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Sob o peso do desejo por MalluBlues e

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Palavras: 2638
Acessos: 219   |  Postado em: 10/04/2026

Capítulo XIV: Assuntos Delicados

Por Cecília:

Meu espírito permanecia inquieto. Vagava pelos corredores da casa, pelos jardins, pela biblioteca… mas sempre voltando, obsessivamente, às cartas que Inês e Bianca haviam trocado. Que segredos estavam escritos naqueles papéis? Que intimidade se desenvolvera tão rapidamente entre elas?

Quando desci para o desjejum, meu coração batia com aquela antecipação irritante que vinha me acompanhando ultimamente. Esperava encontrá-la, precisava vê-la, mas já da escada, antes mesmo de entrar na sala, vi sua cadeira vazia. Inês não estava.

— Bom dia, querida — tia Eulália cumprimentou, servindo-se de suco. — Dormiu bem?

— Razoavelmente — menti, sentando-me com movimentos mecânicos. Meus dedos pegaram nervosamente com a xícara. — E... Inês?

— Oh, ela desjejuou muito cedo — tia Eulália disse casualmente. — Disse que tinha assuntos a resolver antes do chá da tarde.

Assuntos. Claro. Assuntos que não me diziam respeito. Assuntos que provavelmente envolviam Bianca Rossi.

No almoço não foi diferente. Inês não apareceu.

Sentei-me à mesa apenas com tia Eulália, que parecia de excelente humor, completamente alheia à tempestade dentro de mim.

— Rute — ela chamou quando a empregada entrou com a travessa de frango assado — peça à Arminda para preparar algo especial para o chá desta tarde. Bolos frescos, aqueles biscoitos de polvilho que ela faz tão bem. Queremos causar boa impressão nos Rossi.

— Sim, senhora — Rute respondeu, fazendo uma reverência antes de sair.

Eu prestava atenção na conversa e cutucava minha comida sem real apetite quando a pergunta escapou:

— Tia, Inês já lhe deu resposta sobre... sobre o pedido do Comendador?

Tia Eulália pausou com o garfo no ar, me lançando um olhar avaliador.

— Não, querida. Ainda não.

— E ele? — pressionei, incapaz de parar agora que começara. — O Comendador não deve estar satisfeito com a demora da resposta.

— Na verdade — tia Eulália suspirou, pousando os talheres — recebi correspondência dele esta manhã. Perguntando sobre... novidades.

— E o que responderá?

— A verdade — ela disse simplesmente. — Que Inês ainda não me deu uma resposta definitiva.

As palavras saíram antes que pudesse detê-las:

— Sei que não é de bom tom comentar sobre algo que não me diz respeito, mas sinceramente espero que Inês recuse.

O silêncio tomou conta da sala de jantar por um momento.

Tia Eulália depositou o garfo no prato e seus olhos encontraram os meus com uma firmeza que ela raramente empregava comigo.

— Você está certa, sobrinha Cecília. Não é de bom tom comentar sobre uma decisão que não lhe compete. — Sua voz era suave, mas o conteúdo da mensagem era claro. 

Baixei os olhos, sentindo meu rosto começar a queimar de humilhação e raiva. Queria argumentar mais, queria gritar que o Comendador era velho e predatório e que Inês merecia mais, mas a expressão no rosto de tia Eulália deixou claro que o assunto estava encerrado.

***

Às quatro horas da tarde em ponto, ouvi o som inconfundível de uma carruagem parando em frente à casa.

Eles haviam chegado.

Olhei-me rapidamente no espelho do hall, ajeitando meus cabelos. Usava um vestido de algodão cor de pêssego, simples mas elegante. 

Quando desci as escadas e vi Inês já esperando na antessala, meu coração deu um salto. Era a primeira vez que eu a via naquele dia.

Ela usava o habitual vestido cinza, mas havia algo profundamente diferente em sua expressão. Os olhos, normalmente tão controlados, continham uma agitação que ela não conseguia esconder completamente. Seus dedos tamborilavam levemente contra a saia. Ela era sempre tão contida, mas naquela tarde parecia ansiosa. 

Nossos olhos se encontraram brevemente. Ela desviou primeiro, mas não antes de eu sentir um calafrio em meu estômago.

Tia Eulália entrou na sala naquele momento, seu rosto iluminando-se com sorriso hospitaleiro ao ouvir batidas na porta.

— Senhorita Rossi, Senhor Rossi! Que alegria recebê-los em minha casa!

Bianca entrou primeiro, e eu tive que admitir, com relutância amarga, que ela estava radiante. Usava um vestido de seda azul que realçava seus olhos. Luca a seguia, em seu elegante terno cinza.

— Senhora Eulália — Bianca cumprimentou com uma reverência graciosa — é muito generosa em nos receber. E que casa encantadora!

— A generosidade é nossa ao ter companhia tão agradável — tia Eulália respondeu, praticamente brilhando de felicidade. — É tão raro termos visitas aqui. A casa estava precisando de energia jovial!

— O prazer é todo nosso — Luca acrescentou com seu leve sotaque italiano que, admito, era charmoso. — Agradecemos imensamente por nos receber em seu lar.

Seguimos todos para a sala de estar, onde Arminda havia preparado a mesa com esmero quase excessivo.

Havia bolo de laranja ainda morno, com aquela cobertura brilhante. Biscoitos de polvilho empilhados em pirâmides perfeitas. Pequenos sanduíches de pepino e queijo branco dispostos. E, naturalmente, o chá quente exalando um vapor perfumado.

— Que mesa maravilhosa! — Bianca exclamou, sentando-se. — Senhora Eulália, sua cozinheira é uma artista.

— Arminda está conosco há trinta anos — tia Eulália disse com orgulho. — Aprendeu com a mãe dela, que por sua vez aprendeu com a avó. É tradição de família.

— Tradições familiares são preciosas — Luca comentou, aceitando uma xícara de chá. — Na Itália, minha mãe tinha receitas que passavam de geração em geração. Sinto falta daqueles sabores.

— Devem sentir muitas saudades de casa — eu disse com a voz fria. Não conseguia evitar. Havia algo em Bianca, em sua facilidade em se aproximar de Inês, que me irritava profundamente.

Bianca me lançou um olhar minucioso. Um pequeno sorriso tocou seus lábios, como se ela visse algo que eu tentava esconder. Senti calor subir por meu pescoço. 

— Às vezes — ela admitiu, seu tom era suave, mas seus olhos ainda estavam me estudando. — Mas descobrimos que lar pode ser encontrado em lugares inesperados. Não é verdade, irmão?

— Absolutamente — Luca concordou, mordendo um biscoito. — E devo dizer, esses biscoitos competem de igual para igual com os da mamma.

A conversa seguiu sobre amenidades. O clima, a vila, as diferenças entre as culturas. Tia Eulália estava tagarelando alegremente, completamente anfitriã.

Inês permanecia quieta, respondendo apenas quando diretamente questionada. Mas eu via como seus olhos frequentemente se desviavam para Bianca, como se estivesse esperando algo. 

E Bianca... Bianca a observava também. Havia algo em seus olhares. Uma cumplicidade que me irritava de maneiras que não conseguia nomear completamente.

— Senhorita Rossi — eu disse de repente, interrompendo uma história de Luca sobre Paris, e com minha voz saindo mais afiada que pretendia. — Deve ser fascinante, uma mulher estudando Direito. Tão... incomum.

Houve um breve silêncio. Tia Eulália me lançou um olhar de advertência clara. Mas eu mantive meu rosto perfeitamente inocente, como se não tivesse percebido o tom de provocação em minhas próprias palavras.

Bianca, porém, apenas sorriu mais amplamente, como se minha hostilidade a divertisse.

— É incomum, sim — ela concordou com aquela serenidade enfadonha. — E às vezes desafiador. Mas descobri que as coisas mais valiosas geralmente são aquelas que exigem mais luta para conquistar. — Seus olhos encontraram os meus diretamente. — Não acha, Senhorita Cecília?

Havia algo naquele olhar. Uma pergunta. Um desafio.

Desviei primeiro, sentindo meu rosto corar de uma maneira que me enfurecia ainda mais.

Quando o chá terminou e Arminda começou a retirar as xícaras, Bianca levantou-se com aquela graça estudada, caminhando até a janela que dava para os jardins.

— Que jardim encantador — ela comentou, admirando a vista. — As flores estão absolutamente magníficas.

— Oh, sim! — Luca juntou-se a ela com entusiasmo. — Irmã, você devia ver isso com a luz do dia ainda forte. — Ele voltou-se para tia Eulália. — Senhora Eulália, a senhora se importaria se déssemos um passeio pelos jardins? Adoro botânica, e raramente vejo espécimes tão bem cuidados.

— Claro que não! — tia Eulália exclamou. — Seria uma honra! Minhas pernas estão boas hoje, então posso acompanhá-los e...

— Na verdade — Bianca interrompeu suavemente, voltando-se para nós com expressão que parecia casual mas que seus olhos traíam como calculada — estava pensando... Senhorita Cecília, Senhora Eulália, vocês se importariam de acompanhar meu irmão ao passeio? — Ela pausou, e seus olhos encontraram os de Inês com intensidade. — Tenho um assunto de natureza um tanto... delicada que gostaria de discutir com a Senhorita Inês. Se ela não se importar, claro.

Meu coração parou completamente. Um assunto delicado.

Abri a boca para protestar… mas contra o quê? Não sabia. Não tinha direito. 

Tia Eulália, completamente alheia ao que se passava comigo, foi mais rápida:

— Oh, claro que não! Podem conversar à vontade — ela disse, já se levantando. — Cecília, querida, vamos mostrar ao Senhor Rossi nosso jardim de rosas. São o orgulho da propriedade!

— Mas tia... — comecei, tentando argumentar algo.

— Vamos, vamos — ela já estava me empurrando gentilmente mas firmemente em direção à porta. — O ar fresco fará bem a você. Está com a face muito corada.

E assim me vi praticamente arrastada para fora, minhas pernas movendo-se enquanto minha mente gritava protestos que não podia vocalizar.

***

O jardim estava realmente bonito naquela tarde. O sol tingia tudo de dourado e as rosas em plena floração exalavam um perfume intenso.

Mas eu mal conseguia apreciar qualquer coisa.

Caminhávamos pelos caminhos de pedra, mas minha mente estava completamente focada no que estava acontecendo dentro da casa. Tia Eulália na frente, conversando animadamente com Luca sobre variedades de rosas, técnicas de poda, não-sei-o-quê sobre enxertos. E eu atrás, sentindo algo escuro crescer dentro de mim.

Se eu já tinha antipatia por Bianca Rossi, a partir daquele momento isso se transformara em algo muito maior. Algo escuro crescia dentro de mim. Ardente, irracional, dirigido a uma mulher que eu mal conhecia, que estava naquele exato momento sozinha com Inês, compartilhando segredos que me excluíam completamente.

Que direito ela tinha de pedir para falar a sós com Inês? Que "assunto delicado" poderia ter com alguém que conhecera há apenas alguns dias? E por que Inês concordara tão prontamente, sem hesitação?

— Senhorita Cecília — a voz de Luca me trouxe de volta ao presente. Ele havia se aproximado enquanto tia Eulália examinava uma roseira mais distante. — Está bem? Parece... perturbada com algo.

— Estou perfeitamente bem — menti, forçando um sorriso.

Ele me estudou por um momento.

— Sei que pode parecer estranho — ele disse finalmente, baixando a voz para não ser ouvido por tia Eulália. — A insistência de minha irmã em falar a sós com a Senhorita Inês.

— Um pouco — admiti, incapaz de esconder completamente minha irritação. O sarcasmo escapou antes que pudesse contê-lo: — Considerando que se conheceram há apenas dias e trocaram palavras uma única vez. Um baile já foi estopim suficiente para tamanha amizade que agora também inclui confidências secretas?

Luca não pareceu ofendido por meu tom. Pelo contrário, sorriu com algo que parecia compreensão.

— A estima de Bianca por Inês foi... imediata — ele disse cuidadosamente, escolhendo cada palavra. — Há algo nela que minha irmã reconheceu. Algo que... — ele pausou — ...a faz querer ajudar.

— Ajudar? — repeti, virando-me para encará-lo diretamente. — Ajudar como? Com o quê?

— A conversa entre elas — ele disse suavemente — possivelmente trará certo alívio à Senhorita Inês. Ao menos esperamos que sim.

Quis perguntar mais. Quis exigir explicações completas, detalhadas. Mas naquele momento tia Eulália chamou-nos com entusiasmo exagerado:

— Venham ver esta roseira! É a mais antiga do jardim! Tem quase cinquenta anos.

***

Ficamos no jardim mais tempo do que eu teria desejado. Na verdade, mais tempo do que achava humanamente suportável.

Tia Eulália, que normalmente se cansava rapidamente devido ao reumatismo, parecia ter encontrado energia renovada para mostrar cada maldito canteiro, cada fonte ornamental, cada arbusto meticulosamente podado.

Quando finalmente ela pausou, levando a mão às costas com uma careta de dor, Luca imediatamente se ofereceu com gentileza:

— Senhora Eulália, por favor, sente-se — ele disse, guiando-a até um banco de pedra à sombra de uma árvore antiga. — Não queremos que se canse excessivamente.

— Oh, minhas pernas não são mais o que eram — ela admitiu, sentando-se com alívio e emitindo um suspiro. — A idade cobra seu preço, meu jovem.

Luca sentou-se ao lado dela, iniciando uma conversa sobre algum tratamento que havia lido em seus estudos médicos. Algo sobre compressas quentes e massagens terapêuticas.

Fiquei ali de pé, mudando o peso de um pé para outro, olhando para a casa com frequência e me perguntando o que diabos estaria acontecendo lá dentro.

Quanto tempo se passou? Meia hora? Uma hora? Parecia uma eternidade.

Finalmente tia Eulália declarou que estava descansada o suficiente e que deveríamos retornar.

Meu coração batia descompassado enquanto subíamos os degraus da varanda.

Assim que a porta da frente se abriu para a ampla sala de estar, vi que Bianca e Inês emergiram juntas de um corredor lateral. Não do andar de cima, percebi com alívio irracional, mas da direção da biblioteca.

Então haviam conversado lá. No santuário particular de Inês.

Olhei imediatamente para Inês, procurando pistas em seu rosto, desesperada por entender o que havia acontecido.

E vi.

Seus olhos estavam vermelhos. Não apenas úmidos, mas com aquela vermelhidão inconfundível de quem chorou muito. Havia algo diferente em sua expressão habitualmente controlada. 

Por que Inês chorou? Inês, que nunca mostrava fraqueza.

Algo doeu em meu peito.

— Ah, terminaram o passeio! — Bianca exclamou com naturalidade — O jardim estava maravilhoso?

— Encantador — tia Eulália respondeu, ainda um pouco sem fôlego da caminhada. — Mas estou exausta. Acho que logo vou me retirar para meus aposentos e descansar um pouco.

— Naturalmente — Bianca disse, já pegando suas luvas que havia deixado sobre uma cadeira. — E nós devemos partir também. Já abusamos demais de sua hospitalidade.

As despedidas foram feitas rapidamente, com promessas de retornar em breve. Mas enquanto se despediam, vi Bianca apertar brevemente a mão de Inês, inclinando-se para sussurrar algo que não consegui ouvir.

Quando a carruagem finalmente partiu, levantando poeira na estrada, e tia Eulália subiu pesadamente para seu quarto com ajuda de Rute, ficamos apenas eu e Inês no hall de entrada.

Abri a boca, prestes a perguntar… O quê? O que havia acontecido? O que Bianca dissera? Por que ela chorara?

Mas Inês se virou antes que eu pudesse formular as palavras:

— Vou me retirar para meus aposentos — ela disse de maneira seca.

— Senhorita Inês... — comecei, estendendo a mão sem pensar.

Mas ela já estava subindo as escadas, deixando-me sozinha com perguntas que queimavam minha garganta e ciúmes que envenenavam meu sangue.

***

O jantar foi servido apenas com tia Eulália e eu à mesa.

— Inês não descerá — Rute informou quando trouxe a sopa. Sua expressão era neutra, mas seus olhos revelavam certa preocupação. — Ela pediu que avisasse a senhora que não está com fome e permanecerá no quarto repousando.

Tia Eulália franziu o cenho, pousando a colher.

— Ela está bem? Não está doente, está?

— Disse apenas que precisa descansar, senhora — Rute respondeu rapidamente.

Forcei a comida para baixo. Minha mente estava completamente focada no andar de cima, no quarto onde Inês estava sozinha, processando o que quer que Bianca tivesse lhe contado.

Tia Eulália tentava manter conversa, mas até ela percebeu minha distração e eventualmente desistiu, deixando-nos comer em silêncio.

Naquela noite, deitada em minha cama, com os lençóis emaranhados ao meu redor, não consegui dormir.

Tudo que conseguia pensar era em Inês. Em seus olhos vermelhos. Em sua expressão chocada. 

Em Luca dizendo que a conversa traria "alívio". Aquilo no rosto de Inês não parecia em nada com alívio. Parecia dor. 

O que estava acontecendo comigo? E por que eu não conseguia simplesmente parar de me importar?

Fim do capítulo


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