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Diamantora por AlphaCancri

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Palavras: 1876
Acessos: 72   |  Postado em: 20/03/2026

CAPÍTULO XVIII

Algumas vezes imaginou aquele reencontro. Mas quanto mais o tempo passava, mais acreditava que aquilo nunca aconteceria. Para ela, era como se realmente tivesse morrido. Aquela Maia, a vida que tinha, tudo que conhecia e acreditava, não existiam mais. Era uma nova pessoa. Que só pôde nascer com a morte da outra. Quando Estefan a olhou, não a reconheceu de imediato, mas quando ele se deu conta de que era ela, Maia acompanhou no rosto dele as reações mudarem. Primeiro pareceu incrédulo, como se estivesse vendo um fantasma. Depois se desesperou um pouco, ficou agitado, tentou se soltar. E por fim, tentou uma estratégia diferente:

— Maia… Você está viva! Eu pensei que… Você caiu no rio, se lembra? Um infortúnio terrível…

Maia se manteve parada na mesma posição, sem mover um único músculo.

— Minha querida… Você conhece essas pessoas? Peça para eles me soltarem, houve algum engano…

Finalmente saindo de sua paralisia, Maia deu alguns passos para frente e se abaixou devagar, olhando bem de perto o rosto de Estefan.

— Maia, minha amada, sou eu… Ainda bem que te encontrei. Eu sofri tanto quando…

A frase de Estefan foi interrompida pelo baque da mão fechada de Maia em seu rosto. Ele pareceu incrédulo e voltou a olhá-la com os olhos bastante arregalados. 

Maia virou de costas e olhou para Zahra, pedindo com o olhar para que ela a acompanhasse. Quando saíram da tenda, foi direta:

— Onde você o encontrou?

Zahra sorriu satisfeita ao falar:

— Foi fácil capturá-lo bêbado dentro de um bordel.

Maia não disse nada de imediato. Andou de um lado para o outro:

— E agora? O que você pretende fazer? 

Zahra soltou uma interjeição confusa:

— Ora! Como assim o que eu vou fazer? Me diga você… 

Maia se aproximou e falou baixo:

— Ele é rei de Diamantora, Zahra! Neste exato momento deve haver um exército procurando por ele. E sabe o que eles vão fazer quando encontrá-lo conosco? Você acabou de achar sua sentença de morte.

Zahra demonstrou toda sua indignação no tom de voz que usou:

— Eu achei que você iria querer se vingar! Até pensei em matá-lo, era o que ele merecia por ter sido um covarde com você… Mas preferi que a decisão, seja ela qual for, fosse sua.

Maia continuou andando de um lado para o outro, como se precisasse disso para pensar:

— Eu sei… Mas isso tudo foi muito arriscado. É uma insanidade!

Completamente sem paciência por não receber a reação que esperava, Zahra segurou Maia pelo braço, para que ela parasse:

— Ótimo! Então eu vou entrar lá agora e soltar o rei de Diaman…

Maia a cortou, com a o dedo em sua boca:

— Fale baixo!

Zahra diminuiu o tom, mas continuou:

— Vou soltar o homem que tentou te matar.

Largou o braço de Maia e caminhou na direção da porta, mas Maia a puxou de volta:

— Espere!

Suspirou antes de falar:

— Não pense que não estou agradecida… Não é isso… É só que… estou preocupada com o que pode acontecer. Principalmente com você.

Zahra também se acalmou:

— Não precisa se preocupar. Nós não deixamos rastros, lembra?

Mas Maia sabia que aquilo era diferente. Era perigoso demais: 

— Como você sabia que era ele? 

— Sempre tem um burburinho quando alguém importante aparece em algum prostíbulo. Uma das moças de lá me disse que era ele… o rei de Diamantora. Pensei em trazê-lo para você confirmar, mas nem preciso perguntar… Pela reação de vocês, pegamos o homem certo. 

*****

— Você fez alguma coisa sem me consultar?

Luísa perguntou, assim que entraram no salão do Conselho, apenas os dois. 

— Jamais faria nada sem o seu consentimento. 

Ela sentou na cadeira e juntou as mãos, apoiando a testa:

— Claro, Martín. Nem sei por que fiz uma pergunta dessas. 

Ela e Martín tinham decidido passar um tempo em Ótice, para que Luísa não ficasse tão em evidência. Mesmo com sua relutância inicial, não podia subestimar Milo. Ele teve a chance de matá-la duas vezes. 

O guarda e amigo não demonstrou nenhum sinal de ofensa com a pergunta anterior, continuou informando tudo que sabia:

— Faz vinte e um dias que ele não retorna para o castelo… o que não seria de todo estranho, já que voltou aos prostíbulos…

Luísa levantou a cabeça para perguntar:

— Como sabem que ele só não resolveu ter mais uma das suas aventuras… com alguma mulher que transformará em duquesa no futuro? 

— Nossos informantes disseram que ele entrou em um dos bordeis e não saiu mais. No quinto dia os guardas que esperavam do lado de fora entraram para procurá-lo, mas ele havia desaparecido. Ninguém viu nada. Ninguém sabia de nada. A mulher que estava com ele disse que ele saiu para se aliviar e não voltou mais. 

Luísa recostou na cadeira:

— Isso tem o dedo de Milo! Só ele conseguiria uma coisa assim…

O amigo concordou prontamente:

— Só precisamos saber quais são os próximos passos dele. O que ele pretende? Com o trono vacante, aquela mulher será a rainha regente. 

Luísa suspirou e pensou por uns instantes:

— Vamos aguardar mais um pouco. Precisamos saber se Milo realmente deu fim em Oton. Se for verdade, voltamos à Diamantora. 

Quando Luísa voltou ao seu aposento, Chiara já não estava. Tudo estava perfeitamente arrumado, a cama já estava feita e suas roupas em seus devidos lugares. 

Pediu que um dos guardas trouxesse Chiara imediatamente. Quando ela entrou no aposento, olhou Luísa sem dizer nada, fazendo apenas uma reverência. 

— Venha aqui. 

A voz de Luísa era carinhosa. Chiara a atendeu e sentou ao seu lado na cama. 

— Martín veio trazer a notícia de que o rei Estefan está desaparecido…

Esperou para que Chiara fosse absorvendo as palavras:

— Não sabemos o que aconteceu, mas se isso for verdade… se ele… não voltar… Olga vai ter a coroa. E eu vou precisar da sua ajuda. 

*****

Maia deu cinco passos hesitantes e voltou. Era a quarta vez que fazia aquilo em um intervalo de menos de cinco minutos. Tinha medo. Medo de voltar. Medo de não dar certo. Medo de que algo horrível acontecesse com o grupo. E, principalmente, medo de estar caminhando com as próprias pernas para a própria prisão sem grades. Mas alguma coisa tinha que ser feita. Estefan estava preso há quatro dias. Os homens já sabiam a verdade. Primeiro Zahra precisou contar a Martelo e Gualter, para que eles a ajudassem a capturar Estefan no bordel. E depois contaram toda a verdade para os outros dois, justificando terem um prisioneiro, coisa que nunca faziam. 

Respirou fundo, caminhou e finalmente bateu na porta de madeira. Quando entrou, Zahra e Gualter a olharam. Maia sabia que eles estavam conversando sobre o que fazer com Estefan. 

— Quero conversar com ele. 

Zahra se pôs de pé e se aproximou:

— Cuidado. Ele vai tentar te convencer de que foi um acidente… Vai apelar para seus sentimentos…

Mas Maia disse de forma firme:

— Eu não tenho nenhum sentimento por ele senão ódio. 

Foi Rino quem a acompanhou. Zahra não queria que ela ficasse sozinha com Estefan, mesmo ele estando amarrado. Quando o rei de Diamantora a viu, se agitou na cadeira:

— Maia! Que bom que você voltou, meu amor…

Mas Maia não o deixou completar. Tirou o punhal da bainha, puxou uma caixa e se sentou:

— Quero que você me conte tudo. Desde o começo. Desde que Luísa o convenceu a se casar comigo. E ainda vou te dar uma escolha…

Alisou o punhal afiado:

— Você fala por bem ou por mal. Meu amigo aqui veio me ajudar. 

Acompanhou o olhar arregalado de Estefan para Rino, um homem com aparência nada amigável, braços enormes e variadas ferramentas penduradas na cintura. 

Estefan voltou a se agitar:

— Eu já te disse… foi um infortúnio terrível… você caiu no rio… eu tentei te salvar, mas…

Maia o interrompeu com um soco que fez um filete de sangue escorrer pelo nariz de Estefan. 

— Então vai ser por mal? 

Ele balançou a cabeça freneticamente:

— Não! Não! Eu estou te dizendo a verdade. 

— O que Luísa tinha em mente desde o começo? 

A voz dele começou a ficar aguda:

— Nada, não havia plano… ela me disse que conhecia uma princesa que queria se casar… Maia, peça para me soltarem e vamos voltar juntos para Diamantora. Eu e você! O rei e a rainha!

Maia pegou o punhal e colocou na orelha de Estefan:

— Se continuar contando essas mentiras, cada parte do seu corpo vai sumir aos poucos…

Ele começou a chorar:

— Maia, por favor! Estou falando a verdade! Eu queria me casar com você! Luísa só me apresentou, não tinha plano nenhum…

Com um gesto rápido, Maia cortou um pequeno pedaço da orelha dele, que gritou como se tivesse perdido uma perna.

— Última chance. Me conte tudo, desde o começo. 

— Eu já te disse…

Maia suspirou e olhou para Rino:

— Vai ter que ser você. Ele não respeita mulher nenhuma. 

O homem sorriu com satisfação e tirou uma das ferramentas da cintura. 

Até Maia se assustou com o impacto do pedaço de ferro contra as costelas de Estefan. Ele perdeu o ar por segundos, depois voltou a respirar como alguém que acaba de emergir de um mergulho. 

— E então?

A voz dele já era um fio quando ainda tentou suplicar:

— Maia, por favor…

Ela apenas olhou para Rino que acertou outro golpe, dessa vez do outro lado. 

Estefan arregalou os olhos, tentando desesperadamente puxar o ar para os pulmões, depois começou a tossir com desespero. 

Esperou alguns segundos até ele se recuperar minimamente. Como ele não disse nada, acenou para Rino que imediatamente levantou a ferramenta, mas Estefan gritou:

— Eu vou falar! Eu vou falar! 

Maia se aproximou e levantou o rosto dele o puxando pelos cabelos:

— Tudo. E sem mentir. 

Ele continuou com a voz ofegante:

— Tudo… tudo… eu vou falar… só preciso de um pouco d’água. 

Maia o observou por uns instantes antes de dizer:

— Eu vou te dar água. E assim que você engolir, vai começar a falar. Ou então eu vou sair e meu amigo se resolverá sozinho com você. 

Ele balançou a cabeça concordando com veemência. Sorveu o líquido do cantil que Maia colocou em sua boca e imediatamente começou a falar:

— Oton. Meu nome é Oton… Foi Martín quem me achou…  Eu era um criador de porcos junto com minha família…

Maia se sentou novamente. Demorou um pouco para perguntar:

— Você não é primo de Luísa?

Ele balançou a cabeça, negando:

— Ela estava procurando… um marido para você… e me achou. 

Horas depois, quando finalmente saiu do depósito, a cabeça de Maia estava cheia. Era tudo muito pior do que ela pensava. O plano de Luísa era cruel. Ela havia pensado nos detalhes. Estudou Maia para transformar o criador de porcos no pretendente perfeito.

E ela havia caído como uma criança ingênua.

Caminhou de volta até onde o restante do grupo estava e falou com a firmeza que a rainha dentro dela tinha:

— Precisamos juntar alguns homens. Depois vamos para Diamantora. 

 

 

Fim do capítulo


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Comentários para 18 - CAPÍTULO XVIII:
HelOliveira
HelOliveira

Em: 20/03/2026

Agora que Maia sabe da verdade, só quero ver o circo pegar fogo ???? ???? ???? ??‍???? 


AlphaCancri

AlphaCancri Em: 26/03/2026 Autora da história
O que será que Maia vai fazer com as informações? Vamos ver, capítulo novo postado :)


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