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A obra está em processo de registro, então conto com o respeito de todos em relação aos direitos autorais. Não é permitida qualquer reprodução, adaptação ou plágio sem autorização.
Agradeço de coração o apoio e a compreensão de vocês!
CAPITULO 7 - ENTRE A DOR E O PRAZER
Um sorriso discreto surgiu em seu rosto ao imaginar as possibilidades, mas ela sabia que ainda não era o momento certo. Se pedisse isso à Julianne agora, não haveria como evitar que seus impulsos se transformassem em algo mais intenso, e Camilla não queria estragar o jogo de controle que havia planejado para a sexta-feira. O final de semana seria todo seu, uma oportunidade para explorar cada nuance do poder e da entrega, para testar limites e provocar, abusar e seduzir de formas que apenas uma dominatrix experiente conseguiria arquitetar.
O desejo pulsava em cada pensamento, cada memória do último encontro com Julianne. A antecipação aumentava a cada passo em direção ao carro. O corpo cansado pedia alívio, mas a mente de Camilla já trabalhava em estratégias, fantasias e possibilidades, calculando cada movimento, cada gesto, cada olhar que faria Julianne render-se completamente quando chegasse o momento certo. A tensão era deliciosa, a expectativa, intoxicante.
Ela suspirou fundo, sentindo o peso do cansaço misturado à excitação contida. Sexta-feira não parecia tão distante agora, e o pensamento de possuir, dominar e brincar com Julianne durante aquele fim de semana fez cada passo parecer mais leve, cada pensamento mais agudo, cada desejo mais intenso.
Camilla finalmente chegou em seu apartamento, o silêncio do lugar a envolvendo como um cobertor pesado e confortável. Jogou a bolsa no sofá e se deixou cair, ainda vestindo a calça moletom e a regata, mas a mente estava completamente distante da rotina diária. Cada pensamento girava em torno de Julianne, do controle que poderia exercer sobre ela e do prazer que se permitia antecipar.
Enquanto caminhava até o quarto, imaginava cada detalhe do final de semana: Julianne entregue, obediente, cada gesto e cada gemido moldado pela vontade de Camilla. Visualizou a acompanhante sentada, de olhos atentos e corpo à disposição, aguardando ordens, sentindo a tensão crescer a cada comando sussurrado. A ideia de manipular o desejo de Julianne, de prolongar a espera, de brincar com limites e antecipação, fazia o corpo de Camilla estremecer de ansiedade e excitação.
Sentada na cama, a médica fechou os olhos por alguns instantes, respirando fundo, deixando-se levar pelas fantasias de dominação. Cada toque imaginado, cada comando, cada pequena humilhação erótica planejada, era um jogo que a deixava ainda mais desejosa. Sabia que o poder estava ali, na expectativa que Julianne sentia mesmo antes de qualquer contato físico. Cada gesto, cada olhar e cada suspiro seria amplificado pelo controle psicológico que Camilla tinha a oferecer.
O pensamento de Julianne, obediente e curiosa, misturado à ideia de testar sua paciência e submissão, fez Camilla sorrir sozinha. Sexta-feira prometia ser intensa, um cenário perfeito para explorar tudo aquilo que só ela sabia despertar na acompanhante: uma mistura de desejo, tensão e entrega completa.
Enquanto desligava as luzes do apartamento e se preparava para uma noite de sono inquieto, cada músculo do seu corpo ainda pulsava com a expectativa do que estava por vir. Camilla sabia que a semana que se iniciava seria apenas a contagem regressiva para o momento em que poderia, finalmente, dar vazão à sua dominação e aos desejos que fervilhavam por Julianne. A fantasia de controle, a antecipação, a tensão sexual e o erotismo psicológico estavam todos ali, prontos para se transformarem em realidade — quando o momento certo chegasse.
Então a semana passou rapidamente, e logo a sexta-feira havia chegado. Camilla havia cumprido o que tinha prometido a Julianne, contratou não apenas uma, mas duas empregadas e um segurança para cuidar de Luísa, a irmã da acompanhante, enquanto ela passaria três dias no apartamento da médica.
Naquela sexta, Camilla havia desaparecido durante o dia, mas era por uma boa razão: estava organizando o hospital, colocando tudo em ordem para que nada pudesse interromper os dias que passaria com Julianne. A médica pediu que Beatriz assumisse qualquer situação que surgisse e que só a contatasse em último caso. Entre uma gracinha e outra, Beatriz garantiu que tudo ficaria bem e que Camilla não precisava se preocupar.
Julianne, por sua vez, ajudou as empregadas e o segurança a entenderem tudo em sua casa, instruindo Luísa a ligar apenas se algo realmente grave acontecesse. Durante todo o dia, achou estranho o sumiço de Camilla e chegou a enviar mensagens e fazer ligações que não foram respondidas. Mas Camilla agiu de caso pensado, queria deixar a acompanhante ansiosa para a noite que passariam juntas.
Ao fim do plantão, Camilla não conseguia parar de pensar em Julianne. O almoço que haviam tido ainda mexia com sua mente, cada gesto e cada olhar da acompanhante rodopiavam em sua imaginação. Ao encontrar a BMW ainda estacionada no hospital, entrou no carro e, sem hesitar, ligou para Julianne, exigindo com uma firmeza provocativa que ela se arrumasse passaria para buscá-la e não precisava levar roupas, pois no apartamento já havia várias à disposição.
Julianne imediatamente se preparou. Tomou um banho demorado, se perfumou e vestiu um vestido curto justo de cetim vermelho, que realçava suas curvas. O vestido tinha alças finas e um decote profundo com recorte central, destacando o busto. O comprimento era acima dos joelhos, deixando as pernas à mostra. Passou batom vermelho e aguardou Camilla, o coração acelerado pela determinação da médica.
Despediu-se de Luísa, dando algumas recomendações, e saiu assim que Camilla avisou que a aguardava em frente à sua casa. Ao abrir a porta do carro, recebeu de Camilla um olhar carregado de desejo, um elogio provocativo e um selinho rápido. A partida foi dada, e a tensão elétrica entre as duas preenchia o ambiente.
Ao estacionarem na garagem do condomínio, os olhares se cruzaram com intensidade, cada passo no elevador carregado de antecipação, prenunciando o que aquela noite prometia ser.
— Por que não respondeu minhas mensagens e não atendeu as ligações durante o dia? – Perguntou curiosa.
— Estava ocupada demais. Agora estou aqui e hoje você terá uma surpresa — disse Camilla, a voz baixa, firme e carregada de promessa.
No apartamento, Camilla trancou a porta e conduziu Julianne para a sala secreta, ordenando que aguardasse na cama. Julianne, obediente, se acomodou, ansiosa e curiosa ao mesmo tempo, olhando tudo em volta. Enquanto Camilla foi para o quarto e tomou um banho, em seguida vestiu uma calcinha box, sem o short de compressão por baixo, deixando o p*nis à vontade. Por cima, colocou uma calça de moletom e uma regata, e então seguiu para a sala secreta. Ao entrar, observou Julianne deitada na cama.
Assim que viu Camilla entrando, Julianne se sentou na cama, olhando levemente assustada para a médica que se aproximava, ordenando: — Desça da cama e vire de costas para mim.
E assim a submissa fez. Camilla levou as mãos até o vestido de Julianne, abrindo o zíper e contemplando suas costas nuas, onde a tatuagem da fênix se destacava. Desceu as alças do vestido, deixando-o cair aos pés da acompanhante, expondo seus seios.
Julianne sentiu um misto de vulnerabilidade e excitação ao perceber o olhar intenso e devotado de Camilla. Cada gesto da médica a fazia se sentir observada, desejada e, ao mesmo tempo, totalmente entregue àquela dominação sutil, mas poderosa.
Camilla então virou Julianne de frente, podendo admirar seus seios e a única peça que ainda permanecia em seu corpo: a minúscula calcinha branca. Sentiu seu membro pulsar dentro da calcinha box de desejo. Com devoção, Camilla passou a admirar cada detalhe, arriscando apertar os seios e, com a ponta dos dedos, tocou os bicos, mantendo o olhar fixo nos olhos de Julianne, exigindo silêncio e obediência.
Julianne apenas gem*u baixinho, dominada pelo momento e pelo comando da médica, sem reclamar. Camilla, satisfeita, então afastou as mãos, mantendo o clima de tensão e expectativa no ar.
— Me dá um tesão te ver de lingerie branca. Eu exijo que você sempre use peças dessa cor nos nossos encontros, independente de serem íntimos ou não.
A médica levou as mãos até a lateral da calcinha da acompanhante e foi descendo a peça aos poucos, tudo enquanto mantinha os olhos fixos em Julianne. No fundo, o que realmente desejava era arrancá-la com a ponta dos dentes. Julianne arfava, o peito subindo e descendo visivelmente devido ao nervosismo.
Camilla finalmente tirou a peça e a jogou longe. Julianne respondeu, baixa e ofegante: — Sim, senhora.
A obediência da acompanhante fez Camilla se excitar ainda mais.
A intimidade de Julianne ficou exposta, a pele lisa e depilada. Isso deixou Camilla com água na boca; ela salivou, sentindo novamente sua excitação evidente pulsando, marcada pela calça de moletom. Sussurrou, embriagada de desejo:
— Você é uma mulher maravilhosa, Julianne… que delícia.
Julianne, nesse momento, prendia o ar nos pulmões.
Camilla se afastou e dirigiu-se a um painel onde havia vários brinquedos. Pegou um chicote de montaria e algumas cordas finas de algodão vermelho, voltando a caminhar de forma sensual em direção à acompanhante.
— Deite-se. — Ordenou, a voz carregada de desejo.
Julianne obedeceu, olhando assustada, mas com um misto evidente de desejo nos olhos.
Com Julianne deitada de peito para cima na cama, que subia e descia como se tivesse corrido uma maratona devido às sensações que Camilla provocava, a médica deixou o chicote sobre o colchão e ordenou que Julianne erguesse os braços. A acompanhante obedeceu prontamente. Camilla amarrou cada um dos pulsos da submissa na cama e, em seguida, fez o mesmo com os tornozelos, usando cordas de algodão, deixando-a completamente presa e exposta.
Dirigiu-se à cômoda do quarto, abriu uma gaveta que continha várias vendas de seda coloridas, retirou uma vermelha e voltou para junto de Julianne. Com a voz baixa e carregada de desejo, sussurrou: — “Você está tão vulnerável para mim… tão minha agora.” Vendou os olhos da acompanhante, cujo nervosismo era evidente, aumentando ainda mais a tensão entre as duas.
Camilla pegou o chicote e, com um sorriso provocativo, passou a ponta suavemente pelos seios de Julianne, traçando cada contorno, provocando arrepios que a submissa não conseguia disfarçar, trilhava a barriga da mulher com devoção. — “Gosta quando eu exploro cada pedacinho do seu corpo, não é?” — murmurou, deixando a expectativa crescer antes de qualquer toque mais intenso.
Camilla sorria vitoriosa por provocar aquelas sensações na mulher. Arriscou chicotear levemente a coxa direita de Julianne, fazendo com que ela soltasse um gemido de susto. Camilla gargalhou e se afastou, abrindo outra gaveta da cômoda e escolhendo um vibrador. Voltou, aproximando-se da acompanhante, e com a ponta dos dedos começou a massagear sua intimidade. A mulher soltava alguns gemidos manhosos, enquanto Camilla alternava entre toques intensos no clit*ris e apertos nos seios dela.
Julianne sentia uma mistura de excitação e vulnerabilidade, o corpo reagindo involuntariamente a cada toque, a respiração ficando mais rápida, a pele sensível se arrepiando sob as mãos de Camilla. Seu coração batia acelerado, e uma tensão deliciosa percorria cada músculo, deixando-a ao mesmo tempo entregue e elétrica.
Camilla permaneceu alguns minutos com esses toques até perceber que a intimidade de Julianne estava visivelmente molhada.
— Irei te dar prazer, Julianne, mas não deve goz*r agora. Controle-se o quanto puder, pois não desejo que essa brincadeira acabe tão rápido.
A dominatrix penetrou com astúcia o vibrador na intimidade de Julianne, que gem*u ao primeiro contato, arqueando o corpo contra as cordas do shibari que a mantinham aberta e exposta exibindo sua bela bucet*. A dominatrix observava cada reação com deleite, como uma artista diante de sua obra-prima.
Com um sorriso cruel e sedutor, Camilla se afastou, acomodando-se em uma poltrona posicionada de frente para a cama. De lá, tinha a visão perfeita da acompanhante: pernas bem afastadas, braços imobilizados, corpo entregue. No silêncio carregado de tensão, pegou o controle e apertou o botão.
O vibrador pulsou dentro de Julianne, que imediatamente deixou escapar um gemido rouco, incontrolável. Em poucos minutos, os sons se intensificaram, os impulsos de seu corpo lutando em vão contra o aperto das cordas. O contraste entre a imobilidade e o prazer crescente a deixava em um estado de delírio quase insuportável.
Camilla, fascinada, mordia o lábio inferior, hipnotizada pelo espetáculo da rendição total. Mas a noite estava apenas começando.
Lentamente, abriu uma caixa ao lado da poltrona e retirou um nipple clamp vibratório, especialmente projetado para os seios. O objeto parecia inofensivo à primeira vista, mas Camilla sabia o poder que ele tinha. Caminhou até a cama, fazendo com que a madeira que foi adaptada especialmente para aquele quarto ecoasse pela sala a cada passo que desse, e sem dizer palavra fixou o brinquedo sobre o mamilo de Julianne.
O primeiro disparo de sucção fez a acompanhante soltar um grito agudo, que rapidamente se transformou em gemido profundo. O corpo se arqueou mais uma vez, estremecendo inteiro. A cada vibração no seio, combinada com as ondas do vibrador em sua intimidade, a submissa se tornava um mar de prazer convulsivo.
Camilla voltou à poltrona, cruzando as pernas devagar, e deixou o controle dos dois brinquedos em suas mãos afiadas. Observava em êxtase, respirando fundo, sentindo que o domínio que exercia sobre Julianne excitava-a tanto quanto os próprios brinquedos excitavam a acompanhante. Cada grito, cada contorção, cada súplica não dita era como uma descarga elétrica percorrendo o corpo da dominatrix, que agora estava tão tomada pelo jogo quanto sua prisioneira de cordas.
Camilla observava Julianne de sua poltrona, cada gemido da acompanhante fazendo seu corpo reagir. A intimidade de Camilla latej*v* dentro da calcinha box, bem-marcada sob a calça de moletom que usava. A cada som, o p*nis dela pulsava, sedento, ansiando por explorar aquela intimidade suculenta, encharcada de lubrificação natural pelo vibrador que trabalhava incansavelmente dentro de Julianne.
O tesão era tanto que Camilla não conseguiu se segurar e abriu o zíper do moletom, abaixou levemente a cueca, deixando o p*nis livre. Ele pulsava firme em sua mão, lubrificado pelo desejo intenso de ver Julianne se contorcendo de prazer na cama.
— Que delícia te observar assim, minha submissa. — Murmurou Camilla, a voz rouca e carregada de desejo. — Cada gemido seu me deixa ainda mais excitada… quero que você sinta todo prazer, até não conseguir se controlar e implorar para goz*r.
— Queria tanto que você estivesse olhando como me deixa, Julianne… tão dura, tão molhada, tão pronta… para te foder. — Continuou, com um sorriso malicioso, enquanto a dominava com o olhar. — Cada contração do seu corpo me enlouquece… quero que saiba que você é só minha.
Quando Julianne ouviu aquelas palavras saindo da boca de Camilla, mesmo à distância, gem*u alto o nome dela.
A médica acariciava o p*nis com maestria, circulando a glande com o dedão, sentindo o quanto escorria de tesão, movimentando-o em uma punheta deliciosa enquanto observava fixamente o quadril de Julianne rebol*r de prazer com o vibrador em sua bucet*, que estava a todo vapor.
Camilla notou que Julianne não aguentaria muito tempo e acabaria goz*ndo sem permissão. Então guardou o p*nis ainda pulsando e duro dentro da cueca, fechou o zíper da calça de moletom e se ergueu da poltrona, pegando o controle dos vibradores.
Desligou o que estava nos seios de Julianne, aproximou-se e retirou-o com cuidado. Notou o quanto os mamilos estavam vermelhos, sensíveis, e os acariciou com firmeza, mas ao mesmo tempo com carinho. Em seguida, levou a boca quente até o seio direito e sugou com vontade, arrancando gemidos manhosos e suplicantes da acompanhante.
Alguns segundos se passaram e Camilla ergueu o corpo, desligou o vibrador que ainda vibrava dentro da bucet* de Julianne e, devagar, retirou o brinquedo. O gesto fez com que a mulher soltasse um gemido de reprovação, quase implorando por mais.
Camilla gargalhou baixo e falou com ironia, com a voz carregada de domínio:
— Em breve, você será fodida de novo, até não aguentar mais…
Julianne arfava, o peito subindo e descendo rápido. Seu corpo tremia, misto de prazer interrompido e frustração deliciosa. Dentro dela, a submissão se confundia com desejo. Sentia-se vulnerável, exposta, mas ao mesmo tempo tomada por uma excitação quase insuportável. Sua mente estava entregue, presa na expectativa da próxima ordem, e cada célula de seu corpo pulsava ansiando pelo toque da médica.
A bucet* de Julianne estava encharcada, latejante, vermelha de tanto estímulo. O líquido escorria deliciosamente por suas coxas. Camilla passou a ponta do dedo indicador devagar por onde a lubrificação descia e levou-o até os lábios. Ch*pou o dedo com prazer, saboreando cada gota.
— O gosto da sua bucet* é viciante, doce e forte ao mesmo tempo… — murmurou Camilla, olhando nos olhos vendados da acompanhante. — Um gosto que me deixa com mais sede a cada vez que provo.
Deixando o vibrador em um canto da cama, Camilla voltou a observar os pulsos e tornozelos de Julianne, firmemente presos pelo shibari. Passou a mão devagar pelas cordas, conferindo a tensão, o aperto e o calor que elas imprimiam na pele da submissa.
— Se sentir algum formigamento incomum, você deve usar sua palavra de segurança, entendeu? — ordenou, com voz firme e pausada.
Julianne respondeu baixo, rouca de tesão, a respiração entrecortada:
— S-sim, senhora…
Hesitante, ainda ofegante, pediu com um fio de voz:
— Tire… tire a venda, por favor…
Camilla sorriu, inclinou-se perto de sua orelha e sussurrou, dominadora:
— Ainda não, minha doce submissa… não é hora. Quero que continue mergulhada no escuro, entregue apenas ao que eu decidir.
Após as palavras proferidas, Camilla pegou novamente o chicote de montaria e desferiu alguns golpes precisos em cada lado das pernas de Julianne, deixando marcas avermelhadas que contrastavam com sua pele clara.
— Que lindas... essa sua pele branca realça tanto as chicotadas... que visão deliciosa — sussurrou Camilla, com a voz rouca e carregada de desejo.]
A cada marca que surgia na pele da acompanhante, Camilla sentia uma onda de prazer e poder percorrer seu corpo. O peito arfava, a respiração estava mais pesada, e a excitação pulsava em cada fibra de seu ser. Era o ápice do seu tesão: ver Julianne rendida, submissa, entregue a ela sem resistir. O controle absoluto a incendiava. Mais do que dominar, naquele momento Camilla queria foder sua submissa, atravessando a linha entre o jogo e o desejo carnal que transbordava dentro dela.
Dominada por essa necessidade, Camilla caminhou até o criado-mudo ao lado da cama, abriu a gaveta que guardava diversos preservativos — masculinos e femininos — e escolheu um masculino. Voltou para os pés da cama e parou ali, observando. A bucet* de Julianne estava encharcada, a lubrificação natural escorria, denunciando o tesão da acompanhante. O cheiro, o brilho da pele, a respiração ofegante — tudo gritava desejo.
Camilla ergueu o olhar, ousada e firme, impondo seu lado dominatrix:
— Você me quer, minha princesa?
A pergunta caiu como um trovão em Julianne. O corpo estremeceu e o coração disparou. Presa, vulnerável, excitada até os ossos, ela engoliu seco, e sua voz saiu trêmula, entrecortada por gemidos:
— Eu te quero, senhora... eu te quero tanto...
As palavras, carregadas de rendição, fizeram os olhos de Camilla brilharem de malícia. Um sorriso curvou seus lábios, ao mesmo tempo cruel e excitado.
— Então vou tirar sua venda. Mas preste atenção, Julianne: durante todo o tempo em que estiver sendo fodida pela sua dominatrix, seus olhos devem estar cravados em mim. Não ouse desviar nem por um segundo... ou sofrerá as consequências.
— Sim, senhora — respondeu Julianne, a voz baixa, mas firme.
Camilla inclinou-se sobre ela, aproximou o rosto, e com calma retirou a venda vermelha que cobria os olhos da submissa. Julianne piscou várias vezes, os olhos ardiam com a luz. A médica percebeu e, com cuidado cruel, diminuiu a iluminação, deixando apenas uma luz vermelha suave, quase pecaminosa, iluminar o quarto.
Caminhou de volta até a ponta da cama, abrindo o zíper da calça de moletom. Com um gesto lento, abaixou a cueca box, libertando o p*nis duro e pulsante, já latejando de excitação. Abriu o pacote da camisinha e a deslizou sobre o membro, nunca desviando o olhar de Julianne. O jogo de olhares era intenso, magnético, uma batalha silenciosa de poder e rendição.
A médica ergueu a voz, firme, carregada de tensão:
— Escrava, você está preparada para me receber? O que vê lhe agrada? Devo continuar... ou prefere pronunciar a palavra-chave?
Julianne, arfando, sentiu as cordas do shibari pressionando sua pele ainda mais. Dentro dela, o medo e a excitação se misturavam em uma corrente avassaladora. Ela queria, desejava, precisava — e ao mesmo tempo sentia o peso da vulnerabilidade absoluta. Os olhos marejaram, não de dor, mas da intensidade do momento.
— Sim, senhora... eu quero... eu preciso de você dentro de mim. Não vou usar a palavra-chave... eu quero que continue... por favor...
Era uma súplica carregada de submissão, de entrega completa. O corpo de Julianne queimava de desejo, o coração batia em desespero, e a única coisa que dominava sua mente era o anseio de ser possuída por Camilla, sua dominatrix.
Camilla subiu na cama, ficando de joelhos, bem próxima da intimidade da submissa. Um sorriso malicioso curvou seus lábios ao se deparar com a bucet* de Julianne, úmida e brilhante, deixando evidente a excitação que escorria em fios de desejo. Lentamente, a dominante aproximou sua glande da entrada molhada, deslizando-a para cima e para baixo, como um carinho ousado e provocador, sem penetrar, apenas brincando com os limites. Seus olhos se fixaram nos de Julianne, a submissa, se contorcia diante da tortura prazerosa.
Julianne arfou com intensidade, os lábios entreabertos soltando um gemido contido, como se implorasse sem palavras. Seu corpo se arqueou instintivamente, buscando mais contato, mas ao mesmo tempo respeitando a ordem silenciosa de permanecer ali, entregue. O contraste entre o toque quente e a ausência de penetração a deixava em um estado de pura antecipação, os olhos marejados de desejo e submissão. Cada vez que Camilla deslizava a glande sobre sua intimidade latejante, ela sentia como se estivesse à beira da rendição total, entre a obediência e o desejo de suplicar.
A dominatrix levou a mão direita firme à coxa da submissa, que estava amarrada, e apertou com força no instante em que penetrou o p*nis com facilidade na bucet* já encharcada.
Camilla sentiu uma onda de prazer e poder percorrer-lhe o corpo ao deslizar dentro de Julianne. A sensação de ter seu membro apertado e acolhido pelo calor úmido da submissa a deixava ofegante, cada movimento reforçava a posse e o controle que exercia sobre ela.
Julianne, por sua vez, soltou um gemido intenso, abafado pela excitação que dominava seu corpo preso pelas cordas. O p*nis preenchia cada espaço dentro dela, arrancando dela suspiros entrecortados, a respiração acelerada e gemidos que denunciavam o prazer irresistível. Seus seios arfavam, o corpo se arqueava contra as amarras, lutando entre a submissão e a ânsia por mais.
O contraste da dor suave da corda contra sua pele e o prazer profundo da penetração a fazia estremecer, enquanto sua mente mergulhava na entrega total à dominatrix.
A dominatrix começou a se movimentar com maestria dentro da submissa, o atrito molhado entre suas intimidades ecoava no quarto, preenchendo o ar com um som lascivo e envolvente. Quanto mais Camilla metia fundo e forte na bucet* de Julianne, mais a submissa queria — era como um ímã irresistível puxando-as em um vai e vem intenso e frenético.
O corpo de Camilla suava, cada estocada lhe arrancava um gemido rouco de prazer e poder. Ela sentia os músculos de Julianne apertando e sugando seu movimento, como se o corpo da submissa implorasse para que não parasse. O ritmo variava entre batidas profundas e investidas rápidas, um jogo de tortura deliciosa que só fazia o prazer aumentar.
Julianne, entregue, sentia o corpo inteiro estremecer. O peito arfava, os gemidos saíam sem controle, e cada investida parecia atravessar não só sua carne, mas também sua alma, levando-a ao limite da rendição. Seu clit*ris latej*v*, pressionado pelo atrito constante, e ela se contorcia embaixo de Camilla, gem*ndo o nome da dominatrix como uma prece e ao mesmo tempo uma súplica.
Camilla, dominando a cena, alternava os movimentos — ora mais profundos, ora mais curtos e rápidos — e observava o rosto de Julianne se perder em êxtase. A cada gemido suplicante, Camilla se excitava ainda mais, sentindo o poder correr em suas veias. Seu prazer vinha não apenas do ato em si, mas do controle absoluto que exercia sobre a mulher sob seu comando.
Julianne, por sua vez, se desfazia entre gemidos e tremores. O prazer a invadia em ondas intensas, tão fortes que pareciam roubá-la da realidade. Era como se estivesse sendo conduzida a um abismo doce, onde só existia submissão, entrega e desejo por Camilla.
Camilla socava seu p*nis em um ritmo intenso, descarregando seu desejo em Julianne. A cada estocada dada, os gemidos da submissa enchiam o ambiente, e os tapas firmes que a dominatrix desferia em suas coxas faziam o corpo da mulher estremecer ainda mais.
A bucet* da submissa apertava o p*nis da dominatrix cada vez que entrava e saia. A loira sentia-se cada vez mais próxima do limite, mas lutava para manter o controle e não goz*r. Ainda não era a hora — a diversão apenas começara.
O corpo de Camilla pulsava com energia bruta. Suor descia por sua pele, a blusa e o top já encharcados pelo calor da cena. Ela arfava, tentando controlar a respiração, e num impulso tirou as peças, revelando-se com naturalidade e imponência.
Julianne, ofegante, sentiu o choque de sensações quando Camilla se afastou de repente, interrompendo o prazer que crescia em ondas dentro dela. Seus olhos se arregalaram ao vê-la se livrar da blusa e do top, deixando à mostra os lindos seios e a barriga trincada, o corpo marcado pelo suor. O contraste da dominatrix vestida apenas com a calça de moletom o p*nis exposto apenas por um pequeno espaço que o zíper deixava e o olhar carregado de desejo fez Julianne tremer. Havia uma beleza crua ali, a força pura da mulher que a comandava, e isso a incendiava ainda mais.
Camilla arfava, tentando recuperar a respiração enquanto seu p*nis pulsava de prazer intenso. A submissa permanecia de costas na cama, os braços ainda presos e a perna direita estendida lateralmente, enquanto a esquerda permanecia dobrada no joelho. Com movimentos firmes, Camilla se aproximou da perna esquerda, desamarrando cuidadosamente a corda que a prendia, deixando-a livre, mas mantendo a submissão contida pelo restante das amarras.
Deitando-se sobre a submissa de forma diagonal, Camilla acomodou suas pernas abertas e retas sob a perna dobrada da escrava. O peso do corpo sobre ela, a pele em contato, aumentava a tensão e a vulnerabilidade da submissa. Camilla segurava a parte superior do corpo da submissa ao longo do braço reto, garantindo controle absoluto, enquanto se posicionava para penetrá-la de lado — uma posição única, intensa e profundamente íntima.
Julianne sentia cada movimento de Camilla atravessar seu corpo. A pressão do peso sobre ela, o contato quente e o ritmo firme da penetração despertavam sensações profundas, uma mistura de prazer e entrega absoluta. Cada toque de Camilla era ao mesmo tempo seguro e provocativo, explorando limites e reforçando a dinâmica de poder entre as duas.
Para Camilla, a sensação de controle era quase tão excitante quanto o prazer físico. O corpo da submissa reagindo a cada toque, cada movimento, cada gemido, amplificava seu próprio êxtase. A posição lateral permitia que ela sentisse de forma precisa cada resposta de Julianne, ajustando ritmo e pressão para maximizar o prazer de ambas, enquanto o vínculo entre dominação e submissão se aprofundava a cada segundo.
Camilla ficou naquela posição como um tornado por alguns minutos. Quando sentiu que iria goz*r, afastou-se de Julianne, deixando escapar algumas gotas de seu prazer. Tentou manter a calma, respirando fundo e murmurando entre dentes:
— Argh… não aguento mais…
Julianne se encontrava frustrada com o afastamento involuntário de Camilla. Com movimentos precisos, desamarrou todas as cordas da submissa, deixando apenas as mãos reforçadas. Trocaram um olhar intenso, carregado de desejo e provocação silenciosa. Julianne, ofegante, não conseguiu evitar olhar para o próprio p*nis ereto da dominatrix enquanto ela ajustava a amarração em seus pulsos.
A médica então ordenou:
— Fique de joelhos no chão na ponta da cama, peito apoiado na cama e mãos estendidas sobre ela.
A submissa obedeceu prontamente, respirando com dificuldade. Camilla se posicionou atrás de Julianne, levando a mão direita até seu próprio p*nis, direcionando-o sem cerimônia até a entrada da acompanhante. Com firmeza, penetrou lentamente, apoiando as mãos na lombar de Julianne, e começou um vai e vem intenso, cada investida aumentando a pressão sobre as mãos amarradas da submissa.
— Ah… Julianne… você me deixa maluca… — gemia Camilla, a voz entrecortada pelo tesão.
Julianne arqueou levemente o corpo, sentindo cada movimento de Camilla penetrando-a. Com a respiração ofegante, sussurrou:
— Camilla… você… me enlouquece…
—Argh...Camilla não...porr*....
— Des....desculpe...senho...ra – Respondeu a submissa entre gemidos, nervosa.
— Ii...is...isso, boa menina...argh...argh. – Camilla não controlava seus gemidos.
A sensação para Julianne era um misto de dor e prazer, cada pressão e investida da dominatrix despertando um calor profundo que percorria todo seu corpo e principalmente seu ventre. A lombar pressionada, o ritmo intenso e o controle parcial da situação aumentavam sua excitação, misturando desejo e poder.
Camilla, por sua vez, sentia-se dominada pelo próprio tesão e pelo corpo de Julianne sob suas mãos. Cada gemido, cada suspiro, cada reação da submissa alimentava seu prazer, tornando impossível controlar os impulsos. O calor que subia por seu corpo, o cheiro e o toque de Julianne, e a sensação de dominá-la parcialmente enquanto era controlada ao mesmo tempo, criavam uma mistura de êxtase e submissão que a deixava à beira do delírio.
— Mais… mais forte… — implorava Julianne, mordendo o lábio.
— Sim… Julianne… eu… eu não paro… — gemia Camilla, perdendo o fôlego e o controle.
O ambiente estava carregado de tensão, desejo e entrega, cada movimento e cada gemido aprofundando a conexão intensa e provocativa entre ambas.
Em um determinado momento, Camilla afastou-se da submissa e a fez deitar na cama, mantendo a posição de alguns segundos atrás, agora apoiando outra parte do corpo na cama.
— Fica assim… só para que eu possa sentir você melhor. — Murmurou Camilla, a voz carregada de desejo e comando.
Julianne sentiu suas pernas serem erguidas pela dominatrix, ficando completamente expostas, deixou retas. Sentiu quando Camilla voltou a penetrá-la, as mãos firmes da loira apertando suas nádegas a cada investida, sem cerimônia nenhuma.
— Não paro até você gritar meu nome, Julianne… — sussurrou Camilla, a respiração entrecortada e os olhos brilhando de tesão.
— Ah… Camilla… não consigo… segurar… — gem*u Julianne, prestes a goz*r com a intensidade das investidas da submissa.
Camilla mantinha o olhar fixo, observando cada movimento das nádegas de Julianne a cada investida que dava em sua bucet*. Aquilo enlouquecia a dominatrix, que sentia seu p*nis ser apertado diversas vezes pela bucet* de sua submissa, que gemia manhosa e alto.
— Porr*… você me deixa louca! Vou te foder até eu não aguentar mais! — gritava Camilla, misturando tesão e provocação, enquanto goz*va junto de Julianne.
Camilla segurava firme nas laterais das nádegas de Julianne, os bíceps e tríceps da mulher tensionados a cada movimento, mantendo o controle enquanto penetrava sem piedade.
— Ahhh… Camilla… eu… eu vou… — gem*u Julianne, sentindo um arrepio intenso, explodindo de prazer ao mesmo tempo que sua submissa. A sensação de estar sendo possuída e possuir alguém ao mesmo tempo criava um êxtase avassalador que preenchia cada fibra do corpo de ambas.
Camilla continuava sem piedade, cada estocada firme e calculada, e os gemidos se misturavam com palavrões.
— Foda-se, Julianne… sua puta maravilhosa… ahhh, eu te quero assim… goz* comigo, vai, goz* pra mim! — gritava, sentindo o corpo tremer junto ao de Julianne.
No meio do êxtase, Julianne percebeu que tinha esquecido de usar a palavra de segurança “Pandora”. A ausência do comando aumentava a tensão, intensificando cada sensação: o calor dentro dela, a pressão do corpo de Camilla contra o seu, a vibração dos músculos em movimento constante, tudo amplificado pelo prazer e pelo perigo de não interromper a entrega. Cada estocada parecia percorrer seu corpo com intensidade dobrada, criando espasmos involuntários e arrepiando sua pele.
— Ahhh, puta que pariu… Senhoraaaaa… mais… ahhh, eu não aguento… fode, fode… porr*, eu tô explodindo! — gemia Julianne, cada palavra saindo entrecortada, o prazer quase a sufocando, enquanto o corpo de ambas se moldava em movimentos sincronizados e frenéticos.
Camilla seguia firme, cada golpe aumentando a loucura e a entrega de Julianne. O cheiro do sex*, o calor, o contato da pele, o som dos gemidos e os palavrões criavam uma atmosfera quase tangível, carregada de desejo, poder e submissão. O corpo de Julianne reagia involuntariamente a cada estocada, estremecendo, tremendo, enquanto a sensação de controle e vulnerabilidade se misturava com o prazer intenso, tornando aquele momento absoluto e inesquecível.
Camilla ainda se movia ritmicamente, absorvendo seu próprio prazer, quando percebeu algo diferente no corpo de Julianne. A morena começava a tremer, o corpo ficando molhe, a respiração ficava irregular, a pele suada e quente brilhava à luz suave do quarto. Algo estava errado. Antes que pudesse terminar, Camilla parou imediatamente e virou Julianne na cama, segurando-a com firmeza.
Julianne estava quase desmaiando, os músculos tensos e o corpo trêmulo depois de um orgasmo intenso, desamarrou os pulsos dela com rapidez. Seus olhos semicerrados revelavam prazer, mas também um certo descontrole — a ausência da palavra de segurança criava uma mistura de êxtase e perigo, e o corpo dela gritava por alívio. Cada contração, cada espasmo, cada suspiro estava carregado de uma vulnerabilidade que a deixava ainda mais exposta.
— Julianne… respira! — ordenou Camilla com voz firme, dominadora, usando toda a autoridade de uma dominatrix. — Você tem que usar a palavra de segurança. Não importa o quanto queira aguentar… você sabe que é para sua própria proteção.
A voz de Camilla era firme, segura, mas carregada de preocupação. O olhar atento da dominatrix percorria cada centímetro do corpo da submissa, avaliando seu estado, sentindo a tensão que ainda percorria os músculos.
Julianne ofegava, tentando se recompor, o corpo ainda vibrando com as ondas do orgasmo. Camilla segurou seu rosto com delicadeza e força ao mesmo tempo, mantendo o controle absoluto.
— Você não disse a palavra, Julianne — continuou, a firmeza no tom misturada com o comando silencioso de cuidado. — Isso não é apenas sobre prazer… é sobre confiança e segurança. Entendeu?
Julianne engoliu em seco, a consciência do risco e do descuido se misturando à intensidade do que sentia. A repreensão de Camilla, embora firme, não diminuía o desejo — pelo contrário, aumentava a entrega. Cada toque de Camilla, cada olhar, cada comando carregava autoridade, desejo e controle, fazendo com que Julianne se curvasse, obediente, recuperando o fôlego e a clareza.
— Agora, submissa… — disse Camilla, deslizando as mãos pelo corpo de Julianne com firmeza e domínio — você vai se lembrar de sempre usar a palavra de segurança. Sempre. Sem exceção.
Julianne assentiu, ofegante, ainda sentindo o corpo pulsar com as consequências do orgasmo intenso e da reprimenda da dominatrix. O aviso firme de Camilla misturava cuidado e disciplina, lembrando à submissa que, naquele jogo de prazer e controle, a segurança era tão essencial quanto a entrega.
Camilla descartou a camisinha que ainda estava em seu p*nis e jogou no lixo do banheiro. Ajeitou Julianne na cama e permaneceu deitada ao lado dela, em conchinha, até perceber que estava bem. Passados alguns minutos, quando notou que Julianne se recuperara, levantou-se da cama, vestiu a cueca e saiu do quarto, dirigindo-se ao seu.
No banheiro, abriu a torneira da banheira e preparou a água com sais e óleos aromáticos, garantindo que tudo estivesse perfeito para que Julianne pudesse relaxar. Assim que tudo ficou pronto, voltou para a sala secreta, onde a submissa cochilava, pegou-a nos braços e a conduziu até o banheiro. Durante o trajeto, Julianne se alinhou ao corpo de Camilla, mantendo o contato íntimo que ambas já compartilhavam.
A médica cuidadosamente colocou Julianne na banheira, e a submissa gem*u ao sentir a água quente acariciando a pele. Camilla inclinou-se, sorrindo de forma provocativa, e disse:
— Vou pedir algo para comermos rapidinho. Já volto para continuar te banhando.
O olhar de Julianne, entre sonolento e expectante, encontrou o de Camilla, que deixou um toque leve no ombro dela antes de sair para providenciar o lanche, mantendo o clima de cuidado, domínio e desejo que permeava todo o encontro.
Camilla ligou para o restaurante, pedindo duas porções: uma para Julianne, para que ela pudesse recuperar as forças, e outra para si mesma. Com a comida a caminho, dirigiu-se ao banheiro, onde Julianne relaxava na banheira, a água quente envolvendo seu corpo.
Quando Camilla entrou, ambas trocaram olhares carregados de tensão e desejo. O ar entre elas estava pesado, elétrico. Camilla lentamente tirou a cueca, sem pressa, e Julianne não pôde deixar de notar cada centímetro do p*nis dela — rosado, grosso e perfeito, fazendo o corpo de Julianne reagir involuntariamente.
Camilla mergulhou na banheira, acomodando-se junto a Julianne, sentindo o calor do corpo dela e o aroma sensual que exalava. Com a voz baixa e sedutora, disse:
— Você me deixa sem fôlego, Julianne…
Julianne, ainda surpresa e excitada, respondeu apenas com um suspiro, sentindo a pele dela se arrepiar, a respiração ficando mais rápida.
Nos pensamentos de Camilla, a sensação era intensa e intoxicante. Ela sentia poder e prazer em ter Julianne tão próxima, dominando com presença e sensualidade, mas também se perdendo no desejo que surgia de cada toque, de cada olhar. Cada reação de Julianne a excitava ainda mais, fazendo seu corpo pulsar de desejo.
Julianne, por sua vez, se via completamente submissa e entregue, mas ao mesmo tempo fascinada pelo controle e confiança de Camilla. Seus pensamentos giravam em torno do p*nis de Camilla, cada detalhe gravado em sua mente: a forma perfeita, a pele suave, o tom rosado. Um calor intenso percorria seu corpo, e ela mal conseguia pensar em outra coisa que não fosse explorar, tocar e satisfazer aquela mulher incrível que tinha diante de si.
A tensão sensual entre elas não diminuía. Julianne não conseguiu controlar o desejo e simplesmente se acomodou no colo de Camilla, pegando a dominatrix completamente de surpresa. A médica estava tão tomada pelo desejo que não teve forças para recusar nenhuma aproximação vinda da submissa. Julianne sentiu-se preenchida pela grossura do p*nis de Camilla, que a fazia estremecer a cada toque.
— Camilla… continua… assim… — gem*u Julianne, deixando escapar sua entrega total.
Cada movimento dentro da banheira, cada sussurro carregado de intenção, transformava aquele momento em algo muito além do físico: era uma mistura intensa de desejo, controle e entrega, marcada por olhares, respirações ofegantes e toques ferozes. As primeiras investidas foram tão impetuosas que ambas se esqueceram do preservativo, rendendo-se completamente à urgência do prazer.
As rebol*das e quicadas de Julianne em cima de Camilla enlouqueciam a médica, que explorava o corpo da submissa com mãos firmes, mordendo e beijando o maxilar, o queixo e o pescoço da morena.
— Ah, Julianne… assim, mais… me faz sentir você inteira em mim! — Camilla sussurrou, voz rouca de prazer, segurando firme a cintura da submissa.
Julianne sentia cada centímetro do p*nis grosso de Camilla preenchendo-a, e seus pensamentos se misturavam entre êxtase e devoção: Ele é enorme… cada toque me arrebata… estou toda dela…. O corpo de Julianne tremia a cada quicada, a cada aperto da mão de Camilla em sua cintura e ao mesmo tempo em sua nádega, cada gemido ecoava na banheira.
No auge da excitação, o toque inesperado do telefone trouxe um som estridente: o segurança do prédio ligando da portaria para o apartamento. Camilla, ainda quase perdendo o controle do orgasmo, apertou Julianne contra si com firmeza:
— Sai daqui agora, Julianne! Não vou aguentar! — ordenou, a voz rouca e urgente.
Julianne deslizou para fora do colo de Camilla, ainda ofegante, enquanto a médica, dominante goz*va intensamente e ainda grogue do orgasmo, se levantou da banheira. Pegou o hobby e foi atender o telefone, liberando o entregador do restaurante que chegava com o jantar.
Enquanto isso, Julianne permanecia na banheira, tentando mergulhar na água e baixar a adrenalina que ainda queimava em seu corpo, sentindo a pele arrepiada, a respiração descompassada e a lembrança do prazer intenso que acabara de compartilhar com sua dominadora.
Fim do capítulo
Passando para avisar que a história A Marca do Prazer passou por algumas alterações importantes e por isso os capítulos serão repostados em breve.
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