Capitulo 34
Capítulo 34
"Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome." - Clarice Lispector
O rio seguia correndo, guardando em suas águas a promessa que Carol e Diana haviam selado: dali em diante não haveria mais mentiras, segredos ou conversas mal resolvidas. O último beijo foi carregado de ternura e coragem, como se fosse um pacto silencioso entre elas.
Carol respirou fundo e se despediu com um olhar firme. O caminho de volta à fazenda parecia mais leve dessa vez, como se o coração encontrasse forças na certeza de que não estava mais sozinha.
Ainda que acreditasse totalmente na versão de Diana, e deixou isso claro para a jovem.
- Se é verdade o que Diana disse, tudo o que acreditei durante grande parte da minha vida é uma terrível mentira, sem falar nos meus avós...
Até chegar a fazenda, Carol ficou remoendo a história, mais do que nunca, precisava conversar com o avô.
Ao chegar, encontrou o ambiente que sempre lhe trazia paz: a mesa posta, o cheiro de café fresco e bolo de milho, e os avós conversando animadamente com Esther. Dona Estelita, com seu sorriso doce, brincava com a afilhada.
Carol parou por um instante na porta da cozinha, observando a cena. O coração acelerou. Era como se o pacto feito à beira do rio fosse colocado à prova naquele exato momento.
Dona Estelita foi a primeira a notar sua presença e abriu os braços assim que viu a neta.
- Minha menina, estava demorando... venha cá, sente-se conosco.
O Dr. Mário, com o semblante sereno, mas, o olhar aguçado logo percebeu que a neta estava levemente inquieta. A convivência e confiança entre ambos permitia que ele percebesse a menor mudança na neta.
- Estávamos esperando você, Carol, mas, como não sabíamos onde você tinha ido e se demoraria, resolvemos tomar café.
- Tudo bem vô. Precisei respirar um pouco, andar pela fazenda...
O Dr. Mário levantou os olhos, firmes, mas não hostis.
- E esse passeio pela fazenda serviu para acalmar esse coração?
- Sim, vô. E preciso conversar com o senhor...
- Após o café vocês se enfurnam naquele escritório. - Dona Estelita diz e continua: - Agora é hora de tomar café, descansar e recarregar as energias.
Carol respirou fundo, sentindo o peso da promessa que fizera a Diana ecoar dentro de si. O riso de Esther e o carinho da avó aqueciam o coração, mas a inquietação não desaparecia. Ela sabia que, depois do café, teria que encarar o avô - e talvez fosse o momento de começar a cumprir sua palavra: não esconder nada, não fugir das conversas.
Depois do café, Carol e o avô se dirigiram ao escritório. O ambiente, repleto de livros e lembranças da família, parecia mais pesado do que nunca. Carol sentou-se diante da mesa, enquanto o Dr. Mário ajeitava os óculos e a observava em silêncio por alguns segundos.
- Então, minha menina... - começou ele, com voz calma, mas firme. - O que tanto inquieta esse coração?
Carol respirou fundo, sentindo o nó na garganta, as lágrimas vieram sem que ela conseguisse controlar. Dr Mário, levantou e foi até a neta, pegou em suas mãos e a levantou, logo em seguida a abraçou com carinho e profundo amor.
- Carol, filha... Calma... Sou eu que está aqui, apenas confie nesse velho que te ama mais que tudo nessa vida.
- Vô...
Nesse momento Dona Estelita entrou no escritório. Ficou sem entender o que estava acontecendo.
- Mário, o que aconteceu? O que você fez?
- Nada, ela apenas começou a chorar...
Dona Estelita foi até a neta, pegou-a dos braços do avô e a abraçou, sentou-se com ela no sofá e enxugou as lágrimas de Carol.
- Meu amor, se acalme! Você está deixando a mim e seu avô preocupados.
- Eu... Eu não sei nem por onde começar vó...
O olhar do Dr. Mário se estreitou, ele sentou-se do outro lado da neta, puxou levemente seu rosto e disse:
- Nada do que você nos contar vai fazer com que deixemos de te amar ou apoiar meu amor!
Carol fechou os olhos e disse:
- Vô... eu preciso falar sobre a Diana Camargo...
O silêncio que se seguiu, apenas as respirações dos três eram ouvidas.
- Se você vai nos dizer que está namorando aquela mulher Carol...
- Não é isso vô, ou melhor, não é apenas isso. Tem muitas outras camadas em toda essa história.
Dona Estelita e Dr Mário se olharam, um leve balançar de cabeça entre eles foi o suficiente.
- Que camadas são essas, Carol? - Dr. Mário perguntou.
Carol respirou fundo, mordeu levemente os lábios, o medo estava ali, após a revelação que faria, não sabia como seus avós reagiriam.
- Ela é filha de Dário Camargo, vô.
Dr. Mário se levantou, deu as costas à neta e foi até a janela. O silêncio pesava como chumbo. Carol sentia o coração bater tão forte que parecia ecoar no escritório. Dona Estelita, ainda segurando as mãos da neta.
- Eu tinha quase certeza depois que a vi pessoalmente, sua confirmação agora... Ela veio se vingar?
- Sim.
- E você diz isso dessa maneira? - O velho respirou fundo, os ombros pesados como se carregassem décadas de dor. Quando se virou, seus olhos estavam marejados. - Não percebe que ela está te usando Ana Carolina? O pai tirou o meu filho e a filha quer fazer o mesmo com a minha neta....
- Vô... Deixa eu falar...
- Falar o que? Você acabou de dizer que ela quer se vingar!
Dona Estelita, ainda segurando as mãos da neta, murmurou com voz trêmula:
- Mário... lembra da promessa.
- Estelita.... - Ao olhar para a esposa e a neta, Dr Mário baixa a cabeça, prometeu a neta que estaria ali para ela, que a ouviria, prometeu a esposa que não acusaria a jovem sem provas... - Está bem... está bem... Pode falar, Carol.
Ele então seguiu até o sofá, sentou-se e esperou que a neta falasse. Não estava convencido, mas, ouviria o que ela tem para contar.
- Ela me disse que o pai dela foi condenado injustamente... que tudo não passou de uma armação.
- Essa história... de novo, o infeliz disse isso inúmeras vezes.
- E o senhor não acreditou?
- As provas encontradas para mim foram o suficiente, Ana Carolina, as brigas entre nossas famílias, seu pai não foi o primeiro morto por essa guerra. Foi naquelas terras que seu pai foi emboscado, a arma foi encontrada na casa daquele miserável, pessoas os viram discutindo, chegando as vias de fato, trocando socos e empurrões, sem falar nas dividas.... Como não acreditar, ou melhor como desacreditar tudo isso?
- A Diana disse que investigou, uma advogada amiga dela está chegando a Nova Esperança para tentar reabrir o inquérito.
- E o que mais ela disse filha? Acho que tanto eu, quanto seu avô queremos saber o porque dela querer se vingar, se foi nosso filho que foi assassinado.
Carol olhou diretamente para o avô.
- Ela disse que o... que o pai dela foi assassinado na cadeia, vô e que o senhor colocou ela e a mãe grávida para correr daqui de Nova Esperança, sem dinheiro, sem nada.
Dr Mário baixou a cabeça, não se orgulhava do que tinha feito na época. Carol prendeu a respiração com medo do que viria a seguir.
- Eu não me orgulho do que fiz, Carol.
- O senhor...
- Eu não mandei matar aquele infeliz, por mais raiva, ódio que tivesse dele, jamais me rebaixaria ao nível dele. Não me orgulho de ter feito o que ela disse com relação a expulsar a família daqui de Nova Esperança.
- Seu avô pensou que os pais de Sandra ou os pais de Dário iriam acolher elas duas, filha.
- Mas, não foi isso o que aconteceu, vó. Pelo que entendi elas sofreram ameaças após saírem da cidade, até mesmo um atentado contra elas foi realizado.
- Eu não tenho nada com isso, depois que elas saíram daqui, procurei não pensar nelas. Meu filho já estava morto e enterrado, matar aquele infeliz ou a família dele não traria ele de volta.
Carol respirou aliviada, era bom ouvir isso do avô.
- Vô, eu dei a ela o beneficio da dúvida. Vi nos olhos dela que ela acredita que o pai não é um assassino e que foi acusado, condenado e preso injustamente, e o pior foi assassinado na cadeia a mando de alguém, se não foi o senhor...
- Ela acredita que deve ser quem realmente matou o meu filho e seu pai.
Carol assentiu. Dr Mário se recostou no sofá. Dona Estelita começou a chorar.
- Ela não está usando você, Carol para me atingir?
- Não vô. Esse foi um tópico que conversamos hoje.
- Você saiu para encontrar com ela?
- Não, foi totalmente aleatório. Queria realmente espairecer.
- Quando você ficou sabendo disso?
- Antes de ontem, eu vim aqui justamente para conversar com vocês dois sobre ela ser filha daquele homem. Mas... vô como...
- Como eu sei que vocês duas estavam se encontrando?
- Seu avô há alguns dias chegou aqui transtornado, Carol. Ele havia se encontrado por acaso, também com a moça, Diana, não é?
- Sim, vó.
- Desse encontro, Mário encasquetou que ela era realmente filha do... daquele homem. E há alguns dias a noite foi até seu apartamento, por acaso novamente, ela saiu da fazenda dela e não percebeu que seu avô estava atrás dela. Os dois acabaram indo para o mesmo lugar.
Carol sorriu amarelo.
O avô a encarou longamente, como se buscasse coragem nos olhos da neta.
- Então você está disposta a enfrentar tudo o que vier?
Carol assentiu, mesmo com o coração acelerado.
- Estou.
- Você sabe que mexer nesse passado não é simples. Há feridas abertas, e sua mãe e seu irmão não vão aceitar facilmente.
- Eu sei. - Carol respondeu, firme.
- Eu quero conversar com essa Diana. - Dr Mário disse sério.
Carol arregalou os olhos, o coração disparando.
- Vô... conversar com a Diana? - a voz saiu quase num sussurro, carregada de medo. - Isso pode trazer ainda mais problemas...
Dr. Mário manteve o olhar firme.
- Se ela tem tanto a dizer, eu quero ouvir da boca dela. Não vou permitir que apenas versões cheguem até mim.
Antes que Carol pudesse responder, Dona Estelita interveio, com a calma que sempre equilibrava os ânimos.
- Mário... Carol... lembrem-se de uma coisa: Rafael e Marina vão chegar em Nova Esperança esta semana. - Ela olhou para os dois com seriedade. - Pelo bem de todos, essa conversa não deve sair daqui.
Carol abaixou a cabeça, sentindo o peso das palavras da avó.
Estelita segurou as mãos da neta e falou com ternura, mas firmeza:
- Sei que você está apaixonada, minha menina. Sei que deseja acreditar na mulher que está em seu coração. Mas ouça a mim e ao seu avô, que te amam infinitamente: há muitos pontos soltos em toda essa história. Pode ser, sim, uma artimanha de vingança.
Carol mordeu os lábios, as lágrimas voltando aos olhos.
- Então, por mais que você queira acreditar, até termos provas que nos mostrem o contrário, tanto eu quanto o seu avô vamos manter os dois pés atrás com relação a essa Diana. - concluiu Dona Estelita, com a voz firme, mas cheia de amor.
O silêncio que se seguiu foi pesado. Carol sentia o coração dividido entre o pacto feito à beira do rio e o amor incondicional dos avós.
Dr. Mário recostou-se no sofá, respirando fundo.
- Estelita tem razão. Até que a verdade seja provada, precisamos de cautela.
Carol fechou os olhos, tentando conter o turbilhão dentro de si. O pacto com Diana ecoava em sua mente, mas agora estava diante de uma encruzilhada: entre o amor que a sustentava e a desconfiança que a cercava.
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Diana chegou em casa e antes mesmo de entrar, encontrou Brito à sua espera, o semblante carregado de preocupação.
- Onde você estava, Diana? - perguntou, a voz firme, mas cheia de afeto. - Não pode andar por aí como se não houvesse perigo.
Diana suspirou, cansada.
- Eu precisava pensar, Brito. Precisava respirar.
Ele balançou a cabeça, inquieto.
- Pensar não pode custar sua segurança. Você sabe que há olhos atentos, e não são olhos amigos.
Diana não respondeu. Sabia que havia prometido a Brito ter mais cuidado, mas, os últimos dias e acontecimento tiraram a paciência e o bom senso de Diana. Ela então, apenas entrou em casa, deixando o silêncio falar por ela.
Brito ficou para trás, balançou a cabeça negativamente. Depois do almoço voltaria a falar com Diana, precisava cuidar de algumas coisas na fazenda.
No interior da casa, Rico estava sentado na sala, o olhar duro, mas não hostil. Quando viu a irmã, levantou-se lentamente.
- Precisamos conversar. - disse, sem rodeios.
Diana parou, encarando-o.
- Eu sei.
O clima era pesado, mas havia algo diferente: não era apenas rancor, havia também a necessidade de acerto, amava o irmão e sabia que esse amor era recíproco. Precisava ouvir com atenção o que ele tinha para falar e ao final mostraria que ele também precisava ouvir, não apenas a ela, mas, aos amigos também.
- Vou tomar café e logo depois podemos ir para o escritório.
Rico se aproximou, os olhos fixos nos dela.
- Eu te espero lá, já tomei café.
Diana assentiu e foi para a cozinha. Rico ficou olhando a irmã sair, não conseguia entender como a cumplicidade, o carinho, o amor, a confiança que eles sempre tiveram ou pelo outro, poderia em poucos dias ter sido abalada. Ele baixou a cabeça e seguiu para o escritório.
Diana entrou no escritório com a xícara de café ainda quente nas mãos. Rico já estava sentado, os braços cruzados, o olhar fixo em uma foto da família nas mãos. O silencio que se seguiu era pesado, Diana sentou-se a frente do irmão e esperou.
- Então... - começou Rico, a voz baixa, mas firme. - Você vai me dizer o que realmente está acontecendo?
- Então digo eu, Rico. O que está acontecendo com você? E principalmente com nós dois?
Rico balançou a cabeça, descrente.
- Eu vou perguntar de novo, Diana, o que realmente está acontecendo? Porque o Brito está tão preocupado com a sua segurança? O que está acontecendo entre você e tal Ana Carolina, que é neta do homem que escorraçou nossa família de Nova Esperança? O homem que você sempre quis se vingar, destruir... por quem sempre teve um ódio profundo...
Diana baixou a cabeça, sabia que precisaria ser forte.
- Rico, eu sei que você está preocupado. Sei que acha que estou me deixando levar. Mas não é só emoção.
- Sei... você vai trocar provar a inocência de nosso pai....
- Não complete essa frase, Ricardo!
- O que você quer que eu pense, Diana? Hein? Fala...
- Eu não desistir de provar a inocência de nosso pai, estou fazendo o possível para isso.
- Bela maneira de provar, bela maneira...
- Não seja ridículo, tenha modos, pelo menos pareça adulto. Você não é mais uma criança, é um homem com mais de 20 anos. Não vou admitir ser desrespeitada por um moleque mimado.
- Agora eu sou moleque mimado?
- Agindo dessa maneira, sim, tratando as pessoas da maneira que vem tratando nos últimos dias, sim, você está parecendo um moleque mimado que não pode ser contrariado.
O irmão a encarou longamente, os olhos marejados, suspirou, passando a mão pelos cabelos.
- Eu... - As lágrimas vieram antes dele completar a frase, Diana simplesmente foi até ele e o abraçou.
Rico deixou-se envolver pelo abraço da irmã, as lágrimas escorrendo sem resistência. Diana apertou-o contra si, como se quisesse resgatar a cumplicidade que parecia perdida.
- Eu não quero te perder, Rico. - murmurou ela, a voz embargada. - Por mais que tudo esteja confuso, você é meu irmão, meu sangue.
Rico respirou fundo, tentando se recompor.
- Eu também não quero te perder, Diana. Mas tenho medo... Eu acabei deixando me levar pelos ciumes da sua conexão com essa cidade, com nosso pai...
Diana afastou-se apenas o suficiente para olhar nos olhos dele.
- Rico...
- É serio Diana, quando vi, já estava metendo os pés pelas mãos, acabei tratando mal o Brito, a Mariana, agi feito um idiota com o Douglas e a Liz...
Rico enxugou as lágrimas com a mão trêmula.
- Eu surtei Diana, não quero ser esse cara, eu não sou esse tipo de pessoa.
Diana assentiu, emocionada.
- Eu sei Rico, todos sabem que você não é esse cara.
- Di, o que realmente está acontecendo?
Diana parou, puxou ele pelas mãos e juntos seguiram até a mesa, ela então tirou alguns papeis, anotações e passou para ele.
Após alguns minutos lendo em silêncio, ele perguntou: - Di, por mais que eu tente, não consigo entender, esses nomes, o que tem?
- Em uma conversar com a Tita, ela me falou algumas coisas, falei com a mamãe e como você já sabe, também falei com a Lavínia e o Jarbas, eles estão me ajudando, os detetives particulares que paguei, a investigação paralela que fiz, todas as informações que tinha em mãos passei para os dois e a Lavínia está vindo para Nova Esperança, há chances de que ela possa tentar reabrir o inquérito do assassinato do Dr. Otávio, sem falar na questão do assassinato de nosso pai.
- E?
-E que há alguns dias também, ouvi no cemitério uma conversa de nossa avó paterna, onde ela diz que nosso querido tido Décio e nosso avô pensavam em fazer algo contra mim.
Rico se levantou de súbito, o rosto fechado, as mãos trêmulas.
- Como assim, fazer algo contra você? - a voz saiu carregada de incredulidade e raiva.
Diana manteve a calma, mas o coração acelerava.
- Foi o que ouvi, Rico. Nossa avó paterna falava de tio Décio... e havia insinuações de que eu deveria "ser calada".
Rico começou a andar de um lado para o outro no escritório, como um animal enjaulado.
- Isso é grave demais, Diana. Se for verdade, não estamos falando apenas de injustiça contra o nosso pai. Estamos falando de uma ameaça direta contra você.
Diana assentiu, firme.
- Eu sei. Por isso não posso recuar. Não é só sobre o passado, Rico. É sobre o presente.
- Diana, se eles descobrirem realmente quem é você, quem somos nós...
- Quanto a isso... Não pretendo me esconder mais, Rico.
- Como assim?
- Você quer saber a verdade, então lá vai: Estou apaixonada pela Ana Carolina, que vem a ser filha do Dr. Otávio e neta do Dr. Mário.
- Diana... Isso é loucura. Esse homem é perigoso... E como...
- Ela já sabe sobre mim, Rico. E pelo andar da carruagem a essa hora o Dr. Mário também sabe.
- Meu Deus!
O silêncio que se seguiu foi pesado.
Fim do capítulo
Boa noite!
Como disse há alguns dias, estou com um caso de problemas de saúde na familia, a pessoa é muito próxima a mim, então estou na correria para cuidar dela.
Esses dias foram itensos, só pude corrigir o texto e nem foi da maneira que desejava, preciso até corrigir os ultimos capítulos postados....
Enfim, espero que gostem, animem essa autora com muitos comentários...
Abraços....
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HelOliveira
Em: 12/04/2026
Já estou curiosa para ver a conversa do Dr. Mario com a Diana....Rico finalmente parou de ser mimado...
Melhoras para a pessoa que não está bem de saúde...nunca é fácil cuidar de alguém que amamos
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