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  • Sob as Sombras de Nova Esperança
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Sob as Sombras de Nova Esperança por Dinha Lins

Ver comentários: 1

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Palavras: 3071
Acessos: 417   |  Postado em: 28/03/2026

Capitulo 33

Capítulo 33

"A verdade é tão rara, que é um deleite dizê-la." - Emily Dickinson

 

O rio seguia correndo, indiferente ao destino das duas, mas dentro delas a correnteza era avassaladora. Carol respirou fundo, enxugou as lágrimas com as costas da mão e olhou para Diana com firmeza.

- Fala, Diana. Eu vou te ouvir. Sem interromper, sem fugir. Eu preciso entender...

Diana segurou a mão dela com delicadeza, como se aquele gesto fosse um fio de esperança.

- Obrigada, Carol. Isso é muito importante para mim.

Ela respirou fundo, os olhos marejados, e começou:

- Eu cresci com a dor de ter sido escorraçada de Nova Esperança pelo seu avô. Vi minha mãe ser humilhada, vi vizinhos nos virarem as costas, ouvi ameaças que ela achava que eu não entendia. Eu era só uma criança, mas cada palavra ficou gravada em mim. E mesmo assim, eu nunca deixei de acreditar que meu pai era um homem inocente.

Carol manteve o olhar fixo nela, o coração apertado, mas sem interromper.

- Eu não quero que você me veja como inimiga, Carol. Eu quero que você veja quem eu sou de verdade. Não a filha de um homem acusado injustamente, não a sombra de uma história mal contada... mas eu, Diana. A mulher que se apaixonou por você e que não quer te perder, que só deseja uma chance de viver essa história ao seu lado e que vai provar a inocência do pai.

O silêncio que se seguiu foi pesado. Então Carol falou com calma.

- Diana, eu sei que você acredita na inocência de teu pai. Mas, houve uma investigação, eu lembro do delegado indo a casa de meu avô dizer que não iria acusar o seu pai sem provas e que meu avô não fizesse nenhuma besteira.

- Carol...

- Calma Diana, eu vou te ouvir, mas preciso que você também me escute.

Diana balançou a cabeça.

- Eu sei que você deve odiar meu avô por tudo o que você acredita que ele fez, mas, ele não forjou nenhuma prova, meu pai foi encontrado nas suas terras, a arma que saiu os tiros foi encontrada em posse do seu pai, e ele devia dinheiro ao meu pai. Os dois brigaram feio, eu lembro disso, minha mãe falou sobre isso, porque ela não gostava da amizade dos dois.

- Carol, eu investiguei e paguei algumas investigadores, eles não descobriram muito, hoje vejo que eles foram incompetentes. Minha mãe tinha com ela documentos que provam que nossos pais eram sócios, ela jura que eles não brigaram e que aquela arma não era do meu pai. A Lavínia....

- Quem? Quem é Lavínia, Diana?

- Uma grande amiga e advogada de confiança. Sem ciumes, nunca tive nada com a Lavínia, somos apenas amigas, e ela é hétero casada com o Jarbas que também é meu advogado de confiança.

- Eu não falei nada Diana.

- Suas expressões falam por sim, Carol. Mas, continuando, além disso, a Tita que trabalhava para nós naquela época, me disse que dois trabalhadores nossos foram embora depois do julgamento do meu pai e do nada surgiram com dinheiro.

Carol fechou os olhos.

- Meu avô jamais faria isso, Diana.

- Não estou acusando o Dr. Mário, mas, quem matou seu pai pode ter feito isso. E tem também a questão da morte do meu pai, ele foi assassinado Carol.

- Diana, eu sinto muito por isso, mas acredite meu avô não fez isso.

Diana baixou os olhos, ela durante muito tempo acreditou que o Dr. Mário mandou matar o seu pai.

- Eu vou tentar acreditar nisso, por você. Vou dar ao seu avô o beneficio da dúvida. Mas, depois do que ele fez com minha mãe e comigo, eu tive todos os motivos do mundo para acreditar que o Dr. Mário foi o mandante da morte do meu pai na prisão.

- Você encontrou com ele há alguns dias, não foi?

- Ele te contou? - Diana perguntou surpresa.

- Não. Ouvi uma conversa dele com minha avó, onde ele dizia que tinha se encontrado com você onde o corpo do meu pai foi encontrado, e que se arrependia de ter mandado sua mãe embora com você, e que ele imaginou que a família do seu pai ou dela estenderia a mão para ela.

Diana deu um sorriso triste.

- Ninguém deu a mão para nós, saímos daqui com uma mão na frente e outra atrás, só não fomos parar debaixo da ponte, porque meu pai tinha um dinheiro guardado para emergências. Mas, fomos vítimas de ameças, Carol, sofremos um atentado, minha mãe só descansou quando o Lucas, que é meu padrasto nos encontrou. Ele nos tirou do estado, eles se apaixonaram e se casaram, então ele entrou na justiça e trocou o nome do pai na minha certidão de nascimento, na do Rico ele não precisou.

Carol olhou sem entender.

- Ele assumiu a paternidade e minha mãe com medo não colocou o nome do meu pai na certidão dele. Foram tempos difíceis. - Diana mordeu a língua e olhou para baixo. -Eu nunca consegui esquecer o meu pai, a noite chorava de saudades dele, daqui da fazenda.... Ele morreu e eu não pude me despedir dele, só quando voltei há pouco é que pude ir até onde ele foi enterrado.

- Sinto muito, Diana, de verdade... - disse Carol, a voz embargada, mas firme. - Eu não consigo imaginar o que você passou, o que sua mãe passou.

Diana respirou fundo, como se aquelas palavras fossem um bálsamo inesperado.

- Foram anos de silêncio, Carol. Anos em que eu só tinha a minha mãe e o Lucas para me segurar. Mas dentro de mim... sempre havia um vazio. Eu precisava voltar, precisava olhar nos olhos de quem um dia acreditou que meu pai era culpado. E me perdoe pelo que vou falar, mas, é preciso. Eu sempre quis olhar na cara do seu avô e dizer que ele matou um homem inocente.

- Diana! Meu avô não é um assassino. - Carol disse firme se afastando dela, enxugou as lágrimas com a mão trêmula, mas não desviou o olhar.

- Eu acredito em você Carol. Mas, eu precisava dizer isso a você, porque não quero mais nada escondido entre a gente, queluro começar ou melhor recomeçar nossa história sem mais nada escondido.

- Eu estou ouvindo, Diana. E cada palavra sua mexe comigo. É como se tudo o que eu acreditava estivesse se desfazendo... e ao mesmo tempo, eu sinto que preciso acreditar em você, eu também não quero mais nada escondido entre nós.

Diana segurou o rosto dela com delicadeza.

- Não quero que você me acredite só porque eu digo. Quero que me dê tempo. Vou provar, Carol. Vou mostrar que meu pai não era o homem que pintaram. Mas até lá... só me deixa estar ao seu lado.

Carol respirou fundo, o coração acelerado.

- Eu não sei como vai ser... mas eu vou te ouvir. Vou te dar essa chance.

O rio seguia correndo, como se guardasse em suas águas a promessa silenciosa que nascia entre elas.

Carol respirou fundo, o coração acelerado, e antes que pudesse pensar, aproximou-se de Diana. Os lábios se tocaram num beijo lento, suave, carregado de ternura. Era como se cada lágrima tivesse se transformado em carinho.

Diana correspondeu, e o beijo foi ganhando força. As mãos se entrelaçaram, os corpos se aproximaram ainda mais, e a suavidade deu lugar à intensidade. O rio seguia correndo ao lado, mas para elas o mundo havia parado.

O beijo se tornou mais profundo, mais urgente, como se fosse a única forma de aliviar anos de dor e saudade. As mãos exploravam com delicadeza, mas também com desejo, e cada gesto parecia dizer: não quero te perder.

De repente, o som dos celulares tocando ao mesmo tempo interrompeu o instante. As duas se afastaram ofegantes, ainda com os lábios úmidos e as mãos entrelaçadas. Carol olhou para o visor: Alice. Diana olhou para o dela: Liz.

Carol respirou fundo, nervosa.

- É a Alice...

Diana assentiu, mostrando a tela.

- E a Liz...

Por um instante, o silêncio voltou, mas dessa vez carregado de surpresa. Elas se entreolharam, ainda com os lábios úmidos do beijo, e Carol murmurou com um sorriso nervoso:

- Parece que o destino não quer nos deixar em paz...

Diana respirou fundo, segurando firme a mão dela.

- Então vamos atender juntas.

Elas sorriram. Carol deu um sorriso sacana e disse:

- Eu peguei elas duas se beijando ontem a tarde no consultório da Alice.

Diana sorriu: - Liz me falou do beijo, são não disse onde foi.

As duas gargalharam, os telefones voltaram a tocar. Elas atenderam.

Por um instante, ficaram em silêncio, como se o destino tivesse decidido lembrá-las de que não estavam sozinhas no mundo. Carol atendeu primeiro.

- Alô, Alice...

A voz da amiga veio carregada de preocupação:

- Carol, onde você está? Eu tentei falar com você várias vezes, fiquei preocupada. Está tudo bem?

Carol olhou para Diana, hesitou, mas respondeu com calma:

- Eu estou...

Do outro lado da linha, Alice suspirou.

- Esse estou xoxo não me convence...

Enquanto isso, Diana atendeu Liz.

- Liz...

- Diana! - a voz dela era aflita. - Eu fiquei preocupada, você saiu super cedo, sem avisar nada, meu pai está muito preocupado, ele só não, né. Onde você está?

Diana olhou para Carol, e um sorriso suave escapou.

- Estou no rio...

- Rio.... Diana... Eu... Eu não acredito nisso, que rio? Essas fazendas têm muitos rios. Pelo amor de Deus...

- Não se preocupa Liz, estou bem. Daqui a pouco volto pra sede e converso com vocês.

Liz ficou em silêncio por alguns segundos antes de responder.

- Fazer o que, né? Se prepara que meu pai não vai te dar sossego.

As duas desligaram quase ao mesmo tempo.

Carol murmurou, com um sorriso tímido:

- Parece que até nossas amigas sabem o time perfeito...

- Sim, time perfeito de empata...

- Ei.... - Carol respondeu e abraçou Diana. O silêncio voltou a se instalar, mas dessa vez não havia nervosismo, apenas uma necessidade de se reconectar e, sem pensar, voltou a beijá-la.

O beijo começou calmo, suave, como se fosse um reencontro depois da interrupção. Mas logo ganhou intensidade, carregado de desejo e entrega. As mãos se apertaram, os corpos se aproximaram, e por alguns instantes o mundo voltou a desaparecer, restando apenas as duas e o rio como testemunha.

Quando se afastaram, ainda ofegantes, Carol manteve o olhar fixo em Diana.

- Diana... eu preciso te falar uma coisa. Minha mãe e meu irmão estão chegando em Nova Esperança. E eu sei que vamos ter problemas com eles dois.

Diana respirou fundo, mas não recuou.

- Eu vim preparada para qualquer problema, Carol. Eu sabia que não seria fácil. Mas... e o seu avô?

Carol abaixou o olhar por um instante, antes de responder com firmeza:

- Eu vou conversar com ele e com a minha avó assim que chegar na fazenda. Eles sempre estiveram ao meu lado em tudo. Nunca houve espaço para mentiras entre nós.

Diana segurou a mão dela com delicadeza.

- Nessa situação eu não posso opinar, Carol. Mas eu vou me preparar. E também a todos... porque a verdade sobre mim vai vir à tona.

Carol respirou fundo, sentindo o peso das palavras. O rio seguia correndo, indiferente, mas dentro delas a correnteza era de coragem e de medo ao mesmo tempo.

Diana segurou firme a mão de Carol, o olhar sério, mas cheio de ternura.

- Você vai ter que se preparar para que seu avô não aceite... - disse, apontando para as duas, como se quisesse deixar claro que não falava apenas de histórias passadas, mas do que estavam vivendo ali.

Carol baixou a cabeça, sentindo o peso daquelas palavras. O coração acelerava, e o medo voltava a se misturar com a esperança.

Diana se aproximou, encostando a testa na dela, num gesto de carinho e força.

- Eu sei que é difícil, Carol. Mas você precisa estar pronta. Nem todos vão entender, nem todos vão aceitar. E talvez o seu avô seja o primeiro a se colocar contra nós.

Carol respirou fundo, tentando conter as lágrimas.

- Essa vai ser a pior parte. Porque meu avô, depois do meu pai foi meu herói. Minha avó sempre esteve comigo nos momentos em que mais precisei. Os dois, na verdade, sempre estiveram comigo. Só que... - Ela respirou fundo, as lágrimas caindo e continuou. - Só de imaginar eles não me apoiando, não estando ali para mim, é uma sensação terrível.

Diana acariciou o rosto dela com delicadeza, enxugou suas lágrimas.

- Nessa situação eu não posso opinar, Carol. Mas, se eles são tudo isso o que você está dizendo, se a relação de vocês é assim, a única coisa que eu posso te dizer é que eles podem ficar do seu lado, te ouvir, me ouvir, mas, mesmo assim, eu vou me preparar e também preparar a todos que estão comigo de que a verdade sobre mim vai vir à tona.

Carol levantou os olhos, encontrando os de Diana.

- Nós duas temos que nos preparar, Carol. Posso te fazer uma pergunta?

- Você já fez... - Carol sorriu mordicando os lábios.

Diana balançou a cabeça sorrindo.

- Engraçadinha você.... Mas, você fala com tanto amor dos seus avós e sinto uma... como vou dizer, enfim, uma resistência ou um afastamento da sua mãe e do seu irmão, porque?

Carol fechou os olhos, respirou fundo por alguns segundos. Diana apenas olhava fazendo carinho nas mãos dela.

- Eu sempre fui próxima ao meu pai e ao meu avô. Minha mãe.... Ela é uma mulher dificil, e muitas vezes fútil, homofobica, racista e elitista...

- Acertou o bingo várias vezes... por homofóbica....

- Ela não aceita minha condição sexual. Quando ela descobriu me ameaçou e me trancou em casa, ia me colocar num colégio interno, a Alice então entrou em ação e ligou para meus avós, eles foram para a capital e resolveram o problema.

- Hum... Gostei da atitude deles... E seu irmão.

- Uma versão masculina da minha mãe. O que ela não conseguiu comigo, conseguiu com ele. Meu irmão além de tudo isso, ainda odeia os Camargo, está louco de raiva por você ter comprado essas terras.

- Sogra e cunhado difícil... A Alice está na sua vida há muito tempo? Não lembro dela aqui em Nova Esperança...

- Porque ela não é daqui, mas, da capital e sim, logo depois do julgamento e tudo mais, minha mãe levou eu e meu irmão para a capital, e foi lá que conheci a Alice.

- Vocês...

- Não... Nunca... Irmãs de alma, a Alice parece ser mais minha irmã que o Rafael. Nossa conexão é incrível.

- Hum...

- Sem ciumes Diana. Não há motivos para isso. Acabei de te falar que vi sua melhor amiga com língua na boca da minha melhor amiga.

Diana olhou para ela e riu.

- Eu sei como é, eu e a Liz acontece a mesma coisa, só que diferente de você, meus irmãos e eu somos muito unidos, ou éramos no caso do Rico, nos últimos dias, temos tido algumas brigas, mas, sei que logo, logo estaremos bem de novo.

- Irmãos?

- Sim, o Rico que você já conhece, e a minha mãe teve uma filha com o Lucas, a Clara, o grande amor das nossas vidas, você vai adorar a minha irmã.

Carol sorriu diante da certeza tranquila de Diana, mas logo seu semblante se fechou.

- Você fala com tanta certeza... e eu admiro isso. Mas eu não consigo sentir o mesmo quando penso na minha mãe e no Rafael. Eles sempre foram... um peso.

Diana segurou as mãos dela com firmeza.

- Nossa relação sempre foi marcada por turbulências. Mesmo antes do meu pai morrer. Ela sempre teve ciumes da relação que nós tínhamos, meu irmão também, sem falar do meu avô e da profunda relação que sempre tivemos.

- Eu não tenho muita lembrança dele.

- Do Rafael? Acho que se você o viu três ou quatro vezes quando criança foi muito. Minha mãe não deixava o príncipe andar com meu pai, eu sempre fui moleca e andava a cavalo desde pequena com ele e meu avô. Por isso até meu tio Gabriel tem certos problemas comigo.

- Teu tio que....

- Sim. Tio Gabriel esta na capital, problemas com a esposa. Ele tem um ciuminho de mim com a esposa por ela ser prima da Liz e minha amiga.

- Só amiga....

- Sim, sim... Na verdade, uma ou outra namorada dele eu fiquei, mas, porque queria mostrar para ele que elas...

- Nem termina essa frase Carol. Jesus.... Você pegou as namoradas do teu tio?

Carol apenas balançou a cabeça afirmando.

- Tua mãe sabe disso?

- A família toda sabe...

- Coitado do teu tio...

- Que? Coitado? Que nada, quem manda não perceber que elas tavam era, na verdade, interessadas no dinheiro e status?

- Carol...

- É sério, Diana. Fiz foi um favor pra ele. Na verdade alguns favores, livrei ele de grandes dores de cabeça;

Diana se aproximou, encostando a testa na dela e a beijando. Carol deixou escapar um sorriso tímido.

- Só pra constar, não costumo dividir o que é meu, tá Carol. Espero que você....

- Eu também não divido, Diana.

Diana riu baixinho e murmurou: - Pegadora de namorada de tio.

Carol riu, balançando a cabeça.

- Ei... vai ficar tirando onda mesmo?

Diana a puxou para perto, ainda sorrindo.

- Vou, porque gosto de ver você assim, leve. Mas não esquece, Carol... logo vamos ter que enfrentar coisas bem mais pesadas.

Carol suspirou, o sorriso se desfazendo aos poucos.

- Eu sei. Minha mãe, meu irmão, meu avô... tudo isso me assusta.

Diana segurou o rosto dela com firmeza, olhando nos olhos.

- Então guarda esse riso, essa força, porque vai precisar. E lembra: não importa o que venha, nós vamos enfrentar juntas.

Carol encostou a testa na dela, fechando os olhos por um instante.

- Juntas.

O rio seguia correndo, indiferente, mas parecia guardar em suas águas a promessa silenciosa que nascia ali: amor, coragem e a certeza de que o futuro, por mais turbulento que fosse, seria enfrentado lado a lado.

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Olá, boa noite....

Quase não postava hoje....

Problemas de saúde na família...

Então comentem e animem essa autora....

 


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Comentários para 33 - Capitulo 33:
jake
jake

Em: 29/03/2026

Obrigada pelo carinho e esforço...

Vai dar tudo certo.

Tudo se resolveu 

Tudo passa...

Menos o carinho dessa leitora ...

 

Felicidades sempre Autora melhoras pra família...

Obrigada pelo carinho e atenção com suas leitoras...

Felicidades....

Gratidão sempre.

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