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Sob as Sombras de Nova Esperança por Dinha Lins

Ver comentários: 2

Ver lista de capítulos

Palavras: 2320
Acessos: 383   |  Postado em: 14/03/2026

Capitulo 31

 

Capítulo 31

 

"Algumas verdades pesam mais quando guardadas em silêncio do que quando ditas em voz baixa." - Autor desconhecido

 

O jantar havia terminado em clima de aconchego. Risos, lembranças e histórias da fazenda aqueceram o ambiente, mas Carol carregava dentro de si um turbilhão que ninguém conseguia ignorar. Esther, fiel amiga desde a infância, sabia que a conversa prometida não poderia ser adiada por muito tempo.

Depois de ajudarem Dona Estelita a recolher a mesa, as duas jovens se afastaram para a varanda. O vento da noite trazia o cheiro da terra molhada e o som distante dos animais. Esther se recostou no parapeito e olhou para Carol com firmeza.

- Agora não tem desculpa, Carol. Você prometeu que ia me contar.

Carol respirou fundo, o coração acelerado.

- Eu... conheci alguém.

Esther arqueou as sobrancelhas, curiosa.

- Alguém? Isso explica muita coisa. Você tá apaixonada por um homem e por isso tá assim?

Carol olhou para a amiga sem entender.

- Homem? De... De onde veio isso Esther?

- Ué... Se não é homem, mas por que você está tão triste?

Carol hesitou, os olhos marejados.

- Porque é complicado. Muito mais do que você imagina.

- Ela é comprometida? Você descobriu e por isso está assim?

- Meu Deus Esther... Primeiro homem e agora comprometida...

Esther se aproximou, segurando a mão da amiga.

- Carol, deixa eu entender, se não é homem, e não é mulher comprometida, complicado ou não, você sabe que pode confiar em mim. Crescemos juntas, Carol. Eu não vou te julgar.

Carol desviou o olhar para o horizonte escuro.

- Eu tenho medo da reação do meu avô... e da minha família.

Esther apertou a mão dela com carinho.

- Então começa comigo. Me diz quem é essa pessoa.

Carol fechou os olhos por um instante, como quem luta contra si mesma. O nome de Diana quase escapou de seus lábios, mas ela conteve.

- É alguém que... mexeu comigo de uma forma que eu não esperava.

Esther sorriu de leve, tentando aliviar a tensão.

- Isso já é um começo. Mas você sabe que eu não vou sossegar até descobrir quem é.

Carol riu entre lágrimas, abraçando a amiga.

- Eu sei. E é por isso que eu te amo tanto.

Naquele abraço, Carol encontrou um pouco de paz. Mas dentro dela, a tempestade continuava.

O vento da noite soprava suave na varanda, trazendo o cheiro da terra e o som distante dos animais. Carol e Esther conversavam em voz baixa, sem perceber que Dona Estelita, ao sair da cozinha, havia parado alguns passos atrás da porta.

Estelita pretendia chamar as duas para dentro, mas congelou ao ouvir Esther perguntar: - Alguém? Isso explica muita coisa. Você tá apaixonada por um homem e por isso tá assim?

O coração da avó disparou. Nunca imaginara que a neta pudesse estar assim por um homem. Mas logo ouviu a resposta: - Homem? De... De onde veio isso Esther?

Estelita fechou os olhos, já imaginando que o marido tinha razão. O peso da suspeita se confirmava em seu coração. Ficou ali, ouvindo o restante da conversa, dando tempo para que as jovens falassem.

Alguns minutos depois, decidiu se aproximar. Empurrou a porta suavemente e surgiu diante delas.

- O que está acontecendo aqui? - perguntou, a voz calma, mas firme.

As duas se entreolharam, desconversando. Esther tentou sorrir, Carol baixou os olhos.

- O que está acontecendo, Carol? - repetiu Dona Estelita, agora mais incisiva. - Não vou entrar sem saber por que você está assim. E você também, Esther... não pense que não notei as conversas no celular.

Esther mordeu os lábios, nervosa, e olhou para a amiga. Carol, por sua vez, abaixou ainda mais o olhar, incapaz de sustentar a firmeza da avó. O silêncio se instalou, pesado, como se cada palavra não dita fosse um segredo prestes a explodir.

Esther respirou fundo e, para aliviar o clima, disse:

- Madrinha, não é nada demais. Eu só estava conversando com um jovem que conheci há poucos dias. Nada sério, e ele nem é daqui da cidade.

Dona Estelita estreitou os olhos, mas não respondeu de imediato. Observou Carol, que não conseguia encarar a avó.

- Carol... filha, por favor, fale com essa velha. - pediu com ternura, mas firmeza.

Carol abriu a boca, mas nenhuma palavra saiu. Depois de alguns segundos, murmurou:

- Eu ainda estou assimilando algumas coisas. Assim que conseguir digerir tudo, você e o vô serão os primeiros a saber.

Esther, tentando aliviar a tensão, sorriu e disse:

- Madrinha, eu acho que a Carol finalmente percebeu que entre ela e a Alice tem algo mais que amizade... e isso tá bugando a cabeça dela.

Carol arregalou os olhos e riu, olhando para a amiga sem acreditar no que ouvira.

- Esther! - disse, divertida.

Dona Estelita riu junto, balançando a cabeça.

- Ah, minha filha... eu e Mário faríamos muito gosto nesse namoro.

Carol suspirou, ainda sorrindo.

- Vó... não entra nessa aí não. Depois dessa vou é deitar, porque os últimos dias não foram fáceis.

- Tá vendo, madrinha? Já desconversou... Vai lá, vai. - brincou Esther.

Carol beijou a amiga e a avó, ainda rindo, e entrou na casa. Na sala, encontrou o avô assistindo televisão. Aproximou-se, deu um beijo nele, e recebeu um carinho no rosto que a fez se sentir acolhida.

Ao subir para o quarto, respirava fundo, pensando que no dia seguinte precisaria encontrar forças para entender como agir diante de tudo que estava vivendo.

 

########

 

O dia também não havia sido fácil para Diana. Passara horas trancada no escritório, mergulhada em papéis e lembranças que não lhe davam descanso. Conversara minimamente com Brito e Mariana, e até Rico tentara se aproximar, mas fora recebido com frieza. Não havia ânimo para brigas, nem para sorrisos. O que Diana realmente queria era voltar no tempo e se apresentar de verdade para Carol, sem segredos, sem sombras.

A cada instante, o pensamento a corroía: precisava provar que todos estavam errados sobre seu pai. Durante a tarde, falara com Lavínia, sua amiga e advogada de confiança. Lavínia contou que já havia entrado com um pedido para acessar o processo do pai de Diana e que descobrira algo inquietante: uma prima de Diana, filha de Décio, trabalhava na promotoria de Nova Esperança. Essa prima, segundo informações, havia buscado dados sobre Diana e sua família.

- Se ela descobrir algo, não vou negar. - disse Diana, firme. - Já está na hora de Nova Esperança saber quem é Diana Camargo de verdade.

Lavínia, percebendo o peso da situação, respondeu que provavelmente iria para Nova Esperança nos próximos dias, para ajudar em tudo.

- Você vai precisar de apoio, Diana. - disse com convicção.

Diana agradeceu, sabia que a ajuda da amiga in loco seria importante.

No começo da noite, Liz bateu à porta do escritório.

- Di, todos estão esperando você para o jantar.

- Não vou jantar. Antes de dormir como alguma coisa. - respondeu, sem levantar os olhos dos papéis.

Liz entrou, fechou a porta atrás de si e se aproximou.

- Di, fala comigo... Você passou o dia inteiro aqui com esses documentos. O que descobriu até agora?

Diana ergueu o olhar cansado para a amiga. Liz continuou, com voz suave, mas firme:

- Guarda esses papéis. Vem jantar, relaxar um pouco, por favor. Amanhã é um novo dia. Você continua, se quiser eu passo o dia aqui e te ajudo. O que acha?

Diana fechou os olhos por alguns segundos, respirou fundo e finalmente assentiu.

O jantar na casa começou em clima leve. Brito e Mariana se esforçavam para animar a mesa, trazendo histórias engraçadas da fazenda. Douglas, sempre com suas tiradas sarcásticas e piadas rápidas, conseguia arrancar risadas até de quem estava mais tenso.

Diana, no entanto, permanecia inquieta. Tentava se concentrar, mas sua mente voltava sempre para Carol e para os papéis que havia deixado no escritório. Liz, ao seu lado, também parecia distante, sorrindo bobamente em alguns momentos, como quem guarda um segredo. Rico percebeu o clima e tentou interagir com a irmã, mas Diana ainda estava magoada e não conseguia agir como antes com ele. Liz, por sua vez, nem se importava com a presença de Rico.

Após o jantar, Diana seguiu para a varanda, buscando o ar fresco da noite. Pouco depois, Mariana e Liz se juntaram a ela. As três ficaram em silêncio por alguns instantes, até Mariana perguntar, com um sorriso curioso:

- Liz, onde você foi hoje à tarde?

Liz sorriu e desconversou.

- Ah... nada demais.

Diana franziu o cenho.

- Você saiu? Foi para onde?

Mariana insistiu, divertida:

- Isso mesmo, vamos... nos diga para onde foi!

Liz respirou fundo e respondeu com naturalidade:

- Fui conversar com a Alice.

Diana suspirou, sentindo o peso do nome. Mariana sorriu, satisfeita com a resposta. Nesse momento, Rico, Douglas e Brito chegaram à varanda. Ao ouvir que Liz havia ido falar com Alice, Rico fechou a cara imediatamente.

- Você só pode estar brincando, Liz... - disse com ironia.

Mariana saiu rapidamente em defesa da filha, não gostando da maneira como Rico falou.

- Não fale assim com ela Rico. E outra Alice é uma boa moça, já disse isso antes.

Diana olhou para Liz, questionando-a com o olhar. Douglas, percebendo o clima, defendeu a irmã com firmeza.

- Rico, deixa de besteira. Liz é adulta, sabe o que faz.

Brito também não gostou do tom usado por Rico, quando ia falar, Liz inteveio com o queixo erguido respondeu com firmeza:

- isso mesmo Douglas, sou adulta, solteira, e apenas fui falar com alguém que está me interessando ultimamente. Então, boa noite.

Diana não conteve a gargalhada diante da saída da amiga. Levantou-se e seguiu para o quarto, ainda rindo. Rico ficou de boca aberta, sem reação. Mariana e Brito riram juntos, enquanto Douglas apenas balançava a cabeça, divertido com a cena.

Liz sabia que a amiga não dormiria tão cedo. Caminhou até o quarto de Diana. Bateu levemente na porta e, sem esperar resposta, entrou. Trancou a porta atrás de si e foi direto se deitar ao lado da amiga.

- Daqui a pouco o Rico vai dizer que estamos ficando... - brincou Diana, com um sorriso cansado.

Liz riu alto.

- Deixa ele dizer o que quiser...

Diana apenas sorriu, balançando a cabeça.

- Agora me fala... o que você foi falar com a doutora?

Liz hesitou por um instante, mas logo sorriu, os olhos brilhando.

- A gente se beijou...

Diana ficou boquiaberta.

- O quê?!

Liz continuou, emocionada:

- O beijo dela me desarmou, Di... Nunca me senti assim com ninguém na vida. Nem pelo Rico, quando a gente se beijou aqui em Nova Esperança, ou nas vezes que rolou uns pegas antes... Juro.

Diana balançou a cabeça, incrédula.

- Essa é nova...

Liz se deitou de costas, olhando para o teto, e suspirou.

- Não sei explicar... foi diferente. Como se tudo tivesse parado por alguns segundos. Eu não queria que acabasse.

Diana a observava, ainda surpresa, mas também divertida.

- Então é sério, Liz? Você acha que pode rolar algo mesmo entre vocês?

Liz virou o rosto para a amiga, sorrindo.

- Eu não sei o que vai acontecer, mas sei que quero descobrir. Alice mexeu comigo de um jeito que ninguém nunca conseguiu.

Diana respirou fundo, apoiando a cabeça no travesseiro.

- Bom... pelo menos alguém aqui está vivendo um romance sem segredos.

Liz riu e cutucou a amiga.

- Ah, Di... Sei que em algum momento você e Carol vão conseguir conversar.

Diana desviou o olhar, pensativa, mas não respondeu. O silêncio entre elas foi preenchido apenas pelo som da noite entrando pela janela.

O dia amanheceu em Nova Esperança. Diana desceu cedo, ainda com o peso da noite anterior nos ombros. Na cozinha, encontrou Lúcia preparando o café da manhã. Pegou apenas uma xícara de café puro, bebeu em silêncio e saiu.

Seguiu até o estábulo recém-reformado. O cheiro da madeira nova misturado ao feno trazia uma sensação de frescor. Escolheu um cavalo, montou com firmeza e partiu sem destino certo, apenas buscando espairecer.

O vento batia em seu rosto enquanto cavalgava. A cada passo do animal, sentia como se pudesse deixar para trás parte da angústia que a consumia. Mas o coração a guiava, e quando percebeu, estava diante do rio. O mesmo rio onde, dias atrás, havia visto Carol pela primeira vez.

Diana desmontou, amarrou o cavalo e caminhou até a margem. O reflexo da água brilhava sob o sol da manhã, e ela se deixou ficar ali, contemplando. O lugar parecia carregar a energia daquele encontro, como se cada pedra e cada correnteza guardassem a lembrança de Carol.

Respirou fundo, fechou os olhos e deixou que a memória a invadisse. O primeiro olhar, o beijo inesperado, a cicatriz que revelava mais do que palavras. Tudo voltava com força, e o coração apertava.

Foi então que ouviu passos atrás de si. Virou-se lentamente e, como se o destino tivesse escolhido aquele instante, viu Carol se aproximando.

Carol também havia buscado o rio, como quem procura respostas na imensidão da natureza. Ao avistar Diana, parou por alguns segundos, o coração disparado.

O silêncio entre elas foi intenso, quase palpável. O rio corria, as aves cantavam, mas nada parecia existir além das duas.

Diana deu um passo à frente, hesitante.

- Carol...

Carol respirou fundo, tentando conter a avalanche de sentimentos.

- Eu não esperava te encontrar aqui.

Diana sorriu, tímida, mas com os olhos cheios de emoção.

- Talvez fosse para ser.

Carol desviou o olhar para a água, como se buscasse coragem.

- Os últimos dias não têm sido fáceis...

- Nem para mim. - respondeu Diana, aproximando-se mais. - Eu só queria... que você soubesse quem eu realmente sou.

Carol levantou os olhos, encarando-a. O mundo pareceu parar naquele instante.

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Como o prometido, dois capitulos hoje...
Espero muitos comentários, me falem o que estão achando... se estão gostando... animem a escritor aqui gente....


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Comentários para 31 - Capitulo 31:
HelOliveira
HelOliveira

Em: 15/03/2026

Ah autora vc sabe como terminar esses capítulos e deixar a gente com o coração mão..... Vamos torcer para que elas consigam se entender e juntar forças para decobrir a verdade....

Amando a história 


Dinha Lins

Dinha Lins Em: 22/03/2026 Autora da história
kkkkkkk
Feliz por vc estar amando a história.
Vamos torcer sim para que elas acabem se entendendo...


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jake
jake

Em: 15/03/2026

Ah autora volta aqui as meninas precisa se entender....

Pf n demora ok....bom fds


Dinha Lins

Dinha Lins Em: 22/03/2026 Autora da história
Espero que esteja gostando dos rumos da história...


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