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Sob as Sombras de Nova Esperança por Dinha Lins

Ver comentários: 2

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Palavras: 2405
Acessos: 329   |  Postado em: 14/03/2026

Capitulo 30

 

Capitulo 30

 

Às vezes, o silêncio é o único abrigo para um coração em tempestade." - Autor desconhecido

 

Carol dirigia em direção à fazenda, mas sua mente estava longe da estrada. Os últimos acontecimentos vinham em ondas: o encontro com Diana pela primeira vez no rio que dividia as terras, primeiro beijo, as conversas pelo telefone, os encontros que se tornaram cada vez mais intensos... e, principalmente, o último. A lembrança da cicatriz no ombro de Diana a atingia como um raio.

- Ela é filha daquele homem...

Naquele instante, sua memória a levou de volta à infância: o pai cuidando da filha do homem que o matou. A cena era tão viva que as lágrimas vieram sem aviso. Orgulho e dor se misturavam. Orgulho por ter herdado a compaixão do pai, a certeza de que queria seguir seus passos na medicina. Dor por carregar a impotência diante de uma história marcada por injustiça e sangue.

- O sangue do meu pai indiretamente está nas mãos de Diana! Como eu poderia viver com essa lembrança? E meus avós? Minha mãe e meu irmão... seria o inferno.

O choro veio forte. Carol precisou parar o carro por alguns minutos, sentindo o peso da discussão com Décio e a sensação de não ter controle sobre nada. Respirou fundo, enxugou as lágrimas e decidiu seguir. Ao passar pela entrada da fazenda de Diana, o coração acelerou. O olhar se fixou na estrada, mas a mente insistia em voltar para ela.

Finalmente, chegou à sede da fazenda da família. Demorou alguns minutos antes de sair do carro. Respirou fundo, como quem se prepara para enfrentar o mundo, e desceu.

Na porta, encontrou a avó, Dona Estelita, que a abraçou com ternura.

- Estava com saudades, minha filha.

Carol sorriu, ainda emocionada.

- Vó... não tem nem cinco dias que eu estive aqui.

- É a casa vazia, Carol. Gabriel ainda não disse quando volta. Você tem seus compromissos com o hospital, seus pacientes, fora as visitas que faz por aí... A avó sente saudades filha, mesmo com Esther vindo aqui quase todos os dias, falta vocês, filha.

Carol a abraçou apertado, como para dizer que sentia o mesmo.

- Prometo que vou dormir mais aqui, vó.

Dona Estelita suspirou, preocupada.

- Não gosto de você vindo pra fazenda à noite sozinha.

- Tá bom, vó... vou ver o que faço, está certo?

- Bom, não está, mas, vai melhorar! Esther ficou para falar com você.

- Daqui a pouco falo com ela, o Dr Mário está ai? Ou andando pela fazenda?

Dona Estelita sorriu e disse:

- Desde cedo que está te esperando. Entrou tem uns minutos e deve estar lá na sala aperreado porque você não entrou em casa ainda.

As duas riram. Carol adorava os avós, o clima na fazenda. Ela respirou fundo, realmente estava precisando do colo, carinho e amor dos avós.

Entraram juntas na casa. O Dr. Mário, assim que a viu levantou-se e a recebeu com um abraço forte e saudoso. Carol fechou os olhos, permitindo-se ser consolada. Por alguns instantes, deixou de lado todas as dúvidas e pesos das discussões. Desde a infância, aquele abraço tinha o poder de acalmá-la.

Dona Estelita observava os dois, o coração alegre pela presença da neta querida. Sabia o quanto eles se amavam e se apoiavam. Interrompeu com uma brincadeira:

- Ela nem tenta esconder o quanto prefere você, Mário...

Carol sorriu, ainda abraçada ao avô.

- Amo vocês dois igualmente, Dona Estelita. Apenas sou mais parecida em alguns pontos com esse velhinho aqui...

Eles riem, Carol se sente melhor, a presença dos avós consegue quebrar um pouco a dureza dos acontecimentos recentes.

- Vamos até o escritório?

- Sim. Vó a Esther ta onde?

- Ela foi até a vila dos empregados, iria falar com a mãe de algum aluno dela. Quando ela chegar, peço que ela vá encontrar vocês no escritório, enquanto isso vou agilizar as coisas para jantarmos, e Mário não prenda a menina muito tempo.

Dr Mário assentiu levando a neta para o escritório. Ele conhecia a neta como poucos. Bastou olhar para Carol para perceber que havia algo além da briga com Décio. Afinal, não era a primeira vez que os dois tinham embates.

- O que realmente está acontecendo, Carol? - Perguntou, a voz firme, mas carregada de ternura. - Aquele miserável fez algo a mais? Ou sua mãe e irmão andaram ligando pra você? Seu irmão me ligou mais cedo avisando que chegam até o fim de semana.

Carol baixou os olhos. O coração disparou. Como poderia dizer a esse homem, que moldou quem eu sou, que sempre esteve ao meu lado, que me apaixonei pela filha do homem que matou o filho dele?

Dr. Mário se aproximou ainda mais, pegou a mão da neta e a apertou suavemente, demonstrando todo o carinho e amor que sentia. A levou para o sofá e disse: - Confie no seu velho avô, o que está acontecendo Carol?

Ela respirou fundo, as lágrimas desceram silenciosas.

- Carol...

- Não se preocupe, vô. Não tem nada a ver com minha mãe ou o Rafael, quanto ao Décio, não foi a primeira e muito menos será a última vez que teremos algum embate.

- Então, o que está te deixando assim?

- Eu conheci alguém vô.

- Conhecer alguém é o que hoje em dia? Nunca sei como vocês jovens...

Carol sorriu.

- Ela é diferente Dr Mário, mas... talvez não seja para ser...

- Filha... se essa pessoa machucar seu coração...

Carol sorriu entre lágrimas, levou a mão do avô até os lábios e a beijou com ternura.

- Não se preocupe, vô.

- Tem certeza, Carol? Quem é ela? - Insistiu ele, olhando-a nos olhos.

- Sim... Não precisa se preocupar e quanto a quem é ela, por enquanto vamos deixar essa questão para outro momento, pode ser? - Respondeu, tentando parecer firme. - Mas como foi que o senhor ficou sabendo da confusão com o Décio? O senhor não é ligado em redes sociais...

Dr. Mário soltou uma risada curta.

- Ah, Carol! Você não me engana... Mas, vamos lá, mudar de assunto, não é? Você acha mesmo que as pessoas não iriam me ligar? Me mandar os vídeos? Aquele miserável vai pagar por te ameaçar. Sem falar nas ameaças que fez à Alice...

Carol respirou fundo.

- A Ângela deu um basta nele, vô. Mas se ele não se retratar, eu e Alice vamos processá-lo.

- Devem fazer isso mesmo. Já falei com o prefeito e alguns aliados...

Carol ergueu o olhar, firme.

- Vô, eu não quero dever favores.

Dr. Mário estreitou os olhos, sério.

- Eles é que me devem favores, Ana Carolina! Eles é que me devem. E você não tem que baixar a cabeça para ninguém, ainda mais para um Camargo.

Ao ouvir o nome, Carol respirou fundo, sentindo o peso da história.

Esther e Dona Estelita entraram no escritório trazendo consigo um ar mais leve. Dr. Mário, por enquanto, deixou as coisas como estavam, mas em seu íntimo sabia que a neta escondia algo maior. Olhou para a afilhada e para a neta com carinho, como quem guarda segredos no olhar.

- Atrapalho? - Perguntou Esther, sorrindo, mas percebendo o clima carregado no ar, ela correu para abraçar a amiga.

Carol respirou fundo e disse:

- Nunca, eu que preciso de um banho. Podemos continuar essa conversa depois vô

- Quando você descer já podemos jantar, esses dois quando começam não querem mais parar Esther, se deixarmos o jantar vai ser lá para as 10h da noite. - respondeu Dona Estelita com ternura.

- A madrinha hoje está com ciumes, Carol.

- Desde que cheguei ela tá assim... - Carol foi abraçar a avó que riu e deu beijos no rosto da neta.

- Vão tomar banho as duas, quando descerem o jantar já vai estar pronto... vão logo... vão...

As duas jovens saíram conversando, deixando o ambiente mais silencioso. No escritório, Dona Estelita e Dr. Mário se entreolharam.

- Agora nós dois dois Mário, o que ela tem? - Perguntou a avó, preocupada

- Também notou que os sorrisos não chegaram aos olhos? - Retrucou ele.

Ela apenas assentiu.

- Ela disse que conheceu alguém e que é complicado... - Completou Dr. Mário, pensativo.

- Complicado? Mas, por que seria complicado? Ela tem nosso apoio Mário. Ela não falou mais nada, querido? - Insistiu Dona Estelita.

Dr. Mário suspirou, sentou-se e apoiando os cotovelos nos joelhos olhou para esposa e disse:

- Meu amor, por que você acha que nossa neta ficaria triste e desconversaria sobre alguém que conheceu? Depois de todos esses anos e do apoio que ela sempre recebeu de nós dois?

Dona Estelita olhou para ele com apreensão e o abraçou.

- Tem certeza?

Ele se levantou e beijou o rosto da esposa com carinho.

- Minha querida, nossa neta não estaria tão triste ao ponto de chorar se não tivesse a ver com aquela lá...

- Mário...

- Eu disse a você que viram as duas conversando no hospital, e vi quando o carro dela parou no prédio de Carol aquele dia.

- O que você pretende? - perguntou ela, firme.

- Proteger nossa neta a qualquer custo.

Eles se olharam, juntaram as mãos e respiraram fundo.

- Vamos esperar ela nos dizer algo e apoiar. - disse Dona Estelita com serenidade. - Quando a mãe dela e Rafael chegarem aqui, vai ser sofrido, não vai, Mário?

- Sim. E não vou deixar que aquela lá usar nossa neta, já basta o que Carol passou com a mãe e tudo mais que o pai dela fez. Não vou permitir que nossa neta sofra ainda mais, Estelita.

- Mário, e se ela não for filha dele? - interrompeu a esposa.

Ele balançou a cabeça, convicto.

- Ah, Estelita... você não viu como ela me olhou, nem a maneira que falou comigo. Ela é a filha dele. E não vou permitir que use nossa neta para uma vingança.

Dona Estelita apertou a mão do marido, firme.

- Então vamos dar tempo ao tempo. Esperar Carol nos dizer algo e aí sim, juntos, vamos decidir o que fazer. Por favor!

Dr. Mário respirou fundo e assentiu.

- Está certo, meu amor.

Os dois se levantaram e caminharam lado a lado até a sala, prontos para esperar as jovens e partilhar o jantar em família.

Enquanto os avós permaneciam no escritório, Carol e Esther subiram para o quarto. Carol, ainda com o semblante carregado, perguntou:

- Você vai tomar banho agora?

- Vou sim. Mas me espera para descermos juntas, porque quero conversar com você antes do jantar. - respondeu Esther, firme, como quem já sabia que havia algo a ser dito.

Carol apenas assentiu. Enquanto a amiga se dirigia ao banheiro, ela respirou fundo e caminhou até a janela. O pôr do sol tingia o horizonte de tons dourados e alaranjados, mas a beleza da cena não conseguia afastar o peso que carregava. Ficou ali, contemplando a imensidão, perdida nos pensamentos que não a deixavam em paz.

Como falar para o meu avô sobre Diana? - pensava. O medo da reação dele a consumia. Apesar de tudo, estava apaixonada. E essa encruzilhada a deixava triste, apreensiva, quase sem forças.

O tempo passou sem que ela percebesse. Esther já havia tomado banho e voltado, mas Carol continuava imóvel diante da janela.

- Carol, você não tomou banho ainda? - perguntou a amiga, surpresa.

Carol se virou, como quem desperta de um transe.

- Não... vou tomar agora.

Quando tentou passar, Esther segurou sua mão e a puxou suavemente.

- O que está acontecendo?

- Nada. - respondeu rápido, quase automática.

Esther estreitou os olhos, firme.

- Carol, nós somos amigas desde criança. Cresci nessa casa junto com você e o Rafael... - disse, com certa insatisfação ao mencionar o irmão da amiga. - Então você vem dizer pra mim que não tem nada acontecendo? Basta olhar pra você...

Carol desviou o olhar.

- Esther, é sério...

A amiga não se deixou convencer.

- Vai tomar banho, eu te espero aqui. Temos um tempinho antes que a madrinha venha nos buscar. E você vai usar esse tempo pra me falar o que está acontecendo.

Carol respirou fundo, sentindo o peso da cobrança, mas também o carinho escondido nas palavras da amiga. Sabia que não poderia fugir para sempre.

Ao sair do banheiro, Carol encontrou Esther sentada na cama, rindo ao celular.

- Tá bom, Douglas, a gente conversa melhor depois... beijos. - disse a amiga, despedindo-se com um sorriso.

Carol arqueou a sobrancelha, curiosa.

- Gatinho novo?

Esther sorriu, divertida.

- Conheci ele na última vez que estive no Rancho 7 com a Alice...

- Ela não me disse nada. - respondeu Carol, surpresa.

- Porque ela não viu. Não sei o que aconteceu, mas saiu rápido de lá com uma loira, deixou o Marcílio com a cara de bunda. - as duas riram juntas, quebrando por alguns instantes o peso que Carol carregava.

- De onde é esse Douglas? - perguntou Carol, tentando prolongar o assunto.

Esther, porém, estreitou os olhos e mudou o tom.

- Nem vem, Carol. O que você tem?

- Já disse, não tenho nada. - respondeu rápido, desviando o olhar.

Esther se aproximou, firme, mas carinhosa.

- Meu amor... te conheço. Vamos, desembucha.

Carol suspirou, sentindo o coração apertar.

- Hoje o dia foi complicado. Vamos descer, e depois do jantar a gente conversa. Pode ser?

Esther a olhou com atenção, como quem não se deixaria enganar.

- Depois você não me escapa...

As duas sorriram e desceram juntas. Na sala, encontraram Dr. Mário e Dona Estelita já à espera. Foram todos para a mesa de jantar. O ambiente se encheu de conversas sobre o cotidiano da fazenda, os pacientes de Carol, as histórias da vila e até algumas lembranças antigas.

Apesar da leveza, havia algo no ar. Os avós trocavam olhares discretos, percebendo que a neta escondia mais do que dizia. Esther, por sua vez, observava Carol com carinho, respeitando o silêncio, mas guardando para si a certeza de que ainda teria aquela conversa.

Entre risos, lembranças e afeto, o jantar se tornou um momento de aconchego. Mesmo com segredos não ditos, o respeito e o amor entre eles eram palpáveis, como se cada gesto fosse uma promessa silenciosa de apoio e proteção.

 

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Olá, Boa noite!
Olha capitulo novo ai...

Espero muitos comentários....
Assim, que conseguir organizar meus horários prometo responder todos os comentários.... Mas, também espero novos comentários... animem essa escritora....

Daqui a pouco posto o outro...


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Comentários para 30 - Capitulo 30:
jake
jake

Em: 14/03/2026

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jake
jake

Em: 14/03/2026

Eita que os avós já sabe de Diana .... Será que irão apoiar....
Parabéns autora pela bela história.....


Dinha Lins

Dinha Lins Em: 22/03/2026 Autora da história
Obrigada! Feliz por vc estar gostando da história!
Menina, Dr Mário é ligado nas coisas...
kkkkk


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