• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • Destinos Entrelaçados
  • Capitulo 43

Info

Membros ativos: 9600
Membros inativos: 1621
Histórias: 1980
Capítulos: 21,039
Palavras: 53,307,772
Autores: 812
Comentários: 109,191
Comentaristas: 2603
Membro recente: RIZE REZENDE

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • Desafio das Imagens 2026
    Em 23/04/2026
  • 10 anos de Lettera
    Em 15/09/2025

Categorias

  • Romances (880)
  • Contos (476)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (230)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (7)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • A volta do amor que nunca se foi
    A volta do amor que nunca se foi
    Por priskelly
  • Mundos invertidos
    Mundos invertidos
    Por Natalia S Silva

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • Dia dos Namorados em Tempos de Quarentena -  Se Reinventando
    Dia dos Namorados em Tempos de Quarentena - Se Reinventando
    Por Rosa Maria
  • E se...
    E se...
    Por Nadine Helgenberger

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (880)
  • Contos (476)
  • Poemas (235)
  • Cronicas (230)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (7)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Destinos Entrelaçados por Merida

Ver comentários: 1

Ver lista de capítulos

Palavras: 820
Acessos: 193   |  Postado em: 07/04/2026

Capitulo 43

 

Gabriela

Eu não consigo parar de pensar no olhar dela.

Aquele instante em que a Andréia me encarou... não foi raiva. Isso eu até saberia lidar. Foi pior. Foi decepção. E isso está me corroendo por dentro.

Eu só queria mais tempo. Só isso. Não era vergonha dela, nunca foi. Era medo. Medo da reação da minha mãe, medo de estragar tudo, medo de transformar algo tão bonito em um caos que eu não saberia controlar. Mas como explicar isso agora, depois de tudo?

Depois do que eu fiz.

Eu fecho os olhos e ainda sinto o momento. Minha mão... eu realmente bati nela. Na Andréia. A pessoa que eu mais quero proteger no mundo. Como é que eu pude chegar a esse ponto? Que tipo de pessoa eu me tornei naquele segundo?

Ela não merecia aquilo. Nenhum pouco.

E mesmo assim, eu vi... vi quando algo mudou dentro dela. Como se um pedaço do que a gente tinha tivesse quebrado ali, na minha frente, e eu não consegui impedir.

Eu só queria que ela entendesse que eu não estou escondendo a gente por falta de amor. É justamente o contrário. É porque eu amo tanto que tenho medo de perder. Mas agora... talvez eu tenha perdido justamente por isso.

E por causa de um impulso idiota.

Droga, Gabi... o que você fez?

Eu daria qualquer coisa pra voltar naquele momento, segurar minha própria mão, engolir o orgulho, falar com calma... dizer que eu preciso de tempo, mas que ela é tudo pra mim.

Agora, só me resta esse vazio no peito... um buraco silencioso que parece engolir o ar antes mesmo que ele chegue aos meus pulmões.

- Vou ligar para a Andréia... - sussurro para mim mesma, como se a minha própria voz pudesse me convencer. - Vou pedir perdão pelo tapa... vou dizer que ainda não estou pronta, que preciso de tempo... só um pouco mais de tempo para entender como fazer tudo isso sem destruir o que a gente tem. Como quero que ela me entenda!

Minhas mãos tremem quando pego o celular. O nome dela na tela pesa mais do que qualquer palavra jamais poderia. Ainda assim, eu ligo.

Cada toque ecoa como um julgamento.

Quando ela atende, o mundo parece prender a respiração junto comigo.

A conversa... curta demais para tudo o que eu precisava dizer. Difícil demais para caber em palavras simples. Andréia - minha Deia - não cede em nenhum instante. Sua voz, contida, distante, atravessa-me como uma lâmina fria. Não há espaço ali para o que fomos há tão pouco tempo.

E então eu sinto.

Sinto, nas entrelinhas, no silêncio entre uma frase e outra, que ela já está indo embora... que talvez, dentro dela, a decisão já tenha sido tomada.

Terminar.

Caminho até o meu quarto quase no automático. Cada passo é distante, como se não fosse meu. Como se eu estivesse assistindo a mim mesma fugir.

Fecho a porta atrás de mim com cuidado demais - como se o silêncio pudesse quebrar.

Queria ficar sozinha.
Precisava.

Mas, quando finalmente fico, o vazio é pior.

As lágrimas descem pelo meu rosto, quentes, silenciosas.
Eu nem percebo quando começam - só sinto o rastro que deixam, como se marcassem tudo o que não consigo dizer.

Levo a mão ao rosto tarde demais, tentando conter algo que já transbordou. Inútil.
Nada disso cabe mais dentro de mim.

Meu corpo treme, traindo a força que eu tentei manter até agora.
E é nesse momento que eu entendo - não é só o medo de perdê-la.

É a certeza de que, se isso acontecer,
uma parte de mim vai junto.

Ouço baterem na porta. Passo a mão no rosto, tentando disfarçar os vestígios das lágrimas. Respiro fundo e digo:
- Pode entrar.

Minha mãe aparece com um sorriso doce:
- Figlia, come stai?

- Sto bene, mamma.

Ela se aproxima de mim e me observa com atenção, o olhar cheio de cuidado:
- Você chorou, bambina?

Desvio o olhar por um instante, tentando sustentar o sorriso.
- Não foi nada, mamma... só um cansaço bobo.

Ela leva a mão ao meu rosto com delicadeza, afastando uma mecha de cabelo.
- Você sabe que pode me contar tudo, não sabe, bambina?

Engulo seco, sentindo o nó na garganta apertar.
- Eu sei...

Ela me puxa para perto, me envolvendo em um abraço quente, daqueles que parecem colocar tudo no lugar.
- Às vezes, a gente guarda coisas demais no coração - ela sussurra. - E ele fica pesado.

Fecho os olhos por um momento, me permitindo descansar ali.
- Eu só... não queria preocupar você.

Ela sorri, ainda me abraçando.
- Você nunca será um peso pra mim. Nunca.

Respiro fundo, sentindo o carinho dela me acalmar aos poucos.
- Então fica aqui comigo um pouquinho?

Ela se afasta só o suficiente para olhar nos meus olhos, com ternura.
- Sempre, amore. Sempre.

 

Fim do capítulo


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior
  • Próximo capítulo

Comentários para 43 - Capitulo 43:
NovaAqui
NovaAqui

Em: 07/04/2026

Momento tenso 


Merida

Merida Em: 24/04/2026 Autora da história
Será que elas vão se entender?


Responder

[Faça o login para poder comentar]

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web