigo pelo WhatsApp: (92) 98432-6583.

Aproveitem a leitura! 
Beijos!

CAPITULO 10 – CONHECENDO A SOGRA

Camilla e Julianne acordaram por volta das 12 horas da manhã com o celular da médica tocando insistentemente.

Camilla se mexeu, resmungando, enquanto se afastava de Julianne, que ainda estava colada ao seu corpo. A loira se sentou na cama, tentando se situar e lembrar onde estava o aparelho. Percebeu o celular vindo do closet, levantou-se e foi até ele. Pegou o aparelho, olhando para a tela que brilhava com a ligação da mãe, e atendeu com a voz rouca:

— Alô? Mãe? — disse, ainda sonolenta.

— Camilla, querida! Que bom que atendeu! Estou te ligando para convidar você para almoçar aqui em casa hoje. Preparei algumas coisas que sei que você gosta. Vai ser ótimo te ver! — respondeu a mãe animada.

— Claro, mãe. Vou sim. Obrigada pelo convite! — respondeu Camilla, esboçando um sorriso enquanto observava a tela do celular. — Estou só me levantando agora, mas já vou me organizar.

Enquanto falava com a mãe, Camilla sentiu sua ereç*o matinal dar sinais de vida. Terminou de falar, desligou e seguiu para o banheiro. Fez suas necessidades e, depois, pegou um lenço umedecido que deixava no banheiro para esses momentos, limpando cuidadosamente a glande antes de jogar o lenço no lixo.

Ao voltar para o quarto, percebeu Julianne ainda encolhida debaixo do edredom, dormindo profundamente. Camilla se enfiou debaixo dele e se alinhou à submissa, deslizando as mãos pelo corpo dela com delicadeza, despertando-a aos poucos.

— Ei, acorda, minha linda… — murmurou Camilla, acariciando o braço e a cintura de Julianne. — Minha mãe me chamou para almoçar hoje. Que tal a gente se levantar e se preparar?

Julianne abriu os olhos lentamente, ainda sonolenta, e murmurou, envergonhada:

— Cam… você vai me deixar em casa antes de ir para o almoço da sua mãe, não é?

Camilla sorriu de canto e a interrompeu com firmeza e delicadeza:

— Não, querida… você vai comigo. Vamos juntas almoçar na casa da minha mãe.

Julianne ficou surpresa, mas não disse nada, apenas concordou com a cabeça, corando levemente.

Camilla levantou-se da cama e estendeu a mão para que Julianne também se levantasse, convidando-a para tomar banho juntas.

Entraram no box e Camilla abriu a torneira do chuveiro, deixando a água quente cair sobre ambas. Julianne pegou o sabonete e começou a espalhar pelo corpo da médica. Cada toque das mãos da submissa provocava um arrepio intenso na dominatrix, fazendo seu corpo queimar de desejo. Camilla retirou o sabonete da mão de Julianne e, em seguida, começou a passar ela mesma pelo corpo da acompanhante. Em seguida, aproximou-se de Julianne, encostando-a na parede de vidro do box, surpreendendo-a com um beijo de língua que a submissa retribuiu com igual intensidade.

Camilla deslizava as mãos pelo corpo de Julianne, apertando os seios com firmeza, massageando os mamilos com as pontas dos dedos. Julianne gemia entre o beijo, ofegante, sem conseguir controlar os sons que escapavam.

A médica guiou o p*nis até a entrada da acompanhante, e Julianne sussurrou entre o beijo:

— Camilla… vamos nos atrasar…

— Eu não me importo — respondeu a loira, com voz rouca, enquanto se movimentava, segurando firme as laterais da cintura de Julianne.

A morena soltava gemidos abafados, corpos tremendo de desejo, acompanhando cada estocada intensa da médica.

Camilla ergueu a perna esquerda de Julianne até sua própria cintura para facilitar a penetração, segurando firme enquanto penetrava fundo na bucet* da acompanhante, que se entregava completamente. Ambas haviam esquecido o detalhe da camisinha, e o calor do corpo de Julianne envolvia o p*nis da médica, apertando com força em cada movimento.

Camilla começou a socar freneticamente a vagin* da submissa, até diminuir o ritmo, transformando o vai e vem em movimentos mais lentos que provocavam cócegas na intimidade de Julianne. A acompanhante começou a gem*r de forma constante, enlouquecendo a dominatrix, que retomou a intensidade das estocadas, penetrando com força enquanto seu membro pulsava de desejo.

— Ah… Julianne… meu Deus… — gemia Camilla, palavras desconexas saindo entre suspiros, às vezes de boca aberta, incapaz de controlar o som devido ao atrito intenso e ao prazer.

Quando estava prestes a goz*r, Camilla lembrou-se de que estava sem camisinha. Retirou rapidamente o p*nis da bucet* de Julianne, segurou firme com a mão direita e se masturbou até ejacular, espalhando o gozo sobre a coxa da acompanhante.

— Caralh*! — exclamou Camilla, liberando o prazer em êxtase.

Julianne fechou os olhos e respirou fundo, tentando controlar seu próprio desejo, sentindo o vazio que Camilla deixara ao sair dela. Em sua mente, ela se lembrava do calor do corpo da médica, da força das estocadas e de como cada toque, cada gemido e cada gesto da dominatrix a enlouqueciam completamente. A mistura de prazer, submissão e desejo fazia seu coração acelerar, sentindo que, apesar do sex* intenso, existia algo mais profundo entre elas.

Depois de se recuperarem do sex* matinal no banheiro. Finalizaram o banho.

Julianne estava nervosa, sem saber exatamente o motivo. Talvez fosse o fato de, mais uma vez, encontrar a mãe de Camilla. Já havia visto a mulher uma vez, quando descobriu a sala secreta da médica. E agora a veria novamente, mas de outra forma. Além disso, a mãe de Camilla acreditava que elas eram apenas amigas e nem imaginava que, na realidade, eram mais do que isso: ficantes, cliente e acompanhante. Elas ainda não tinham rotulado exatamente o que eram.

As mulheres saíram do banheiro. Julianne seguiu de toalha para o closet, escolhendo uma roupa. Enquanto analisava algumas peças no cabideiro, resolveu perguntar para Camilla, em tom firme:

— Camilla, depois do almoço na casa dos seus pais... você vai me deixar em casa?

A médica, que se enxugava no quarto, ouviu a pergunta e caminhou até o closet. Encostou no batente da porta e a olhou de cima a baixo antes de responder, a voz carregada de sarcasmo:

— Está querendo se livrar de mim, submissa? — ergueu uma sobrancelha, altiva. — Não acha que eu estou lhe pagando muito bem para ficar o tempo que eu quiser? Ou ainda é pouco para isso?

Julianne fechou a cara. Não gostou da provocação. Virou-se, encarou Camilla de volta e retrucou em tom prepotente e sarcástico:

— Não estamos falando de dinheiro, Camilla... Melhor mudarmos de assunto antes que você fale mais besteira.

Sem esperar resposta, saiu do closet deixando a roupa escolhida na cama e seguiu para o banheiro. Camilla ficou observando, imóvel, apenas acompanhando a atitude firme da acompanhante.

Julianne voltou alguns minutos depois, maquiada de forma delicada, e vestiu um conjunto floral elegante e leve: um cropped de alças finas com calça pantalona de cintura alta, em tecido suave com estampa de flores em azul, rosa e bege. Nos pés, sandálias de salto nude que alongavam sua silhueta.

Camilla, por sua vez, vestiu uma camisa azul de manga longa levemente folgada, cueca box branca com short de compressão por cima, completando o look com um short jeans claro de cintura alta e cinto marrom. Nos pés, rasteirinhas simples.

— Vamos? — perguntou a médica, já pegando a chave do carro.

Julianne concordou em silêncio, pegando uma bolsa que combinava com o salto. Saíram do apartamento e foram até a garagem.

No carro, Camilla acelerava com cuidado, já que o relógio marcava 13h40. Quase atrasada para o almoço. Julianne passou o caminho inteiro calada, sentindo-se desconfortável com a provocação da dominatrix. No fundo, se sentia humilhada. Seu pensamento estava longe, focado na necessidade de terminar logo o último período da faculdade para conseguir um bom emprego e sustentar a si mesma e à irmã adolescente.

Ao chegarem à mansão dos pais de Camilla, Julianne ficou impressionada com o tamanho e a elegância do lugar. Camilla estacionou, as duas desceram e seguiram até a porta. A médica destrancou e entrou, com Julianne logo atrás. Encontraram os pais na cozinha.

— Filha! — disse Helena, a mãe de Camilla, ao ver as duas. Seus olhos se abriram em surpresa ao reconhecer Julianne. — Julianne... que bom que você veio, querida! Como você está?

Julianne sorriu educadamente, escondendo o nervosismo:

— Estou bem, dona Helena, obrigada. É um prazer revê-la.

— O prazer é todo meu — respondeu a mãe, tocando o braço da jovem com carinho.

O pai, Augusto, cumprimentou com um aperto de mão firme:

— Boa tarde, meninas. Chegaram na hora certa. A mesa já está quase pronta.

A empregada da casa, Marta, finalizava os detalhes do almoço. Logo todos se sentaram à mesa.

Durante a refeição, Helena observava Julianne com interesse. Depois de alguns minutos, perguntou com delicadeza:

— E então, Julianne, o que você faz da vida, querida?

Camilla, distraída com o prato, levantou a cabeça de repente, assustada, quase se engasgando. Antes que pudesse intervir, Julianne respondeu sem hesitar, com naturalidade:

— Sou estudante de enfermagem. Estou no último período e já estagiando.

— Que maravilha! — elogiou Helena com entusiasmo. — Você deve ser muito dedicada. É uma área linda, exige vocação.

Camilla respirou fundo, aliviada, e soltou um pequeno sorriso contido.

Augusto então voltou-se para a filha:

— E você, Camilla, como estão as coisas no hospital? E a parte financeira?

— Tudo caminhando bem, pai — respondeu a médica, mantendo a postura. — Alguns desafios, claro, mas estamos equilibrados.

O clima no almoço seguiu descontraído. Helena ria e puxava conversas leves, deixando o ambiente agradável. Antes de se levantarem, ela tocou a mão de Julianne com simpatia e disse:

— Gostei muito de ter você aqui, querida. Quero que venha mais vezes, combinado?

Julianne, surpresa e envergonhada, apenas sorriu e assentiu com a cabeça.

Camilla observou a cena em silêncio, sentindo algo que ia além do simples jogo de dominação.

Após se despedirem dos pais de Camilla, as duas entraram no carro da médica e seguiram em direção ao apartamento dela. O silêncio inicial foi quebrado pela própria loira, que resolveu puxar assunto sobre o almoço:

— Então, submissa… o que achou do almoço na casa dos meus pais? — perguntou Camilla, sem tirar os olhos da rua, mas com um leve sorriso de canto.

Julianne respirou fundo antes de responder:
— Foi bom… sua mãe é uma mulher incrível, acolhedora. Já seu pai, um pouco intimidador, mas educado.

Camilla riu baixo.
— Intimidador é pouco. Ele sempre foi assim. Mas gostei da forma como você se saiu… respondeu bem às perguntas. Confesso que pensei que fosse travar.

Julianne virou o rosto em direção à janela, mas sorriu discretamente:
— Achei que ia, mas me virei. Não queria te deixar em situação difícil.

Camilla lançou-lhe um olhar rápido, intensa.
— Você me surpreende a cada dia, sabia disso?

Julianne desviou, desconfortável, e mudou de assunto:
— Camilla, faz uma parada pra mim? Tô com vontade de tomar sorvete.

A médica arqueou a sobrancelha, debochada:
— Sorvete agora, submissa? Depois de um almoço daqueles?

— Sim, senhora médica… sorvete nunca tem hora — respondeu Julianne, em tom irônico e doce ao mesmo tempo.

Camilla deu uma risadinha e assentiu, virando o carro. Parou em frente à Bacio di Latte, uma das melhores sorveterias de São Paulo.

Ambas entraram no local. Julianne, animada, escolheu dois potes de sabores diferentes. Estendeu a mão para pagar, mas Camilla interceptou o gesto e puxou o celular:

— Não, submissa. Quem paga aqui sou eu.

Efetuou o pagamento com aproximação, o celular apitando suavemente. Em seguida, voltaram para o carro e seguiram até o apartamento da loira.

Assim que chegaram, Julianne deixou a bolsa no sofá e seguiu direto para a cozinha, ansiosa para abrir o pote de sorvete. Camilla, por sua vez, foi até o quarto, tirou a camisa que usava e voltou de top branco e o short jeans de cintura alta. Sentou-se na bancada da cozinha, serviu-se do sorvete e passou a observar Julianne, que comia de colher em colher, com certa satisfação.

— Você realmente precisava disso, não é? — perguntou Camilla, lambendo a colher lentamente, provocativa.

Julianne riu.
— Precisava, sim. Sorvete é meu ponto fraco…

— Achei que seu ponto fraco fosse outro… — respondeu Camilla, deixando a frase no ar, carregada de malícia.

Julianne ergueu os olhos, encarando a médica com desafio:
— Quem sabe você descubra novos pontos fracos, doutora.

Camilla deu um sorriso torto e inclinou a cabeça, avaliando cada gesto da acompanhante.
— Eu sempre descubro, submissa. É questão de tempo.

Julianne sentiu um arrepio percorrer-lhe o corpo, mas disfarçou voltando a colocar uma colherada de sorvete na boca.

O clima na cozinha ficou carregado de tensão erótica, mesmo em algo tão simples quanto dividir sorvete.

Camilla levantou-se do banco da bancada e caminhou de forma lenta e sensual em direção a Julianne. A acompanhante a olhou de lado, surpresa, quando a médica se aproximou e girou seu corpo, fazendo com que ficassem frente a frente.

Com um movimento confiante, Camilla se enfiou entre as pernas de Julianne ainda sentada no banco, apoiando as mãos firmemente nas laterais do corpo da submissa, como se a prendesse, impedindo qualquer tentativa de fuga.

— Você fica linda assim, submissa… tão vulnerável e tentadora — sussurrou Camilla, com voz baixa e carregada de desejo.
— Sabe que eu poderia ficar aqui o dia inteiro te provando… se me deixasse.

Julianne sentiu um arrepio percorrer seu corpo e respondeu apenas com um gemido contido, enquanto passava as mãos pela parte de trás da cabeça de Camilla, entrelaçando os dedos nos cabelos da médica e apertando levemente à medida que o beijo se aprofundava.

O beijo foi interrompido algumas vezes pelo toque insistente do celular de Julianne: era Luísa. Tocou várias vezes, mas Camilla não deixou que a submissa atendesse, continuando a beijá-la, alternando entre lábios, queixo e laterais do pescoço, provocando suspiros de desejo.

Quando o celular tocou novamente, Julianne, ofegante, pediu entre o beijo:
— Cam… atende, por favor…

Camilla afastou-se um pouco, ainda ofegante, caminhou até a bolsa de Julianne, pegou o aparelho e olhou para o nome piscando na tela: Luisa. Com a voz rouca e sensual, atendeu:

— Oi, Luisa… tudo bem? Espera aí, vou passar para a Julianne.

Ela entregou o celular para a acompanhante, que respirou fundo antes de atender:

— Alô? Luisa?

— Oi, Ju! — disse Luisa, animada. — Você está bem? Estava tentando te ligar…

— Estou sim. Estava ocupada… mas agora estou tranquila. E você?

— Ah, estou bem! Só queria saber se você queria dar uma passada no shopping mais tarde, fazer umas comprinhas… pensei em te chamar.

Julianne sorriu discretamente, olhando de relance para Camilla, que a observava com um leve sorriso de canto.

— Poxa… parece ótimo. Mas… precisar ser hoje? — disse Julianne, hesitante. — Estou com a Camilla agora… e não devo voltar hoje para casa, vamos amanhã?

— Ah, sem problemas! Só queria combinar certinho. Então te espero para irmos amanhã?

— Combinado, Luísa. Até amanhã. Cuidado por ai, qualquer coisa importante, me liga.

Julianne desligou, ainda sentindo o calor da proximidade de Camilla e o olhar provocativo da médica que não tirava os olhos dela.

Assim que finalizou a ligação, Julianne sorriu sem jeito para Camilla e pediu desculpas.

A médica não respondeu de imediato — apenas caminhou de volta até a acompanhante, envolvendo-a com firmeza em seus braços e colando seus corpos. O beijo voltou com força, intenso, carregado de desejo. Enquanto suas línguas se enroscavam, Camilla, com discrição e destreza, foi abrindo o zíper do cropped de Julianne sem interromper o beijo. Assim que a peça se abriu, a loira puxou para fora, deixando os seios da acompanhante à mostra.

Camilla tomou os seios nas mãos, massageando-os com vontade, ao mesmo tempo em que beijava e aspirava o perfume quente da lateral do pescoço da submissa, pressionando seu corpo contra o dela no balcão da cozinha.

— Você não faz ideia do quanto eu preciso de você agora… — sussurrou Camilla, rouca, com o hálito quente contra a pele de Julianne.

Arfando, Julianne levou as mãos até o cinto da médica, abrindo-o com rapidez, depois desabotoou o short, baixou o zíper e enfiou a mão por dentro, acariciando o p*nis da dominadora por cima da cueca de compressão e da box.

Camilla soltou um gemido baixo, gutural, entrecortado pela respiração pesada:
— Hhhmm… caralh*, Jul… continua assim…

A loira levou uma mão ao quadril da submissa, apertando-o com firmeza, e a outra deslizou até as nádegas de Julianne, apertando-as por cima da calça pantalona. Em seguida, começou a puxar a peça para baixo, livrando a acompanhante da roupa e deixando-a apenas de calcinha fio-dental branca.

Camilla lambeu os lábios ao vê-la assim e disparou, carregada de tesão:
— Olha só pra você, sua vadiazinha deliciosa… desse jeito dá vontade de te foder até você implorar pra parar.

Logo depois, a médica se despiu, retirando o short jeans, a compressão, a box e por fim deixando que Julianne a ajudasse a se livrar do top. Ficou completamente nua diante da submissa.

O coração de Julianne disparou. Seus olhos brilhavam de desejo, e a visão do corpo nu de Camilla diante dela a fez tremer de excitação. Por dentro, sentia um misto de submissão, fascínio e uma fome desesperada de tê-la inteira.

Camilla a puxou pelo quadril, colando-a novamente em seu corpo e descendo as mãos até suas nádegas, beijando-a com brutal intensidade, explorando sua boca como se fosse propriedade dela.

Entre um beijo e outro, Julianne murmurou, quase implorando:
— Cam… deixa eu ch*par seu pau… por favor…

Camilla sorriu de canto, mordendo o lábio inferior e respondeu com autoridade:
— Vai, se ajoelha pra mim e mostra o quanto você sabe me adorar.

Julianne obedeceu, deslizando para os joelhos diante da loira. Segurou o p*nis da médica com as duas mãos, fazendo Camilla arfar com o toque. Olharam-se intensamente, e Julianne passou o polegar pela glande rosada, espalhando o líquido pré-gozo que já escorria.

Camilla gem*u baixo, com a voz carregada de ordem e luxúria:
— Porr*… isso… agora mete na boca, submissa. Quero ouvir você me engolindo.

Julianne sorriu maliciosa e levou o p*nis até os lábios, colocando metade dentro da boca, sugando e fazendo um vai e vem lento e provocador.

O corpo de Camilla inteiro reagiu: os músculos da coxa se contraíram, o abdômen enrijeceu, e a respiração se tornou pesada. O calor que subia pelo baixo-ventre deixava sua pele em brasa.

— Argh… porr*, Julianne… hhhmmm… caralh*, continua… — gem*u, deixando escapar palavras desconexas enquanto enlaçava os cabelos da submissa, guiando o ritmo da boca dela em seu pau.

Julianne, por dentro, estava tomada por uma onda de desejo. Sentia-se excitada por obedecer, por arrancar aqueles gemidos brutos da dominadora. Tudo que pensava era em fazê-la perder o controle, em sentir Camilla se entregar completamente em sua boca.

Depois de alguns minutos intensos, Camilla puxou suavemente os cabelos de Julianne para trás, interrompendo a ch*pada. Com os olhos em brasa, segurou seu p*u duro e passou entre os seios da submissa. Julianne apertou os seios ao redor do membro, deixando-o escorregar no meio deles enquanto Camilla se movimentava como se estivesse fodendo sua carne macia.

De repente, a médica ergueu Julianne pelas pernas e a colocou sobre o balcão, encaixando-se entre suas coxas e penetrando fundo a bucet* já molhada da acompanhante.

Ambas soltaram gemidos intensos ao sentirem a invasão:

— Aaaahh, porr*, que bucet* apertada… — gem*u Camilla, arfando.
— Hhhhmmm… Camilla, assim… ahhh, mais fundo! — gritou Julianne, arrepiada.

Camilla se movimentava sem cerimônia, socando firme, segurando o quadril da submissa e apertando as coxas e a bunda dela, enquanto os beijos de língua trocados incendiavam ainda mais o corpo de ambas.

Ter Julianne daquela forma, entregue, estava enlouquecendo Camilla. A acompanhante havia se tornado seu vício, sua droga mais intensa. A conexão entre elas queimava como brasa — selvagem, descontrolada e irresistível. Mesmo que fora da cama algumas vezes surgissem faíscas, nada atrapalhava o desejo bruto que sentiam uma pela outra.

Camilla socava o p*nis sem parar, perdida em um tesão que a cegava. Cada estocada na bucet* quente, macia e apertada de Julianne fazia sua mente arder.

— Porr*, Julianne… você vai me matar de tanto tesão… — Camilla murmurou, num misto de desejo insano e devoção pela submissa debaixo dela.

A loira apertou o seio direito de Julianne com força, ao mesmo tempo em que enfiav* fundo, arrancando gemidos roucos e palavrões da acompanhante.

Camilla se inclinou sobre ela, mantendo o ritmo alucinado, até sentir as unhas afiadas de Julianne cravarem em seus seios. A dor se misturou ao prazer e ela soltou um grunhido primal, gutural, que ecoou pelo quarto:

— Raaaahhh… caralh*oo… continua, me arranha mais, porr*!”

O p*nis firme e grosso da médica rasgava o interior molhado da morena sem parar, um choque de luxúria a cada investida.

Os gemidos altos de Julianne ecoavam pelo apartamento como música suja, desesperada:

— Aaaah… porr*aa… mais forte, Camilla! Caralh*, mete, mete, não para! Eu vou goz*r… vou goz*r!

A dominatrix segurou as pernas de Julianne pelos tornozelos, erguendo-as e apoiando-as em seus ombros, afundando ainda mais dentro da acompanhante. O corpo da morena estremecia, entregue, as sensações explodindo em cada fibra de pele.

O corpo de Julianne ardia de tesão explícito: os mamilos duros, a bucet* encharcada e latejante, os gemidos manhosos entrecortados de xingamentos. Cada enfiada era um choque elétrico que a deixava mais perto do limite.

Camilla, ofegante, perdeu o controle das palavras:

— Porr*, Julianne… você é quente demais, apertada demais… eu quero goz*r dentro de você… oh Deus, eu não posso… não devo…

— Pode sim, doutora…” — Julianne respondeu com voz melosa, entre gemidos, arfando. — “Goz* em mim… eu quero… me enche, Camilla…

A médica sentiu um arrepio violento percorrer sua espinha. Com um grunhido feroz, deu trancos ainda mais fortes, mergulhando fundo.

— Aaaaarghhh… caralh*, Julianne… vou goz*r!

Julianne choramingava de tesão, gem*ndo e xingando:

— Fode, fode, fode! Eu sou sua, caralh*! Me arrebenta! Ahhh, porr*aaa, eu vou goz*r junto…

Camilla acelerou até perder a noção, cada estocada arrancando tremores descontrolados do corpo da acompanhante. Mas no auge da explosão, ela parou de repente, saiu de dentro da morena e a ergueu nos braços.

— Nããão, porr*, não para! — Julianne batia nas costas dela, desesperada.

Camilla a deitou brutalmente no sofá e voltou a penetrá-la sem cerimônia, retomando o ritmo insano.

Julianne choramingava de tesão, os gemidos misturados a soluços manhosos de prazer:

— Aaaaahhh… por favor, não para nunca… me fode, Camilla… eu vou enlouquecer!

Ela arranhava as costas e a nuca da médica com violência, se contorcendo descontrolada.

Camilla se desvencilhou, ergueu as pernas da submissa e as apoiou novamente nos ombros, colando seus corpos. Socava firme e fundo enquanto apertava os seios da morena, que tremia, prestes a explodir.

Em uma última investida certeira, atingiu o ponto G de Julianne. O impacto foi devastador — um orgasmo duplo, avassalador, arrancando delas um grito uníssono de prazer.

—AAAAAHHHHHHHHHH, PORRRRRAAAAA!

Camilla ejaculou longamente dentro da acompanhante, o gozo jorrando quente, enquanto ambas tremiam coladas, o corpo colado em suor. O peito da médica escorria gotas quentes que desciam até a barriga malhada.

Elas goz*ram juntas, gem*ndo intensamente, respirando como animais ofegantes, o som de seus corpos ecoando pelo apartamento.

Quando Camilla se recuperou e saiu de dentro da bucet* de Julianne, seu p*nis estava completamente melado do gozo da acompanhante e do próprio. O sêmen escorria devagar pela abertura da submissa, que ainda se contraía no vazio, como se implorasse para não ser deixada assim.

Camilla mordeu o lábio inferior, os olhos fixos naquela visão proibida, e pensou com um desejo insano: “Eu poderia te foder para sempre, Julianne, até você não aguentar mais e implorar pelo meu corpo.”

A médica apertou a mão contra a bucet* de Julianne, os dedos firmes, e passou o dedão pelo esperma quente que escorria da mulher, pressionando com lentidão sobre o clit*ris inchado.

Julianne soltou um gemido manhoso, arfado, carregado de prazer e entrega: — Aaah, doutora… não para, eu ainda sou sua…

Camilla a fitou com um misto de posse e ternura, mas logo se sentou no sofá. Para sua surpresa, Julianne subiu em seu colo e se acomodou de frente, sem buscar penetração, apenas o calor do abraço.

Com o rosto colado ao pescoço da médica, a acompanhante murmurou carinhosamente, com a voz baixa e quase adormecida: — Eu nunca me senti tão segura nos braços de alguém…

Camilla sorriu, tocando os cabelos úmidos e desgrenhados de Julianne, fazendo um carinho lento e constante.

Depois de um tempo, levantou-se com a submissa ainda agarrada ao seu corpo e caminhou até o quarto. Foram juntas para o banho, onde se acariciaram suavemente, entre beijos lentos e abraços demorados, sem urgência, sem sex*. Apenas presença.

Após o banho, deitaram-se na cama, coladas uma à outra. E assim, entre o calor dos corpos e a respiração sincronizada, adormeceram em paz.

Na segunda-feira, as duas foram despertadas pelo celular de Camilla, que anunciava o início de um novo plantão. A médica, ainda sonolenta, pegou o aparelho e desligou o despertador.

Julianne, manhosa, se enroscou ainda mais no corpo dela, como se pedisse mais alguns minutos.

— Juh… acorda. A gente precisa levantar. Eu tenho que ir pro hospital. – Camilla falou passando a mão pelos cabelos da acompanhante, com voz calma.

— Só mais cinco minutinhos… você é tão quentinha. – Resmungou sem abrir os olhos.

— Cinco minutos viram meia hora com você. Anda, levanta. Vem tomar um banho comigo. – Camilla falou rindo baixo, inclinando-se para beijar de leve os lábios da acompanhante.

Julianne abriu os olhos, trocou um olhar preguiçoso e intenso com a médica, e em seguida se ergueu da cama. Tomaram banho juntas, entre beijos demorados e toques rápidos, mas sem deixar que se atrasassem. O café da manhã foi simples, mas íntimo, antes de Camilla deixá-la em casa para que a acompanhante pudesse se preparar para a faculdade e o estágio.

Camilla seguiu para o hospital, onde teria um plantão de 24 horas.

Assim que entrou em casa, Julianne deu de cara com Luísa, sua irmã, tomando café.

— Bom dia, pirralha. — Saudou Julianne

— Bom dia. Dormiu bem maninha. Como foi o final de semana?

Julianne rindo e dando um beijo no rosto da irmã

— Sim… é... maravilhoso... hoje à noite a gente vai ao shopping, como eu prometi.

— Tá bom. Até mais tarde. — disse, pegando a mochila e indo para o colégio.

Julianne subiu, arrumou suas coisas para aula e estágio, e saiu. O dia seria corrido.

Na hora do almoço, encontrou Carla, sua melhor amiga, em um restaurante próximo ao hospital onde estagiava.

Carla olhava o cardápio escolhendo o que iria pedir.

— Então, dona Julianne… sumiu o fim de semana inteiro. Onde você se enfiou?

Julianne riu com um ar de mistério e respondeu:

— Passei três dias no apartamento da Camilla, aquela cliente que tinha comentado contigo.

Carla arqueou as sobrancelhas

— Três dias? Caramba, essa médica tá te prendendo bonito.

— Firmamos um contrato de exclusividade - Julianne mordeu os lábios e baixou o tom de voz. — A gente… transou muito. Foi intenso.

Ao lembrar-se de uma cena específica, Julianne parou de repente, chamou o garçom e pediu uma garrafa de água. Abriu a bolsa rapidamente e tirou uma pílula do dia seguinte, engolindo com um gole rápido.

Carla olhou assustada

— Julianne! Você tá maluca? Você não se protegeu?

A amiga respondeu sem graça

— Foi no calor do momento, sabe? Ela… gozou dentro de mim.

Carla revirou os olhos, brava e preocupada com Julianne

— Menina, você precisa se cuidar! Não é porque a médica parece toda certinha que você vai dar esse mole. Cuidado com sua saúde.

Julianne suspirou, mas não conseguiu conter um pequeno sorriso lembrando-se da intensidade que tinha sido.

Enquanto isso, no hospital, Camilla aproveitou um intervalo rápido entre atendimentos para mandar mensagem.

Camilla: “Ei, como você tá? Conseguiu descansar um pouco?”
Julianne: “Tô bem, Cam.  Cansada, mas pensando em você o tempo todo. 💕 E você, sobrevivendo ao plantão?”
Camilla: “Tô tentando… mas você não sai da minha cabeça.”

Ao lado de Beatriz, colega de plantão, Camilla caminhava até a cantina. Ela acabou soltando, sem perceber, um suspiro sorridente.

Beatriz cutucou divertida.

— Ihhh, esse suspiro não foi de cansaço, não. Vai, conta. Quem é?

— É a Julianne… a gente passou três dias juntas. – Camilla riu e respondeu sem esconder nada.

Beatriz com olhar maroto

— Três dias? Vixe, doutora… se sumiu assim é porque o negócio foi bom.

Camilla corou, tentando disfarçar

 — Foi… foi intenso.

Beatriz provocou, em tom humorado

— Intenso? Hm… não sei, mas essa sua cara de descansada pra quem tá num plantão de 24h já entregou tudo. Aposto que a acompanhante tá cuidando bem da senhora.

Camilla riu e deu um tapa leve no braço da amiga

— Beatriz, para com isso!

Beatriz sussurrou, com malícia

 — Ahhh, doutora, aposto que essa moça te deixa de perna bamba. Vai me dizer que não tá viciada nela?

Camilla desviou o olhar, sorrindo sem graça, mas no fundo sabia que sua amiga tinha razão.

O resto do dia transcorreu tranquilamente. Julianne foi ao shopping com a irmã, fez compras para a adolescente e, especialmente, para si mesma. Entre as escolhas, comprou lingeries brancas, exatamente do jeito que sabia que Camilla gostava de vê-la usar.

À noite, ao se deitar na cama, decidiu ligar para Camilla por chamada de vídeo enquanto a médica descansava na sala de descanso do hospital.

As duas conversaram por alguns minutos, trocando olhares e provocações sensuais, cada gesto carregado de desejo contido e jogo de poder. Julianne, com um sorriso provocativo, deixou a médica imaginar cada detalhe do corpo dela, enquanto Camilla respondia com um misto de timidez e atração, provocando a acompanhante de volta.

O clima entre elas ficou carregado, cada palavra e cada gesto reforçando a tensão erótica que já existia entre as duas. Mas, de repente, um chamado urgente interrompeu Camilla: um atendimento de emergência exigia sua atenção imediata. Relutante, a médica desligou a chamada, deixando Julianne com um sorriso satisfeito, porém ansiosa, antes de se recolher para dormir.

Fim do capítulo

Notas finais:

 Um ótimo final de semana a todos.


Não esqueçam de deixar comentários pra mim, eu amo ler. 


Até terça, beijao.


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