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A Marca do Prazer por Naahdrigues

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Palavras: 7489
Acessos: 230   |  Postado em: 22/04/2026

Notas iniciais:

Boa noite, gente! 

Mais um capítulo quentinho foi postado, feito com todo carinho pra vocês! 
E pra quem estiver interessado em adquirir o ebook completo da história, é só entrar em contato comigo pelo WhatsApp: (92) 98432-6583 

Valor: R$25,00

Obrigada pelo apoio de sempre! 

CAPITULO 9 - MARCAS

Julianne acordou lentamente naquela tarde, ainda com o corpo pesado e a mente envolta pelas lembranças da manhã. Sua presença no apartamento de Camilla parecia, de alguma forma, carregada de tensão, como se pudesse causar algum impacto negativo à médica. Ficou quieta, deitada, observando o teto, tentando organizar os pensamentos e controlar o turbilhão de emoções que sentia.

Após cerca de uma hora, levantou-se, percebendo que Camilla não estava no quarto. Caminhou até o banheiro e tomou um banho, tentando aliviar a tensão acumulada. Quando se olhou no espelho, seu coração apertou levemente. As coxas e, principalmente, as nádegas, ainda exibiam as marcas das chicotadas de horas antes. Um misto de tristeza e constrangimento passou por Julianne sentia-se vulnerável, mas também curiosamente excitada pelo que havia vivido com Camilla.

Após o banho, pegou o celular na bolsa e decidiu trocar algumas mensagens com a irmã Luísa, tentando recuperar alguma sensação de normalidade e se distrair dos pensamentos que giravam incessantemente em sua mente sobre a dominatrix e o que havia acontecido.

Enquanto isso, Camilla, que havia terminado de preparar o almoço, foi até o quarto para checar se Julianne havia acordado. Sorriu ao perceber que a submissa havia tomado banho e a chamou de forma suave:

— Ju, o almoço está pronto. Venha se alimentar.

Na cozinha, Camilla se mostrou meiga e atenciosa, servindo primeiro Julianne e depois pegando sua própria porção. A submissa permaneceu retraída, evitando trocar olhares, os dedos entrelaçados à frente do corpo, a postura ainda tensa.

— Quer… beber algo? — tentou puxar assunto Camilla, mas a resposta foi apenas um olhar discreto e silencioso de Julianne, que evitava qualquer aproximação.

Camilla suspirou internamente, observando cada gesto e reação da submissa. Pensava em como Julianne era fascinante, mesmo retraída e tímida, e sentia uma mistura de desejo e preocupação. Cada pequeno movimento da submissa despertava nela a necessidade de atenção e cuidado, mas também uma vontade latente de retomar o controle da situação, explorando o jogo de dominação e submissão que havia se estabelecido naquela manhã.

Julianne, por sua vez, refletia sobre o que havia acontecido. Sentia o corpo ainda ardendo de desejo e a mente presa nas lembranças da disciplina, das cordas e do toque firme de Camilla. Ao mesmo tempo, era dominada por uma mistura de medo, ansiedade e timidez, sem saber exatamente como se portar diante da médica que a excitava tanto quanto a deixava vulnerável. Cada gesto de Camilla naquele almoço parecia carregado de intenções sutis, aumentando o turbilhão de sensações e o misto de atração e receio que a mantinha presa naquele jogo silencioso de poder e desejo.

Após o almoço, Camilla permaneceu sentada próxima a Julianne, observando cada gesto, cada hesitação, tentando encontrar uma brecha para quebrar o silêncio da submissa.

— Ju… você quer café ou chá? — perguntou de forma leve, mantendo o tom doce, mas com aquele olhar penetrante que fazia Julianne estremecer.

Julianne apenas balançou a cabeça, desviando o olhar para a xícara na frente dela. A postura retraída, os ombros tensos, tudo indicava que a manhã ainda reverberava em seu corpo e mente.

Camilla suspirou, se inclinando um pouco mais para frente. — Sabe, não precisa se sentir pressionada… Eu só gosto de passar um tempo com você. Conversar. — Seus dedos tocaram levemente a mão de Julianne, apenas o suficiente para que a submissa percebesse a proximidade.

Julianne sentiu um arrepio percorrer a espinha, misto de timidez e desejo, mas desviou o olhar, tentando manter a compostura. — Eu… estou bem, obrigada — respondeu, a voz baixa, quase um sussurro.

Camilla sorriu com um toque de provocação e um ar de cumplicidade. — Sabe que você não precisa fingir, não é? Eu sei que ainda está sentindo as dores das marcas… e também sei que sente falta de algo. — Fez uma pausa, deixando Julianne absorver cada palavra, enquanto uma tensão silenciosa se formava entre elas.

Julianne respirou fundo, sentindo o coração acelerar. O calor do corpo dela parecia aumentar a cada palavra de Camilla, e a submissa percebeu que, mesmo retraída, seu desejo não diminuía. — Eu… não sei o que dizer — murmurou, a timidez e a ansiedade quase a paralisando.

Camilla inclinou-se levemente, passando um braço atrás de Julianne, como se pudesse envolvê-la sem tocar totalmente, apenas provocando uma sensação de segurança e desejo ao mesmo tempo. — Não precisa dizer nada. Eu só quero que você fique. Aqui. Comigo. — A provocação era sutil, mas suficiente para que Julianne sentisse um formigamento em todo o corpo.

A submissa mordeu o lábio, tentando controlar a mistura de receio, excitação e curiosidade. Cada gesto de Camilla era calculado, cada palavra carregada de intenções que a deixavam sem fôlego. Julianne percebeu, naquele instante, que mesmo retraída, não conseguiria ignorar a presença e o magnetismo da dominatrix.

Camilla, por sua vez, observava a reação de Julianne, o rubor nas bochechas, os olhos que se desviavam, e sentia uma mistura de desejo e paciência. Cada pequeno sinal de vulnerabilidade da submissa a instigava, despertando o desejo de continuar o jogo, mas sempre mantendo o controle, permitindo que Julianne se acostumasse lentamente à intensidade que a aguardava.

O restante da tarde se desenrolou nesse clima, com Camilla tentando pequenas interações: um toque sutil na mão, um comentário provocante sobre o que poderiam fazer mais tarde, e olhares longos que falavam mais do que qualquer palavra. Julianne permanecia retraída, mas cada gesto da dominatrix a afetava profundamente, deixando o corpo e a mente em alerta constante, uma mistura de desejo, ansiedade e curiosidade pelo que ainda viria naquela noite.

Camilla, percebendo o quanto Julianne estava retraída, resolveu quebrar o clima tenso:

— Que tal a gente buscar a sua irmã, Luísa, e levar ela para lanchar com a gente? — sugeriu, com um sorriso suave.

O semblante de Julianne mudou imediatamente. Seus olhos se iluminaram, e ela respondeu quase sem pensar:

— Sim… eu adoraria.

Sem demora, Julianne ligou para a irmã e a convidou. Do outro lado da linha, Luísa se mostrou animada e disse que iria se arrumar.

Camilla então voltou-se para Julianne:
— Então vamos nós duas também nos arrumar. Se é para sair, que seja em grande estilo.

As duas escolheram roupas bonitas e casuais.
Camilla vestiu uma jaqueta de couro preta sobre uma blusa justa da mesma cor, uma calça jeans skinny com discretos rasgos nas coxas e botas pretas de salto com cadarço. Sua presença era de impacto: firme, elegante, quase intimidadora.

Julianne, por sua vez, optou por um vestido longo de alças finas, estampado em tons suaves de azul e bege sobre fundo claro. O decote em V destacava sua feminilidade, enquanto uma fenda lateral deixava à mostra parte da perna. Nos pés, sandálias de salto fino em tom nude; o cabelo solto em ondas suaves emoldurava o rosto delicado, e brincos de argola reforçavam sua sensualidade discreta. A escolha não era por acaso: o vestido disfarçava bem as marcas vermelhas nas coxas e nas nádegas.

Luísa também se arrumou com capricho: camisa azul clara listrada em branco, mangas longas dobradas, short branco de alfaiataria, tênis brancos e uma bolsa tiracolo marrom. Jovem, charmosa e moderna.

Quando Camilla e Julianne terminaram, a médica pegou a chave do carro e do apartamento, e desceram juntas até a garagem. Já no veículo, Camilla pediu:
— Coloca uma música tranquila para a gente?

Julianne escolheu algo leve, que preenchia o ambiente sem roubar a atenção. O trajeto até a casa dela foi sereno, mas carregado de expectativa.

Assim que estacionaram em frente, Julianne ligou para a irmã avisando que já estavam aguardando. Enquanto esperavam, Camilla girou o corpo no banco do motorista, voltando-se totalmente para a acompanhante. Os olhos dela percorriam Julianne com desejo silencioso.

— Você está linda, Ju — murmurou, afastando delicadamente uma mecha de cabelo do rosto da submissa.

O toque foi seguido por uma carícia na face, e antes que Julianne pudesse reagir, Camilla se inclinou, capturando seus lábios em um beijo intenso, profundo, com a língua invadindo sua boca de surpresa.

Julianne ofegou levemente, mas logo correspondeu, entregando-se ao momento. A intensidade fez o corpo dela vibrar, as lembranças da manhã se mesclando com o calor daquele beijo arrebatador.

O tempo pareceu parar… até que, de repente, toc toc toc! Luísa bateu no vidro do carro, assustando as duas.

Julianne se afastou apressada, ajeitando o vestido, enquanto Camilla destravava o carro com um meio sorriso malicioso.

— Oi, meninas! — disse Luísa animada, entrando no banco de trás. — Demorei muito?

Camilla respondeu primeiro, com sua calma elegante:
— Nada, chegamos há pouco.

Julianne completou, tentando disfarçar o rubor nas bochechas:
— Você está linda, Lu.

Quando olhou para o lado, percebeu que o batom vermelho dela havia borrado a boca de Camilla. Sem pensar, esticou a mão e limpou suavemente o excesso nos lábios da médica. O gesto íntimo fez Camilla sorrir, divertida e provocadora.

Em seguida Julianne abriu o suporte superior do carro de Camilla que tinha um espelho e ajeitou a marca de batom borrado que tinha nos próprios lábios.

A acompanhante voltou-se então para a irmã, puxando assunto:
— E aí, Lu, o que você andou aprontando na minha ausência?

Enquanto as duas conversavam animadamente sobre trivialidades, Camilla ligou o carro e dirigiu em direção a uma hamburgueria conceituada de São Paulo, silenciosa, mas satisfeita com o clima que se formava — uma mistura de cotidiano leve, cumplicidade e aquele magnetismo secreto que continuava pulsando entre ela e Julianne.

O ambiente da hamburgueria era acolhedor, com iluminação suave e mesas de madeira, criando um clima intimista, apesar de ser público. O carro parou suavemente em frente à hamburgueria. Camilla desligou o motor, olhou para Julianne e Luísa com um sorriso discreto, e saiu primeiro, abrindo a porta para as duas mulheres.

— Depois de você, Ju — disse Camilla, inclinando-se levemente para segurar a porta, e Julianne sorriu, sentindo o toque sutil de atenção e domínio.

Luísa pulou animada, rindo, e foi logo à frente, olhando ao redor da hamburgueria. Camilla manteve-se próxima de Julianne, enquanto passavam pelo espaço estreito entre os carros estacionados, a médica levou a mão até a parte de trás da mulher, a cima das nadegas, acariciando, causando arrepios na acompanhante, após passarem, caminhou ao lado de Julianne com a postura elegante e segura que a tornava tão magnética.

Assim que chegaram à mesa, Camilla puxou a cadeira para Julianne se sentar e, discretamente, pegou o cardápio que seria entregue para a acompanhante. Inclinou-se levemente e sussurrou no ouvido dela:

— Vou escolher o seu lanche baseado no que você concordar, certo?

Julianne corou levemente, mas respondeu baixinho, de forma que Luísa não percebesse:

— Está bem… confio em você.

O garçom trouxe os cardápios, e Camilla entregou o de Luísa com um sorriso gentil:

— Lu, você pode escolher o que quiser, tá? Pode ficar à vontade.

Enquanto isso, Camilla abriu o cardápio e juntamente com Julianne, começaram uma conversa leve e divertida, aproveitando a proximidade:

— Acho que você vai gostar desta combinação — disse Camilla, deslizando o dedo sobre o cardápio para mostrar o prato.
— Hum… parece ótimo — respondeu Julianne, sorrindo. — Sempre confiando no seu bom gosto.

Camilla arqueou uma sobrancelha, provocativa:

— Eu sei escolher bem… mas e você, Ju, está me deixando escolher porque gosta ou porque é submissa demais?

Julianne engoliu seco, tentando manter a naturalidade, e respondeu com um sorriso tímido:

— Talvez um pouco dos dois.

Luísa, finalmente, olhou para Camilla e Julianne, animada:

— Eu vou querer um cheeseburger com batata doce frita, por favor! — disse, sorrindo, completamente descontraída.

Julianne riu e respondeu à irmã:

— Boa escolha, Lu! Vai ser delicioso.

Camilla observava tudo com atenção, mantendo o charme e a postura de dominadora apenas para Julianne, que sentia o olhar quente da médica, mas sem que Luísa percebesse.

— Então, meninas — disse Camilla, sorrindo — vamos aproveitar, depois desse lanche delicioso, ainda podemos caminhar um pouco ou dar uma volta pelo shopping.

Julianne sorriu timidamente, sentindo-se segura e ao mesmo tempo excitada com o toque de domínio silencioso que Camilla transmitia.

Luísa olhou para a irmã e Camilla, animada:

— Eu quero aproveitar mesmo! Vocês duas são engraçadas… e olha só, eu tô adorando o jeito que vocês se entendem.

— É… — respondeu Julianne, olhando para Camilla com um sorriso contido. — A gente se entende mesmo.

— Bom, então está decidido! — disse Camilla, fechando o cardápio com delicadeza e voltando o olhar provocativo para Julianne. — Eu escolho o seu, você só precisa me dizer “sim, senhora” quando eu sugerir, combinado?

Julianne engoliu em seco, corando, mas respondeu baixinho:

— Sim, senhora.

A tensão entre elas permanecia sutil, carregada de desejo, mas perfeitamente mascarada pelo clima leve e descontraído do encontro com Luísa.

Camilla observava Julianne enquanto deslizava o olhar pelo cardápio, descrevendo os lanches de forma detalhada:

— Esse aqui é bem suculento, com cheddar derretido e cebolas caramelizadas… — começou, a voz baixa e quase sussurrante, — e este outro tem bacon crocante, bem temperado, você iria gostar.

Julianne mordia o lábio, sorrindo levemente:

— Hum… difícil escolher quando você fala assim. Mas confio em você.

— Claro que confia — respondeu Camilla, arqueando uma sobrancelha de forma provocativa, deslizando discretamente a mão sobre a coxa de Julianne por baixo da mesa. — Mas você pode me dizer se quer algo mais ousado ou clássico.

Julianne corou e desviou o olhar, tentando parecer natural:

— Acho que vou me deixar levar pelo seu bom gosto.

Camilla sorriu, satisfeita com a resposta, e algumas vezes tocava as mãos de Julianne, entrelaçando os dedos de maneira sutil, quase imperceptível para Luísa, que estava animada conversando com a irmã.

— Lu, você já experimentou esse milk-shake aqui? — Julianne perguntou, tentando puxar conversa com a irmã.

— Ainda não! Mas quero provar. Vocês pedem, depois eu posso provar um pouco. — respondeu Luísa, rindo.

Em um momento de distração, Luísa olhou para Camilla com curiosidade:

— Ei, Camilla… você está namorando a Julianne?

O ar na mesa congelou por um instante. Camilla ficou tensa, incapaz de responder imediatamente, desviando o olhar para o cardápio como se procurasse algo que não existia. Julianne também ficou rígida, o corpo levemente inclinado para frente, e respondeu rápido para quebrar o silêncio:

— Ah… Lu, não sei de onde você tirou isso… — disse, rindo nervosa e olhando para a irmã, tentando desconversar.

Camilla, por dentro, sentiu um frio percorrer a espinha. Sabia que qualquer resposta honesta seria perigosa: ela não podia se permitir sentimentos fortes, não agora, com a linha tênue que mantinha entre sua vida como acompanhante e sua atração por Julianne. O coração bateu acelerado, uma mistura de desejo, frustração e ansiedade a consumia.

Enquanto isso, Julianne sentiu o peso da tensão, consciente do toque de Camilla em sua coxa, do olhar quente que a médica lançava. Ela também se sentiu vulnerável, mas excitada, dividida entre a curiosidade, o desejo de brincar com aquele jogo de poder e a ansiedade de não saber os verdadeiros sentimentos de Camilla.

Os lanches chegaram, e as três começaram a comer. Luísa animada, comentava sobre a escola e seus amigos, Julianne e Camilla respondiam, mas Camilla, depois da pergunta de Luísa, ficou um pouco introspectiva, o olhar distante, a mente longe. As conversas leves se misturavam com seus pensamentos sobre limites, desejos reprimidos e o medo de se apaixonar.

Ela sabia que, se cedesse aos sentimentos, poderia se machucar — ou machucar Julianne. Mas, ao mesmo tempo, o calor do corpo da acompanhante e a tensão silenciosa entre elas provocava um formigamento constante, misto de prazer e frustração.

Julianne percebeu a mudança no comportamento de Camilla e, mesmo tentando manter a naturalidade diante da irmã, sentiu um arrepio percorrer sua coluna. Cada gesto, cada toque sutil, cada olhar de Camilla aumentava seu desejo e reforçava a tensão que já pairava entre elas desde aquela manhã. Ela queria provocar, queria sentir o controle de Camilla, mas também se sentia vulnerável, presa entre a vontade de explorar e a timidez que a dominava.

O lanche prosseguiu em silêncio parcial, cheio de olhares e sutis toques que só elas percebiam, enquanto a presença de Luísa tornava a situação ainda mais divertida e ao mesmo tempo cheia de expectativa.

A médica olhou para Julianne e Luísa, com um sorriso suave, e perguntou:

— Querem mais alguma coisa? Um milk-shake, sobremesa?

— Não, obrigada, Camilla — respondeu Luísa, sorridente.
— Estou bem, obrigada doutora — disse Julianne, desviando o olhar discretamente para Camilla.

Camilla assentiu, pediu a conta e pagou tudo rapidamente. Elas se levantaram e seguiram para o carro. Dentro da BMW, a médica olhou para Luísa pelo retrovisor do painel e disse:

— Desculpa, Lu, vou ter que adiar o passeio no shopping. Não estou me sentindo muito bem.
— Ah, tudo bem! — respondeu a irmã, tentando disfarçar a decepção. — Mas da próxima vez quero ir com vocês, hein!

— Pode deixar, prometo que compenso — sorriu Camilla, tentando amenizar a situação.

Julianne percebeu imediatamente o desconforto da médica. Camilla não gostara da pergunta de Luísa sobre “namoro”, e aquilo deixava Julianne inquieta. Ela não queria que a presença da irmã tivesse criado um clima estranho, mas não podia deixar de notar a tensão que ainda pairava.

No trajeto para a casa de Julianne, Luísa puxou assunto para quebrar o clima:

— Obrigada pelo Lanche, Camilla. Adorei tudo!
— Fico feliz que tenha gostado, Lu. Prometo que da próxima vez a gente faz algo mais divertido, com tempo melhor para passear — respondeu Camilla, com um sorriso atencioso, mas discreto, deixando escapar apenas um toque de frieza por dentro, resultado do constrangimento anterior.
— Vou querer aproveitar mesmo! — disse a adolescente, animada.

Ao chegarem, Julianne e Luísa se despediram com abraços e agradecimentos. Julianne ainda se virou para a irmã e disse:

— Qualquer problema, me liga. Eu corro aqui, tá?

Luísa sorriu e acenou antes de entrar em casa. Camilla deu partida no carro e acelerou pela rua. Julianne, porém, permanecia inquieta, observando o rosto da médica e a mudança de humor que havia percebido durante o trajeto. Finalmente, resolveu questionar:

— Camilla… — começou Julianne, hesitante. — Depois da pergunta da minha irmã, você ficou diferente… mais distante. Está tudo bem?

Camilla respirou fundo, segurando o volante por um instante, antes de responder:

— Eu… só não soube o que responder naquele momento, Julianne. Minha mudança de humor não teve nada a ver com a pergunta em si. Só fiquei surpresa, só isso.

Julianne fingiu acreditar, cruzando os braços levemente, mantendo-se em silêncio pelo resto do caminho. Ela se sentia dividida: parte dela queria provocar a médica, outra parte sentia um desconforto que não sabia bem como lidar.

No carro, o clima estava silencioso, mas carregado. Camilla sentia a tensão do toque de Julianne, o cheiro dela, a presença firme e delicada ao mesmo tempo. Sabia que aquele jogo entre elas ia muito além de uma simples saída. Cada gesto, cada olhar, cada resposta tinha peso e consequência.

Julianne, por sua vez, estava confusa e excitada. Sabia que havia mexido com Camilla de uma forma profunda, e isso a deixava ansiosa e inquieta. Ao mesmo tempo, se sentia fascinada pela médica, pelo poder que ela tinha sobre a situação, e pela intensidade silenciosa que pairava entre elas.

Quando finalmente chegaram ao apartamento de Camilla, ambas ainda carregavam a tensão e o desejo não dito, cada uma com seus pensamentos em turbilhão, cientes de que aquela noite não acabaria sem que algumas respostas fossem confrontadas — e que cada palavra ou gesto poderia aproximá-las ou afastá-las ainda mais.

Camilla estacionou o carro na vaga destinada a ela, e ambas saíram, caminhando lado a lado até o elevador. Julianne olhava distraída o Instagram enquanto subiam, deslizando o dedo pela tela do celular. Camilla estava ao seu lado, cabeça baixa, mãos nos bolsos, concentrada em seus próprios pensamentos.

— Vou tomar um banho rapidinho — disse Camilla, ao chegar ao apartamento, pendurando a chave do carro no suporte.
Julianne apenas concordou com a cabeça, sem dizer nada, observando a médica desaparecer pelo corredor.

A acompanhante seguiu pelo corredor por onde minutos antes Camilla havia passado e entrou no quarto dela. O banheiro estava com a porta aberta, e o som do chuveiro indicava que a médica ainda estava dentro. Julianne tirou a roupa que usava, enrolando-se em uma toalha, aguardando que Camilla saísse para tomar banho em seguida.

Enquanto estava no chuveiro, Camilla não podia deixar de pensar em Julianne: o modo como ela se movia, a postura segura, os gestos leves e discretos que denotavam atenção e curiosidade. Um calor percorreu seu corpo, lembrando-a do quanto aquela submissa a excitava, mesmo depois da noite intensa que haviam compartilhado.

Minutos depois, Camilla saiu do banheiro completamente nua, enxugando os cabelos, sem perceber que Julianne já estava próxima. A médica levou um susto ao perceber a presença da acompanhante e enrolou a toalha na cintura, corando.

— Desculpa! — murmurou, meio sem jeito.

Julianne riu, o som leve ecoando pelo banheiro, e caminhou até o chuveiro para tomar banho, sem dar muita atenção para Camilla, que permaneceu parada, ainda sem jeito por ter sido pega daquela forma.

Mesmo após a intimidade da noite anterior, Camilla ainda sentia receio de mostrar o corpo, temendo provocar alguma reação negativa em Julianne. Mal sabia ela que a acompanhante a achava absolutamente irresistível, cada curva, cada gesto, cada marca de desejo e disciplina da noite anterior deixando-a ainda mais atraente aos olhos da submissa.

            Julianne entrou no banho, deixando a água quente escorrer pelo corpo, tentando focar na sensação relaxante da água. Mas não conseguia tirar da mente a visão de Camilla nua poucos minutos antes. Um arrepio percorreu sua espinha ao lembrar do corpo da médica, das curvas delicadas e firmes, e da forma como ela se movia com naturalidade, sem perceber o efeito que causava.

Enquanto isso, Camilla permaneceu parada, observando Julianne por alguns segundos, o coração batendo mais rápido do que deveria. Pensava em como aquela mulher a provocava sem esforço: o jeito de olhar, de sorrir, a confiança contida em cada gesto. Um calor crescente tomou seu corpo, e por um momento, quase esqueceu da toalha enrolada na cintura.

— Você está demorando, submissa… — murmurou Camilla para si mesma, com um sorriso divertido e provocador, imaginando Julianne debaixo da água, sem saber que a médica a observava.

Quando Julianne terminou, secou-se rapidamente e enrolou uma toalha ao redor do corpo. Caminhou de volta para o quarto, sentindo os olhos de Camilla a seguir cada movimento. A médica, por sua vez, não conseguia disfarçar o desejo que crescia dentro dela, cada gesto da acompanhante sendo uma provocação silenciosa, um convite discreto que fazia seu corpo reagir de forma involuntária.

— Está pronta? — perguntou Camilla, finalmente quebrando o silêncio, tentando manter a compostura, mas com a voz carregada de calor contido.

Julianne apenas assentiu, olhando para a médica com um leve sorriso, consciente da tensão que pairava no ar. Cada passo que dava em direção a Camilla parecia carregado de significado, cada movimento medido, provocando uma mistura de desejo, ansiedade e expectativa em ambas.

A tensão entre elas era palpável. Camilla queria se aproximar, tocar, sentir Julianne mais perto, mas sabia que precisava manter o controle, reforçando o jogo de poder que sempre as excitava. Julianne, por sua vez, sentia-se ao mesmo tempo vulnerável e poderosa, consciente de que a dominadora estava observando cada detalhe, analisando suas reações, testando seus limites.

O silêncio compartilhado era elétrico, cada respiração, cada olhar, um convite silencioso para continuar a exploração do desejo, da provocação e do poder que definia a dinâmica única entre as duas.

Camilla olhava para Julianne com desejo intenso, devoção e tesão, cada movimento da acompanhante incendiando seu corpo. A médica ainda estava com a toalha enrolada na cintura, mas a visão do olhar ardente de Julianne, que não escondia a atração, fez seu corpo queimar por inteiro, esquecendo por alguns segundos o constrangimento de ter sido pega nua.

Sem pensar, Camilla passou o braço direito em volta da cintura de Julianne, enquanto a mão esquerda segurava firmemente o cabelo da mulher, trazendo-a para um beijo profundo e intenso. Julianne arfava entre os lábios, arriscando tocar o corpo da médica, mesmo sem autorização, provocando uma mistura de tensão e desejo.

Naquele instante, Camilla deixou de lado toda a dominação habitual e permitiu-se apenas sentir, ser ela mesma, sem exigir nada de Julianne. Suas mãos exploravam o corpo da acompanhante com firmeza e delicadeza ao mesmo tempo, acariciando o seio esquerdo da mulher, que soltava gemidos baixos e manhosos.

— Você é… incrível — sussurrou Camilla entre os beijos, a voz rouca de desejo. — Cada curva, cada centímetro de você… me enlouquece.
— Seu corpo é perfeito, Julianne… — continuou deslizando a mão pelo tronco da acompanhante, segurando-a mais perto. — Eu quero sentir cada reação sua, ouvir cada gemido… você é tão… irresistível.

Julianne arqueava o corpo contra a médica, perdida entre o prazer e a surpresa de Camilla deixar a dominação de lado, sentindo-se ao mesmo tempo vulnerável e desejada, enquanto Camilla se entregava totalmente ao tesão que a mulher despertava dentro dela.

Ambas continuavam em pé, com os corpos colados, sentindo cada contorno e cada reação uma da outra. Camilla puxou a toalha de Julianne, deixando a acompanhante completamente nua à sua frente, e a aproximou ainda mais de seu corpo, deslizando as mãos com intensidade pelas costas, quadril e nádegas da mulher, enquanto ch*pava sua língua com desejo voraz.

Julianne, excitada, puxou a toalha da cintura de Camilla, percebendo que o membro da médica já denunciava o desejo que consumia os dois corpos.

— Você me deixa completamente louca… — sussurrou Camilla, a voz rouca, os lábios próximos ao ouvido de Julianne. — Cada reação sua… cada suspiro… me enlouquece. Quero sentir você por inteiro, sentir cada parte do seu corpo tremer por minha causa.

Julianne mordia e beijava o pescoço de Camilla, provocando arrepios que percorriam toda a coluna da médica. A loira sentia seu p*nis pulsar intensamente a cada toque e carícia da acompanhante, o calor entre elas crescendo a cada segundo.

Num movimento de provocação e entrega, Julianne levou a mão direita às costas de Camilla, abraçando-a, enquanto a outra repousava em seu ombro. Inclinou-se para trás, expondo o peito para que a médica pudesse beijar e ch*par cada seio com mais facilidade. Julianne buscava contato, envolvendo a perna direita na coxa de Camilla e posicionando a outra entre as pernas da loira, intensificando a pressão e o contato.

Camilla levou a mão até o seu membro e deslizou lentamente sobre a bucet* de Julianne, sentindo a mulher já molhada e pronta, antes de penetrá-la com movimentos lentos e controlados. Uma das mãos segurava firmemente a cintura da acompanhante, dando leves apertos, enquanto a outra acariciava o peito e o pescoço, alternando com a boca, sentindo cada reação.

O corpo de Julianne arqueava contra Camilla, o coração acelerado, cada toque provocando arrepios e gemidos baixos que alimentavam o desejo de ambas. Camilla sentia o calor e a tensão percorrendo seu próprio corpo, cada movimento da acompanhante despertando ainda mais tesão, enquanto a mente oscilava entre dominação e entrega, provocando e sendo provocada.

Os pensamentos de Julianne se misturavam entre prazer, ansiedade e a curiosidade sobre até onde Camilla iria, enquanto tentava se entregar sem perder totalmente o controle. Camilla, por sua vez, sentia o poder da situação, a intensidade da entrega de Julianne, e ao mesmo tempo seu próprio desejo puro, quase doloroso, por aquela mulher que incendiava todos os seus sentidos.

Camilla apertava as coxas e o quadril de Julianne com todo o desejo, enquanto socava o p*nis na bucet* da acompanhante, intensificando os movimentos a cada estocada.

Julianne mordiscava o ombro da médica, tentando conter os gemidos que insistiam em escapar a cada investida. — Ah… Camilla… não… não para… — gemia, a voz trêmula, quase sem fôlego, enquanto seu corpo se arqueava contra o da médica, sentindo cada soco profundo penetrando sua intimidade.

Num momento, Camilla afastou ligeiramente as pernas para abrir ainda mais a postura, e Julianne, provocante, apoiou um pé na coxa da médica, abraçando seu pescoço com uma mão e, com a outra, guiou o rosto de Camilla em direção aos seus seios, incitando ainda mais a loira.

Camilla segurou com firmeza a perna da acompanhante, pressionando-a contra sua coxa, abraçou a cintura dela com o braço livre e inclinou-se para frente, pressionando seu rosto contra o peito de Julianne enquanto sussurrava palavras desconexas de desejo: — Seu corpo… você é… tão minha… me deixa enlouquecida… — sua voz rouca e carregada de tesão, alternando carícias e mordidas suaves nos seios.

Julianne tremia em resposta, cada toque percorrendo sua espinha, cada estocada da médica fazendo seu corpo queimar de prazer. — Mais… por favor… Camilla… — murmurava, deixando escapar gemidos baixos, entrecortados, desconexos, seu corpo entregue, sensível e em êxtase. Seus quadris arqueavam-se involuntariamente, os seios saltando a cada movimento, e a sensação da penetração profunda unida à firmeza das mãos de Camilla a fazia perder o controle parcial, entre medo, desejo e entrega.

Camilla continuava a socar o p*nis dentro de Julianne com intensidade, cada movimento acompanhado de gemidos próprios: — Ahh… Julianne… você me deixa louca… quero sentir você… mais… — palavras carregadas de tesão e possessividade, enquanto sua respiração ficava mais pesada, quente e acelerada.

Julianne, por sua vez, arqueava-se, tremendo, o coração disparado, a pele sensível e aquecida, cada toque e sucção de Camilla incendiando todo seu corpo. — Camilla… sim… mais… não paraaa… — sussurrava, sua voz se perdendo entre gemidos e suspiros, cada estocada trazendo ondas de prazer e ansiedade, mescladas ao desejo de ser conduzida e protegida pela médica que dominava e simultaneamente se entregava.

O corpo de Julianne respondia de maneira intensa: quadris pressionando a cada socada, mãos agarrando Camilla com firmeza, pernas flexionando e tremendo, a bucet* pulsando em ritmo com o p*nis da médica, arrepiando a pele e enchendo seu peito de gemidos e suspiros. Cada toque, cada carícia, cada palavra ditada pelo desejo da médica fazia Julianne sentir-se vulnerável e ao mesmo tempo completamente potente em sua entrega.

Camilla se afastou, retirando o p*nis da intimidade de Julianne sob protestos baixos da acompanhante. — Não… Camilla… não para… — gemia Julianne, a voz trêmula e rouca de desejo, enquanto a dominatrix a pegava nos braços de frente, aproximando seus corpos novamente.

Sem demora, Camilla voltou a penetrá-la com firmeza, sentindo cada contração da submissa. Julianne, por sua vez, abraçou as nádegas da médica com as pernas, cruzando-as em volta da cintura dela, e enrolou os braços em torno do pescoço de Camilla, aproximando o rosto ao máximo do pescoço e do peito da dominatrix. A cabeça inclinada para trás facilitava que Camilla desfrutasse de seus seios enquanto penetrava sem cerimônia.

— Ahhh… Camilla… mais… — gemia Julianne, curta e contínua, a respiração ofegante, os quadris se arqueando involuntariamente. — Sim… não para… não para… — seus gemidos alternavam entre súplicas e pequenos risos de prazer intenso, enquanto cada estocada provocava tremores em seu corpo e ondas de calor que subiam pela espinha.

Camilla a segurava firme pela cintura, uma mão firme nas nádegas, distribuindo carícias e apertos estratégicos enquanto controlava cada movimento. Seus próprios gemidos escapavam baixos, roucos, misturando desejo e esforço para segurar o gozo: — Você… meu corpo… minha submissa… tão perfeita… — sussurrava, a voz carregada de tesão e comando, os músculos contraídos, respirando pesadamente.

Julianne sentia a pele queimar a cada toque e estocada, a bucet* pulsando em torno do p*nis de Camilla, os seios sendo apertados e ch*pados alternadamente. — Ahhhh… Camilla… ai… ai… — seus gemidos eram contínuos, entrecortados pelo prazer e pelo arrepio que percorria cada nervo do corpo, misturando medo, desejo e entrega total.

No meio da intensidade, Camilla lembrou que estavam sem camisinha, aumentando o risco e a tensão do momento, o que só fazia seu tesão crescer ainda mais, a vontade de conduzir cada movimento da submissa e prolongar o prazer até o limite.

Camilla saiu de dentro de Julianne a contragosto. A acompanhante tremia de tesão, quase atingindo o clímax, e o vazio deixado pela saída da médica a deixava desesperada, a vulva ainda pulsando e sedenta pelo contato.

— Tenha paciência, submissa… — murmurou Camilla com firmeza, mas com a voz carregada de desejo. — Preciso colocar a camisinha.

Ela correu até o criado-mudo, pegou uma camisinha na gaveta, abriu o pacote rapidamente com a boca e a posicionou no p*nis ereto, a glande pulsando de tesão e já molhada. Voltou para perto de Julianne, virou-a de costas para seu corpo e começou a esfregar o p*nis nas nádegas da submissa, enquanto acariciava a barriga e os seios dela com as mãos.

Camilla mordiscava a lateral do pescoço de Julianne, provocando suspiros e gemidos involuntários.

Julianne, sem se conter, provocava:
— Ah… você vai me fazer esperar, doutora… não posso me segurar… — a voz rouca, tremendo de desejo. — Quero você… agora…

Camilla, ainda de pé, posicionou Julianne de lado encostada em seu corpo, abraçando-a pela cintura com um braço e, com o outro, levantou a perna da acompanhante, dobrando o joelho dela. Inclinando se levemente, ajustou a posição, penetrando a mulher por trás, como se viesse de baixo. Julianne agarrou o pescoço da médica com uma mão para se equilibrar, gem*ndo alto e arqueando o corpo.

Enquanto era penetrada, Julianne levou a mão ao clit*ris, acariciando-o freneticamente. — Ahhh… Camilla… meu Deus… mais… soca mais fundo… não para… ahhh… ai… — seus gemidos misturavam súplicas, palavrões e respiração ofegante, o corpo tremendo com cada estocada intensa.

Camilla, sentindo o corpo de Julianne se contrair ao redor do seu p*nis, gemia baixinho, mas com a voz firme e carregada de tesão:
— É isso, minha submissa… segura pra mim… sente meu pau dentro de você… goz* pra mim… — apertava a cintura e as nádegas dela com força, acompanhando cada espasmo e tremor do corpo da acompanhante.

Julianne explodia em prazer, a vagin* apertando o p*nis de Camilla, tremendo, arfando e liberando seu gozo quente enquanto seu corpo se curvava contra o da médica. — Ahhhh… ai… Camilla… não… não para… quero você… ai… ahhhhhh! — gemia desesperadamente, sentindo cada estocada e cada carícia intensificando seu orgasmo.

Camilla segurava Julianne com firmeza, guiando os movimentos enquanto aproveitava cada contração da submissa, gem*ndo alto e liberando seu próprio gozo lentamente dentro dela, saboreando cada tremor, cada espasmo, cada grito e gemido de prazer da acompanhante.

Camilla permanecia parada, ainda com o p*nis enterrado na bucet* de Julianne, sentindo o próprio frenesi misturado ao da acompanhante, que se agarrava ao seu corpo como se não quisesse deixá-la sair de dentro.
As duas respiravam pesadamente, tentando se recompor. Lentamente, a médica foi se retirando de dentro dela, fazendo Julianne soltar um gemido involuntário, um som carregado de prazer e protesto.

As pernas da submissa tremiam, completamente bambas. Camilla a segurou firme nos braços e a conduziu até a cama. Julianne se deitou, ainda arfando, enquanto Camilla ficou de pé, retirando a camisinha cheia de gozo do p*nis que permanecia duro, latejando mesmo depois do orgasmo.
Sem demora, ela abriu outra embalagem, deslizando uma nova camisinha no membro ereto. O olhar da médica estava carregado de luxúria.

— Você é deliciosa demais, Julianne… minha putinha perfeita… olha só como me deixa dura de novo — disse em voz rouca, entre um elogio e uma provocação. — Mal posso esperar para te devorar inteira…

Julianne a observava em silêncio, os olhos semicerrados de tesão, o peito subindo e descendo descompassado. Ainda deitada de costas na cama, abriu as pernas, dobrando os joelhos para oferecer-se. O gesto fez o coração da médica acelerar.

Camilla subiu na cama e se posicionou entre as pernas da acompanhante, deitando-se de barriga para baixo, as pernas dobradas e os pés erguidos, como se perdesse qualquer resquício de formalidade diante da fome de prazer. Ela segurou com firmeza as nádegas de Julianne, espalhando os dedos e apertando a carne enquanto se inclinava.

A língua da loira deslizou pelo clit*ris, circulando, pressionando, sugando, provocando gemidos que escapavam sem controle dos lábios de Julianne. A cada movimento da língua em sua bucet*, a acompanhante arqueava o corpo, apertando os próprios seios, gem*ndo cada vez mais alto.

Camilla penetrava a submissa com a língua como se fosse seu p*nis, enfiando e retirando, esfregando a boca com avidez, querendo sugar cada gota de prazer. Enquanto isso, o próprio membro roçava no colchão, pulsando, pressionando seu quadril contra a cama em busca de fricção, como se também estivesse faminto por contato.

As sensações se misturavam:
Julianne sentia o corpo inteiro vibrar, arrepios subindo pela espinha, o ventre contraído de prazer, a bucet* latejando sob o toque da língua de Camilla. Cada sugada era um choque elétrico, cada penetração da língua fazia sua respiração falhar, gemidos escapando em cadência.
Camilla, por sua vez, sentia-se tomada pela posse e pelo desejo bruto. O sabor da acompanhante em sua boca, os tremores que provocava nela, o som dos gemidos manhosos… tudo fazia seu tesão crescer, o pau latejando contra o colchão, sua mente dominada pela vontade de fazer Julianne se perder completamente em seus braços.

Julianne teve um orgasmo intenso enquanto Camilla intensificava o oral de forma dominadora, sugando e lambendo com voracidade, ao mesmo tempo em que apertava com firmeza as coxas da acompanhante a cada reação dela.

A médica, tomada pelo próprio desejo, friccionava o quadril contra o colchão em movimentos curtos e urgentes, tentando aliviar a tensão que a consumia. O p*nis latej*v* de forma descontrolada, grosso e carregado, pulsando em busca de libertar todo o esperma acumulado.

Camilla escalou o corpo de Julianne, trilhando beijos desde a “testa” da bucet* da acompanhante, subindo pela barriga, onde deixou alguns ch*pões, até se posicionar entre a abertura das coxas dela, apoiando-se com suas próprias pernas de lado.

Julianne encaixou as pernas nas nádegas de Camilla, enquanto acariciava as costas e apertava as nádegas firmes da médica. A loira investiu seu p*nis fundo na bucet* quente da acompanhante, ao mesmo tempo em que beijava seu pescoço com desejo, observando cada reação de prazer que o corpo dela denunciava.

Camilla rebol*va e socava gostoso, com estocadas cada vez mais intensas, enquanto sussurrava palavras sujas e trocava olhares carregados de tesão com Julianne.
A acompanhante gemia alto, pedindo em desespero entre arfadas:

— Aaah... Senhora... me fode... com força... isso... aah... mais... mais... aaaah... caralh... ooo... Cam... Milla!

Camilla, tomada pelo desejo, se inclinou um pouco para trás, levando a mão direita ao pescoço de Julianne, apertando levemente enquanto socava fundo, perdendo o controle do próprio tesão. A outra mão segurava o quadril da acompanhante, guiando os movimentos cada vez mais descontrolados.

Em dado momento, a mão que estava no pescoço deslizou até os cabelos de Julianne, puxando com firmeza enquanto continuava a estocar com violência deliciosa. O suor escorria pelo corpo da médica, denunciando a intensidade do prazer.

Os gemidos e grunhidos de Camilla explodiram quando sentiu o orgasmo tomando conta dela:
— Aahh... porr*... Julianne... caralh*... tô goz*ndo... sua bucet* vai me matar!

Automaticamente, Julianne levou as mãos por baixo dos braços da médica, cravando as unhas nos tríceps malhados dela, arranhando a pele quente. Seus gemidos saíam roucos, quase perdendo a voz enquanto implorava entre soluços de prazer, até que um orgasmo violento tomou seu corpo, fazendo-a jorrar em um squirt intenso sobre o p*nis de Camilla.

A médica não resistiu mais. Com uma última estocada profunda, gozou dentro dela, o p*nis pulsando forte enquanto a bucet* de Julianne se contraía e sugava cada gota, arrancando um grito alto e descontrolado da dominatrix.

Camilla permaneceu por alguns segundos dentro de Julianne, sentindo cada espasmo e contração da acompanhante ao seu redor. Ambas estavam ofegantes, os corpos tremendo com o orgasmo inesperado que havia tomado conta de Julianne. O squirt tinha sido forte, pegando as duas de surpresa, deixando um calor úmido entre elas, misturado à eletricidade do desejo ainda pulsando.

A médica respirava fundo, apoiando-se nas mãos sobre a cama, sentindo seu corpo inteiro arrepiar a cada gemido baixo que escapava da acompanhante. Julianne, ainda vibrando, apertava o peito de Camilla com força, sentindo o calor e a força que a médica transmitia com cada estocada e cada toque.

Elas trocaram olhares longos, carregados de intensidade. Não era apenas tesão — havia algo mais ali, algo profundo e silencioso que nenhuma delas tinha coragem de nomear, mas que ambas sentiam em cada toque, em cada respiração compartilhada. Os corpos ainda tremiam, as mãos se apertavam, e cada movimento involuntário denunciava uma conexão que ia além da dominação e da submissão.

Camilla, ainda dentro de Julianne, começou a descer a cabeça pelo pescoço da acompanhante, beijando e mordiscando suavemente, sussurrando:

— Você é incrível… meu corpo todo vibra com você…

Julianne arfava, o rosto ruborizado, ainda surpresa com a intensidade do prazer que acabara de sentir, mas com os olhos fixos nos de Camilla, transmitindo algo que ia além do sex* — admiração, desejo, confiança.

O suor escorria por ambas, os corpos grudados, respirando rápido e sentindo o calor da pele uma da outra. Tremores ainda passavam pelas pernas e braços, mãos segurando firme, acariciando e segurando o corpo da outra para não se perderem completamente no instante.

Acompanharam-se na respiração, compartilhando o silêncio pós-orgasmo, os corações acelerados e as mãos entrelaçadas. O toque agora tinha uma suavidade nova, diferente da intensidade inicial, mas ainda carregado de intimidade e desejo contido.

Camilla, ainda ofegante, afastou-se lentamente, passando as mãos pelo quadril e costas de Julianne, observando o corpo marcado pelo prazer, e sussurrou baixinho:

— Acho que precisamos de mais calma… mas você… você me deixa louca, Julianne.

A acompanhante sorriu timidamente, encostando a cabeça no ombro da médica, compartilhando aquele momento de cumplicidade inesperada. A conexão que nasceu entre elas naquela cama ia muito além do que qualquer gesto de dominação ou submissão poderia explicar — era algo profundo, intenso e completamente arrebatador.

Camilla percebeu que a camisinha havia vazado um pouco em seu próprio corpo. Retirou-a com cuidado, sentindo o quanto estava cheia. Um gemido involuntário escapou de seus lábios, consequência do orgasmo intenso de alguns segundos atrás. Ela deixou a camisinha no chão e voltou a se aproximar de Julianne na cama, puxando a acompanhante para junto de seu corpo e envolvendo-a em carícias suaves.

— Você… você é inacreditável — sussurrou Camilla, a voz rouca pelo prazer recente. — Não sei como consegue me deixar assim… tão fora de controle.

Julianne sorriu, apoiando a cabeça no ombro da médica, ainda com o corpo tremendo de tesão, e respondeu baixinho:

— Eu… só sigo você, senhora… mas… nunca pensei que pudesse me sentir assim com alguém…

Camilla acariciava as costas e os braços de Julianne, os dedos deslizando pela pele quente da submissa, sentindo o corpo dela relaxar pouco a pouco contra o seu. Ela observava cada respiração, cada tremor involuntário, e sentia uma mistura de orgulho e desejo ainda pulsando em seu próprio corpo.

Nos pensamentos de Camilla, o sex* com Julianne não era apenas físico — havia uma conexão intensa, quase elétrica, entre dominação e entrega, desejo e cuidado. A médica se sentia vulnerável em momentos de intimidade como aquele, embora mantivesse a postura de dominatrix quando necessário. Cada toque, cada gemido e cada reação de Julianne a deixava ainda mais envolvida, desejando explorar cada nuance daquele vínculo.

Julianne, por sua vez, sentia-se completamente derretida pelo corpo e pela atenção de Camilla. Os tremores não eram apenas de prazer, mas também de ansiedade misturada com desejo. Cada toque da médica despertava nela sensações que iam além do físico — a entrega, a proximidade, o calor do corpo de Camilla e o controle que ela exercia, mesmo nos momentos mais suaves, faziam-na sentir-se ao mesmo tempo segura, excitada e fascinada.

As duas permaneceram ali, abraçadas, respirando juntas, os corpos ainda vibrando pelo sex* intenso. O silêncio estava carregado de cumplicidade, desejo e algo que nenhuma delas tinha coragem de nomear, mas que crescia entre cada toque, cada olhar e cada respiração compartilhada.

Camilla se inclinou, mantendo Julianne colada ao seu corpo, e beijou a mulher com intensidade, explorando sua boca com a língua, enquanto a submissa retribuía com habilidade, sugando a língua da dominatrix com maestria.

Quando finalmente se separaram do beijo, Camilla continuou acariciando Julianne, deslizando as mãos por suas costas e braços, sentindo cada tremor e reação da submissa. Com delicadeza, puxou o edredom para cobrir o corpo de ambas, envolvendo-as em calor e intimidade.

Exaustas e satisfeitas, acabaram adormecendo juntas, entrelaçadas, por volta das quatro horas da madrugada.

 

 

 

Fim do capítulo


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