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Diamantora por AlphaCancri

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Palavras: 2856
Acessos: 64   |  Postado em: 26/03/2026

CAPÍTULO XIX

Assim que desceu da carruagem, Luísa estendeu a mão para ajudar Chiara:

— Vá direto para os meus aposentos. Um dos guardas vai te acompanhar. Não sei ainda como as coisas estão por aqui. 

Chiara assentiu e a atendeu prontamente. 

Luísa caminhou com Martín e mais três guardas até a sala do Conselho. Assim que entrou, todos os outros conselheiros já estavam, mas o que chamou sua atenção foi a moça sentada na cadeira do rei. Olga chorava de cabeça baixa. Luísa foi até seu lugar. Como Braço do Rei, Milo se levantou:

— Ainda não temos nenhuma notícia do paradeiro do rei Estefan. Toda Guarda Real está empenhada em encontrá-lo. Até que Sua Majestade volte a salvo, o trono terá sua rainha regente. A rainha Olga, que também carrega no ventre o herdeiro deste reino. 

Todos os olhares se voltaram para Olga, que levantou a cabeça com olhos assustados. Depois de alguns segundos de silêncio, Milo percebeu que ela não diria nada e encerrou:

— Conto com o empenho de todos para que nosso rei volte o mais breve possível, assim como conto com o auxílio à rainha regente durante esse tempo. 

Encerrada a reunião, todos saíram, mas Luísa continuou no salão. Se aproximou de Milo e Olga e falou diretamente para a rainha:

— Tenho certeza que Estefan logo voltará. 

Só então olhou para Milo:

— O Braço do Rei deve estar trabalhando dia e noite para que isso aconteça. 

Milo curvou levemente os lábios e respondeu com a voz calma de sempre:

— Fico aliviado de poder contar com a ajuda de Vossa Majestade… a prima do rei. 

Olga quebrou a troca de farpas ao finalmente dizer algo:

— Eu não sou rainha… eu não sei o que fazer… 

Milo imediatamente a amparou, tocando seu ombro:

— Não se preocupe, Majestade. Estou aqui para te orientar. 

Luísa aproveitou a oportunidade:

— Pode contar comigo. Sei como é ser uma mulher no trono.

Olga a olhou e tentou um sorriso:

— Obrigada. Vou precisar de toda ajuda. 

*****

— Mas o que eu devo fazer? 

Luísa tentou acalmá-la: 

— Só converse com ela. Vocês têm as mesma raízes, ela vai se sentir segura com você. 

Chiara a olhou em silêncio. Luísa se apressou em dizer:

— Não estou dizendo que você seja uma…

Chiara a interrompeu:

— Eu sei. 

A rainha se aproximou e tocou seu rosto:

— Jamais te compararia a ela. Só estou dizendo que ela pode se identificar com alguém que também não nasceu na realeza. 

Chiara se afastou do contato:

— Mas agora ela é da realeza. 

— Chiara… ela está perdida. E se deixar Milo a influenciar, será uma repetição do que aconteceu com Estefan. Preciso de Olga do meu lado. Assim como preciso ser próxima à criança que vai nascer. 

*****

Levou dias para que Chiara conseguisse se aproximar de Olga. Como rainha regente, sua segurança tinha sido reforçada, e Milo não saía de perto dela. 

Quando finalmente conseguiu, foi no jardim. Chiara fingia colher flores e, devagar foi se aproximando da rainha que estava sentada em um dos bancos. Por sorte foi a própria Olga quem começou um diálogo:

— Para quem são essas flores?

Após uma reverência, respondeu:

— Para enfeitar os aposentos da rainha Luísa, Majestade. 

Olga perguntou:

— Você a conhece há muito tempo?

— Desde que o rei Estefan… chegou ao castelo.

Olga ficou em silêncio. Achou que ela tinha encerrado a conversa, mas ela voltou a falar:

— Me sinto perdida nesse lugar. 

 Chiara calculou as palavras:

— Vossa Majestade se acostuma… Não é o sonho de qualquer uma? Ser uma rainha…

Olga a olhou nos olhos: 

— É o seu? 

Chiara realmente se questionou. Não era. Nunca tinha sido. Nunca se imaginou no papel que viu Maia se preparar a vida toda para assumir. Sempre se viu ao lado dela. Mesmo apenas como uma criada. 

— Sinceramente, acho que não, Majestade. 

A mulher fez uma careta e pediu com a voz cansada: 

— Por favor, me chame de Olga. Só Olga. 

— Não posso fazer isso. Lamento. 

A rainha regente se levantou do banco e se aproximou: 

— Quando estivermos a sós… Não suporto mais ouvir me chamarem assim. Eu me sinto… uma impostora. Não era para eu acabar com a coroa na cabeça, você entende? Eu só queria aproveitar as regalias, comer e beber bem, sem nenhum tipo de preocupação. 

Chiara se limitou a assentir com um aceno. 

— Estefan… sumiu, desapareceu, e eu não sei o que pode ter acontecido com ele. Quer dizer…

Ela baixou o olhar e o tom de voz:

— Eu imagino que ele esteja em algum prostíbulo, com alguma mulher, agora que se cansou de mim… mas não me importaria que ele voltasse com outra e me mandasse ir embora. 

Chiara questionou:

— Vossa Majestade prefere ir embora? Largar essa vida? E voltar a viver como… 

Se arrependeu e parou a frase no meio. Olga sorriu sem rir:

— Eu não precisaria voltar para a vida que eu tinha. Tudo de valor que Estefan me deu está muito bem guardado. Daria para viver tranquilamente até eu morrer. 

Ela olhou para os lados e falou num tom quase inaudível:

— Sem contar o que eu consegui recolher pelos cômodos do castelo. 

Depois voltou ao tom normal:

— Uma mulher como eu sabe que as coisas podem dar muito errado. É sempre bom se precaver. 

Colocou as mãos espalmadas sobre a barriga que começava a apresentar uma protuberância: 

— Principalmente com mais uma boca para alimentar. 

 

Se encontraram de novo depois de quatro dias. Chiara já tinha percebido o hábito que Olga criara em ficar pelo jardim depois do desjejum. Se aproximou propositalmente para que Olga a visse e cumprimentasse.

— Olá. 

Fez uma reverência:

— Majestade. 

A mulher sorriu para ela:

— Não perguntei seu nome da primeira vez que conversamos. 

— Chiara, Majestade. 

Ela suspirou e disse:

— Sem o majestade, lembra?

Chiara se corrigiu:

— Perdão. 

Olga apontou para as flores que Chiara tinha colhido:

— São para a rainha? A rainha de verdade, eu quero dizer…

E riu. Uma risada única e curta. 

— Sim. Levo todas as manhãs. 

— Você parece gostar dela. 

Chiara sentiu o sangue sumir da face. As pernas bambearam. Será que Olga havia percebido o que acontecia entre ela e Luísa? Será que era evidente para todos naquele castelo?

— Como ela é?

Ainda sem saber se seu segredo tinha sido descoberto, tentou falar sem gaguejar:

— Eu não… tenho do que reclamar. 

— Ela te trata bem?

— Sim, Majes… Quero dizer, sim. 

Olga ficou em silêncio, olhando para as árvores. Depois voltou a falar:

— Estefan tratava todos os criados como bichos. 

Voltou a olhar para Chiara:

— E eu sempre me colocava no lugar deles, afinal… sou mais parecida com vocês do que com a realeza. 

Chiara engoliu em seco antes de dizer:

— Talvez eu tenha sorte. Também sempre fui muito bem tratada pelo rei Bartolomeu e pela rainha Maia. 

E antes de completar, pensou no que Maia acharia do papel que estava interpretando na engrenagem de Luísa:

— Se me permite o atrevimento… a rainha Luísa seria uma ótima amiga.

 

Conversaram por mais cinco dias, todas as manhãs, e Chiara sempre dava um jeito de elogiar Luísa. 

Na noite da última conversa, Luísa disse que Olga havia a procurado para falar sobre Estefan, saber se havia alguma notícia. 

No dia seguinte, Olga e Luísa passaram o dia quase inteiro juntas, conversando sobre os mais variados assuntos, enquanto Luísa conquistava a confiança dela. O que desagradou duas pessoas: Milo e Chiara. O primeiro acompanhou de longe, depois tentou fazer com que Olga o acompanhasse, mas ela o dispensou rapidamente. Já com Chiara, Luísa teve que mostrar que não havia interesse nenhum, além da coroa de Diamantora. 

*****

Luísa e Martín estavam debruçados sobre as diversas formas de neutralizar Milo, não deixar que ele tomasse Olga, quando um dos guardas entrou:

— Majestade, a rainha Olga…

A moça que em nada parecia uma rainha, apesar das roupas luxuosas que vestia, entrou hesitante na antessala. Luísa se apressou a ser simpática:

— Majestade… a que devo a honra?

Olga apontou para a garrafa em cima da mesa:

— Posso tomar um pouco? 

Luísa hesitou, olhando para a barriga dela. Olga se apressou em dizer, quase suplicando:

— Apenas um gole, não fará mal ao bebê. 

Com um pequeno gesto de cabeça, Luísa anuiu. Martín se apressou em servir uma taça e estendeu para Olga, com uma reverência. 

Luísa apontou a poltrona:

— Sente-se. 

Depois de um longo gole na bebida, ela a olhou:

— Gostaria de sua ajuda.

Com um contentamento quase indisfarçável, Luísa foi rápida em responder:

— Se estiver ao meu alcance…

Olga segurou a mão dela e apertou:

— Gostaria que você… digo, Vossa Majestade… fosse a rainha regente enquanto Estefan não retorna. 

*****

Nas semanas que se passaram, Maia fez com que Oton aprendesse tudo que seria preciso:

— Se você foi capaz de seguir o plano de Luísa, vai ser capaz de fazer isso.

Depois conseguiram alguns homens que lutariam por dinheiro, se fosse preciso. No total, com o grupo, eram trinta e cinco. Só então começaram a viajar. Seriam muitos dias até que chegassem de volta à Diamantora. Oton ficava o tempo inteiro sob a ponta de uma faca, ou uma adaga, ou um punhal… armas escondidas, disfarçadas para as outras pessoas, mas que ele podia sentir a lâmina fria e afiada contra a pele. 

— Você acha que isso vai dar certo?

Gualter sussurrou de volta para Zahra:

— Não sei… se o reizinho seguir o combinado, pode ser que sim. 

Zahra suspirou:

— Esse é o problema. 

Gualter tentou tranquilizá-la:

— Ele não me parece difícil de obedecer… Rino disse que foi facílimo fazer com que ele falasse… é um medroso. 

Nos muitos dias até a primeira parada, Maia repassava com Oton tudo que ele precisaria fazer e falar. Não era nada demais, nada difícil, mas precisava que ele fosse convincente e que não levantasse suspeitas, principalmente depois de tantos dias sumido. Os longos dias foram bons pelo menos para curar as feridas que ele tinha no rosto, para que a aparência também não levantasse nenhum tipo de suspeita. 

*****

Quando Olga anunciou ao Conselho que, enquanto prima de Estefan, Luísa seria a rainha regente — atendendo a  um pedido seu —, Luísa precisou se esforçar muito para conter o sorriso de satisfação. Principalmente pela cara atônita de Milo, que achava que tinha o controle da situação. 

Dias depois do anúncio, quando ele já tinha sido destituído do cargo de Braço do Rei — que agora pertencia a Martín — e voltado a ser apenas um conselheiro, Milo os encontrou no salão jogando xadrez: 

— Majestade.

Um dos guardas se aproximou, Martín procurou a espada no coldre, mas Luísa estendeu a mão para ambos, indicando que estava tudo bem.

— Em que posso ajudá-lo?

Milo disse com a voz habitual:

— Apenas gostaria de parabenizá-la. Enfim, conseguiu o que tanto almejava. 

Luísa fingiu um sorriso para ele:

— Não é isso que todos nós fazemos? Tentar alcançar o que queremos?

Ele assentiu com a cabeça calmamente e só depois falou:

— Creio que sim. E no final, os fins justificam os meios, não é?

Luísa se levantou e o encarou:

— Me diga você, Milo. Afinal, tirou duas peças do seu caminho… pena que não soube finalizar bem o seu plano. 

Milo a encarou de volta, com a testa franzida. Depois pegou a peça que representava o rei no tabuleiro e estendeu para ela:

— O xeque-mate foi seu.

Luísa não pegou a peça da mão dele, mas disse:

— Não. O xeque-mate foi seu… mas fui eu quem ganhou o jogo. 

Apesar de não saber se Milo estava blefando, manteve a firmeza. Não entraria no jogo mental que ele tanto gostava de fazer. Não poderia demonstrar nem um resquício de hesitação. 

Milo olhou para o tabuleiro e pegou a torre:

— Só tenha cuidado nesse jogo…

Depois, com a peça na mão, fez um movimento que derrubou outra:

— Quando a torre cai… a rainha pode cair junto. 

Assim que ele se retirou, Martín se pôs ao seu lado:

— Temos que sumir com ele. 

Luísa concordava, mas não era tão simples. Milo ainda tinha a lealdade de quase todos os outros conselheiros. Por esse motivo ela ainda não o tinha tirado do Conselho. Precisava ter cautela. Precisava conquistar conselheiros devagar, trazê-los para o seu lado. Só assim conseguiria se livrar de Milo sem problemas. 

*****

Quando enfim chegaram ao Sul de Diamantora, muitos dias depois, o grupo se reuniu afastado dos demais, e repassaram pela última vez tudo que pretendiam fazer. 

— Você está segura de que vai dar certo, garotinha?

Maia olhou para Gualter:

— Não. Mas é o que temos.

Voltaram para perto dos outros homens e Rino — que era o responsável por eles — os organizou. Precisavam parecer minimamente com guardas da realeza. 

Maia se aproximou de Oton:

— Se fizer um movimento sequer fora do combinado, você morre. E eu não estou blefando. 

Depois ela e Zahra ficaram próximas aos homens enfileirados, enquanto Oton, Ramon e Gualter cavalgavam na frente, vestidos com as melhores roupas que puderam encontrar pelo caminho. 

Os três desceram do cavalo ao se aproximarem da construção suntuosa. O restante ficou mais atrás, em uma distância considerável.

O Lorde Eduas apareceu na entrada, junto dos filhos, todos homens. Fez uma reverência assim que reconheceu Estefan. Maia o conhecia. Estava sempre no castelo. Seu pai o considerava um amigo.

Ficou observando apreensiva enquanto via a boca de Oton se mexer, mas de onde estava não conseguia ouvir nada. Esperava que ele estivesse dizendo o que foi combinado: “Vim pessoalmente convidá-lo para uma reunião no castelo. Farei um pronunciamento muito importante.” E se questionassem seu sumiço? “Fiz uma descoberta que vai mudar meu reinado, por isso minha ausência.” 

Depois foi a vez de Eduas mexer os lábios. Maia não conseguia decifrar muito bem a expressão dele. Estava muito distante. 

Mais alguns breves minutos e os três homens montaram de volta nos cavalos. Os demais voltaram a marchar conforme a ordem de Rino, até saírem daquelas terras. 

Assim que se afastaram o bastante, Maia se aproximou de Gualter, que desmontou do animal.

— E então? Ele fez tudo certo?

Gualter sorriu:

— Não se culpe por ele ter te enganado. O rapaz é bom nisso. 

Nos dias que se seguiram fizeram tudo de novo, propriedade por propriedade, lorde por lorde. Até chegarem no dia para o qual Estefan convidou todos aqueles homens. 

Maia não conseguiu comer nada. Estava absurdamente nervosa. As mãos ficaram trêmulas por todo caminho. O corpo se arrepiava de um frio que vinha de dentro dela. Pensou que fosse perder os sentidos, de tão forte que o coração batia quando passou pela cidadela e avistou os portões do castelo. 

*****

— O que você disse?

Martín repetiu:

— Acabou de chegar um mensageiro do Lorde Eduas. O rei Estefan esteve nas terras dele. 

Luísa pediu:

— Me encontre no salão do Conselho em dez minutos.

Fechou a porta e voltou para a cama, apenas para dar um beijo em Chiara:

— Preciso resolver uma coisa. 

Chiara, que tinha ouvido Martín, perguntou:

— Estefan está vivo, então?

Luísa foi cautelosa ao responder, enquanto se vestia:

— Não sei se isso é verdade. Pode ser apenas uma armadilha de Milo.

Cinco dias depois, outro Lorde a procurou com a mesma história:

— O rei Estefan esteve em minha casa há três dias, Majestade. Como as notícias eram de que ele estava desaparecido, resolvi vir até aqui. 

Luísa se levantou da cadeira que agora lhe pertencia:

— O que ele fez lá? O que ele disse? Para onde ele foi?

— Chegou com alguns guardas, disse que tinha descoberto algo importante e pediu uma reunião em dois dias. Aqui… no castelo. Ele tem passado por todas as terras do reino. 

Luísa ordenou que a segurança do castelo e dela própria fossem reforçadas. Se fosse verdade, Milo voltaria ao jogo. Ela precisava pensar em uma maneira de usar aquilo a seu favor. Precisava colocar Oton contra Milo. E se fosse uma mentira, uma armadilha, precisava estar preparada. E o caminho era Olga e o filho que ela carregava. Já tinha a confiança dela. Iria usá-la para manipular Oton, se fosse preciso. 

No dia em que Oton supostamente estaria no castelo, acordou cedo. Na verdade, não conseguiu dormir. Se levantou e deixou uma Chiara ainda adormecida em sua cama. Ficou o tempo todo dentro do salão do conselho, rodeada de guardas. Lá fora os Lordes do Reino não paravam de chegar. Observou da janela a movimentação dos homens, carruagens, guardas, tentando entender se Milo tinha um plano. E, principalmente, qual era.

 Quando bateram na porta e anunciaram:

— Majestade, o rei Estefan retornou.

Se levantou e foi apressadamente até a porta principal do castelo, precisando ver com os próprios olhos. Ficou parada enquanto ele desmontava do cavalo e sorria para ela. 

Oton estava realmente vivo.

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Oi, gente! Aconteceram algumas mudanças na minha rotina e, pra não ficar sem capítulos, vou passar a postar uma vez na semana, provavelmente toda quinta. Desculpem o imprevisto. Um abraço! 


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Comentários para 19 - CAPÍTULO XIX:
HelOliveira
HelOliveira

Em: 26/03/2026

Imprevistos acontecem, obrigada pela atenção de trazer mais um capítulo.....e claro como sempre deixa aquela expectativa no final 

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