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  • CAPITULO 8 - ENTRE DOR, PRAZER E CONFUSÃO

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A Marca do Prazer por Naahdrigues

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Palavras: 4399
Acessos: 269   |  Postado em: 17/04/2026

Notas iniciais:

Olá, pessoal! ??’?

Mais um capítulo fresquinho foi postado para vocês!

Na próxima terça-feira estarei de volta com um novo capítulo, então já deixem marcado para não perder. Desejo a todos um ótimo final de semana e nos vemos na próxima semana!

Ah, e para quem está ansioso(a) para acompanhar a história completa, estou disponibilizando o eBook por apenas R$ 25,00. Nele, vocês também terão acesso a um final alternativo exclusivo!

Para adquirir, é só entrar em contato comigo pelo WhatsApp: (92) 98432-6583.

Aproveitem a leitura! ??’–
Beijos!

CAPITULO 8 - ENTRE DOR, PRAZER E CONFUSÃO

Camilla pegou a entrega, pagou ao rapaz e deixou as sacolas na cozinha antes de voltar para o banheiro. Julianne estava no chuveiro, de costas para a entrada, deixando a água escorrer sobre o corpo perfeito. Camilla a avaliou de cima a baixo: curvas delineadas, bunda redonda e empinada… impossível não sentir tesão.

— Julianne… a comida já chegou — avisou Camilla, a voz ainda firme, carregado de desejo.

— Entendi… já vou sair — respondeu Julianne, saindo do chuveiro e envolvendo o corpo em uma toalha macia, deslizando pelo banheiro em direção à Camilla. — Vou deixar o chuveiro livre para você.

Camilla entrou no box e ligou o chuveiro, sentindo a água quente escorrer pelo corpo enquanto Julianne seguia para o quarto dela, pegando uma lingerie de dormir delicada no closet. Depois, Julianne foi para a cozinha, arrumando pratos e talheres no balcão, preparando tudo para que pudessem comer juntas.

Enquanto esperava, Julianne se permitiu pensar em Camilla entre goles de vinho e pensamentos quentes, antecipando a intensidade daquela noite — porque, para elas, cada gesto simples ainda carregava uma tensão deliciosa, típica do jogo de poder e desejo que compartilhavam.

Camilla saiu do banheiro depois de alguns minutos, passando a toalha pelos cabelos usando apenas uma mão. Andou de forma sexy pelo quarto até o closet, enxugou o corpo e escolheu um short de dormir, uma cueca box e uma regata. Vestida, seguiu para a cozinha, onde Julianne já a aguardava, tomando vinho.

Ao notar a presença de Camilla, Julianne ergueu uma sobrancelha, ligeiramente surpresa, mas sem perder a postura.

— Então… posso saber quem te autorizou a beber? — perguntou Camilla, misturando um tom de dominatrix com humor, inclinando-se levemente sobre o balcão e mantendo o olhar firme sobre Julianne.

Julianne ficou sem jeito, desviando os olhos por um instante, antes de responder com uma pontada de timidez:

— Ah… eu… não, não pedi desculpas.

Camilla deixou escapar uma risada baixa, divertida, mantendo o olhar fixo na acompanhante.

— Pode ficar à vontade — disse ela, com um sorriso malicioso. — Pode beber.

Julianne se aproximou, encontrando o olhar de Camilla e permitindo que a tensão se estabelecesse no espaço entre elas. Cada gesto, cada piscada e leve inclinação de cabeça carregava uma provocação silenciosa.

A médica então se sentou no banco do balcão, serviu Julianne primeiro e depois a si mesma, enquanto a atmosfera entre ambas permanecia carregada de desejo e expectativa.

A cozinha estava iluminada apenas pela luz suave do abajur, o aroma do jantar recém-preparado misturava-se ao perfume que ainda permanecia nos corpos. Camilla e Julianne sentaram-se uma de frente para a outra, os olhares carregados de cumplicidade e lembranças recentes.

— Ainda não consigo acreditar no que aconteceu mais cedo… — disse Camilla, a voz baixa, quase um sussurro, enquanto brincava com a borda da taça de vinho. — Na sala secreta… e depois na banheira… — deixou a frase pairar no ar, os olhos fixos em Julianne.

Julianne inclinou-se, sorrindo de forma sedutora, lembrando cada gesto e cada gemido:

— Eu também não… — murmurou, deslizando a ponta dos dedos pela mão de Camilla, sentindo o calor e a suavidade da pele. — Você estava incrível. Controlada e, ao mesmo tempo… totalmente minha.

Camilla sentiu um arrepio percorrer a espinha. A mistura de timidez e dominação que a caracterizava naquela noite começou a se manifestar:

— Talvez… — começou ela, inclinando-se para frente, aproximando o rosto de Julianne, deixando o perfume e a respiração chegarem mais intensos — talvez eu tenha gostado de te provocar… de testar seus limites.

Julianne sorriu, os olhos brilhando de desejo e fascínio:

— Eu adorei cada segundo disso. — Aproximou-se ainda mais, como se quisesse tocar cada parte de Camilla. — E você? Gostou de sentir o controle por alguns momentos, e depois ficar submissa a mim na banheira?

Camilla mordeu o lábio, os olhos carregados de malícia e vulnerabilidade. — Um pouco dos dois… — respondeu, com a voz entrecortada. — E você? Gostou de ver… me entregando assim?

Julianne não precisou responder com palavras, o sorriso e a intensidade do olhar já diziam tudo. Então Camilla desviou ligeiramente o assunto, deixando escapar o cuidado que tinha.

— Você… mandou mensagem pra sua irmã? — perguntou, curiosa. — Só pra saber se estava tudo bem com ela.

Julianne assentiu, a voz firme e suave:

— Sim… ela respondeu. Está tudo certo. Não precisamos nos preocupar.

Camilla relaxou por um instante, a tensão do momento suavizando, mas logo voltou a provocar, inclinando o corpo e deixando a mão deslizar levemente sobre a perna de Julianne

O ar entre elas ficou carregado de eletricidade silenciosa, de cumplicidade, desejo e jogo de poder. Cada palavra, cada gesto, mantinha viva a memória do que haviam compartilhado algumas horas antes, e a promessa de que a noite ainda não tinha terminado.

Julianne aproximou-se de Camilla, os olhos brilhando com uma mistura de timidez e provocação. A voz baixa, quase um sussurro, parecia acariciar cada palavra:

— Posso… ser fodida de novo, Senhora?

Camilla sentiu um arrepio percorrer sua espinha. O tom de submissão misturado à ousadia de Julianne a deixou sem fôlego por um instante. Tentou controlar o desejo que crescia dentro de si, mas a timidez lutava contra a atração irresistível.

— Você… quer mesmo? — respondeu Camilla, a voz saindo com um fio de hesitação, mas carregada de desejo.

Julianne inclinou-se levemente, deixando o perfume dela invadir o espaço ao redor. Um sorriso contido, quase infantil, surgiu nos lábios da submissa, como se desafiasse a médica a ceder ao jogo de poder.

— Sim… só você pode me fazer sentir isso — murmurou, a voz baixa, quase reverente. — Só você.

Camilla sentiu a tensão crescer, a mistura de controle e entrega tornando cada segundo mais intenso. A mão que repousava sobre o braço de Julianne deslizou suavemente, provocando uma reação imediata da submissa.

— Então… você vai me foder de novo, doutora? — Julianne insistiu, a voz carregada de provocação, o corpo inteiro vibrando na expectativa da resposta.

Camilla aproximou o rosto da de Julianne, os lábios quase tocando o ouvido dela, o calor e o aroma exalando intimidade e desejo:

— Se você se comportar… se entregar de verdade… sim — respondeu, firme, mas deixando claro o prazer que já sentia em vê-la submissa, excitada e vulnerável.

Um silêncio carregado de tensão pairou no ar, cada respiração compartilhada, cada olhar trocado, tornando o ambiente elétrico. O jogo de poder entre dominadora e submissa estava apenas começando, mas a promessa de prazer e cumplicidade era inevitável, intensa e irresistível.

Após o clima descontraído e íntimo na cozinha, Julianne ajudou Camilla a lavar a louça e a organizar tudo antes de seguirem para o quarto da médica.
Depois de escovarem os dentes, deitaram-se lado a lado na cama.

Camilla estava com a mente e o coração em estado elétrico. Nunca havia tido uma mulher dormindo ao seu lado — muito menos na sua própria cama. Aquilo era completamente novo, intenso, quase assustador. Ela não sabia bem como se comportar, os pensamentos se embaralhavam entre desejo, curiosidade e um leve nervosismo.

Julianne percebeu que as coisas ficaram um pouco estranhas entre elas de repente, então resolveu quebrar o silêncio:

— Doutora… está tudo bem? Parece meio distante.

— Sim, está tudo bem. Só… fiquei pensando. Se não se importar, posso fazer umas perguntas sobre você? – Camilla forçou um sorriso, mas ainda pensativa.

— Pode sim. Pergunte o que quiser. – Julianne arqueou uma sobrancelha, curiosa.

— Além de ser acompanhante… o que você faz da vida?

Julianne ajeitou os cabelos, respirou fundo e respondeu com calma:

— Eu sou estudante de enfermagem. Faço estágio 3 dias na semana em um hospital. Tenho uma irmã de 17 anos, sou acompanhante de luxo, você já sabe disso… e, no momento, o que eu mais quero é terminar a faculdade. Assim eu posso deixar essa vida de acompanhante de lado de vez.

As palavras bateram forte no peito de Camilla. Um aperto tomou conta do coração, como se uma parte dela tivesse sido arrancada naquele instante.

— Então… quando isso acontecer, eu nunca mais vou te ver? - olhando-a nos olhos, com a voz baixa, quase como uma confissão.

Julianne percebeu a mudança no tom da médica. Um sorriso discreto surgiu em seus lábios, mas havia também um traço de seriedade.

— Talvez não dessa forma, doutora. Mas… se depender de mim, não é porque eu vou deixar de ser acompanhante que vou desaparecer da sua vida.

— Você fala isso como se… como se eu fosse querer que ficasse. – Camilla engoliu em seco, sentindo um misto de alívio e medo.

— E não quer? – A acompanhante se inclinou levemente para perto dela, com a voz carregada de malícia e doçura ao mesmo tempo

Camilla sorriu de forma irônica e respondeu com um tom provocante:

— Ah, não se preocupe… não quero que você fique.

Julianne ficou visivelmente irritada, os olhos faiscando de raiva, se levantou da cama, saindo do quarto em um impulso.

No mesmo instante, Camilla pulou da cama e correu atrás dela, agarrando-a pelo braço com firmeza e encostando-a contra a parede. Sua voz estava firme, sensual, carregada de autoridade:

— Eu não permito que você saia do quarto, submissa.

Julianne, atrevida, respondeu de forma provocante, quase desafiando a médica:

— E se eu quiser, doutora, vai fazer o que?

A provocação fez a dominatrix estreitar os olhos. Com um movimento rápido e seguro, Camilla pegou Julianne nos braços e a levou de volta para a sala secreta, cada passo exalando controle e desejo.

— Vou te ensinar a nunca mais me responder assim. – A médica sussurrou, firme e provocante.

Ela colocou Julianne na cama e se afastou alguns passos, abrindo o painel da porta para pegar um chicote. Em seguida, segurou o braço direito de Julianne e a puxou com leveza até uma grade na sala, algemando-a com cuidado, mas firmeza.

Julianne, assustada, tentou recuar:

— O.. o-que você vai fazer comigo?

Camilla aproximou-se, olhando-a nos olhos, voz autoritária e firme:

— Você está me desrespeitando muito, submissa. Vou te ensinar a me responder corretamente e, principalmente, a dizer “sim, senhora”.

O ar entre elas ficou carregado de tensão, desejo e expectativa, cada gesto e palavra reforçando a dinâmica de poder, provocação e submissão que começava a se intensificar.

Julianne ficou inclinada sobre a grade, corpo arqueado, a bunda empinada, totalmente vulnerável diante de Camilla.

Camilla segurou o chicote com firmeza e começou a disciplinar a submissa com precisão, cada golpe calculado para causar impacto e ensinar obediência.

— Primeiro, lembre-se, submissa… cada resposta errada terá seu preço.

A primeira chicotada acertou a parte superior da bunda de Julianne, fazendo-a gem*r baixinho.

— Assim, você sente o que significa me desrespeitar.

Outro golpe, mais firme, atingiu o centro das nádegas, e Julianne arqueou ainda mais, mordendo o lábio para conter um gemido mais alto.

— Cada chicotada é um lembrete, submissa. Um lembrete de que você deve me obedecer e dizer “sim, senhora”.

Mais um golpe, agora na parte inferior, deixando uma marca ruborizada.

— Quero ouvir você repetir: “sim, senhora”… enquanto sente o impacto.

Julianne murmurou entre gemidos:

— Sim… senhora…

Camilla manteve o ritmo, alternando chicotadas leves e médias, observando a reação de Julianne a cada toque, cada gemido, cada tremor.

— Boa… muito melhor quando você entende o que cada disciplina significa.

As chicotadas continuaram, algumas rápidas e firmes, outras mais longas, aumentando a intensidade da disciplina, sempre com cuidado para não machucar de forma permanente, mas suficiente para manter Julianne submissa, excitada e consciente do seu lugar.

O ambiente estava carregado de desejo, tensão e poder, a cada chicotada, a dinâmica entre dominatrix e submissa se aprofundava, consolidando a obediência e o jogo de sedução que Camilla controlava com maestria.

Após a pequena sessão de disciplina, Camilla desamarrou os braços de Julianne da grade e a soltou. Assim que ficou livre, a acompanhante soltou um comentário irônico e bem-humorado sobre as chicotadas, fazendo Camilla gargalhar de forma inesperada, sem conseguir manter a postura de Dominatrix naquele instante.

Quando se recuperou do riso, Camilla balançou a cabeça, tentando retomar o controle da cena, e se aproximou de Julianne.

— Você é terrível, sabia? — disse Camilla, ainda sorrindo.
— Ah, mas confessa que pegou pesado… acho que vou ter que cobrar hora extra de você pela dor — respondeu Julianne, com uma piscadela provocadora.
— Se reclamar demais, eu te prendo de novo. — Camilla arqueou a sobrancelha, tentando soar séria, mas a risada voltou a escapar.
— E eu vou adorar — rebateu Julianne, mordendo levemente o lábio.

Camilla respirou fundo, passando a mão pelo rosto de Julianne com certa delicadeza, gesto que contrastava com a intensidade anterior.

— Vamos pro quarto… já é tarde, e eu não quero te deixar quebrada demais para amanhã.
— Quem disse que eu não gosto de estar quebrada? — retrucou Julianne, divertida.
— Menina insolente… — Camilla suspirou, segurando a mão dela. — Vem, antes que eu mude de ideia e te faça passar a noite inteira amarrada.
— Promessas, promessas… — murmurou Julianne, rindo enquanto seguia a Dominatrix de volta ao quarto.

As duas entraram no quarto. Julianne caminhou até a cama e se deitou, cruzando os braços atrás da cabeça com um sorriso de quem já planejava provocar. Camilla foi ao banheiro urinar, lavou as mãos e voltou para o quarto, deitando-se ao lado da acompanhante, ainda com a postura firme de Dominatrix.

— Sabe, Dominatrix… — começou Julianne, inclinando a cabeça e olhando para Camilla com aquele sorriso travesso —, você fica muito mais intimidadora quando está tentando manter a pose de séria. Mas confesso que adoro ver você tentando.

Camilla arqueou a sobrancelha, surpresa, e soltou uma risada baixa, não conseguindo conter o humor diante da provocação.

— Ah é? E você acha que eu não posso ser ainda mais intimidante? — respondeu, passando o braço por cima do peito de Julianne de forma discreta, mas firme, tentando retomar o controle da brincadeira.

Julianne riu e rebateu na mesma altura: — Intimidante? Só se for para me assustar… porque se for para me deixar com medo, você falhou miseravelmente.

Camilla gargalhou, o riso escapando sem conseguir se conter. — Menina insolente… olha o que você me fez, só consigo rir!

— É o meu talento natural — disse Julianne, arqueando uma sobrancelha e inclinando-se um pouco mais para perto, a provocação evidente em cada gesto. — Sempre gostei de testar os limites… e parece que você tem um efeito curioso sobre mim.

Camilla, ainda rindo, ficou alguns segundos admirando a ousadia da acompanhante. — Interessante… você consegue me surpreender, submissa. Mas cuidado, porque eu sei exatamente como colocar você no seu lugar.

— Hm… então você gosta de desafios? — respondeu Julianne, fechando os olhos por um instante, mas com o sorriso sarcástico ainda presente. — Porque se gosta, vai ter bastante trabalho comigo.

O clima entre elas ficou carregado de tensão, desejo e cumplicidade, mas misturado com humor, provocação e o jogo de poder que definia a relação. Camilla ficou impressionada com a confiança e a audácia de Julianne, enquanto a acompanhante se divertia em testar os limites da Dominatrix.

Camilla virou o corpo, pegando o celular para checar se havia alguma mensagem ou ligação importantes, deixando de lado o último comentário de Julianne.

Julianne, percebendo que a médica não lhe daria atenção devida, resolveu provocar com uma ponta de sarcasmo:

— Hm… então é assim, né? Se você não me mostrar do que é capaz, talvez eu procure outra Dominatrix… ou até um dominador à altura. Essas chicotadas estavam praticamente… fracas.

Camilla parou imediatamente, virou-se com uma fúria contida, os olhos faiscando de ira, e respondeu de forma atravessada:

— Fracas? Você acha que pode me provocar, submissa, e ainda reclamar? Talvez seja você que precise aprender a respeitar a Dominatrix que está à sua frente.

Julianne engoliu em seco, mas manteve o sarcasmo como defesa:

— Respeitar você? Ah, claro… estou tremendo de medo. — disse, com um sorriso irônico, ainda que levemente intimidada pelo tom firme de Camilla.

Camilla se aproximou, o olhar penetrante, e a voz cortante, misturando autoridade e humor:

— Tremendo, é? Bom… ótimo! Porquê da próxima vez vou ter que te ensinar, submissa. E não vai ser tão… leve quanto você gosta de pensar.

Julianne tremeu dos pés à cabeça, surpresa com a intensidade da Dominatrix. Ainda assim, conseguiu soltar uma risadinha nervosa:

— Uau… parece que finalmente encontrei alguém que sabe colocar limites. — disse, com humor sarcástico, tentando manter o jogo vivo.

— Limites? — rebateu Camilla, cruzando os braços e inclinando-se para frente, desafiadora — Eu não dou limites… eu ensino a obedecer. E você, submissa, vai aprender rápido, ou vai se arrepender.

Julianne respirou fundo, engolindo seco, o coração disparado, mas o sorriso atrevido permanecia:

— Então me ensine, Dominatrix… mas tente não me assustar demais, certo?

Camilla deu um meio sorriso frio, autoritário, mas quase divertido:

— Medo é parte do processo, submissa… e você vai descobrir isso muito em breve.

O ar entre elas ficou carregado de tensão, desejo e provocação. Cada palavra era um desafio, cada gesto um lembrete do jogo de poder que definia a relação entre Dominatrix e submissa.

Depois do pequeno afronte entre as mulheres, decidiram dormir. No dia seguinte, Camilla acordou antes de Julianne, tomou um banho rápido e foi até a sala secreta. Pegou duas pinças de mamilos, cordas de algodão para shibari e o chicote de montaria, retornando ao quarto silenciosamente.

A submissa ainda dormia tranquila, completamente alheia ao que estava prestes a acontecer. Camilla deixou os itens sobre a cama, pegou apenas as cordas e começou a posicionar Julianne, amarrando-a na prática de bondade estilo canivete.

Julianne acordou assustada ao sentir as cordas envolvendo seu corpo.

— Camilla… o que você está fazendo?! — perguntou, a voz trêmula, misturando surpresa e ansiedade.

A dominatrix não respondeu, apenas continuou seu trabalho com precisão. Amarrando os tornozelos um ao outro e prendendo os pulsos aos tornozelos, deixou a submissa completamente imobilizada. A última corda foi colocada na boca de Julianne, impedindo-a de falar.

A posição deixava suas nádegas e pernas totalmente expostas, vulneráveis. Camilla suspirou, com um sorriso sarcástico:

— Ah, minha pequena insolente… acha mesmo que pode me desafiar e sair ilesa? — disse, enquanto passava os dedos levemente sobre a pele nua da submissa, provocando arrepios.
— Ontem à noite você se achava engraçadinha, não é? Hoje vai aprender a não me responder com sarcasmo. — Acrescentou, inclinando-se perto de Julianne.
— E não pense que vou ser gentil só porque você é adorável quando está nervosa. — Murmurou, com um toque de humor ácido misturado à provocação sexual.

Julianne sentiu um misto de medo e desejo percorrer seu corpo. O coração acelerado, a respiração entrecortada, e a sensação de vulnerabilidade faziam seu tesão crescer de forma incontrolável. Cada toque, cada movimento de Camilla despertava nela uma ansiedade deliciosa, uma mistura de submissão e excitação que a deixava sem fôlego.

— Camilla… — tentou falar, mas a corda na boca impediu qualquer palavra, aumentando ainda mais a tensão.

A dominatrix apenas sorriu, satisfeita com a reação da submissa:

— Ah, isso… esse olhar assustado e excitado ao mesmo tempo… você é perfeita para mim, submissa. — disse, passando o chicote levemente pelas pernas de Julianne, testando sua reação.

Julianne sentiu o corpo inteiro reagir, um arrepio profundo que subia pela coluna até a nuca. Medo, ansiedade e tesão se misturavam, cada gesto de Camilla reforçando o jogo de poder e desejo que as envolvia. Ela sabia que estava à mercê da Dominatrix, e paradoxalmente, aquilo a excitava como nada antes tinha feito.

Com Julianne imobilizada, Camilla pegou as pinças de mamilos e as posicionou cuidadosamente no bico dos seios.

— Ah, minha insolente… — murmurou, sarcástica, — vamos ver se ainda acha que pode me desafiar sem consequências.

Julianne sentiu o frio metálico das pinças encostando na pele sensível, um choque elétrico percorreu seu corpo. O coração disparou, o tesão se misturando com medo e ansiedade. Ela engoliu em seco, sem poder falar, completamente à mercê de Camilla.

— Cada gemido seu vai ser minha música, submissa — disse Camilla, apertando levemente as pinças. — E se reclamar… bem, você vai aprender que nem toda provocação termina impune.

Julianne sentiu uma mistura intensa de excitação e receio. O corpo quente, pulsando de desejo, e a vulnerabilidade extrema a deixavam ao mesmo tempo ansiosa e fascinada.

Camilla, percebendo a reação da submissa, soltou um sorriso rude:

— Oh, olha só… já está começando a se contorcer. Parece que minhas regras estão começando a funcionar. — Passou o chicote de montaria suavemente sobre a pele de Julianne, testando a sensibilidade e provocando arrepios.

— Você gosta de brincar com fogo, não é, submissa? — provocou, aplicando a primeira chicotada nas nádegas de Julianne. O som do couro contra a pele ecoou pelo quarto. — E agora… vai sentir a consequência.

Cada chicotada provocava um misto de dor e prazer que subia pelo corpo da submissa. Julianne fechava os olhos, mordia o lábio, tentando controlar os gemidos. O coração acelerado, o corpo tenso e cada toque das mãos de Camilla faziam-na sentir-se vulnerável, mas estranhamente excitada.

— Ah, está achando que pode suportar tudo isso sem se curvar, não é? — disse Camilla, sarcástica e rude, enquanto desferia mais uma chicotada, agora mais intensa. — Vou te ensinar que responder com insolência não é aceitável.

Julianne tremia, o corpo em alerta, o tesão crescendo a cada toque e disciplina. O medo misturava-se com a excitação, cada gesto de Camilla mantendo viva a tensão e o desejo. Ela sabia que estava completamente sob o comando da dominatrix, e isso a deixava ao mesmo tempo assustada e desesperadamente atraída.

— Você é tão… teimosa… — murmurou Camilla, aproximando-se do ouvido da submissa, a respiração quente contra a pele. — Mas estou gostando de cada segundo disso.

Julianne engoliu em seco, sentindo o corpo reagir a cada palavra, a cada toque, a cada chicotada. Uma mistura de medo, ansiedade, prazer e submissão percorria cada centímetro do seu corpo, deixando claro que o jogo de poder e desejo entre as duas estava mais intenso do que nunca.

Camilla observava cada reação de Julianne, cada tremor, cada suspiro contido, e aproveitava para intensificar a disciplina de forma calculada.

— Ah, olha só… já está suando, submissa — disse, sarcástica, aplicando duas chicotadas rápidas e precisas nas nádegas da jovem. — Eu sabia que você não resistiria.

Julianne arfava baixinho, mordendo o lábio, tentando manter o controle, mas sentia o desejo crescendo a cada toque, cada estalo do chicote ecoando pelo quarto. Um misto de dor e prazer se espalhava pelo corpo, deixando-a vulnerável e excitada.

Camilla, percebendo a tensão, provocou verbalmente:

— Você gosta de sentir isso, não é? Cada golpe, cada ordem… Isso está te deixando… ansiosa e desejosa, não é? — deslizou a ponta do chicote levemente sobre a pele antes de aplicar outra chicotada mais firme, observando a reação da submissa.

Julianne sentiu o corpo reagir quase que involuntariamente, um arrepio subindo pela coluna, a excitação misturada com medo. Ela sabia que qualquer movimento em falso ou gemido mais alto seria notado, e isso apenas aumentava a adrenalina e o desejo.

— E olha só para você… tão atrevida e ao mesmo tempo tão frágil — continuou Camilla, aproximando-se, o perfume marcante invadindo o olfato de Julianne. — Já deveria ter aprendido que me desafiar tem suas consequências.

Com um toque rápido, Camilla ajustou a posição das pinças, aumentando a pressão. Julianne arfou, a respiração acelerando, sentindo o prazer e a dor se misturarem de forma quase insuportável.

— Hm… você realmente gosta de testar meus limites, submissa — murmurou Camilla, rindo baixinho de forma provocativa. — Mas hoje… vou te mostrar quem está no comando.

Aplicou uma sequência de chicotadas, alternando intensidade e ritmo, observando cada reação de Julianne. Cada gemido, cada arrepio, cada suspiro servia de combustível para a dominatrix.

Julianne sentia medo, desejo e ansiedade, o coração acelerado, cada músculo tenso, mas ao mesmo tempo entregue. O corpo respondia a cada estímulo de Camilla, e a mente era dominada pelo prazer da submissão, pela tensão e pela excitação.

— Muito bem… — disse Camilla, depois de alguns minutos, afastando-se levemente. — Isso vai te ensinar a não me desafiar mais, submissa. E a lembrar que eu controlo cada detalhe… inclusive seu prazer.

O sorriso de Camilla era largo, cheio de satisfação. Ela observava a submissa, o corpo ainda tremendo, o olhar perdido entre medo e desejo, sabendo que a dominância e a provocação haviam deixado Julianne completamente à mercê dela — e adorando cada segundo disso.

Algum tempo depois, quando percebeu que as nádegas e coxas de Julianne estavam bastante marcadas de vermelho, a dominatrix decidiu interromper a disciplina. Deixou o chicote de lado e se aproximou da acompanhante, desamarrando primeiro a corda da boca e depois o restante do corpo. Julianne permaneceu na mesma posição, vulnerável, e Camilla subiu na cama, abraçando-a por trás, fazendo uma conchinha.

Com delicadeza, Camilla alisava os braços, pulsos e mãos de Julianne, mas a submissa não demonstrava nenhuma reação, mantendo o corpo tensionado e tremendo levemente.

Preocupada, Camilla virou Julianne de frente para observá-la melhor. Notou que a acompanhante gem*u baixinho e algumas lágrimas escaparam de seus olhos.

— Ju… você está bem? — perguntou Camilla, a voz carregada de preocupação, mas Julianne permaneceu em silêncio, não respondendo.

A dominatrix analisou o corpo da submissa com atenção e percebeu que uma das chicotadas havia marcado mais profundamente a pele. Levantou-se, pegou na gaveta do closet um gel calmante e voltou para a cama, aplicando-o suavemente na nádega de Julianne.

— Vai ficar tudo bem… — murmurou Camilla, acariciando o cabelo da acompanhante, que continuava de olhos fechados e tremendo levemente.

Depois, Camilla decidiu cobrir Julianne com o edredom, permanecendo abraçada com ela até que a submissa se sentisse à vontade para falar.

O calor do corpo, o toque delicado e a sensação de segurança fizeram com que ambas acabassem adormecendo, lado a lado, em silêncio, entrelaçadas pelo desejo, pela tensão e pelo vínculo de dominação e entrega.

 

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Olá, pessoal! ??’?

Mais um capítulo fresquinho foi postado para vocês!

Na próxima terça-feira estarei de volta com um novo capítulo, então já deixem marcado para não perder. Desejo a todos um ótimo final de semana e nos vemos na próxima semana!

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Aproveitem a leitura! ??’–
Beijos!

 

PS: Deixem comentários, amo ler todos. 


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