• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • Diamantora
  • CAPÍTULO XXIII

Info

Membros ativos: 9600
Membros inativos: 1621
Histórias: 1980
Capítulos: 21,039
Palavras: 53,307,772
Autores: 812
Comentários: 109,191
Comentaristas: 2603
Membro recente: RIZE REZENDE

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • Desafio das Imagens 2026
    Em 23/04/2026
  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025

Categorias

  • Romances (880)
  • Contos (476)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (230)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (7)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • A volta do amor que nunca se foi
    A volta do amor que nunca se foi
    Por priskelly
  • Mundos invertidos
    Mundos invertidos
    Por Natalia S Silva

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • A culpa é do Zodíaco
    A culpa é do Zodíaco
    Por May Poetisa
  • ACONTECIMENTOS PREMEDITADOS
    ACONTECIMENTOS PREMEDITADOS
    Por Nathy_milk

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (880)
  • Contos (476)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (230)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (7)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Diamantora por AlphaCancri

Ver comentários: 1

Ver lista de capítulos

Palavras: 2726
Acessos: 87   |  Postado em: 23/04/2026

CAPÍTULO XXIII

— Diana?

Maia sorriu e caminhou ao encontro da mulher parada no salão. Fantina não sabia se olhava para ela ou para as imensas paredes e lustres do cômodo. 

— Que bom que aceitou vir. 

A abraçou assim que parou em sua frente. 

Fantina continuava visivelmente atordoada:

— O que você está fazendo aqui? Também foi requisitada pela rainha? 

O Comandante Magno pigarreou ao lado delas e se dirigiu a Fantina:

— A senhora está diante de Maia Alina Benesi I, rainha de Diamantora. Trate-a por Vossa Majestade… e faça a reverência. 

Maia balançou a cabeça e puxou Fantina pela mão:

— Não precisa de tudo isto. Vem, vou te mostrar o castelo…

Mas Fantina empacou, soltando sua mão, petrificada, parecendo ainda não ter compreendido:

— Você é… você é a rainha? Mas…

E de novo emudeceu. Maia voltou a pegá-la pela mão:

— Vou te explicar tudo. Desde o começo. E então você decide se aceita ou não ser minha criada pessoal. 

Fantina balançou a cabeça em concordância lentamente, como se aos poucos fosse absorvendo todas aquelas novas informações. Andou ao lado de Maia que intercalava comentários sobre o castelo e a história de como tinha ido parar no bordel de Mirtes. Só quando Maia terminou, ela votou a falar:

— Fico feliz que esteja bem… e viva… 

Maia sorriu para ela, enquanto ainda caminhavam:

— Parte disto se deve a você. 

Fantina parou e pegou Maia pelos braços, ficando de frente para ela:

— Te mandar para Altameres foi muito difícil. Aquele lugar é uma selva, você deve ter reparado… 

Riu rapidamente e depois ficou séria:

— Mas era o único lugar em que Mirtes não te procuraria. 

*****

Os dedos já começavam a esfolar, efeito dos movimentos repetitivos das últimas duas semanas. Chiara jogou mais um lençol molhado no balde de madeira antes de pegar outra peça suja. Ao contrário do que Maia havia dito, ela não foi colocada para alimentar animais e nem para limpar as latrinas. Voltou ao serviço que fazia antes de Luísa a requisitar como criada pessoal.

Pensar em Luísa trazia uma amarga sensação de perda. Por mais que tentasse se convencer de que tudo havia sido uma grande mentira, de que tinha sido usada — em todos os sentidos da palavra — recordar os momentos que passou com ela fazia os pensamentos entrarem em contradição. Com Luísa tinha se sentido vista e amada pela primeira vez. Ela, Chiara. Não a criada, não a filha, não a amiga, mas a mulher. Inegável dizer que teve todos os seus desejos atendidos, ainda que não fossem muitos. Pensar que poderia estar, naquele momento, ao lado dela, sendo de novo apenas a mulher, a fez parar de esfregar o lençol. E então lembrou-se de Maia. Era por ela que havia ficado. Porque a amava. E queria provar que era um amor incondicional, que não esperava nada em troca. A única coisa que desejava era que Maia acreditasse nela. Que pudessem voltar a ser amigas como antes. 

Não a tinha visto desde o calabouço. Já não mais acessava os cômodos reais com tanta frequência quanto antes. Agora só andava por lá quando precisavam que ela levasse alguma peça de tecido. Em uma das duas vezes que foi solicitada, viu apenas o Braço da Rainha. Zahra. A mulher pedante que a olhava como se pudesse desvendar todos os seus segredos. Mas não haviam trocado sequer uma palavra. Até aquele momento.

— Como está sua nova ocupação?

Chiara se virou sem soltar o pano das mãos:

— Bem, senhora. 

A maçã que Zahra comia fez um barulho quando ela a mordeu mais uma vez. Depois de mastigar algumas vezes, ela disse, ainda com a boca cheia:

— Convenci Maia a não te colocar para alimentar os porcos e as galinhas… Acho que não é apropriado para uma moça como você. 

Chiara segurou o pano com mais força, evitando falar o que realmente queria. Se aquela mulher achava que iria ter sua gratidão, estava muito enganada:

— Não seria um problema para mim, senhora. 

Zahra sorriu e se aproximou devagar:

— Você e Maia sempre foram amigas, não?

— Sim, senhora. 

Zahra a olhou de cima a baixo:

— Mas você queria que fossem mais que isso…

Sentiu o sangue corar as faces, desviou os olhos e se virou de novo para a os baldes:

— Nunca desejei nada que não pudesse ter. 

Surpreendendo-a, Zahra riu. Ainda de costas, ouviu ela falar:

— Talvez isso tenha mudado… Pena que você tentou matá-la antes de descobrir…

Chiara se virou com tanto ímpeto que quase se desequilibrou:

— Eu jamais faria nada contra Maia. Eu…

Segurou a frase que veio. 

Zahra ergueu uma das sobrancelhas, como se soubesse exatamente o que ela iria dizer:

— Ainda não sei se confio em você. 

Olhou para a maçã que tinha nas mãos como se analisasse a fruta:

— Mas se um dia eu confiar, pode ter certeza de que não serei sua inimiga. 

Não soube se entendeu exatamente o que ela quis dizer. Mas de qualquer forma, não teve tempo de perguntar nada, pois Maia apareceu naquele exato instante:

— Do que é que vocês estão falando?

Zahra disse sorrindo, sem nenhum tipo de constrangimento: 

— De você… O que mais nós teríamos em comum?

Com o cenho franzido, Maia olhou para Chiara, depois para Zahra:

— Falando o quê exatamente?

Mais uma vez Zahra não se fez de rogada:

— Estou decidindo se devemos confiar na sua… amiga. 

Maia venceu a curta distância até ela, ficou tão próxima que tanto Chiara quanto Zahra acharam que ela fosse beijá-la:

— Quero falar com você. 

Pegou Zahra pela mão e a levou para longe de Chiara. Quando ficaram a uma boa distância para não serem ouvidas, mais exigiu do que perguntou: 

— O que foi isso? Você está cortejando Chiara?

Zahra gargalhou: 

— Você sabe que eu não sou mulher de cortejar…

Fez uma pausa proposital, se divertindo com o semblante fechado de Maia:

— Os ciúmes são para mim? Ou para ela?

Maia bufou:

— Para nenhuma das duas. Mas você mesma disse que ela tentou me matar… Que eu deveria deixá-la como prisioneira!

Zahra concordou com a cabeça: 

— Sim, mas como você resolveu libertá-la… e ela decidiu ficar, em vez de ir embora com a outra… talvez eu repense meu posicionamento. 

Maia apertou os olhos ao perceber a intenção dela:

— Não acredito que você vai… Você quer… Você e Chiara?

Zahra a puxou pela cintura:

— Qual é o problema? Você disse que eram apenas amigas.

Maia se afastou do contato:

— Você vai me trocar por ela?

Zahra voltou a puxá-la devagar: 

— Trocar? Maia, sempre tivemos um… envolvimento sem cobranças… sem amarras… e sempre disponíveis uma para a outra… O que há de errado?

A voz dela foi séria:

— Com Chiara não. 

Mas Zahra não se deu por vencida:

— E se nós três…

Maia se soltou completamente dos braços dela:

— Não!

Depois olhou Zahra nos olhos e repetiu:

— Com Chiara não. 

*****

Sozinha no seu aposento, Luísa estava sentada na confortável e robusta cadeira revestida de couro. Trazia na mão direita uma caneca de bebida que não ficou vazia uma vez sequer na última hora, o que havia se tornado hábito nos últimos dias.

Repassava mentalmente a forma como havia sido escorraçada de Diamantora. Humilhada durante dias num calabouço, como uma qualquer... Era óbvio que pensava em alguma forma de dar o troco. Mas teria que ser usando estratégia e não força. Era inteligente o suficiente para reconhecer que não tinha chances contra o exército de Maia. Suas ações teriam que ser calculadas. Martín mantinha informantes que mandavam mensageiros com notícias de Diamantora sempre que possível. Precisava ficar atenta e vigilante para agir na hora certa. 

Mas o que realmente a incomodava, bem lá no fundo, era outra questão. Chiara. O fato dela ter escolhido ficar — mesmo na condição de prisioneira — tinha atingido Luísa mais do que ela gostaria de admitir. Sabia, desde o começo, que Chiara amava Maia de uma forma quase devota. Nunca teve a intenção de ocupar esse lugar na vida dela. Nem nenhuma pretensão de ser amada da mesma forma. No início sentia uma atração que não sabia muito bem explicar. Talvez instigada pelo desafio de conquistar uma mulher, já que todas as outras que tinha em sua cama se deitavam com ela de bom grado.

E depois o sentimento se modificou, evolui para algo quase perigoso. Algo que Luísa não ousava nomear. 

*****

— Quem são essas pessoas? Bárbaros? Piratas?

O Comandante Magno respondeu, depois de trazer ao Conselho a notícia de que homens estariam invadindo reinos próximos, saqueando as cidadelas e até invadindo os castelos:

— Não sabemos ainda, Majestade. Mas acreditamos que tenham vindo do outro lado do Mar Médio. 

— Precisamos nos preocupar?

Todos os olhares dos Conselheiros se voltaram para o homem. A dúvida de Maia era a dúvida geral.

— Não, por enquanto. Ainda estão distante de nós. Talvez nem cheguem até aqui. Mas é importante estarmos preparados para um eventual ataque. 

— E o que você propõe?

Magno cruzou as mãos sobre a mesa:

— Meus homens já estão vigiando as fronteiras. Sugiro reforçarmos os arredores da cidadela e as muralhas do castelo. 

Maia se levantou no momento em que disse:

— Faça isso. E o que mais julgar necessário. 

Depois olhou para os demais:

— Quero todos vocês atentos. Não podemos subestimar nenhum tipo de inimigo. 

 

Entrou no seu aposento e foi direto para a garrafa de bebida depositada em cima da mesa. Encheu o copo e tomou o líquido de uma só vez. Estava o enchendo novamente quando Zahra entrou. Estendeu o próprio copo para ela, que recusou com um sinal de cabeça. Depois deu mais alguns passos e parou bem perto de Maia:

— Você tem se preocupado demais. 

Sabia que era verdade. Desde que chegou ao castelo sua vida pareceu virar um mar de preocupações, escolhas e decisões.

Levou o copo à boca para mais um gole antes de falar:

— Tem como ser diferente?

Zahra estendeu a mão, acariciando seu rosto:

— Você precisa aprender a equilibrar… deveres e privilégios…

De olhos fechados, sentindo o carinho dos dedos dela, Maia falou num tom de voz baixo:

— Não sei se consigo. 

Zahra beijou seus lábios devagar, sem aprofundar o beijo, apenas roçando os lábios:

— Fica comigo um pouco?

O sorriso que despontou em seu rosto foi involuntário, mas cheio de intenções. Deixou o copo na mesa ao lado e passou os braços pela cintura de Zahra. Olhando nos olhos dela, respondeu:

— Eu estou aqui. 

— Está mesmo? Por inteira?

A resposta de Maia foi começar a abrir os botões da blusa dela devagar:

— Para você, sim.

*****

— Bom dia, Chiara. 

Respondeu olhando para o chão:

— Bom dia, Senhora. 

Mesmo sem olhá-la, sabia que Zahra estava se divertindo:

— Está a procura de algo? Ou alguém?

Tentou se manter imparcial. Tentou manter a voz firme. Tentou não demonstrar o quanto ver Zahra saindo dos aposentos de Maia, de manhã tão cedo, tinha a afetado:

— Só vim trazer tecidos limpos. Com licença. 

Continuou andando mesmo sem saber para onde. Tinha se perdido. Não fisicamente, mas mentalmente. Então Maia e Zahra…

— Aquela… mulherzinha… 

Sequer percebeu que falou em voz alta. Tinha certeza que Maia havia sido seduzida. Zahra só queria se aproveitar dela. E estava conseguindo… morando no castelo… Braço da Rainha… 

— Dormindo com ela! 

Os nós dos dedos ficaram brancos com a força que fazia apertando os tecidos. 

— O que é isso, menina? Falando sozinha?

Olhou para sua superiora e voltou a si. Estava nos corredores dos aposentos reais: 

— Desculpe.

A mulher mais velha fez um sinal impaciente com a mão, para que ela saísse dali imediatamente.

Quando voltou à área dos criados, deixou os tecidos sobre uma mesa e ficou parada. Imóvel. O olhar preso em um ponto qualquer.

Então Maia era… Maia se deitava com mulheres… ou com uma mulher específica… com Zahra.

Claro que sim… a forma com que elas se olhavam… se falavam… 

Sentou no banco de madeira ainda com o olhar petrificado. Arrasada ao perceber que Maia se apaixonou por uma mulher, e da plebe, ou seja, aquilo não havia sido um impedimento. Então não seria um problema se Maia se apaixonasse por ela, Chiara.

Mas isso nunca havia acontecido. 

*****

— Calma, não vamos te machucar. 

Reconheceu a voz de Martín de imediato, mas aquilo não a fez se acalmar. Mesmo assim parou de se debater para ouvir o que ele dizia: 

— Vou tirar o pano de sua cabeça… não grite… 

Quando voltou a ver a luz, já estava fora dos muros do castelo:

— O que é isso? Vocês vão me matar? 

Martín sorriu e balançou a cabeça:

— De forma alguma. 

Depois espalmou as mãos nas costas dela e fez uma leve, mas firme, pressão. Caminharam seguidos de três homens que pareciam homens comuns, não guardas. Pelo menos não pelos trajes. 

Martín voltou a falar quando se afastaram das pessoas que andavam pela cidadela:

— Luísa quer te ver. 

Chiara parou e se virou para ele:

— Pois eu não quero. 

Virou o corpo na intenção de fazer o caminho de volta, mas os três homens se postaram na frente dela. 

— Será breve, não se preocupe. 

Conduzindo Chiara pelo braço, aproximou-se dela para falar baixo:

— Ela está arriscando a própria vida vindo até aqui falar com a senhorita. 

Quando se aproximaram do prostíbulo da cidadela, e Chiara entendeu que era ali que Luísa a esperava, pareceu mais que chocada, ultrajada:

— Não vou entrar aí. 

Martín manteve a mão firme em volta de seu braço:

— Vamos dar a volta e entrar pelos fundos. 

Sem nenhuma chance de objeção, foi encaminhada até um dos cubículos que era fechado por uma cortina de tecido. Quando ficou cara a cara — e sozinha — com Luísa, demonstrou a raiva acumulada, o rancor, e a humilhação de ter que entrar num lugar como aquele: 

— Precisava me trazer para esse lugar? Quem você acha que sou?

Luísa manteve a voz calma:

— Me perdoe. Era o único lugar seguro. 

Chiara tinha pressa para acabar com aquilo e voltar ao castelo. Era como se cada segundo passado ali a infectasse de alguma coisa muito impura e imoral:

— O que você quer de mim?

Luísa sorriu levemente. A vontade era de se aproximar, mas não achou que ela fosse aceitar naquele momento:

— Eu precisava te ver… saber que está bem…

Chiara a cortou como uma espada afiada:

— Eu estou. Era só isso? 

Luísa tentou não se abalar com a rejeição dela:

— Como estão as coisas no castelo? Eu vim assim que soube que você tinha sido libertada… Maia fez alguma coisa contra você?

Chiara estava visivelmente irritada:

— Já disse que estou bem.

Sabendo que estava sem tempo, deu um único passo na direção dela e foi direta: 

— Venha comigo para Ótice… 

Olhando nos olhos dela, Chiara respondeu:

— Eu já fiz a minha escolha. 

As duas se encararam em silêncio. Luísa precisando enfrentar mais uma vez o fato de que ela tinha escolhido Maia, mesmo naquelas circunstâncias. Chiara precisando reafirmar para si mesma que tinha feito a escolha certa. Ficar ao lado de Maia, mesmo sendo completamente ignorada por ela. Abrir mão do que sentia por Luísa e de tudo que poderia ter a lado dela. 

— Essa é a vida que você quer? Viver sozinha naquele castelo para sempre?

Luísa se aproximou devagar. Tocou o rosto dela e Chiara fechou os olhos. O suspiro profundo que ela deixou escapar não passou despercebido.

— Venha comigo... 

A verdade que Chiara trazia dentro de si balançou por um momento. E se aceitasse? Se saísse dali naquele instante com Luísa? Se fosse viver em Ótice e nunca mais voltasse? Se nunca mais visse Maia?

Foi o último pensamento que a fez recuperar a firmeza da escolha. Não podia abandonar a mulher que amava. Não podia ir embora e dar mais um motivo para que Maia acreditasse que a traiu. Já tinha a perdido uma vez e não iria perder de novo. 

Se afastou devagar, depois repetiu como se fosse um mantra:

— Meu lugar é em Diamantora. 

 

 

Fim do capítulo


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 23 - CAPÍTULO XXIII:
HelOliveira
HelOliveira

Em: 23/04/2026

Que amor lindo da Chiara por Maia.....


AlphaCancri

AlphaCancri Em: 30/04/2026 Autora da história
Amor incondicional, né? Tomara que Maia enxergue logo isso rsrs


Responder

[Faça o login para poder comentar]

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web