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Sob as Sombras de Nova Esperança por Dinha Lins

Ver comentários: 3

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Palavras: 2233
Acessos: 329   |  Postado em: 21/03/2026

Capitulo 32

Capitulo 32

O destino não pergunta se estamos prontos, apenas nos coloca diante do que precisamos enfrentar." - Autor desconhecido

 

O sol da manhã refletia nas águas do rio, criando um brilho que parecia envolver Carol e Diana em um cenário quase irreal. O reencontro não havia sido planejado, mas ambas sabiam que não poderiam fugir para sempre.

Carol respirava fundo, tentando controlar o coração acelerado. Diana, por sua vez, buscava coragem para dizer o que guardava há tanto tempo. O silêncio entre elas era pesado, mas também carregado de significados.

- Eu só queria... que você soubesse quem eu realmente sou.

Essa frase estava ecoando na cabeça de Carol. Ela desviou o olhar para a correnteza, como se buscasse respostas na água.

- Os últimos dias têm sido um turbilhão. Eu não sei como lidar com tudo isso.

Diana deu mais um passo, os olhos fixos nela. Carol se afastou. Diana não conseguiu esperar, segurou em sua mão, com o toque ela respirou fundo e fechou os olhos. Sentiu quando com a outra mão Diana fez um carinho em seu rosto.

Carol fechou os olhos, e sem perceber, as lágrimas começaram a descer pelo rosto.

- Como posso...? - murmurou, a voz embargada.

Diana tentou responder, mas Carol não deixou.

A mão trêmula repousou sobre os lábios de Diana, como se quisesse silenciar não apenas a voz dela, mas também o turbilhão que a consumia.

- Como posso me afastar de você, Diana? Estar longe dói, só que estar perto dói mais ainda! Eu olho pra você e não consigo... não consigo...

Diana a olhou com o coração apertado. As lágrimas caindo por sua face.

- Carol... eu...

Carol a interrompeu, e ao abrir seus olhos a dor estampada estava estampada neles

- O seu pai... ele matou o meu pai... por mais que eu queira estar com você...

- Por favor, Carol... - pediu Diana, quase suplicando.

Carol respirou fundo, colocando os dedos nos lábios dela novamente, como se quisesse impedir qualquer justificativa.

- Não fala agora. Deixa eu falar...

Ela se afastou um pouco, mas sem soltar a mão de Diana.

- Eu não sei como lidar com isso. Eu não sei como olhar para você sem lembrar de tudo que eu vivi, das dores que passei por não estar com meu pai, das lembranças vividas e da saudade do que não pode ser vivido. Mas ao mesmo tempo... eu não consigo te tirar da minha cabeça e do meu coração. Você entrou na minha vida de uma forma que eu não esperava, e agora eu estou perdida.

Diana fechou os olhos, sentindo cada palavra como um golpe e um carinho ao mesmo tempo.

Carol continuou, a voz trêmula:

- Eu tenho medo, Diana. Meus avós, minha mãe e meu irmão, eles jamais me perdoariam e eu também não me perdoaria Diana. Medo da reação deles, mas também estou com medo de perder você... de não viver essa história... Eu não sei o que fazer... Estou completamente perdida.

O silêncio voltou a se instalar, pesado, mas cheio de verdade. O rio corria ao lado delas, como se levasse consigo parte daquela dor. Diana segurou a mão de Carol com força, e pela primeira vez, não tentou se justificar. Apenas deixou que o momento falasse por si.

Diana respirou fundo e puxou a mão de Carol, trazendo-a para mais perto. Com delicadeza, enxugou as lágrimas que escorriam pelo rosto dela e pediu, quase em súplica:

- Carol, abre os olhos... olha pra mim.

Carol obedeceu, ainda trêmula.

- Por favor, não desiste da nossa história. Se você está perdida, eu também estou. A única coisa que posso te falar sem medo é que nunca - nunca - usei ou pretendi usar você para alguma vingança. Quero deixar isso claro, por favor!

Carol balançou a cabeça, a voz embargada:

- Então por que você não se apresentou? Por que...?

Diana segurou firme a mão dela.

- Essa história que contaram sobre meu pai... não é a verdade.

Carol recuou, o coração disparado.

- Como não? Como não? Todas as provas... meu pai foi assassinado...

Diana abaixou a cabeça, e as lágrimas finalmente escaparam.

- O meu também, Carol. Meu pai foi acusado injustamente, jogado na prisão e assassinado lá dentro. Um homem inocente foi morto, ou melhor dois homens inocentes foram mortos, porque seu pai foi assassinado por alguém que armou para a culpa cair no meu. Porque Carol, o meu pai é inocente de toda... toda essa acusação, ele...

Carol arregalou os olhos, confusa.

- Diana... do que você está falando?

Diana ergueu o olhar, tomado pela dor.

- Meu pai foi assassinado na prisão. Eu e minha mãe fomos escorraçados daqui pelo seu avô. Minha mãe estava grávida, Carol... grávida... sozinha, sem nada. Ninguém teve coragem de estender a mão para nós. Eu era uma criança, como você...

O silêncio de Carol, o olhar de dor e incredulidade, deram a Diana a necessidade de continuar.

- Eu cresci com essa marca, com essa dor. Sabe porque no meu registro tem outro nome de pai? Eu sei que provavelmente todos vocês pesquisaram... Sabe porque? Porque minha mãe foi ameaçada, eu lembro que logo depois que saímos daqui, pessoas deram o jeito de vizinhos saberem da historia do meu pai onde morávamos, as pessoas apontavam para a gente, pessoas ligavam para nossa casa, minha mãe acha que eu não lembro, mas, houve ameças de verdade... Se não fosse o Lucas aparecer e nos tirar de lá... sabe Deus o que teria nos acontecido.

Carol levou a mão ao peito, como se tentasse conter o coração.

- Não foi apenas você Carol que perdeu seu pai, ou sua mãe que perdeu o marido e até seu irmão... Eu perdi o meu pai também... Minha mãe o marido e o Rico não teve nem a chance de conhecer o pai... Por mais que eu ame o Lucas e o eu o amo e respeito, essa dor, essa raiva nunca saiu do meu peito... As lembranças sempre estiveram aqui.... - Diana apontou para a cabeça e o coração.

As lágrimas das duas corriam sem controle. O rio ao lado parecia ecoar a dor das duas, levando consigo parte daquela confissão, mas deixando o peso do destino entre elas.

Carol levou as mãos ao rosto, tentando conter o choro, mas as lágrimas escorriam sem controle.

- Eu não sei se consigo acreditar, Diana... - disse, a voz trêmula. - Tudo o que ouvi, tudo o que vivi... está gravado em mim.

Diana se aproximou mais, segurando firme a mão dela.

- Eu sei. E não espero que você acredite só porque eu estou dizendo. Eu vou provar, Carol. Vou mostrar que meu pai era inocente. Mas até lá... não me afasta de você.

Carol fechou os olhos, o coração em conflito.

- Diana... Isso não é possível.

Diana enxugou as lágrimas dela com delicadeza.

- Carol, me dá a chance de te mostrar a verdade...

- Que verdade? Que verdade? Meu pai esta morto Diana, o seu pai foi condenado...

Diana fechou os olhos, as lágrimas caem e com um sorriso triste ela diz:

- Condenado injustamente, Carol.

O silêncio voltou, mas dessa vez não era apenas dor. Era afastamento mesmo que involuntário.

O rio corria ao lado, como se testemunhasse aquele instante em que duas histórias marcadas pela tragédia começavam a se entrelaçar.

- Diana, eu não sei o que fazer. Minha cabeça diz para mim me afastar, mas...

- Mas...

- Mas, meu coração diz para eu acreditar em você..

Carol levou as mãos ao rosto, tentando conter o choro, mas não conseguiu. As palavras de Diana ecoavam dentro dela como um choque, desmontando certezas que carregava desde a infância.

- Sempre me disseram que seu pai era culpado, que ele tinha destruído a nossa família. Eu cresci ouvindo isso, Diana... e agora você me diz que tudo foi uma mentira? - murmurou, a voz quase inaudível.

Diana segurou o rosto dela com delicadeza, enxugando as lágrimas que insistiam em cair.

- Eu sei que é difícil acreditar. Mas eu vivi essa dor, Carol. Eu vi minha mãe ser humilhada, eu vi a solidão nos olhos dela. Eu era só uma criança, e mesmo assim carreguei esse peso. Não quero que você me veja como inimiga. Eu só quero que você me veja como eu sou.

Carol respirou fundo, o coração em conflito.

- Eu não sei se consigo... mas eu quero. - disse, finalmente, deixando escapar um soluço.

Diana aproximou-se ainda mais, e num gesto quase involuntário, Carol encostou a testa na dela. O silêncio que se seguiu foi diferente: não era apenas dor, mas também uma busca desesperada por esperança.

- Eu não quero te perder, Diana... - confessou Carol, com a voz embargada. - Mas tenho medo de acreditar e depois... não suportar.

- Então acredita em mim só por hoje. - respondeu Diana, firme, mas com ternura. - Só por este momento.

Carol manteve a testa colada à de Diana, respirando fundo, como se buscasse forças naquele contato. O coração batia acelerado, e as lágrimas ainda escorriam, mas havia algo diferente: uma necessidade de se entregar, mesmo em meio ao medo.

Diana, com a voz baixa e carregada de ternura, repetiu:

- Só por este momento, Carol... acredita em mim.

Carol abriu os olhos lentamente, encontrando os de Diana. O silêncio entre elas era tão profundo que parecia que o rio havia parado de correr, que o mundo havia se calado para assistir.

Sem pensar, guiada apenas pelo coração, Carol aproximou-se mais. Diana não recuou. As mãos se entrelaçaram com força, e então, num gesto inevitável, os lábios se encontraram.

Foi um beijo tímido no início, marcado pela dor e pela hesitação, mas logo se transformou em algo mais intenso, como se cada lágrima, cada palavra não dita, cada lembrança carregada se dissolvesse naquele instante.

Carol sentiu o peso do passado, mas também a leveza de estar ali, entregue. Diana, por sua vez, deixou que o beijo fosse sua resposta, sua promessa silenciosa de que não desistiria delas.

Quando se afastaram, ainda com as mãos unidas, Carol murmurou, quase sem voz:

- Eu não sei o que vai acontecer... mas eu não consigo te negar.

Diana sorriu entre lágrimas, acariciando o rosto dela.

- Então não me nega, Carol. Só me deixa ficar.

O rio corria ao lado, testemunhando aquele momento em que duas almas marcadas pela tragédia se permitiam, pela primeira vez, acreditar no amor.

Carol ainda mantinha a testa colada à de Diana, respirando fundo, como se buscasse forças naquele instante. O silêncio era quebrado apenas pelo som da água correndo, como se o rio guardasse em segredo tudo o que estava acontecendo.

- Isso vai ser um inferno, Diana... - murmurou Carol, com os olhos marejados, já pensando na mãe, no irmão e em toda a história que os cercava.

Diana acariciou suavemente o rosto dela e respondeu com firmeza:

- Eu vim para Nova Esperança preparada para esse inferno. Só que... um anjo apareceu para mudar tudo.

Carol não conteve um sorriso entre lágrimas, balançando a cabeça.

- Que cantada brega...

As duas riram, ainda chorando, e nesse riso havia tanto dor quanto alívio. Era como se, por um instante, o peso do mundo tivesse ficado mais leve.

Diana segurou o rosto de Carol com as duas mãos, aproximando-se novamente. O olhar delas se encontrou, e dessa vez não havia hesitação. Os lábios se tocaram outra vez, mas agora com mais intensidade, mais carinho, mais entrega. Foi um beijo longo, profundo, carregado de tudo o que não podia ser dito em palavras.

Quando se afastaram, ainda ofegantes, Carol manteve o olhar fixo em Diana.

- Eu não sei como vamos enfrentar tudo isso... mas eu sei que não quero enfrentar sem você.

Diana sorriu, enxugando as lágrimas que ainda escorriam.

- Então vamos enfrentar juntas.

- Se vamos enfrentar juntas, eu vou te pedir uma única coisa Diana. Na verdade, mais de uma coisa.

- O que você quiser, Carol.

- Não minta para mim nunca mais. Não me esconda nada. Eu ainda não sei se acredito na sua história, mas, vou ouvir com atenção, cuidado e respeito tudo o que você tem para me contar, toda a sua versão. E por isso, não minta pra mim, eu odeio mentiras. E eu vou contar aos meus avós quem é você de verdade.

- Carol... Obrigada por me ouvir, prometo não te esconder ou mentir para você. Quanto a falar para seus avós, tem certeza?

- Sim. A minha relação com eles é de confiança. Eles sempre me apoiaram em tudo Diana, sempre estiveram lá para mim... - Carol fecha os olhos, as lágrimas descem, ela respira fundo - Eu vou decepcionar tanto eles Diana... Tanto...

Diana segurou as mãos de Carol com firmeza, como se quisesse transmitir segurança em meio ao caos.

- Carol...

Carol balançou a cabeça, as lágrimas ainda escorrendo.

- Eles não vão entender, Diana... ninguém vai entender.

Diana aproximou-se mais, encostando a testa na dela.

- Então deixa que eu enfrento com você. Eu vim preparada para o inferno, lembra? Só que agora... eu não estou sozinha.

Carol respirou fundo, e antes que pudesse pensar, voltou a beijá-la. Dessa vez não havia hesitação, apenas entrega. O beijo foi intenso, carregado de carinho, como se cada lágrima se transformasse em força.

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Olá... voltei...
Meninas, espero que gostem... Essa semana foi complicado, mas tem capitulo novo na área... Então já sabem: COMENTEM!

Amo os comentários de voces, preciso me organizar para responder e também para corrigir os capitulo, notei alguns erros.

Então, comentem, animem essa autora.... animem mesmo comentando...

Bjos e até o próximo capítulo!


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Comentários para 32 - Capitulo 32:
jake
jake

Em: 29/03/2026

Amoooo....

Sou fascinada por essa história maravilhosa 

Parabéns autora...

Gratidão!!!!

Responder

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HelOliveira
HelOliveira

Em: 25/03/2026

Adorei esse capítulo, é tão sentir as duas buscando se entender e Carol mesmo com tudo contra está dando um voto de confiança para Diana....

Cada capítulo me deixa mais ansiosa, torcendo para que se seja descoberta alguma pista

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Duduka
Duduka

Em: 22/03/2026

Diana precisa descobrir logo alguma pista. tenho quase certeza que foram o avô e o tio que mataram o pai de Carol.. 


Dinha Lins

Dinha Lins Em: 22/03/2026 Autora da história
Sim.... ela já descobriu algumas coisas, e a Lavinia vai chegar pra ajudar ela, e quem sabe o que a prima da Diana pode fazer, né?


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